#Be-happy!
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13 de junho de 2019

Aquele que comecei a namorar no dia dos namorados...

Quando eu tinha 16 anos, a minha vida social era bastante movimentada.

Resumindo um pouco, eu estava no 1° ano do ensino médio e estudava no período matutino em uma escola particular no centro de Florianópolis. As tardes eu ficava na casa das minhas amigas jogando The Sim´s... No final de semana, eu tinha crisma e logo mais tarde grupo de jovens com estudantes da UFSC.

Conheci o Thi* em um dos encontros da Crisma. Ele era um garoto que não se encaixava na definição de magricelo nem gordo, os seus cabelos loiros tinham aquele corte estilo "tigela" e tinham olhos azuis.... Ele era um pouco mais baixo que eu. Mas, quando eu usava salto eu ficava bem mais alta que ele.

O Thi* não era o Troy... 

O nosso primeiro encontro, foi no Shopping da Trindade e logo mais iríamos para a crisma e logo mais tarde no grupo de jovens com estudantes da UFSC.

Em um desses encontros no shopping... O Thi* me aparece com um ursinho panda e um saquinho decorado com chocolate e diz sorridente "Feliz dia do namorados!" . Foi então que olhei o relógio e vi que era dia 12 de junho. Preciso dizer aqui que sou alguém deveras desligada? kkkk apesar de ser bastante clichê, pedir em namoro no dia dos namorados eu fique bastante surpresa... Lembro que, eu não comprei nem um chocolatinho para ele.

Depois que começamos a namorar, nós almoçávamos praticamente todos os dias no centro... No periodo vespertino, sempre tinha monitoria de matemática/química/física a tarde (Oi federal!) e tinha voltinhas no centro... Aproveitamos a hora do almoço para namorar/ conversar/ almoçar. Esse foi um dos relacionamentos mais saudáveis que eu já tive. Na época, ainda não existia as redes sociais e se quisesse conversar tinha que realmente marcar para se encontrar ao vivo!

Depois de um tempo, o Thi* achou uma boa ideia convidar o Ma* um amigo dele para almoçar com a gente. O nosso almoço, que aproveitamos a hora do almoço para namorar/ conversar/ almoçar... 

O Ma* era aquele amigo inconveniente que fazia piadinha fora de hora e não se tocava que estava sendo demais no ambiente... Num certo almoço, eu lembro que fiquei muda o almoço inteiro! Enquanto os dois conversaram sobre os assuntos variados que não me incluíam. O almoço era de 1h00s que eu sempre esticava para 1h30 ou um pouquinho mais... 

O Ma* era tão chato o Cabeça personagem do Queroga do filme Meu Passado Me Condena 
Naquele dia, era 12h30 eu já estava pulando da cadeira querendo ir para a escola. o Thi* sempre me levava até o portão da escola e naquele dia ele falou "Hoje nem conversamos direito..." e tasquei logo um "Na próxima vez, almoça com o seu amiguinho...". 

Pronto, virei oficialmente a namorada que não gostava dos amigos do namorado...

Cheguei a dar uma sugestão para o Thi* que ele poderia almoçar com o Ma* ou com os outros amigos deles que não precisava necessariamente me incluir. Embora nós nos víssemos frequentemente eram no máximo 2 horas por dia devíamos aproveitar esse tempinho juntos...

O Ma* começou a vir com menos frequência para os nossos almoços... E finalmente Eu e o Thi* podíamos conversar sem nenhuma piada idiota ou assuntos inconvenientes... Almoçávamos e esticávamos o passeio para as pracinhas da cidade começo de namoro é tão bom né? 

Antes de você  continuar lendo sobre o meu primeiro namoro... Eu preciso escrever algumas coisinhas sobre a Camyli com 16 anos:

↬ A Camyli de 16 anos frequentava um grupo de jovens.... E já tinha visto bem de perto os perrengues que a sua prima teve com uma gravidez na adolescência... 
↬ A Camyli de 16 anos era virgem! e sonhava bastante com a sua primeira vez... Seria quando essa garotinha se sentisse segura e com um carinha especial. 
↬ A Camyli de 16 anos já era uma feminista convicta embora não soubesse muito bem o que isso significava.

Na época, eu cheguei a conversar sobre esse assunto com o Thi* e eu achei que esse assunto já estava bastante claro para ambos... 

