Leituras do ano
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4 de setembro de 2017

Canção de Segunda: 5 músicas para você ouvir enquanto lê

vocês gostam de ouvir música enquanto estão lendo um livro? Eu usava essa técnica para estudar em casa a musica me ajudava na concentração... Ultimamente, eu faço as minhas leituras ouvindo música (Obrigada Darkside!). Isso me ajuda a me desligar do mundo lá fora e entrar no universo do livro. No #cançãodesegunda vou compartilhar aqui com vocês as 5 músicas que eu mais escuto enquanto estou lendo:

5 músicas para você ouvir enquanto lê 


01. Edson Zampronha - Sonora

Edson Zampronha é brasileiro, compositor de música clássica contemporânea tem atraído a atenção de um público amplo, como resultado de seu arduo trabalho na música. Sua sonoridade e suavidade tem atraído ouvidos de todas as partes do mundo, atualmente, faz imenso sucesso na Itália.



02. Mozart - Sinfonia de Nº 20


Johannes Chrysitimus Wolfgangus Theophilus Mozart foi um compositor prolífico e influente compositor austríaco que viveu durante a transição do Classicismo para o Romantismo (Século XIX). Desde sempre Mozart se mostrou um forte concorrente na música clássica, chegando a apreender violino e teclado aos sete anos de idade, e compondo sua primeira sinfonia aos cinco. Sua composição mais conhecida é sem sombra de dúvida a sua composição de número vinte. Ouça:




o3. Billie Holiday - All of me

Eleanora Fagan Gough (Filadélfia, 7 de abril de 1915 — Nova Iorque, 17 de julho de 1959), conhecida pelo nome artístico Billie Holiday ou Lady Day, foi uma cantora e compositora estadunidense de jazz. Ela é considerada a maior de todas as cantoras do jazz.



04. Louis Armstrong - La Vie En Rose

Louis Daniel Armstrong (Nova Orleans, 4 de agosto de 1901 — Nova Iorque, 6 de julho de 1971) foi um cantor (tenor) e instrumentista (trompetista, cornetista, saxofonista), que foi considerado "a personificação do jazz".[1] Louis Armstrong é famoso tanto como cantor quanto como solista, com seu trompete.





05. Jack Johnson - Upside Down 
eu lembro dessa musica por causa do macaquinho no clipe.

Jack Hody Johnson (Honolulu, 18 de maio de 1975) é um cantor, compositor e surfista americano. Cresceu na Baía Norte de Oahu, no Havaí, e atualmente vive em Haleiwa. Antes de lançar o seu primeiro álbum de estúdio, Jack Johnson fazia filmes de surfe. Por ser um surfista e músico, seu estilo é erroneamente classificado como surf music, um subgênero rock surgido nos anos 60




Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais.
Estarei tagarelando por lá também (principalmente no Snap!!):



18 de março de 2017

BookTag: Frases De Criança

Olá!Tudo bem?

Já faz um tempo que não respondo uma TAG, e como eu adoro responde-la vamos fazer isso hoje. A primeira TAG de ano!

Essa TAG foi criada Taty do blog Coleções Literárias e pelo Marcio do blog Um Baixinho nos Livros.

Regras...
Mencionar e Linkar os blogueiros que criaram a tag Taty Salazar - Coleções Literárias e Marcio Silva - Um Baixinho nos Livros;
Indicar no minimo 5 blogs para responder a tag (Não esqueça de avisar que você os tagueou);
Postar a IMAGEM oficial da tag em sua postagem "caso for responder escrito".OPCIONAL: Usar a hastag #BookTagFrasesDeCriança no facebook e/ou no Instagram.
  

1.Meu nome é... (Um personagem Infantil favorito).


Auggie do livro Extraordinário. August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso, ele nunca havia frequentado uma escola de verdade... até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.





2.Quantos anos eu tenho? (Quantos livros você tem?)

96 livros

3.Eu já sei ler. (Primeiro livro que leu) 


Pretinha eu? Uma menina negra ganhou uma bolsa de estudos em um colégio onde nunca havia entrado um aluno negro. Desencadeou-se uma história de discriminação, preconceito e muitas descobertas.






