#Cançãodesegunda
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18 de maio de 2020

Cinco curiosidades de “Todas as Mulheres do Mundo”.



A série Todas as Mulheres do Mundo estreiou na quinta-feira (23) no Globoplay para fazer uma homenagem à obra de Domingos Oliveira. A série, que terá seu primeiro episódio exibido na Rede plim-plim, é baseada em seis textos do dramaturgo e cineasta. Acompanha a vida do apaixonado Paulo (Emílio Dantas), que, em cada um dos 12 episódios, se relaciona com mulheres diferentes, de forma amorosa, amigável e até maternal.

A adaptação para TV, escrita por Jorge Furtado e Janaína Fischer e com direção artística de Patrícia Pedrosa, foi pensada nos detalhes: há particularidades nos diálogos, na cenografia, na trilha sonora e até no figurino dos personagens. A escolha do elenco também foi diferenciada. Confira cinco curiosidades sobre a série e saiba mais sobre o trabalho do dramaturgo:

1 – A escolha dos atores

A maioria do elenco trabalhou com Domingos Oliveira ou conviveu com ele. A filha do dramaturgo, Maria Mariana, e sua viúva, Priscilla Rozenbaum, fazem participação especial em Todas as Mulheres do Mundo. E escolha foi proposital, como contou a diretora artística Patrícia Pedrosa, em entrevista a GaúchaZH: 
— Como eu não havia conhecido o Domingos, achei que era importante ter esses relatos dessas pessoas que já passaram pela vida dele. Foi muito produtivo, porque elas vinham com referências novas, novos olhares para a série.
Priscilla Rozenbaum, viúva de Domingos Oliveira, é Glorinha na série

Fernanda Torres, que participou da adaptação de Todas as Mulheres do Mundo para o Caso Especial, exibido pela Globo em 1990, também foi convidada a participar da série, interpretando Estela.

Saiba quem são as personagens que dão nome a cada episódio, em ordem: Maria Alice (Sophie Charlotte), Adriana (Samya Pascotto), Elisa (Marina Provenzzano), Laura (Martha Nowill), Martinha (Veronica Debom), Dionara (Lilia Cabral), Renata (Maria Ribeiro) e Pâmela (Sara Antunes), Gilda (Mariana Sena), Sara (Maeve Jinkings), Natália (Natasha Jascalevich), Maria Alice (Sophie Charlotte) e Pink (Naruna Costa).

2 – Fotografia opaca



Quem assistir à série vai notar uma paleta de cores mais opaca. De acordo com a diretora Patrícia Pedrosa, a intenção inicial era fazer a produção em preto e branco, mas a escolha poderia não agradar o público. Com isso, o mínimo de cor possível foi usado na fotografia. 


Trecho do trailer de "Todas as Mulheres do Mundo" mostra fotografia com poucas cores
— Os planos têm pouquíssimas cores para ter o efeito do preto e branco com cor — explicou Patrícia, afirmando que usou apenas duas cores para compor a fotografia, do cenário ao figurino dos personagens.

3 – Figurino e referências a diferentes épocas 

O figurino casa com a personalidade dos personagens, com cores e estilos diferentes. Para o protagonista Paulo, por exemplo, foram adotados os tons de cinza e verde. 

— Pensamos em um jovem arquiteto dos dias de hoje que não está nem aí para roupa. É um personagem que repete muita roupa — disse Natália Duran, que assina o figurino da série com Cao Albuquerque.

Cada personagem homenageia uma época ou estilo, fazendo uma viagem em todas as décadas em que Domingos Oliveira viveu. 


Sophie Charlotte é Maria Alice, uma das protagonistas

_ A Maria Alice é a mais clássica e atemporal de todas. A Fernanda Torres, que interpreta Estela, mas que já foi Maria Alice na década de 90, homenageia esta época, com os cabelos levemente repicados. Já Dionara (Lilia Cabral) foi inspirada na atriz britânica Tilda Swinton nos anos 2000 — citou Anna Van Steen, responsável pela caracterização da série.

