14 de setembro de 2021

“E fora do story, você está bem?”

 “E fora dos livros, você está bem? ”


A  literatura é algo que está me causando reflexão ultimamente...  Não a leitura em si, mas a pressão de criar conteúdo literário em tempos (complicados) que eu só quero chegar em casa e ler a minha leitura atual em paz... Porque a leitura para mim serve justamente para isso para escapar da realidade. Tá todo mundo mal. E nem estou falando do livro da Jout Jout com o subtítulo de O livro das crises. Quando eu comecei a compartilhar as minhas leituras no “Bookstagram” eu achei que estava ampliando a pagina LEITURAS onde eu escrevia resenhas e fotografias literárias no meu blog pessoal. Para um IG Literário. Mas, a vibe do “Bookstagram” é outra...

Eu sou do tipo que, sim, lê um livro atrás do outro. Finalizo um e já começo outro na seqüência. Não consigo ficar sem estar lendo nada “no momento”. O meu ritmo de leitura muda com freqüência...  O ritmo é pessoal! de acordo com a minha vida fora das páginas e que é saudável e me faz bem. Ano passado, eu comecei a ler em média, dois livros por mês. E foi em um ritmo bem tranqüilo, aproveitado  cada segundo... Sentindo o sabor de cada leitura. Enquanto, criar conteúdo literário eu costumo dizer que "eu fotografo e escrevo resenhas literárias para não esquecer das leituras que eu já fiz" [Quem nunca?].

Eu sempre costumo cair no erro de olhar o Feed de outros criadores de conteúdos:  A criadora postou as Leituras do Mês com um número X de livros... Até ai tudo bem, eu consumo conteúdo literário tanto quanto, eu escrevo conteúdos literários. Mas, eu comecei a fazer uma conta maluca da quantidade de conteúdo literário que ela poderia fazer com um número X de livros [X+Y= O resultado depende completamente do criador de conteúdo]. Sim, cada pessoa tem a sua vida, pensa de uma forma, vive em determinado contexto e pode usar o próprio tempo como quiser...

O erro está em ficar comparando o meu conteúdo com os outros conteúdos que rolam no Feed do instagram. Sabe a conta maluca? Um numero X de livros com a quantidade Y de conteúdo literário antes mesmo de fazer a leitura em um ritmo bem tranqüilo, aproveitado  cada segundo... Esquece! Pois isso deixou de ser algo bacana e virou pressão.

O estopim de toda essa reflexão aconteceu  com a trend: “E fora do story, você está bem?” ou “E fora dos livros, você está bem?”.

As criticas sobre o Instagram... Sobre a sociedade do espetáculo e a vida mostrada nas redes sociais. Já escrevi sobre isso INSTAGRAM O FAST FOODS DAS REDES SOCIAIS. https://www.ladomilla.com/2015/11/instagram-o-fast-foods-das-redes-sociais.html o assunto não é novidade... Então, veio a pandemia e resolvi me aventurar no Bookstagram. Sim, eu nasci para pagar a minha língua e surgiram outras reflexões.

Na minha bolsa sempre tem um livro...  Mas, eu me lembro exatamente de dois momentos específicos que a leitura serviu para esquecer os problemas reais em que eu estava vivendo. Na época, a leitura servia para manter a mente funcionando... Sem exageros! Em tempos pandêmicos... Eu lembro da frase  “Estes livros deu uma mensagem esperançosa e consoladora para Matilda: que você não está sozinho.” do filme da Matilda que eu já assisti milhares de vezes. A leitura, é uma ferramenta para refletir sobre a nossa própria realidade e sobre como torná-la melhor – para nós mesmos e para os outros­ –.

Como as tuas leituras estão contribuindo para a tua forma de enxergar (e viver) a vida? Elas são só números ou de fato mudam algo na tua relação com o mundo?



8 de setembro de 2021

Umboxing 3° edição do Almanaque Tudum.


No mês passado, a Netflix divulgou que irá realizar a 3º edição do Tudum, um evento da plataforma que celebra as produções originais desenvolvidas pelo streaming. Neste ano, o Tudum irá comemorar os 10 anos da empresa em solo brasileiro. 


A notícia foi divulgada pela Netflix através de um teaser em seu canal no YouTube. Em conjunto do evento, a empresa também irá lançar o Almanaque Tudum, um livro que contará com diversos materiais inéditos de filmes e séries que serão lançados na plataforma nos próximos meses.


Para quem não conhece o Almanaque Tudum, ele uma espécie de livro ilustrado que conta com imagens, posters, adesivos e mais uma série de materiais exclusivos das produções da Netflix. Além disso, ele é um livro bem divertido e interativo com vários jogos, histórias e atividades. Ah! E essa versão é mais que especial... É uma edição comemorativa de 10 anos da empresa em solo brasileiro.