Comecei a tomar gosto pela leitura ainda no ensino fundamental, lembro que tínhamos aulas de leitura na biblioteca e eu realmente gostava de ficar lendo. Às vezes, eu até me esquecia de prestar atenção nos papos animados das minhas amiguinhas na biblioteca... Mas, o livro que mais me marcou veio em 1999 (um ano antes do que relatei acima...). O tal livro é Pretinha, eu do autor Júlio Emílio Braz esse livro foi indicação de uma professora de português para a aula de leitura.
“Eu tinha 13 anos nessa época e tinha recém mudado de escola 
por motivos de saúde, pois eu tinha recém operado a coluna 
e eu estava usando um gesso que ia a uns cinco dedos abaixo do pescoço 
até abaixo da barriga…”

No meio de uma aula de leitura a professora disse que eu me parecia muito com a Pretinha da história, não pelo meu tom de pele, pois eu sempre fui branquinha hehehe, mas por ser a mais velha de uma turma que todos tinham onze anos e pelo meu “mau jeito” (no começo) de me enquadrar, em uma escola com métodos tão rigorosos quanto o Harm… Ops! Colégio T. Sofri Bullying todos os dias do ano que estudei no colégio T. Sofria todos os tipos de agressões; intencionais, verbais e psicológicas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas.No meu caso, por exemplo, a crueldade veio também por parte dos adultos professores da época “Ela parece à pretinha da história...” reforçando apelidos e motivos de chacota se eu já não tivesse motivos e não sofresse o suficiente.


4."Diz Papai" Mamãe. (Um livro que você imaginava uma coisa e acabou sendo outra)


Tudo começa com uma tarefa para a escola: escrever uma carta para alguém que já morreu. Logo o caderno de Laurel está repleto de mensagens para Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Heath Ledger, Judy Garland, Elizabeth Bishop… apesar de ela jamais entregá-las à professora. Nessas cartas, ela analisa a história de cada uma dessas personalidades e tenta desvendar os mistérios que envolvem suas mortes. Ao mesmo tempo, conta sobre sua própria vida, como as amizades no novo colégio e seu primeiro amor: um garoto misterioso chamado Sky




A leitura é bastante intensa. O que era uma lição, acabou virando um verdadeiro diário com desabafos "Alguns segredos só conseguimos contar aos nossos maiores ídolos" se transformando em uma maneira de Laurel lidar com seu primeiro ano em uma escola nova e com a família despedaçada depois da morte de sua irmã.

5.Mãe tô com fome. (Um livro que você devorou.) 

Hazel foi diagnosticada com câncer aos treze anos e agora, aos dezesseis, sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões. Ela sabe que sua doença é terminal e passa os dias vendo tevê e lendo Uma aflição imperial, livro cujo autor deixou muitas perguntas sem resposta. Essa era sua rotina até ela conhecer Augustus Waters, um jovem de dezessete anos que perdeu uma perna devido a um osteosarcoma, em um Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Como Hazel, Gus é inteligente, tem senso de humor e gosta de ironizar os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Com a ajuda de uma instituição que se dedica a realizar o último desejo de crianças doentes, eles embarcam para Amsterdã para procurar Peter Van Houten, o autor de Uma aflição imperial, em busca das respostas que desejam. 

Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.


Foi a minha primeira leitura do John Green. A vontade de ler A Culpa é das Estrelas começou no evento da Intrínseca depois de ouvir falarem muito bem do livro. Eu comecei a ler as dez primeiras páginas ainda na livraria antes de realmente comprar e terminar de ler em casa chorando copiosamente nos últimos parágrafos... Okay!

6.Pai!Conta uma história para mim dormir? (O livro que você está lendo) 


Diagnosticada com câncer da tireoide aos doze anos, Esther Grace Earl era uma adolescente talentosa e cheia de vida. Fazendo jus ao nome, que em persa significa 'estrela', ela marcou todos em seu caminho com sua generosidade, esperança e altruísmo enquanto enfrentava com graciosidade o desgaste físico e mental causado pela doença. Filha, irmã e amiga divertida, alto-astral e inspiradora, Esther faleceu em 2010, logo após completar dezesseis anos, mas não sem antes servir de inspiração para milhares de pessoas por meio de seu vlog e dos diversos grupos on-line de que fazia parte. 'A estrela que nunca vai se apagar' é uma biografia única, que reúne trechos de diários, textos de ficção, cartas e desenhos de Esther. Fotografias e relatos da família e de amigos ajudam a contar a história dessa menina inteligente, astuta e encantadora cujo carisma e força inspiraram o aclamado autor John Green a dedicar a ela sua obra best-seller A culpa é das estrelas.

