27 de março de 2020

Não é uma Tragédia...




Pessoas, este texto foi escrito por Marcos Piangers quando a irmã descobriu um tumor agressivo na mama esquerda. 

Esse texto me faz refletir nesses ultimos dias de "Quarentena Mundial" de isolamento social... Ontem, eu recebi a noticia que um amigo que eu não via a um tempo sofreu um infarto fulminante. O que é realmente uma tragédia? ou coisas que fazem parte da nossa vida e que também vai passar.

Não é uma tragédia.


Essas coisas acontecem. Um jovem adoece no verão. Um senhor é atropelado por um taxi. A biópsia aponta que o tumor é maligno. Essas coisas acontecem todo dia. E todos os dias saímos de casa achando que jamais acontecerá conosco. Uma doença leva embora um pai. O médico comunica um exame preocupante. Uma moto atravessa um sinal fechado. Todos os dias isso acontece. E todos os dias nossos planos são os mesmos. Trabalho, almoço, trabalho, jantar.

Não acho que seja uma tragédia quando essas coisas acontecem com a gente. Dizemos: “Que tragédia! Morreu tão cedo!". Não acho que seja uma tragédia. Acho que a vida é um amontoado de caos e coincidência. Acho que hoje estamos aqui e amanhã não estamos mais. Uma tragédia é não agradecer por esse tempinho que estamos aqui. Uma tragédia é não valorizar a vida em família. Uma tragédia é trocar o sorriso do nosso filho pelo celular. Um passeio em família pelas preocupações do trabalho.

Uma tragédia é não abraçar as pessoas hoje. Uma tragédia é passar a vida em branco. Uma tragédia é achar que um dia vamos ser felizes, não hoje. Uma tragédia é achar que não vai acontecer com a gente. E a vida vai ficando pra depois. Um dia eu mudo de emprego. Um dia eu digo que gosto dela. Um dia eu faço uma viagem. Um dia eu vou ser voluntário nesse projeto.

Não acho que seja uma tragédia uma jovem cheia de planos descobrir uma doença grave. Acho uma tragédia quando aprendemos a valorizar o que temos só depois de perder. Acho uma tragédia não termos ido ainda para aquela viagem dos nossos sonhos. Acho uma tragédia viver de aparências. Acho uma tragédia ter comprado coisas achando que isso seria felicidade. Acho uma tragédia trabalhar em algo que você odeia. Acho uma tragédia você passar a vida brigado com alguém.



A morte não é uma tragédia.
 Tragédia é quando a gente não viveu.




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26 de março de 2020

Semana 01: Coisas que me fazem ficar feliz

Encontrei o projeto 52 semanas bem bacana na Blogosfera que consiste em citar 5 respostas para cada uma das 52 perguntas abaixo, fazendo assim, um Top 5 por semana. É o projeto mais longo que eu já participei... Mas, parece ser divertido !!! Pretendo responder ao projeto todas as Quantas-Feiras. 



Longe perto, dentro, tanto faz
Quem quer felicidade corre atrás
E, às vezes, ela está debaixo do nariz
O que você faz pra ser feliz? ...♪



1.Ver o por do sol...



Fim de tarde sempre me emociona... gosto de re-ver as coisas que fiz no dia e programar o outro dia e projetos da semana.

2. Meditar/rezar/orar



Gosto desse momento de oração ... desse encontro mais intimo com Deus.

3. Ouvir musica



"Quem canta reza duas vezes." essa é uma das frases famosa do Santo agostinho e por isso procuro (na maioria das vezes) vigiar as minhas musicas... apesar de ouvir as musicas "mundanas" ouço e curto bastante música gospel.
4. Crianças



Tem um trecho do 14 bis que diz que "...Toda vez que a bruxa me assombra o menino me dá a mão..." apesar de não ter muitas "bruxas" no semestre passado, essas criaturinhas cuidaram da Adulta aqui (cof, cof) com carinho (SQN). Estar perto dessas crianças renovavam a energia para a semana inteira!

5.Fotografia


AMO FOTOGRAFAR! Pode falar oque quiser sobre os registros dos dias atuais, mas a fotografia é a invenção do século! a tecnologia tirou o glamour que poucos tinham acesso... uma fotografia da família ou o famoso Álbum do bebe era raro antigamente... e bonito que tem hoje em dia um registro daquela época... mas as crianças dessa geração tem váaaarios arquivos no PC sem dar a devida importância e a valorização de guardar em papel ou um álbum concreto de fotografias.



