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21 de dezembro de 2016

TOP 5: Crianças más da ficção

Querido Papai Noel.
eu fui uma criança boazinha esse ano... (SQN!)


O pré-requisito para ganhar O PRESENTE de Natal é o bom comportamento. O Papai Noel avalia com muita rigides o comportamento das crianças: Se essas crianças forem boazinhas recebem que pediram em sua cartinha, se essas crianças forem malvadinhas não ganham presente como castigo pelo mau comportamento.

Esse "TOP5" surgiu para avaliarmos o comportamento dos personagens "malvadinhos" da ficção que não vão ganhar presente do Papai Noel nesse Natal. 

 Junior O Pestinha 3 (1995)



A terceira parte da trilogia O Pestinha traz o endiabrado Junior em sua fase pré-adolescente. Ele está apaixonado por Tiffany, a garota mais popular e bonita da escola, que nem ao menos sabe que ele existe. O que ela sabe é que outros três garotos (Duke, Blade e Corky) estão interessados nela e para Junior, endiabrado como sempre, eles não passam de rivais. Está armada a cena para uma verdadeira guerra! 

2. Samara Morgan do filme O Chamado (2001)  



Uma das personagens mais famosas dos filmes de terror, Samara Morgan era pura maldade e matava todos que viam o seu vídeo em um prazo de 7 dias – ela ainda dava o alerta através de ligações que eram feitas após o fim do vídeo.

 3. Eli do filme Deixe Ela Entrar (2008)



O filme sueco Deixe Ela Entrar conta a história de Oskar, um garoto que sofre bullying e se aproxima de Eli, uma garota reservada que na verdade – SPOILER – é um menino vampiro mutilado sexualmente há séculos. Apesar de ser um vampiro, Eli defende Oskar de outros adolescentes que faziam mal a ele e não consegue ser tão mal quanto parece.

4. Henry Evans do filme O Anjo Malvado (1993) 



No filme O Anjo Malvado, Henry Evans, interpretado por Macaulay Culkin, é um garoto psicopata e assassino que tenta matar sua própria irmã. Só daí já percebemos o perigo da “criança”.

5. Damien Thorn do filme A Profecia 



Damien Thorn é um bebê trocado após o seu nascimento pelo filho natimorto de um embaixador americano. Ao completar 5 anos de idade, sua família começa a desconfiar de suas origens – o que eles não sabem é que na verdade Damien é filho de Satã, destinado a ser o Anticristo.




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2 de dezembro de 2016

TOP5 : Filmes de Natal

Já estamos em ritmo de férias... Para nós prepararmos para o espirito natalino fiz uma seleção de 5 filmes com o tema sobre Natal.

O ESTRANHO MUNDO DE JACK (1993)


Jack Esqueleto (Chris Sarandon) vive na Cidade do Halloween, onde todos dedicam o ano preparando o próximo Dia das Bruxas. Cansando desse clima, Jack atravessa um portal na floresta e conhece a Cidade do Natal. Ele fica tão encantado com o lugar, que decide convencer os habitantes da Cidade do Halloween a sequestrarem o Papai Noel. Esse filme foi produzido e co-escrito por Tim Burton.

O Grinch


Jim Carrey vive uma estranha criatura verde que odeia o Natal e, às vésperas da festa, decide roubar os enfeites e presentes das pessoas. Ao mesmo tempo,, a pequena Cindy Lou (Taylor Momsen) percebe que todos ao seu redor estão mais preocupados com compras e presentes do que com os sentimentos dos outros. A menina e Grinch acabam se cruzando e, juntos, aprendem o verdadeiro significado da data.

A Origem dos Guardiões (2012)


Nessa animação, o malvado Breu quer transformar os sonhos de todas as crianças em pesadelo e acabar com as lendas infantis. Assim, Papai Noel, Coelhinho da Páscoa, Fada do Dente e outros personagens se juntam para defender as crianças do mundo.


Milagre na Rua 34 (1994)


A garotinha Susan (Mara Wilson) não acreditava em Papai Noel, até conhecer um velhinho contratado para se fantasiar na loja de brinquedos da sua mãe. Os dois se tornam amigos e o homem jura ser o verdadeiro Papai Noel. A primeira versão deste filme é de 1947 e teve Natalie Wood no papel de Susan.

Um Herói de Brinquedo (1996)


Howard Langston (Arnold Schwarzenegger) é um pai ausente. Para se retratar com o filho, promete lhe dar o que pediu de Natal: o boneco Turbo Man. No entanto, o brinquedo já está esgotado e Howard fará de tudo para conseguir o que prometeu para o filho. Filme fofíssimo, com direito à reviravolta no final.





