12 de dezembro de 2019

Blogmas2k19: #12. GUIA CONVERSACIONAL PARA GARANTIR A SOBREVIVÊNCIA NAS FESTAS DE FIM DE ANO


Observando os blogs que encerraram os trabalhos faz tempo. Mas, estão aqui nessa Blogosfera maluca... Me deparei com O Guia conversacional para as festas de fim de ano  que é um texto que a Anna Vitória do So Contagious escreveu em 2015. Porém, encaixa-se perfeitamente nesse ano politico as avessas.

Antes de prosseguirmos as comemorações e as retrospectivas de final de ano queria bater um papo com vocês. Devido aos acontecimentos políticos do ano, tenho percebido as pessoas mais desesperadas do que de costume com a perspectiva das festas de família e confraternizações diversas que marcam o fim de ano. Porque família é aquela história: não importa de que lado você esteja, sempre tem um tio, uma tia, o avô, a mãe ou o irmão que vai discordar de você. O mesmo vale para colegas de trabalho, amigos dos seus pais ou qualquer um que se encaixe naquele grupo de pessoas com quem você é obrigado a interagir de vez em quando e manter as aparências. 

Sempre vai ter alguém pra discordar de você de forma bem desagradável, seja baseando suas opiniões em dados recebidos via correntes do Whatsapp ou simplesmente defendendo com muita convicção uma coisa que vai diretamente contra algo que você defende com igual convicção. Além dos debates indesejáveis, essa época também é cheia daquilo que considero minha nêmesis pessoal: as perguntinhas. E os namoradinho? E os empreguinho? E as criancinha? E os futurinho? São aquelas perguntas que se faz para puxar assunto, mas que são carregadas de cobrança velada. Eu gosto de acreditar que muita gente é só sem assunto mesmo e não faz ideia de como uma pergunta do tipo pode deixar desconfortável alguém que ainda não tem a vida toda no lugar (tipo, TODO MUNDO), mas isso não muda o fato de que são questionamentos que, sim, deixam muito desconfortável uma pessoa que ainda não tem a vida toda no lugar, porque de acordo com os padrões da Sociedade a gente nunca vai ser suficiente e sempre vai existir algo para estar fora do lugar.


O nome disso é vida em sociedade. Seja bem-vindo. Às vezes é uma bosta.
Pensando nisso, vim compartilhar com vocês algumas habilidades que fui adquirindo ao longo de anos de convivência em uma família que, de um lado, diverge de basicamente todos os meus posicionamentos políticos, e, de outro, não convive comigo o suficiente para ter algo mais interessante para perguntar do que sobre meus namoradinhos, meus empreguinhos, e meu futurinho - que nunca parecem bons o bastante. Apesar disso, são boas pessoas, ótimas até, gente que eu respeito e gosto o suficiente para não querer discutir, brigar, apontar dedo e cortar laços. Sendo assim, é preciso encontrar um ponto de equilíbrio para c o n v i v e r (ao fundo, Imagine, do John Lennon, começa a tocar) ou simplesmente manter a sanidade mental.


Esse guia não é para pessoas que querem mudar o mundo. Esse guia é para pessoas que querem dois minutos de paz e tranquilidade na vida, porque é Natal e isso tem que servir para alguma coisa. Nós vamos mudar o mundo eventualmente, mas depois do carnaval, por favor, que 2018 não perdoou ninguém.
  • 1) Vale a pena discutir?



Na maioria das vezes, não. Antes de estralar os dedos, suspirar, e mandar aquele mas eu acho muito engraçado que... coloque a mão na consciência e pense se esse argumento exaltado vai te levar para algum lugar. Vá além: pense se essa conversa vai levar vocês pra algum lugar bom, porque a maioria dos debates acalorados na mesa de almoço só leva para uma discussão sem fim em que ninguém quer realmente discutir, mas sim provar a todo custo que se está certo. É manjado, é brega, mas às vezes é real: você prefere ser feliz ou ter razão? Amigo, se você prefere ter razão vai fundo, mas eu só quero comer minha farofinha e assistir o especial do Roberto Carlos em paz. Por isso, sou uma fiel usuária da técnica do hahaha verdade, verdade.

