Crônicas
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9 de julho de 2020

A Bruxinha de Biscuit....


O Projeto Fora da Caixa é um desafio de criatividade onde os blogs participantes escolhem um tema mensal para fazer uma postagem relacionada ao tema, e o importante é exercitar a criatividade. Os temas podem ter várias interpretações, sendo representados através de fotografias, textos, desenhos, etc., depende de cada um.
Quando eu era pequenininha do tamanho de um botão minha mãe sempre me contava uma história para dormir. A minha história preferida era: 

A BRUXINHA DE BISCUIT 



    Era uma vez, uma bruxinha que era feita de biscuit... Sua mãe lhe contava que ela foi feita assim por uma grande bruxa (boa) no dia mais feliz da sua vida. 

    A Bruxinha era tão pequenina que cabia na palma da mão: O corpo da bruxinha era de uma cor pálida; O formato do seu rosto era oval; os seus lábios eram finos e mantinham um sorriso que ia de orelha-a-orelha (caso a bruxinha ás tivessem) o sorriso cobria a metade do seu rosto; os seus cabelos eram perfeitamente encaracolados e pretos; os seus olhos negros eram miúdos e sorriam juntos com a sua boca no mesmo compasso. A pose da bruxinha, sentada abraçando as pernas tapavam o seu vestidinho da cor lilás que eram a mesma cor dos seus sapatos, e do seu chapéu de bruxa. 

    No dia em que a Bruxinha estava sendo "modelada" a temperatura da cidade estava maluca! Naquela semana, as 4 estações do ano deram o ar da graça: As folhas caíram das árvores e foi ficando um pouco frio... Assim com acontece no Outono. Foi ficando cada vez mais frio e as noites começaram a ficar mais longas que os dias... Assim com acontece no Inverno. No dia seguinte, o bairro estava todo florido. Com flores de todos os tipos e cores variadas... Assim como acontece na Primavera. E logo em seguida, a Bruxa sentiu um calor tão grande que parecia que o sol beijava a sua pele tão pálida quanto a sua Bruxinha de Biscuit. Assim com acontece no Verão. Fora as chuvas torrenciais que independente se estava fazendo calor/frio a chuva sempre caia...

    Em seus primeiros segundos de vida a Bruxinha de Biscuit era protegida por sua criadora (Mãe). Nos dias quentes, a Bruxinha era mantida na sombra ou em temperatura ambiente. Para que a ela não derretesse, literalmente. Nos dias frios, a mãe mantinha a Bruxinha aquecida para que o seu corpinho não sofresse rachaduras... E assim foi, durante os primeiros 18 anos de vida da Bruxinha. 

    No 19° aniversário da Bruxinha de Biscuit a comemoração seria em um luau em Florianópolis/SC que era a sua cidade favorita desde sempre ... No dia anterior, a MAJU do Jornal Nacional disse que seria uma noite bastante fria. A mãe da Bruxinha fez ela prometer que se manteria aquecida. Mas, naquela noite a sua mãe não poderia continuar protegendo a Bonequinha de Biscuit como tinha feito nesses últimos anos... 

    A Bruxinha de biscuit avistou o menino mais bonito daquele Luau, o menino era de carne e osso estava próximo a uma fogueira as chamas era de uma luz viva sem igual... Ele tocava no violão os versos daquela canção, "[...] Garotos não resistem aos seus mistérios/ Garotos nunca dizem não/Garotos, como eu, sempre tão espertos/Perto de uma mulher, são só garotos."

    Quando os olhares do menino e da Bruxinha entrelaçaram--se a Bruxinha sentiu um quentinho no coração as suas mãos começaram a suar tanto que, os seus dedos começaram a derreter e mesmo sorrindo os olhos da Bruxinha começaram a cair algumas lágrimas... Sabendo o que aconteceria caso ela não fosse imediatamente para a casa, a Bruxinha saiu correndo do Luau sem dizer um simples "Oi" para o menino de carne e osso que foi o seu "amor a primeira vista". 

    Quando chegou em casa os seus dedos das mãos tinham derretido e por isso as suas mãos ficaram achatadinhas como um par de luvas... Os seus olhos negros, estavam um pouco ofuscados por causa das lágrimas que rolaram durante o trajeto. A Bruxinha de Biscuit manteve o grande sorriso em seus lábios mesmo com medo do "quentinho do coração" que o amor lhe proporcionou aquela noite.

    [...]


    _ Não tenha medo do amor minha menina... Você não é uma Bruxinha de Biscuit.


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    28 de junho de 2020

    Crônicas: Em mil pedaços...

    O jeito é deixar doer pra ver se sara... ♫

    A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixou cativar...

    Sempre que leio esse trecho, do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry no livro Pequeno Príncipe. Meus olhos ficam marejados, até finalmente me render algumas lágrimas... Choro, por milhares de histórias sem inicio, fim e meio que tenho acumuladas nesses meus Trinta e poucos anos.

    Na ultima vez, mantive meu coração aberto. E mesmo assim, sendo toda amor isso não lhe poupou de ser quebrado em mil pedaços... Depois da ultima decepção, me permiti sofrer e sangrar todas as dores acumuladas de todos esses anos. Foi necessário deixar doer... todas as mágoas, chorar todas as lágrimas e sangrar todas as feridas, mesmo aquelas que estavam pseudo saradas cobertas daquelas casquinhas de feridas... cada lembrança de nós dois é como eu estivesse coçando essas feridas até começar a sangrar novamente. Mas, esgotei todos os sentimentos e não restaram sequer lágrimas ou qualquer tipo de lembrança sua.