Na 3° edição do Almanaque Tudum veio dois marcadores de livros cheios de nostálgia: O nostalgico Clippy o Clippy. Para você que não lembra por esse nome, é aquele clipe de papel para lá de simpático que aparecia de vez em quando no Microsoft Office para dar algumas dicas de funcionalidade... 


E o outro marcador de livros com o formato de uma TV nos estilo dos anos 80 passando a Netflix... Fazendo  uma referência á série Stranger Things.



Veio com uma página de adesivos temáticos.... Eu era a criança/adolescente que chegava o final do ano e timha milhares de páginas de adesivos que eu nunca tinha usado. Na faculdade a gente acha que vai amadurecer... continuei acumulando adesivos  que nunca vou usar. (rs)


Eu vi um pessoal reclamando que o 3° edição do Almanaque Tudum não está tão interativo e com tantos jogos quanto as edições anteriores... Porém, eu não posso opinar nesse quesito pois eu não consegui adiquirir as edições anteriores... Eu gostei que a edição desse ano não veio encadernada.


Esse ano, eu fiquei mais tempo esperando a Retrospectiva do site  do que fazendo o meu cadastro e algo muito positivo esse ano é que aumentou a quantidade de exemplares...  O Jogo de tabuleiro e as peças  fazendo uma referência ao jogo Dungeons & Dragons (lit. Masmorras & Dragões) é um jogo de role-playing (RPG) de mesa de fantasia publicado pela primeira vez em 1974 da série Stranger Things.



Eai, vocês conseguiram adquirir  a 3º edição do Almanaque Tudum.
O que acharam?

1 de setembro de 2021

O que é Setembro amarelo?




O mês de setembro é o mês de prevenção do suicídio no Brasil. É uma campanha criada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e acontece todos os anos desde 2015.

O mês de setembro foi o escolhido porquê no dia 10 de setembro é o Dia Internacional de Prevenção do Suicídio, então no Brasil aproveitaram a data para fazer o mês de campanhas de conscientização. Muitas pessoas se perguntam o motivo de terem escolhido a cor amarela para representar a causa, mas poucos sabem da resposta.

Porque Setembro Amarelo?

Em 1994, um jovem de 17 anos chamado Mike Emme, que morava com os seus pais em Westminster, cidade no Colorado, nos Estados Unidos, se matou dentro de seu Ford Mustang 1968. O Mustang Amarelo, segundo os amigos de Mike, era seu principal passatempo. Mike reformou o carro e tinha o pintado de amarelo.

O adolescente cometeu suicídio por não saber pedir ajuda. No dia de sua morte ele deixou um recado pedindo para que seus pais não se culpassem pelo o que ela havia feito, e quando encontraram o bilhete, infelizmente já era tarde. Depois de sua morte foi descoberto que Mike tinha sinais de depressão e não estava sabendo lidar com um término de um namoro.

Por isso, durante o enterro, os pais Dale e Darlene Emme distribuíram cartões com fitas amarelas para todos os que estavam presentes. No cartão estava escrito a frase “se você está pensando em suicídio, entregue este cartão a alguém e peça ajuda!”.

Uma pessoa que estava no funeral espalhou os cartões pela cidade, e em semanas os pais de Mike começaram a receber ligações pessoas de todo o estado pedindo ajuda. Pouco tempo depois a iniciativa ganhou repercussão nacional.

Desde então começaram várias campanhas de prevenção pelo mundo, e, em todas, a cor amarela é usada para representar a campanha a fim de homenagear o jovem apaixonado pelo Mustang 1968 amarelo.

OBS: Se você precisa de ajuda, ligue para o Centro de Valorização da Vida pelo telefone 188 ou procure-os na internet. Peça ajuda para a sua família, amigos, em alguma ONG da sua cidade ou onde você se sente confortável em conversar. Você não está sozinho.

30 de agosto de 2021

Tde TAG: TAG DA QUARENTENA


Nas Terças-Feiras, aconteciam o T de TAG que consiste em colocar aqui, as tag´s em que eu era desafiada a responder. Em tempos de Quarentena mundial" e para mudar um pouco de assunto... Essa TAG foi criada por Raphael, do Tem que ter livro no nome?.
As categorias da Tag são:

1- Só depois do carnaval: uma obra descompromissada


Nu, de botas do Antonio Prata é um livro de cronicas que trás as memórias de infância do autor. Eu acredito que um livro de crõnicas é sempre uma boa escolha para uma leitura mais descompromissada. Por exemplo, uma ressaca literária. Isso sempre funciona comigo.