Segue explicação:

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  • 2) Sorria e acene 


Outra técnica que uso bastante é a do sorrir e acenar. Mais do que implicar que você precisa necessariamente sorrir e acenar (dependendo da situação pode ser meio estranho), ela sugere que você apenas não esboce reação alguma enquanto ouve barbaridades mil. Foi assim que eu agi, por exemplo, Quando fui almoçar com a minha mãe e a amiga da minha mãe que era A DONA DA RAZÃO começava me dar broncas disfarçada em conselhos.  Na ultima vez, Eu sorri, assenti educadamente sem dizer nada. Se seu interlocutor for muito equivocado e realmente te tirar do sério, experimente revirar os olhos discretamente ou deixar claro no seu semblante como você está desconfortável com aquela conversa, mas por um bem maior prefere manter as aparências (vide passo número 1).


Caso ajude, em momentos assim costumo cantar mentalmente: Ananda, Joker Beats - Quero Que Tu Vá, Lily Allen- Fuck You (Very Much) 



hahahahahah não 



  • 3) Tenha uma resposta automática padrão


Quando questionada sobre os namoradinho, os empreguinho, e os futurinho, principalmente sobre os dois últimos, tenha uma resposta padrão para dar para todas as pessoas, mesmo que ela não seja necessariamente verdadeira.Veja bem, estou passando por esse período dramático na vida que é o fim da faculdade e a completa incerteza sobre o futuro. 

Não é como se eu não soubesse o que eu quero fazer, meu problema é que eu quero fazer muitas coisas, o que me transforma num grande clichê da minha geração. Eu não quero explicar isso para as pessoas, até porque a maioria delas não está realmente interessada e eu não sou obrigada. A única coisa boa de ter que responder perguntas de quem não está interessado e não se importa é que eles se contentam com o mínimo, então basta dizer alguma coisa pouco específica como estou pensando em fazer mestrado, que é o que eu tenho adotado. 

Com os ex-BBBs e as subcelebridades aprendemos os já icônicos estou avaliando propostas e estou com uns projetos, mas corre-se o risco da pessoa ser curiosa e você se enrolar no próprio truque. O segredo é ser genérico e breve, e se mesmo com suas reticências ao abordar o assunto a pessoa insistir em opinar sobre sua vida, volte o passo número 2. Sorria, acene e espere passar.

É bom lembrar que algumas pessoas estão realmente interessadas na sua resposta para essa pergunta, seja porque elas gostam de você ou porque querem ajudar. Tenha sabedoria de distingui-las das outras e não tenha medo de ser sincero se se sentir à vontade. Pode responder que vai acordar dia 4 de janeiro e chorar. Pode dizer que não faz ideia. Pode dizer em voz alta que vai escrever um livro, prestar concurso, ou tentar uma pós em Harvard. Se a pessoa gosta de você, ela pode te arrumar um contato, um bom conselho ou genuinamente te desejar boa sorte, do fundo do coração. Esse suporte é importante, saiba aproveitá-lo. Mas, na minha experiência, as pessoas que realmente importam ou se importam sabem que o assunto é delicado e encontram jeitos melhores de abordá-lo do que entre uma garfada ou outra de peru.
  • 4) Mude de assunto


  • Diante de qualquer assunto sobre o qual você não deseja conversar ou ouvir, lance mão desse combinado que preparei especialmente para meus queridos leitores: hahahah verdade, verdade + sorriso + aceno + NOVO ASSUNTO. Não sabe sobre o que conversar?