Na escolha das roupas, a equipe do seriado apostou em profissionais que trabalham com sustentabilidade e tingimentos orgânicos. Peças de brechó também foram utilizadas

 Música

A música que faz parte da abertura de Todas as Mulheres do Mundo é a mesma: Carinhoso, de Pixinguinha e João de Barro. A diferença é que, em cada episódio, uma cantora diferente dará voz à canção. Algumas artistas foram convidadas a gravar a música, como Céu e Alcione. De outras, foi aproveitada gravações já existentes, caso de Elis Regina e Marisa Monte, que aparece na abertura do primeiro episódio.



4 – Sem bandeiras


Além de as mulheres serem a maioria no elenco, a equipe que fica atrás das câmeras também é majoritariamente feminina – e a escolha foi proposital. De acordo com a diretora artística Patrícia Pedrosa, a ideia foi contar a história pelo lado mais feminino possível. Porém, não houve a intenção de transformar a série em uma narrativa feminista:

— Não precisamos disso. Falamos sobre pessoas, sobre amor, sobre afeto, sobre mulheres diferentes, sobre paixão. Não queremos pegar um assunto e transformar essa série em política. Estamos só falando de amor, esse é o ponto da série — falou Patrícia.

5 – A obra de Domingos Oliveira

Autor de mais de 120 obras no teatro, cinema e TV, Domingos Oliveira fez parte da equipe de autores de séries de sucesso nos anos 1970 na Globo. Foi também ator de novelas. Entre os trabalhos que fez na emissora, estão Show da Noite, Ciranda Cirandinha, Amizade Colorida, As Noivas de Copacabana, Contos de Verão e a minissérie JK, seu último trabalho na televisão, em 2006. 

Quem conhece o trabalho de Domingos, vai identificar diversas referências em Todas as Mulheres do Mundo. Várias cenas do filme de 1966, que deu o nome para a série, estão espalhadas no seriado. Nos diálogos, aparecem diversas frases escritas por Domingos, faladas de forma poética e literal pelos personagens. 

Em Todas as Mulheres do Mundo, há também a representação dos alter egos de Domingos: o protagonista Paulo é o lado intenso e apaixonado do autor. Já seus dois amigos, Cabral (Matheus Nachtergaele) e Laura (Martha Nowill), representam a faceta feminina e o lado mais sábio e subjetivo do dramaturgo. Domingos é lembrado até no mascote da série e fiel companheiro de Paulo e Cabral: o cão recebeu o nome de Oliveira.



Victor Pollak / Globo
Laura (Martha Nowill), Paulo (Emílio Dantas), Maria Alice (Sophie Charlotte) e Cabral (Matheus Nachtergaele), junto com o mascote Oliveira (Flint)




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27 de abril de 2020

Canção de Segunda: A Banda Mais bonita da Cidade



Hoje a TAG #Canção de segunda vai sair um pouco diferente vai ser mais um "diário de chalaça" sobre um dos shows mais bacanas que fui...

Quinta-feira, dia 18 de julho de 2013. Em Florianópolis na capital de Santa Catarina, a temperatura da cidade estava caindo gradativamente, em ameaça da tal “geada negra”, mas felizmente Era só um forte vento sul resultando na ventania e do frio daquela noite. A “sonífera ilha” digo, Florianópolis, saturada de falta de cultura e bons shows… Naquela noite de forte “vento sul” recebeu A Banda Mais bonita da Cidade. 
A cidade onde moro, é a capital do estado de SC, mas, quando se procura “eventos culturais” na city… Aqui mais parece cidade do interior. Mãããsss a questão era que tinha um programa legal (em uma noite tão fria, bacana e com pizza…) rs, na minha querida cof, cof  cidade, não podia pensar na possibilidade de não ir. Na bagunça que se encontrava o meu quarto com o guarda roupa recém desmontado, O grau de dificuldade de achar uma roupinha bacana pelos cantos da sala foi proporcional à bagunça que estava os aposentos…

O Teatro Álvares de Carvalho (TAC) é um dos teatros mais “humildes” aqui da região. Lembro-me de ter ido poucas vezes quando eu era menor, em excursão com a escola para ver peça infantil. Mesmo o teatro sendo “humilde” não tira o clima clean do show e a roupa também tem que ter o mesmo clima sem o tênis surrado companheiro fiel de *chalaças.  O TAC é um teatro pequeno, comparados aos outros dois teatros mais novos da cidade.  Mas, ainda assim é ambiente aconchegante e bem bacana para shows. Cheguei uns 30min antes no TAC para comprar ingresso (graças à falta de divulgação ainda tinha ingresso na hora…) e como não tem marcação de poltronas, era só entrar e sentar na poltrona que quiser (Prefiro assim!).