7.Pai!Cadê a mãe? (Um personagem secundário que se destacou mais que o protagonista.) 


Logo no inicio da leitura acompanhamos Kate recebendo a devastadora noticia sobre a morte de sua filha, logo no inicio suspeita-se que Amélia havia cometido suicídio. 

Kate é a mãe solteira e sempre fez o que estava em seu alcance para conciliar a vida de mãe com a vida de profissional ela é uma advogada de sucesso em Nova Iorque e para compensar a ausência de um pai na vida de Amélia. Ela nunca contou a verdade para a filha sobre o pai e também só vamos descobrindo sobre ele no decorrer da história. 



Os capítulos do livro são alternados entre diferentes personagens. Temos capítulos atuais sobre Kate, narrados em primeira pessoa, a partir do dia da morte da Amelia, trechos de seu diário quando ela descobriu que estava grávida, conversas de celular de Amelia, postagens no facebook, e alguns capítulos contados pela própria Amelia, algumas semanas antes de sua morte. Também há postagens de um blog de fofocas da escola, chamado GrAcIoSaMENTE.

Ao decorrer da leitura, vamos reconstruindo Amélia através de vários acontecimentos e fragmentos com alternâncias de pontos de vista. E descobrindo quem ela realmente era, sem ser somente uma descrição vazia "aluna e atleta exemplar". Através de suas "memórias" ficamos sabendo quando ela recebeu um convite para entrar em um clube da escola, uma espécie de fraternidade, que supostamente deveria ser proibido. A partir desse convite, sua vida começa a tomar novos rumos e a própria Amélia passa por várias descobertas sobre si mesma. A descoberta da própria sexualidade e o amor inconsequente por Dylan.

8.Olha Pai. (Tire uma foto de sua estante.) 






9. Já sei o que vou querer de presente do dia das crianças! (O livro que você está cobiçando.) 



10.Pai ta chegando? e agora? e agora? (Continuação de uma série que você ama e está aguardando muito.) 


Não tenho. Estou com a coleção do Muchileiro das Galaxias que ainda não li...



11. Mãe fulano me bateu. (Um personagem que merecia uma surra?) 

Eu batendo na Anna


Anna Oliphant não está nada entusiasmada com a ideia de se mudar para Paris. Porém, seu pai, um famoso escritor norte-americano, decidiu enviá-la para um colégio interno na Cidade Luz. Anna prefere ficar em Atlanta, onde tem um bom emprego, sua fiel melhor amiga e um namoro prestes a acontecer. Mas, ao chegar a Paris, ela conhece Étienne St. Clair, um rapaz inteligente, charmoso e bonito, que além de muitas qualidades, tem uma namorada...




Anna Oliphant. Foi a personagem adolescente que eu mais odiei ao decorrer da leitura... Uma menina mimada, que na maioria das vezes fazia ceninha quando estava com o seu pai. Faz o leitor querer dar uns belos tapas nessa garota...





12.Maaaae eu cai. (Um personagem desastrado.) 



As Aventuras de Alice no País das Maravilhas, frequentemente abreviado para Alice in Wonderland é a obra infantil mais conhecida de Charles Lutwidge Dodgson, publicada a 4 de julho de 1865 sob o pseudônimo de Lewis Carroll.





Alice é uma garota atrapalhada! Na confusão, ela vai se encontrando... descobrindo-se... Esse livro é muito fofinho.





13. Por quê? Para quê?( Um livro confuso.) 



Eu deveria estar de luto, não me apaixonando. Às vezes é preciso perder tudo, para encontrar a si mesmo... Lennie Walker, obcecada por livros e música, tocava clarinete e vivia de forma segura e feliz, à sombra de sua brilhante irmã mais velha, Bailey. Mas quando Bailey morre de forma abrupta, Lennie é lançada ao centro de sua própria vida, e, apesar de não ter nenhum histórico com rapazes, ela se vê, subitamente, lutando para encontrar o equilíbrio entre dois: um deles a tira da tristeza, o outro a consola. O romance é uma celebração do amor, também um retrato da perda. A luta de Lennie, para encontrar sua própria melodia em meio ao ruído que a circunda, é sempre honesta, porém hilária e, sobretudo, inesquecível.





Eu t
enho esse livro há mais ou menos 5 anos. Porém, eu não lembrava de já ter lido ou abandonado á leitura... 

