#Cançãodesegunda
Mostrando postagens com marcador #Cançãodesegunda. Mostrar todas as postagens

19 de janeiro de 2020

30 antes dos 30: Ir a 10 bons shows.


O #cançãodesegunda surgiu porquê eu queria escrever sobre as musicas que eu estou ouvindo... Sobre os shows das bandas que eu gosto e que vou com frequência.:


[1] Acústicos e Valvulados: Mazáaaaaaaaaaaaa... ÓBVIO que eu fui em VÁRIOS shows do meus mendigos favoritos. Sempre rende um bom diário de chalaça...

Eu tinha uma vaga lembrança do Rafael Malenotti (vocalista) quando ele participava do Pijama Show (um programa de rádio famoso do sul). Algumas semanas antes, fui no site da banda, afim de, escutar as músicas e lembrar se alguma já tocou na programação do Pijama Show. A minha grande surpresa é que eu curtia bastante ouvir a música "Fim de Tarde" na madrugada... Que era uma das musicas mais lindas da banda.




Quando eu recebi a foto logo, tratei de colocar no FOTOLOG e ficava admirando... Pois, tenho o péssimo costume de acreditar que os eventos bacanas que eu fui pela 1º vez nunca irão se repetir. Por exemplo: Esse show dos Acústicos e Valvulados. Felizmente, teve um show Pocket um mês depois e outros 17 shows na bagagem, sendo que, quatro desses shows foram na estrada (Porto Alegre/RS e Joaçaba/SC) 


[2] Nenhum de Nós 
[3] Rappa 
[4] Cachorro Grande

As musicas do Alemão estão na minha "memória afetiva" então quando tocou "Despedida", "Me leva pra casa", "Desabrigado"...Eu acabei chorando um pouco no show. Pois, essas musicas me lembram boa parte da minha adolescência. Quando eu virava as noites/madrugadas ouvindo rádio escondida e tinha aula cedo no dia seguinte na 6° e 7° série.



A 1° vez que assisto um show eu tenho a sensação que eu nunca mais terei chance de ver aquele show outra vez.... É angustiante! Apesar da angustia sinto uma gratidão enorme por ter conhecido os Caras das vozes aveludadas e roucas com idéias insanas das minhas madrugadas...


Esse foi o meu primeiro show que fui da banda, do segundo show da mesma na minha cidade¬¬ dessa vez não me liguei muito no set-listdo show, mas só não entraram no set duas musicas que serão lançados no novo álbum. 




A sensação de assistir um show pela primeira vez é mágico! Eu conheci o Nando da CNJ em 2009, quando ele e os meninos do Acústicos fizeram um show para tocar somente clássicos do Rock... Eu conheço 3ou9 musicas da Comunidade por causa da tal "memória afetiva" de ouvir musicas gaúchas na madrugada.





Quando eu comecei a escrever na blogosfera (Inicio do ano 2000), eu conversava com freqüência com outras pessoas que também escreviam suas mazelas na blogs. Sou péssimas em datas. Mas, lembro que em 2003 conversavamos na internet pelo MSN Messenger*. Um certo dia, uma dessas blogueiras que eu conversava na época, a Lud de Osasco/SP e nos seu status sempre estava escrito assim Ana e o mar - Teatro Mágico... ♫ e sem querer ela apresentou-me umas 3ou9 musicas de uma banda um tanto diferente dos padrões musicais em que eu estava acostumada a ouvir. Artistas independentes, donos de uma música poética e com conteúdo, a trupe “O Teatro Mágico”.

Na parte “camarim” que não teve, o Fernando Anitelli ficou conversando com o publico  que fez fila no “Hall” do teatro todo mundo queria; uma foto, um “oi, tudo bem!”, uma dedicatória no CD recém-comprado… O Fernando é um querido e deu um show de simpatia querendo saber se era a 1° vez que eu ia no show/ perguntando o que eu tinha achado do show naquele formato e assinando folhinhas aleatórias e o livreto do CD





[09]Aerocirco:


Nessa época de 2008 há 2010 teve vários showzinhos bacanas na Célula e um desses foi da extinta banda Aerocirco que encerraram os seus trabalhos em 8 de novembro de 2013 e com muitos registros e histórias compartilhados nos quase 10 anos da banda.




