7 de julho de 2019

Precisamos falar sobre Podcasts.


Podcasts são programas de áudio (podem ser de vídeo também), distribuídos através de um feed RSS, que permite que o usuário ouça o conteúdo online. Ou seja, o download vai sendo feito conforme você escuta, mas também pode ser baixado no formato MP3 ou algo do gênero para o aparelho de sua escolha, como um computador, celular ou tocador de MP3.

O termo podcast surgiu por causa do iPod, após a descoberta de como transferir esses arquivos de áudio disponíveis apenas em RSS para o iTunes. Assim eles poderiam ser tocados no produto da Apple. A nova forma de transmitir esses dados foi chamada de podcasting.

Podcast do Pi

Ao lado de Edu Mendas, Everton Cunha (Mr Pi) responde os e-mails dos ouvintes, comenta esse espaço de tempo entre o nascimento e a morte chamada de vida e aproveita pra falar sobre tudo mais que der vontade na hora.


Eu comecei  a ouvir o Everton Cunha em meados de 2001 na rádio Atlântida no falecido programa Pijama Show...  O podcast do Pi que foi um dos primeiros podcasts que eu comecei a ouvir... lembra um pouco do programa Pijama Show daquela época naquela época com mais assuntos bacanas do que musicas.


Meia hora sozinho


O Meia Hora Sozinho é um podcast muito parecido com final daquele filme 8 mile do Eminem saca? Só que ao invés do Eminem é o Alexandre Nickel falando sozinho durante meia hora. Mas nem sempre é meia hora e nem sempre é sozinho. Na verdade também não tem muito a ver com o final do 8 mile. Acho que deu pra entender né? Escuta aí.


Eu comecei a ouvir o podcast o Meia Hora Sozinho por causa do Coletivo de Najas que virou um feed também!!! Os integrantes do futuro "Coletivo de Najas" são: Thales Monteiro, Gabriela Carvalhal e Cotô.

Imagina Juntas 

Imagina Juntas é um podcast sobre a vida dos millenials que estão tentando ser adultos e (quase sempre) conseguindo. Ouça discussões sobre cultura pop, trabalho, dinheiro (e falta dele), relacionamentos e todo o resto das coisas importantes que a gente esqueceu de listar aqui. Apresentado por Carol "Tchulim" Rocha, Jéssica Grecco e Gus Lanzetta.


Sabe aquele papo entre amigas... Que sempre tem o amigo (o cota macho) para dar um sabor diferentão nos papos sérios??? O podcast Imagina Juntas... é isso. É apresentado pela Carol Tchulim, Jeska Grecco e Gus Lanzetta (a cota macho do programa).

Um Milkshake chamado Wanda

Notícias, fofocas, opiniões e bom-humor sobre o mundo do entretenimento e a da cultura pop servem de munição para as doses semanais do podcast Um Milkshake Chamado Wanda. Toda quinta-feira, às 13:17, Phelipe Cruz do Papelpop.com, Samir Duarte e Marina Santa Helena comentam os acontecimentos mais legais do showbiz. Ouça! Não seja Lotus! Seja Meryl!


Eu conheci o podcast Um Milkshake Chamado Wanda pesquisando sobre  podcasts... Estou ouvindo o episódio sobre redes sociais com a Bruna Vieira e estou adorando !!!

Vocês curtem podcasts??? 
Quais podcasts vocês indicariam???

4 de julho de 2019

O que as aventuras de Toy Story tem a ver com a sua vida?


Eu nunca sai tão incomodada de uma sala de cinema. Faço parte de uma geração que cresceu com o Andy e seus brinquedos... Acredito que o Toy Story 3 foi o fechamento ideal com o Andy preparando-se para ir para a faculdade: e dooando os seus brinquedos para a pequena Wandy. Porém, os nossos brinquedos favoritos precisavam nos ensinar a ultima (e mais importante) lição.


Toy Story chegou ao fim! O filme que deu vida aos nossos brinquedos e nos ajudou a enfrentar os desafios do crescimento encerrou a sua sequência com um filme diferente. O Toy Story 4 nos convida a refletir sobre a difícil arte de integrar desejos, realidades e mudanças de rumo na vida. E como não ficaríamos fora dessa, assistimos ao filme juntas e escrevemos esse texto a 6 mãos. Isto mesmo! Neste texto você encontrará o que a nossa “voz interior” diz sobre as personagens. Mas, atenção! Se você ainda não assistiu ao filme, cuidado! Aí vai nosso alerta de spoiller!