    Devo ter machucado umas 3ou9 pessoas, ao longo dessa ciranda de " amar e não ser amado..." mas, nunca quis te ferir para curar o que não tem cura aqui dentro: meus desalinhos e complexo de patinho feio são só meus. e todas as vezes que tentei dividir isso com alguém, em vez de aproximar acabava afastando as pessoas cada vez mais.



    5 de junho de 2020

    D. Rosa: E o peso da vida...

    Livremente inspirado nesse blog genial aqui


    Eu estava cansada, Eram mais ou menos 13:00 horas e eu já estava no estágio na Pastoral em um dia a típico (naquela semana, teve GETEP na faculdade me impossibilitando de ir na quarta-feira que é o meu dia de estar na Pastoral.). Não estava tão entediada... mas, confesso que queria que chegasse as 17:00 horas rapidinho para finalmente ir para casa.

    As minhas Sextas-feiras costumam ser os dias mais calmos da semana. Não tenho aula, então posso acordar mais tarde do que o costume e almoço em casa. No estágio, geralmente é calmo também... Os "perregues" maiores costumam ser no inicio da semana, e quando digo perrengues é o que estamos acostumadas a fazer na Pastoral: documentação, procura de emprego ou de informações.

    Sentei na mesa ao lado e comecei a folhear alguns textos da faculdade daquela semana. Percebi um certo tumulto lá fora, mas não me interessei de ir olhar para ver oque estava acontecendo realmente. Derrepente eu ouvi um grito outras vozes indecifráveis no primeiro momento:

    _Pelo amor de Deus! ajudem essa senhora... Ela diz que vai se matar!!!

    Eu tive a sensação de ter dado um pulo! De tão rápido que andei em direção a porta... E ouvi outra vez alguém falar "ela vai se matar!" e fui em direção ao portão de entrada para a Pastoral e encontrei uma senhora de 70 anos com aproximadamente 1,40cm com uma aparência sofrida 

    Ela estava sentada no canteiro de tijolinhos a vista. Sentei ao seu lado, e comecei a lhe ouvir:

    _ Não aguento mais. Hoje sai de casa com esse pensamento: "Vou pedir ajuda, se ninguém me ajudar eu me mato...".

    Sem chance de perguntar nada no inicio acabou me deixou sem resposta... Só me veio um pensamento: 1) Preciso entrar com essa senhora na paróquia 2) Ligar para "algum lugar" que possa dar essa assistência.

    _Senhora, vamos entrar e conversar um pouco... 

    Olhei a menina que trabalha comigo na Pastoral e pedi para ligar para o SAMU... 
    A minha sorte, é que tinha uma sala "disponível" que é dos padres da paróquia tinha duas poltronas e aquilo acabou transformando em uma "sala de atendimento" ideal.

    _ Ok, vamos conversar... O que aconteceu com a senhora?

    _Eu quero me matar! Para acabar com essa tristeza e esse aperto no meu coração... Quando eu estou em casa veem esses pensamentos ruins.

    _A senhora mora com quem?

    _ Moro sozinha. Não tenho marido, nem filhos... Ninguém!

    NINGUÉM Essa palavra veio com um "peso" direto pro estômago e acabou transformando-se em eco "Ninguém, ninguém, ninguém...." . 

    _ A senhora mora aonde? Conhece algum vizinho que mora próximo a sua casa?

    _ Moro no "Morro da Fumaça", os meu vizinhos já tem o problemas deles e o assunto gira em torno de drogas são drogados ou traficantes e morro de medo dessas coisas. Essa minha mão, - ela teve AVC sua mão ficou fechada impossibilitando-a de abrir e um dos seus pés são tortos deixando ela andando manca- os policiais uma vez me abordaram achando que era drogas que eu tinha nas mãos quase morri de tanta dor... 

    _ Nossa... 

    Virou para um lado da parede que tinha um crucifixo grudado na parede _ E u se que isso é pensamento do "inimigo" Deus não aceita essas coisas... Mas, as vezes eu me sinto vontade de matar alguém e até me matar... 

    _ Quero ir embora menina. Vocês, não poderão me ajudar mesmo... - e, foi saindo da sala. - Já na porta. Tentei fazer a senhora mudar de ideia dizendo que já tinham chamado o SAMU e eles já estavam a caminho.

    A senhora retornou a sala em que estávamos e sentou em uma das poltronas. Ofereci uma xícara de café, para ganhar um pouco mais tempo até a chegada do SAMU... E conversar um pouco mais

    Depois de 1:30min, o SAMU chegou. O enfermeiro fez os primeiros exames na senhora: mediu a pressão, verificou a temperatura... Conversamos mais um pouco, e logo depois a ambulância levou a senhora para o IPQ e logo depois para a Colônia Santana. Mas, antes disso me deu um abraço bem forte e agradeceu: 

    _Obrigado.Pela conversa e pelo cafezinho...


    Esse texto foi escrito originalmente no dia 02 de Junho de 2015 Sobre um momento entre vários momentos que o Estágio de Psicologia me proporcionou a viver. Inspirada no blog 1001 pessoas.



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    5 de junho de 2019

    Escrevendo a gente inventa...

    Fonte: Canva
    Escrevendo a gente inventa.
    Inventa um romance, uma saudade, uma mentira...
    É escrevendo que aprendi a imaginar.
    Imagino histórias que muitas vezes se confundem com a realidade.

