26 de setembro de 2021

Cosy Diary #01

Compartilhando as coisas boas da minha semana


Ano passado, eu comecei a escrever o Diário de Quarentena no inicio da pandemia. Mas, eu acabei travando a minha escrita quando trata-se de escrever sobre a minha vida... Sinto falta de escrever no blog pessoal sem pensar em um "nicho" especifico. Por isso, tentarei trazer um pequeno resumo da minha semana com maior frequência, para deixar registrado na categoria cozy. Me inspirei no conteúdo da Clayse Sai da Minha Lente que se inspirou no conteúdo da Dai, do Colorindo Nuvens.


Tomei a minha primeira dose da vacina Pfizer (ta passada?). Mesmo assim, continuo seguindo as restrições e mantendo os mesmos cuidados. Há mais de um ano e meio sem sair de casa para lazer; Saudades dos amigos de estrada estou sentindo falta dos shows das bandas que eu gosto. Saio apenas para obrigações com médicos, supermercados e ir no final de semana na casa dos meus avós seguindo todos os rituais de higiene necessárias...

Comprei sandálias Melissa: A minha mãe é louca por bolsas & sapatos! Nesse ponto, a genética falhou miseravelmente comigo. Eu consigo contar nos dedos da mão esquerda a quantidade de bolsas e sapatos que eu tive na vida. Eu tenho uma questão por causa dos meus pés... Na época, eu comprava somente um tênis por ano! Eu lembro de usar Melissa na infância... Mas, nunca mais tinha visto um modelo de sandália [Melissa Aranha 79 Special] que ficasse legal nos meus pés [FOTO] e esse modelo é o meu queridinho dos últimos anos...



Fiz a primeira tatoo:
Eu acho que eu já tinha escrito sobre a vontade de fazer uma tatuagem em uma postagem no estilo Coisas que eu gostaria de fazer antes dos 30 anos mas coragem que é bom, nada. Na verdade, não era bem coragem que faltava mas sim dar um sentido legal para um rabisco que iria ficar no meu corpo para sempre... Quando eu encontrei esse desenho do eletrocardiograma com um pinscher rondando a internet eu guardei nos meus arquivos do computador e decidi que queria esse desenho no meu pulso. O significado é além do meu amou amor pelo Sr. Fernandão. 


Sobre o trabalho de formiguinha...: Eu já estava trabalhando em Home Office antes mesmo da quarentena.

Ano retrasado, eu comecei a trabalhar com Formatação de trabalhos acadêmicos. Como todo trabalho, tem "dores de cabeça" o pessoal acha que é só eu expirrar e sai um trabalho acadêmico pronto! Sempre explico que é um trabalho de formiguinha... E a qualidade do trabalho depende da qualidade de informações que o contratante me oferece. Apesar, das "dores de cabeça" essa é uma forma de organizar as minhas economias no final do mês.



Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais. 



14 de setembro de 2021

“E fora do story, você está bem?”

 “E fora dos livros, você está bem? ”


A  literatura é algo que está me causando reflexão ultimamente...  Não a leitura em si, mas a pressão de criar conteúdo literário em tempos (complicados) que eu só quero chegar em casa e ler a minha leitura atual em paz... Porque a leitura para mim serve justamente para isso para escapar da realidade. Tá todo mundo mal. E nem estou falando do livro da Jout Jout com o subtítulo de O livro das crises. Quando eu comecei a compartilhar as minhas leituras no “Bookstagram” eu achei que estava ampliando a pagina LEITURAS onde eu escrevia resenhas e fotografias literárias no meu blog pessoal. Para um IG Literário. Mas, a vibe do “Bookstagram” é outra...

Eu sou do tipo que, sim, lê um livro atrás do outro. Finalizo um e já começo outro na seqüência. Não consigo ficar sem estar lendo nada “no momento”. O meu ritmo de leitura muda com freqüência...  O ritmo é pessoal! de acordo com a minha vida fora das páginas e que é saudável e me faz bem. Ano passado, eu comecei a ler em média, dois livros por mês. E foi em um ritmo bem tranqüilo, aproveitado  cada segundo... Sentindo o sabor de cada leitura. Enquanto, criar conteúdo literário eu costumo dizer que "eu fotografo e escrevo resenhas literárias para não esquecer das leituras que eu já fiz" [Quem nunca?].

Eu sempre costumo cair no erro de olhar o Feed de outros criadores de conteúdos:  A criadora postou as Leituras do Mês com um número X de livros... Até ai tudo bem, eu consumo conteúdo literário tanto quanto, eu escrevo conteúdos literários. Mas, eu comecei a fazer uma conta maluca da quantidade de conteúdo literário que ela poderia fazer com um número X de livros [X+Y= O resultado depende completamente do criador de conteúdo]. Sim, cada pessoa tem a sua vida, pensa de uma forma, vive em determinado contexto e pode usar o próprio tempo como quiser...

O erro está em ficar comparando o meu conteúdo com os outros conteúdos que rolam no Feed do instagram. Sabe a conta maluca? Um numero X de livros com a quantidade Y de conteúdo literário antes mesmo de fazer a leitura em um ritmo bem tranqüilo, aproveitado  cada segundo... Esquece! Pois isso deixou de ser algo bacana e virou pressão.

O estopim de toda essa reflexão aconteceu  com a trend: “E fora do story, você está bem?” ou “E fora dos livros, você está bem?”.

As criticas sobre o Instagram... Sobre a sociedade do espetáculo e a vida mostrada nas redes sociais. Já escrevi sobre isso INSTAGRAM O FAST FOODS DAS REDES SOCIAIS. https://www.ladomilla.com/2015/11/instagram-o-fast-foods-das-redes-sociais.html o assunto não é novidade... Então, veio a pandemia e resolvi me aventurar no Bookstagram. Sim, eu nasci para pagar a minha língua e surgiram outras reflexões.