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23 de dezembro de 2015

LADO MILLA AWARDS: Filmes do ano

Na ultima postagem do LADO MILLA AWARDS fecharemos com a Categoria: Filmes que vi em 2015 (não necessariamente desse ano) percebi que vi pouquíssimos filmes depois que o megafilmes foi tirado do ar #RIP:




Filme do ano

O filme Cidades de Papel não teve tantas expectativas quanto o filme A Culpa é das Estrelas no ano anterior. A adaptação literária foi bastante fiel.

Melhor adaptação literária

A melhor adaptação literária vai para o filme O Menino do Pijama Listrado. No filme vimos as cenas não mais "contada" no olhar de uma criança... O que torna o filme mais dramático e real do que o livro.

Filme Infantil; 

O filme Divertida Mente lançado esse ano foi uma das grandes apostas da Pixar. E eu como grande admiradora desses tipos de filme tive minhas expectativas superadas porque o filme é muito bom!

Queridos da "Sessão da Tarde"; (Essa categoria super criativa é de filmes que vi nas minhas tardes sonolentas desse ano.).

O filme que eu mais vi nas típicas "sessões da tarde" foi os filmes estrelados pela Lidsay Lohan principalmente o filme Operação Cupido que foi o primeiro filme (1998) estrelado pela Lidsay.


24 de setembro de 2015

Filme:A Mentira (Easy A)


"O que aconteceu com o cavalheirismo? Ele só existe em filmes dos anos 80?
Eu quero John Cusack segurando uma boombox do lado de fora da minha janela.
Eu quero andar no cortador de grama com Patrick Dempsey.
Eu quero Jake de Gatinhas e Gatões esperando por mim na frente da igreja.
Eu quero Judd Nelson dando um soco no ar por saber que me ganhou.
Só por um instante, adoraria que minha vida fosse como nos filmes dos anos 80;
De preferência com um número musical fantástico e sem motivo aparente.
Mas não, não...
John Hughes não dirigiu a minha vida...

20 de agosto de 2015

BEDA#20 Cadê o meu Café !?!

Leitor irritadinho(a) - Mais uma TAG???? Assim é fácil manter um Blog "atualizado".

Hoje mesmo eu vi essa TAG no blog da Anna Vitória que foi indicada pra responder uma série de perguntas sobre o processo de escrever As perguntas foram retiradas de uma espécie de meme que andou circulando pela blogosfera gringa, o Why I Write

O que eu ando escrevendo? 

Há vinte dias esta tendo postagens aqui no blog TODOS os dias. Sim, eu estou escrevendo bastante aqui no Blog, as temáticas são os assuntos de costume ( Minha life, músicas, livros, fotografia...). Fora da internet, eu escrevi o meu Trabalho de Conclusão de Curso de Psicologia que o assunto era "Impactos Psicológicos do processo migratório". Continuo escrevendo, em rascunhos juntando as palavras em frases desconexas e textos sem as devidas pontuações... 

Como minha escrita se diferencia de outras do gênero? 

Enquanto escritora, eu posso dizer que tento escrever sobre a life... O gênero é "Blog Pessoal" escrevo a minha opinião, sobre musica, livros e atualidades. é um Blog pessoal comum diante tantos outros blogs: literários, crônicas, modas, decoração... 

Recebi um comentário certa vez que a leitora escreveu que tinha a sensação de estar lendo um diário... Essa é uma característica de um "blog pessoal". Quando eu comecei a escrever na internet, os blogs não tinham tantos gêneros... Acho que eu não saberia escrever de outra forma, como "O Meu Querido Diário" eu tentei uma vez, mas os comentários me entregaram "Diz para mim que não é só literatura..." 

Por que eu escrevo? 

Na minha opinião, a melhor resposta é da Clarice Lispector. Ela disse certa vez que: "Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever.". Acredito que essa minha ânsia de espremer meus sentimentos em palavras, esta no jogo de perguntas/respostas ao longo dos acontecimentos da vida... 

Quero arquivar sentimentos, momentos e histórias para não esquecer... Quando eu re-lêr essas postagens do "Arquivo" que eu me sinta melhor, por ter vivido esses momentos descritos e principalmente de ter superado esses momentos de alguma forma. 

Como eu escrevo? 

Eu escrevo no Word, não me acostumei a escrever direto do Blogger... No bloco de notas do celular e rabisco em folhas de papel (Sim!) quando não estou na frente do computador. 

