3 de janeiro de 2020

Lado Milla Ward´s: Novelas que começou em 2018 e terminou no inicio de 2019.



No LADO MILLA AWARDS 2019 de hoje escreverei sobre  Novelas que começou em 2018 e terminou no inicio de 2019 que vi nesse ano. Nesse ano, usarei a lista cronologica do site Teladramaturgia juntamente com a minha humilde opinião enquanto telespectadora.

As aventuras de Poliana


Poliana (Sophia Valverde) é uma menina com personalidade livre e espontânea que cresceu em meio à magia do teatro mambembe. Ela é filha de um casal de artistas que passa por constantes dificuldades financeiras ao longo das turnês de seu grupo teatral Vaga-lume. Para não desanimar e encarar os problemas de forma mais leve, os pais Lorenzo e Alice ensinaram uma brincadeira para Poliana sempre jogar nos momentos difíceis: o jogo do contente, que consiste basicamente em conseguir ver o lado bom de tudo, especialmente nas situações mais desagradáveis. De passagem pelo Nordeste, Poliana conhece João (Igor Jansen), um garoto humilde que se encanta pela música da apresentação. Mesmo com a pouca idade, João já é obrigado a abandonar a escola e a ajudar o pai com o trabalho na lavoura e os serviços de casa. Contudo, João desenvolve interesse pela música. Em busca de seus sonhos, o menino decide ir embora do sertão para a cidade grande.

Com a morte prematura dos pais, Poliana é obrigada a morar em São Paulo com uma tia rica, irmã de sua mãe. Ela e João chegam ao mesmo tempo à cidade, porem separadamente. Poliana perceberá que nem todos são bondosos como os seus pais e que o jogo do contente é cada vez mais necessário e difícil de ser executado. Enquanto João, em outro canto, precisará lidar com o perigo vindo das ruas para lutar por seus sonhos. Em meio a essa aventura, Poliana e João se esbarram e o destino parece reuni-los mais uma vez. E é assim que a amizade dos dois recomeça.

Na casa da tia Luísa (Milena Toscano), Poliana é recebida com frieza e desagrado. Amargurada pelo passado, a mulher deixa visível que não gosta da presença da criança e que cuida dela apenas por obrigação. A garota se vê forçada a obedecer inúmeras regras e horários estabelecidos. Luísa mente sobre o resto da família e diz que seu irmão, tio da menina, mora fora do país. Nanci (Rafaela Ferreira) e Antônio (Jitman Vibranovski), empregados da mansão, são quem trazem algum alívio para a solidão de Poliana. Nesse meio tempo, a garota conhece a rabugenta Dona Branca (Lílian Blanc) e sua neta Mirela (Larissa Manoela), avó e prima de Nanci. Na vizinhança, Poliana topa com um homem sério e muito reservado junto com seu cachorro, o misterioso Sr. Pendleton (Dalton Vigh), morador da mansão 242, uma das maiores da redondeza. Ele é alvo de investigações do Clube Magabe, composto apenas por crianças. Sem o conhecimento da tia, Poliana também passa a frequentar a padaria do bairro, administrada por Durval (Marat Descartes). O que ela não faz ideia é que o dono do estabelecimento é também seu tio, o irmão que sua tia Luísa diz estar em Portugal. O padeiro tem duas filhas, Raquel (Isabella Moreira) e Lorena, primas desconhecidas de Poliana.

[Sintuação]: Baseada no famoso livro Pollyanna (publicado em 1913), da escritora norte-americana Eleanor H. Porter, a história já teve várias versões cinematográficas e em desenho animado.No Brasil, o livro teve várias adaptações, na época em que as novelas eram ao vivo e ainda não eram diárias. Foram duas versões na TV Tupi de São Paulo, adaptadas por Tatiana Belincky: em 1954 (12 capítulos) e 1956 (60 capítulos), duas vezes por semana, as duas com Verinha Darcy (irmã do locutor Silvio Luís) como a protagonista. Em 1958, a Tupi exibiu sua versão de Pollyanna Moça. Em 1958-1959, foi a vez da TV Rio fazer sua versão, com Leila Cavalcanti (irmã do ator Cláudio Cavalcanti) como a menina Poliana. Mais uma versão veio pela TV Tupi do Rio de Janeiro, em 1961, com direção de Fábio Sabag.

No final do ano passado, eu comecei a assistir essa novela juvenil com pouco entusiasmo apesar da boa escolha dos atores... Achei o enredo bastante pesado para ser uma novela para crianças e beirando o "infãtilóide" para disfarçar os conteúdos bastante adultos para uma  novela dita com infanto juvenil. E com isso, foi diminuindo a frequência que eu assistia os episódios...

O tempo não para


São Paulo, 1886. A família Sabino Machado, dona de extensas terras e investimentos em telefonia, embarca em um dos mais seguros navios da época, o Albatroz, a caminho da Europa. Dom Sabino (Edson Celulari), um fiel súdito da Monarquia que sonha com um título da nobreza, planeja a viagem para conhecer o estaleiro que comprou na Inglaterra. E também manter longe do falatório da cidade a filha, Marocas (Juliana Paiva), que havia acabado de recusar um casamento no altar. A viagem tem um desvio de rota para uma breve visita à Patagônia. É justamente aí que o Albatroz se choca com um iceberg.