    Foi juntando as letras nos tempos da pré- escola que aprendi a escrever.
    invento histórias e escrevo sobre a vida real...
    que no fim, fica sendo a mesma coisa no olhar de outros.

    Escrevo sem pudor e sem pecado.
    escrevo para lembrar o passado, vivendo o presente e para programar o futuro
    preciso disso para espantar os meus demônios ou para desabafar sobre as minhas dores ou contar sobre as minhas alegrias.

    Se eu consegui reunir os amigos escrevendo?

    Sinceramente eu não sei responder, vejo a escrita como algo particular uma relação tipo “uma mente viajando, uma caneta e uma folha de papel...”, mas gosto sim de sentir essa reciprocidade e até mesmo amizade pelas minhas escritas.

    Eu acho muito boa essa sensação de “quatro paredes” que a escrita proporciona
    mas ao mesmo tempo me sinto “na cara do furacão” quando disponho as minhas escritas aqui.  Mas, a intenção na maioria das vezes nem é causar tanto impacto assim...

    Nesses últimos tempos tentei descrever os meus sentimentos e escrever sobre eles. Tentei ignorar os avisos do Humberto Guessiger quando diz que “tem coisas que não cabem num encarte de CD” e outra vez um grande amigo também me disse que os sentimentos quando são verdadeiros não precisamos achar explicações para isso somente precisamos sentir.

    8 de maio de 2019

    Vida Diet.

    Não vai ser diferente(...)Se eu me for de repente(...)
    Se o céu cai sobre o mundo(...)E o mar se abrir(...)
    Em um inferno profundo.
    Vida Diet-Pato Fu



    Depois de um certo tempo todo mundo se adapta de algum jeito...
    Eu me adaptei aos dia frios de inverno e a solidão da noite em meu quarto;

    Ela já se acostumou a chorar sozinha no seu canto;
    Ele se adaptou a não se apegar tanto as coisas, os momentos e as pessoas(principalmente as pessoas);
    Ela se acostumou a não mais esperar;
    Eu me adaptei a não tentar encontrar tantos sentidos para as coisas mesmo sempre sendo convencida que tudo tem um sentido de ser;

    Ela se acostumou a sorrir mesmo se sentido triste; e mesmo quando tudo não vai bem ela se acostumou a chorar o choro que antes era escondido;

    Eu me acostumei a não me sentir tão pressionada pelos outros e me sentir feliz do mesmo jeito; me adaptei em muitas vezes por minhas vontades em segundo plano para não ser chamada de egoísta.

    É, os dias frios de inverno e a solidão faz sentido as vezes. 
    Manter o riso estampado na cara e o choro na alma também.
    Pensar mais nos outro do que você.
    Chorar o choro escondido. 
    Calar a dor. 
    Sonhar. 
    Amar. 

    Custa mas se habitua...





    23 de janeiro de 2019

    "Vem chegando o verão...♫

    "Vem chegando o verão. O calor no coração.
    Essa magia colorida. São coisas da vida..."

    Tenho boas e más lembranças dos verões da minha infância, desde que nasci meus avôs moram no mesmo bairro perto da praia chamado Ribeirão da Ilha não muito conhecido e explorado pelos turistas que visitam a Ilha de Florianópolis, quando comento que é perto da praia o pessoal costuma pensar que a distancia é 1 km ou algumas quadras, então aqui eu me vejo na obrigação de frisar que o mar fica no quintal da casa da minha avó!


    Não me lembro de ter aversão a água do mar, muito pelo contrario os meus pais contam que era um trabalhão tentar me tirar da diversão nas horas que o sol estava mais critico, eu vivia com camiseta encharcada e a cara toda “lambuzada” de protetor solar, mas continuava brincando com o Power-trio preferido “sol, areia e mar”.As boas lembranças não parariam nos últimos versos, pois se eu forçar um pouquinho a memória as lembranças continuariam surgindo como se fosse aquela roupa que você insiste em guardar no fundo do guarda roupa, mas você não veste e não mostra para ninguém com medo da sua bochecha corada entregar a sua vergonha.


    As más lembranças nessa época de “Power-trio” são equivalentes ao numero de pedras que existiam e ainda existe na praia da casa dos meus avos, minha coordenação motora nunca foi muito boa... Na verdade, minha coordenação motora é péssima então, os finais de semana na praia se resumiam em voltar para casa com uma coleção invejável de hematomas; eram inúmeros cortes nos pés, outros vários cortes por toda a parte do corpo, um desses cortes até me deixou com uma pequena cicatriz no joelho.


    Anos mais tarde as amigas do bairro começaram a frequentar a “colônia de férias” apelidada assim mais pelos pais onde mandavam os seus “anjos” para não enlouquecer no verão, lembro que era em um clube bem frequentado pela alta sociedade Catarinense. Não me lembro de ter aprendido a nadar na colônia de férias, tecnicamente era o “cachorrinho” e o mergulho já que os meus olhos vinham que era aquele vermelhão invejável para os usuários daquela erva proibida... 


    Então, nessa época a vaidade feminina começou a dar os primeiros passos um tanto infantil claro, por exemplo, o cloro da piscina detona o cabelo e deixa-o com um efeito meio “palha” comecei a usar um creme chamado Neutrox no cabelo, um creme amarelo com gosto de azeite de oliva horrível e traumatizante, pois me lembro do gosto até hoje e para proteger a minha pele branca, protetor solar fator 30! E todas as frescuras, que usamos mais para mostrar (Shampoo, sabonete, toalhas e escovas), pois deveria ser melhor que o das amigas do que para o próprio uso.