[10] Vera loca:


Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais. 


14 de janeiro de 2020

Canção de Segunda: Codinome Beija-Flor


Composta em 1985 e lançada no álbum Exagerado, Codinome Beija-Flor é uma das músicas mais bonitas e admiradas do Cazuza. Ao contrário de muitas músicas que o cantor compôs na época em que ainda fazia parte do Barão Vermelho, é uma canção mais contida e filosófica. 


Créditos: Divulgação

Isso tem muito a ver com o momento de sua composição: Cazuza escreveu Codinome Beija-Flor quando estava de cama, internado num hospital. Além da reflexão do artista nas letras, os versos são acompanhados só pelo piano e pelo violino, mostrando um lado do artista muito diferente do garoto rebelde do Barão. Imagina colocar o primeiro álbum solo do Cazuza pra tocar e descobrir essa versão madura do cantor?


História da música Codinome Beija-Flor


Quando Cazuza compôs a música, estava na cama do hospital observando beija-flores pela janela.

Daí vem a metáfora para quando um relacionamento não termina bem: o amor ainda existe e surge aquele sofrimento de ver o outro seguindo em frente (de flor em flor). Pronto: codinome beija-flor. Significado da música Codinome Beija-Flor

Antes da gente falar da letra da música, dá uma olhada nessa linda apresentação:


          


Lindo, né? Então vamos pensar um pouco sobre de onde vem esses versos:


Pra que mentir 
Fingir que perdoou 
Tentar ficar amigos sem rancor 
A emoção acabou


Aqui, o compositor nos dá o contexto: entre mentiras e perdões, notamos que algo está errado nesse relacionamento. Houve mágoa e não adianta tentar viver de aparências, porque resta um sentimento ruim de alguma das partes (ou de ambas).


Que coincidência é o amor 

A nossa música nunca mais tocou

O amor é cheio de coincidências e ironias, né? Se, por um lado, quando nos apaixonamos os sinais parecem estar em todos os lugares (como a música do casal tocando em todo canto), quando o amor acaba, os sinais podem parar junto.
É sobre isso que o artista reflete, usando nossa música como uma referência aos bons momentos que não voltam mais.


Pra que usar de tanta educação 

Pra destilar terceiras intenções


Nesse trecho, o compositor critica a cortesia do pós-término, em que ambos são cordiais mas não existe sinceridade nisso. Para Cazuza, resta um misto de ciúme, raiva e mágoa, com aquela confusão típica de fim de relacionamento.


Desperdiçando o meu mel 
Devagarzinho, flor em flor 
Entre os meus inimigos, Beija-Flor 

Eu protegi o teu nome por amor 
Em um codinome, Beija-Flor 


É nesse ponto que se cria um codinome: pode ser uma metáfora ao momento do relacionamento, mas também uma forma de proteger a pessoa amada de uma exposição. Fica o codinome de um pássaro lindo, mas que também não “pára quieto” em somente uma flor: é um dos animais conhecidos por serem poligâmicos e não-domesticáveis.


Não responda nunca, meu amor, nunca 

Pra qualquer um na rua, Beija-Flor 


Que só eu que podia 

Dentro da tua orelha fria 
Dizer segredos de liquidificador


Aqui, o ciúme fica claro. Como desapegar de um amor e deixar que outras pessoas possam tê-lo, compartilhar segredos e vulnerabilidades? É com esse dilema que Cazuza se depara, tentando lidar com o luto do relacionamento. A gente sempre acaba sendo um pouco narcisista e possessivo nessas horas, né? 


Você sonhava acordada 

Um jeito de não sentir dor 

Prendia o choro e aguava o bom do amor 
Prendia o choro e aguava o bom do amor


Aqui podemos ver que o ressentimento também existia durante o relacionamento. Muita coisa não era dita, as dores não eram manifestadas e a pessoa amada prendia o choro. Com essas palavras, a gente imagina como a relação era sofrida, mas que ainda existia um forte amor entre os dois



Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais. 

27 de maio de 2019

Canção de segunda: Não é uma tragédia.


Nessa segunda-feira, Assistindo as reportagens sobre O cantor Gabriel Diniz, conhecido pelo hit "Jenifer", morreu nesta segunda-feira (27), aos 28 anos, na queda de um avião de pequeno porte no povoado Porto do Mato, em Estância, na região sul de Sergipe. 