E você? O que você faz pra ser feliz? ...♪ 
Comentem aqui, e deixem seus comentários sobre oque vocês acharam desse post.

25 de março de 2020

Projeto 52 semanas


Encontrei um projeto bem bacana na Blogosfera ...  Este projeto consiste em citar 5 respostas para cada uma das 52 perguntas abaixo, fazendo assim, um Top 5 por semana. É o projeto mais longo que eu já participei... Mas, parece ser divertido!!! 
Nessa postagem, apresentarei as 52 questões. Que irei responder e postarei todas as Quartas-Feiras. Eis os 52 x 5 momentos para compartilhar: 

Semana 1: Coisas que me fazem ficar feliz
Semana 2: Eu nunca...
Semana 3: Coisas pra se fazer no calor
Semana 4: Minhas citações preferidas são: (trechos de livros, de músicas, frases de autores, etc).
Semana 5: Fazem parte da minha wishlist
Semana 6: Os super poderes que eu gostaria de ter se fosse um super-herói seriam:
Semana 7: Eu sempre...
Semana 8: Os melhores filmes infantis que já assisti foram:
Semana 9: Pessoas que eu gostaria de conhecer / ter conhecido:
Semana 10: Minhas comidas preferidas são...
Semana 11: Meus brinquedos preferidos na infância eram:
Semana 12: Coisas pra se fazer no frio:
Semana 13: Fico sem graça quando...
Semana 14: Meus sites preferidos na internet:
Semana 15: O que há de pior no mundo virtual?
Semana 16: Isso, pra mim, não é diversão:
Semana 17: Personagens cuja vida eu gostaria de viver por um dia: (filmes, livros, seriados, etc.)
Semana 18: Sinto saudades...
Semana 19: Meus seriados preferidos:
Semana 20: Fico de mau humor quando:
Semana 21: Meus piores defeitos:
Semana 22: Na minha geladeira tem que ter:
Semana 23: Coisas que me incomodam no mundo contemporâneo:
Semana 24: Casais preferidos: (filmes, seriados, livros)
Semana 25: Tenho aflição de:
Semana 26: Se eu pudesse trocar de profissão, eu seria:
Semana 27: Coisas legais para se fazer nas férias:
Semana 28: Minhas maiores "neuras" e manias são:
Semana 29: Filmes que me "falam ao coração":
Semana 30: Fico impaciente com pessoas que:
Semana 31: Quando não tenho nada para fazer, eu gosto de:
Semana 32: Ainda quero aprender:
Semana 33: Tenho medo de:
Semana 34: Livros que eu acho que todo mundo deveria ler:
Semana 35: Minhas piores compras foram:
Semana 36: Morro de preguiça de:
Semana 37: O que, de melhor, o mundo virtual te trouxe/traz?Semana 38: Desculpe, mas eu acho brega:
Semana 39: Minhas melhores qualidades:
Semana 40: Meus "cheiros" preferidos são:
Semana 41: As coisas mais difíceis num relacionamento amoroso são:
Semana 42: Quer acertar no meu presente? Então me dê...
Semana 43: Músicas que eu não canso de ouvir:
Semana 44: Meus vilões preferidos são:
Semana 45: Lembra a minha adolescência:
Semana 46: Parece que todo mundo sabe ____, menos eu:
Semana 47: Quando estou apaixonado(a), eu...
Semana 48: Nunca tive coragem de...
Semana 49: Lugares no mundo que eu gostaria de conhecer:
Semana 50: Pessoas que eu admiro:
Semana 51: Coisas que me marcaram neste ano que está acabando:
Semana 52: No ano que vem eu quero:

[T deTAG ] Sandy & Júnior Book TAG



Quando a Tary publicou o Sandy & Júnior Book TAG em seu canal do Youtube. Eu fiquei alucinada querendo responder esta TAG que ela mesmo criou. Ela pegou músicas da melhor duplinha da nossa vida e fez dez categorias para associarmos a livros. 
Fazendo uma pesquisa rápida aqui nos "Arquivos" do blog. Eu nunca tinha escrito sobre a dupla Sandy e Junior. Eu nasci no começo de 1986, eu aproveitei plenamente tudo que os anos 90 (com resquícios dos anos 80) tiveram a oferecer. Segui o fenômeno Sandy & Jr desde o inicio, ficando mais fã declarada em 1994 (eu tinha oito anos na época...) eu ganhei uma fita cassete do álbum Você é D+ e ouvia incansavelmente o lado A eo lado B nos recreios da escola do fundamental... Ostentação naquela época era ter; fita cassete, CD e dico de vinil dos seus cantores preferidos... Comprei outros fita cassete, CDS e dico de vinil e os DVD´S desde então... Em 1999, a rede globo criou o Seriado Sandy & Junior e montei uma pasta com reportagens que saiam nas revistas, postêr e até aqueles poster gigantes da dupla...
Ouvir a discografia da dupla Sandy&Junior é visitar novamente a minha infância e adolescência... É nostalgicamente maravilhoso! Eu achei muito divertido responder e, principalmente, assistir os clipes para responder (com propriedade) essa TAG.

1. O que é imortal não morre no final...
 Um livro que não foge do óbvio. 

A culpa é das estrelas o livro conta a história de uma garota chamada Hazel que foi diagnosticada com câncer aos treze anos e agora, aos dezesseis, sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões. Ela sabe que sua doença é terminal e passa os dias vendo tevê e lendo Uma aflição imperial... Embora, passamos a leitura sabendo que os personagens ambos, tem câncer e podem morrer a qualquer momento o romance tem a capacidade de nos prender até o ultimo okay!



2. Eu acho que pirei...
Um livro meio maluco (ou que te deixou meio maluco). 

(Review) Após o desaparecimento repentino de seu pai, Gabriella Mondini enfrenta uma crise: sem o seu aconselhamento, ela não pode mais praticar a medicina. Então, junto de seus dois fiéis servos, Olmina e Lorenzo, ela explora toda a Europa para descobrir para onde — e por que — ele se foi.

Comecei a ler "O Livro da Loucura e das Curas" no final do mês de setembro. Intercalando com as leituras obrigatórias da faculdade e parando um pouco de ler nas semanas de provas e trabalhos do semestre. Quando li a primeira descrição (com tanto detalhes...) de uma doença nesse livro, eu achei que tinha pegado algum livro de Psicopatologia da faculdade por engano, confundi com o DSM-IV - Manual de Diagnóstico e Estatística da Associação Norte-Americana de Psiquiatria, IV mesmo as doenças sendo fictícia e algumas delas vir para o lado mais poético, como a doença da lágrima negra que aflige as mulheres angustiadas que não conseguem falar sobre os seus sofrimentos. 



3. Esse turu, turu, turu, turu aqui dentro...
Um livro que fez seu coração bater mais forte. 

A Vida do Livreiro A.J. Fikry A. J. Fikry, dono de uma pequena livraria em Alice Island. O slogan da sua loja é “Nenhum homem é uma ilha; Cada livro é um mundo”. Apesar disso, A. J. se sente sozinho, tudo em sua vida parece ter dado errado. Até que um pacote misterioso aparece na livraria. A entrega inesperada faz A. J. Fikry rever seus objetivos e se perguntar se é possível começar de novo.... Esse livro fez o meu coração bater mais forte quando o personagem se deixa cativar pela pequena Alice e os dois tem aprendizados maravilhosos durante a narrativa.


4. Você desperdiçou...
Um livro com plot mal aproveitado. 

Teorema Katherine; Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines.


É uma Leitura sofrível! No decorrer do livro veio à pergunta “tem certeza que é o mesmo autor?” fiz algumas tentativas nos dias anteriores, mas a leitura não engrenava só não abandonei a leitura, pois queria comprovar a ruindade do livro... Algumas partes animam, que Colin fala sobre constelações e sobre a importância que é para ele como um garoto prodígio fazer a diferença no mundo tem sacadas realmente bacanas no decorrer da historia... (spoiler)

5. Olha o que o amor me faz, fiquei tão boba, fiquei assim...
 Um livro/autor que te deixou boba (o) de amor. 

Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma. leitura que mais se aproxima da "A Culpa É Das Estrelas" com escrita tipica do John Green sem deixar o leitor entendiado. Li o livro em menos de uma semana, e não economizei nos post its pois, precisava marcar de alguma maneira as frases e passagens que eu achei bacana.