2- Isso é muito mais uma fantasia: uma obra do gênero maravilhoso


Eu não lembro exatamente quando eu adiquiri o livro Luna Clara & Apolo Onze... O livro trata de histórias de amor, de amizade, de família. Trata de encontros e desencontros, do destino, de escolhas e alegrias. Tudo isso narrado com muita magia e encanto. Mesmo sendo uma leitura voltada para o publico infanto-juvenil, não é um livro de leitura fácil para qualquer público, e requer um pouco de atenção maior ao ‘plot’ para não se perder no meio de tanta confusão. Mas, vale muito a pena a leitura, devo acrescentar. Aliás, o livro traz outro ‘plus’ positivo que é o fato de possuir ilustrações muito legais nos capítulos. Elas são bem simples e até mesmo um pouco vagas, mas dizem tanto sobre aquilo que se está lendo.

3- Coronga chegou, mas só vai dar quinze dias! Logo acaba: uma obra para consumir rápido.

A Bruxa não vai para a fogueira... É um livro curtinho e é aquele livro que da vontade de marca-lo inteiro de tantas frases boas que ele tem e você enche de post it. São essas frases que te fazem parar, refletir e às vezes até mudar seus conceitos.


4- Vamos precisar de uma quarentena maior: Uma obra com ironia dramática


Uma obra com ironia dramática... Eu relutei bastante em ler esse livro por ser uma obra biografica que inspirou o Jonh Greem a escrever Culpa das Estrelas por saber que eu iria derramar lágrimas de rir/chorar por causa da ironia da vida.






5- Corrida pelo papel higiênico: uma obra ridícula 

Sinceramente, eu deixei de assinar um box literário por causa desse livro... O livro Filha das Trevas (Saga da Conquistadora #1). Infelizmente, a leitura não atendeu as minhas expectativas... Um dos motivos é que esse livro NÃO É DE FANTASIA! e isso não fica claro na sinopse. Esse livro é um reconto histórico sobre os filhos do Vlad da Transilvânia e o Império Otomano. Na minha opinião, misturar fatos históricos com licença poética nada mais é, que fazer um "samba do "crioulo doido" na história. Outro ponto negativo, é a narrativa desse livro que é cansativa por ser muito lenta...

6- Já se passaram dois meses!: uma obra cansativa, mas necessária 

 O ódio que você semeia... É um tipo de leitura que te causa impacto nas primeiras páginas... Não é um livro fácil, não é uma história simples. É a realidade sem maquiagens. É a ficção descrevendo cada detalhe sobre o mundo em que vivemos, expondo os muitos lados dele - e um desses lados é corroído pelo ódio, pela discriminação, pelo preconceito. É impossivel não se indentificar com Starr independente da cor da pele as suas açoes e o seu comportamento são julgados pela cor da sua pele. Starr vive a mesma realidade que muitos outros jovens. Khalil foi assassinado pela mesma realidade que a de muitos outras vítimas. 


7- La Traviata na varanda: uma obra para compartilhar



ECOS,é um lançamento da DarkSide Books, é a primeira Editora do Brasil dedicada ao terror e à fantasia A editora criou uma coleção Darklove com histórias sobre a força feminina na literatura. É uma História dividida em 3 contos que tem um fechamento fantastico dessas três histórias no ultimo capitulo.





8- Uhhh, finalmente vai ficar tudo bem!: uma obra esperançosa


A narrativa se passa durante a Segunda Guerra Mundial, onde os irmãos Ada e James vivem com a mãe em Londres. Nós conhecemos a protagonista da trama logo no início, quando somos apresentados a uma menina de dez anos que sofre agressões físicas e psicológicas de sua mãe porque ela tem ”pé torto”. Enquanto seu irmão James – ao qual ela é muito apegada e serve de motivação para que ela siga em frente – pode sair e descobrir o mundo brincando com as outras crianças, ela precisa ficar isolada em seu apartamento, pois sua mãe a considerada uma vergonha e acredita que ela não é merecedora de ser feliz pela deficiência que tem. Ao longo da história A Guerra que Salvou a minha vida torna-se uma obra esperançosa pois, a a Segunda Guerra Mundial dá uma oprtunidade para Ada a viver uma nova realidade.


9- OH NÃO! ELES EVOLUÍRAM!!!: uma obra de terror 

O livro Confissões do Crematório: "Uma menina nunca esquece seu primeiro cadáver." – Caitlin Doughty Um livro para quem planeja morrer um dia. Morrer é a única certeza da vida. Então, por que evitamos tanto falar sobre ela? A morte é inevitável, sentimos muito. Mas pelo menos, como descobriu Caitlin Doughty, ficar a sete palmos do chão ainda é uma opção. ''Confissões do Crematório'' reúne histórias reais do dia a dia de uma casa funerária, inúmeras curiosidades e fatos históricos, mitológicos e filosóficos. Tudo, é claro, com uma boa dose de humor. Enquanto varre as cinzas das máquinas de incineração ou explica com o que um crânio em chamas se parece, Caitlin Doughty desmistifica a morte para si e para seus leitores.

