Blogagem Coletiva
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24 de junho de 2019

[Blogagem Coletiva] Relato de uma fã de Rock Gaúcho...


O Revival é um evento "anual" no Together, no qual fica liberado participar de qualquer blogagem já sugerida no projeto. O tema escolhido para a Blogagem coletiva Coração de Fã. A proposta dessa postagem é falar da experiência com um fandom, ou sendo fã de algo em geral - valendo todo tipo de fandom, desde que não estivessem inclusos nenhum tema ofensivo ou que ferisse à integridade de alguém de alguma forma. 

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Quando eu nem tinha planos em criar um "Diário de Chalaça´s" para escrever sobre os shows que vou com uma certa frequência... Eu escrevi um relato emocionante sobre A Noite do Rei - Em que Rafael Malenotti & Banda fazem uma re-leitura das musicas do Roberto Carlos. No blog anterior, eu escrevi um relato emocionante na época, e graças ao Archive eu consegui salvar o relato e  escrever aqui no Blog Lado Milla.


Como descrever momentos maravilhosos? Escrever um texto aonde cada palavra e frases escritas não virem um bombardeio de clichês? Como falar de “emoções” sem confundir um turbilhão de sentimentos e descrevê-los de uma forma que todos entendam?

Momentos inesquecíveis são aqueles que temos a oportunidade de revivê-los assim foram os vários momentos meus já descritos aqui e aqui com os amigos da banda Acústicos e Valvulados e o dia 16 de dezembro de 2011 será mais um dia desses, dignos a ser guardado na memória, um pouco mais especial porque não é todo dia que se tem a oportunidade de ver seus amigos em uma “Jornada Dupla”.
Assim que cheguei a Porto Alegre fui direto para o Teatro São Pedro, onde iria acontecer “a noite do Rei” onde, o Rafael Malenotti faria as releituras das musicas do Roberto Carlos que ele já mostrou em outras oportunidades que é fã declarado de suas musicas. O show foi realmente um “espetáculo de emoções” com direito até a um pedido de casamento no meio de uma musica... Não sou tão fã declarada das musicas do Rei quanto o Rafael, mas tem varias musicas que trazem lembranças e realmente emocionam de verdade.
A segunda etapa foi na Live pub, onde teve o ultimo show do ano em Porto Alegre. Quase que me deu um treco com a possibilidade de não ir por causa dos rolos do hotel... Mas a “jornada de emoções” era somente para os fortes, os deuses do Rock estavam do meu lado e acabou dando tudo certo para eu ir nesse ultimo show. Na entrada da Live eu encontro nada mais nada menos que o Mestre Everton Cunha o eterno MR. PI dificultou a “tremedeira” da criança que me fez ser confundida com um liquidificador elétrico ambulante, lembro que falei poucas coisas com ele, mas ele se lembrou de mim do encontro e da balada do pretinho em Floripa #ganheianoite!

O bombardeio de clichês começa no momento que escolho as palavras mais (...) para formar frases um tanto exageradas, para os outros olhares a não ser que esta vivenciando aquilo ou já vivenciou...

Na finaleira do(s) show(s) é sempre uma emoção represada, e depois da 11° chalaça vejo que esses momentos nunca irão mudar ou ser um milímetro diferente perderia toda a essência do momento que á pesar de ser represada é única! Uma baita sacanagem desse show é que roubaram a minha frase que eu digo quando eu vou de encontro a cada um deles “Bah, que saudade que eu tava de vocês...” cheguei para falar com o Rafael Malenotti antes, lá no teatro a primeira coisa que ele fala depois do abraço é “Ow Myla, que saudaaaades...!” fiquei sem palavras e só consegui responder com a voz um tanto abafada “eu também, eu também...”
Poderia ficar aqui escrevendo durante horas sobre a minha emoção de ir ao show deles aqui em SC ou sempre que possível viajar para POA/RS para ouvir mais uma vez “ao vivo e a cores”“o nome dessa rua”“fim de tarde”“céu da noite”... Poderia também rotular e deduzir sentimentos, mas fico com a frase do Rei;

"Não tem dinheiro que pague..."





Esta postagem faz parte da Blogagem Coletiva do Together, um projeto para unir a blogosfera! Para saber mais, clique aqui.

30 de abril de 2018

A Bruxinha de Biscuit.




