#Be-happy!
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1 de janeiro de 2018

1/365 - 2018!

Primeiramente, feliz ano novo! É assim que começamos a primeira postagem do ano? Estou aqui "hibernando" depois de almoçar as sobras das comilanças do Reweiom... Como virou tradição aqui em casa, fiz novamente a minha famosa torta salgada. Não querendo ser metida, a torta ficou linda e principalmente deliciosa!


Passei o Reveiwon em casa com meus pais e meus avós maternos. Com direito a comilanças e bebidas.... Eu, mãe e vó fomos á Beiramar  para ver  os showzinhos de musica  enquanto esperavamos os fogos...

Nos ultimos segundos de 2017 esperando os fogos e os estouros de champannhe... Eu tomei banho de champanhe e isso costuma ser um bom presságio para o proximo ano.... E os pensamentos continuaram positivos para os próximos 365 dias desse ano de 2018. As ultimas postagens do mês de Dezembro foi cheio de retrospectivas... O ano anterior, foi um ano bastante pacato. Porém, necessário fechei ciclos importantes na life e vivi intensamente os 365 dias desse ano.


Já passei outros Reveiwons; Animados, Divertidos, chorosos.... Esse ano,a Beira mar, teve aquele espetáculo de vinte minutos de queima de fogos e eu estava lá, admirando toda aquela vibe de fim de ano. Agradecendo por todos os momentos maravilhosos e outros momentos nem tão bons assim... Esse ano eu estou realmente confiante no clima “ano novo, vida nova…”.

Há três anos, eu continuo fazendo o mesmo pedido “Vamos combinar uma coisa; surpreenda-me que eu te surpreendo.” e esse pedido continua se concretizando desde então...


Registrando os ultimos momentos de 2017






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6 de dezembro de 2017

#6: Projeto: (+) 12 Livros que li em 2017



No inicio do ano, eu me propus a entrar no projeto 12 livros em 2017  e talvez dobrar a meta... Fiquei com medo de fracassar e não escrevi nada por aqui apenas algumas hastags no aplicativo do Instagram:



MAMÃE É ROCK da Ana Cardoso, livro na mesma época que eu fui no evento do lançamento. As crônicas seguem a mesma linha do livro O Papai é POP do seu marido Piangers As crônicas sobre maternidade longe de ser romantizadas com uma pontinha de acides na medida certa que agrada as mamães, as futuras mamães e as pessoas que nem pensam nisso.[Resenha]

ESTRELA QUE NUNCA VAI SE APAGAR conta a história de Esther Grace Earl, diagnosticada com câncer da tireoide aos 12 anos. A obra é uma espécie de diário da jovem, com ilustrações, fotos de seu arquivo pessoal, textos publicados na internet, bate-papos com os inúmeros amigos que fez on-line e reproduções de cartas escritas em datas comemorativas como aniversários. A jovem perdeu a batalha contra a doença, mas deixou um legado de otimismo e celebração ao amor. [Resenha]



A GUERRA QUE SALVOU A MINHA VIDA: A narrativa se passa durante a Segunda Guerra Mundial, onde os irmãos Ada e James vivem com a mãe em Londres. Nós conhecemos a protagonista da trama logo no início, quando somos apresentados a uma menina de dez anos que sofre agressões físicas e psicológicas de sua mãe porque ela tem ”pé torto”..[Resenha]

EM ALGUM LUGAR NAS ESTRELAS é um romance intenso sobre a difícil arte de crescer em um mundo que nem sempre parece satisfeito com a nossa presença. Pelo menos é desse jeito que as coisas têm acontecido para Jack Baker.  Sua mãe morreu e seu pai... bem, seu pai nunca demonstrou se preocupar muito com o filho. Jack é então levado para um internato no Maine (o mesmo estado onde vivem Stephen King e boa parte de seus personagens). O colégio militar, o oceano que ele nunca tinha visto, a indiferença dos outros alunos: tudo aquilo faz Jack se sentir pequeno. Até ele conhecer o enigmático Early Auden.[Resenha]

ECOS: Tudo começa, 50 anos antes da segunda Guerra Mundial, Otto estava em uma floresta em algum lugar do mundo brincando de "Pira se esconde" (esconde-esconde), até que ele se perde na floresta e começa a ler um livro "A 13º Gaita de Otto Mensageiro" que comprara de uma cigana momentos antes. A história do livro é uma fábula, que discorre sobre três irmãs chamadas Eins, Zwei e Drei. Um, Dois e Três. Três princesas que foram abandonadas na floresta por seu pai, um rei que queria ter um filho homem que pudesse herdar o seu reino. [Resenha]

O Lar da Srta. Peregrine Para Criança Peculiares: Jacob Portman cresceu ouvindo as histórias fantásticas que o avô, Abe, contava. Na época da Segunda Guerra Mundial, Abe havia morado numa ilha remota, num casarão que funcionava como abrigo para crianças. Lá, ele convivera com uma menina que levitava, uma garota que produzia fogo com as mãos, um menino invisível… Entretanto, todas essas histórias foram perdendo o encanto à medida que Jacob crescia. 



