"Bloco Do eu Sozinho"
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22 de fevereiro de 2019

O QUE VOCÊ QUER DE ANIVERSÁRIO?

Quero só noticia boa/ 
Quero paparicações no meu dia, por favor,/ 
Brigadeiros, mantras, música/
Gente vibrando a favor/.


Desde que eu era bem pequena essa pergunta me deixava um tanto sem graça. Primeiro fui educada que, não é de bom tom, ficar pedindo presentes. Outra é que, mesmo quando insistem na pergunta eu nunca sei de verdade o que pedir.

No dia do meu aniversario. O que eu quero? Ah, se já lembrou o dia por mim já está ótimo. Para não dizer que sou totalmente avessa aos presentes gosto daquele em forma de “lembrancinhas” não é algo caro. Mas é algo simples que fez a outra pessoa lembrar-se de você. É gratificante ver que uma pessoa parou para pensar e criar alguma coisa para você, ao invés de só pegar alguma coisa pronta. Acho uma coisa legal de se ver. Mostram que se importam. Mas, admito que,gostaria de ganhar meus presentes em dinheiro para assim poder comprar minhas “bugigangas”.

“Mesmo que não veja muito sentido em aniversários. Parabéns? Parabéns pelo quê? Por sobreviver mais um ano? Um dia para as pessoas serem legais com você? Compensar todos os 364 dias do ano que sequer lembraram seu nome? Talvez pra tentar ser convidado pra sua festa ou sabe-se lá.”

Esse ano, meu aniversario cai em uma Sexta-Feira. Vou usar esse dia para me concentrar, ter um dia meu mesmo, como sugere os aniversários... Talvez maratonar alguns episódios do FRIENDS comendo uma panela de brigadeiro... e Manter os pensamentos leves. Eu acredito que, isso atrai energias boas o ano todo. 

Fazer aniversário nesses dois primeiros meses do ano funciona como um ano novo com 365 dias de novas possibilidades... Costumava gostar dos anos pares, bem mais que, os anos ímpares. Porém, o ano de 2018 foi tão "caquinha" Que tenho medo de continuar afirmando isso... Uma coisa é certa: não espero presentes de ninguém! Talvez o meu maior desejo de aniversario. É aquele trecho da canção da Vanessa da Mata: Quero só noticia boa/ Quero paparicações no meu dia, por favor,/ Brigadeiros, mantras, música/ Gente vibrando a favor/.

28 de dezembro de 2018

LADO MILLA AWARDS:. Musicas que eu ouvi em 2018


No LADO MILLA AWARDS 2018. escreverei sobre as musicas que eu ouvi de acordo com a minha Playlist de 2018 do Spotify. O que é bastante irônico. Pois, a ironia começa no título desse texto "Discografia de 2018". Ouvir musicas no modo aleatório no Spotify ainda me parece algo muito moderno para uma pessoa da geração 80-90, que colecionavam CDs dos musicos e das bandas preferidas e colocava para tocar no Disckman (lembram?).   

... Eu não quero mais conversa com quem não tem amor/ gente certa é gente aberta, se o amor chamar eu vou... 


Carlos, Erasmo é um álbum do cantor e compositor Erasmo Carlos, lançado em 1971. O disco é visto como um dos melhores trabalhos de Erasmo Carlos, pois apresenta uma boa gravação e bons arranjos feitos por Chiquinho de Moraes. O LP foi eleito em uma lista da versão brasileira da revista Rolling Stone como o 31º melhor disco brasileiro de todos os tempos. O cantor deixou um pouco o rock de lado e decidiu investir mais no soul e na MPB. Exemplos disso são as canções como Gente Aberta, Mundo Deserto e Ciça Cecilia, todas escritas em parceria com Roberto Carlos. Também está presente a música De Noite na Cama, de Caetano Veloso. As únicas músicas de rock que o disco possui são a chuckberriana É Preciso Dar Um Jeito Meu Amigo, também em parceria com Roberto, e a pesada Agora Ninguém Chora Mais, de Jorge Ben. O disco também tem a participação do baterista Dinho Leme e do baixista Liminha, ambos da banda Os Mutantes.


Há um bocado de gente na mesma situação/Todo mundo gosta dela na mesma doce ilusão/A vizinha quando passa e não liga pra ninguém/ Todo mundo fica louco e o seu vizinho também.