10- Plague Inc.: uma obra apocalíptica

O livro Silo se passa em uma paisagem destruída e hostil, num futuro ao qual poucos tiveram o azar de sobreviver, uma comunidade resiste confinada em um gigantesco silo subterrneo. Lá dentro, mulheres e homens vivem enclausurados, sob regulamentos estritos, cercados por segredos e mentiras.

Para continuar ali, eles precisam seguir as regras, mas há quem se recuse a fazer isso. Essas pessoas são as que ousam sonhar e ter esperança, e que contagiam os outros com seu otimismo. Um crime cuja punição é simples e mortal. Elas são levadas para o lado de fora. Juliette é uma dessas pessoas. E talvez seja a última.



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29 de agosto de 2021

Novela: Verdades Secretas

A novela  Verdades Secretas escrita por Walcyr Carrasco e Maria Elisa Berredo estreou pela primeira vez na Globo no horário das 23h no dia 8 de junho a 25 de setembro de 2015 com exatamente 64 capítulos.



Na época, essa foi uma das melhores novelas que eu assisti nesse horário. Inicialmente, a novela me pareceu pouco coerente "o homem que se casa com uma mulher apenas para ser amante da filha dela." é um enredo que não da muito certo para um público de noveleiros tão conservador...

O autor, Walcyr Carrasco, um bom criador de histórias, fez de Verdades Secretas uma novela que não teve medo de mostrar cenas "delicadas". Desta forma, quase tudo foi mostrado, como raras vezes mostrou-se antes em uma novela: drogas, homossexualidade e prostituição (tudo junto ou separado), com boa carga erótica e muita nudez. Este recheio, muitas vezes, soou gratuito, mas deu um tempero especial à produção e garantiu boa repercussão.

Walcyr Carrasco além de um bom contador de histórias ele gosta de abordar temas sociais. Em Verdades Secretas ele mostrou o submundo da moda serviu como pano de fundo. A novela discutiu drogas e prostituição de luxo – o chamado “book rosa”. Sem medo de mostrar assuntos delicados sem nenhum tipo de tipo esteriótipo . Mas a vida real de que paga o preço muito alto por suas escolhas...


Sinopse: Arlete (Camila Queiroz), uma jovem do interior de São Paulo, chega à capital com um sonho: ser modelo. Ela conhece Visky (Rainer Cadete), um booker que se encanta por ela e a convida para o casting da agência comandada por Fanny Richard (Marieta Severo). O novo trabalho vem a calhar: Arlete e a mãe, Carolina (Drica Moraes), vão morar com a avó, Hilda (Ana Lúcia Torre), mas as coisas não andam nada bem.

Arlete até consegue uma bolsa para estudar em um colégio caro, mas falta dinheiro para coisas básicas, como a conta de condomínio. Ela só pensa em ajudar em casa. Justamente por isso, Carolina aceita que a filha modele. Essa ideia nunca foi muito bem recebida por ela, uma mulher simples e dedicada à família. Carolina abriu mão dos estudos muito cedo e nunca teve uma carreira. Futuro que não planeja para Arlete.


Os olhos de Fanny brilham ao conhecer Arlete. Experiente e ambiciosa, ela vê na menina um caminho promissor. Angel, como ela é batizada artisticamente pela empresária, tem beleza e juventude. Mais do que estar nas passarelas e em campanhas publicitárias, Angel tem para ela outra serventia. Disfarçada de oportunidade, Fanny a convida para integrar outro tipo de catálogo, o “book rosa”.


Angel só entende do que se trata quando as regras do jogo ficam claras: book rosa é prostituição de luxo. A princípio, Arlete fica receosa, mas logo ela entende que este pode ser o meio mais rápido para multiplicar seus cachês e desafogar as finanças em sua casa. E é como prostituta que Arlete/Angel acaba vivendo uma intensa paixão com o rico empresário Alexandre Ticiano, o Alex (Rodrigo Lombardi).

Extasiado pelo sentimento que nutre por Angel, Alex se envolve com a mãe dela, Carolina, para ficar perto da garota e tê-la a seu bel-prazer quando e como quiser, em um jogo de amor e desejo arriscado que tem tudo para um final trágico.

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27 de agosto de 2021

#TBT: 2015 FOI O ANO QUE APRESENTEI O TCC...