Em um dos nossos almoços o Ma* apareceu fazendo um convite até então inocente. Ele iria fazer  uma festa na casa dele e alguns casais de amigos no final de semana... Eu achei super bacana! a oportunidade de conhecer os amigos do meu namorado e trocar figurinhas com as gurias e tal. Mais justamente naquele final de semana acabou dando um B.O aqui em casa e eu acabei não indo.

Na Segunda-Feira seguinte, o Ma* apareceu no almoço querendo contar sobre a festa do final de semana. Com um tom de deboche começou a falar "Poxa, vocês não foram na festinha... Na verdade, era só eu e a guria que eu to pegando e o Thi* e você". "Na moral, era só uma desculpa para vocês transarem...". Não lembro de ter dado um sermão nele´s... Mas, fiquei bastante angustiada com a falta de noção e de respeito.

Eu fui embora P* da vida!

O Thi* me ligou pedindo desculpas... Marcamos de nos encontrar para conversar sobre esse episódio. Eu já sabia que queria terminar o namoro 
falta de respeito com a minha decisão foi o motivo suficiente para o termino e como ele permitiu que a minha virgindade virasse chacota na boca do imbecil do amigo dele. 

Quando eu falei para o Thi* que não queria mais namorar esse menino começou a chorar de soluçar... Porém, a confiança já tinha sido quebrada... Tudo que a gente conversou... Tinha virado motivos de chacota . 

O Thi* saiu chorando daquele almoço... Esse relacionamento durou exatamente seis meses. Ele perguntou várias vezes se eu tinha certeza que eu queria terminar e se essa decisão fosse definitiva ele não voltaria atrás dessa decisão e desde então eu nunca mais tinha visto... Até no ano passado.

  

 Mas, esse assunto fica para o próximo post.


* Usei somente as iniciais para preservar as pessoas nas quais eu citei nesses texto.

23 de outubro de 2018

Semana Haloween: Tag literária Haloween.

Hoje é Terça- Feira. E nas terças, teremos o T de TAG que consiste em colocar aqui, as tag´s na qual eu fui tagueada(ou não).
Hoje o T de TAG é um post especial de Halloween. Essa TAG foi criada pela Clarice do blog Sai da Minha Lente e Vanessa do blog Sabor Absinto.

1. Fantasma: Aquele livro que explodiu no lançamento, mas hoje ninguém mais ouve falar;



Eu soube do laçamento do livro A culpa nas estrelas em um evento literário da Ed. Intrínseca no inicio de 2013. Na época, explodiu resenhas e vídeos sobre o livro e logo depois veio o filme explodiu em elogios&criticas hoje em dia serve  como um "..."  Pois todos os outros livros que são escritos pelo Jonh Green tem escrito "do mesmo escritor de A Culpa das Estrelas".

2. Frankstein: Um personagem que todo mundo acha que é um monstro, mas você sabe que no fundo ele é só incompreendido;

No  livro Auggie&eu temos a chance de saber o que se passa na cabeça do personagem mais controverso do romance: Julian, o menino que lidera a cruzada de bullying contra Auggie. No capítulo do Julian R. J. Palacio faz uma comovente incursão no mundo de uma criança que tem o coração muito maior do que seus atos de bullying e crueldade podem fazer mostrar, mas precisa de ajuda para enxergar isso.

3. Morcego: Um livro que você passou a madrugada lendo;



Quando eu comecei a ler o livro Extraordinário eu me identifiquei demais com o Auggie e sobre a sua vivencia de bulling na  escola... Eu passei  o dia e a madrugada inteira lendo esse livro.

4. Zumbi: Uma leitura que você achou difícil e teve que forçar o cérebro para conseguir entrar na história;


Eu estou achando a leitura do livro A longa viagem a um pequeno planeta hostil um pouco difícil e tenho que forçar o cérebro para conseguir entrar na história.

5. Bruxa: Um personagem difícil de se relacionar; 


Esse livro foi um pouco "abóbora" também pois, eu fiquei com uma expectativa grande para ler... A personagem Ladislav Dragwlya, ou apenas Lada foi uma personagem dificil de se relacionar pois, a história foi mal escrita fiquei cricri com a leitura.

6. Múmia: Um livro que você enrolou para ler;


Eu comecei o esquenta da MLI2017 com o livro Em Algum Lugar nas Estrelas, da Clare Vanderpool que estava "mofando" na minha bolsa á alguns meses... O começo foi um pouco lento, tentando administrar as saídas do final de semana (Aniversário de criança) e lêr ao mesmo tempo, mas no final das contas percebi que tinha atingido a minha meta pessoal de 100 paginas por dia e levei dois dias para ler o meu primeiro livro. Eu tirei proveito dos Sprints que aconteciam nas redes sociais e os chats do aplicativo da MLI 2017 para dar um pouco mais de gás na leitura.

