19 de dezembro de 2018

19. Sobre as madrugadas que sinto falta...



__ Lá vamos nós em mais uma madrugada a dentro com musicas e pensamentos e o que mais surgir... 



É nas madrugadas assim que eu mais sinto falta daquele radialista, se eu fechar os olhos parece que eu ainda consigo escutar a sua voz grave e aveludada, alimentando o imaginário de todos que como eu, seguia os seus pensamentos pela madrugada adentro, desligando por algumas horas dos problemas do dia-a-dia. Tenho saudades de ouvir musica “aleatoriamente” daquelas que você precisa ouvir no momento mesmo que você não saiba que te deixe com um sentimento de “poxa, que musica phoda! Quem é que canta?” ou “bah, essa frase dessa canção era tudo que eu precisava ouvir agora...” já hoje em dia existe o botão aleatório do iphone, mas tudo soa um tanto quanto artificial.

Nunca mais ouvi musica daquela maneira como eu ouvia em meados de 2001, que foi a primeira vez que ouvi a musica fim de tarde com você no radio, naquela época eu nem imaginava que banda era a banda Acústicos e Valvulados quem é que cantava ou quem mesmo tinha escrito essa canção, que eu achava desde a primeira vez a musica da trilha sonora da minha vida. 

Passei por uma experiência parecida em 2010 com a musica Céu da noite da mesma banda, mas dessa vez sabia de qual banda se tratava a musica em questão já que já tinha trocado umas 3ou9 palavras com os integrantes da banda nos poucos shows que fui, e no ano anterior foi à vez de conhecer pessoalmente o dono da voz aveludada conhecido pelo nome Everton Cunha.

Mas são madrugadas assim entre quatro paredes, de um silêncio quase que angustiante que eu sinto falta de mais um “fim de tarde” ou “céu da noite” ou frases e conversas que duravam o tempo suficiente, para descansar a mente e finalmente dormir em paz.

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