6. Vai ter que rebolar, rebolar...
 Um autor que vai ter que rebolar pra te reconquistar.

Nicholas Sparks é um autor que vai ter que rebolar pra me reconquistar TODOS os seus livros foram tranformados em filmes "agua com açucar" e isso, já é um dos motivos suficientes para perder a vontade de ler algum livro desse ator.

7. Faz sorrir, ou faz chorar... 
Um livro que te fez rir e também te levou às lágrimas.

(Review) A Guerra Que Salvou a Minha Vida Kimberly Brubaker Bradley Essa história é maravilhosamente marcante! É a minha leitura preferida do ano de 2017. Um ponto que me tocou bastante, é que em várias partes a autora deixa claro que os dois irmãos não sabem ler ou não sabem o nome de atividades simples do dia a dia, e era necessário um adulto e Susan se tornou aos poucos uma mãe ideal para aquelas crianças... Ada me arrancou lagrimas e risos durante a sua trajetória em vê-la perceber que é capaz de muitas coisas, algumas até que ela nem imaginava. Senti cada emoção junto com os personagens.


8. Inesquecível em mim...
 Um livro que vive reaparecendo na sua mente. 

(Review) Ano passado, eu aprendi que “Às vezes os livros só nos encontram no momento certo.”. Eu li o livro Extraordinário da autora R.J Palácio em um desses momentos complicados que a vida da um giro de 180° e mesmo assim, você arranja forças para "se virar...". Enfim... Esse foi o melhor "presente" que eu pude presentear a mim mesma depois de ter passado esse momento ruim e sobrevivido.



O livro Auggie& Eu - Três histórias Extraordinárias não é uma continuação do livro Extraordinário e sim um complemento da história. Sim, você terá que ler o livro para conseguir entender o decorrer da história.

9. Quero aprender com você...
 Um livro que te ensinou muito

Pretinha, eu? Uma menina negra ganhou uma bolsa de estudos em um colégio onde nunca havia entrado um aluno negro. Desencadeou-se uma história de discriminação, preconceito e muitas descobertas. esse livro foi indicação de uma professora de português para a aula de leitura.No meio de uma aula de leitura a professora disse que eu me parecia muito com a Pretinha da história, não pelo meu tom de pele, pois eu sempre fui branquinha hehehe, mas por ser a mais velha de uma turma que todos tinham onze anos e pelo meu “mau jeito” (no começo) de me enquadrar, em uma escola com métodos tão rigorosos quanto o Harm… Ops! Colégio T.

Sofri Bullying todos os dias do ano que estudei no colégio T. Sofria todos os tipos de agressões; intencionais, verbais e psicológicas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas.No meu caso, por exemplo, a crueldade veio também por parte dos adultos professores da época “Ela parece à pretinha da história...” reforçando apelidos e motivos de chacota

10. Baby, eu já sabia que ia dar certo...
 Um livro que você amou antes de ler.

(Review) A GUERRA QUE ME ENSINOU A VIVER, a emocionante continuação do livro de Kimberly Brubaker Bradley.Após uma infância de maus-tratos, Ada finalmente recebe o cuidado que merece ao ter seu pé operado. Enquanto tenta se ajustar à sua nova realidade e superar os traumas do passado, ela se muda com Jamie, lady Thorton e Susan ― agora sua guardiã legal ― para um chalé em busca de um recomeço.



Bem, não conheço muitas pessoas nesse mundo literário que queira responder essa tag. Então, deixarei ela em aberto, podem responder essa tag quem quiser e compartilhar com seus amiguinhos. 

24 de março de 2020

T de TAG (Review)





No inicio do Lado Milla, aconteciam várias TAG´S pela Bloguesfera a fora e por aqui também ... Por exemplo:

O Fotografando Domingos - que se iniciou no mês de Julho/2014 que consiste em, colocar registros fotográficos dos meus finais de semana.- 
Canção de Segunda - surgiu porquê eu queria escrever sobre as musicas que eu estou ouvindo... Sobre os shows das bandas que eu gosto e que vou com frequência.

Nas Terças-Feiras, aconteciam o T de TAG que consiste em colocar aqui, as tag´s em que eu era desafiada a responder. Em tempos de "Quarentena mundial" e para mudar um pouco de assunto... Quero retornar a escrever/responder novamente essa TAG.  