Pessoas, este texto foi escrito por Marcos Piangers quando a irmã descobriu um tumor agressivo na mama esquerda. Em vez de Canção de segunda, trago aqui esse texto  para que possamos refletir sobre tudo o que temos passado nestes últimos anos (pós-eleição). O que é realmente uma tragédia ou coisas que fazem parte da nossa vida e que também vai passar.

Não é uma tragédia.

Essas coisas acontecem. Um jovem adoece no verão. Um senhor é atropelado por um taxi. A biópsia aponta que o tumor é maligno. Essas coisas acontecem todo dia. E todos os dias saímos de casa achando que jamais acontecerá conosco. Uma doença leva embora um pai. O médico comunica um exame preocupante. Uma moto atravessa um sinal fechado. Todos os dias isso acontece. E todos os dias nossos planos são os mesmos. Trabalho, almoço, trabalho, jantar.

Não acho que seja uma tragédia quando essas coisas acontecem com a gente. Dizemos: “Que tragédia! Morreu tão cedo!". Não acho que seja uma tragédia. Acho que a vida é um amontoado de caos e coincidência. Acho que hoje estamos aqui e amanhã não estamos mais. Uma tragédia é não agradecer por esse tempinho que estamos aqui. Uma tragédia é não valorizar a vida em família. Uma tragédia é trocar o sorriso do nosso filho pelo celular. Um passeio em família pelas preocupações do trabalho.

Uma tragédia é não abraçar as pessoas hoje. Uma tragédia é passar a vida em branco. Uma tragédia é achar que um dia vamos ser felizes, não hoje. Uma tragédia é achar que não vai acontecer com a gente. E a vida vai ficando pra depois. Um dia eu mudo de emprego. Um dia eu digo que gosto dela. Um dia eu faço uma viagem. Um dia eu vou ser voluntário nesse projeto.

Não acho que seja uma tragédia uma jovem cheia de planos descobrir uma doença grave. Acho uma tragédia quando aprendemos a valorizar o que temos só depois de perder. Acho uma tragédia não termos ido ainda para aquela viagem dos nossos sonhos. Acho uma tragédia viver de aparências. Acho uma tragédia ter comprado coisas achando que isso seria felicidade. Acho uma tragédia trabalhar em algo que você odeia. Acho uma tragédia você passar a vida brigado com alguém.

A morte não é uma tragédia. Tragédia é quando a gente não viveu.




Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais. 

11 de setembro de 2017

Quando só a musica não basta...

Ouço um programa de rádio na madrugada e quando dá 00h:00min em ponto o radialista lê frases, poemas e textos... e sempre te faz pensar sobre as várias temáticas...  


A ânsia

Tão simples seria, se tivéssemos a mesma interpretação das palavras, e não somente delas, mas também dos gestos. 

Se hoje habitam, aproximadamente, sete bilhões de pessoas na Terra, quantos mais por aqui passaram e deixaram seu tempo um pouco diferente do agora!

O fato é que a complexidade, a perfeição do homem é tamanha que faz dela própria (a perfeição) sua maior imperfeição, sem que ele mesmo se dê conta disso. 

Que coisa louca!

Não existe nada mais completo e possível do que a natureza humana com todas as suas riquezas possíveis e imagináveis e, é claro, o contrário dessas, as quais só o tempo haverá de mostrar o quanto ali já habitam.

Cada comparativo que seja feito, de um para com o outro, pode mostrar inúmeras verdades que ali se estabelecem. Mas, ao mesmo tempo, faz destas mesmas verdades, uma possível mentira, criada a partir do que ele tenha somente como vontade e não por fato.

A distância que move a verdade (até que essa se torne fato) faz, através do tempo, uma possibilidade de variações na interpretação de uma mesma coisa. 

Se esse tempo fosse único para todos, é bem provável que estaríamos à mercê do acaso que o próprio acaso seria capaz de fazer. Mesmo assim, poderia não ser o acaso o acaso dele mesmo, mas sim, o feito da verdade de todos.

Como existem infinitos tempos para infinitas existências pessoais, ficamos tentando determinar o momento em que faremos da “nossa verdade” o “fato” para o maior número possível de pessoas, transformando, dessa forma, o tempo de cada uma num único que cubra nosso pensamento e existência, com a mesma interpretação desejada no sim da verdade.
 