De uma forma tão original quanto o filme, escolhemos começar as nossas compreensões com uma personagem nova, o Garfinho! Que fofura divertida! Atrapalhado, desengonçado, esquisito, ele se sentia um estranho como um brinquedo e tinha a certeza de que era um lixo! Quem aí, meu amigo, nunca se sentiu assim alguma vez na vida?

É! Por mais absurdo que pareça, não é impossível que a familiaridade com o lixo nos faça percebê-lo como o lugar mais confortável do mundo. Já ouviram falar da zona de conforto? Era exatamente o lugar que o Garfinho insistia em ficar. Podia ser fedorento, mas era um lugarfamiliar e "quentinho". Pensar em sair do lixo, além de gerar medo do novo, colocava em risco a sua identidade de lixo. Então, dizia ele para ele mesmo: que tal voltar para o lixo e deixar tudo do jeito que está?

Bem! Este seria o final do Garfinho se Woody não estivesse determinado a tirá-lo da sua zona de conforto mal-cheirosa. Afinal, ele era muito importante para a adaptação da sua nova dona Bonnie na escola. Pois é! Woody, Bonnie e o Garfinho tinham uma necessidade em comum: encontrar um sentido para as suas novas vidas. Mas lá estavam eles, buscando um sentido antigo em um lugar novo! O verdadeiro “amigo estou aqui” das canções do filme estava ativo como nunca, ao lado de Jessie e Buzz.

Bem! Depois de muitas tentativas, Garfinho percebe que já não é mais um lixo. Ele virou o brinquedo que conforta a Bonnie nos momentos em que ela precisa enfrentar seus medos. E quer saber como Woody fez isso? Ele contou para Garfinho a sua história, com Andy – seu antigo dono e fez despertar em Garfinho o sentido de pertencer a alguém.


Woody não parou por aí! Ele também ajudou a personagem Gabby Gabby a resgatar o seu valor pessoal. Gabby é uma boneca de cor dos anos 50, fabricada com um defeito na voz. Ela vivia em um antiquário em busca de uma oportunidade para restaurar sua habilidade, porque achava que esse defeito era o responsável por nunca ter vivido a experiência de pertencer a uma criança. Woody, por sua vez, era um boneco de corda como ela, mas ao contrário de Gabby Gabby, já tinha vivido muitas aventuras com sua criança. Em um ato de generosidade Woody doa sua caixa de voz para Gabby Gabby, que após muitas decepções encontra uma criança perdida que se vincula a Gabby Gabby e a ajuda a encontrar seu sentido para viver.

É! Não é fácil interagir com os nossos defeitos também e, por causa disto, podemos amargar por uma vida inteira as consequência de conclusões equivocadas. Mas não precisamos nos desesperar por causa disto! Existem diversos Woodys prontos para nos dar uma mão, enquanto também procuram o sentido das suas vidas. Afinal, foi isto que Woody acabou descobrindo quando reencontrou com Betty, a boneca de porcelana que decidiu viver como um brinquedo perdido – ou será “achado”? Foi Betty que ajudou Woody a se dar conta de que já não estava mais fazendo sentido ser um brinquedo de uma criança. Ele já não sentia mais a mesmarealização de quando era o cheiro do Andy.

Como é difícil reconhecer uma realidade como essa, não é? Dói muito imaginar-se fora da sua zona de conforto. Alguma semelhança com Garfinho? Não sei você, mas nós já passamos por esse dilema inúmeras vezes na vida.


Ao mesmo tempo que é impossível deixar de lado o desejo de experimentar o prazer detransformar adversidades em diversão e explorar as possibilidades da vida. O que fazer? Woody deve ficar com Bonnie e seus parceiros ou se aventurar na vida livre de um brinquedo perdido ao lado de Betty? E o final surpreendeu! Woddy reconhece que já não havia mais nada para aprender ou contribuir naquele velho estilo de vida. Estava na hora de viver novas aprendizagens.

E assim, em uma despedida emocionante, ele transforma Jessie em xerife, ensina Buzz a ouvir sua “voz interior”, transfere para Garfinho a função de brinquedo de apego da Bonnie e se une a Betty para explorar o mundo!

Moral da história:

😊Aprenda a ouvir sua voz interior;
😊Abandone sua zona de conforto;
😊Aprenda com suas relações;
😊Descubra o sentido da sua vida hoje;
😊Aprenda a se despedir.