Quando eu era pequenininha do tamanho de um botão minha mãe sempre me contava uma história para dormir. A minha história preferida era: 

A BRUXINHA DE BISCUIT 



    Era uma vez, uma bruxinha que era feita de biscuit... Sua mãe lhe contava que ela foi feita assim por uma grande bruxa (boa) no dia mais feliz da sua vida. 

    A Bruxinha era tão pequenina que cabia na palma da mão: O corpo da bruxinha era de uma cor pálida; O formato do seu rosto era oval; os seus lábios eram finos e mantinham um sorriso que ia de orelha-a-orelha (caso a bruxinha ás tivessem) o sorriso cobria a metade do seu rosto; os seus cabelos eram perfeitamente encaracolados e pretos; os seus olhos negros eram miúdos e sorriam juntos com a sua boca no mesmo compasso. A pose da bruxinha, sentada abraçando as pernas tapavam o seu vestidinho da cor lilás que eram a mesma cor dos seus sapatos, e do seu chapéu de bruxa. 

    No dia em que a Bruxinha estava sendo "modelada" a temperatura da cidade estava maluca! Naquela semana, as 4 estações do ano deram o ar da graça: As folhas caíram das árvores e foi ficando um pouco frio... Assim com acontece no Outono. Foi ficando cada vez mais frio e as noites começaram a ficar mais longas que os dias... Assim com acontece no Inverno. No dia seguinte, o bairro estava todo florido. Com flores de todos os tipos e cores variadas... Assim como acontece na Primavera. E logo em seguida, a Bruxa sentiu um calor tão grande que parecia que o sol beijava a sua pele tão pálida quanto a sua Bruxinha de Biscuit. Assim com acontece no Verão. Fora as chuvas torrenciais que independente se estava fazendo calor/frio a chuva sempre caia...

    Em seus primeiros segundos de vida a Bruxinha de Biscuit era protegida por sua criadora (Mãe). Nos dias quentes, a Bruxinha era mantida na sombra ou em temperatura ambiente. Para que a ela não derretesse, literalmente. Nos dias frios, a mãe mantinha a Bruxinha aquecida para que o seu corpinho não sofresse rachaduras... E assim foi, durante os primeiros 18 anos de vida da Bruxinha. 

    No 19° aniversário da Bruxinha de Biscuit a comemoração seria em um luau. No dia anterior, a MAJU do Jornal Nacional disse que seria uma noite bastante fria... A mãe da Bruxinha fez ela prometer que se manteria aquecida. Mas, naquela noite a sua mãe não poderia continuar protegendo a Bonequinha de Biscuit como tinha feito nesses últimos anos... 

    A Bruxinha de biscuit avistou o menino mais bonito daquele Luau, o menino era de carne e osso estava próximo a uma fogueira as chamas era de uma luz viva sem igual... Ele tocava no violão os versos daquela canção, "[...] Garotos não resistem aos seus mistérios/ Garotos nunca dizem não/Garotos, como eu, sempre tão espertos/Perto de uma mulher, são só garotos.". 

    Quando os olhares do menino e da Bruxinha entrelaçaram--se a Bruxinha sentiu um quentinho no coração as suas mãos começaram a suar tanto que, os seus dedos começaram a derreter e mesmo sorrindo os olhos da Bruxinha começaram a cair algumas lágrimas... Sabendo o que aconteceria caso ela não fosse imediatamente para a casa, a Bruxinha saiu correndo do Luau sem dizer um simples "Oi" para o menino de carne e osso que foi o seu "amor a primeira vista". 

    Quando chegou em casa os seus dedos das mãos tinham derretido e por isso as suas mãos ficaram achatadinhas como um par de luvas... Os seus olhos negros, estavam um pouco ofuscados por causa das lágrimas que rolaram durante o trajeto. A Bruxinha de Biscuit manteve o grande sorriso em seus lábios mesmo com medo do "quentinho do coração" que o amor lhe proporcionou aquela noite.

    [...]


    _ Não tenha medo do amor minha menina... Você não é uma Bruxinha de Biscuit.





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    14 de abril de 2018

    Blogagem Coletiva: Minha coleção de...


    "... Alguns colecionam como trabalho
    outros só como herança
    tem quem colecione como um hobbie
    e eu coleciono como lembrança."