    Cada vez menos fui lembrando aquela garotinha que ia curtir a praia na casa dos avôs... A menininha que curtia catar couchas do mar na beira da praia e saia com um saquinho pela metade cheio delas que segurava no alto parecendo um troféu ou no mínimo um baú de tesouro onde o tesouro era as mais belas “couchas do mar”.


    Saudades dos eventuais hematomas que aconteciam depois de um dia de bagunça, li anos mais tarde que “joelho ralado cura mais rápido que um coração partido” e eu acabei aprendendo isso na pele anos mais tarde... Na pele eu preferia mil vezes, aquela camiseta molhada do que a sensação da pele fritar em contato com o sol independente do fator do protetor solar.





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    22 de fevereiro de 2018

    Vamos mudar?


    _Vamos mudar? 

    Mudar... Primeiro eu mudei de fase do desenvolvimento humano; bebê, criança, adolescente e jovem adulto... Mudei de idade, os meus 18 anos de idade pesaram muito mais que os meus atuais 30 anos. 

    Mudei de personalidade; Ao longo desse tempo fui moldando os meus pensamentos, sentimentos e a minha maneira de agir ao longo dos meus vinte e tantos anos... . Sinto saudades de quem eu era... Embora, eu saiba que não posso voltar atrás. 

    Morei em um pequeno apartamento até os 06 anos de idade. Quando eu completei 07 anos, meus pais acharam que eu precisava socializar com as crianças da minha idade... Então, junto com os meus pais eu mudei de endereço; indo morar em uma casa localizada em um bairro cheio de crianças de diferentes faixa-etária. 

    Mudei de companhias, colegas, amigos, amores... Descobri um pouco tarde o real significado da frase “Sua melhor companhia é a si mesmo”... E que os melhores aprendizados acontecem de dentro para fora, e não ao contrário como um dia eu pensei. 

    Você veio no meio de TODAS essas mudanças. E desde a sua vinda até o seu abrupto "adeus" bagunçou meus pensamentos e sentimentos e bagunçou ainda mais a Life... Depois de um tempo você quis voltar, como se nada tivesse acontecido... Como se nada tivesse mudado, como se ainda eu tivesse no mesmo lugar esperando você voltar. 

    Porém, eu mudei muito, e não preciso que acreditem na minha mudança para que eu tenha mudado é só observar minhas atitudes e verá que, mesmo eu sendo eu mesma, com essa coleção de clichês que me cercam e cercam minhas palavra eu nunca mais serei a mesma.




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    21 de fevereiro de 2018

    O que você quer de aniversário?


    Desde que eu era bem pequena essa pergunta me deixava um tanto sem graça. Primeiro fui educada que, não é de bom tom, ficar pedindo presentes. Outra é que, mesmo quando insistem na pergunta eu nunca sei de verdade o que pedir.

    No dia do meu aniversario. O que eu quero? Ah, se já lembrou o dia por mim já está ótimo. Para não dizer que sou totalmente avessa aos presentes gosto daquele em forma de “lembrancinhas” não é algo caro. Mas é algo simples que fez a outra pessoa lembrar-se de você. É gratificante ver que uma pessoa parou para pensar e criar alguma coisa para você, ao invés de só pegar alguma coisa pronta. Acho uma coisa legal de se ver. Mostram que se importam. Mas, admito que,gostaria de ganhar meus presentes em dinheiro para assim poder comprar minhas “bugigangas”.

    “Mesmo que não veja muito sentido em aniversários. Parabéns? Parabéns pelo quê? Por sobreviver mais um ano? Um dia para as pessoas serem legais com você? Compensar todos os 364 dias do ano que sequer lembraram seu nome? Talvez pra tentar ser convidado pra sua festa ou sabe-se lá.”

    Esse ano, meu aniversario cai em uma Quinta-Feira. Vou usar esse dia para me concentrar, ter um dia meu mesmo, como sugere os aniversários... Talvez maratonar alguns episódios do FRIENDS comendo uma panela de brigadeiro... e Manter os pensamentos leves. Eu acredito que, isso atrai energias boas o ano todo. 

    Fazer aniversário nesses dois primeiros meses do ano funciona como um ano novo com 365 dias de novas possibilidades... Costumava gostar dos anos pares, bem mais que, os anos ímpares. Porém, o ano de 2016 foi tão "caquinha" Que tenho medo de continuar afirmando isso... Uma coisa é certa: não espero presentes de ninguém! Talvez o meu maior desejo de aniversario. É aquele trecho da canção da Vanessa da Mata: Quero só noticia boa/ Quero paparicações no meu dia, por favor,/ Brigadeiros, mantras, música/ Gente vibrando a favor/.


    10 de dezembro de 2017

    BLOGMAS#10: Mudar...


    _Vamos mudar? 

    Mudar... Primeiro eu mudei de fase do desenvolvimento humano; bebê, criança, adolescente e jovem adulto... Mudei de idade, os meus 18 anos de idade pesaram muito mais que os meus atuais 30 anos. 

    Mudei de personalidade; Ao longo desse tempo fui moldando os meus pensamentos, sentimentos e a minha maneira de agir ao longo dos meus vinte e tantos anos... . Sinto saudades de quem eu era... Embora, eu saiba que não posso voltar atrás. 

    Morei em um pequeno apartamento até os 06 anos de idade. Quando eu completei 07 anos, meus pais acharam que eu precisava socializar com as crianças da minha idade... Então, junto com os meus pais eu mudei de endereço; indo morar em uma casa localizada em um bairro cheio de crianças de diferentes faixa-etária. 