Na minha bolsa sempre tem um livro...  Mas, eu me lembro exatamente de dois momentos específicos que a leitura serviu para esquecer os problemas reais em que eu estava vivendo. Na época, a leitura servia para manter a mente funcionando... Sem exageros! Em tempos pandêmicos... Eu lembro da frase  “Estes livros deu uma mensagem esperançosa e consoladora para Matilda: que você não está sozinho.” do filme da Matilda que eu já assisti milhares de vezes. A leitura, é uma ferramenta para refletir sobre a nossa própria realidade e sobre como torná-la melhor – para nós mesmos e para os outros­ –.

Como as tuas leituras estão contribuindo para a tua forma de enxergar (e viver) a vida? Elas são só números ou de fato mudam algo na tua relação com o mundo?



8 de setembro de 2021

Umboxing 3° edição do Almanaque Tudum.


No mês passado, a Netflix divulgou que irá realizar a 3º edição do Tudum, um evento da plataforma que celebra as produções originais desenvolvidas pelo streaming. Neste ano, o Tudum irá comemorar os 10 anos da empresa em solo brasileiro. 


A notícia foi divulgada pela Netflix através de um teaser em seu canal no YouTube. Em conjunto do evento, a empresa também irá lançar o Almanaque Tudum, um livro que contará com diversos materiais inéditos de filmes e séries que serão lançados na plataforma nos próximos meses.


Para quem não conhece o Almanaque Tudum, ele uma espécie de livro ilustrado que conta com imagens, posters, adesivos e mais uma série de materiais exclusivos das produções da Netflix. Além disso, ele é um livro bem divertido e interativo com vários jogos, histórias e atividades. Ah! E essa versão é mais que especial... É uma edição comemorativa de 10 anos da empresa em solo brasileiro.

Na 3° edição do Almanaque Tudum veio dois marcadores de livros cheios de nostálgia: O nostalgico Clippy o Clippy. Para você que não lembra por esse nome, é aquele clipe de papel para lá de simpático que aparecia de vez em quando no Microsoft Office para dar algumas dicas de funcionalidade... 


E o outro marcador de livros com o formato de uma TV nos estilo dos anos 80 passando a Netflix... Fazendo  uma referência á série Stranger Things.



Veio com uma página de adesivos temáticos.... Eu era a criança/adolescente que chegava o final do ano e timha milhares de páginas de adesivos que eu nunca tinha usado. Na faculdade a gente acha que vai amadurecer... continuei acumulando adesivos  que nunca vou usar. (rs)


Eu vi um pessoal reclamando que o 3° edição do Almanaque Tudum não está tão interativo e com tantos jogos quanto as edições anteriores... Porém, eu não posso opinar nesse quesito pois eu não consegui adiquirir as edições anteriores... Eu gostei que a edição desse ano não veio encadernada.


Esse ano, eu fiquei mais tempo esperando a Retrospectiva do site  do que fazendo o meu cadastro e algo muito positivo esse ano é que aumentou a quantidade de exemplares...  O Jogo de tabuleiro e as peças  fazendo uma referência ao jogo Dungeons & Dragons (lit. Masmorras & Dragões) é um jogo de role-playing (RPG) de mesa de fantasia publicado pela primeira vez em 1974 da série Stranger Things.



Eai, vocês conseguiram adquirir  a 3º edição do Almanaque Tudum.
O que acharam?

1 de setembro de 2021

O que é Setembro amarelo?




O mês de setembro é o mês de prevenção do suicídio no Brasil. É uma campanha criada pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e acontece todos os anos desde 2015.

O mês de setembro foi o escolhido porquê no dia 10 de setembro é o Dia Internacional de Prevenção do Suicídio, então no Brasil aproveitaram a data para fazer o mês de campanhas de conscientização. Muitas pessoas se perguntam o motivo de terem escolhido a cor amarela para representar a causa, mas poucos sabem da resposta.

Porque Setembro Amarelo?

Em 1994, um jovem de 17 anos chamado Mike Emme, que morava com os seus pais em Westminster, cidade no Colorado, nos Estados Unidos, se matou dentro de seu Ford Mustang 1968. O Mustang Amarelo, segundo os amigos de Mike, era seu principal passatempo. Mike reformou o carro e tinha o pintado de amarelo.

O adolescente cometeu suicídio por não saber pedir ajuda. No dia de sua morte ele deixou um recado pedindo para que seus pais não se culpassem pelo o que ela havia feito, e quando encontraram o bilhete, infelizmente já era tarde. Depois de sua morte foi descoberto que Mike tinha sinais de depressão e não estava sabendo lidar com um término de um namoro.

Por isso, durante o enterro, os pais Dale e Darlene Emme distribuíram cartões com fitas amarelas para todos os que estavam presentes. No cartão estava escrito a frase “se você está pensando em suicídio, entregue este cartão a alguém e peça ajuda!”.

Uma pessoa que estava no funeral espalhou os cartões pela cidade, e em semanas os pais de Mike começaram a receber ligações pessoas de todo o estado pedindo ajuda. Pouco tempo depois a iniciativa ganhou repercussão nacional.

Desde então começaram várias campanhas de prevenção pelo mundo, e, em todas, a cor amarela é usada para representar a campanha a fim de homenagear o jovem apaixonado pelo Mustang 1968 amarelo.

OBS: Se você precisa de ajuda, ligue para o Centro de Valorização da Vida pelo telefone 188 ou procure-os na internet. Peça ajuda para a sua família, amigos, em alguma ONG da sua cidade ou onde você se sente confortável em conversar. Você não está sozinho.

© Lado Milla
Maira Gall