    Na minha infância, sempre que eu gostava muito de algum objeto eu arrumava um jeito de ter outros objetos para colecionar. As minhas primeiras coleções foram de:  Tazos (aqueles que vinham nos salgadinhos...); figurinhas de chicletes; adesivos decorativos (tinha até um álbum com folhas autocolantes para colocar esses adesivos...); Na minha época mais fanática de Chiquititas e Sandy&Junior  eu colecionava todas as reportagens que saiam nas revistas (antes da internet...) e guardava em folhas de plástico em um fichário da época evolui para vários pôster de outras bandas que eu gostava na época.

    Hoje em dia, eu tenho alguns objetos (colecionáveis...) que fazem um papel decorativo na minha estante de livros e no meu quarto.

    Bottons Literários (músicos e bandas):


    Eu comecei a colecionar Bottons-literários em 2013. Já falei sobre elas aqui no blog, onde falo sobre os eventos da Intrínseca por isso não vou me prolongar muito. Atualmente, eu tenho 26 bottons que ficam guardados nessa lata.



    Marcadores de Livros:

    Eu compro os meus livros nas livrarias-físicas da minha cidade. Quando finalmente eu escolhia o livro que ia comprar e caminhava até o caixa para finalizar a compra, a atendente colocava um "marcador de pagina" dentro do meu livro novo. Geralmente, era um marcador bem fulerinho fazendo propaganda da própria livraria e outras vezes marcadores- literários. A editora Intrínseca uma vez no ano faz a Turnê Intrínseca, e sempre tem um kit com marcadores de livros e Bottons literários para as pessoas que vão no evento é de onde vem a maioria dos bottons/marcadores da minha coleção.


    Ganhei em um sorteio no blog Mil alices que veio esse marcador de páginas fofo com a carinha da alice que faz companhia para versão pocket da editora Zahar


    Mc Donalds


    Compro o Mc Lanche Feliz por causa do brinde #confesso! As miniaturas decoram a minha estante de livros.


    Kinder (Os sobreviventes...)

    E u guardava essas miniaturas do Kinder em uma caixinha de papelão do Unibanco e que tem um valor bastante afetivo (de uma época bastante bacana da minha vida...) comprei outros Kinder´s desde então, a coleção foi aumentando/diminuindo e tive que guarda-los dentro desse pequeno báu de madeira.







    A
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    25 de novembro de 2017

    Por que eu blogo?


     A Isadora do blog E agora Isadora? teve a idéia de entrar no Amorzices e acabou me dando uma ideia com seu texto. Eu já escrevi sobre escrever e já escrevi sobre como é ser alguém que escreve em blog. Mas, mas acho que nunca escrevi direito sobre blogar. 

    Eu nunca tive vergonha de dizer que blogo. Porém, eu tanbém use diariamente a palavra de maneira sarcástica do mesmo jeito que fazem com blogosfeira ou blogayrinha. Eu escrevo uma coisa aqui, outra ali e fotografo acolá na blogosfera mas, eu não me refiro a mim mesma como blogueira. Nem sei quando isso virou motivo de orgulho [irônico, né?]

    Qual a motivação de escrever na Blogosfera? 

    Desde o inicio, quando começaram a surgir os primeiros blogs eu nunca soube o que estava fazendo "A minha amiga tinha um site pessoal que era muito parecido com o formato dos blogs pessoais dos dias de hoje... Eu sempre achei tudo aquilo o máximo! Queria fazer um "site pessoal" no mesmo estilo ..."A primeira vez que visitei a plataforma e apertei no botão -criar um blog -  A cada texto que eu escrevia e publicava a sensação de não saber o que eu estava fazendo permanecia...
    Conheci pessoas que não faziam a menor idéia da dimensão que tudo aquilo iria tornar-se, éramos somente pré- adolescentes escrevendo sobre dramas de adolescentes.

    Tem coisas que só sai da gente por escrito... Eu tenho necessidade de escrever. E expremendo um pouquinho sai um texto bacana.

    Quando eu escrevo no blog vejo que eu acabo ultrapassando os meus próprios limites e acabo transformando cada texto banal em algo tão pessoal. É irônico pois, acabo escrevendo mais de mim do que posso suportar lendo. Tenho necessidade de escrever e fotografar para expressar de alguma forma tudo o que sinto e na maioria das vezes eu não consigo falar.

