30 de setembro de 2020

E Tagarelou, Tagarelou falar ... ♫: Setembro

Quando eu comecei a escrever as minhas Resenhas Literárias e colocar em ordem Alfabética na (...) Leituras eu comecei a perceber o quanto elas estavam desorganizadas: Com alguns erros de digitação, sem fotografias e sem seguir um "padrão" para escrever as resenhas. 

No inicio do mês, eu  organizei algumas resenhas. Re-escrevi usando um padrão  para escrever as minhas resenhas literárias, fotografei os livros e escrevi sobre  Fotografando Livros... E eu fui começando a perceber que eu precisava entender o "produto" que eu estava fotografando: Resenha: A Guerra Que Salvou a Minha VidaQuem é você Alasca?, Auggie&Eu - Três histórias Extraordinárias O Diario de MyriamA bolsa amarelaO Oceano no Fim do Caminho - Neil Gaiman A Vida do Livreiro A.J. Fikry ,Manual Prático de Bons Modos em Livrarias] e Tartarugas Até Lá Embaixo do autor John Green.

"Vivia nos livros mais que em qualquer outro lugar.". 

Finalmente, eu terminei ler Bom dia, Verônica dos autores: Ilana Casoy e  da editora Darkside e escrevi Até a página 100...: Bom dia, Verônica, Ilana Casoy e a Resenha: Bom dia, Verônica. Autores: Ilana Casoy e Raphael Montes. E amanham tem o lançamento da série na Netflix.


Eu quero escrever sobre a minha experiência literária com as Leituras Coletivas que eu ando participando ultimamente.  E criando conteúdo literários tanto aqui no Lado Milla quanto no Bookstagran:  𝟝 𝕄𝕠𝕥𝕚𝕧𝕠𝕤 ℙ𝕒𝕣𝕒 𝕃𝕖𝕣: A Longa Viagem... Resenha: Por Lugares Incríveis, Jennifer Niven "Até a página 100...": Por Lugares Incríveis, Jenn... Coraline, Neil Gaiman e a Resenha: Medicina Macabra - Thomas Morris.

Nas Quartas-feiras, nós usamos rosa...Temos o Projeto 52 semanas que consiste em citar 5 respostas para cada uma das 52 perguntas fazendo assim, um Top 5 por semana: Semana 27: Coisas legais para se fazer nas fériasSemana 26: Se eu pudesse trocar de profissão, eu s...Semana 25: Tenho aflição de:Semana 24: Casais preferidos: (filmes, seriados, l....


Para o mês de Outubro, estou organizando um "especial Halloween" aqui no Lado Milla e lá no meu Instagram Literário Expresso Literário.



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Estarei tagarelando por lá também :

Semana 27: Coisas legais para se fazer nas férias:



Encontrei o projeto 52 semanas bem bacana na Blogosfera que consiste em citar 5 respostas para cada uma das 52 perguntas abaixo, fazendo assim, um Top 5 por semana. É o projeto mais longo que eu já participei... Mas, parece ser divertido !!! Pretendo responder ao projeto todas as Quartas-Feiras. 


IR A PRAIA:



"Quando a gente fica em frente ao mar a gente se sente melhor..." concordo com o Nando Reis quando ele canta essa canção. Uma simples caminhada na Beira do Mar já me sinto revigorada.

LER OS LIVROS QUE ESTÃO ACUMULANDO NA  ESTANTE:



No inicio de 2017, eu tenho um projeto pessoal de "Ler um livro por mês = 12 livros" Até esse mês de agosto eu li 08 livros. Eu li outros livros recém comprados mas, muita leitura ficou na prateleira dos "livros não lidos". Resumindo, vou ter dias livres para ler os meus livros.

FOTOGRAFAR


Quero sair mais para fotografar e fazer as minhas famosas "saídas fotográficas". Fotografei bastante durante esse ano embora tenha fotografado muito menos que eu gostaria.... Usar o tempo de folga para fotografar por ai aproveitando que irei viajar...