Braseiro é o álbum de estreia da cantora Roberta Sá. Foi lançado em 2005 e conta com participações especiais de Ney Matogrosso, MPB4 e Pedro Luís e a Parede, bem como com canções de compositores já consagrados do samba, como Chico Buarque, e novos nomes da música brasileira, como Rodrigo Maranhão (da banda Bangalafumenga), Marcelo Camelo (ex-integrante da banda Los Hermanos), Teresa Cristina, Pedro Luís.


Há primeira vez que ouvi a Roberta Sá foi em um desses programas musicais que passa na TV... Na época, eu baixei o álbum completo no computador e passei as musicas para o meu celular que ouvi praticamente a semana inteira! Esses dias eu estava ouvindo no spotify...


Se navegar chegou, deixa navegar/Chegou deixa chegar/Se navegar chegou, deixa navegar/Chegou deixa chegar...


“Afinar as rezas”, primeiro álbum do Dazaranha sem a participação de Gazu, o novo trabalho é superior ao “Daza”, de 2014 – ainda que com ressalvas. Gravado no Rio de Janeiro, novamente com produção do renomado Carlos Trilha, o disco traz 11 músicas e uma vinheta, totalizando 40 minutos, e foi financiado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Florianópolis, com patrocínio da Fundação Franklin Cascaes.


Apesar dessa melhora em relação ao trabalho anterior, o Dazaranha virou refém da sua obra. Musicalmente falando, a banda construiu um legado tão rico e próprio nestes 25 anos de carreira que os fãs esperam ouvir o “velho Daza” a cada novo lançamento. Em “Afinar as rezas”, o grupo busca novos caminhos, com uma sonoridade mais moderna e pop, mas sem perder a identidade. A faixa título abre o álbum com Moriel nos vocais. É preciso reconhecer: a presença de Gazu ocultava esse talento de Muruca, que nasceu para ser protagonista. Chico Martins, no entanto, é quem mais canta no novo disco. O guitarrista, que assina duas composições, assume o microfone em sete das 11 músicas.


... Vou reerguer o meu castelo/Ferro e martelo/Reconquistar o que eu perdi/Eu sei que vão tentar me destruir/Mas vou me reconstruir/Voltar mais forte que antes ...



Sem dúvida alguma a cantora IZA foi um dos grandes nomes do pop brasileiro em 2018 e Dona de Mim, seu disco de estreia, veio repleto de grandes hits e participações especiais que acrescentaram bastante a uma artista que tem luz própria. Ivete Sangalo, Marcelo Falcão, Thiaguinho e Rincon Sapiência abrilhantaram um trabalho que deixou claro: IZA será uma das maiores nos próximos anos.


... Quem caminha pelo vento sabe o bem que ele traz Só quero amor, só quero paz Pura eletricidade vem da força que ele faz Só quero amor, só quero paz ...


Segundo os arquivos desse querido Blog, a primeira vez que eu ouvi Moinhos foi em 2014. Em um programa de uma rádio online do Rio de Janeiro/RJ chamada MPB fm (chuchu até no nome **) além de tocar musicas brasileiras de qualidade, no horário das 18 h:00s tem o programa MPBmusical com cantores conhecidos da grande mídia e outros nem tão conhecidos assim... Quando eu vi que finalmente tinham lançado um albúm eu fiquei durante dias ouvindo com a mesma vibe que eu ouvi pela primeira vez...


Os integrantes que fazem parte desse “Power Trio” são: Emanuelle comandou os vocais da Banda Eva durante alguns carnavais; Lan Lan tocou com Cássia Eller, Nando Reis & Os Infernais e com os Tresloucados - um projeto de Preta Gil e Davi Moraes -, além de ter liderado Lan Lan & Os Elaines; Toni, por sua vez, já acompanhou os principais baianos ainda na ativa, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Moraes Moreira, Gal Costa, além de artistas como Luiz Melodia, Elba Ramalho, Nelson Gonçalves, Sérgio Sampaio e Adriana Calcanhotto. Para as bandas Paralamas do Sucesso e Herva Doce, Toni ainda fez alguns arranjos.  