O “show de abertura” foi da Ana  P _ Falo em outro momento o que penso sobre banda de abertura…_ ¬¬. Não conheço nada sobre o trabalho da Ana, se não me engano, acho que ela participa do clipe “oração” e eu achava que ela fazia parte da Banda Mais bonita… Confesso que fiquei meio que boiando na apresentação dela. Embora eu tenha curtido algumas musicas, acabei aproveitando o primeiro show para fotografar _ Tenho uma “quedinha” por fotos de palco ** _. O clima da ultima musica da Ana foi um convite para a Uyara vocalista da banda mais bonita… Subir ao palco e começar o show da… 

 A BANDA MAIS BONITA DA CIDADE


Esse foi o meu primeiro show que fui da banda, do segundo show da mesma na minha cidade¬¬ dessa vez não me liguei muito no set-listdo show, mas só não entraram no set duas musicas que serão lançados no novo álbum. 

A musica “Oração” foi à primeira musica a fazer sucesso por causa da internet, mas, a banda não corre mais o risco de ser conhecidos como A banda de uma musica só tendo outras musicas da banda que valem a pena ouvir: Mercadorama, #mimimi (vai entrar no segundo álbum…), Solitária, Boa pessoa,Nunca, Meu príncipe (vai entrar no segundo álbum…) e Aos garotos de aluguel.

O entrosamento do pessoal do palco é a parte mais engraçada do show. Cheio de “piadinhas internas” um dos acontecimentos engraçados do show em Floripa, foi antes da musica do “príncipe” a vocalista toda inspirada para a canção joga a cabeça para o lado olha para o baixista da banda e cai na gargalhada… Essa até o publica caiu na risada e demorou a se conter para ouvir uma musica tão calminha.

Terminaram o show com á musica “oração” o Diego Plaça seguiu para fora do palco carregando um bumbo e depois o restante da banda seguiu levando a plateia do show para a porta do teatro terminando do mesmo jeito que o clipe.



Na parte “camarim” que não teve, o pessoal da banda ficou conversando com o publico a vocalista da banda Uyara entrou direto para o banheiro para trocar de roupa. O que fez o público demorar um pouco mais no “Hall” do teatro todo mundo queria; uma foto, um “oi, tudo bem!”, uma dedicatória no CD recém- comprado… Dos músicos. Falei mais com o Vinicius Nisi (Não chora Vini…) e o Diego Plaça, pois eu tava encostada na parede e eles estavam passando… Foram bem simpáticos, perguntando o que eu tinha achado do show e assinando folhinhas aleatórias e o livreto do CD. Tirei uma foto com a Uyara, pois as meninas solicitaram um foto com ela e acabei aproveitando tirando uma foto com ela também, mas não consegui falar muito com ela, pois tinham que seguir viagem...

 



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21 de abril de 2020

[Canção de Segunda]: Novela Apocalipse




Devido à pandemia do novo coronavírus e preocupada em tomar todos os cuidados e precauções necessárias no momento, a Record TV decidiu dar uma pausa nas gravações de Amor Sem Igual.Por isso, nesta terça-feira, 21 de abril, às 20h45, você poderá acompanhar uma versão especial da novela Apocalipse, mais ágil e dinâmica, com os grandes acontecimentos que impactaram o público.
 
Sinopse: Ricardo Montana (Sérgio Marone) é um brilhante homem de negócios, prestes a lançar seu projeto mais fascinante: a Cidade do Futuro, uma comunidade urbana autossustentável, futurista e tecnológica. Ricardo tem um mentor espiritual, Stefano Nicolazi (Flávio Galvão), sacerdote da igreja Sagrada Luz, muito influente na poderosa família Montana. No grandioso lançamento da Cidade do Futuro, Benjamin (Igor Rickli), que se tornou um gênio da robótica, e Zoe (Juliana Knust), uma repórter de TV, se reencontram depois de anos.