 VIAJAR:


Moro em uma cidade turística e faço o caminho inverso dos "turistas" que vem para a minha cidade e vou para alguma cidade pequena por questão de necessidade mesmo... Novos ares, novas pessoas e pensamentos que só a estrada te proporciona.

DORMIR


Desligar o despertador e colocar o sono em dia como só os momentos de folga pode proporcionar para os pobres mortais.


 E ai, quais são as coisas mais legais que vocês fazem nas férias?

23 de setembro de 2020

Até a página 100... : Bom dia, Verônica, Ilana Casoy e Raphael Montes.


Livro:Bom dia, Verônica
Autores:Ilana Casoy e Raphael Montes
Editora: Darkside
Avaliação: ☕☕☕☕

Chegou a hora de abrir a caixa e revelar muito mais que um mistério — uma parceria, um pacto vivo a quatro mãos, um suspense que atormentou leitores e despertou questionamentos. Qual a verdadeira identidade de Andrea Killmore? Por trás de um thriller hipnotizante e surpreendente, duas mentes sombrias, familiares ao perigo e a todos os amantes da literatura dark: Casoy e Montes.



Primeira frase da página: Era o primeiro dia do fim da minha vida. Claro que eu não sabia disso quando abri os olhos pela manhã e vi que estava atrasada. 

Do que se trata o livro? A rotina da escrivã de polícia Verônica Torres era pacata, burocrática e repleta de sonhos interrompidos até aquela manhã. Um abismo se abre diante de seus pés de uma hora para outra quando, na mesma semana, ela presencia um suicídio inesperado e recebe a ligação anônima de uma mulher clamando por sua vida. Verônica sente um verdadeiro calafrio, mas abraça a oportunidade de mostrar suas habilidades investigativas e decide mergulhar sozinha nos dois casos. Um turbilhão de acontecimentos inesperados é desencadeado e a levam a um encontro com lado mais sombrio do coração humano. 


O que está achando até agora? Esse é a minha primeira experiência com a literatura da linha Crime Scene da DarkSide® Books. A idéia inicial, era começar ler o livro Bom dia, Verônica na Leitura Coletiva promovida pela DarkSide® Books. O meu amigo Pedro de MG me emprestou o seu livro. Porém, os correios resolveram entrar em greve... E só consegui receber esse livro no final da Leitura Coletiva. 


A leitura é pura intensidade em cada capitulo ou como dizíamos na L.C: é um "Eita atrás de Eita". Todos os personagens tem uma personalidade um tanto quanto sádicos... O assunto Violência Doméstica ainda é uma ferida aberta em uma sociedade completamente doente. Ler isso de uma forma tão explicita deixa a leitura bastante incômoda. 

O que está achando do protagonista? A protagonista Verônica Torres é escrivã de polícia com a rotina pacata, burocrática e repleta de sonhos interrompidos até aquela manhã. Verônica tem a oportunidade de mostrar suas habilidades investigativas e decide mergulhar sozinha nos dois casos. A Verônica é uma mulher frustrada com o seu atual cargo, o seu chefe deixa bem claro o motivo que mantém ela ali... Embora, ela parece bastante metida e bastante "amadora" nas suas investigações acho ela uma mulher bastante forte. 



Vai continuar lendo? Sim, mesmo saindo da minha zona de conforto literário achei essa história bastante instigante e feliz da vida que terá continuação... 

Melhores quotes até a página 100: 


"Vai por mim: não é fácil ser uma mulher de 38 anos e viver acima do peso. Não bastasse, segunda-feira costuma ser pior, é quando bate a culpa por ter perdido a linha no fim de semana." 

"Depois de alguns anos encostada num cargo de secretária na Polícia Civil do Estado de São Paulo, você começa a aprender as vantagens de ser invisível." 

"— Bom dia, Verônica — disse a moça invisível que me oferece café todo dia. Eu nunca soube o nome dela e tenho certeza de que ela só sabia o meu por causa da placa na mesa. "

"No Brasil, ninguém checa nada. A mulher se suicidou. Logo, caso encerrado." 