Vagabundo vai correr, vai brincar/ Vai chover, vai sujar/Deixa o menino jogar, que é Sexta-feira/Pra proteger é que existe a rezadeira/A rezadeira vai rezar (rezadeira) vai rezar(Rezadeira)…


Foco, Força e Fé é o primeiro álbum de estúdio do rapper e compositor brasileiro Projota, lançado em novembro de 2014 pela Universal Music, primeiro lançamento assinado por uma gravadora. O álbum possui 15 faixas, e possui participações de Marcelo D2, Negra Li, Dado Villa-Lobos, J Balvin e Marlos Vinícius


Acho que esse CD também entrou na retrospectiva de 2017. Eu ainda não consegui superar Upside Down eu lembro dessa musica por causa do macaquinho no clipe.


Jack Hody Johnson (Honolulu, 18 de maio de 1975) é um cantor, compositor e surfista americano. Cresceu na Baía Norte de Oahu, no Havaí, e atualmente vive em Haleiwa. Antes de lançar o seu primeiro álbum de estúdio, Jack Johnson fazia filmes de surfe. Por ser um surfista e músico, seu estilo é erroneamente classificado como surf music, um subgênero rock surgido nos anos 60.

Esse é o album preferido da minha familia quando vamos viajar... Eu consegui viciar os meus pais a ouvir rock gaucho de alguma maneira.


o Rock de Galpão – grupo que resgata o cancioneiro gaúcho, criando versões contemporâneas para clássicos da música regionalista – O Rock de Galpão é formado por Tiago Ferraz (voz e guitarra), Rafa Schuler (guitarra e vocais), Guilherme Gul (bateria), Mestre Kó (teclados e vocais), Paulinho Cardoso (acordeon) e Gustavo Viegas (contrabaixo), além do artista convidado Diablo Jr. (percussão e boleadeiras).


Roberto Carlos é o trigésimo sexto álbum de estúdio do cantor e compositor Roberto Carlos, lançado em 1993 pela gravadora CBS. Eu acho esse CD realmente maravilhoso! Todas as faixas: O Velho Caminhoneiro, Coisa Bonita, Hoje é Domingo, Obsessão,Nossa Senhora,Tanta Solidão, Se Você Pensa, Parabéns, Mis Amores. Fazem esse o meu CD preferido do Roberto Carlos.

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22 de dezembro de 2018

#22. Pijama mistico: A velha e o fósforo....


Olhando os arquivos do meu Blog eu me deparo com esse texto foi lido em um antigo pijama mistico " na extinta rede Atlantida). Falei que não ia mais falar sobre amor e sobre a ideologia que o sentimento carrega mas sei lá, é bom sentir todos os movimentos dos sentidos do corpo que esse nome carrega.


Quando eu era criança tinha uma mulher velha que jogava um palito de fósforo aceso no café e via o futuro na mancha que fazia quando o palito apagava.

Uma vez eu tomei um fora na escola e chorei em casa.

A velha jogou o fósforo

Falou que era amor.
No dia seguinte foi a mesma merda.
Botei a culpa na velha.
Depois com o tempo descobri que o problema era o café.
Porque café não tem nada a ver com amor.
Café desce rasgando e te deixa ligado.

Amor não.
Amor é tipo leite.
Tem prazo de validade curto e azeda muito rápido.
E longa vida tem conservante.
Uma mentira embalada.
Só parece seguro porque está em uma caixinha.
Depois que abre é igual a qualquer outro.
Não sei como chorei por aquele ridículo da escola.
Ele era horrível.

Amor é tipo isso, derivado de leite com embalagem bonita na geladeira do mercado.
Você quer muito, as vezes fica doente de vontade, mas depois que bebe vê que nem foi tudo aquilo.
E sem as embalagens, no fundo, danone, queijo, manteiga... é tudo a mesma merda.Fica lá em você boiando até sumir.


Teu corpo absorve o bom.
E o ruim vai embora.



Everton Cunha (Mr Pi)




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21 de dezembro de 2018

#21. 3° SEMANA: BLOGAGEM ESPECIAL DE FINAL DE ANO

  • E chegamos atrasados na 3° semana da Blogagem Especial de Final de Ano.Esses dias foram cheios de resultados das espectativas da semana passada. Finalmente, entrei no trabalho voluntário que eu estou muito afim de fazer; As aulas de pós-graduação que me deixaram com os nervos a flor da pele finalmente engrenou de uma maneira surpreendente que ainda irei escrever sobre isso.