7. Esqueleto: Aquele lançamento que você cansou de esperar;




Depois da decepção do Teorema... eu fiquei com um pouco de receio de ter muitas espectativas com os livros do John Green. Pretendo ler esse livro no próximo mês.


8. Abóbora: um livro que você achou que ia ser maravilhoso, mas virou abóbora no meio do caminho;




Teorema Katherine é uma Leitura sofrível! No decorrer do livro veio à pergunta “tem certeza que é o mesmo autor?” fiz algumas tentativas nos dias anteriores, mas a leitura não engrenava só não abandonei a leitura, pois queria comprovar a ruindade do livro... Algumas partes animam, que Colin fala sobre constelações e sobre a importância que é para ele como um garoto prodígio fazer a diferença no mundo tem sacadas realmente bacanas no decorrer da historia...



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16 de outubro de 2018

Ao mestre com carinho...


Na época da minha  graduação em Psicologia, os melhores bate-papos aconteciam na cantina da faculdade.  

Em um desses bate-papos com um amigo conversávamos sobre as pessoas que começam a fazer parte do nosso dia-a-dia com o intuito de repassar o seu conhecimento acadêmico e acabam nos ensinando verdadeiras lições para aplicarmos na vida! Surgiu uma frase nesse momento, que dependendo do contexto que se esta inserida pode parecer grosseira, mas não deixa de ser a pura verdade. A frase foi mais ou menos essa:


“_Na vida podemos ter muitos professores, mas poucos que pode ser considerados mestres...”

Nos meus tempos de escola (contando os anos de jardim, pré I e pré II) tenho boas lembranças das tias e tios dessa época, uma “tia” desses tempos eu tenho contato até hoje deve ser engraçado tu conhecer uma criança de 4 anos magrela e cabeluda e décadas mais tarde tu encontrar a mesma guriazinha com 20 poucos anos.... Um mulherão!

Com os professores do fundamental... Sempre tive uma relação bacana com os meus primeiros professores. A minha professora da 1° série era uma senhora muito doce. Porém, cobrava bastante dos alunos a escrita e uma boa leitura. Foi a primeira pessoa a me ensinar a ter gosto pela arte de escrever e ler. Na época, quando as crianças não liam direito o texto na aula a professora mandava chamar uma criança do pré para ler o mesmo texto. Eu morria de vergonha dessa situação... Eu lia exatamente TUDO que colocavam na minha frente: Gibis da turma da mônica, revistas e livros. Quando tinha exercício de leitura oral em sala de aula eu sempre era elogiada e ganhava estrelinhas de excelente.

Essa professora também foi a primeira a me apresentar os números e os cálculos, mas poucos professores obtiveram sucesso em colocar algo de calculo na minha cabeça, lembro das contas com o palito de fósforo (passou um filme agora... que coisa mais horrível contar cada um daqueles palitos).

Na 5° série, Operei a coluna e rodei na 5° série em 1999 estava com 13 anos. Eu estava em uma fase bastante rebelde eu estava usando um gesso enorme em volta da barriga e estava HIPER mimada foi a época do Pretinha eu? Recém operada, o que eu menos queria era ser tratada como uma criança que não tivesse dodói... Sofri bulling dos alunos da minha turma e também dos professores e vivia na sala da coordenação... Não tenho lembranças boas desses profissionais. Infelizmente.

Na 6° e 7° Série eu tive um professora de português que tinhamos 1x na semana uma aula na biblioteca da escola e tinhamos que escolher um livro (Não gibi) para fazer fichamento que valia nota! A maioria dos livros que li na infância foram dessas aulas (Ainda escreverei um post sobre esses livros...). Essa professora era conhecida como carrasca pelos alunos mas, era um doce quando faziamos os enúmeros trabalhos em sua casa ninguém sai sem o café da tarde... 

Como uma boa aluna de humanas que sou as minhas matérias preferidas eram:  Português, História e Geografia

Aos professores do ensino médio... Apesar dos anos terem sido conturbados tenho boas lembranças... Em uma aula de Português a professora colocou a musica “Segundo Sol” cantarolado pelo Nando Reis para a turma ouvir e fazer uma redação, eu não me lembro uma linha do que escrevi... mais essa musica ficou na memória. E uma pessoa que eu não posso deixar de lembrar e ainda hoje ver nos corredores do cruz e Souza/CESUSC e dar um mega abraço é o professor de Química mais querido que eu já tive Marco Dell’antonio ou somente Della mestre dos mestres disparado!