"O Waze era a salvação da minha vida. Nasci uma pessoa sem bússola; sou capaz de me perder dando a volta no quarteirão. Aquele aplicativo me levava direitinho ao destino, sem estresse. "

"Costumo dizer que o lugar que a gente mora nos identifica tanto quanto nossa impressão digital. A casa de Marta refletia bem aquela mulher trêmula e chorosa que havia se suicidado diante de mim no início do dia: estava uma bagunça; parecia minha bolsa, só que pior." 

"Peguei um copo d água na geladeira e aproveitei para dar uma conferida lá dentro. Muitas garrafas de Coca-Cola, pouca comida, um cheiro horrível de coisa estragada numa quentinha do restaurante Trattoria do Sargento, restinho de restinho dentro de potes grandes, sem qualquer organização." 

"Brandão tem esse talento: tudo em que ele encosta apodrece. Janete mal pode ouvir os primeiros acordes que sente náuseas, tem vontade de chorar. Faz as contas de quantos minutos ainda faltam para o plantão do marido. Poucos, faltam poucos. Logo, a noite será só dela. Mas Janete precisa ser forte." 

"— Tá na hora de arranjar uma nova empregada, hein, passarinha?
 Ela congela. Tem medo até de respirar. Volta a escuridão, voltam os gritos. As lágrimas escorrem pelo rosto contra sua vontade." 

Última frase da página: As trocas de mensagem avançavam em ritmo distinto.



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Semana 26: Se eu pudesse trocar de profissão, eu seria:



Encontrei o projeto 52 semanas bem bacana na Blogosfera que consiste em citar 5 respostas para cada uma das 52 perguntas abaixo, fazendo assim, um Top 5 por semana. É o projeto mais longo que eu já participei... Mas, parece ser divertido !!! Pretendo responder ao projeto todas as Quartas-Feiras. 


Quando eu era criança, a pergunta "O que você quer ser quando crescer?" sempre me causava um frio na espinha porque eu nunca fui uma criança com muitas habilidades & dons como os meus coleguinhas... E eu nunca sabia responder a não ser um sonoro "Sei lá!".

Já no ensino fundamental, eu conheci além das professoras outras profissionais (coordenadoras e psicopedagogas) que observavam o comportamento dos alunos no ambiente escolar. Eu sempre gostei do comportamento humano e sempre quis trabalhar com crianças #me-identifico em 2013 eu realizei esse meu grande sonho.

Estagiaria de Psico.Escolar


FOTÓGRAFA 


Sou formada em tec. de fotografia e faço alguns trabalhos de freela... Gosto de fotografar natureza e espetáculos (shows, peças de teatro, danças...). Porém, hoje em dia com os celulares cada vez mais tecnológicos a fotografia perdeu o seu glamour os profissionais de fotografia estão cada vez menos sendo valorizados.

SER DONA DE UMA LIVRARIA (ou pelo menos trabalhar em uma)


Eu amo livros! E conhecer um pouco mais desse universo da literatura é instigante para qualquer pessoa que ama livros e tudo sobre esse universo literário.

ESCRITORA


Eu sei que nesses ultimos tempos eu não estou escrevendo nada... Andei danndo um tempo nos textos mais pessoais. Mas se acaso eu escrevesse um livro com as minhas mazelas que escrevo aqui no blog parafrazeando aquela canção de Clarice Quem vai comprar esse livro / Sobre uma pessoa só?

CRITICO DE CINEMA


Ser convidada para a pré estréia dos filmes/seriados e ser paga para a dar a minha opiniao super valorizada sobre o filme. Que a minha presença tenha sido deputadissima para assistir o filme. Que sonho!


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16 de setembro de 2020

Semana 25: Tenho aflição de:



Encontrei o projeto 52 semanas bem bacana na Blogosfera que consiste em citar 5 respostas para cada uma das 52 perguntas abaixo, fazendo assim, um Top 5 por semana. É o projeto mais longo que eu já participei... Mas, parece ser divertido !!! Pretendo responder ao projeto todas as Quartas-Feiras. 