 

Ainda no ensino médio,  nasceu a vontade de fazer faculdade de Psicologia e que eu passaria 5 anos (?), estudando só as matérias que eu gosto! Principalmente, nunca mais veria matemática na minha vida!
Meu primeiro dia de aula na faculdade foi assustador! Eu, recém saída do ensino médio com uma turma de alunos já na sua 3° e 4° graduação... Me senti "pequena" diante dos assuntos e opiniões MEGA elaborados e eu ficava quieta com medo de falar alguma besteira. Segui com essa turma até a 5° fase, tive que refazer algumas matérias e acabei diminuindo a quantidade de matérias do semestre. Dessa turma se formaram poucos alunos (menos de 10 alunos) alguns foram desistindo durante os semestres... Mas, não é sobre isso que eu vim falar.

As turmas do curso de Psicologia que "Migrei" durante esses semestres tinha uma característica em comum: Desunião (mal de humanas?). Tínhamos uma nota a N3 "trabalhos em grupo" quando eu não tinha a opção de fazer individualmente sempre foi um "parto" de achar um grupo decente. Minhas piores crises de gastrite se devem a esses momentos de maior stress durante esses dez semestres da graduação.

Cheguei a trancar a faculdade 2x: Há primeira vez, eu não tava vendo mais sentido no curso que escolhi,.. Depois de ter feito um estágio não obrigatório desses que pagam mal e não tinha nada haver com Psicologia.... Fui fazer Administração, foi a fase que eu mais me diverti! Era uma turma de jovens animados toda sexta-feira tinha encontro da turma e balada TODO final de semana... No final do semestre eu decidi voltar para o curso de Psicologia. Há segunda vez, eu tirei umas férias de um semestre. Me desentendi com a supervisora de estágio na época, quando voltei no segundo semestre e soube que eu não fui a única a "profissional" se desentendeu com outras alunas também e acabou sendo demitida. Prossigamos, porque ainda não é disso que vim falar.

Vim falar sobre o TCC. Na semana passada, eu apresentei o meu Trabalho de Conclusão de Curso naqueles longos e intermináveis 30 minutos entre a minha apresentação #tremia e mais trinta minutos da pontuação dos avaliadores e o recebimento da nota. Em momento algum, pensei na nota... Queria passar TODO o meu conhecimento do projeto em si, e que toda a minha trajetória até ali não foi em vão teve crescimento em todas as etapas principalmente dos estágios (Básico e Específico). No dia seguinte, minha supervisora me mandou um e-mail, parabenizando-me pela apresentação e informando que a  minha nota foi 9,5. Fiquei Feliz!

Em 2005, achei que esse momento nunca chegaria e em 2010 achei que não iria me formar em Psicologia... Agora, estou aqui, sentada escrevendo sobre toda a minha trajetória e confirmando aquela velha história que diz  que: A vida " não é sobre o quão rápido chegarei lá/não é sobre o que está me esperando do outro lado. É a escalada...".




Feliz dia da Psicóloga para mim!!!


25 de agosto de 2021

Beda#25 - Sobre as minhas dores...

 


Gabriela do Me Paga Uma Coca? viu uma corrente no Twitter (?) sobre as piores dores que a gente já sentiu e  a Gabi além de listar algumas dores. Ela escreveu um post falando um  pouco mais sobre as suas dores... Como ela mesmo escreveu "...porque todo ser humano gosta de falar dos sofrimentos que já passou e também gosta de causar choque e/ou pena nos outros, no sentido de "veja o que me aconteceu, horrível né?".
Essa pessoa que vóz escreve, adora entrar nas "vibes erradas" e resolveu listar e escrever sobre as suas dores também: 

  1. Operei a èrnea: Essa "pequena" cirurgia eu fiz quando era praticamente uma criança e eu não lembro das dores pós cirurgicas... Mas,  no inverno eu ainda sinto uma dorsinha chata no corte que quase nem dá de ver...
  2. Quebrei o braço: Eu sempre fui uma criança calma... Mas eu lembro de ter levado um tombo feio e cai em cima do meu braço o resultado é que fique de gesso no braço por quase um mês!
  3. Quebrei a perna: Eu tenho uma rótula do joelho menor que a outra oque ja me causa um pouco de dor... Ai eu resolvi que iria correr... O tombo resultou ficar de gesso na perna por um tempinho a mais de 1 mês!
  4. Operei a Coluna: Eu tinha Escoliose que poderia ficar bastante severa... Eu digo que as dores eu senti antes/durante e depois da cirurgia. A coluna é a parte central do seu corpo e quando ela começa a doer... Você não consegue decifrar a dor. Eu tomei morfina no pós cirurgico e depois a frequencia dos remédios para dor foram diminuindos consequentemente eu tive que  ir administrando a  minha dor e hohe em dia os remédios de dores musculares fazem parte da vida!
  5. Arranquei os dois dentes sisos de uma vez: O Dentista que eu coloquei/tirei o aparelho observou que eu tinha dois dentes sisos que poderiam me atrapalhar no futuro... E aqui estou com 30 e poucos anos e uma ponta do dente ciso nascendo em plena pandemia...O0







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24 de agosto de 2021

Beda #24: O jeito é deixar doer pra ver se sara... ♫


 O jeito é deixar doer pra ver se sara... ♫


A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixou cativar...