O Ódio que Você Semeia: Uma história juvenil repleta de choques de realidade. Um livro necessário em tempos tão cruéis e extremos. Starr aprendeu com os pais, ainda muito nova, como uma pessoa negra deve se comportar na frente de um policial. Não faça movimentos bruscos. Deixe sempre as mãos à mostra. Só fale quando te perguntarem algo. Seja obediente. Quando ela e seu amigo, Khalil, são parados por uma viatura, tudo o que Starr espera é que Khalil também conheça essas regras. [Resenha]

Filha das Trevas/ Saga da Conquistadora # 1: Lada Dragwlya e o irmão mais novo, Radu, foram arrancados de seu lar em Valáquia e abandonados pelo pai – o famigerado Vlad Dracul – para crescer na corte otomana. Desde então, Lada aprendeu que a chave para a sobrevivência é não seguir as regras. E, com uma espada invisível ameaçando os irmãos a cada passo, eles são obrigados a agir como peças de um jogo: a mesma linhagem que os torna nobres também os torna alvo. [Resenha]

O Pequeno Principe: Durante a Segunda Guerra Mundial, Saint-Exupéry foi exilado para a América do Norte. Em meio a turbulências pessoais e sua saúde falhando, ele produziu quase metade das obras no qual ele seria lembrado, incluindo o conto de solidão, amizade, amor e perda, em forma de um jovem príncipe que caiu na Terra. Um livro de memórias feita pelo autor que recontava suas experiências de aviação no Deserto do Saara, e é pensado que ele usou estas experiências como base para o livro Le Petit Prince.

DORME, MENINO, DORME: Um menino está acordado na noite escura. Não consegue dormir. Para ele, trazem música e canções, cobertores quentinhos e leite morno, mas só uma coisa o levará suavemente ao mundo dos sonhos. Trabalhando um tema tão importante no imaginário infantil, do medo da perda, como uma cantiga, Herrera faz um texto rimado e ritmado que retoma uma estrutura de acumulação e repetição. Com ilustrações belas e marcantes em tons fortes e contrastes, Macuada recria um imaginário latino-americano que remete ao mundo rural e às tradições mais antigas dos grandes contadores de história.


O Menino Azul: Cecília Meireles tem um estilo voltado para a simplicidade da forma e marcado, ao mesmo tempo, pela riqueza das imagens e símbolos. 'O menino quer um burrinho/ que saiba inventar/ histórias bonitas/ com pessoas e bichos/ e com barquinhos no mar.' A suavidade de sua poesia encanta tanto criança como jovens e adultos. Em 'O Menino Azul', o imaginário infantil, tratado com leveza, é a tônica dos versos.


Tatu Balão: Conheça a história desse tatu-bola que sonhava em ser balão. Determinado, o tatu subia todos os dias no alto de uma montanha e se lançava desejando finalmente tornar-se tatu-balão. Será que ele conseguirá realizar seu sonho? Essa bela história sobre o direito de sonhar é contada em versos pela escritora Sônia Barros. O poema ganha mais beleza com as ilustrações de Simone Matias.





Em cima daquela Serra: O que é que está passando em cima daquela serra? Neste poema de Eucanaã Ferraz ilustrado por Yara Kono, além de passar boi e passar boiada, como na parlenda tão conhecida pelas crianças, outros bichos e outras coisas andam por aquele morro - uma égua pintada, goiaba e goiabada, carro e caminhão, balão colorido e avião. E às vezes até não passa nada.






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9 de novembro de 2017

Self image 2017

Inspirado nesse post aqui.


Estou com 31 anos, faltam três meses até que este número mude. Meus cabelos estão cada vez mais grossos e saudáveis, de modo que,  eu não estou encontrando fios dos meus cabelos caindo no box. O comprimento  do meu cabelo esta maior que no inicio do ano e a cor é castanho avermelhado que estou  conseguindo manter sem muita dificuldade.

Tenho uma cicatriz irritante na coluna, porque aos 13 anos eu fiz uma operação na coluna por causa de uma escoliose que não me incomodava desde então... Todos os dias alguém me perguntava sobre essa cicatriz deixando-me um pouco chateada. Aprendo cada vez mais a ter orgulho das minhas cicatrizes...

Acredito que a minha personalidade vive em uma constante dialética de construção e desconstrução. Na maioria das vezes não é fácil, confesso. Eu gosto muito do meu mundinho... E costumo reagir mal com pessoas invasivas. Já sofri muito com as opiniões dos outros. Posso ser uma pessoa difícil de lidar. Embora, isso não seja o que eu sou estaticamente. Existem dias em que eu não sinto vontade de sair do meu quarto, da mesma forma que existem aqueles outros em que eu preciso ver gente  me colocar para o mundo, para todos me verem, me ouvirem e me perceberem.