Aflição
Substantivo feminino
1. Estado daquele que está aflito.
2. Sentimento de persistente dor física ou moral; ânsia, agonia, angústia.





1. baratas voadoras
A barata em si, já é um inseto nojento e o fato de alguns desses insetos voarem já me causam aflição...


2. barulho de talheres

Rolou até um arrepio (ruim) aqui. Sempre que ouço esse barulho perturbador não importa o tamanho da minha fome, eu paro imediatamente o que tô fazendo e me coloco em posição fetal até o barulho cessar. E ele sair da minha mente.



3. TV alta
Quando a gente aumenta um volume, seja da TV, seja de uma música, é porque estamos dispostos a escutar barulho, mas quando somos forçados a conviver com eles é uma tortura sem fim. Parece que você escuta sons que jamais escutaria se você tivesse disposto a escutar.

4.Gente que come de boca aberta
Pouca coisa me deixa tão aflita quanto conseguir ouvir outra pessoa mastigando. A minha vontade realmente é bater a cabeça contra a parede até o barulho parar.

5. Conversar sobre a prova nos instantes antes e depois
Isso me deixo nervosa, ansiosa... me dá aflição.


Quais são as coisas que
  lhe causam aflição??? 




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11 de setembro de 2020

"Até a página 100...": Por Lugares Incríveis, Jennifer Niven


No inicio, desse humilde Blog... Quando eu criticava os outros blogueiros por escrever  resenhas literárias (Sim, eu vivo para pagar com a minha própria  lingua!). Eu encontrei uma TAG que se chamava "Até a página 100...".  


Quando eu comecei a ler Por Lugares Incríveis da autora Jennifer Niven.  Eu senti que precisava escrever algo mais que uma resenha literária ao terminar de ler esse livro com uma grande carga emocional no decorrer da leitura que é necessário respirar a cada final de capitulo.

Será que hoje é um bom dia para morrer?

Violet Markey tinha uma vida perfeita, mas todos os seus planos deixam de fazer sentido quando ela e a irmã sofrem um acidente de carro e apenas Violet sobrevive. Sentindo-se culpada pelo que aconteceu, a garota se afasta de todos e tenta descobrir como seguir em frente. Theodore Finch é o esquisito da escola, perseguido pelos valentões e chamado de "aberração" por onde passa. Para piorar, é obrigado a lidar com longos períodos de depressão, o pai violento e a apatia do resto da família.


Enquanto Violet conta os dias para o fim das aulas, quando poderá ir embora da cidadezinha onde mora, Finch pesquisa diferentes métodos de suicídio e imagina se conseguiria levar algum deles adiante. Em uma dessas tentativas, ele vai parar no alto da torre da escola e para sua surpresa, encontra Violet, também prestes a pular.

Um ajuda o outro a sair dali, e essa dupla improvável se une para fazer um trabalho de geografia: conhecer lugares incríveis do estado onde moram. Ao lado de Finch, Violet para de contar os dias e finalmente passa a vivê-los. O garoto, por sua vez, encontra alguém com quem pode ser ele mesmo, e torce para que consiga se manter desperto.

Então, estou lendo esse livro junto com alguns amigos e ontem eu  dei um gás na leitura que estava bastante atrasada... A narrativa, contém uma grande carga emocional. No decorrer da leitura, é necessário respirar a cada final de capitulo.

Algo que me deixou bastante fragilizada foram os diálogos que geralmente acontecem na vida real  _ Talvez  você devesse subir lá e tentar mais uma vez _ Eu fiquei ruim duas vezes, quando me falaram da existência desse diálogo e quando eu realmente li no contexto. A frase “Eu discordo do que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo” dito pela escritora inglesa Evelyn Beatrice Hall é a frase que simboliza o direito de livre expressão.  Porém, a sua "Liberdade de Expressão" acaba quando você fere com as suas palavras os sentimentos das outras pessoas! É problemático a falta de empatia com as dores que não são nossas: Apontar o dedo, fazer  piadinhas e comentários que incentivem a outra pessoa a cometer o suicídio.