Se soubermos percebê-la e aprender com o que está ao nosso redor, conseguiremos evoluir sempre “ao infinito e Além!” como nos dizia Buzz. E se você precisar de um Woody, conte conosco para descobrir como sair do conforto, seja ele lixo ou defeito, e desenvolver-se a si mesmo na aventura da sua vida.


2 de julho de 2019

Aquele que comecei a escrever um livro... Parte IV


Esse texto começou a ser escrito no inicio desse ano, sem nenhuma pretensão de ser uma História mas na medida que fui escrevendo fiquei apegada aos personagens Bernardo e Mariana e ao enredo que eu mesma fui escrevendo... Dividi a história em partes 





Resolvendo os últimos preparativos para voltar a capital recebe uma mensagem pelo Whatssap de Bruno:
Bruno: Fala aê, seu arrombado !!! Borá tomar umas cervejas comigo e com o Breno antes de começar as aulas? 
Bernardo ficou assustado e ao mesmo tempo feliz por receber uma mensagem do amigo. Não via a hora de estar na cidade para tomar cerveja e conversar com os amigos como ano passado:
Bernardo: Fala seu filho da P*!!! Sério que você já esta na Ilha??? Estou resolvendo os últimos preparativos para voltar a capital chego ai na Quinta-feira. E ai, a Sol está ai com vocês ? Saudades de todos!
Bruno: O Breno conversou bastante com ela por telefone nessas férias... Eu sai um pouquinho na única balada que tem na m* da minha cidade e passei uma semana no sitio... Não falei com a Sol nesses dias.
Bernardo: Poxa, saudade da nossa Marida* kkk Pow cara, to indo nessa. Preciso arrumar as roupas e os livros dentro daquela mala velha e o meu notebook novinho kkk e arrumar as musicas no meu celular para aturar praticamente um dia inteiro de viagem.

Quando estava chegando no aeroporto recebeu uma mensagem no Whatzzap da Sol:

Oi marido, acabei de mandar um e-mail para você e para os meninos. O assunto é importante! é bastante provável que eu não volte para a universidade... Desde que a minha avó faleceu o dinheiro anda bastante curto... As meninas que dividiam o apartamento comigo estão dividindo o apartamento com a Maria que é bem amiga delas. E fica muito pesado pagar as contas de um apartamento sozinha. Explicarei com mais detalhes no e-mail.

Aquela mensagem lhe acertou como uma tijolada na cabeça. A sua sorte foi que a sua mãe preparou uma necesser de primeiros socorros e tinha um remédio para dor de cabeça e sempre carregava uma garrafa cheia de água com a temperatura natural para tomar o remédio.

Tentou imaginar "os 3 maridos sem a dona Flor..." e não conseguiu imaginar... Preferiu ligar a playlist do Spotify no aleatório e diminui o volume para tentar cochilar durante o trajeto da viagem. A viagem de Bernardo para a capital durou 18 horas e chegando na rodoviária teve que esperar 1 hora um taxi para ir para a casa que dividia com os gêmeos Bruno e Breno. 

Quando Breno chegou em casa, encontrou Bruno chorando tentando consolar Breno inutilmente que chorava e secava a garrafa cheia de cachaça. Bruno tentou explicar algo para Bernardo. Mas, teve que consolar o irmão que estava Chorando inconsolável. 

Bernardo entrou no quarto que dividia com os meninos e largou a mala de roupas aberta na cama e pegou o seu notebook para colocar sobre a escrivaninha e lembrou da mensagem de Sol que pedia para ele verificar o seu e-mail assim que chegasse na capital.

De: Sol_23@gmail.com
Para: Bernardo@hotmail.com
Assunto: Não vou para a Universidade no 2° semestre...
Nesses últimos meses, os meus dias tem sido difíceis... A minha vó materna veio a falecer. A minha vó que mantinha a casa com o dinheiro da sua aposentadoria e o dinheiro do seguro do meu avô falecido. Eram esses salários que sustentava a casa. O salário do meu pai e da minha mãe era o que gastávamos com coisas mais supérfluas nossas viagens, roupas e o que pagava o aluguel que eu dividia com as garotas... O seguro da vovó é metade da aposentadoria dela e não temos mais o dinheiro do meu avô que não era muito porém, faz falta... Estamos cortando despesas, vou fazer universidade na minha cidade, que fica aproximadamente á 1 quadra da minha casa, estou com a papelada para pedir transferência já que estou nas primeiras fases da graduação é mais fácil.Estou triste ... Quero vocês aqui comigo. Estava gostando muito do Breno. Promete que vocês viram passar as férias aqui comigo??? BEIJOS DA MARIDA!!!
Ele logo entendeu o choro compulsivo de Breno... Bernardo pegou o notebook da escrivaninha e juntou-se ao amigos para fazerem uma chamada de skype (que era a grande novidade do momento...) para Sol e graças a tecnologia "A dona flor e seus três maridos" estavam juntos novamente... 