Se Flopar, essas postagens se auto destruirão e fingiremos que isso nunca aconteceu... Por Favor,  divirtam-se comigo.



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23 de março de 2020

Canção de Segunda: Nenhúm de Nós




Nenhum de Nós é uma banda de rock brasileira do estado do Rio Grande do Sul fundada em 1986.

O Início

Sady Homrich e Carlos Stein se conheceram nos tempos da primeira série escolar, mais tarde, na quinta série, conhecem Thedy Corrêa. Tudo isso no colégio lasallista Nossa Senhora das Dores, na rua Riachuelo em Porto Alegre. Ali, bem perto do Theatro São Pedro, onde os garotos nem imaginavam, viveriam momentos importantes da futura carreira.

Thedy ganhou um violão aos quatorze anos, foi aluno de violão clássico do professor Afrânio. Carlos, com quinze anos, comprou sua primeira guitarra , juntamente com seu irmão, Thedy e outro amigo em comum formam um grupo folk batizado de Quarteto Jererê. 

Na faculdade, Carlão foi um dos fundadores do grupo Engenheiros do Hawaii. Depois de dois shows, saiu para formar uma banda com os amigos Thedy e Sady, sendo que este tinha na faculdade um grupo de samba-de-raiz chamado "Grupo do Fadinho". Após decidirem formar a banda, Sady começou a ter aulas de bateria com o professor Thabba. O "bat-local" do ensaio era a garagem da namorada de Thedy e contava com: uma bateria improvisada, uma caixa emprestada, um violão convertido fazendo a vez de contra-baixo e uma guitarra (sim, a guitarra era de verdade, o que não evitava as pedras jogadas pelos vizinhos). Depois de algum tempo, ensaiavam quase todas as tardes no bar Bangalô, onde Sady trabalhava como músico.


Nome da Banda

O espetáculo de lançamento do trio com o nome Nenhum de Nós foi no mesmo bar com um público de umas 80 pessoas entre amigos e parentes. Precisavam de um nome para a apresentação. Eles buscavam um nome que provocasse curiosidade e que denotasse algo em comum entre os três: Nenhum de Nós enxerga direito; Nenhum de Nós rodou na escola; Nenhum de Nós foi para o quartel" etc. De tanto se repetir ficou este o nome: NENHUM DE NÓS.


Curiosidades

Já animando alguns bailezinhos de carnaval por aí, se preparavam para abrir um espetáculo do DeFalla na Sociedade de Amigos da Praia do Imbé (SAPI) e, devido a um imprevisto, se atrasaram. Isto fez com que o DeFalla iniciasse seu show e os meninos do Nenhum tocassem depois. O produtor e a banda, que acabou tocando antes, foram obrigados a esperar o show do Nenhum acabar pois eles utilizariam o mesmo equipamento de som. Antônio Meira, o produtor, gostou da música dos jovens e pediu uma "fitinha" demo, que enviou às gravadoras. E, com a imensa bagagem de uns seis shows, foram para a cidade de São Paulo para gravar seu primeiro disco, em junho de 1987.



Integrantes:

Thedy Corrêa: casado e tem uma filha, Stella. O vocalista tem projetos paralelos ao Nenhum de Nós. Exemplos disso são o CD solo Loopcinio, onde faz uma homenagem ao cantor gaúcho, Lupicínio Rodrigues e o livro Bruto que acaba de lançar.

Veco Marques: formado em Publicidade e Propaganda pela Unisinos. Toca violão e, para o Nenhum de Nós Acústico 2, mandou trazer uma sitar da Índia.
Carlos Stein: costumam dizer que Carlão é "o cara", pois além de tocar em uma das grandes bandas do rock brasileiro, ajudou a fundar os Engenheiros do Hawaii.

Sady Homrich: este "abominável homem da bateria" já nasceu com as baquetas na mão. Formado em Engenharia Química pela PUCRS, diz que na estante não faltam livros de química e de metafísica. Sady usa baterias e peles RMV, baquetas Pro-Star e pratos Orion.

João Vicenti: o mais novo integrante da banda nasceu em 11 de agosto de 1965. Foi o último músico a se juntar ao Nenhum de Nós. Cursou faculdade de Educação Física, na FUNBA.