O navio naufraga e, devido à baixa temperatura da água, grande parte dos passageiros acaba congelando. No total, são treze pessoas: a família Sabino Machado, composta por Dom Sabino (Edson Celulari), Dona Agustina (Rosi Campos), Marocas (Juliana Paiva) e as gêmeas Nico (Raphaela Alvitos) e Kiki (Nathalia Rodrigues), os escravos Damásia (Aline Dias), Cairu (Cris Vianna), Cesária (Olívia Araujo), Menelau (David Junior) e Cecílio (Maicon Rodrigues), o guarda-livros Teófilo (Kiko Mascarenhas), a preceptora Miss Celine (Maria Eduarda de Carvalho) e o jovem Bento (Bruno Montaleone), além do cão fox terrier Pirata.

132 anos depois, um imenso bloco de gelo se aproxima da praia do Guarujá, em São Paulo. Samuca (Nicolas Prattes), empresário engajado em causas sociais e dono da holding SamVita e da Fundação Vita, está surfando e é o primeiro a avistar aquele monumento. O filho de Carmem (Christiane Torloni) e noivo de Betina (Cléo Pires) fica intrigado com o bloco, perplexo e fascinado pelo belo rosto de Marocas, emoldurado pelo gelo translúcido. Uma fissura ameaça partir o bloco e Samuca, no ímpeto de salvar Marocas, se agarra ao pedaço de iceberg. Eles são puxados pela corrente e chegam à Ilha Vermelha.

[Sintuação]: A estreia de O Tempo Não Para foi auspiciosa. O grande atrativo da novela eram os personagens do passado – os “congelados” – se deparando com as novidades do século 21 e o choque cultural e moral entre eles e os personagens contemporâneos. No entanto, o receio inicial de que essa trama não teria fôlego para seis meses se concretizou. E muito rápido. A novela logo esgotou o que tinha de mais atraente: as surpresas e reações dos personagens do passado ante os dias de hoje. Uma vez que os “congelados” despertaram, em dois meses já haviam, praticamente, se habituado à modernidade.

Assim, o que O Tempo Não Para tinha de interessante, estimulante – inovador até, com uma trama, se não original, ao menos bem desenhada – logo se esvaiu em um roteiro confuso, em tramas inventadas apenas para “encher linguiça” – como as falsas gravidezes de Agustina e Carmem (Rosi Campos e Christiane Torloni) -, na insistência em focar as tentativas dos vilões de usurparem a empresa do protagonista Samuca (Nicolas Prattes), na troca sem sentido do vilão principal, Emílio (João Baldasserini) por outro idêntico, Lúcio, e em personagens subitamente perdendo função na trama ou desaparecendo. O que se viu nos últimos meses da novela em nada lembrava o seu início promissor. Faltou carpintaria, não só para manter a trama dos congelados interessante e atraente por mais tempo, mas também para administrar personagens e tramas paralelas. 

A Juliana Paiva estava deveras MARAVILHOSA nessa novela com a sua personagem Marocas sigo os trabalhos da Ju desde a Fatinha da malhação Sonhos...

Espelho da vida


Ao pisar pela primeira vez na cidadezinha mineira de Rosa Branca, a atriz Cris Valência (Vitória Strada) sente que já viveu algo e parece estar passando pela mesma situação novamente. O lugar é a cidade natal de seu namorado Alain Dutra (João Vicente de Castro), diretor de cinema e televisão que pretende filmar lá o seu primeiro longa-metragem, no qual Cris será Júlia Castelo, a protagonista. Na pesquisa para interpretar sua personagem, Cris vive uma experiência de viagem no tempo, em que vai se deparar com uma de suas vidas passadas.

Vicente (Reginaldo Faria), o avô doente de Alain, tem um último pedido ao neto: lhe deixa em testamento o dinheiro para financiar o filme desde que ele conte a história de Júlia Castelo, uma jovem que foi vítima de um crime passional em um casarão da cidade no início da década de 1930. Porém, voltar à cidade natal desperta sentimentos complexos em Alain. Anos atrás, quando foi traído por Isabel (Alinne Moraes), sua antiga namorada, e Felipe (Patrick Sampaio), seu primo e melhor amigo, ele jurou que jamais colocaria seus pés lá novamente.

Assim que Cris chega a Rosa Branca ganha, inesperadamente, uma joia que foi de Júlia Castelo. Logo depois, Margot (Irene Ravache), viúva de Vicente, lhe mostra o diário que pertenceu à jovem. Cris fica envolvida pela história e por todos esses sinais. Em uma visita ao casarão em ruínas onde Júlia viveu, Cris volta ao passado na pele da própria Júlia. Com a ajuda de Margot, ela quer desvendar o assassinato que abalou a cidade há quase um século. Tudo indica que Júlia foi morta por seu amado, Danilo (Rafael Cardoso), mas Cris não acredita nessa hipótese.

[Sintuação]: Aquela novelinha "agua com açucar' que eu mais gostei de assistir no horário das 18 horas... Espelho da Vida apresentou uma história de amor e mistério que ultrapassava as barreiras do tempo e do espaço ao se desenrolar em duas épocas distintas concomitantemente. Elizabeth Jhin explicou, na época do lançamento da novela: “As tramas de 2018 e de 1930 se desenrolam ao mesmo tempo devido às ‘viagens no tempo’ que a nossa personagem, Cris Valência, empreende. Assim, o espectador consegue acompanhar a vida dela e de outros personagens na atualidade, e também o que ela descobre e enfrenta em sua outra vida. Cada vez que ela faz a ‘passagem’ pelo portal do espelho, ela nos leva a outra realidade. (…) O espelho tem uma grande importância na história, ele é o portal por onde Cris Valência chega a outras dimensões.”





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