Sempre que leio esse trecho, do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry no livro Pequeno Príncipe. Meus olhos ficam marejados, até finalmente me render algumas lágrimas... Choro, por milhares de histórias sem inicio, fim e meio que tenho acumuladas nesses meus Trinta e poucos anos.

Na ultima vez, mantive meu coração aberto. E mesmo assim, sendo toda amor isso não lhe poupou de ser quebrado em mil pedaços... Depois da ultima decepção, me permiti sofrer e sangrar todas as dores acumuladas de todos esses anos. Foi necessário deixar doer... todas as mágoas, chorar todas as lágrimas e sangrar todas as feridas, mesmo aquelas que estavam pseudo saradas cobertas daquelas casquinhas de feridas... cada lembrança de nós dois é como eu estivesse coçando essas feridas até começar a sangrar novamente. Mas, esgotei todos os sentimentos e não restaram sequer lágrimas ou qualquer tipo de lembrança sua.

Devo ter machucado umas 3ou9 pessoas, ao longo dessa ciranda de " amar e não ser amado..." mas, nunca quis te ferir para curar o que não tem cura aqui dentro: meus desalinhos e complexo de patinho feio são só meus. e todas as vezes que tentei dividir isso com alguém, em vez de aproximar acabava afastando as pessoas cada vez mais.

23 de agosto de 2021

Beda #23: Vida Diet.


Não vai ser diferente(...)Se eu me for de repente(...)
Se o céu cai sobre o mundo(...)E o mar se abrir(...)
Em um inferno profundo.

Vida Diet-Pato Fu


Depois de um certo tempo todo mundo se adapta de algum jeito...
Eu me adaptei aos dia frios de inverno e a solidão da noite em meu quarto;

Ela já se acostumou a chorar sozinha no seu canto;
Ele se adaptou a não se apegar tanto as coisas, os momentos e as pessoas (principalmente as pessoas);
Ela se acostumou a não mais esperar;
Eu me adaptei a não tentar encontrar tantos sentidos para as coisas mesmo sempre sendo convencida que tudo tem um sentido de ser;

Ela se acostumou a sorrir mesmo se sentido triste; e mesmo quando tudo não vai bem  acostumou-se a chorar o choro que antes era escondido;

Eu me acostumei a não me sentir tão pressionada pelos outros e me sentir feliz do mesmo jeito; me adaptei em muitas vezes por minhas vontades em segundo plano para não ser chamada de egoísta.


É, os dias frios de inverno e a solidão faz sentido as vezes.
 Manter o riso estampado na cara e o choro na alma também.
Pensar mais nos outro do que você.
Chorar o choro escondido. 
Calar a dor. 
Sonhar. 
Amar. 


Custa mas se habitua...

21 de agosto de 2021

Beda #21: 7 TIPOS DE PESSOAS TÓXICAS DAS QUAIS VOCÊ DEVE FUGIR.

 

Ao longo da vida, estabelecemos relações sociais em diferentes esferas. Seja dentro da família, com colegas de estudo ou trabalho, ou até mesmo com aqueles com que tivemos relações sentimentais que se encerraram sem rancores, são muitas as pessoas com que cruzamos em nossa vida para compartilhar épocas ou momentos, mas que nem por isso irão nos acompanhar para sempre. E acontece também que, como se padecêssemos de uma espécie de Síndrome de Diógenes com as pessoas (na qual se incluem os chamados acumuladores), é bastante custoso nos desligarmos daquelas relações que já não contribuem com nada em nossa vida. Ou porque essa relação se desgastou, ou, pior, porque se tornou tóxica, é preciso parar de acumular amigos (seja no Facebook ou na vida real) compulsivamente, e começar a valorizar as relações com aqueles com quem realmente vale a pena passar o nosso tempo.