  1. A festa de fim de ano dos políticos. Discorrer sobre todos os momentos preciosos dessa confraternização é algo que desconhece fronteiras partidárias, porque o absurdo de tudo precede qualquer convicção e você ainda vai estar trazendo o tema de política para a mesa, provando que é muito mais do que um rostinho jovem e alienado que sempre desvia de conversas espinhosas;
  2. O Corinthians. Por experiência própria eu garanto: as pessoas SEMPRE têm algo a dizer sobre o Corinthians, independentemente do time ou até mesmo se elas se importam ou não com futebol. Soltar aquele Rapaz, mas e o Corinthians, hein? salva qualquer conversa. Eu tenho um colega de trabalho que é super meu parça sendo que todo nosso relacionamento é baseado em mas e o Corinthians, hein? e seus desdobramentos. 
  3. Novela. De novo, as pessoas SEMPRE têm algo a dizer sobre novela. Só desaconselho se sua família for do tipo bastião da alta cultura e começar a entrar numa conversa chata sobre a precarização da TV. Evite;
  4. A comida. Nossa, mas esse salpicão está um espetáculo, tia, a maionese foi feita em casa? Pronto, mudou de assunto e ainda puxou saco da anfitriã, mostrando como você é uma pessoa educada;
  5. Qualquer coisa profundamente desinteressante: uma vez estava visitando uns parentes distantes e eventualmente o assunto chegou em mim. Eu realmente não gosto de ser o centro das atenções, odeio falar sobre minha vida pessoal com pessoas que não conheço direito e estava numa fase ruim onde realmente não tinha nada de bom pra dizer sobre mim mesma. Então falei que tinha descoberto um editor de textos excelente e estava adorando usar. As pessoas provavelmente pensaram: coitadinha, que menina patética, por favor cale a boca. Elas sorriram e acenaram e não me perguntaram mais nada pelo resto do dia. Recomendo.

  • 5) Saia à francesa


    Em ocasiões sociais, acho muito importante ter para onde fugir. Pessoa ansiosa e introvertida como sou, já chego nos ambientes caçando lugares ou pessoas que podem ser meu refúgio pessoal quando as coisas ficarem insustentáveis. A cozinha costuma ser a melhor opção: além de poder beliscar, a cozinha é conhecida universalmente como o lugar que as pessoas sempre procuram quando precisam de um tempo ou onde se escondem para falar mal umas das outras. Além disso, sempre precisam de ajuda na cozinha. Se não estiver confortável na festa, entre na cozinha se oferecendo para lavar alguma coisa, cortar cebolas ou qualquer coisa do tipo. Eu costumo passar o Natal limpando o fogão e recomendo muito. Outra opção é a mesa das crianças. Sempre tem uma mesa das crianças e sempre falta espaço na mesa dos adultos e alguém precisa ir pro sacrifício. Seja essa pessoa e passe o resto da noite conversando com sua prima pré-adolescente sobre One Direction, com seu primo sobre o último filme da Marvel ou cuidando de algum bebê. Só não recomendo, claro, se você detesta crianças mais do que detesta os adultos. 

    Por fim, para encerrar qualquer conversa desagradável, saiba sair pela tangente. Concorde, sorria, acene e peça licença pra ir no banheiro, finja que seu celular tocou ou lance mão do clássico, porém eterno: parece que tem alguém me chamando ali na cozinha, já volto.

    quem nunca né
    De resto, respire fundo e espere passar. Lembre-se sempre de que você não é obrigado a nada, é só uma noite na sua vida e que aqueles que gostam de você e se importam de verdade provavelmente são os mesmos que respeitam suas opiniões e decisões, ainda que não concordem com elas, e não são aqueles que vão te deixar com vontade de levantar a voz ou chorar no banheiro. Abstraia, respire fundo e pensa que agora só ano que vem.

    Boas festas!


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    11 de dezembro de 2019

    Blogmas2k19: # 11 Series com episódios natalinos



    Quando eu escrevi o post 5 filmes com o tema sobre Natal pensei também nas séries que nessa época do ano tambem comemoram com episódios especiais sobre o Natal.

    The One With The Holiday Armadillo (S07E10)


    Só Friends para reunir o Papai Noel, o Superman e um estranho tatu em um especial de Natal. A série teve outros episódios natalinos momeráveis, mas nada superar este, que tem Phoebe sofrendo para dar um presente para Joey que faça Rachel se mudar do apartamento e ainda termina com o funeral do Coelhinho da Páscoa.