Com o passar do tempo, várias pessoas ao redor do mundo vão desaparecendo inexplicavelmente. Trata-se do Arrebatamento, o primeiro evento do Apocalipse, quando Deus retira todos os verdadeiramente cristãos da Terra. Zoe fica extremamente abalada ao perceber que sua família se foi e se convence de que se trata mesmo do Arrebatamento. Benjamin, ateu por convicção, rejeita a ideia com veemência. Mesmo com visões opostas, eles vivem um romance intenso neste período conturbado.

É neste momento de fragilidade no planeta que o carismático Ricardo Montana assume o cargo de Secretário Geral da Confederação das Nações e conquista o mundo com seu discurso de paz. Tem início o período da Tribulação, com a abertura dos sete selos do livro de Deus, e explode a Terceira Guerra Mundial, seguida por fome, peste e grandes cataclismos. Neste meio tempo, duas testemunhas são enviadas por Deus para profetizar e anunciar o verdadeiro Messias: os profetas do Antigo Testamento Moisés e Elias.

Ricardo, com a cumplicidade de Stefano, finge apoiar as pregações dos profetas. A verdade é que, por trás da imagem de líder mundial da paz, Ricardo deseja dominar o mundo, mesmo pela guerra. No confronto, ele é ferido e dado como morto. É quando Satanás envia um demônio para possuir seu corpo e fingir que o ressuscita. Daqui para a frente, Ricardo, agora a Besta do Apocalipse, declara guerra a todos os que não o adorarem como Deus – sempre ajudado pelo sacerdote Stefano, que se transforma no Falso Profeta.




01. ADÁGIO EM SOL MENOR – Kleber Augusto (tema de abertura)



02. THE WAY YOU ARE – Marina Elali


03. ELE VEM – Fernando Mendes



04. IO CHE NON VIVO SENZA TE – Renato César


05. TO ME – Márcio Lott



06. FUTURA ESCURIDÃO – Kildson


07. STOP., LOOK, LISTEN TO YOUR HEART – Moyses





08. TEU PERDÃO – Thuany Parente



09. CANTO DELLA TERRA – Renato César





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23 de março de 2020

Canção de Segunda: Nenhúm de Nós




Nenhum de Nós é uma banda de rock brasileira do estado do Rio Grande do Sul fundada em 1986.

O Início

Sady Homrich e Carlos Stein se conheceram nos tempos da primeira série escolar, mais tarde, na quinta série, conhecem Thedy Corrêa. Tudo isso no colégio lasallista Nossa Senhora das Dores, na rua Riachuelo em Porto Alegre. Ali, bem perto do Theatro São Pedro, onde os garotos nem imaginavam, viveriam momentos importantes da futura carreira.

Thedy ganhou um violão aos quatorze anos, foi aluno de violão clássico do professor Afrânio. Carlos, com quinze anos, comprou sua primeira guitarra , juntamente com seu irmão, Thedy e outro amigo em comum formam um grupo folk batizado de Quarteto Jererê. 

Na faculdade, Carlão foi um dos fundadores do grupo Engenheiros do Hawaii. Depois de dois shows, saiu para formar uma banda com os amigos Thedy e Sady, sendo que este tinha na faculdade um grupo de samba-de-raiz chamado "Grupo do Fadinho". Após decidirem formar a banda, Sady começou a ter aulas de bateria com o professor Thabba. O "bat-local" do ensaio era a garagem da namorada de Thedy e contava com: uma bateria improvisada, uma caixa emprestada, um violão convertido fazendo a vez de contra-baixo e uma guitarra (sim, a guitarra era de verdade, o que não evitava as pedras jogadas pelos vizinhos). Depois de algum tempo, ensaiavam quase todas as tardes no bar Bangalô, onde Sady trabalhava como músico.


Nome da Banda

O espetáculo de lançamento do trio com o nome Nenhum de Nós foi no mesmo bar com um público de umas 80 pessoas entre amigos e parentes. Precisavam de um nome para a apresentação. Eles buscavam um nome que provocasse curiosidade e que denotasse algo em comum entre os três: Nenhum de Nós enxerga direito; Nenhum de Nós rodou na escola; Nenhum de Nós foi para o quartel" etc. De tanto se repetir ficou este o nome: NENHUM DE NÓS.


