Filme
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13 de agosto de 2015

BEDA #13 - Frases do filme : De repente 30.



Acho que todos nós quer sentir algo que nós esquecemos ou virou as costas porque talvez nós não percebemos o quanto estávamos deixando para trás.Precisamos lembrar que costumava ser bom. Se não o fizermos, não vamos reconhecê-lo mesmo que isso nos atinge entre os olhos.
(De repente 30)

Eu não tenho nenhum amigo de verdade. Eu fiz algo ruim com um cara casado. Eu não falar com a minha mãe e meu pai. Eu não sou uma pessoa agradável. E a coisa é que - Eu não tenho mais 13 anos.
(De repente 30)

“A gente não pode ter a casa dos sonhos, mas a gente pode chegar perto.” 
(De repente 30)



Nunca é Tarde para ser feliz!Não Perca uma Oportunidade de ser feliz …
(De repente 30)

13 de julho de 2015

Filme: Cidades de Papel (Paper Towns).


'Bem, desperdicei minha vida inteira, mas pelo menos 
invadi o SeaWorld com Margo Roth Spiegelman 
no último ano do colégio. 
Pelo menos "carpei" um diem."

O livro Cidades de Papel foi o 4° livro que li do autor John Green... Depois das ultimas leituras (Teorema Katherine e Deixe a neve cair) fiquei cri-cri com o John Green deixando o livro Cidade de Papel na prateleira dos "livros não lidos". No mês de Dezembro, resolvi dar uma chance para esse livro que iria completar 1 ano na prateleira dos livros "não lidos" da estante. 

Esse livro, serviu para que eu fizesse as pazes com o autor John Green... A leitura que mais se aproxima da "A Culpa É Das Estrelas" com escrita tipica do John Green sem deixar o leitor entendiado. Li o livro em menos de uma semana, e não economizei nos post its. 


No ultimo dia 9 de julho de 2015, foi o lançamento do Filme Cidades de Papel nos cinemas de todo o Brasil. Mesmo gostando da leitura, mantive as expectativas baixas diante das adaptações literárias do John Green.

resenha do filme:

Quentin acreditava que cada um tinha o seu pequeno milagre. O dele eraMargo, a garota da casa ao lado, com quem cresceu e de quem foi muito amigo durante a infância. Mas, no decorrer da adolescência, ambos se afastaram e Margo se tornou intocável, inatingível, quase um mito, alimentando, assim, a imagem fantasiosa que o garoto tinha por ela, por quem sempre foi apaixonado.
Q era o típico adolescente perfeitinho. Nunca tinha matado aula, só tirava notas altas, sonhava em cursar medicina depois que terminasse o colégio e, aos 30 anos, queria casar e ter filhos. Seus planos pareciam estar bem encaminhados, já que Quentin evitava correr riscos. Porém, certa noite, sua vida virou de pernas para o ar, quando Margo invadiu o seu quarto e pediu a ajuda para realizar uma missão.
Tudo o que Q sempre quis é que Margo precisasse dele, que voltassem a ter aquela conexão que tinham quando eram crianças, por isso, mesmo que meio a contragosto, decidiu ajudá-la e, juntos, percorreram as ruas de Orlando, em plena madrugada, pregando peças e se divertindo como Q nunca tinha antes. Ele ainda não sabia, mas as coisas nunca mais seriam iguais depois daquela noite.
Entretanto, como tudo que é bom acaba cedo, Quentin sofreu uma grande decepção quando percebeu que Margohavia sumido. Onde será que a menina tinha ido parar? E por que ela tinha desaparecido daquele jeito, logo depois deles terem se reaproximado tanto?
Margo sempre foi uma aficionada por mistérios e, inconscientemente, acabou se tornando um, já que Quentin se convenceu de que a garota havia deixado pistas para ele, e que sua nova incumbência seria encontrá-la, e Q não sossegaria até conseguir.
Assim, uma "caça ao tesouro" foi iniciada, e Quentin e seus amigos embarcaram numa grande e libertadora aventura que lhes renderia muito mais do que um pote de ouro no final do arco-íris.
Os roteiristas desse filme foram realmente incríveis e se preocuparam com a fidedignidade da adaptação, ao inserirem diversas passagens do enredo de maneira literal a ponto de termos transcrições de falas e de pensamentos. Todavia, é óbvio que nenhuma adaptação é 100% fiel à sua obra de origem. Nesse caso, alguns trechos do livro faltaram, enquanto outros tantos que não existiam foram colocados, mas nada que prejudicasse a trama.