No ensino superior, o aprendizado foi todo focado para a minha formação que é Psicóloga.

Nesses 5 anos de faculdade tive os diversos tipos de professores; dos mais queridões, verdadeiros mestres ou como já diria um amigo meu: BAITA PROFISSIONAL! E outros tão profissionais (?) que esquece que simpatia também é exigida no currículo... Mas enfim, a gente lembra é dos verdadeiros mestres que de um jeito ou de outro nos motivam a cada nota, a cada trabalho, levantam a nossa moral para sempre darmos o nosso melhor.

Desses mestres eu  tenho Muitas saudades ... até da uma pequena vontade de re-ver essas aulas ministradas por esses professores de novo incluindo os estágios e o TCC. Mas como diz o Della, (o mestre citado acima)


__Em frente sempre! Você ainda vai conhecer vários grandes profissionais... TU MERECES!





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3 de julho de 2018

Semana 21: Meus piores defeitos.

 Projeto 52X5 . Explico melhor o projeto nesse post aqui.


Encontrei um projeto bem bacana no blog “devaneios e metamorfoses” Este projeto consiste em citar 5 respostas para cada uma das 52 perguntas abaixo, fazendo assim, um Top 5 por semana. É o projeto mais longo que eu já participei... Mas, parece ser divertido!!! 

Obs: As questões 01 á 37 ja estã repondidas e serão liberadas todos os domingos, terças e quintas-feiras de cada mês... Apartir da semana 38 postarei somente as Quintas-Feiras

1. Não saber dizer não

Eu não sei dizer não! E quando eu digo "não" parece que fico em falta com as pessoas... e sempre acabo me metendo em confusão por isso.

2. Antissocial

Já fui muito "social" apesar da minha dificuldade de dar "Oi"e cumprimentar mas, ultimamente criei um asco de alguns tipos de pessoas que até o contato físico está difícil de lidar.

3. Mal-humorada

Meu humor muda com uma frequência impressionante. Não sou uma pessoa "rabugenta" rio de piadas idiotas e me divirto com muito pouco. Meu senso de humor só será afetado pela famosa TPM de todos os meses... Quando as pessoas são extremamente grosseiras costumo ficar com péssimo humor.

4. Teimosa

Sou teimosa, a ponto de não discutir com as pessoas que pensam ao contrário... Se eu estiver certa/errada ninguém precisa (nem quero...) que gastem saliva tentando provar o contrário.

5. Ansiedade

o primeiro é o que mais me afeta, embora seja de fases, em algumas épocas estou muito ansiosa com tudo e outra nem tanto…


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1 de fevereiro de 2018

04 anos!


A minha vó fala uma frase que aprendeu com a minha bisavó... E ela sempre repetia quando respondia sobre o tempo; "Quem olha para tempo não faz viagem...". Porém, eu insisto em olhar o tempo... contar os dias e dividir os anos em dois semestres. Olhar para o tempo, lhe dá uma falsa sensação de controle.

No mês de Dezembro, tivemos Blogmas2k17 com 31 postagens especiais de Fim de Ano com temas referentes as comemorações de natal/ano novo e as reflexões/metas para esse ano. Já no primeiro mês desse ano, eu tirei umas merecidas férias da blogosfera. E desde então, estamos em ritmo de ressaca nos textos aqui do blog.

Eu insisto em olhar o tempo... Porque hoje o Lado Milla completa 04 anos. Esses quatro anos também podem ser contados em: 1.462 dias, 209 semanas, 48 meses e 08 semestres. É coisa pra c*ralho! 

Eu posso contar a minha vida antes e depois de ser blogueira. Em 2002, quando eu tinha 16 anos, entrei oficialmente pra blogosfera, quando criei o Minha Vida como ela é, esse blog era hospedado gratuitamente em um site jornalístico. Eu já escrevia umas 3ou9 linhas contando sobre as minhas mazelas de adolescência e colocava aqueles gifs piscantes. Depois do Minha Vida como ela é, que era hospedado no comunique-se/blog-se (essa plataforma não ficou tão famozinha). Esse blog durou dois anos a hospedagem era bastante precária para ter muitas mudanças... Naquela época, eu adorava conhecer blogs novos e pesquisar imagens piscantes e acessórios para colocar no meu blog... Porém, não suportou a maioria das minhas mudanças... E mudar era praticamente regra na blogosfera dos early 2000s. Aliás, a coisa toda era muito diferente naquela época. 