Curiosidades

Já animando alguns bailezinhos de carnaval por aí, se preparavam para abrir um espetáculo do DeFalla na Sociedade de Amigos da Praia do Imbé (SAPI) e, devido a um imprevisto, se atrasaram. Isto fez com que o DeFalla iniciasse seu show e os meninos do Nenhum tocassem depois. O produtor e a banda, que acabou tocando antes, foram obrigados a esperar o show do Nenhum acabar pois eles utilizariam o mesmo equipamento de som. Antônio Meira, o produtor, gostou da música dos jovens e pediu uma "fitinha" demo, que enviou às gravadoras. E, com a imensa bagagem de uns seis shows, foram para a cidade de São Paulo para gravar seu primeiro disco, em junho de 1987.



Integrantes:

Thedy Corrêa: casado e tem uma filha, Stella. O vocalista tem projetos paralelos ao Nenhum de Nós. Exemplos disso são o CD solo Loopcinio, onde faz uma homenagem ao cantor gaúcho, Lupicínio Rodrigues e o livro Bruto que acaba de lançar.

Veco Marques: formado em Publicidade e Propaganda pela Unisinos. Toca violão e, para o Nenhum de Nós Acústico 2, mandou trazer uma sitar da Índia.
Carlos Stein: costumam dizer que Carlão é "o cara", pois além de tocar em uma das grandes bandas do rock brasileiro, ajudou a fundar os Engenheiros do Hawaii.

Sady Homrich: este "abominável homem da bateria" já nasceu com as baquetas na mão. Formado em Engenharia Química pela PUCRS, diz que na estante não faltam livros de química e de metafísica. Sady usa baterias e peles RMV, baquetas Pro-Star e pratos Orion.

João Vicenti: o mais novo integrante da banda nasceu em 11 de agosto de 1965. Foi o último músico a se juntar ao Nenhum de Nós. Cursou faculdade de Educação Física, na FUNBA.




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20 de março de 2020

Show: “Contos de Água e Fogo” Nenhum de Nós


No dia 18 de maio de 2012, a banda gaúcha Nenhum de Nós apresenta no teatro Pedro Ivo, na Capital, um show em celebração aos seus 25 anos de carreira. O grupo foi um dos primeiros da cena roqueira nacional a incorporar o acordeon entre seus instrumentos, assumindo uma sonoridade regional característica. Formada ainda pelos mesmos integrantes desde seu início, a banda tocou as canções do disco “Contos de Água e Fogo” e sucessos já conhecidos do grande publico como “Camila Camila”, “Astronauta de Mármore” (versão para Starman, de David Bowie) e “Paz e Amor”.


Nesses 25 anos, , o Nenhum de Nós vendeu mais de um milhão de discos e cerca de 1.600 apresentações. Os roqueiros gaúchos conseguiram o reconhecimento do público da crítica e hoje contam com uma fiel legião de fãs em todo o país. Mais maduros musicalmente, a banda chega ao 25º aniversário em plena forma, e com novidades.



Décimo quarto disco do grupo, “Contos de Água e Fogo”, lançado em 2011, marcou o jejum de seis anos da banda sem lançar nada novo.

“Demoramos tanto tempo por uma questão logística. Não temos essa ansiedade de fazer um trabalho atrás do outro. Acreditamos na consistência artística de cada projeto”, afirma o vocalista Thedy Corrêa.



  
A faixa que abre o álbum, “Correntes”, remete ao ano de 1986, quando O Nenhum de Nós estourou no Brasil com o hit “Camila, Camila”. A canção tem uma pegada mais pesada e coloca as guitarras em evidência. Mas o disco também traz composições inspiradas na folk-music e arranjos de viola e bandolim.

Eu sempre estou "conhecendo" alguma musica nos shows que acaba descrevendo um momento importante na minha vida como julho de 83 que descreve o meu primeiro beijo... E nesse show de maio/2012, a musica Primavera No Coração descreveu outros momento um tanto quanto complicado diferente do ano doce que eu tinha planejado. 
Uma noite veio uma banda tocar/E ela foi com as amigas até lá/ Cantou, dançou e sem saber bem porquê, chorou...♫




OBS1: Foi a primeira vez que levei a minha câmera Canon T3 ao teatro para fotografar um show.