    O Lado Milla foi criado em Fevereiro/2014 eu ja não era a pré-adolescente  do inicio desse texto. Mas algumas coisas da adolescencia permanecem firme e forte na vida adulta como o meu gosto pela escrita na blogosfera.

    Eu gosto muito de escrever para vocês sobre os meus últimos semestres da faculdade de Psicologia, como foi os meus estágios obrigatórios de Psicologia escolar e Psicologia Social, escrevi cartas que eu nunca tive coragem de entregar aos devidos remententes ou sobre as minhas estranhezas. Sobre como eu estou lidando com o meu desemprego de uma recém-formada. Estou lendo livros para passar o tempo e escrevo as resenhas aqui na medida que eu vou terminando de ler esses livros.

    Dificilmente eu conseguiria escrever sobre algo imposto: sobre lançamentos, tendências, recebidos do mês... Eu sempre quis fazer parte dos blogueiros que fazem parceria com grandes e pequenas editoras de livros para receber os lançamentos. Mas, isso não iria alterar sobre a qualidade e a minha opinião sobre a minha leitura.

    O " fazer parte..." na Blogosfera é complicado... Surgiram grupos desses de divulgação do facebook na época do BEDA  que quizeram me obrigar a usar o "selinho do grupo" no final de cada postagem do meu Blog ou no lado na barra do Perfil e quando eu neguei me tiraram do grupo dizendo que eu não me encaixava no grupo desses blogueiros. Eu nunca senti a necessidade de comprar uma hospedagem porque eu não queria monetizar esse espaço. Eu preciso escrever para fugir desse mundinho capitalista que tudo tem um preço $$$ e ter um blog gratuito me faz sentir que estou nadando contra a corrente e isso é libertador.

    São poucos blogueiros que resistem: "escrevem, blogam, publicam, se preocupa, insiste, toma na cabeça e volta...". Escrever no blog faz parte de mim de uma maneira bem intrínseca, começou na adolescencia escrevendo crises existenciais de adolescente  e quando eu me dei conta eu estava escrevendo sobre a crise dos 30 anos que  me pegou em cheio!  e pretendo carregar para a vida. 

    São poucos blogueiros que seguem "por ai", Eu continuo sendo aquela pré-adolescente que não sabe muito bem o que esta fazendo quando estou escrevendo e publico uma postagem. Eu continuo seguindo a vida e devesenquando as pessoas lembram da gente e dizem: Eu me identifico! e o seu cantinho é muito especial.

    Tem coisas que só sai da gente por escrito... Eu blogo porque eu gosto de lêr. Eu gosto de blogar porque cada comentário maravilhoso que vocês escrevem, arrancam meu coração e fazem paçoca de tanta doçura. Eu blogo porque eu estou na blogosfera desde 2000. Eu blogo porque conheci vários amigos assim. Eu gosto de mim quando escrevo, eu queria que alguém gostasse das coisas que eu escrevo, Eu escrevo por que sinto que me liberto das minhas mazelas.

    Porque, para as coisas fazerem sentido na nossa vida, a gente tem que fazer o que nos faz sentir felicidade. 

    A Isadora fez um apelo no blog dela que todos os blogueiros deveriam aderir: "comentem. Não aqui, nesse post (só), mas nos posts que gostarem aqui do blog, de outros blogs, dos blogs amigos. Naveguem, conheçam os blogs de amigos dos amigos...".

    Semana passada, eu atualizei o blogroll do Lado Milla pois, conheci uma porrada de gente que bloga. Precisamos mostrar a essas pessoas que nos importamos com o que o amiguinho escreve e oque nós escrevemos importa, vamos curtir/comentar e compartilhar deixar o coraçãozinho desses blogueiros quentinhos de tanto afeto

    "Deixem as outras pessoas saberem que o que a gente faz importa, ainda que tenha sido por 5 minutos na vida de um completo desconhecido. É assim e por isso que a gente continua.".

    O Amorzices é um projeto mensal, publicado todo dia 15, criado pelo trio de blogueiras sernaiotto + serendipity + desancorando e que terá um tema de base: amor. a partir daí, elas vão falar sobre um monte de coisas. o tema de novembro é amor na blogosfera. eu resolvi aderir ao tema, tá aqui minha contribuição. se você também quiser participar, deixa o link lá no blog delas!