    Mudei de companhias, colegas, amigos, amores... Descobri um pouco tarde o real significado da frase “Sua melhor companhia é a si mesmo”... E que os melhores aprendizados acontecem de dentro para fora, e não ao contrário como um dia eu pensei. 

    Você veio no meio de TODAS essas mudanças. E desde a sua vinda até o seu abrupto "adeus" bagunçou meus pensamentos e sentimentos e bagunçou ainda mais a Life... Depois de um tempo você quis voltar, como se nada tivesse acontecido... Como se nada tivesse mudado, como se ainda eu tivesse no mesmo lugar esperando você voltar. 

    Porém, eu mudei muito, e não preciso que acreditem na minha mudança para que eu tenha mudado é só observar minhas atitudes e verá que, mesmo eu sendo eu mesma, com essa coleção de clichês que me cercam e cercam minhas palavra eu nunca mais serei a mesma.




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    3 de janeiro de 2017

    Uma crônica sobre o verão...


    Hoje eu acordei muito mais cedo do que de costume, tirei a " máscara de dormir" dos meus olhos recém abertos olhei o celular e verifiquei no visor do celular que o dia estava nublado...

    Queria ir a praia, e naquele dia nublado possivelmente iria chover e literalmente "afogar" os meus planos do inicio do final de semana...Não pensei duas vezes. Levantei da cama confortável, com a temperatura ideal do ar condicionado e fui colocar o biquíni por baixo de uma roupa confortável:O plano A, seria ir a praia e o Plano B, seria "sair por ai...",

    Arrumando os últimos "ajustes" para sair e arrumando a bolsa de uma "possível" praia. Que tinha; Tolha, canga carteira com documento e uns trocados, minha caixinha de óculos; com os meus óculos de sol/grau e o livro que estou terminando de ler... Arrumando a bolsa e os meu planos lembrei das sábias palavras da minha vó que aprendeu com a minha bisavó.... E ela sempre repetia quando respondia sobre o tempo;

    _Quem olha para tempo não faz viagem...

    No ano que passou ... O que eu menos fiz, foi "olhar para o tempo..." e na maioria dos 365 dias daquele ano... fui pega desprevenida, com os dias de sol e os dias de chuva sem nem me importar com as possíveis lágrimas que podia rolar nesses dias de 2014.Sabe de uma coisa, não me arrependo! apesar de não ter GRANDES planos para aquele ano... A maioria das minhas metas, foram cumpridas independente do tempo lá fora, e principalmente do meu tempo aqui dentro...


    Os Planos do inicio desse texto: a) ir a praia e b) sair por ai....Foram devidamente concluídos! Fomos em uma praia "Tradicional" aqui em Floripa e a beira do mar é um dos meus lugares preferidos para ler um bom livro e ouvir uma boa música no "set-list" do meu celular... O tempo, foi o que menos importou. Embora, o dia tenha ficado com um dia lindo e caloroso de sol.Sobre as lições que aprendi hoje foi que:


    Quem olha para o tempo... Somente vê ele passar.
    Quem olha para o tempo... Não, faz viagem e principalmente... 
    Quem olha para o tempo... Não vai a praia!


    29 de novembro de 2016

    Futebol e a metáfora da vida...


    Texto muito lindo que compartilharam no grupo do Consulado do Grêmio e queria compartilhar com vocês:




    Costumo dizer que futebol é metáfora da vida e talvez por isso esse lance com a Chapecoense me deixa tão triste. Porque, por mais que torçamos pra Flamengo, Corinthians, Vasco, Palmeiras, Santos e outros grandes times, na vida a gente é mesmo uma Chapecoense. 

    A gente sonha, luta, batalha, joga fechadinho na defesa, aguenta pressão no trabalho, salva bola em cima da linha no último minuto e quer ser campeão de algo, vibrar com a felicidade, alçar vôos altos. 

    A gente é Chapecoense na vida porque, por mais que algumas vezes queira e em outras se sinta impotente, está lá, sempre na peleja. Nem sempre com torcida a favor, às vezes com o estádio da vida lotado, tentando virar o jogo fora de casa, mas estamos lá, buscando nossa realização, nosso conto de fadas. 

    A gente adotou a Chapecoense porque ela é gente da gente. Com essa queda, a gente vê como se importa com bobagem, como perde energia com coisas pequenas, inclusive por aqui. Como a gente se demora em questões que não geram amor. "Donde no puedas amar, no te demores.."

    Já que vamos seguir na vida, é preciso ser mais Chapecoense. Se encontrar mais, sorrir mais, discordar quando for necessário, mas se respeitar mais. Cultivar os afetos, deixar os desafetos pra lá, nos livrar das âncoras e seguir com as velas. 

    É preciso seguir, é preciso soprar. Vamo, vamo, Chape. Na metáfora dessa vida, jogo de futebol eterno, Chape somos nós.

    Texto de: Artur Crispin.

    23 de agosto de 2016

    BEDA #23 E ai, sumida?



    — E aí, Sumida?

    (Pô, boy, não ferra. Não vê o caos que essa pequena palavra me causa? Eu tava indo bem, sabe? Bebendo minha rotina como se ela fosse um sonífero de qualidade ruim, tentando escapar de qualquer jeito das memórias que cutucam meu corpo cansado. Eu tô cansada de tanto pensar em você. Você não faz ideia, boy, mas tomo overdose tua todas as noites, quando deito a cabeça no travesseiro. Não preciso nem dormir, porque você me vem em sonho de olhos abertos, enquanto fico patética encarando o teto do quarto, imaginando qual teto que te cobre...) 
    — E aí, tudo bem?