Meu primeiro blog foi criado em um computador de  mesa barulhento e freqüentemente super aquecido, Que ficava em uma escrivaninha recém- comprada de madeira num sábado depois das 14h, que é quando a gente pagava pulso único entre uma ligação ou outra dos meus pais para os parentes e familiares. Meu primeiro blog foi criado, o Minha Vida como ela é é cria da internet discada.

Naquela época, eu era uma leitora assídua do blog da Liliane Prata que era hospedado no site da Uol eu nem sabia que ela tinha seguido a carreira de escritora e chegou a ter uma coluna na revista Capricho. Eu fiz algumas tentativas de montar um blog nessa plataforma e criei o mylinda.zip.net que era a plataforma gratuita da UOL. Nessa época, o Mylinda sofria mudanças drásticas praticamente TODA a semana. Começava a semana com o template da Hello Kitty e terminava a semana com o template do seriado Gilmore Girls que eu comecei a assistir alguns episódios nessa época... 

Na maioria das vezes, eu errava o HTML e tinha que mudar o template inteiro #putz! Em uma dessas mudanças... eu encontrei um template em tons pastéis e a imagem que ilustrava era de uma criança vestida de bailarina e embaixo estava escrito "Dançando com os meus sonhos e ilusões...". Eu me apeguei tanto nesse template que ele ficou até o finalzinho do blog Mylinda em 2008.


Nessa época, surgiu as primeiras amizades na blogosfera... A maioria dessas amizades tinham o blog hospedado no blogger/blogspot ou estavam migrando para essa plataforma. A plataforma gratuita da UOL estava bastante zoada nessa época... E acabei criando outro blog. Em 2008, depois de uma looonga conversa no messenger com a minha amiga virtual na época, ela também era blogueira eu criei o Versos em Bossa... 

O Versos em Bossa... já éra mais moderninho. A gente já tinha banda larga e, com muita paciência, já conseguíamos fazer coisas como assistir vídeos online ou baixar músicas inteiras em menos de um dia. Esse blog também era hospedado no blogger/blogspot antes das atualizações de 2010. A linha editorial daquele blog era escrever textos pessoais e colocar as minhas fotografias que eu tirava na minha maquina digital que era a coisa mais moderna daquela época. Esse blog durou 06 anos. No inicio do ano de 2014 eu estava bastante chateada por ter excluído o Versos em Bossa... 

Porém, aquilo que parecia ser o fim foi apenas o início de um novo ciclo para mim na blogosfera. 

Um lado meio Milla... que depois ficou somente Lado Milla veio para abrir um novo ciclo! Em 2014 eu escrevi sobre os acontecimentos da life e sobre a roda viva que carrega os nossos sonhos para lá... Nesses últimos quatro anos a faculdade deu uma guinada, os sonhos foram realizados em formato de estágios obrigatórios, teve estagio especifico que virou GETEP e transformou-se no meu TCC que foi um projeto de pesquisa sobre Problemas Psicológicos na Migração com os Haitianos na cidade de Florianópolis/SC. Escrevi bastante sobre os livros que estou lendo... As musicas que eu estou vindo e os shows que de vez em quando rendem um "diário de chalaça".
 

A Milla que criou este blog era bastante diferente da que escreve este textão hoje. Eu gosto de acreditar que a blogosfera contribui bastante para isso... A blogosfera despertou em mim a necessidade de escrever sobre as coisas que aconteciam na minha vida e percebi que tem coisas que só sai da gente por escrito... A ironia disso tudo, é que eu acabo escrevendo mais de mim do que posso suportar lendo... É, a gente fica cara-a-cara com os nossos demônios. Em 2014 a faculdade de Psicologia deu um giro de 260° fui admitidada para trabalhar como terceirizada para ser demitida três meses depois... Escrevi sobre os meus últimos semestres da graduação. Em 2015 escrevi sobre o meu TCC e sobre as sete últimas matérias da graduação. No ano passado, eu contei um pouco sobre como foi a minha formatura.

Aprendi a organizar os meus pensamentos e a controlar a minha ansiedade enquanto escrevo...

  • Realizei sonhos... Fui em shows memoraveis daqueles que você precisa contar para alguem o quanto aquele momento significou para você... 
  • Desabafei em cartas que escrevi aqui por não ter coragem em enviar aos devidos destinatários... 
  • Superei limites. Na maioria das vezes "os limites" que nos foram impostos na verdade não existem...
  • Aprendi que eu posso me surpreender comigo mesma quando eu acredito no quanto eu sou capaz de realizar os meus sonhos e objetivos.
E o blog sempre esteve lá. Eu gosto de pensar que os blog´s registraram as partes mais importantes da minha vida... Onde o importante era registrar "Um lado..." da história. Um pouco da história que ficou esquecido pelas prioridades, que preferiu ficar em "Hiatus" diante do caos, mas sempre ali.