OBS2: O nome da minha câmera Canon T3 é Pequenã por causa da musica  "Pequenã" do Nenhum De Nós


19 de janeiro de 2020

30 antes dos 30: Ir a 10 bons shows.


O #cançãodesegunda surgiu porquê eu queria escrever sobre as musicas que eu estou ouvindo... Sobre os shows das bandas que eu gosto e que vou com frequência.:


[1] Acústicos e Valvulados: Mazáaaaaaaaaaaaa... ÓBVIO que eu fui em VÁRIOS shows do meus mendigos favoritos. Sempre rende um bom diário de chalaça...

Eu tinha uma vaga lembrança do Rafael Malenotti (vocalista) quando ele participava do Pijama Show (um programa de rádio famoso do sul). Algumas semanas antes, fui no site da banda, afim de, escutar as músicas e lembrar se alguma já tocou na programação do Pijama Show. A minha grande surpresa é que eu curtia bastante ouvir a música "Fim de Tarde" na madrugada... Que era uma das musicas mais lindas da banda.




Quando eu recebi a foto logo, tratei de colocar no FOTOLOG e ficava admirando... Pois, tenho o péssimo costume de acreditar que os eventos bacanas que eu fui pela 1º vez nunca irão se repetir. Por exemplo: Esse show dos Acústicos e Valvulados. Felizmente, teve um show Pocket um mês depois e outros 17 shows na bagagem, sendo que, quatro desses shows foram na estrada (Porto Alegre/RS e Joaçaba/SC) 


[2] Nenhum de Nós 
[3] Rappa 
[4] Cachorro Grande

As musicas do Alemão estão na minha "memória afetiva" então quando tocou "Despedida", "Me leva pra casa", "Desabrigado"...Eu acabei chorando um pouco no show. Pois, essas musicas me lembram boa parte da minha adolescência. Quando eu virava as noites/madrugadas ouvindo rádio escondida e tinha aula cedo no dia seguinte na 6° e 7° série.



A 1° vez que assisto um show eu tenho a sensação que eu nunca mais terei chance de ver aquele show outra vez.... É angustiante! Apesar da angustia sinto uma gratidão enorme por ter conhecido os Caras das vozes aveludadas e roucas com idéias insanas das minhas madrugadas...


Esse foi o meu primeiro show que fui da banda, do segundo show da mesma na minha cidade¬¬ dessa vez não me liguei muito no set-listdo show, mas só não entraram no set duas musicas que serão lançados no novo álbum. 




A sensação de assistir um show pela primeira vez é mágico! Eu conheci o Nando da CNJ em 2009, quando ele e os meninos do Acústicos fizeram um show para tocar somente clássicos do Rock... Eu conheço 3ou9 musicas da Comunidade por causa da tal "memória afetiva" de ouvir musicas gaúchas na madrugada.





Quando eu comecei a escrever na blogosfera (Inicio do ano 2000), eu conversava com freqüência com outras pessoas que também escreviam suas mazelas na blogs. Sou péssimas em datas. Mas, lembro que em 2003 conversavamos na internet pelo MSN Messenger*. Um certo dia, uma dessas blogueiras que eu conversava na época, a Lud de Osasco/SP e nos seu status sempre estava escrito assim Ana e o mar - Teatro Mágico... ♫ e sem querer ela apresentou-me umas 3ou9 musicas de uma banda um tanto diferente dos padrões musicais em que eu estava acostumada a ouvir. Artistas independentes, donos de uma música poética e com conteúdo, a trupe “O Teatro Mágico”.

Na parte “camarim” que não teve, o Fernando Anitelli ficou conversando com o publico  que fez fila no “Hall” do teatro todo mundo queria; uma foto, um “oi, tudo bem!”, uma dedicatória no CD recém-comprado… O Fernando é um querido e deu um show de simpatia querendo saber se era a 1° vez que eu ia no show/ perguntando o que eu tinha achado do show naquele formato e assinando folhinhas aleatórias e o livreto do CD





[09]Aerocirco:


Nessa época de 2008 há 2010 teve vários showzinhos bacanas na Célula e um desses foi da extinta banda Aerocirco que encerraram os seus trabalhos em 8 de novembro de 2013 e com muitos registros e histórias compartilhados nos quase 10 anos da banda.