    (Ah, morena, mesmo não movendo nenhuma vírgula para te encontrar precisava te encarar e perguntar o porquê que você saiu tão apática daquela festa... Eu esperava que você ao menos gritasse e esperneasse. Queria saber o que você estava sentindo me vendo com outra... Ops, agora é minha namorada..)
    — Tudo certo, senti sua falta. 

    (Cínico. Cínico, escroto, idiota, imbecil. Tenho tanta raiva tua, que poderia lançar esse celular na parede. Como assim, cara? Vem me chamar de sumida e dizer que sente minha falta? Se sente minha falta, por que não veio me procurar? Ai como eu sou burra!!! Eu deveria estar rindo de você por sentir minha falta, ao invés de ficar feliz por essas mensagens minimalistas que dizem pouco, mas dizem demais. Odeio você. Isso. Exatamente isso que vou te responder. O-d-e-i-o-v-o-c-ê...)
    — Senti tua falta também.

    (Ah, morena, nós estávamos nos vendo com certa frequência que confesso já estava me sentindo “sufocado”, mas, depois percebi que a sua presença me faz falta... A culpa é sua! Por ser tão 8 ou 80 e “mimadinha”). 
    — E aí, saindo muito?

    (Queria te dizer que ando saindo demais, mas a verdade é que ando me escondendo do mundo. Sei lá, boy, estava com medo de esbarrar no teu sorriso e quebrar meu coração de novo... Deu um trabalhão danado colar pedaço por pedaço. Agora meu coração pulsa levemente descoordenado. Meio manco, talvez. Então, sendo bem sincera, eu não ando saindo. Nada. Só vou à padaria, comprar um pedaço de sonho, para tentar adoçar do lado de dentro...)
    — Sim, muito. E você?

    (Mais ou menos. Tenho feito aqueles mesmos "programinhas de casal". No começo foi gostoso... Ela não sorriu pelo fato do meu quarto ser da cor "azul calcinha" e confessou logo depois que não achou graça... Ah, morena, como você me faz falta: seu sorriso meio torto, sua gargalhada escandalosa e sua forma estranha de falar sobre os seus sentimentos).
    — Sim, bastante também.

    (Good for you. Deve ser bom ter uma namorada parceira, não é? Como fui besta de acreditar que eu e você naquele quarto era suficiente. A gente tinha um céu só nosso e o mundo poderia acabar com a gente ali dentro que, para mim, tudo estaria bem. Fui inocente em crer que éramos suficientes por sermos só. Mas tudo bem. Vida que segue, não é? Mesmo doendo demais aqui dentro — e que eu não transpareça essa dorzinha miúda — quero que você seja feliz. Enormemente feliz. É isso...)
    — Foi bom conversar contigo... Mas preciso ir. 

    (Te encontrei passando de carro próximo ao meu bairro. Será que você me viu? Foi rápido, mas, percebi que a sua expressão estava apática... Ah, morena, confesso que" sua ausência em mim fez morada..." li isso em algum lugar.)
    — Hei, espera... Tens vindo muito para o "Sul da ilha"?

    (Devo confessar? Mudei a rota da minha vida, só para tentar esbarrar na tua. Contei não? Sou levemente masoquista e tento me torturar com memórias que o estômago já enjoou de remoer. Vou sempre para o Sul da Ilha, porque tem muito de nós dois perdido naquelas esquinas e seria insanidade demais permitir que a memória te esqueça...)
    — Não... Bem pouco. 

    (Quero te encontrar! Quero muito te encontrar. Quero você de novo).
    — Ok, a gente se encontra por ai...


    #plural é um projeto do blog Palavras e silêncio da M° Fernanda Probst

    4 de junho de 2016

    Ensaio sobre a canseira.


    Se, um dia eu viesse a escrever um livro... Escreveria uma auto-biografia. Não que, a vida de uma garota/mulher vivendo atualmente á crise dos 30 anos, tenha algo interessante ou rendam mais de duas mal-escritas páginas. Eu já me atrapalho o suficiente escrevendo as postagens mais pessoais aqui no Blog.

    Mas, se um dia eu viesse a escrever um livro...

    O titulo desse livro seria "Ensaio Sobre A Canseira" parafraseando o romance do escritor português José Saramago. A capa do livro seria da cor branca, a cor do titulo do livro seria vermelha e com essa ilustração: de uma garota tentando escrever, mesmo estando completamente exausta. Aliás, essa ilustração define a minha vida nesses dois últimos meses ... 

    O semestre da faculdade (3 matérias pendente) está bem tranqüilo, me formo em Psicologia no final desse ano. A grande novidade de 2016 é que minha mãe comprou um salão de beleza (funcionando...). E me chamou para trabalhar na parte financeira. A equipe de funcionarias nos recebeu com bastante resistência e estamos em um processo longo de adaptação... Eu ainda não consegui "curtir" o fato de estar trabalhando em um negócio próprio sem pensar no stress que é cada pequena mudança. 

    Isso anda consumindo a maior parte do meu tempo e energia que eu reservaria para escrever no Blog. Gosto de escrever ou fotografar como válvulas de escape, para descarregar todos os meus "demônios interiores" e com isso me sentir aliviada das minhas mazelas e mimimi´s diários. Mas, Ao olhar os "Arquivos" no mês de Maio sinto uma pontinha de remórcio por ter apenas uma postagem sobre uma TAG literária com fotos antigas... Seria mais decente assumir o Hiatus por um tempo.