Eu gosto de escrever na madrugada... Porém, aprendi a produzir no fim de tarde, com uma xícara de café recém passado no lado do notebook escrevo ouvindo musica, nesses momentos de produtividade o meu gênero musical preferido é; instrumental ou internacional. 

Eu participo de um projeto literário junto com outras blogueiras todo o dia 16 nós escrevemos sobre um Tema. A escrita é instigante pois, explora a criatividade da escrita e acaba melhorando a forma de escrever. 

Escrevi um dialogo em "quatro mãos" com a Mª Fernanda e foi uma experiência muito bacana! ouve bastante troca de experiências e formas de escrever. Acho que teremos que fazer isso mais vezes! 

Como supero bloqueios criativos? 

Então... Eu não supero. Quando a escrita não flui de jeito nenhum, eu saio da frente do notebook e vou ler um livro, ver filme, sair por ai para fotografar ou simplesmente fazer café... Até a criatividade "desbloquear".


13 de agosto de 2015

BEDA #13 - Frases do filme : De repente 30.



Acho que todos nós quer sentir algo que nós esquecemos ou virou as costas porque talvez nós não percebemos o quanto estávamos deixando para trás.Precisamos lembrar que costumava ser bom. Se não o fizermos, não vamos reconhecê-lo mesmo que isso nos atinge entre os olhos.
(De repente 30)

Eu não tenho nenhum amigo de verdade. Eu fiz algo ruim com um cara casado. Eu não falar com a minha mãe e meu pai. Eu não sou uma pessoa agradável. E a coisa é que - Eu não tenho mais 13 anos.
(De repente 30)

“A gente não pode ter a casa dos sonhos, mas a gente pode chegar perto.” 
(De repente 30)



Nunca é Tarde para ser feliz!Não Perca uma Oportunidade de ser feliz …
(De repente 30)

13 de julho de 2015

Filme: Cidades de Papel (Paper Towns).


'Bem, desperdicei minha vida inteira, mas pelo menos 
invadi o SeaWorld com Margo Roth Spiegelman 
no último ano do colégio. 
Pelo menos "carpei" um diem."

O livro Cidades de Papel foi o 4° livro que li do autor John Green... Depois das ultimas leituras (Teorema Katherine e Deixe a neve cair) fiquei cri-cri com o John Green deixando o livro Cidade de Papel na prateleira dos "livros não lidos". No mês de Dezembro, resolvi dar uma chance para esse livro que iria completar 1 ano na prateleira dos livros "não lidos" da estante. 

Esse livro, serviu para que eu fizesse as pazes com o autor John Green... A leitura que mais se aproxima da "A Culpa É Das Estrelas" com escrita tipica do John Green sem deixar o leitor entendiado. Li o livro em menos de uma semana, e não economizei nos post its. 


No ultimo dia 9 de julho de 2015, foi o lançamento do Filme Cidades de Papel nos cinemas de todo o Brasil. Mesmo gostando da leitura, mantive as expectativas baixas diante das adaptações literárias do John Green.

resenha do filme:

Quentin acreditava que cada um tinha o seu pequeno milagre. O dele eraMargo, a garota da casa ao lado, com quem cresceu e de quem foi muito amigo durante a infância. Mas, no decorrer da adolescência, ambos se afastaram e Margo se tornou intocável, inatingível, quase um mito, alimentando, assim, a imagem fantasiosa que o garoto tinha por ela, por quem sempre foi apaixonado.
Q era o típico adolescente perfeitinho. Nunca tinha matado aula, só tirava notas altas, sonhava em cursar medicina depois que terminasse o colégio e, aos 30 anos, queria casar e ter filhos. Seus planos pareciam estar bem encaminhados, já que Quentin evitava correr riscos. Porém, certa noite, sua vida virou de pernas para o ar, quando Margo invadiu o seu quarto e pediu a ajuda para realizar uma missão.
Tudo o que Q sempre quis é que Margo precisasse dele, que voltassem a ter aquela conexão que tinham quando eram crianças, por isso, mesmo que meio a contragosto, decidiu ajudá-la e, juntos, percorreram as ruas de Orlando, em plena madrugada, pregando peças e se divertindo como Q nunca tinha antes. Ele ainda não sabia, mas as coisas nunca mais seriam iguais depois daquela noite.
Entretanto, como tudo que é bom acaba cedo, Quentin sofreu uma grande decepção quando percebeu que Margohavia sumido. Onde será que a menina tinha ido parar? E por que ela tinha desaparecido daquele jeito, logo depois deles terem se reaproximado tanto?
Margo sempre foi uma aficionada por mistérios e, inconscientemente, acabou se tornando um, já que Quentin se convenceu de que a garota havia deixado pistas para ele, e que sua nova incumbência seria encontrá-la, e Q não sossegaria até conseguir.
Assim, uma "caça ao tesouro" foi iniciada, e Quentin e seus amigos embarcaram numa grande e libertadora aventura que lhes renderia muito mais do que um pote de ouro no final do arco-íris.
Os roteiristas desse filme foram realmente incríveis e se preocuparam com a fidedignidade da adaptação, ao inserirem diversas passagens do enredo de maneira literal a ponto de termos transcrições de falas e de pensamentos. Todavia, é óbvio que nenhuma adaptação é 100% fiel à sua obra de origem. Nesse caso, alguns trechos do livro faltaram, enquanto outros tantos que não existiam foram colocados, mas nada que prejudicasse a trama.