Eu tenho orgulho das minhas cicatrizes...Quero olhar as minhas experiências com mais serenidade, todas elas, como neutras e válidas é um aprendizado constante.

Minha alimentação caminha para uma re-educação alimentar: Não consigo comer algo muito gorduroso, muito condimentado e apimentado sem passar mal tenho refluxo que foi se agravando com o tempo e passo mal quando exagero nesses alimentos. A passos lentos e graduais, estou me alimentado melhor e não estou sentindo tanta asia. Aprendi a gostar de treinar três vezes na semana na academia. Gosto de saber que estou trabalhando o músculo e a mente. Gosto de sentir músculos que eu não sabia que eu tinha. Me sinto culpada por ter demorado a me acostumar a treinar na academia. Pois, teria evitado algumas dores musculares pelo sedentarismo. Eu luto diariamente contra a preguiça do fim de tarde para fazer o meu treino de 1h e voltar suada. Porém, renovada!

E por falar em estar, sinto-me mais confortável com o meu corpo do que jamais senti antes. Ganhei alguns quilos nos últimos dois anos, mas ainda assim sinto-me em paz com a imagem externa que tenho. Preciso correr na Beira-mar,ver gente, ouvir as ondas por alguns minutos e sentir o vento no meu rosto... Perceber a pequenez das minhas reclamações diárias.

Consegui distinguir com mais clareza os meus objetivos, a graduação em psicologia me sugou um pouquinho cada semestre. Porém, eu pude viver  momentos que me fez perceber que fez todo sentido a sensação de ser sugada para que eu pudesse dar o melhor do meu conhecimento a cada semestre. A pressão que eu mesma coloco em mim me incomoda muito mais do que qualquer pressão exterior. Tenho ao meu lado pessoas incríveis, mas não mais tão numerosas quanto outrora. Não que as pessoas tenham me abandonado, eu que talvez não as considere mais tão incríveis. Talvez seja o momento atual. Talvez seja o fato de que a pessoa que eu sou não se encaixa mais com elas. Talvez seja esse o curso natural da vida. E eu sofro demais com isso...

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1 de novembro de 2017

Aquela dos 30...




O que é um adulto? Uma criança de idade.
Simone de Beauvoir

Inicio do ano eu fiz 30 anos.

Sempre achei que pessoas com 30 anos eram adultas, sérias, responsáveis, donas de si mesmas, que iam para seus trabalhos igualmente sérios e adultos, usando terninhos femininos, chatas e comportadas.

Achava que eventualmente eu ia acabar me tornando essa pessoa. Achava que não tinha pra onde correr. Era o que ia acontecer e pronto.

Quando eu era uma criança remelenta de 10 anos a minha mãe tinha 30 anos. Minha mãe com 30 anos já estava vivendo uma vida de adulto "casada, morando em uma casa própria e empregada...". 

Eu com 30 anos sou a pessoa menos 30 anos que já conheci. E se quando mais nova, eu sentia necessidade de mostrar maturidade, hoje, aos  30, já não sinto mais.

E então é justamente agora, aos 30, que sinto a total liberdade para ser ainda mais menos 30. Detesto tudo o que é afetado demais. Não suporto chatice. Me recuso a ser alguém que eu não gosto nem nos outros, imagine então em mim. 

Não quero ir a jantares elegantes. beber vinho. Não quero conversar sobre filhos, casa, casamento, trabalho. Não quero comprar roupa na loja conceituada e cara. Não quero ir em reunião de condomínio. Não quero ir ao banco. Não quero saber o que está na moda. Não quero visitar salão de beleza três vezes por semana. Não quero fingir ser uma pessoa que não sou. Não quero me sentir no tédio na minha própria companhia. 

O que eu quero é depilar as minhas pernas e continuar me sentindo bem quando eu não consiga manter a depilação em dia. Quero maratonar as séries preferidas na Netflix até amanhecer. Quero comprar uma blusa dos Minions. Quero chorar e gritar em um show de uma banda de rock alternativo. 

Quero cutucar a minha amiga quando passar um cara bonito. Quero me identificar com Rori Gilmore. Quero pintar o cabelo de vermelho. Quero usar lente colorida. Quero pintar as unhas uma de cada cor. Quero decidir as coisas em cima da hora. Quero viajar pra Disney. Quero mudar de idéia e opinião todo dia. Quero rir de piada suja. Quero passar o final de semana bebendo cerveja barata com os amigos enquanto fazemos competição de arroto. 

Quero ser impulsiva, inconseqüente, irresponsável, esquecida.Quero aceitar todas qualidade e defeitos que formam quem eu sou e que ao longo desses  30 anos eu tanto aprendi a amar e a respeitar. 

Eu renego a Camyli que achei que seria aos 30 anos. Essa Camyli vulgo Milla NUNCA me pertencerá. Nem aos 30, nem aos 40, nem aos 50... 

E ainda bem!