    Enquanto ao livro...

    Estamos naquela parte da história em que o personagem esta se esforçando para que as coisas terminem bem, faltando bastante para a moral da história e faltando mais ainda para o Fim.

    29 de agosto de 2015

    BEDA#29: Poderia ser um papo de Pijama...

    Ontem, assistindo um show de uma banda no Gnt eu pude perceber o que eu já tinha comprovado nos milhares de shows que eu fui nesses meus vinte e poucos anos... 

    Uma parte do seu gosto musical, vai ser definido quando realmente você for em pelo menos 1 show do seu cantor/banda preferido. Você vai descobrir a resposta da mesma pergunta que eu já fiz um dia: O que te faz Odiar ou amar uma banda? e digo mais, você vai descobrir que " Entre o amor e o ódio a linha é tênue, também...".

    Entre algumas linhas de alguma postagem desse blog eu devo ter escrito que: Faço parte de uma geração talvez a ultima que, ouvia muita musica entre as ondas de radio FM e AM do velho Walkman ... 

    Na adolescência, conheci o programa Pijama Show que o radialista tinha uma voz aveludada que falava coisas malucas na madrugada e entre um papo e outro tocava algumas canções que se tornaram a trilha sonora de uma fase importante difícil da minha vida: Nenhum de Nós - Paz e Amor , Sob Um Céu de Blues, Cidadão Quem - Pinhal, Mr. Pi - A História...

    Conheci o Everton Cunha (Mr. Pi) em um encontro dos Pijanautas promovido por um amigo na época... e confessei esse medo de conhecer "ao vivo" as pessoas que de alguma forma eu admiro e ele respondeu uma frase que eu levo para a vida "O Buda só é quem ele é por permanecer sentado." as pessoas são apenas… pessoas. E devemos olha-las como uma janela, não um espelho. A expectativa que colocamos nas pessoas é o significado que elas tem para nós, não o que verdadeiramente ela é (?). Esquecemos que, elas são seres humanos como qualquer um.

    Porém, quando se trata de uma Banda os integrantes são vistos coletivamente e é ai que mora o perigo... A banda tem o publico na mão, o publico corresponde a cada canção do set-list com uma energia inexplicável... Já sai de um show amando/odiando a mesma banda por shows distintos por diversos motivos: Vocalista em um dia não muito bom, set-list ruim mesmo tendo musicas bacanas, o show não é tão bacana quanto, ouvir as musicas em casa no aconchego do lar... E todas essas "má impressões" uma pessoa pode ter em um único e ultimo show.

    O documentário do GNT que me referi no inicio, montra essa troca de energia intensa com pessoas que acompanham a banda em cada show e aquelas que estão ali pela primeira vez... Mostrando que, a história da banda se confunde muitas vezes com as historias do público.

    Escrevo mais sobre os melhores shows que eu já fui em uma próxima postagem.

    25 de agosto de 2015

    BEDA #25 - A última vez que você chorou. [642 COISAS]




    "... finalmente havíamos chegado ao final daquela semana. Aqueles dias, em que mais pareciam um acúmulo de minutos infinitos... A semana não rendeu, os trabalhos da faculdade acumularam... Os sentimentos costumam ficar mais aflorados no final do mês mas, aquela semana estavam no pico do (in)suportável. 

    Não foram poucas as vezes que tive que me segurar para não chorar. Em situações que dificilmente eu engoliria o choro e aceitaria e acabasse demonstrando também, que eu não estava bem... Resolvi ser forte! Respirava, olhava para cima meus olhos avermelhados ardiam... Tudo isso, para não derramar uma lágrima sequer... E repetia como um mantra o refrão daquela canção: "And big girls don't cry Don't cry..."

    Cheguei em casa, segurei a Mallu (minha cadelinha) no colo "sufoquei" ela um pouquinho como é de costume, fiz carinho na cabeça do Teddy (meu outro cachorro) que estavam me esperando no quintal e finalmente entrei em casa. Entrei direto no meu quarto para largar a minha bolsa na bancada e depois tomar um banho ou comer alguma coisa... Mas, olhei para aquele quarto que era "o meu cantinho" e resolvi ficar. 

    Sentei no chão do quarto, e depois de um longo suspiro uma lágrima rolou e eu chorei... Apenas chorei, outras lagrimas vieram em seguida parecendo já saber o caminho apenas deixei as lagrimas caírem soltando-as livremente. 



    O projeto 642 coisas sobre as quais escrever é um projeto bem interessante, é um incentivo a escrita. E apoveitando que estamos na 3° e ultima semana do BEDA resolvi resgatar (escrevi essa postagem aqui) sobre esse projeto aqui no Blog.

    31 de julho de 2015

    Resumo do mês:Julho/2015


    O que teve no mês de Julho?



    Teve, [Micro - Contos]: Ponto final.

    Teve, texto pessoal Life's a climb...♪- Sobre o tal do trabalho de conclusão de curso http://ladomilla.blogspot.com.br/2015/07/lifes-climb.html

    Teve, #MLI - Maratona Literária de Inverno

    Teve, projeto-fotográfico - Mês a mês

    Teve, O fim do projeto-101-coisas-em-1001-dias 

    Teve, A TAG Canção de Segunda que fazia um mês que não atualizava... 