Eu escrevo por necessidade! Eu preciso escrever para espantar os meus "demônios interiores..." Preciso "arquivar", momentos e histórias para não esquecer... Preciso re-lêr essas postagens arquivadas para que eu possa me sinta melhor, por ter vivido esses momentos descritos e principalmente de ter superado esses momentos de alguma forma. Eu não consigo mensurar a importância da blogosfera da Camyli adolescente para a Camyli de hoje, com trinta e poucos anos.... Eu acredito que TODO o processo foi importante de alguma forma na minha vida , e isso se reflete aqui.

A Blogosfera mudou muito nesses últimos tempos... Mas, eu já confessei nessas linhas que eu não saberia me encaixar nesses parâmetros, regras e convenções da blogosfera atual. Isso me afeta de alguma forma, quando eu escolho ter um blog para escrever sobre a minha vida... O Lado Milla é um blog pessoal nesta internet de likes e relevância e redes sociais.


No dia 1° de fevereiro de 2014 eu procurava "um novo ciclo..." na blogosfera. Hoje eu percebo que eu consegui registrar aqui um dos melhores momentos da minha vida. Nesses 4 anos o Lado Milla foi, é e sempre será muito importante pra mim. Aqui eu fiz bons amigos, aprendi bastante, consegui  administrar o meu tempo e a minha ansiedade. Dividi um pouco de mim com o mundo e recebi muito amor de volta. E, por isso, eu sou eternamente grata. Ao blog. E a vocês.






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19 de janeiro de 2018

Aquele com os primeiros episódios do F.r.i.e.n.d.s



Friends: É uma premiada sitcom americana criada por David Crane e Marta Kauffman e apresentada pela rede de televisão NBC entre 22 de setembro de 1994 e 6 de maio de 2004, com um total de 236 episódios. A série girava em torno de um grupo de amigos que vivia no bairro de Greenwich Village, na ilha de Manhattan, na cidade de Nova York. A série foi produzida por Bright, Kauffman, Crane Productions em associação com a Warner Bros Television. Os produtores executivos originais foram Crane, Kauffman e Kevin S. Bright, com muitos outros a serem promovidos posteriormente.


Eu devia ter uns 15 anos quando ouvi falar de Friends pela primeira vez. A minha amiga Elisa tinha um "site-pessoal" que escrevia sobre o seriado Friends e as suas músicas e imagens favoritas... Nessa mesma época, meus pais fizeram uma assinatura da TV acabo, fiquei feliz com a possibilidade de assistir alguns episódios desse seriado na TV. Conheci outras séries nessa época (Gilmore Girls, Full House...) e cheguei assistir alguns episódios e as maratonas do canal Wharner Channel. Quando eu finalmente assinei a Netflix, eu comecei a assistir as séries antigas dos anos 90 até o ano 2000 driblando com as minhas dificuldades indisciplina & ansiedade em assistir séries. 

Na minha primeira pesquisa no catálogo de séries/filmes da Netflix eu encontrei o seriado Friends. Lembro-me, que na época eu fiquei bastante entusiasmada e um pouco nostálgica de ver alguns episódios desse seriado. Porém, eu não consegui passar nem da metade do episódio piloto. Na minha memória afetiva, eu acabei não lembrando da"risada de fundo"e isso incomodou bastante para continuar assistido essa série. 
Na semana passada, ao verificar pela milésima vez o catalogo de séries e filmes da Netflix. A capa do seriado Friends praticamente "pulou" na tela do Notebook.. Então, eu percebi que não poderia mais ignorar e nem dar desculpas esfarrapadas para não assistir esse seriado. À partir do momento que eu comecei assistir os primeiros episódios, eu sabia que não ia mais dar para parar. Passei o final de semana inteiro no meu quarto entre a cama e o sofá assistindo Friends.


Quando eu assisti os primeiros quinze episódios da 1° temporada de Friends. Eu tive aquela estranha sensação Por Que eu não vi essa série antes? Claro, Gilmore Girls vai continuar sendo a série da minha vida e O.C e Gossip Girl vai ser sempre as primeiras séries que fiz maratona na Netflix... Ano passado, quando eu estava assistindo os episódios da série How I Met Your Mother eu evitei entrar nos grupinhos de discussão comparando-o com Friends por acreditar que não existe comparação com seriados de épocas tão diferentes.