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19 de junho de 2017

Como eu aprendi a andar de bicicleta aos 31 anos

Quando não perdemos os nossos medos quando somos crianças viramos adultos encantados... 

Assim era o meu medo de andar de bicicleta.

Quem acompanha o blog já deve ter lido algo sobre "Eu nunca andei de bicicleta..." até o dia 14 de junho de 2017. Eu aprendi a andar de bicicleta! Pois bem, eu sou praticamente uma ciclista desde o começo desse mês :)

A responsável por isso, foi a minha mãe que chegou aqui em casa com uma bicicleta (adaptada com rodinhas). Então, pensei: Não deve ser tão difícil... Naquela mesma hora, eu subi na minha bicicleta e dei as minhas primeiras pedaladas no quintal de casa. Foi amor nas primeiras pedaladas! É indescritível a sensação de vento no rosto.


No final de semana, eu e minha mãe colocamos a Bicicleta dentro do carro e fomos até a Beira-Mar. O objetivo, era estar cada vez mais segura pedalando a minha bicicleta em um lugar mais apropriado (ciclovia). Mais do que aprender a andar de bicicleta, eu ganhei um hobbie novo, uma atividade física. A minha próxima aventura é sair para o transito e usar bike como transporte regular.

Nesses dias de ciclista, eu aprendi que: "superação" é o meu nome do meio; Que nunca é tarde para aprender coisas novas; que a melhor endorfina é a que você adquire ao ar livre e que uma cidade com menos trânsito e mais qualidade de vida é possível.




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7 de junho de 2017

Quando eu comecei a escrever?


Quando eu comecei a escrever sobre os meus hábitos de leitura... lembrei-me qu foi nessa mesma época, que eu fui alfabetizada com 7 anos eu comecei a escrever e fui uma das primeiras crianças da classe que conseguia juntar as letrinhas e formular palavras. Naquela época, eu ganhei um caderninho decorado que eu preenchia escrevendo o meu nome, o nome dos meus pais, os nomes dos meus parentes e o no nome do meu bichinho de estimação da época que era uma cachorrinha que se chamava Xinoca.

Na escola, os professores do ensino fundamental nos davam temas para escrevermos uma história. Anos mais tardes, os professores nomearam essa atividade como Redação e começaram a elogiar os meus textos. Foi assim que eu virei uma pessoa que escreve. Porém, criticavam a minha letra que era feia e as palavras tornavam-se indecifráveis... Eu estudava em uma escola onde o contra-turno se chamava Reforço escolar que funcionava no período matutino no máximo 3x por semana o exercício era escrever as minhas letras indecifráveis em um caderno de caligrafia.

Quando eu estava na 5° série do ensino fundamental eu fui transferida para uma escola particular... Além das apostilas do Positivo (bimestres) ganhávamos uma agenda com o slogan da escola. Nos recreios, eu adorava escrever sobre o meu dia-a-dia e copiar as musicas da dupla S&J e colar os meus adesivos que era a sensação da época... 

Um dia, quando eu estava escrevendo na minha agenda... Eu lembro que eu escrevia o fato de estar odiando a escola e as chacotas que eu sofria por causa das outras alunas... O meu texto foi censurado! Sim, algumas alunas falaram para a orientadora que eu estava escrevendo o nome das alunas em uma "lista-negra". A orientadora confiscou a minha agenda (morri de vergonha...) procurando a tal lista-negra e óbvio que era mentira. E desde esse dia, eu não escrevi mais nada naquela agenda. Nem em outras agendas escolares.... 
Anos mais tarde, eu ganhei o meu primeiro computador (semi-novo) como presente de aniversário de 15 anos. Naquela época, o computador tinha somente três joguinhos: o "paint" para desenhar e o Word 95 para escrever... Sem internet discada. Eu lembro da minha emoção quando eu criei a primeira pasta com o meu nome no computador com os meus escritos... Principalmente, eu não precisava sentir vergonha da minha letra. A coisa que eu mais gostava de fazer no computador além de escrever, era testar as diferentes tipos de fontes no Word.

Há primeira vez que ouvi falar sobre Blog ou algo parecido foi em 2002. Uma colega do grupo de jovens tinha um site pessoal (luxo!!!) que era muito parecido com o formato dos blogs pessoais dos dias de hoje... Eu comecei a escrever na internet em 2004, numa plataforma para jornalistas que era bastante precária, a linha editorial desde o meu primeiro blog é não-ter-linha-editorial e o meu principal tema é " eu e a minha bolha...". Escrevo sobre as minhas opiniões; sobre musicas, livros e atualidades. é um Blog pessoal comum diante tantos outros blogs: literários, crônicas, modas, decoração... 