"Uma cidade de papel para uma menina de papel. (…) Eu olhava para baixo e pensava que eu era feita de papel. Eu é que era uma pessoa frágil e dobrável, e não os outros. E o lance é o seguinte: as pessoas adoram a ideia de uma menina de papel. Sempre adoraram. E o pior é que eu também adorava. Eu tinha cultivado aquilo, entende? Porque é o máximo ser uma ideia que agrada a todos. Mas eu nunca poderia ser aquela ideia para mim, não totalmente.guarda roupa planejado.".

"Cada pessoa é um mundo..." fiquei pensando nessa frase ao decorrer do filme. Tanto a Margot quanto os outros personagens eram mais do que estávamos vendo diante dos nossos olhos cada um carregava um "mundo particular". E devemos olha-las como uma janela, não um espelho. Tanto o filme como o livro bastante reflexivo, que nos faz pensar sobre a vida e sobre o que as pessoas significam para nós, e também sobre como botamos algumas delas num pedestal e esquecemos que elas são seres humanos como qualquer um.

22 de setembro de 2014

Trilha Sonora - Eu Não Faço a Menor Ideia do que Eu Tô Fazendo Com a Minha Vida.


Alguém ai esta sentindo falta do projeto "canção de segunda" ??? A semana passada foi TENSA e meio que não consegui dar continuidade para o Projeto, mas, como vocês poderão notar, voltamos com a programação normal...


Acredito que deve ter um "Set-list musical" em alguma parte do cérebro humano, que corresponde as emoções do sujeito. E nessa parte do cérebro é armazenado um numero infinito de musicas, que correspondem cada fase, sentimentos e momentos da vida de uma pessoa. E na maioria das vezes, a musica poderia definir o nosso próprio estado de espírito...

Talvez, o longa metragem fosse a forma perfeita de viver a vida... Uma história perfeita com inicio, meio e fim acompanhada com um pseudo-príncipe ou um amigo que nos acompanhasse durante a vida o filme, embalados por uma trilha sonora...

 

Eu Não Faço a Menor Ideia do que Eu Tô Fazendo Com a Minha Vida lançado no ano de 2013 é um daqueles filmes Blasés com dramas e comédias do diretor Matheus Souza estrelado por Clarice Falcão e Rodrigo Pandolfo. Com uma trilha sonora envolvente durante todo o desenrolar do filme com 10 musicas com os cantores como; Marcelo Camelo, A Banda mais Bonita da Cidade, Clarice Falcão, Tiê, Hidrocor, Pelico.
 
  Aperte o PLAY ...



Até a Próxima!

1 de julho de 2014

Filme: New is Good (Agora e para sempre)

 
Tenho uma mania literária que é ler livros na sequência com a mesma temática que coincidiu com uma mesma mania cinematográfica. Depois de ler/assistir A culpa é das estrelas eu procurei um filme para assistir que o tema era: Câncer em adolescente.

“A vida se esvai por entre os nossos dedos como areia no deserto
 Muitos se apegam ao pouco de vida que lhe restam
Outras pessoas, vivem os momentos
que a vida vai lhes proporcionando...
Até chegar ao fim! ”



Achei o filme New is Good (Agora e para sempre) em um site de oncologia entre vários filmes sobre o câncer. O que me chamou atenção primeiramente foi a Dakota Fanning como protagonista curto o trabalho dessa garota desde o filme “Grande menina, pequena mulher” e sobre ler em algum blog (desses que eu sigo...) o quanto o filme era emocionante e a impossível não comparação com ACÉDE... Outra comparação inevitável é o filme “Antes de partir” por causa da lista de realizações de desejos antes de morrer.

 Fiz uma breve pesquisa sobre o filme New is Good que foi lançado em 2013, sem tantas expectativas quanto o ACÉDE, porém com a mesma carga emocional, por se tratar de câncer em fase terminal em adolescentes.