[10] Vera loca:


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14 de janeiro de 2020

Canção de Segunda: Codinome Beija-Flor


Composta em 1985 e lançada no álbum Exagerado, Codinome Beija-Flor é uma das músicas mais bonitas e admiradas do Cazuza. Ao contrário de muitas músicas que o cantor compôs na época em que ainda fazia parte do Barão Vermelho, é uma canção mais contida e filosófica. 


Créditos: Divulgação

Isso tem muito a ver com o momento de sua composição: Cazuza escreveu Codinome Beija-Flor quando estava de cama, internado num hospital. Além da reflexão do artista nas letras, os versos são acompanhados só pelo piano e pelo violino, mostrando um lado do artista muito diferente do garoto rebelde do Barão. Imagina colocar o primeiro álbum solo do Cazuza pra tocar e descobrir essa versão madura do cantor?


História da música Codinome Beija-Flor


Quando Cazuza compôs a música, estava na cama do hospital observando beija-flores pela janela.

Daí vem a metáfora para quando um relacionamento não termina bem: o amor ainda existe e surge aquele sofrimento de ver o outro seguindo em frente (de flor em flor). Pronto: codinome beija-flor. Significado da música Codinome Beija-Flor

Antes da gente falar da letra da música, dá uma olhada nessa linda apresentação:


          


Lindo, né? Então vamos pensar um pouco sobre de onde vem esses versos:


Pra que mentir 
Fingir que perdoou 
Tentar ficar amigos sem rancor 
A emoção acabou


Aqui, o compositor nos dá o contexto: entre mentiras e perdões, notamos que algo está errado nesse relacionamento. Houve mágoa e não adianta tentar viver de aparências, porque resta um sentimento ruim de alguma das partes (ou de ambas).


Que coincidência é o amor 

A nossa música nunca mais tocou

O amor é cheio de coincidências e ironias, né? Se, por um lado, quando nos apaixonamos os sinais parecem estar em todos os lugares (como a música do casal tocando em todo canto), quando o amor acaba, os sinais podem parar junto.
É sobre isso que o artista reflete, usando nossa música como uma referência aos bons momentos que não voltam mais.


Pra que usar de tanta educação 

Pra destilar terceiras intenções


Nesse trecho, o compositor critica a cortesia do pós-término, em que ambos são cordiais mas não existe sinceridade nisso. Para Cazuza, resta um misto de ciúme, raiva e mágoa, com aquela confusão típica de fim de relacionamento.


Desperdiçando o meu mel 
Devagarzinho, flor em flor 
Entre os meus inimigos, Beija-Flor 

Eu protegi o teu nome por amor 
Em um codinome, Beija-Flor 


É nesse ponto que se cria um codinome: pode ser uma metáfora ao momento do relacionamento, mas também uma forma de proteger a pessoa amada de uma exposição. Fica o codinome de um pássaro lindo, mas que também não “pára quieto” em somente uma flor: é um dos animais conhecidos por serem poligâmicos e não-domesticáveis.


Não responda nunca, meu amor, nunca 

Pra qualquer um na rua, Beija-Flor 


Que só eu que podia 

Dentro da tua orelha fria 
Dizer segredos de liquidificador


Aqui, o ciúme fica claro. Como desapegar de um amor e deixar que outras pessoas possam tê-lo, compartilhar segredos e vulnerabilidades? É com esse dilema que Cazuza se depara, tentando lidar com o luto do relacionamento. A gente sempre acaba sendo um pouco narcisista e possessivo nessas horas, né? 


Você sonhava acordada 

Um jeito de não sentir dor 

Prendia o choro e aguava o bom do amor 
Prendia o choro e aguava o bom do amor


Aqui podemos ver que o ressentimento também existia durante o relacionamento. Muita coisa não era dita, as dores não eram manifestadas e a pessoa amada prendia o choro. Com essas palavras, a gente imagina como a relação era sofrida, mas que ainda existia um forte amor entre os dois



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© Lado Milla
Maira Gall