"Uma cidade de papel para uma menina de papel. (…) Eu olhava para baixo e pensava que eu era feita de papel. Eu é que era uma pessoa frágil e dobrável, e não os outros. E o lance é o seguinte: as pessoas adoram a ideia de uma menina de papel. Sempre adoraram. E o pior é que eu também adorava. Eu tinha cultivado aquilo, entende? Porque é o máximo ser uma ideia que agrada a todos. Mas eu nunca poderia ser aquela ideia para mim, não totalmente.guarda roupa planejado.".

"Cada pessoa é um mundo..." fiquei pensando nessa frase ao decorrer do filme. Tanto a Margot quanto os outros personagens eram mais do que estávamos vendo diante dos nossos olhos cada um carregava um "mundo particular". E devemos olha-las como uma janela, não um espelho. Tanto o filme como o livro bastante reflexivo, que nos faz pensar sobre a vida e sobre o que as pessoas significam para nós, e também sobre como botamos algumas delas num pedestal e esquecemos que elas são seres humanos como qualquer um.

22 de setembro de 2014

Trilha Sonora - Eu Não Faço a Menor Ideia do que Eu Tô Fazendo Com a Minha Vida.


Alguém ai esta sentindo falta do projeto "canção de segunda" ??? A semana passada foi TENSA e meio que não consegui dar continuidade para o Projeto, mas, como vocês poderão notar, voltamos com a programação normal...


Acredito que deve ter um "Set-list musical" em alguma parte do cérebro humano, que corresponde as emoções do sujeito. E nessa parte do cérebro é armazenado um numero infinito de musicas, que correspondem cada fase, sentimentos e momentos da vida de uma pessoa. E na maioria das vezes, a musica poderia definir o nosso próprio estado de espírito...

Talvez, o longa metragem fosse a forma perfeita de viver a vida... Uma história perfeita com inicio, meio e fim acompanhada com um pseudo-príncipe ou um amigo que nos acompanhasse durante a vida o filme, embalados por uma trilha sonora...

 

Eu Não Faço a Menor Ideia do que Eu Tô Fazendo Com a Minha Vida lançado no ano de 2013 é um daqueles filmes Blasés com dramas e comédias do diretor Matheus Souza estrelado por Clarice Falcão e Rodrigo Pandolfo. Com uma trilha sonora envolvente durante todo o desenrolar do filme com 10 musicas com os cantores como; Marcelo Camelo, A Banda mais Bonita da Cidade, Clarice Falcão, Tiê, Hidrocor, Pelico.
 
  Aperte o PLAY ...



Até a Próxima!

1 de julho de 2014

Filme: New is Good (Agora e para sempre)

 
Tenho uma mania literária que é ler livros na sequência com a mesma temática que coincidiu com uma mesma mania cinematográfica. Depois de ler/assistir A culpa é das estrelas eu procurei um filme para assistir que o tema era: Câncer em adolescente.

“A vida se esvai por entre os nossos dedos como areia no deserto
 Muitos se apegam ao pouco de vida que lhe restam
Outras pessoas, vivem os momentos
que a vida vai lhes proporcionando...
Até chegar ao fim! ”



Achei o filme New is Good (Agora e para sempre) em um site de oncologia entre vários filmes sobre o câncer. O que me chamou atenção primeiramente foi a Dakota Fanning como protagonista curto o trabalho dessa garota desde o filme “Grande menina, pequena mulher” e sobre ler em algum blog (desses que eu sigo...) o quanto o filme era emocionante e a impossível não comparação com ACÉDE... Outra comparação inevitável é o filme “Antes de partir” por causa da lista de realizações de desejos antes de morrer.