Por isso, ouvimos alguns especialistas para fazer uma lista dos tipos de pessoas das quais você precisa aprender a se distanciar um pouco, ou até mesmo aprender a dizer adeus para sempre, sem se sentir culpado por causa disso:

1. O cônjuge vitimista: Você já não sabe se ele está com você porque gosta de você ou porque você se transformou no seu lenço de enxugar lágrimas mais resistente. Há pessoas que, diante dos problemas, só sabem assumir o papel de vítima. Como explica a psicóloga Patricia Ramírez, “são aqueles que jogam a culpa de todos os seus males em outras pessoas, fugindo de qualquer responsabilidade pelo problema que acontece com eles”. O problema é que esse vitimismo pode se traduzir em que nos contagiem com sua tristeza, frustração e apatia. Por isso, é importante aprender a contê-lo a tempo. “Em primeiro lugar, é preciso lhes dizer que estamos dispostos a ajudá-los a tomar decisões e a solucionar problemas, mas não a ser o lenço em que eles afogam as suas mágoas sem se esforçar para nada”. Se isso não der certo, a melhor opção talvez seja se afastar, pois, como lembra a psicóloga, “você não o estará abandonando, mas sim dando um impulso para que ele aja”.


2. O parente cara-de-pau: Todos sofremos com um familiar que sempre nos telefona para pedir um favor, seja na mudança, seja com os filhos ou para lhe emprestar alguma ferramenta que você sabe que nunca mais vão lhe devolver, mas que nunca está presente quando se necessita dela. Como conta a psicóloga, “são pessoas que sempre querem alguma coisa de você, mas que não sabem ou não querem manter relações bidirecionais, em que deem pelo menos parte daquilo que recebem”. Assim, a psicóloga insiste em que devemos ser os primeiros a deixar claras as nossas próprias necessidades e não nos deixarmos engolir por aqueles que “tiram coisas dos outros sem lhes perguntar se estão bem ou se precisam de ajuda”.

3. As más-línguas: toda vez que encontra com você, esse amigo fala mal de todas os conhecidos que vocês têm em comum. Às vezes, até lhe telefona só para contar a última besteira que fulano ou sicrano fizeram. Acha que ele não fala mal de você também para os outros? Embora todos nós tenhamos um pouco de fofoqueiros de vez em quando, é preciso ter cuidado com aquelas pessoas que “vivem de viver a vida dos outros, porque não suportam a vida delas próprias”, como afirma a psicóloga, para quem “sua vida é sem graça demais, entediante ou frustrante demais para que se fale dela, então passam a destruir tudo o que há em volta”. O conselho para lidar com esse tipo de pessoa é claro: “Não deixe que essa pessoa faça julgamentos de valor sobre outras pessoas que não estejam presentes se você não quiser que ela faça o mesmo com você”.

4. O colega com más intenções: Aquele colega que olha você de soslaio quando você não faz aquilo que ele tinha em mente e que você sabe que, como vingança, em algum momento, decidirá aprontar alguma para cima de você, com má intenção. Sobre esse caso, Patricia Martínez é categórica: “É preciso se afastar radicalmente desse tipo de pessoa”. Com base na sua experiência, ele acrescenta que “são pessoas que vivem constantemente tomadas pela raiva, como se o mundo lhes devesse alguma coisa. Não suportam que os outros obtenham êxito, se esforcem ou tenham força de vontade, porque essas atitudes de superação as rebaixam ainda mais”. Se não mantiver distância em relação a elas, você acabará perdendo a capacidade de se defender e sofrerá com sentimento de insegurança, impotência e ansiedade.

5. O chefe manipulador: Talvez não seja o seu chefe imediato, mas sim aquele intermediário entre você e o “todo poderoso”, que você teve a sorte de que é simpático, amável, próximo e que sempre lhe inspira confiança. Pois, esteja atento. “Mesmo que sinta que ele se interessa por você, que o escuta, é importante saber que há um perfil de pessoa que guarda todas as informações que você lhe dá, para o caso de precisar usá-las contra você”, alerta, nesse item, a psicóloga emocional Nuria Álvarez. Por isso, não se deve esquecer que ele continua a ser sempre chefe e que é preciso aprender a mesurar a questão da confiança, porque “com o objetivo de conseguir o que quer, esse tipo de pessoa chega a fingir sentimentos, a enganar e a desviar de muitas situações. O que elas querem com isso? Que você se sinta culpado e ceda, em favor delas. São carrascos hábeis disfarçados de vítimas”.