Enquanto nada disso acontece, ou, pelo menos, boa parte não aparece, vamos somando instantes, momentos, tempos em tempos de ânsias, supostamente chamados de “felicidade”. 

Cada vez que a ânsia aparece, parece que o tempo acelera e passa lento tal qual a felicidade que nunca chega.

De todas as vezes que a felicidade não chega, na maior parte delas, quem fecha a porta (e nem sequer uma fresta deixa) é ela que ali está, a ânsia, com seu tempo (que se diz ser infinito, mas finito é) e seu jeito egoisticamente pretensiosa de mostrar ao mundo o que não deveria, mas que o faz sem saber.

No tempo da ânsia, não existe felicidade. Quando existe felicidade, a ânsia simplesmente dá lugar à vida. Isso, se todos nós tivéssemos a mesma interpretação das palavras, bem como dos gestos.



Por Éverton Cunha, o Mr. Pi
Pijama Místico – Pijama Show – 01/04/2009

4 de setembro de 2017

Canção de Segunda: 5 músicas para você ouvir enquanto lê

vocês gostam de ouvir música enquanto estão lendo um livro? Eu usava essa técnica para estudar em casa a musica me ajudava na concentração... Ultimamente, eu faço as minhas leituras ouvindo música (Obrigada Darkside!). Isso me ajuda a me desligar do mundo lá fora e entrar no universo do livro. No #cançãodesegunda vou compartilhar aqui com vocês as 5 músicas que eu mais escuto enquanto estou lendo:

5 músicas para você ouvir enquanto lê 


01. Edson Zampronha - Sonora

Edson Zampronha é brasileiro, compositor de música clássica contemporânea tem atraído a atenção de um público amplo, como resultado de seu arduo trabalho na música. Sua sonoridade e suavidade tem atraído ouvidos de todas as partes do mundo, atualmente, faz imenso sucesso na Itália.



02. Mozart - Sinfonia de Nº 20


Johannes Chrysitimus Wolfgangus Theophilus Mozart foi um compositor prolífico e influente compositor austríaco que viveu durante a transição do Classicismo para o Romantismo (Século XIX). Desde sempre Mozart se mostrou um forte concorrente na música clássica, chegando a apreender violino e teclado aos sete anos de idade, e compondo sua primeira sinfonia aos cinco. Sua composição mais conhecida é sem sombra de dúvida a sua composição de número vinte. Ouça:




o3. Billie Holiday - All of me

Eleanora Fagan Gough (Filadélfia, 7 de abril de 1915 — Nova Iorque, 17 de julho de 1959), conhecida pelo nome artístico Billie Holiday ou Lady Day, foi uma cantora e compositora estadunidense de jazz. Ela é considerada a maior de todas as cantoras do jazz.



04. Louis Armstrong - La Vie En Rose

Louis Daniel Armstrong (Nova Orleans, 4 de agosto de 1901 — Nova Iorque, 6 de julho de 1971) foi um cantor (tenor) e instrumentista (trompetista, cornetista, saxofonista), que foi considerado "a personificação do jazz".[1] Louis Armstrong é famoso tanto como cantor quanto como solista, com seu trompete.





05. Jack Johnson - Upside Down 
eu lembro dessa musica por causa do macaquinho no clipe.

Jack Hody Johnson (Honolulu, 18 de maio de 1975) é um cantor, compositor e surfista americano. Cresceu na Baía Norte de Oahu, no Havaí, e atualmente vive em Haleiwa. Antes de lançar o seu primeiro álbum de estúdio, Jack Johnson fazia filmes de surfe. Por ser um surfista e músico, seu estilo é erroneamente classificado como surf music, um subgênero rock surgido nos anos 60




Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais.
Estarei tagarelando por lá também (principalmente no Snap!!):



24 de julho de 2017

Canção de Segunda: "Dois lados" Tributo a banda Skank


O inicio dos anos 90, foi uma época difícil para a produção musical no Brasil. Basicamente só ouvíamos sertanejo (qualquer semelhança com os dias atuais não é uma mera coincidência).Nelson Motta diz que este “foi o pior momento político, ético, econômico, social da história do país” e este clima refletiu diretamente na produção musical da época. 