    Teve, #resenha do filme Cidades de Papel. Os roteiristas desse filme foram realmente incríveis e se preocuparam com a fidedignidade da adaptação, ao inserirem diversas passagens do enredo de maneira literal a ponto de termos transcrições de falas e de pensamento http://ladomilla.blogspot.com.br/2015/07/filme-cidades-de-papel-paper-towns.html

    Teve, a volta do projeto 52 semanas 
    com a Semana 14: Meus sites preferidos na internet: http://ladomilla.blogspot.com.br/2015/07/projeto-52x5-semana-14-meus-sites.html 

    Teve, texto inspirado no blog da Fernanda Tenho um Blog, e agora? http://ladomilla.blogspot.com.br/2015/07/tenho-um-blog-e-agora.html

    Teve, Textos ressuscitados do blog antigo Escrevendo eu falo pra C*… http://ladomilla.blogspot.com.br/2015/07/escrevendo-eu-falo-pra-c.html

    Teve, Fotografando Domingos: No teatro! teve uma peça de improvisos chamado de Z.É -  Zenas Emprovisadas http://ladomilla.blogspot.com.br/2015/07/fotografando-domingos-ze-zenas.html

    Estou fazendo teatro e escrevi um pouco sobre... Por que fazer teatro?http://ladomilla.blogspot.com.br/2015/07/por-que-fazer-teatro.html




    5 de julho de 2015

    life's a climb...♪

    Sobre o tal do trabalho de conclusão de curso

    Sempre fui uma pessoa quieta e isso era confundido como ser calma. Porém, quem me conhece a mais tempo percebe que a calmaria passou longe... Tenho gastrite, a psicanálise explica que "Quando a boca não fala o corpo responde." mesmo eu sendo quieta, a resposta dos eventos estressores vem com uma dor no estômago infernal. Hoje eu sei, que alguns desses "momentos estressores" estão ai para serem superados sempre! e que esses momentos mesmo sendo ruins, óbvio, também é uma parte boa, e que os próximos momentos que vierem também virá recheados de lições e ensinamentos. Enfim, não foi disso que eu vim falar. 

    Sempre lembro do sentimento de "frio na barriga" nos primeiros dias de aula do ensino fundamental/médio e como era confortável encontrar um colega que sentasse próximo para dividir essa ansiedade. 

    Meus 3 anos de colegial foram entre trancos e barrancos. O primeiro ano do ensino médio foi bacana: tinha amigos, recreios cheio rolos e papos, trabalhos que duravam um dia inteiro na casa das amigos... Esses mesmos amigos mudaram de cidade e de escola e eu permaneci, cursando o segundo ano : / No ano seguinte, fui para o Terceirão e acabei não acompanhando o ritmo louco "vestibular!" e acabei voltando para a escola anterior... Nessa época, nasceu a vontade de fazer faculdade de Psicologia e que eu passaria 5 anos, estudando só as matérias que eu gosto! Principalmente, nunca mais veria matemática na minha vida!

    Meu primeiro dia de aula na faculdade foi assustador! Eu, recém saída do ensino médio com uma turma de alunos já na sua 3° e 4° graduação... Me senti "pequena" diante dos assuntos e opiniões MEGA elaborados e eu ficava quieta com medo de falar alguma besteira. Segui com essa turma até a 5° fase, tive que refazer algumas matérias e acabei diminuindo a quantidade de matérias do semestre. Dessa turma se formaram poucos alunos (menos de 10 alunos) alguns foram desistindo durante os semestres... Mas, não é sobre isso que eu vim falar.

    As turmas do curso de Psicologia que "Migrei" durante esses semestres tinha uma característica em comum: Desunião (mal de humanas?). Tínhamos uma nota a N3 "trabalhos em grupo" quando eu não tinha a opção de fazer individualmente sempre foi um "parto" de achar um grupo decente. Minhas piores crises de gastrite se devem a esses momentos de maior stress durante esses dez semestres da graduação.

    Cheguei a trancar a faculdade 2x: Há primeira vez, eu não tava vendo mais sentido no curso que escolhi,.. Depois de ter feito um estágio não obrigatório desses que pagam mal e não tinha nada haver com Psicologia.... Fui fazer Administração, foi a fase que eu mais me diverti! Era uma turma de jovens animados toda sexta-feira tinha encontro da turma e balada TODO final de semana... No final do semestre eu decidi voltar para o curso de Psicologia. Há segunda vez, eu tirei umas férias de um semestre. Me desentendi com a supervisora de estágio na época, quando voltei no segundo semestre e soube que eu não fui a única a "profissional" se desentendeu com outras alunas também e acabou sendo demitida. Prossigamos, porque ainda não é disso que vim falar.

    Vim falar sobre o TCC. Na semana passada, eu apresentei o meu Trabalho de Conclusão de Curso naqueles longos e intermináveis 30 minutos entre a minha apresentação #tremia e mais trinta minutos da pontuação dos avaliadores e o recebimento da nota. Em momento algum, pensei na nota... Queria passar TODO o meu conhecimento do projeto em si, e que toda a minha trajetória até ali não foi em vão teve crescimento em todas as etapas principalmente dos estágios (Básico e Específico). No dia seguinte, minha supervisora me mandou um e-mail, parabenizando-me pela apresentação e informando que a  minha nota foi 9,5. Fiquei Feliz!



    Em 2005, achei que esse momento nunca chegaria e em 2010 achei que não iria me formar em Psicologia... Agora, estou aqui, sentada escrevendo sobre toda a minha trajetória e confirmando aquela velha história que diz  que: A vida " não é sobre o quão rápido chegarei lá/não é sobre o que está me esperando do outro lado. É a escalada...".



    © Lado Milla
    Maira Gall