    The Simpsons Roasting on an Open Fire (S01E01)


    Sabia que o primeiro episódios de Os Simpsons foi um especial de Natal? Exibido em dezembro de 1989, o episódio trouxe Homer trabalhando como Papai Noel em um shopping para juntar dinheiro para comprar os presentes da família. Após perder todo dinheiro em uma corrida de cachorros, Homer acaba adotando o cachorro que chegou em último, que atende pelo nome de Ajudante de Papai Noel.

    The Best Chrismukkah Ever (S01E13)


    Os episódios de Natal sempre tiveram grande destaque em The O.C., principalmente pela criação do conceito Chrismukkah, uma mistura entre Christmas e Hanukkah. O grupo de jovens é apresentado ao Chrismukkah por Seth, que é filho de uma mãe católica e um pai judeu. Seth continua dividido entre Summer e Anna, enquanto que Ryan ajuda Marissa a evitar a prisão após ser parada dirigindo alcoolizada.

    Mr. Hankey, The Christmas Poo (S01E09)


    South Park sempre fez ótimos episódios comemorativos e logo em seu primeiro especial de Natal já mostrou a que veio. Desconfortável em participar de eventos natalinos na escola, Kyle, que é judeu, sugere que ele poderia cantar sobre o Sr. Hankey, o Cocô Natalino. Tal figura ganha vida e passa para a cidade o verdadeiro significado do Natal.

    The Bath Item Gift Hypothesis (S02E11)


    Penny (Kaley Cuoco) começa a se interessar pelo mundo da física após a chegada de um belo cientista no laboratório, o que deixa Leonard (Johnny Galecki) incomodado. Por sua vez, Sheldon (Jim Parsons) luta para encontrar um presente para a vizinha. Um divertido episódio de The Big Bang Theory.

    A Very Glee Christmas (S02E10)


    Os alunos de McKinley High ficam surpresos ao descobrir que Brittany (Heather Morris) ainda acredita em Papai Noel. Como não poderia deixar de ser, o episódio de Glee conta com inúmeras canções natalinas, como "We Need a Little Christmas", "You're a Mean One, Mr. Grinch", "Last Christmas" e "Sleep In Heavenly Peace (Silent Night)".

    How Lily Stole Christmas (S02E11)


    Na segunda temporada de How I Met Your Mother, pouco após Marshall (Jason Segel) e Lily (Alyson Hannigan) reatarem o noivado, ela descobre uma antiga mensagem de telefone deixada por Ted (Josh Radnor) a chamando de uma palavra que rima com Grinch.

    A Very Supernatural Christmas (S03E08)


    Na terceira temporada de Supernatural, Dean (Jensen Ackles) tenta aproveitar seu último Natal na Terra. Ao mesmo tempo, ele e Sam (Jared Padalecki) perseguem uma espécie de anti-Papai Noel, que na verdade é um deus pagão que captura suas vítimas pela chaminé.

    Forgiveness and Stuff (S01E10)


    O Natal sempre foi muito especial no universo de Gilmore Girls. Neste episódio da primeira temporada, Rory (Alexis Bledel) e Lorelai (Lauren Graham) não estão se dando muito bem. Mas isso muda quando Richard (Edward Herrmann) é levado ao hospital. O episódio conta ainda com um hambúrguer natalino preparado por Luke (Scott Patterson).


    Pretty Little Liars – How The ‘A’ Stole Christmas (5ª temporada, episódio 13)


    O episódio especial de Pretty Little Liars foi bem diferente do que eu imaginava, a começar pelo tema. Desde o início da série temos um especial Halloween, após o primeiro hiato, que traz mais mistérios, dúvidas, intrigas e mortes. Desta vez, a história foi centrada no Natal das nossas queridas liars. Elas precisam descobrir se Alison está envolvida no assassinato de Mona e ainda comparecer ao baile de Natal promovido por ela. 