Não havia muito espaço para bandas como o Skank surgirem, já que as gravadoras não estavam dispostas a investirem em pop rock nacional, algo que tinha ficado lá nos anos 80. Pelo histórico já dá pra perceber que são artistas que lutaram e muito para conquistarem o merecido lugar ao sol.


O Skank nasceu em 1991, em Belo Horizonte, capital das Minas Gerais, que deu orgulho ao Brasil de ter alçado ao mundo nomes como Milton Nascimento, Sepultura e tantos outros. Samuel Rosa (guitarra e voz), Henrique Portugal (teclados), Lelo Zaneti (baixo) e Haroldo Ferretti (bateria) reuniram-se em torno do mesmo interesse: transportar o clima do dancehall jamaicano para a tradição pop brasileira. O primeiro álbum , “Skank”, foi lançado de forma independente, em 1993, mas rapidamente o sucesso da banda na cena underground despertou o interesse da poderosa Sony Music. Junto ao Skank, a multinacional inaugurou no Brasil o selo Chaos.

Lançado em 1994, o segundo disco do Skank foi o trampolim para o estrelato: foram vendidas mais de 1 milhão de cópias de “Calango” e músicas como “Jackie Tequila” e “Te Ver” tornaram-se verdadeiros hits, cantados por todo o país. O álbum abriu as portas para uma nova geração de bandas brasileiras atenta às novidades do rock mundial e, ao mesmo tempo, curiosa com as raízes da tradição local.

Eu comentei no blog da Tati Aponte que: A banda Skank foi nos anos 90 o que a banda Jota-quest viria a se transformar nos anos 2000… Não tem como passar pela infância-adolescência sem ouvir pelo menos umas 3ou9 musicas dessas  duas bandas.


Eu quero te provar, cozida  e a vapor sem medo e sem amor
Oh, quero te provar
A minha prima nasceu em meados de 94 e eu lembro que passava o final de semana na casa do meu tio brincando com a minha prima mais nova... E esse CD sempre estava rolando pois, o meu tio adorava! E foi um dos primeiros CDs que eu ouvia TODAS as faixas!

A grande pérola musical “Eu quero te provar, cozida e a vapor ...” eu soltei num tipico almoço de familia e arranquei gargalhadas dos meus tios e outros parentes. Não lembro de ser corrigida naquela ocasião, mas eu sempre gostei de cantar essa musica errado hahaha

A arte é capaz de reunir todas as dimensões humanas e o Skank conseguiu entender exatamente a função socializadora que possui.

Homenagem feita ao Skank por artistas da nova geração



Eu acredito que Tributo bom é aquele onde os musicos estejam vivos para ver/sentir a importancia da sua obra e o o produtor mineiro Pedro Ferreira  pensa  da mesma maneira quando lançou a Coletânea “Dois Lados”.

O Pedro tem experiência no assunto “coletâneas”, pois ele é responsável por dois projetos anteriores interessantes, que é a coletânea “Re-trato”, em homenagem a banda Los Hermanos realizada em 2012, e outra em homenagem ao cantor Milton Nascimento e ao Clube da Esquina denominada “Mil Tom” realizada em 2015.

Assim como nos projetos acima, no álbum “Dois Lados” os sucessos do Skank são cantados por novos artistas brasileiros, como: francisco, el hombre, A Banda Mais Bonita da Cidade, Fernando Anitelli, Anavitória, Cobra Coral, Garotas Suecas, dentre outros.

Eles imprimem sua personalidade ao cantar as músicas dos mineiros, e o resultado ficou bem interessante. O projeto gerou um álbum duplo com 15 faixas cada, ou seja, são 30 músicas cantadas por diversos artistas. 

Admito que sou a "chata de galochas" quando trata-se de versões musicais eu sempre prefiro a original... Porém, a personalidade dos cantores muito me chamam a atenção e o formato ficou bacana!

O Pedro é muito gente boa e fez um disco sem fins lucrativos, totalmente independente e que não será comercializado! O produto final pode ser ouvido na plataforma de streaming Soundcloud e através de download gratuito na página do Scream&Yell. 