Esse livro chegou em minhas mãos em uma dessas voltinhas despretensiosas na livraria em 2016... Primeiramente, a capa chamou a minha atenção com o jogo de montar do "Pequeno Engenheiro" estilo aquele dos anos 80-90. Não lembro de ler a sinopse na livraria. O ano de 2016, foi um ano com uma carga emocional intensa ao folhear os primeiros capítulos fui observando  que eu não estava em um momento bacana para ler esse livro então abandonei a leitura por um tempo. Hoje em dia, as coisas melhoraram...Graças a Deus! Tive medo dos possíveis "demônios" serem desenterrados durante a leitura. Porém, eu percebo que amadureci bastante de quatro anos para cá e a leitura esta fluindo bem.

Eu ainda não tenho uma opinião formada dos protagonistas Violet Markey  e Theodore Finch. A Violet Markey, está vivendo o luto da irmã mais velha que morreu em um acidente de carro que Violet estava e que sofreu apenas alguns arranhões. Além de todo o sofrimento do Theodore Finch durante a narrativa dos capítulos  sinto alguns tipos de transtornos mentais que não fica muito claro durante a leitura.

Finch?

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9 de setembro de 2020

Semana 24: Casais preferidos: (filmes, seriados, livros)



Encontrei o projeto 52 semanas bem bacana na Blogosfera que consiste em citar 5 respostas para cada uma das 52 perguntas abaixo, fazendo assim, um Top 5 por semana. É o projeto mais longo que eu já participei... Mas, parece ser divertido !!! Pretendo responder ao projeto todas as Quartas-Feiras. 


Summer e Seth - OC-Um estranho no paraiso


Eu comecei a assistir OC - Um estranho no paraiso ano passado mas, ja tinha avisado por aqui que eu estava assistindo dgevagar... No dia 19 de maio de 2017 depois de fazer uma maratona das duas ultimas temporadas eu terminei de ver a série completa. Irei sentir saudades da Summer e Seth que é o meu casal favorito durante todas as temporadas chorei demais quando eles duvidaram da relação deles por serem muito jovens... As festividades do Natanukká... O capitão aveia e a Princesa Faisca... A série ficticia The Valley... e por ultimo a coelhinha panqueca.


Blair Waldorf e Chuck Bass - Gossip Girls

 

Ele e Blair ganharam o público e se tornaram o casal favorito da série ganhando o #Chair. Apesar do relação complicada com Blair, ele quase a pede em casamento. Entretanto, o relacionamento dos dois é cheio de idas e vindas por causa do lado sombrio de Chuck. Blair e Chuck não se completam, são imperfeitos e se encontram em seus defeitos. Em muitos momentos, são detestáveis, até você se ver torcendo pelos dois. A idéia do casal que começou do pó e por muito tempo assim permaneceu conseguiu me prender. O romance é o imã da série. Foi ainda melhor acompanhar o crescimento de ambos os personagens, conforme as temporadas iam se passando, e poder compará-los do primeiro ao último episódio.

Dan e Serena - Gossip Girl


O casal fofinho que o Dan faz com a Serena foi um dos primeiros motivos que me fez acompanhar a série Gossip Girl.

Barney e Robin - How Met Your Mother


O primeiro beijo de Barney e Robin me fez dar gritinhos no sofá aqui de casa, depois de assistirem o maravilhoso clipe de Robin Sparkles com James Van Der Beek (o eterno Dawson): Sandcastles in the Sand.

Lily e Marshall - How I Met Your Mother (Como Eu Conheci Sua Mãe) -


O que eu mais adoro no seriado é o casal Marshall e Lily. Eles tem muita química, é incrível de ver. Estou na 7° temporada e eles são lindos...


Quais são seus casais preferidos??? 
(filmes, seriados, livros)


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7 de setembro de 2020

Fotografia: Fotografando Livros...