Eu sempre me pergunto Porque eu escrevo? sempre lembro-me de um trecho da Clarice Lispector "Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever.". Acredito que essa minha ânsia de espremer meus sentimentos em palavras, esta no jogo de perguntas/respostas ao longo dos acontecimentos da vida... Eu escrevo por necessidade! Eu preciso escrever para espantar os meus "demônios anteriores..." preciso "arquivar", momentos e histórias para não esquecer... Preciso re-lêr essas postagens arquivadas para que eu possa me sinta melhor, por ter vivido esses momentos descritos e principalmente de ter superado esses momentos de alguma forma.

Esse meu blog atual Lado Milla veio para abrir um novo ciclo! E acabou tornando-se um espaço que eu sinto-me a vontade para escrever sobre o meu dia-a-dia e sobre os assuntos do cotidiano casa/faculdade/trabalho e sobre os meus hobbies; como fotografia, filmes, livros, musicas, séries... 

Nesse novo ciclo, eu conheci outras pessoas-que-escreviam-na-internet e os seus blogs tinham a mesma linha editorial "elas e suas bolhas..." era uma delicia "invadir " o blog dessas pessoas e se deparar com uma crônica muito engraçada de como foi perder pela milésima vez o ônibus naquela semana de provas da faculdade. #quem-nunca?! Hoje fui pesquisar "Minha lista de blogs" e pude verificar que a maioria dos blogs estão desatualizados, abandonados e excluídos...

A maioria dessas blogueiras que "migraram" para o newsletter acabam buscando muito daquilo que a blogosfera não lhe ofereciam mais... Foram poucas as blogueiras que manteram o blog juntamente com as newsletter e outras blogueiras abandonaram o blog para dedicar-se somente a newsletter ... Enquanto leitora, eu fui assinando os feed´s até ficar com a minha caixa de e-mail cheia sem conseguir ler a metade. Desisti da maioria dos feed´s que assinei :(

Escrever-na-internet é um grito no escuro... Porém, necessário. Sou "gente que escreve" mas, confesso que abrir um documento novo no word é sempre "assustador" tenho necessidades de escrever... Tenho desabafos elaborados na cachola que a mente insisti em censura-las e as minhas escritas acabam se perdendo nos "arquivos" da minha falta de memória.






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21 de fevereiro de 2017

Sobre esse tal de "inferno astral".


Faltam algumas horas, exatamente duas horas, para o meu aniversário de 31 anos. Inexplicavelmente, os trinta e poucos... me assustam mais que os meus 18 anos e o inicio da vida adulta. Talvez porque as mudanças que eu espero para o ano que vem sejam (bem) maiores do que as que eu esperava para o inicio da vida adulta.

Talvez porque finalmente fechei ciclos importantes para o meu futuro profissional. Realizei alguns sonhos: Trabalhar com crianças; O meu TCC foi um projeto de pesquisa sobre Problemas Psicológicos na Migração com os Haitianos na cidade de Florianópolis/SC. Essa pesquisa, tornou-se um grupo de estudos sobre imigrantes e refugiados, o meu campo de estágio foi na Pastoral do Imigrante. Ano passado, eu terminei as sete matérias que faltavam para eu finalmente me formar em Psicologia.

Talvez porque a chegada do meu aniversário mostra que o ano realmente começou (o primeiro mês do ano costuma ser morno...) Os meus 30 anos já foram e eu ainda não sei se isso é bom ou ruim, embora devesse ser bom. Na semana passada: eu chorei; reclamei; briguei... Sei lá, talvez seja só drama ou o tal do inferno astral e o combo foi a pior TPM de todos os tempos!

"Inferno astral, que representa uma fase na qual nossas energias são derrubadas, 30 dias antes do nosso aniversário. Isso acontece porque o Sol, durante o nosso ano astral começa a caminhar através da última casa do nosso mapa astral, que é um lugar difícil de definir por si só. Esse lugar representa nosso inconsciente, as energias que não conseguimos definir e por esta energia ser, de fato, tão confusa, acabamos atraindo situações, pessoas e acontecimentos que esbarram nessa mesma energia. É uma fase em que podemos ficar doentes, sofrer algumas perdas e as situações confusas e indefinidas acabam por ficarem mais próximas.".

Além do mau humor, o meu notebook teve que ir para a manutenção atrasando algumas postagens já programadas: canção de segunda; Projeto 52 semanas; Teve show dos meninos dos Acústicos e Valvulados que renderia um "diário de chalaça" no minimo interessante...
 
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1 de fevereiro de 2017

03 anos Lado Milla!


Eu nunca consegui responder aquela pergunta cretina “Porque você tem um blog?” Sempre tenho idéia da resposta, mas ela acaba não respondendo o mínimo das minhas próprias indagações. Já tive blog falando sobre musica (falecido Além do underground…) já tive blog para colocar as minhas fotografias (falecido Versos – Monocromáticos) e já tive outro blog pessoal que durou exatamente 06 anos, antes de fazer uma bagunça irreversível que levou ao seu falecimento rs

Há exatamente três anos atrás, eu criei o "Um lado Milla..." esse Blog, veio para abrir um novo ciclo ( e passou por outros ciclos...) escrevi sobre a minha graduação de Psicologia (semestres, estágios e sobre o TCC), quando eu finalmente consegui um emprego de terceirizada e logo depois fui demitida... Além de ser um"blog pessoal" é o meu cantinho na blogosfera para registrar os meus delírios e devaneios com direito há; textos bastante pessoais, algumas crônicas e os meus registros fotográficos. Escrevo também resenhas: livros, filmes e séries.