  1. Anavitória – Amores Imperfeitos
  2. Cobra Coral – Esquecimento
  3. Quarup – Vamos Fugir
  4. The Baggios – A Cerca
  5. francisco, el hombre – Pacato Cidadão
  6. Esteban Tavares – Mil Acasos
  7. Teago – Esmola
  8. Manitu – Garota Nacional
  9. Seu Pereira e Coletivo 401 – Ela Me Deixou
  10. Zé Manoel – Tanto (I Want You)
  11. A Banda Mais Bonita da Cidade – Canção Noturna
  12. Wado – Dois Rios13 – Jéf – Sutilmente
  13. Ana Muller – Acima do Sol 
  14. André Abujamra + Sergio Soffiatti – Sem Terra
  15. Rico Dalasam – Não Vem Brincar de Amor (Bônus Track) 
                            
Dois Lados – Disco 2
https://soundcloud.com/coletaneadoislados/sets/dois-lados-disco-2

  1. Ana Larousse + Leo Fressato – Tão Seu
  2. Fernando Anitelli – Formato Mínimo
  3. Transmissor – Siderado
  4. Tuyo – Três Lados
  5. Nevilton – Te Ver 
  6. Selvagens à Procura de Lei – Ali
  7. Phill Veras – Vou Deixar
  8. Graveola – Baixada News
  9. Phillip Long + Eduardo Kusdra – Resposta
  10. Sr. Gonzales – Ainda Gosto Dela
  11. Ian Ramil – Homem Que Sabia Demais
  12. Garotas Suecas – Mandrake e Os Cubanos
  13. Lulina – In(dig)nação
  14. Dani Black – Saideira
  15. Gabriel Gonti – Um Mais Um
  16. Medulla – As Noites (Bônus Track)
FICHA TÉCNICA:

Projeto idealizado e produzido por Pedro Ferreira.
Realização: Scream&Yell.
Masterização por Eduardo Kusdra no Estúdio Arte Master (Araras – SP).
Produção artística e executiva: Pedro Ferreira.
Ilustrações: Luyse Costa.
Projeto gráfico: Mariana Viana.






Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais.
Estarei tagarelando por lá também (principalmente no Snap!!):

27 de junho de 2017

TAG: Minha vida em uma playlist.


Inspirada por uma TAG que vi, falando sobre musicas aleatórias, resolvi fazer uma lista falando sobre as musicas que fazem e fizeram parte da minha vida, desde o momento do meu nascimento, porque algo aleatório não é e nunca foi meu forte, gosto de falar o que mais amo, então, nada melhor que relembrar todas as musicas que já escutei e que fizeram parte da minha vida de uma maneira unica e maravilhosa.

Com todo tipo de gênero, essa playlist contem todas as musicas que amo, e que nunca irão sair do meu celular, mesmo sendo um post longo, é sem duvida um dos posts onde irão me conhecer bem mais do que esperam, até porque, musicas são algo que não apenas fazem parte do nosso cotidiano, mas também da nossa complexidade e do amor que é viver, viver sem esperar o pior e lutar até o final.

TEMA DO SEU NASCIMENTO

Minha infância foi regada a Rock80 e o grupo Barão Vermelho e depois Cazuza em sua carreira solo, não teria como eles não estarem na lista, a verdade é que desde que me entendo por gente, eles estão na minha vida. A musica exagerado foi lançada no ano de 1985 e é uma das musicas que mais me descreve.



PRIMEIRO DIA NA UNIVERSIDADE

No meu primeiro dia de aula na faculdade além do meu caderno e um estojo com algumas canetas eu levei o meu Disck-man com o cd do Rappa (acústico MTV). Eu divido a minha graduação em duas partes: E ambas transições foram bastantes complicadas. existiram dores, crises de ansiedade e novas oportunidades de crescimento profissional.


TEMA DO SEU PRIMEIRO AMOR

As musicas da dupla S&J sempre foi trilha-sonora para os meus amores de adolescencia. A musica Eu acho que pirei estava tocando na lanchonete que estava lanchando com um garoto que dei o meu primeiro beijo.


TEMA DA SUA VIDA ESCOLAR

Eu ouvi essa musica pela primeira vez na 3° série do ensino fundamental não lembro da atividade mas, a professora trouxe um rádio para ouvirmos essa musica enquanto faziamos a tal atividade.