Agora eu estou assistindo T02:EO6 - "Aquele com o bebê no ônibus" e começo a perceber que não dá mais pra ficar sem a Rachel e o Ross. A Mônica e o Chandler. A Phoebe. O Joey. Aquele grupo de amigos (im)perfeitos que me fazem companhia nos fins de semanas mais solitários.



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1 de janeiro de 2018

1/365 - 2018!

Primeiramente, feliz ano novo! É assim que começamos a primeira postagem do ano? Estou aqui "hibernando" depois de almoçar as sobras das comilanças do Reweiom... Como virou tradição aqui em casa, fiz novamente a minha famosa torta salgada. Não querendo ser metida, a torta ficou linda e principalmente deliciosa!


Passei o Reveiwon em casa com meus pais e meus avós maternos. Com direito a comilanças e bebidas.... Eu, mãe e vó fomos á Beiramar  para ver  os showzinhos de musica  enquanto esperavamos os fogos...

Nos ultimos segundos de 2017 esperando os fogos e os estouros de champannhe... Eu tomei banho de champanhe e isso costuma ser um bom presságio para o proximo ano.... E os pensamentos continuaram positivos para os próximos 365 dias desse ano de 2018. As ultimas postagens do mês de Dezembro foi cheio de retrospectivas... O ano anterior, foi um ano bastante pacato. Porém, necessário fechei ciclos importantes na life e vivi intensamente os 365 dias desse ano.


Já passei outros Reveiwons; Animados, Divertidos, chorosos.... Esse ano,a Beira mar, teve aquele espetáculo de vinte minutos de queima de fogos e eu estava lá, admirando toda aquela vibe de fim de ano. Agradecendo por todos os momentos maravilhosos e outros momentos nem tão bons assim... Esse ano eu estou realmente confiante no clima “ano novo, vida nova…”.

Há três anos, eu continuo fazendo o mesmo pedido “Vamos combinar uma coisa; surpreenda-me que eu te surpreendo.” e esse pedido continua se concretizando desde então...


Registrando os ultimos momentos de 2017






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6 de dezembro de 2017

#6: Projeto: (+) 12 Livros que li em 2017



No inicio do ano, eu me propus a entrar no projeto 12 livros em 2017  e talvez dobrar a meta... Fiquei com medo de fracassar e não escrevi nada por aqui apenas algumas hastags no aplicativo do Instagram:



MAMÃE É ROCK da Ana Cardoso, livro na mesma época que eu fui no evento do lançamento. As crônicas seguem a mesma linha do livro O Papai é POP do seu marido Piangers As crônicas sobre maternidade longe de ser romantizadas com uma pontinha de acides na medida certa que agrada as mamães, as futuras mamães e as pessoas que nem pensam nisso.[Resenha]

ESTRELA QUE NUNCA VAI SE APAGAR conta a história de Esther Grace Earl, diagnosticada com câncer da tireoide aos 12 anos. A obra é uma espécie de diário da jovem, com ilustrações, fotos de seu arquivo pessoal, textos publicados na internet, bate-papos com os inúmeros amigos que fez on-line e reproduções de cartas escritas em datas comemorativas como aniversários. A jovem perdeu a batalha contra a doença, mas deixou um legado de otimismo e celebração ao amor. [Resenha]



A GUERRA QUE SALVOU A MINHA VIDA: A narrativa se passa durante a Segunda Guerra Mundial, onde os irmãos Ada e James vivem com a mãe em Londres. Nós conhecemos a protagonista da trama logo no início, quando somos apresentados a uma menina de dez anos que sofre agressões físicas e psicológicas de sua mãe porque ela tem ”pé torto”..[Resenha]

EM ALGUM LUGAR NAS ESTRELAS é um romance intenso sobre a difícil arte de crescer em um mundo que nem sempre parece satisfeito com a nossa presença. Pelo menos é desse jeito que as coisas têm acontecido para Jack Baker.  Sua mãe morreu e seu pai... bem, seu pai nunca demonstrou se preocupar muito com o filho. Jack é então levado para um internato no Maine (o mesmo estado onde vivem Stephen King e boa parte de seus personagens). O colégio militar, o oceano que ele nunca tinha visto, a indiferença dos outros alunos: tudo aquilo faz Jack se sentir pequeno. Até ele conhecer o enigmático Early Auden.[Resenha]