A blogosfera muda com uma certa freqüência... É verdade, tem neguinho montando blog para se promover “eu sou!” “eu compro!” “eu como!” “eu visto!”. Transformando em parâmetros, regras e convenções que respinga nos blogueiros que assim como eu escolheram montar o blog para falar da própria vida... Um texto bem escrito, uma fotografia no ângulo perfeito, com boa iluminação e sem tantos ruídos e com um conteúdo agradável para agradar primeiro quem escreve e quem é dona do blog… Nesse caso EU! Não estou excluindo os possíveis leitores do meu blog. Sinto-me feliz por cada comentário que recebo aqui, tanto os elogios quanto às criticas. O elogio das fotografias cada vez mais freqüente. O melhor disso tudo é, quando falam um simples “eu me identifico!” essa troca não existiria e não seria tão espontânea se o conteúdo fosse pensado somente em vocês.

Não arrumei nenhuma resposta que me convença o porquê de escrever e de ter criado um blog (do zero!) . Caso eu fosse perguntada, talvez, a resposta fosse essa “- o Blog é a extensão de mim” uma resposta beirando ao clichê mas é bastante convincente.

Quando eu escrevo no blog vejo que eu acabo ultrapassando os meus próprios limites e acabo transformando cada texto banal em algo tão pessoal. É irônico pois, acabo escrevendo mais de mim do que posso suportar lendo. Tenho necessidade de escrever e fotografar para expressar de alguma forma tudo o que sinto e na maioria das vezes eu não consigo falar.



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14 de dezembro de 2016

Show: Alemão Ronaldo.


Sábado, 26 de março de 2016. Em Palhoça/SJ. Depois de um dia ensolarado arriscando um banho de mar na praia da Pinheira onde iria acontecer o show, a noite a temperatura permaneceu a mesma.

Não conheço a "cena cultural" do município de São José quando se trata de cultura & entretenimento... Mas, acredito que não é muito diferente da capital que é uma cidade "complicadinha" para esses eventos.

O show aconteceu na Hambúrgueria Bombah quando eu cheguei no local percebi que aconteceria o 1° Festival do Bombah com outras três bandas locais e só por ultimo o Alemão Ronaldo iria tocar. O Bombah, fica localizado a beira da praia um ambiente legal... Porém, não entramos no Bar carreguei a minha mãe comigo, ficamos sentadas nas mesas do lado de fora, a localização é razoavelmente fácil de chegar.


A imagem que eu tinha do Alemão Ronaldo é ainda do "ministro do desenvolvimento" da Terça do Ministério de um programa de rádio chamado Pijama show (E lá se vão 15 anos...). Ir em um show do Alemão Ronaldo era um daqueles sonhos distantes... Como um dia foi ir em um show dos Acústicos &Valvulados e falar com o Rafa e os "mendigos" e conhecer o Everton Cunha vulgo Mr.Pi (sonhos realizados.)

Quando cheguei o Alemão Ronaldo estava "passando o som..." fiquei admirando de longe e cantando e fazendo a coreografia do "Me leva pra casa". Ele notou que eu tava cantando e deu um xauzinho e eu acenei também, bastante envergonhada... Logo, saiu do palco alegando que iria tomar banho. Mas, voltaria para tocar a noite no festival. 

Ele ficou um tempinho conversando e tirando fotos com um pessoal que estava esperando e acabei seguindo o embalo e pedindo o para tirar um "selfie" mesmo nervosa falei um pouquinho e lhe dei um abraço e logo fui para a plateia assistir o show.


A banda não enrolou muito pra subir ao palco (obrigada por isso!), "A espera" foi na medida certa. Porque tinha outras bandas tocando anteriormente. As musicas do set-list estavam bem variadas, com duas ou três musicas dos últimos álbuns e algumas clássicas do Rock Gaucho como Pinhal da Cidadão Quem, "Sob o céu de blues" Cascaveletes e Não sei do TNT

As musicas do Alemão estão na minha "memória afetiva" então quando tocou "Despedida", "Me leva pra casa", "Desabrigado"...Eu acabei chorando um pouco no show. Pois, essas musicas me lembram boa parte da minha adolescência. Quando eu virava as noites/madrugadas ouvindo rádio escondida e tinha aula cedo no dia seguinte na 6° e 7° série.


A 1° vez que assisto um show eu tenho a sensação que eu nunca mais terei chance de ver aquele show outra vez.... É angustiante! Apesar da angustia sinto uma gratidão enorme por ter conhecido os Caras das vozes aveludadas e roucas com idéias insanas das minhas madrugadas...