Desde a época em que cursei Fotografia eu me identifiquei com vários segmentos do mercado de fotografia profissional.: Palco, Natureza, modelos e por ultimo, oque estou usando muito ultimamente...
Produto

Uso uma câmera fotografica profissional canon rebel t3i com a lente do kit e a queridinha dos fotógrafos Cinquentinha
Fotografia de Produto é um nicho consiste em registrar e capturar produtos a serem vendidos ou divulgados. Um dos pontos mais importantes a se lembrar nesse gênero de fotografia é: o objetivo final é vender o produto fotografado, sempre. Por isso, é necessário que o fotógrafo conte com a habilidade de transmitir o valor do produto através da imagem. 

Procure objetos bacanas que "comversem" com a narrativa que tem no livro. Por exemplo os livros de enciclopédia do meu pai no canto da foto. E objetos que estão em harmonia com a sua identidade visual. por exemplo: As rendas de Bilro que são patrimonio cultural da minha cidade e são feitas pela minha vó.

Quando eu comecei a fotografar os livros, tanto para as minhas Resenhas Literárias aqui no Blog, quanto no Expresso Literário eu fui começando a perceber que eu precisava entender o "produto" que eu estava fotografando. Nesse caso, o livro: Eu preciso saber a narração, enredo os Personagens importantes... Sim, eu preciso ler a história para a composição da fotografia. Afinal, a Fotografia do Livro também é parte da construção da identidade visual. 

Procure objetos bacanas que "comversem" com a narrativa que tem no livro. Por exemplo; A chave e o gato preto.

Depois de ler o livro... É importante começar o o trabalho com um "briefing" completo para entender a sua Identidade Visual que é o seu estilo de fotografia. 


  • Qual o objetivo para a fotografia do livro? 
  • Onde as imagens serão exibidas? As fotografias serão exibidas no seu Blog ou instagram.
  • Qual o público alvo da marca? O público alvo são leitores dos diferentes gêneros literários.
  • Qual é o Gêneros Literário do Livro? 
  • Qual é a identidade visual? 
  • Essa coleção ou esse produto possuem um público ou conceito específico para eles? 
  • Qual será o tipo de fotografia de produto? Fundo branco; Contexto; Ambos. 
A fotografia de produto é um nicho consiste em registrar e capturar produtos a serem vendidos ou divulgados. aprendemos o quanto importante de se conhecer o produto que estamos fotografando. 

Os livros da enciclopédia do meu pai  e a xicará de chá e o pires que fazem parte do jogo de Bodas de ouro dos meus avós.

Você conhece quais são as partes 
de um livro impresso? 



editora Palco escreveu um artigo sobre todas as partes que compõem um livro impresso e entender a importância de cada uma delas e alguns termos técnicos que compõem um livro. 


Capa 

A capa é considerada o cartão de visita de um livro, pois além de protegê-lo serve como chamariz para os leitores. Nela você irá encontrar o título da obra, nome do autor(a) e a editora em que ela foi publicada. 

Quarta Capa ou Contracapa 

É a parte de trás do livro, nela consta a sua sinopse e podemos conhecer sobre do que se trata a obra. 

Obs: A área interna da capa é denominada segunda capa e a área interna da contracapa é chamada de terceira capa. 

Lombada 

É a parte que liga todas as folhas do livro e dá sustentação ao material. Na lombada também deve constar o nome do livro, nome do autor e o logo da editora em que ele foi publicado para que seja fácil a identificação do livro se ele estiver guardado em uma estante. 

Primeira Orelha 

Esta parte do livro geralmente contém um pequeno texto onde o tema da obra é mais aprofundado. 

Segunda Orelha 

Na segunda orelha consta um pequeno texto sobre o autor da obra.


Conhecendo o segmento de fotografia que eu vou fotografar e qual é  o Produto que irá ser fotografado. O próximo passo, é montar um cenário condizente com a sua "Identidade Visual" e com o estilo voltado para livros. Escreverei mais sobre "Fotografar e montar um cenário com um estilo voltado para livros" em um próximo post para não ficar um texto grande e cansativo.