  • LINKS DA SEMANA

  • #20. Discografia de 2018 Nesse ano, eu escreverei sobre as musicas que eu ouvi de acordo com a minha Playlist de 2018 do Spotify.  O que é bastante irônico. Pois, a ironia começa no título desse texto "Discografia de 2018". Ouvir musicas no modo aleatório no Spotify ainda me parece algo muito moderno para uma pessoa da geração 80-90, que colecionavam CDs dos musicos e das bandas preferidas e colocava para tocar no Disckman (lembram?).  


  • 19. Sobre as madrugadas que sinto falta... É nas madrugadas assim que eu mais sinto falta daquele radialista, se eu fechar os olhos parece que eu ainda consigo escutar a sua voz grave e aveludada, alimentando o imaginário de todos que como eu, seguia os seus pensamentos pela madrugada adentro (...) Sobre saudades de ouvir rádio de madrugada.
  • #18. Retrospectiva: Novelas que terminaram no 1° s... O primeiro semestre de 2018 continuou sendo meses estranhos... Com a programação do canal aberto do ano passado. O ano de 2017 foi um ano tão estranho que tive uma dificuldade extrema de elencar tudo que assisti ao longo daqueles 12 meses.
  • #17 Sobre as minhas coleções...  Eu comecei a colecionar Bottons-literários em 2013. Já falei sobre elas aqui no blog, onde falo sobre os eventos da Intrínseca por isso não vou me prolongar muito. Atualmente, eu tenho 26 bottons que ficam guardados nessa lata.
#16. A Noite do Rei - Rafael Malenotti  Quando eu nem tinha planos em criar um "Diário de Chalaça´s" para escrever sobre os shows que vou com uma certa frequência... Eu escrevi um relato emocionante sobre A Noite do Rei - Em que Rafael Malenotti & Banda fazem uma re-leitura das musicas do Roberto Carlos. No blog anterior, eu escrevi um relato emocionante na época, e graças ao Archive eu consegui salvar o relato e escrever aqui no Blog Lado Milla.


  • #15 Fotografando Domingos: Em Passo fundo/RS No inicio do blog, nasceu um projeto chamado "fotografando Domingos..." que consiste em colocar aqui, registros do meu final de semana (sexta-sábado e domingo). Domingo fomos para o PASSO FUNDO SHOPPING em Passo Fundo/RS.

19 de dezembro de 2018

19. Sobre as madrugadas que sinto falta...



__ Lá vamos nós em mais uma madrugada a dentro com musicas e pensamentos e o que mais surgir... 



É nas madrugadas assim que eu mais sinto falta daquele radialista, se eu fechar os olhos parece que eu ainda consigo escutar a sua voz grave e aveludada, alimentando o imaginário de todos que como eu, seguia os seus pensamentos pela madrugada adentro, desligando por algumas horas dos problemas do dia-a-dia. Tenho saudades de ouvir musica “aleatoriamente” daquelas que você precisa ouvir no momento mesmo que você não saiba que te deixe com um sentimento de “poxa, que musica phoda! Quem é que canta?” ou “bah, essa frase dessa canção era tudo que eu precisava ouvir agora...” já hoje em dia existe o botão aleatório do iphone, mas tudo soa um tanto quanto artificial.

Nunca mais ouvi musica daquela maneira como eu ouvia em meados de 2001, que foi a primeira vez que ouvi a musica fim de tarde com você no radio, naquela época eu nem imaginava que banda era a banda Acústicos e Valvulados quem é que cantava ou quem mesmo tinha escrito essa canção, que eu achava desde a primeira vez a musica da trilha sonora da minha vida. 

Passei por uma experiência parecida em 2010 com a musica Céu da noite da mesma banda, mas dessa vez sabia de qual banda se tratava a musica em questão já que já tinha trocado umas 3ou9 palavras com os integrantes da banda nos poucos shows que fui, e no ano anterior foi à vez de conhecer pessoalmente o dono da voz aveludada conhecido pelo nome Everton Cunha.

Mas são madrugadas assim entre quatro paredes, de um silêncio quase que angustiante que eu sinto falta de mais um “fim de tarde” ou “céu da noite” ou frases e conversas que duravam o tempo suficiente, para descansar a mente e finalmente dormir em paz.

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18 de dezembro de 2018

#18. Retrospectiva: Novelas que terminaram no 1° semestre de 2018.