4 de dezembro de 2016

Memórias Natalinas...



As minhas melhores memórias natalinas aconteceram na infância: Eu fazia uma lista dos possíveis presentes que eu gostaria de ganhar no natal (bicicleta, sorveteria da Barbie, Ken, walkman, Discman...); Na escola tinha apresentações com musicas natalinas e as lembrancinhas que eram feitas pelos alunos; Na televisão aconteciam os filmes clássicos e o especial da Xuxa de Natal. 

Hoje em dia, o meu problema não é necessariamente com o Natal... É a tentativa de enfiar o "espírito natalino" pela goela abaixo, ainda no final do mês de Novembro. Nesse mês, as lojas e departamentos com decorações natalinas e para piorar, tocando o CD da Simone no ultimo volume: Então é Natal... Quando eu ainda estou fazendo uns 3ou9 trabalhos da faculdade com o prazo final no ultimo dia do mês de Novembro. Na maioria das vezes o "espírito natalino" vem um pouco tarde... Outras vezes, ele nem vem. Paciência...

O Natal pontualiza os nossos próprios sentimentos. O "milagre natalino" não funciona como um passe de mágica para nos sentirmos melhores... O Natal só te fará feliz se você for Feliz no decorrer do ano.







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3 de dezembro de 2016

Sobre os 182 dias que restaram...

No inicio do ano, minha mãe comprou um salão de beleza (funcionando...). E me chamou para trabalhar na parte financeira. A equipe de funcionarias nos recebeu com bastante resistência e entramos em um processo longo de adaptação... Eu não consegui "curtir" o fato de estar trabalhando em um negócio próprio sem pensar no stress que é cada pequena mudança. Depois de muito stress resolvemos fechar três meses depois... Estar trabalhando/ estudando andou consumindo a maior parte do meu tempo e energia que eu reservaria para escrever no Blog. Eu escrevo/fotografo como válvulas de escape, para descarregar todos os meus "demônios interiores" e com isso me sentir aliviada das minhas mazelas e mimimi´s diários. No mês de maio verifiquei que escrevi apenas uma postagem sobre uma TAG literária com fotos antigas... Então, assumi o Hiátus com o texto Ensaio Sobre a Canseira  

O segundo semestre desse ano atípico foi bem tranqüilo...

Para me redimir com a Blogosfera.... No mês de agosto eu resolvi participar novamente do BEDA e na primeira semana me juntei a um grupo de meninas para #BEDARJUNTAS o bacana da blogosfera é quando encontramos pessoas que agregam sem diminuir e nem dividir... A blogosfera costuma "quebrar" nesse mês com a quantidade de conteúdo pulando nos Feed´s e as interações funcionam como um incentivo... Os meus leitores do "Lado Milla..." tiveram uma paciência de Jó nesses 31 dias de postagens intensas. #obrigado



Os meus últimos dois semestres (pós TCC) na faculdade foi assim:




PSICOLOGIA DA FAMILIA: Essa foi uma das matérias mais "maçantes" do semestre... A professora não tem uma dinâmica em passar o conteúdo: é o mesmo filme, os mesmos tipos de provas e um genograma que ninguém teve o domínio de fazer...

DIAGNÓSTICO E PROJETOS DE INTERVENÇÃO: Conheço a professora que ministrou essa matéria de outras matérias que fiz ao longo do curso... Essa matéria re resumiu aos meus relatórios de estágio que já estavam prontos.

PSICOPATOLOGIA II: Conheço o professor que ministrou essa matéria de outras matérias que fiz ao longo do curso... A grande surpresa desse semestre foi fazer um trabalho de intervenção com os usuários do CAPSI da minha cidade. A turma inteira se mobilizou e dentro desses vários projetos de intervenção participamos da festa junina.

Os meus planos:
  1. Psicologia 100%
  2. Trabalhar
  3.  + leitura 
  4. + livros
  5. Organização
  6. - ansiedade
  7. - Stress
  8. Fotografar
  9. Dormir cedo
Enfim, férias... A única programação para esses dias é descansar muito! Atualizar as minhas séries favoritas no Netflix e ler os livros que recentemente eu comprei e as outras leituras que acabei atrasando ao longo desse semestre.