    Com todos presentes no baile, Spencer e Hanna decidem aproveitar o momento para invadir a casa de Ali para descobrir se a garota conhecia Bethany. Ali em alguma coisa. Emily e Aria também descobrem que há mais alguém na festa vestida toda de branco. Elas tentam ir atrás, mas como sempre, Ali é mais esperta e despista as amigas. Longe da festa, Alison revê Cece e diz sentir saudades das amigas. A conversa entre as duas dá sinais de que Ali possa estar envolvida na morte de Mona, mas ainda assim, não há provas concretas.


    Com a pista em mãos, todos ficam mais aliviados e resolvem comemorar o Natal com um lindo jantar. O final trouxe um mix de humor, alegria, tristeza e medo: os meninos de cueca natalina nas escadas (e Paige junto) foi o gesto natalino que eles demonstraram para suas namoradas; Paige revela que seus pais querem se mudar para Califórnia; Ali vê todos reunidos e nota que está sozinha novamente; por fim, todos ganham uma linda árvore de natal com uma mensagem de “A”: “Merry Christimas Bitches”. Achei a reação dos personagens vazias. Como todos já estão acostumados com as surpresas de “A”, este último nem assustou tanto.

    How The “A” Stole Christmas foi um bom episódio, bem estruturado, com cenas que assustaram e fizeram a gente rir um pouco.






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    10 de dezembro de 2019

    Blogmas2k19: #10 Sobre as minhas coleções


    Na minha infância, sempre que eu gostava muito de algum objeto eu arrumava um jeito de ter outros objetos para colecionar.As minhas primeiras coleções foram de:  Tazos (aqueles que vinham nos salgadinhos...); figurinhas de chicletes; adesivos decorativos (tinha até um álbum com folhas autocolantes para colocar esses adesivos...); Na minha época mais fanática de Chiquititas e Sandy&Junior  eu colecionava todas as reportagens que saiam nas revistas (antes da internet...) e guardava em folhas de plástico em um fichário da época evolui para vários pôster de outras bandas que eu gostava na época.

    Hoje em dia, eu tenho alguns objetos (colecionáveis...) que fazem um papel decorativo na minha estante de livros e no meu quarto.

    Bottons Literários (músicos e bandas):


    Eu comecei a colecionar Bottons-literários em 2013. Já falei sobre elas aqui no blog, onde falo sobre os eventos da Intrínseca por isso não vou me prolongar muito. Atualmente, eu tenho 26 bottons que ficam guardados nessa lata.



    Marcadores de Livros:

    Eu compro os meus livros nas livrarias-físicas da minha cidade. Quando finalmente eu escolhia o livro que ia comprar e caminhava até o caixa para finalizar a compra, a atendente colocava um "marcador de pagina" dentro do meu livro novo. Geralmente, era um marcador bem fulerinho fazendo propaganda da própria livraria e outras vezes marcadores- literários. A editora Intrínseca uma vez no ano faz a Turnê Intrínseca, e sempre tem um kit com marcadores de livros e Bottons literários para as pessoas que vão no evento é de onde vem a maioria dos bottons/marcadores da minha coleção.


    Ganhei em um sorteio no blog Mil alices que veio esse marcador de páginas fofo com a carinha da alice que faz companhia para versão pocket da editora Zahar


    Mc Donalds


    Compro o Mc Lanche Feliz por causa do brinde #confesso! As miniaturas decoram a minha estante de livros.


    Kinder (Os sobreviventes...)


    E u guardava essas miniaturas do Kinder em uma caixinha de papelão do Unibanco e que tem um valor bastante afetivo (de uma época bastante bacana da minha vida...) comprei outros Kinder´s desde então, a coleção foi aumentando/diminuindo e tive que guarda-los dentro desse pequeno báu de madeira.



    O que voces acharam das minhas coleções ??? E ai vocês colecionam alguma coisa? Eu vou adorar saber deixe aqui embaixo nos cometários.
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    © Lado Milla
    Maira Gall