6. O amor platônico e narcisista: Você passa mil anos disponível para tudo o que ele precisa, com a esperança de que se avance para algo a mais. No entanto, sempre que estão juntos, você percebe que “ele só fala dele mesmo, fica contando uma quantidade sem fim de problemas ou de coisas alegres sem perguntar uma única vez como você está ou como foi aquela cirurgia tão importante da qual você ainda está se recuperando”, comenta a psicóloga emocional. Segundo a especialista, esse tipo de pessoa tóxica não costuma se preocupar com os outros, pois está sempre centrada em si mesma e em satisfazer a sua necessidade de receber atenção. Assim, sem perceber, você se tornou um elemento fundamental na vida dela, já que alimenta a sua autoestima, ao mesmo tempo em que ela não acrescenta nem acrescentará nada a você. A especialista afirma também que esse comportamento costuma se manifestar “em pessoas que se acham superiores e melhores do que as outras e que por isso exageram quanto aos seus talentos e estão sempre à espera de que você as inveje e admire”. Enquanto você não se afastar discretamente, para que ela passe a falar da sua vida a outros, “tome cuidado e tenha paciência com as birras dela, porque, enquanto ela não se sentir reconhecida, sempre lutará para ser protagonista da sua vida e de todas as conversas”.

7. O colega de estudo pessimista: Quando iam juntos à faculdade, vocês acalentavam grandes projetos, mas, com o tempo, a realidade foi se impondo e nem tudo saiu como imaginavam. No entanto, você ainda sonha em fazer coisas novas e alcançar objetivos, enquanto ele já se rendeu. “São pessoas que só sabem ver as dificuldades do que pode ser feito. Semeiam dúvidas e temores, criam insegurança, desmotivam e podem a chegar a convencer você de que aquilo que você considerava bastante possível alguns minutos atrás agora é exatamente o contrário”, comenta Nuria Álvarez. É bom que existam pessoas que nos façam enxergar os possíveis riscos de alguma decisão a ser tomada ou de levar adiante um projeto complicado, mas essas amizades vão muito além disso. “Elas acabam se desgastando porque exalam negativismo: tudo, para elas, é um problema, vivem com medo e nunca tentam fazer nada. Não saem da sua zona de conforto e não deixam que os outros o façam”. Assim, leve isso em conta antes de avaliar a opinião dele ou decida que há coisas que é melhor não compartilhar, se você não quiser que ele lhe roube todos os seus sonhos e esperanças.

SILVIA C. CARPALLO

20 de agosto de 2021

BEDA #20: CARIMBO PARA ORGANIZAR OS LIVROS!

 


Há um tempinho... Eu vi uma foto na Blogosfera de um livro e nele tinha uma marcação de carimbo, como na foto. Achei interessante e mostrei a imagem para o meu grupo de amigos no Whatzzapp e surgiram muitas dúvidas. Então, eu resolvi fazer um post dando esta dica para quem, assim como eu, ama ler e tem bastante livro!




Essa dica de Biblioteoteconômia é bastante útil para quem tem muitos livros, para quem é bem cabeça de vento -Será que eu ja li esse livro?- e tem o costume de esquecer as coisas nos lugares ou para quem não é ciumento e costuma empresta-los - que NÂO é o meu caso.

1º passo: Design

Confesso que, eu não tenho nenhum conhecimento em Design. Pensando em pessoas assim a empresa 360 imprimir tem mais de 2000 templates disponiveis na sua galeria de templates contém várias artes finais para que possa ter maior diversidade. Para escolher o seu design preferido e se desejar, pode solicitar alterações que são gratuítos.





Você pode colocar o que você quiser no carimbo! Eu por exemplo, coloquei "Esse livro pertence a estante da Milla com um espaço para colocar a data do inicio e o fim da leitura."


2° passo: impressão

Eu escolhi o Carimbo Automático 14 x 38 mm com Carcaça Econômica Ideal para quem procura um acabamento rápido e económico. Disponível em algumas medidas e em várias cores da carcaça: Preto, Vermelho, Azul, Verde e a qual eu escolhi o rosa. 


Eu não empresto os meus livros! Então, eu só uso para marcar território mesmo: o livro é meu! Hahaha Porém, se você costuma empresta-los o carimbo é importante pois, terá seu nome registrado caso você não lembre que emprestou, veja ele depois e lembre...



Eu paguei R$ 23,46 nele, O estilo do carimbo é Automático 14 x 38 mm, com o design grátis e o material é N/A com a cor da impressão em preto com a opção da carcaça econômica da cor rosa. Tem a opção de pedir revisão de um profissional para a sua encomenda paguei R$ 4,49 por esse serviço. O frete custou R$ 15,09 e no fim a minha conta na 360imprimir fechou em R$43,04.



Se você gostou da idéia de fazer um carimbo para organizar os seus livros vá até esse link: ttp://www.360imprimir.com.br/invite/1A87CAFEB121 e ganhe um descontinho na primeira compra. Me contem ai nos comentários se você já faz isso ou algo parecido, ou como você organiza seus livros! E não esqueçam de me contar o que acharam do post, okay? Vou adorar saber! Beijo!




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