Esse encontro virtual acontecia com freqüência, somente na semana de provas que os encontros eram intercalados em dias sim e dias não... Fizeram promessas; que eles iriam passar as férias na cidade de Sol. porém isso nunca aconteceu que não deixariam outra garota entrar no grupo... Essa promessa também seria quebrada.

(...)

1 de julho de 2019

[30 antes dos 30] - Começar a fazer Psicoterapia.


Ok, esse item nem estava na lista do projeto [30 antes dos 30] mas, desde a época que eu comecei a malhar 2x na semana na academia eu pensava em fazer um tratamento Psicológico. 

Na verdade, a minha primeira tentativa em fazer um tratamento Psicológico foi em 2009. No inicio daquele ano, eu estava cursando a 4° fase de Psicologia e tinha conseguido o meu primeiro estágio de Psicologia (não obrigatório) em uma secretaria do estado de SC. O estágio não tinha nada haver com Psicologia era mais um projeto dentre tantos outros projetos feitos no estado para não darem certo... Nessa época, os professores falavam sobre a importância de fazer terapia para a nossa futura profissão. 

Eu conheci o Instituto de Psicologia Clínica Gestáltica e a Psicóloga que trabalhava lá por indicação da minha colega de serviço na época. A experiência foi bastante desastrosa! Os meus problemas era bastantes pontuais: Semestre da faculdade/estagio não obrigatório que era uma porcaria... Lembro-me que mal comecei a falar o meu nome e as mazelas de uma estudante universitária... 

               
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A psicóloga me interrompeu e perguntou "Quantos eu poderia pagar?" What the Fuck! Visivelmente incomodada eu perguntei se isso não era resolvido na recepção e bastante sarcástica ela respondeu "Não, é resolvido aqui mesmo..." notando o meu silêncio ela emendou com "um valor simbólico...". Não passou da 3° sessão de terapia... Eu tinha bastante conteúdos para tratar em uma sessão terapêutica que não eram o sobre o "valor simbólico..." que eu nem lembro quanto$$$ eu paguei na época. Mas eu lembro o quanto eu fiquei decepcionada com a profissional/profissão. 

E desde então...

Retornar a um tratamento Psicológico em 2019, depois de passar por semestres desastrosos e maravilhosos, de realizar um dos meus sonhos quando eu comecei a minha graduação de Psicologia que era trabalhar com crianças... O meu 2° estagio na graduação inicialmente, seria um projeto de pesquisa sobre O Grande fluxo de Migração na cidade de Florianópolis que transformou-se em um GETEP e logo mais um campo de estágio na Pastoral do Imigrante que me deu uma experiência além do embasamento teórico para escrever o meu TCC que foi um projeto de pesquisa sobre Problemas Psicológicos na Migração com os Haitianos na cidade de Florianópolis/SC. Depois de 1 ano formada, eu comecei a fazer uma pós graduação em Arte-terapia acabei me decepcionando com algumas coisas no processo... 

                     
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Algumas muitas crises de ansiedade, ver o Brasil perder na Copa, ver o Brasil "perder" nas eleições. Ir em show´s maravilhosos: Acústicos e Valvulados, Alemão Ronaldo, Comunidade Nin-Jitsu, Teatro Mágico... Que renderam boas fotografias de palco que é o meu estilo de fotografia preferido e relatos de como foi o show intitulado de "Diário de Chalaça". Arrumar protestos para não começar um tratamento psicológico, me sentir muito mal, depois muito bem, depois mal, e depois bem de novo... Parece estranho.

Depois de chorar praticamente o mês inteiro e o meu transtorno de ansiedade ter chegado em um ponto bastante elevado... Eu percebi que, era necessário fazer um tratamento Psicológico sem tantas "resistências" dessa vez e desapegada a abordagens... Vou escrever com mais frequência sobre as minhas sessões de terapia por aqui. 

Ter um blog pessoal em 2019 ainda é estranho "Querer privacidade e criar um Blog Pessoal..." ainda é bastante irônico. Porém, eu preciso continuar exercitando a despretensiosidade de escrever, compartilhar, registrar just because.

Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais.

© Lado Milla
Maira Gall