O primeiro semestre de 2018 continuou sendo meses estranhos... Com a programação do canal aberto do ano passado. O ano de 2017 foi um ano tão estranho que tive uma dificuldade extrema de elencar tudo que assisti ao longo daqueles 12 meses.


O roubo de 40 milhões de dólares do cofre do luxuoso Hotel Carioca Palace e seus desdobramentos na vida de cada um dos envolvidos, sejam eles hóspedes, suspeitos ou convidados de um grande baile de gala. Neta do dono do hotel, Luíza (Camila Queiroz), vê sua festa de 25 anos se transformar em uma grande investigação policial.

O dinheiro vinha da venda do cinco-estrelas, transação entre o proprietário, Pedrinho Guimarães (Marcos Caruso), um milionário falido, e o jovem empresário Eric Ribeiro (Mateus Solano), sem o consentimento da única herdeira, Luiza, neta de Pedrinho. O assalto foi feito por quatro funcionários do hotel: o concierge Malagueta (Marcelo Serrado), o mentor do plano; o garçom Júlio (Thiago Martins); o recepcionista Agnaldo (João Baldasserini) e a namorada dele, a camareira Sandra Helena (Nanda Costa). A princípio eles hesitam, mas depois, diante de situações limite na vida de cada um, topam participar do roubo.


Eu assisti essa novela sem tanto entusiasmo quanto Rock Story... A novela Definida como uma comédia policial romântica, Pega Pega é a primeira novela solo de Cláudia Souto.

No elenco tínhamos nomes como Mariana Santos (Zorra Total) com a sua interpretação horrível como Maria Pia, uma vilã humana. Marcelo Serrado com o vilão o Malagueta foi algo bastante forçado. Sei lá, não conseguiu convencer na maioria da suas cenas como o chefe do roubo do Hotel Carioca Palace. Nanda Costa, a Sandra Helena, iluminando a novela em uma ótima dobradinha com João Baldasserini. A Nanda Costa foi excelente em tirar  o sex a peeal das suas personagens anteriores... Fazendo a Sandra Helena uma pessoa humana que viu a consequência dos suas atos no decorrer da novela; e Guilherme Weber, excelente como Douglas, sem cair na caricatura fácil do gay engraçado.


Já Mateus Solano e Camila Queiroz – os protagonistas Eric e Luiza – ficam fora dessa relação. Logicamente não por causa do talento dos atores, já comprovado anteriormente. Mas pelos perfis de seus personagens. A falta de química entre o casal saltou aos olhos logo no primeiro capítulo, quando o texto forçou uma paixão à primeira vista sem a menor sutileza. Falta de carisma dos personagens, isoladamente, e falta de química, quando juntos. Foi um dos casais protagonistas mais insossos da história das novelas.
A novela Pega Pega revelou-se inconsistente e sem estofo. O roubo do hotel, mote central no lançamento da novela, não conseguiu se manter. Antes que esse enredo se esgotasse, a autora Cláudia Souto lançou o “quem matou?”de um personagem que estava morto desde o início da história: Mirella, a falecida mulher de Eric (representada pela atriz Marina Rigueira). Ela só aparecia em flashbacks e mal tinha falas.


Portugal, 1927. José Augusto Correia Guedes (Tony Ramos) é o homem mais influente e poderoso da região de Morros Verdes, fabricante de vinhos e azeites na Quinta da Carrasqueira. Pai de Maria Vitória (Vitória Strada), ele mantém com a filha uma boa relação. Viúvo, a criou com a ajuda da governanta Delfina (Letícia Sabatella), sua amante há muitos anos. Fruto desse romance proibido, a jovem Tereza (Olívia Torres) acha que José Augusto é seu padrinho. Porém, Delfina será capaz de tudo para fazer com que o amante reconheça a paternidade da filha.

Maria Vitória é cortejada por Fernão Moniz (Jayme Matarazzo), filho de um amigo de seu pai. O rapaz, ambicioso, está certo de que será seu futuro esposo e, consequentemente, o próximo mandachuva da região. Porém, durante as festividades da Semana Santa, os olhares de Maria Vitória se voltam para Inácio (Bruno Cabrerizo), um moço simples e honesto, de origem humilde. Quando os dois se beijam pela primeira vez, ela o convida para sua festa de dezoito anos. Fernão escolhe esta data para pedir a mão da jovem em casamento, mas ela está completamente apaixonada por Inácio.