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    Estarei tagarelando por lá também (principalmente no Snap!!):

    11 de dezembro de 2016

    Conselhos para o meu "eu" de 2016.

    ou,
    O Pior Ano da Minha Vida, Outra Vez! 


    Nas minhas pesquisas mais interessantes recentes nos catálogo de séries do Netflix. Lembrei-me dos primeiros seriados que eu assisti no canal do Disney Channel para um publico infanto-juvenil.

    O The Worst Year of My Life Again! é um típico seriado para o publico infanto-juvenil, o seriado acompanha a vida de um viajante no tempo. Alex King é um garoto que passou por um péssimo ano, e deseja em seu aniversário que o próximo seja melhor, só que as coisas não acontecem bem como se esperava. Ele volta ao início do ano passado e terá a chance de evitar os desastres que passou se repitam... Mas, não é sobre isso que eu vim falar.

    Eu resolvi escrever uma carta com conselhos que eu daria para o meu "eu" de 2016: Esse ano de 2016 tem sido o meu "The Worst Year of My Life". As expectativas para esse ano, continuariam sendo as mesmas dos dois últimos anos "... surpreenda-me que eu te surpreendo.”
    Os anos anteriores, foram anos de muitos projetos e conquistas: estágios, Getep´s e TCC. Esse ano de 2016, eu estava mais tranqüila sem muitas perspectivas... Anos pares, costumavam me deixar mais tranqüilas.

    As ultimas sete matérias da faculdade de Psicologia após o TCC foram desgastantes. Além, do necessário. Uma matéria "mais do mesmo" sobre RH? Como assim... Como desenvolver um projeto acadêmico? Os meus trabalhos já tinham sido todos concluídos... As matérias optativas: Hospitalar (N3 e as minhas crises de ansiedade...), a matéria de Direitos Humanos e os debates eternos... Psicopatologia II foi uma das matérias que mais me surpreendeu no semestre passado: O trabalho dentro do CAPSI foi fantástico! Não poderia me formar em Psicologia sem ao menos ter conhecido os usuários e a estrutura daquele lugar. Psicologia da Família com os mesmos textos dos semestres anteriores, a mesma estrutura de passar o conteúdo e a mesma N3. Nesse trabalho eu e minha dupla tiramos 10! mesmo tirando a nota máxima, eu fiquei frustrada com esse trabalho... Será que me tornei aquelas pessoas exigentes demais consigo mesma?

    Falando em frustrações... Eu nunca pensei em ter o meu próprio negócio. Antes mesmo de me formar em Psicologia eu escolhi a ênfase B (Institucional) para os estágios obrigatórios na faculdade. Pois, a idéia de ter uma clinica sempre me assustou... 

    O salão de beleza foi um "negócio familiar" que já estava em funcionamento... Com funcionários e uma estrutura montada. Com alguns erros administrativos e com uma equipe resistente a mudanças... Pessoas ruins se tornam profissionais ruins. Nesse período tive crises de bulimia nervosa e o meu estômago ficou em carne viva nesses meses... Eu e a minha família ainda não nos recuperamos completamente; tanto financeiramente quanto o "psicológico" que ainda está bastante abalado.

    Se na passagem do ano novo eu acordasse no dia 1° de janeiro de 2016 e tivesse que re-viver esse ano como o personagem Alex King do seriado "The Worst Year of My Life Again!": Eu viveria esse ano de 2016 com mais calma. Controlando a minha ansiedade... Além de me empenhar nas ultimas provas e trabalhos... Eu curtiria mais os últimos momentos da faculdade; Eu não conseguiria fazer a minha mãe mudar a idéia de comprar o salão de beleza... Mas, poderia não ter entrado nessa "furada..." podia ter usado esse tempo para estudar na biblioteca da faculdade ou no CAPSI... Quanto menos tempo eu passasse ali naquele ambiente hostil eu ficaria melhor e não teria a metade dos problemas que eu tive...

    Na noite 31 de dezembro de 2016 vou olhar para o céu e lembrar de tudo que vivi nesse ano: as mágoas, os sorrisos, as lágrimas... Na contagem regressiva, eu estarei implorando para que os 365 dias de 2017 venham logo!


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    Snapchat: Lmilla5




    © Lado Milla
    Maira Gall