ECOS: Tudo começa, 50 anos antes da segunda Guerra Mundial, Otto estava em uma floresta em algum lugar do mundo brincando de "Pira se esconde" (esconde-esconde), até que ele se perde na floresta e começa a ler um livro "A 13º Gaita de Otto Mensageiro" que comprara de uma cigana momentos antes. A história do livro é uma fábula, que discorre sobre três irmãs chamadas Eins, Zwei e Drei. Um, Dois e Três. Três princesas que foram abandonadas na floresta por seu pai, um rei que queria ter um filho homem que pudesse herdar o seu reino. [Resenha]

O Lar da Srta. Peregrine Para Criança Peculiares: Jacob Portman cresceu ouvindo as histórias fantásticas que o avô, Abe, contava. Na época da Segunda Guerra Mundial, Abe havia morado numa ilha remota, num casarão que funcionava como abrigo para crianças. Lá, ele convivera com uma menina que levitava, uma garota que produzia fogo com as mãos, um menino invisível… Entretanto, todas essas histórias foram perdendo o encanto à medida que Jacob crescia. 



O Ódio que Você Semeia: Uma história juvenil repleta de choques de realidade. Um livro necessário em tempos tão cruéis e extremos. Starr aprendeu com os pais, ainda muito nova, como uma pessoa negra deve se comportar na frente de um policial. Não faça movimentos bruscos. Deixe sempre as mãos à mostra. Só fale quando te perguntarem algo. Seja obediente. Quando ela e seu amigo, Khalil, são parados por uma viatura, tudo o que Starr espera é que Khalil também conheça essas regras. [Resenha]

Filha das Trevas/ Saga da Conquistadora # 1: Lada Dragwlya e o irmão mais novo, Radu, foram arrancados de seu lar em Valáquia e abandonados pelo pai – o famigerado Vlad Dracul – para crescer na corte otomana. Desde então, Lada aprendeu que a chave para a sobrevivência é não seguir as regras. E, com uma espada invisível ameaçando os irmãos a cada passo, eles são obrigados a agir como peças de um jogo: a mesma linhagem que os torna nobres também os torna alvo. [Resenha]

O Pequeno Principe: Durante a Segunda Guerra Mundial, Saint-Exupéry foi exilado para a América do Norte. Em meio a turbulências pessoais e sua saúde falhando, ele produziu quase metade das obras no qual ele seria lembrado, incluindo o conto de solidão, amizade, amor e perda, em forma de um jovem príncipe que caiu na Terra. Um livro de memórias feita pelo autor que recontava suas experiências de aviação no Deserto do Saara, e é pensado que ele usou estas experiências como base para o livro Le Petit Prince.

DORME, MENINO, DORME: Um menino está acordado na noite escura. Não consegue dormir. Para ele, trazem música e canções, cobertores quentinhos e leite morno, mas só uma coisa o levará suavemente ao mundo dos sonhos. Trabalhando um tema tão importante no imaginário infantil, do medo da perda, como uma cantiga, Herrera faz um texto rimado e ritmado que retoma uma estrutura de acumulação e repetição. Com ilustrações belas e marcantes em tons fortes e contrastes, Macuada recria um imaginário latino-americano que remete ao mundo rural e às tradições mais antigas dos grandes contadores de história.


O Menino Azul: Cecília Meireles tem um estilo voltado para a simplicidade da forma e marcado, ao mesmo tempo, pela riqueza das imagens e símbolos. 'O menino quer um burrinho/ que saiba inventar/ histórias bonitas/ com pessoas e bichos/ e com barquinhos no mar.' A suavidade de sua poesia encanta tanto criança como jovens e adultos. Em 'O Menino Azul', o imaginário infantil, tratado com leveza, é a tônica dos versos.


Tatu Balão: Conheça a história desse tatu-bola que sonhava em ser balão. Determinado, o tatu subia todos os dias no alto de uma montanha e se lançava desejando finalmente tornar-se tatu-balão. Será que ele conseguirá realizar seu sonho? Essa bela história sobre o direito de sonhar é contada em versos pela escritora Sônia Barros. O poema ganha mais beleza com as ilustrações de Simone Matias.





Em cima daquela Serra: O que é que está passando em cima daquela serra? Neste poema de Eucanaã Ferraz ilustrado por Yara Kono, além de passar boi e passar boiada, como na parlenda tão conhecida pelas crianças, outros bichos e outras coisas andam por aquele morro - uma égua pintada, goiaba e goiabada, carro e caminhão, balão colorido e avião. E às vezes até não passa nada.






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