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4 de setembro de 2020

Resenha:Tartarugas Até Lá Embaixo - John Green

 




TituloTartarugas Até Lá EmbaixoAutor: John Green
Ano: 2017

Páginas: 237
Idioma: português
Editora: Intrínseca 
Avaliação: ☕☕☕☕☕💓

Sinopse: A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Repleto de referências da vida do autor – entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o TOC, transtorno mental que o afeta desde a infância –, Tartarugas até lá embaixo tem tudo o que fez de John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses.


O livro Tartarugas Até Lá Embaixo eu adquiri quando eu era assinante do Turista Literário ... As expectativas dos leitores que conheciam o John Green pelo "A Culpa é das Estrelas" eram enormes... Até pra o próprio autor, ele fala claramente isso em uma das suas entrevistas . Acredito que a minha demora em ler esse livro foram o tempo suficiente para curtir a leitura! 



A Capa de Livro é Tipográfica: Ao desenvolver uma capa tipográfica o designer busca valorizar as palavras que irão compor a capa do livro. Durante o processo criativo ele pode ser minimalista como pode ser extremamente expressivo. Tudo isso vai depender do tipo de fonte tipográfica que ele irá utilizar em sua composição. No caso de Tartarugas até lá embaixo o papel da Intrínseca foi mais de adaptação de uma arte que foi criada para o livro lá de fora, mas o trabalho foi bastante bem feito. 

O livro Tartarugas até lá embaixo tem diversos gatilhos ao longo das páginas. Então, se você é uma pessoa com altos níveis de ansiedade, com tendência a TOC, com pensamentos intrusivos, com dificuldade para lidar com automutilação (mesmo as mais leves possíveis), peço que considere ler Tartarugas até lá embaixo somente quando estiver bastante estável.

No inicio, somos apresentados a Aza Holmes uma adolescente de 16 anos que lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) ao decorrer da leitura somos convidados a entrar na espiral junto com a Aza. Em um movimento alucinante e descendente de descontrole e de pensamentos ruins e tristes da personagem.

“O ser humano é tão dependente da linguagem que, até certo ponto, não consegue entender o que não podemos nomear. Por isso presumimos que as coisas sem nome não são reais. Usamos termos genéricos, como maluco ou dor crônica, termos que ao mesmo tempo marginalizam e minimizam. Dor crônica não exprime a dor inescapável, persistente, constante, opressiva. E o termo maluco chega até nós sem nem um pingo do terror e da preocupação que dominam você. E nenhum dos dois transmite a coragem das pessoas que enfrentam esse tipo de dor. (…)” p.88/89
O autor John Green consegue de forma sutil indicar na sua escrita que a Aza está entrando em crise, e vai aumentando a pressão e a tensão na forma como escreve e descreve o crescendo da crise. Colocando o leitor entre uma linha tênue entre ficção e a realidade nos colocando naquele cantinho frio e escuro da mente da personagem Aza.
“Penso: Você nunca vai se livrar disso. Penso: Você não controla seus pensamentos. Penso: Você está morrendo, e dentro de você tem bichos que vão comer seu corpo até irromperem pela pele. Eu penso e penso e penso.” p.91

Eu já tive outras experiências literárias que o personagem tinha algum sofrimento psicológico. Não é o meu estilo preferido de narrativa mostrando-se na maioria das vezes um tipo de leitura angustiante... 


Quando comecei a ler Tartarugas até lá Embaixo eu já estava acostumada com o tipo de literatura do John Green ele te faz sentir as coisas que os personagens estão sentindo no decorrer da leitura.

Eu me apeguei a personagem Aza de uma maneira especial. Foi necessário ler o que se passa com alguém com sérios problemas mentais. Uma pessoa que estava cercada de quem realmente se importava com ela, mas mesmo assim, seus problemas eram tão gigantes que não permitiam que enxergasse fora do seu próprio mundinho. Aza é sim muito auto - centrada e egocêntrica. Mas ela não consegue fugir da espiral da ansiedade e da angústia que é viver dentro de seu próprio corpo, com uma mente que a sabota a todo o momento