Eu não curto muito novelas de época... Sendo a mesma temática da novela anterior Novo Mundo assisti alguns episódios dessa novela e notei que: O público vinha de uma novela movimentada e alegre (Novo Mundo) e, a princípio, estranhou em Tempo de Amar a desaceleração no ritmo e o excesso de sofrimento dos personagens nas primeiras semanas, o que rendeu à produção a alcunha de “Tempo de Sofrer”. O autor explicou que o início sofrido foi necessário, para que a história pudesse engrenar. O roteiro não foi alterado e logo os personagens encontraram dias melhores – bem como uma trama mais fluida. O ritmo foi condizente com o seu contexto.

O humor, sempre leve, foi inserido gradativamente. Neste particular, destacaram-se o núcleo da geleia Supimpa – de Alzira (Deborah Evelyn), Pepito (Maicon Rodrigues) e companhia – e a agradável Dona Nicota (Olívia Araújo).

O longo desencontro dos protagonistas, em algumas situações forçadas, fez a trama parecer girar em círculos. Mesmo com amigos em comum em uma mesma cidade, Inácio e Maria Vitória (Bruno Cabrerizo e Vitória Strada) passaram a maior parte da novela sem se verem. Para forçar esse desencontro, Inácio até esqueceu do amigo Geraldo (Jackson Antunes), no momento em que este ficou atrelado a Maria Vitória – o encontro entre Inácio e Geraldo poria fim ao desencontro do par romântico. Ainda um ponto destoante: o sotaque italiano dos personagens Giuseppe e Tomaso (Guilherme Prates e Ricardo Vianna) quando a produção optou por não marcar o sotaque do núcleo de Portugal.


Clara (Bianca Bin) tem uma vida tranquila e simples na região paradisíaca do Jalapão, estado do Tocantins, com o avô Josafá (Lima Duarte) e a amizade de Renato (Rafael Cardoso), que sempre foi apaixonado por ela. A mudança em seu destino é selada quando conhece Gael (Sérgio Guizé), herdeiro de uma família de Palmas. A atração entre os dois é imediata e ela, sem dúvidas do que sente, se entrega a essa paixão, que a levará do céu ao inferno.

Além do temperamento agressivo de Gael, Clara enfrentará ainda Sophia (Marieta Severo), a sogra. Estrategista, a matriarca descobre que há esmeraldas nas terras de Clara e enxerga a oportunidade de salvar sua família da decadência. Para realizar todos os seus desejos, Sophia terá de convencer – ou forçar – Clara e seu avô a permitirem o garimpo de pedras no local. A princípio, ela finge ser amiga, apoiando a nora todas as vezes em que Gael se descontrola e explode.


O próximo passo de Sophia é tirar Clara do seu caminho, nem que para isso precise usar o próprio filho. Para tanto, executa um plano sórdido: com a ajuda do juiz Gustavo (Luís Melo), do psiquiatra Samuel (Eriberto Leão) e do delegado Vinícius (Flávio Tolezani), Sophia interna Clara em uma clínica psiquiátrica, em uma ilha isolada. Dez anos se passam, Clara se fortalece e percebe que foi vítima de um grande golpe.

O escritor Walcyr Carrasco nunca me decepcionou e o principal mérito de O Outro Lado do Paraíso foi entregar o que o público aceitou e com o que se envolveu: diversão através de escapismo e fuga da realidade, sem gerar questionamentos ou fazer raciocinar. Sob este prisma, a novela de Walcyr Carrasco cumpriu com louvor a sua meta: entreter somente.


Walcyr Carrasco se inspirou no folhetim O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas (1802-1870), para a trama central de O Outro Lado do Paraíso, que envolvia a vingança da mocinha Clara (Bianca Bin).


Outra inspiração originou a trama da personagem Beth (Glória Pires), em muitos pontos em comum com o melodrama francês Madame X, escrito para o teatro por Alexandre Bisson, em 1908, e adaptado algumas vezes para o cinema. A versão cinematográfica mais célebre é o filme de David Lowell Rich, de 1966, com Lana Turner como a protagonista. O Conde de Monte Cristo também teve versões para o cinema, como o filme de Rowland V. Lee, de 1934, com Robert Donat, e o filme de Kevin Reynolds, de 2002, com Jim Caviezel.