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20 de março de 2020

Show: “Contos de Água e Fogo” Nenhum de Nós


No dia 18 de maio de 2012, a banda gaúcha Nenhum de Nós apresenta no teatro Pedro Ivo, na Capital, um show em celebração aos seus 25 anos de carreira. O grupo foi um dos primeiros da cena roqueira nacional a incorporar o acordeon entre seus instrumentos, assumindo uma sonoridade regional característica. Formada ainda pelos mesmos integrantes desde seu início, a banda tocou as canções do disco “Contos de Água e Fogo” e sucessos já conhecidos do grande publico como “Camila Camila”, “Astronauta de Mármore” (versão para Starman, de David Bowie) e “Paz e Amor”.


Nesses 25 anos, , o Nenhum de Nós vendeu mais de um milhão de discos e cerca de 1.600 apresentações. Os roqueiros gaúchos conseguiram o reconhecimento do público da crítica e hoje contam com uma fiel legião de fãs em todo o país. Mais maduros musicalmente, a banda chega ao 25º aniversário em plena forma, e com novidades.



Décimo quarto disco do grupo, “Contos de Água e Fogo”, lançado em 2011, marcou o jejum de seis anos da banda sem lançar nada novo.

“Demoramos tanto tempo por uma questão logística. Não temos essa ansiedade de fazer um trabalho atrás do outro. Acreditamos na consistência artística de cada projeto”, afirma o vocalista Thedy Corrêa.



  
A faixa que abre o álbum, “Correntes”, remete ao ano de 1986, quando O Nenhum de Nós estourou no Brasil com o hit “Camila, Camila”. A canção tem uma pegada mais pesada e coloca as guitarras em evidência. Mas o disco também traz composições inspiradas na folk-music e arranjos de viola e bandolim.

Eu sempre estou "conhecendo" alguma musica nos shows que acaba descrevendo um momento importante na minha vida como julho de 83 que descreve o meu primeiro beijo... E nesse show de maio/2012, a musica Primavera No Coração descreveu outros momento um tanto quanto complicado diferente do ano doce que eu tinha planejado. 
Uma noite veio uma banda tocar/E ela foi com as amigas até lá/ Cantou, dançou e sem saber bem porquê, chorou...♫




OBS1: Foi a primeira vez que levei a minha câmera Canon T3 ao teatro para fotografar um show.

OBS2: O nome da minha câmera Canon T3 é Pequenã por causa da musica  "Pequenã" do Nenhum De Nós


18 de março de 2020

Coronavirus: Como questionar a angustia que provoca?


Vale a pena revisar quais habilidades nos ajudaram a superar outras situações adversas no passado

É normal sentir-se triste, estressado, confuso, assustado ou irritado com uma situação de emergência. Portanto, é muito lógico e até saudável que muitas pessoas sintam medo em algum momento devido à expansão do surto de Covid-19, que nos confronta com uma situação desconhecida e ameaçadora. Outra coisa é que esse medo está instalado no estado de espírito, nos aflige e acaba se tornando um fenômeno que interfere na nossa capacidade de gerenciar a situação de maneira eficaz ou, pior ainda, que ele se espalha e se espalha para supor um problema adicional. na situação de saúde já complexa.
Portanto, tanto da Organização Mundial da Saúde (OMS) quanto de diferentes escolas oficiais de Psicologia, entre as quais a da Cantábria, são feitas recomendações para o gerenciamento psicológico do alerta de coronavírus, tanto no caso de adultos quanto de adultos. de crianças

1. Fique bem informado

A primeira recomendação dos psicólogos é estar bem informado, pois grande parte das mensagens e informações compartilhadas não são contrastadas. Portanto, deve-se resolver suas dúvidas sobre o coronavírus por canais oficiais ou contrastados: uma boa opção pode ser o portal que ativou o coronavírus ou o site do Ministério da Saúde, que oferece informações atualizadas.


2. NÃO infoxique

Ou seja, não caia nas informações excedentes. Manter-se conectado e ciente das informações sobre o coronavírus o dia inteiro "não o deixará mais informado nem lhe dará mais proteção contra o vírus e, em vez disso, aumentará a sensação de risco desnecessariamente", explicam os psicólogos. Um exemplo claro é o chamado para não beijar ou abraçar, restrições que os especialistas consideram injustificadas.
Os especialistas enfatizam que o fato de haver uma grande cobertura de notícias sobre esse tópico não significa necessariamente que isso é uma ameaça para nós e nossa família.
E, de acordo com a prevenção da infoxicação, vale a pena colocar em quarentena as informações que circulam através de watsaps e redes sociais e contrastá-las antes de tomar qualquer decisão relacionada a ele ou compartilhá-lo.