“Acho que não gosto de ter que viver num corpo, se é que isso faz sentido. Acho que talvez, no fundo, eu seja só um instrumento, uma coisa que existe apenas para transformar oxigênio em dióxido de carbono, um mero organismo nessa… nessa imensidão toda. E é um pouco aterrorizante pensar que o que eu considero como o meu… abre aspas, meu eu… fecha aspas… não está nem um pouco sob o meu controle.” p.102

O Transtorno Obsessivo Compulsivo tem várias nuances... E nenhuma delas é tão simples de não compreender cada pensamento: você não precisa ficar abrindo um machucado o tempo todo para ver se está infectado ou com pus. Muitos menos para reforçar a sensação de que você é você e está aqui. É óbvio que você não pegou uma bactéria mortal só porque entrou em um hospital.

“(…) E se a gente não pode escolher o que faz nem o que pensa, então talvez a gente não seja real, sabe? Talvez eu seja uma mentira que estou sussurrando para mim mesma e nada mais.” p.102

Sentimos uma tristeza que ela sente pela inadequação social que ela representa. Dá pra sentir todo o medo que Aza sente de que, talvez, ela nunca se torne um adulto funcional, e sempre dependa da mãe e de remédios para mantê-la estável.

A relação com os remédios é outra coisa que deixa você angustiado. É óbvio que os remédios ajudariam a estabilizar sua mente e a encontrar mais tranqüilidade na sua rotina. Mas os remédios na verdade são uma fonte de contradição e angústia para ela, porque como ela pode ser normal se precisa de medicação para estar entre outras pessoas normais? Senti falta de um possível atendimento Psicológico onde talvez diminuiria a angustia  de Aza.



A mente de Aza é o principal condutor da história... O  mistério do desaparecimento do pai de Davis foi uma forma de trazer Davis de volta para a vida de Aza, construir mais um pilar de desenvolvimento em sua “inadequação” social e de relacionamento com as pessoas. Antes a gente só conhecia seu relacionamento com Daisy, a “melhor amiga” que estuda na mesma escola. Com Davis, a gente passa a ver seu relacionamento amoroso, e como também pode ser mais uma fonte de tensão para Aza.

As minhas leituras de 2020

Davis e Aza são amigos desde pequenos, mas se afastaram com o passar dos anos. A princípio o ressurgimento de Aza na vida de Davis gera toda uma suspeita se é por conta da recompensa por informações sobre o desaparecimento de seu pai, ou por conta da amizade deles mesmo. 
Mas reconectar com Davis traz sentimentos que Aza não percebeu que existiam e também toda uma série de problemas a serem desenvolvidos por culpas de abraços, beijos, e interações que namorados costumam ter.

De certa forma, todos os personagens com que ela interage são “quebrados” à sua maneira. Mas perto de Aza, eles conseguem passar uma normalidade que a menina não consegue alcançar. Davis é o menino rico mas que cresceu sem nenhuma demonstração de amor paterno; Daisy é a menina pobre que vive “à sombra” da amiga complicada e difícil; Mychal é o artista que quer encontrar seu espaço e conquistar o coração da amiga; a mãe de Aza tem que lidar com o sofrimento de ter perdido o marido e não conseguir “controlar” os distúrbios da filha…

“(…) No fundo ninguém entende o que se passa com o outro. Está todo mundo preso dentro de si mesmo.” p. 228
 “É como se, quando eu olhasse para mim mesma, não visse nada definido… só um monte de pensamentos, atos e contextos. E muitos na verdade nem parecem meus. Muitos pensamentos eu não quero pensar, muitas coisas eu não quero fazer, é mais ou menos isso. Quando procuro o que eu sou, nunca encontro.” p.228

Tartarugas até lá embaixo não é um livro feliz... Nas ultimas páginas. eu tive impressão de estar lendo "Uma aflição imperial..." [ Só os leitores do "Culpinha" vai entender essa referencia]. Okay!

“O problema dos finais felizes é que ou não são realmente felizes, ou não são realmente finais, sabe? Na vida real, algumas coisas melhoram e outras pioram. E aí a gente morre.” p. 258


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© Lado Milla
Maira Gall