Na pretensão de abordar temas sociais, Walcyr Carrasco meteu os pés pelas mãos e mais prestou desserviços do que suscitou discussões ou conscientização para a sociedade. A única abordagem levada com alguma coerência foi a pedofilia, cuja sequência do julgamento do pedófilo foi aplaudida (menos o final, quando tudo vira um salseiro). Mesmo assim, arranhada com uma polêmica. Por que um problema grave como o enfrentado pela personagem Laura (Bella Piero) foi tratado por Adriana (Júlia Dalavia), uma advogada novata que fez um curso de coach e aprendeu a fazer hipnose? Por que Laura não procurou um profissional experiente da área específica, um psicólogo ou um terapeuta? Porque tratava-se de um “merchan”, uma ação paga pelo Instituto Brasileiro de Coaching (IBC). Assim o autor forçou uma situação para justificar a ação de merchandising. Pegou mal.


As ações de merchandising promovidas pelo IBC foram exibidas em fevereiro de 2018, mencionadas nos créditos de encerramento dos capítulos em que apareceram. O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) recebeu reclamações do Conselho Federal de Psicologia e de outros conselhos regionais, assim como profissionais dos dois ramos, psicologia e coaching, que criticaram o fato de a trama mostrar um profissional usando coaching para tratar de sérios problemas e traumas psicológicos. Após a polêmica, a Globo não exibiu outras sessões de coaching na trama. O caso da personagem Laura foi resolvido depois que o abusador foi preso e a advogada Adriana finalmente sugeriu que ela (Laura) procurasse terapia com um psicólogo.


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17 de dezembro de 2018

#17 Sobre as minhas coleções...


"... Alguns colecionam como trabalho
outros só como herança
tem quem colecione como um hobbie
e eu coleciono como lembrança."



Na minha infância, sempre que eu gostava muito de algum objeto eu arrumava um jeito de ter outros objetos para colecionar.As minhas primeiras coleções foram de:  Tazos (aqueles que vinham nos salgadinhos...); figurinhas de chicletes; adesivos decorativos (tinha até um álbum com folhas autocolantes para colocar esses adesivos...); Na minha época mais fanática de Chiquititas e Sandy&Junior  eu colecionava todas as reportagens que saiam nas revistas (antes da internet...) e guardava em folhas de plástico em um fichário da época evolui para vários pôster de outras bandas que eu gostava na época.

Hoje em dia, eu tenho alguns objetos (colecionáveis...) que fazem um papel decorativo na minha estante de livros e no meu quarto.

Bottons Literários (músicos e bandas):


Eu comecei a colecionar Bottons-literários em 2013. Já falei sobre elas aqui no blog, onde falo sobre os eventos da Intrínseca por isso não vou me prolongar muito. Atualmente, eu tenho 26 bottons que ficam guardados nessa lata.



Marcadores de Livros:

Eu compro os meus livros nas livrarias-físicas da minha cidade. Quando finalmente eu escolhia o livro que ia comprar e caminhava até o caixa para finalizar a compra, a atendente colocava um "marcador de pagina" dentro do meu livro novo. Geralmente, era um marcador bem fulerinho fazendo propaganda da própria livraria e outras vezes marcadores- literários. A editora Intrínseca uma vez no ano faz a Turnê Intrínseca, e sempre tem um kit com marcadores de livros e Bottons literários para as pessoas que vão no evento é de onde vem a maioria dos bottons/marcadores da minha coleção.


Ganhei em um sorteio no blog Mil alices que veio esse marcador de páginas fofo com a carinha da alice que faz companhia para versão pocket da editora Zahar


Mc Donalds


Compro o Mc Lanche Feliz por causa do brinde #confesso! As miniaturas decoram a minha estante de livros.


Kinder (Os sobreviventes...)


E u guardava essas miniaturas do Kinder em uma caixinha de papelão do Unibanco e que tem um valor bastante afetivo (de uma época bastante bacana da minha vida...) comprei outros Kinder´s desde então, a coleção foi aumentando/diminuindo e tive que guarda-los dentro desse pequeno báu de madeira.



O que voces acharam das minhas coleções ??? E ai vocês colecionam alguma coisa? Eu vou adorar saber deixe aqui embaixo nos cometários.
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© Lado Milla
Maira Gall