3. Informe bem os outros

É essencial não falar sobre isso permanentemente e evitar espalhar boatos ou informações falsas. Para isso, é melhor compartilhar informações realmente relevantes.
As crianças também devem estar bem informadas. É essencial estar atento às suas dúvidas e preocupações e responder às suas perguntas como aparecem, com explicações claras, sem mentir para elas, mas sem sobrecarregá-las com muita informação.

4. Confie na ciência
É importante seguir as recomendações e medidas preventivas determinadas pelas autoridades de saúde para se proteger de um possível contágio. Mas apenas aqueles. Tomar mais precauções do que os médicos consideram justificados por evidências científicas não nos dará maior proteção contra o vírus e, em vez disso, alimenta o medo e a angústia, "tanto em nós mesmos quanto nas pessoas ao nosso redor", alertam os psicólogos. Portanto, é aconselhável, tanto para adultos como especialmente para crianças, manter rotinas e agendas diárias o máximo possível."O medo é controlado muito melhor por nossos comportamentos saudáveis ​​do que por raciocínio auto-induzido ou precauções desnecessárias", dizem os especialistas.


5. Cuide-se

Se você tiver febre, tosse e falta de ar ou dúvida sobre a possibilidade de ter sido infectado, é importante entrar em contato com as autoridades de saúde e seguir as instruções para atendimento médico. Mas cuidar de si mesmo não significa superproteger-se e fazer consultas médicas supérfluas com os serviços de saúde, que já estão em colapso. Por outro lado, como em qualquer outra doença infecciosa, uma boa maneira de se proteger é adotar hábitos de estilo de vida extremamente saudáveis ​​para manter o sistema imunológico e a saúde geral o melhor possível. Manter esses hábitos é especialmente importante se for preciso ficar em casa por ter tido contato com alguém infectado. "Se você deve permanecer isolado em casa, deve cuidar da dieta e das horas de sono,

6. Aceite seus sentimentos
A psicologia explica que o medo é uma resposta adaptativa que nos ajuda a ficar alerta e tomar as medidas necessárias para minimizar os riscos, evitando o perigo ou procurando maneiras de lidar com ele. Então, eles pedem para não rejeitá-lo ou cobri-lo. “Reconheça seus sentimentos e aceite-os; e, se necessário, compartilhe-as com as pessoas mais próximas a você ".

7. Use humor

Outra das recomendações dos psicólogos contra o surto de coronavírus é usar um senso de humor. "O humor é uma emoção que o ajudará a manter o medo (que é outra emoção) distante", dizem eles. Nesse sentido, as redes sociais podem ser de grande ajuda. No Twitter, por exemplo, muitos memes, paródias e mensagens engraçadas circulam.


8. Experiência de strip
Juntamente com o humor, outra ferramenta útil para gerenciar as angústias e incertezas causadas pela expansão do surto de Covid-19 é a própria experiência. “Reveja as habilidades que você já aplicou no passado para enfrentar e gerenciar outras circunstâncias adversas que surgiram na sua vida; O uso dessas habilidades o ajudará a controlar suas emoções quando enfrentar esse desafio ”, indicam eles da OMS.


Fonte: Copcantabria
Assinado Javier Lastra Freige. Colegiada CA-00075Colégio Oficial de Psicologia da Cantábria em coordenação com outros POPs na Espanha

16 de março de 2020

Ensaio Fotográfico: Thamires Peters


O convite foi recebido por mim com surpresa para fotografar as roupas da loja Madame Formosa. A loja, veste todos os tamanhos,do 34 ao 60 e as roupas são modernas, sofisticadas e acima de tudo confortáveis! Localizada no centro de Florianópolis/SC.




A loja precisava de fotos para a nova coleção de roupas e entraram em contato comigo, pois conheciam o meu trabalho que inclusive foi indicação de uma das "marketeiras", A Emília que é muito querida! Fizemos as duas sessões (interna e externa) no mesmo dia.




A modelo é Thamires Peters. além de, linda e fotogênica ela foi uma profissional super paciente com as várias trocas de roupas e acessórios.










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© Lado Milla
Maira Gall