TEMA ATUAL DA SUA VIDA

A musica que estou ouvindo muito ultimamente é La Bicicleta - Carlos Vives, Shakira e essa musica me transmite uma tranquilidade e leveza que estou precisando nesses ultimos dias...



SUA CANÇÃO DE NAMORADOS

Quando estou em uma vibe mais romantica eu gosto de ouvir Ana Carolina. É uma das minhas cantoras favoritas e essa música é sem dúvida a favorita de toda a lista, com uma pegada de balada triste, mas com profundidade, é aquela música que trás tudo, todos os sorrisos, os abraços, os beijos, tudo de volta e nos faz sentir aquela emoção de nós apaixonarmos novamente por aquela pessoa tão maravilhosa na nossa vida.


PRIMEIRA TRAIÇÃO

Em épocas de #indiretas e textão nas redes sociais... Essa musica fez as-inimigas vestirem a carapuça e ficarem um veneno comigo um bom tempo! kkkk


MÚSICA DO SEU CASAMENTO

As musicas do Nando Reis são românticas e bastante clichê para a ocasião. A primeira musica que me veio em mente agora foi De Janeiro a Janeiro que ele canta com a Roberta Campos.



PRIMEIRA CANÇÃO EM SEU CARRO

A musica caminhoneiro seria uma musica ideal para ser a primeira musica que tocaria no meu carro.



PRIMEIRA VIAGEM DE CARRO

Não foi a primeira viagem de carro... Porém, foi a primeira que teve trilha-sonora voi a volta de um show dos Acústicos em Joaçaba.


MÚSICA DO FUNERAL

Eu sei que essa música é da dupla sertaneja Leandro&Leonardo e essa foi uma das musicas no velório do Leandro. Anos mais tarde, o Alexandre Nero regravou e o sentimento de saudade é o mesmo de anos atrás...


MÚSICA QUE ESTARÁ CANTANDO ONDE ESTIVER

Embora, eu sempre esteja querendo ouvir musicas sofisticadas... cof, cof eu sempre estou ouvindo as musicas chicletes do momento. A musica chiclete do momento é Despacito do Luis Fonsi - ft. Daddy Yankee . O ritmo é dançante e não tem como não envolver-se com o ritmo.


Eu li uma vez que “As pessoas contam mentiras chatas sobre política, Deus e amor. Você descobre tudo que precisa saber sobre uma pessoa com a resposta desta pergunta: Qual é o seu livro preferido?" Ou parafraseando um pouco, você descobre tudo que precisa saber sobre uma pessoa ouvindo a sua playlist musical.


ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais.
Estarei tagarelando por lá também (principalmente no Snap!!):


19 de junho de 2017

Como eu aprendi a andar de bicicleta aos 31 anos

Quando não perdemos os nossos medos quando somos crianças viramos adultos encantados... 

Assim era o meu medo de andar de bicicleta.

Quem acompanha o blog já deve ter lido algo sobre "Eu nunca andei de bicicleta..." até o dia 14 de junho de 2017. Eu aprendi a andar de bicicleta! Pois bem, eu sou praticamente uma ciclista desde o começo desse mês :)

A responsável por isso, foi a minha mãe que chegou aqui em casa com uma bicicleta (adaptada com rodinhas). Então, pensei: Não deve ser tão difícil... Naquela mesma hora, eu subi na minha bicicleta e dei as minhas primeiras pedaladas no quintal de casa. Foi amor nas primeiras pedaladas! É indescritível a sensação de vento no rosto.


No final de semana, eu e minha mãe colocamos a Bicicleta dentro do carro e fomos até a Beira-Mar. O objetivo, era estar cada vez mais segura pedalando a minha bicicleta em um lugar mais apropriado (ciclovia). Mais do que aprender a andar de bicicleta, eu ganhei um hobbie novo, uma atividade física. A minha próxima aventura é sair para o transito e usar bike como transporte regular.

Nesses dias de ciclista, eu aprendi que: "superação" é o meu nome do meio; Que nunca é tarde para aprender coisas novas; que a melhor endorfina é a que você adquire ao ar livre e que uma cidade com menos trânsito e mais qualidade de vida é possível.




ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais.
Estarei tagarelando por lá também (principalmente no Snap!!):


© Lado Milla
Maira Gall