 Fiz uma breve pesquisa sobre o filme New is Good que foi lançado em 2013, sem tantas expectativas quanto o ACÉDE, porém com a mesma carga emocional, por se tratar de câncer em fase terminal em adolescentes.

Coloquei o filme para rodar na tecnologia de um fio que liga o notebook com a tela da TV... A cada cena era a sensação de estar levando um soco no estômago junto com cosquinhas nos pés na sequência. É como se estivéssemos nos preparando para o inevitável e ouvíssemos como consolo que; Não precisa sentir medo, ela só estava morrendo. 

Temos um tempo infinito de dias e não fazemos o TUDO que queremos muito menos tão rápido que podemos sempre deixamos para amanhã os nossos projetos ou para um futuro que não sabemos se iremos ter. Talvez o café, é que tenha que esperar pelas nossas realizações diárias, não ao contrário...
 
Em quase duas horas de filme, não consegui conter o choro... Não sou dessas que, fica economizando lágrimas... mas, tenho uma “culpinha” com o filme ACÉDE pois, eu fiquei parecendo uma pessoa insensível no cinema, onde a maioria alagava a sala de tanto chorar e eu ali sem uma lágrima... depois desse episódio, assistindo o filme New is Good lavei a alma!
 
 
Momentos, nossa vida é uma serie de momentos, cada um uma viagem para o fim.
Desapegue, desapegue-se de tudo.

20 de junho de 2014

Filme: A culpa é das estrelas


Esse é o problema da dor. Ela precisa ser sentida."
A Culpa é das Estrelas


Quando ouvi essa frase de Augustus Waters, eu entendi a dificuldade de falar sobre as nossas próprias dores. Sem fazer drama, e sem fazer papel de "coitadinho". O meu silêncio veio gradativamente... Fui ficando mais fechada com o tempo acreditando naquela velha canção "O que eu ganho, o que eu perco. Ninguém precisa saber...♪".

Embora, eu use um pouco da arte para me expressar; fotografando e escrevendo. Há sempre alguém que se destaca criando musicas (vivo escrevendo sobre essas pessoas por aqui) ou escrevendo livros com historias fictícias, preenchendo com um pouco de paz, as minhas angustias diárias.



 O livro A culpa das estrelas foi assim, desde o primeiro momento que eu ouvi sobre o livro lá no 2º evento da Intrínseca Cada palavra foi me enchendo de um fervor quase que religioso, e fui me convencendo que esse mundo despedaçado só vai se tornar inteiro de novo a menos que, e até que, todos os seres humanos o leiam.

Hoje, no dia 19 de junho de 2014. fui ao cinema assistir o filme baseado no livro A Culpa é das Estrelas em mais uma sessão LOTADA! confesso que, senti ciúmes de compartilhar o meu 'culpinha' com fãs, admiradores, leitores... no dia de estréia, continuou naquela sessão.
 
Não consegui me emocionar com o filme o tanto que, me emocionei com o livro. Eu nunca tive esse discurso;"prefiro o livro... #mimimi". Mas, ano passado. Ao começar a leitura na livraria e depois finalmente comprar o livro. Eu já sabia, que eu ia chorar tanto que iria ser difícil de me recompor a cada capitulo.

 Chorei horrores, a um ano atrás lendo o livro. Sentindo- me uma AMEBA por muitas vezes não usar direito os meus dias infinitos... Tendo os medos de Anzel em machucar a minha família com as minhas dores sendo somente uma tristeza para os meus pais... e do provável esquecimento do Augustus Waters, antes mesmo de fazer algo extremamente Extraordinário. Juntando com os meus próprios medos, que é continuar vivendo, sem nunca realizar os meus sonhos ou fracassar no meio do caminho.

 No cinema, sentada na poltrona assistindo o filme. Em nenhum momento, eu consegui me emocionar. Muito menos, chorei por causa de alguma cena do filme ou mesmo vendo minha mãe ao meu lado derramando algumas lágrimas.
 

 
 Quando o semestre da facuh realmente acabar, irei reler o livro A culpa é das estrelas ignorando o fato que, eu tenho uns  dez livros que eu ainda não li me esperando.... para realmente sentir a emoção que essa história mesmo fictícia ou não me fez sentir a um ano atrás.

 
 
 
 
© Lado Milla
Maira Gall