Coloquei o filme para rodar na tecnologia de um fio que liga o notebook com a tela da TV... A cada cena era a sensação de estar levando um soco no estômago junto com cosquinhas nos pés na sequência. É como se estivéssemos nos preparando para o inevitável e ouvíssemos como consolo que; Não precisa sentir medo, ela só estava morrendo. 

Temos um tempo infinito de dias e não fazemos o TUDO que queremos muito menos tão rápido que podemos sempre deixamos para amanhã os nossos projetos ou para um futuro que não sabemos se iremos ter. Talvez o café, é que tenha que esperar pelas nossas realizações diárias, não ao contrário...
 
Em quase duas horas de filme, não consegui conter o choro... Não sou dessas que, fica economizando lágrimas... mas, tenho uma “culpinha” com o filme ACÉDE pois, eu fiquei parecendo uma pessoa insensível no cinema, onde a maioria alagava a sala de tanto chorar e eu ali sem uma lágrima... depois desse episódio, assistindo o filme New is Good lavei a alma!
 
 
Momentos, nossa vida é uma serie de momentos, cada um uma viagem para o fim.
Desapegue, desapegue-se de tudo.

20 de junho de 2014

Filme: A culpa é das estrelas


Esse é o problema da dor. Ela precisa ser sentida."
A Culpa é das Estrelas


Quando ouvi essa frase de Augustus Waters, eu entendi a dificuldade de falar sobre as nossas próprias dores. Sem fazer drama, e sem fazer papel de "coitadinho". O meu silêncio veio gradativamente... Fui ficando mais fechada com o tempo acreditando naquela velha canção "O que eu ganho, o que eu perco. Ninguém precisa saber...♪".

Embora, eu use um pouco da arte para me expressar; fotografando e escrevendo. Há sempre alguém que se destaca criando musicas (vivo escrevendo sobre essas pessoas por aqui) ou escrevendo livros com historias fictícias, preenchendo com um pouco de paz, as minhas angustias diárias.



 O livro A culpa das estrelas foi assim, desde o primeiro momento que eu ouvi sobre o livro lá no 2º evento da Intrínseca Cada palavra foi me enchendo de um fervor quase que religioso, e fui me convencendo que esse mundo despedaçado só vai se tornar inteiro de novo a menos que, e até que, todos os seres humanos o leiam.

Hoje, no dia 19 de junho de 2014. fui ao cinema assistir o filme baseado no livro A Culpa é das Estrelas em mais uma sessão LOTADA! confesso que, senti ciúmes de compartilhar o meu 'culpinha' com fãs, admiradores, leitores... no dia de estréia, continuou naquela sessão.
 
Não consegui me emocionar com o filme o tanto que, me emocionei com o livro. Eu nunca tive esse discurso;"prefiro o livro... #mimimi". Mas, ano passado. Ao começar a leitura na livraria e depois finalmente comprar o livro. Eu já sabia, que eu ia chorar tanto que iria ser difícil de me recompor a cada capitulo.

 Chorei horrores, a um ano atrás lendo o livro. Sentindo- me uma AMEBA por muitas vezes não usar direito os meus dias infinitos... Tendo os medos de Anzel em machucar a minha família com as minhas dores sendo somente uma tristeza para os meus pais... e do provável esquecimento do Augustus Waters, antes mesmo de fazer algo extremamente Extraordinário. Juntando com os meus próprios medos, que é continuar vivendo, sem nunca realizar os meus sonhos ou fracassar no meio do caminho.

 No cinema, sentada na poltrona assistindo o filme. Em nenhum momento, eu consegui me emocionar. Muito menos, chorei por causa de alguma cena do filme ou mesmo vendo minha mãe ao meu lado derramando algumas lágrimas.
 

 
 Quando o semestre da facuh realmente acabar, irei reler o livro A culpa é das estrelas ignorando o fato que, eu tenho uns  dez livros que eu ainda não li me esperando.... para realmente sentir a emoção que essa história mesmo fictícia ou não me fez sentir a um ano atrás.

 
 
 
 
© Lado Milla
Maira Gall