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Estarei comentando com vocês sobre o BEFA (principalmente no Snap!!):
Snapchat: Lmilla5

14 de novembro de 2016

Série: Gilmore Girls



A série Gilmore Girls foi criada por Amy Sherman-Palladino e estrelada por Lauren Graham e Alexis Bledel. O seriado foi exibido no Brasil pelo canal Warner Channel na TV paga. A série estreou em 5 de outubro de 2000 e terminou em 15 de Maio de 2007 na sua sétima temporada. A série conta a história do cotidiano da mãe solteira Lorelai Victoria Gilmore (Lauren Graham) e sua filha Lorelai "Rory" Leigh Gilmore (Alexis Bledel) que vivem no pequeno povoado fictício de Stars Hollow, em Connecticut, pequena cidade com personagens bem peculiares e localizada cerca de trinta minutos de Hartford. A série explora diversos assuntos como família, amizades, conflitos geracionais e classes sociais. 
Lembro de assistir Gilmore Girls quando era adolescente, no canal Warner Channel (canal a cabo). eu cheguei a ver alguns episódios aleatórios na época e algumas reprises da série em horários alternativos no mesmo canal. A identificação com essa série foi quase de imediato: A relação mãe e filha, o vicio por café, o habito de sempre ter um livro na bolsa... E foi na mesma época, que eu descobri a minha dificuldade em assistir séries (indisciplina & ansiedade...). Cheguei a pensar na possibilidade de comprar o Box com os DVDs de todas as temporadas da série Gilmore Girls mas, acabei adiando e nunca comprei. 


Até que o Netflix disponibilizou as 07 temporadas da série Gilmore Girls no seu catálogo. Eu pirei com a possibilidade de maratonar(?) saboreando cada gole de café, com hamburguês decorados de Papai Noel... Terminei a 1° temporada de Gilmore Girls com a certeza que aquela era a série da minha vida! A cada episódio, eu me identificava mais com as histórias e com os diálogos rápidos e inteligentes.  Terminei de assistir os últimos episódios da 7° temporada (ontem) fiquei "saboreando" cada episódio... Vi a abertura da série com a musica "Where You Lead" 154 vezes! A letra – uma referência ao livro bíblico de Rute – tem uma força feminina muito marcante, e com a adição de Louise Goffin na regravação de 2005, remeteu ainda mais à dinâmica de Lorelai e Rory. 

As atrizes Lauren Graham e Alexis Blendel e a sintonia de mãe & filha foram perfeitas em todas as temporadas da série. A protagonista Lorelai tem um relacionamento complicado com os pais, sonhos de carreira a realizar e vários dramas na vida amorosa. A relação de amizade e cumplicidade de Lorelai com Rory não afeta o papel de Mãe que precisou ser "firme" com um toque de doçura... Em alguns eventos não muito legais na vida de Rory. 


Na primeira temporada, Rory Gilmore é uma adolescente de 16 anos filha de Lorelai que tem a mãe como amiga e confidente os diálogos entre as duas é mágico. Rory é uma inteligente e antenada adolescente. Estudante de Chilton, pretende se formar em jornalismo em Harvard. Os planos foram mudando ao longo dos episódios e Rory também acabou sendo aceita em Yale e depois da lista de prós/contras acaba preferindo cursar jornalismo em Yale. 

Os relacionamentos amorosos de Rory Gilmore demonstram o amadurecimento da adolescente durante o seriado: 

Dean Forester, Foi o primeiro namorado de Rory um príncipe perfeito que no decorrer dos episódios se transformou em um sapo. O personagem se transformou em um namorado sufocante, ciumento, impulsivo e chato. Apesar do relacionamento imaturo por causa da idade de ambos, eu esperava que a amizade entre Dean e Rory prevalecesse não perdendo assim, o sentido do personagem na série. 

Jess Mariano é o sobrinho de Luke. Foi morar em Stars Hollow contra sua vontade por ter uma vida instável e rebelde em New York. Ele veio para bagunçar o relacionamento de Rory com Dean , ele tem um estilo independente e bad-boy e como Rory, adora ler. Acabou se tornando uma "má influência" para a Rory no inicio. Mas, tornou-se um verdadeiro amigo que fez Rory repensar as suas ultimas atitudes: largou a faculdade de Yale e estava em uma fase rebelde que ela e não estava querendo ouvir ninguém. 

Logan Huntzberger: Conheceu Rory na faculdade. Seu pai é um esnobe jornalista, dono de jornais por todo o EUA. Logan é o bom vivan fazendo parte da associação vida e morte e vivia em baladas e porres acabou influenciando Rory que acabou largando a faculdade de Yale por um período. No final, os dois acabaram amadurecendo Rory volta para a faculdade e Logan começa a trabalhar com seu pai. Logan pediu Rory em casamento no penúltimo capitulo da 07 temporada. Mas, ela não aceitou por ainda não se sentir preparada.

Nesse período que eu estava fazendo maratona de episódios da série Gilmore Girls eu evitava ficar lendo "spoilers" na internet. A cada episódio/temporada que passa a série só melhora, eu adorei a maratona que fiz nesse período de 2 meses. Assim que eu terminei de ver o ultimo episodio da sétima temporada bateu aquele vazio, típica sensação de quem termina uma série. 


O Netflix anunciou a maravilhosidade do revival.“Gilmore Girls: um ano para recordar” é composta de 4 episódios de 90 minutos, com estreia marcada para 25 de novembro. Cada episódio vai retratar uma estação do ano e aparentemente começa com o inverno, durante as festas de fim de ano.


© Lado Milla
Maira Gall