Por isso coloquei nessa categoria. Uma das grandes lições desse livro é que aprendemos cedo ou tarde que as pessoas que amamos se vão e simplesmente temos que virar protagonistas da nossa própria história. A leitura do livro é simples e bela, juntamente com a história da nossa John Lennon - apelido carinho dado por Joe -. Você se envolve de uma forma surpreendente com Lennie e torce para a sua felicidade. Na maioria do início dos capítulos, há poemas ou mensagens escritos por Lennie. Adorei a ideia.



14.Psora posso ir no banheiro? (Um livro nojinho.) 


Mariam tem 33 anos. Sua mãe morreu quando ela tinha 15 anos e Jalil, o homem que deveria ser seu pai, a deu em casamento a Rashid, um sapateiro de 45 anos. Ela sempre soube que seu destino era servir seu marido e dar-lhe muitos filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos. Laila tem 14 anos. É filha de um professor que sempre lhe diz: "Você pode ser tudo o que quiser." Ela vai à escola todos os dias, é considerada uma das melhores alunas do colégio e sempre soube que seu destino era muito maior do que casar e ter filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos. Confrontadas pela história, o que parecia impossível acontece: Mariam e Laila se encontram, absolutamente sós. E a partir desse momento, embora a história continue a decidir os destinos, uma outra história começa a ser contada, aquela que ensina que todos nós fazemos parte do "todo humano", somos iguais na diferença, com nossos pensamentos, sentimentos e mistérios.




Na época que eu li esse livro eu estava muito mal (no trabalho, na faculdade, em casa...) e essa leitura me deixou muito mal se tornando uma leitura ruim naquele ano.


15.Pai de onde vem os bebês? (Uma personagem grávida.) 


Após o desaparecimento repentino de seu pai, Gabriella Mondini enfrenta uma crise: sem o seu aconselhamento, ela não pode mais praticar a medicina. Então, junto de seus dois fiéis servos, Olmina e Lorenzo, ela explora toda a Europa para descobrir para onde — e por que — ele se foi. 

Seguindo pistas das ocasionais e enigmáticas cartas do pai, ela vasculha as capitais europeias expandindo os horizontes de seu mundo e acrescentando conhecimentos ao imenso livro das curas que está escrevendo.





Gabriella Mondini, conhecerá apenas os limites físicos do continente, mas, também, os mistérios do amor (e fica gravida), da perda e da mortalidade. Mistérios que estão no coração de cada alma viajante, especialmente na alma de seu pai.





16.Olha mãe, aprendi a contar: 1, 2, 4, 6. 
Indique 05 amigos para responder essa tag.

Bem,não conheço muitas pessoas nesse mundo literário que queira responder essa tag. Então, deixarei ela em aberto, podem responder essa tag quem quiser e compartilhar com seus amiguinhos.

Estava com muitas saudades responder TAGs, espero que esse ano traga muitas tags para poder compartilhar com vocês.

Beijos e abraços

Milla ❤


26 de dezembro de 2016

Sobre as minhas leituras desse ano...


Esse ano, eu passei mais tempo comprando livros do que realmente lendo... Eu não fiz a Maratona Literária de Inverno (#MLI) e também não flopei vergonhosamente como no ano anterior... A minha média é ler dois livros por mês. Porém, os livros quase mofaram na minha bolsa esse ano, por falta de tempo para deliciar-me com uma leitura. Isso me faz perceber que sou incapaz, nesse momento, de fazer um "awards literário" das minhas leituras desse ano usando como base aquele questionário da Tary do blog Doces Rodopios com fiz em 2015.

Nesse ano, a Retrospectiva Literária vai ser a amiga aqui,"escrevendo pelos cotovelos" sobre os livros que me marcaram esse ano:

Entrei em 2016 muito bem acompanhada da literatura. Em janeiro, eu terminei de ler O livro Auggie&Eu - Três histórias Extraordinárias não é uma continuação do livro Extraordinário e sim um complemento da história. Sim, você terá que ler o livro para conseguir entender o decorrer da história. O capitulo de Julian: Julian não era apenas um menino mimado... Seus pais arrumavam justificativas para cada ato que ele cometia. No começo, Julian é apenas um garoto petulante da maneira como ele trata o Auggie chamado ele de "monstro" e o seu possível transtorno de ansiedade e pesadelos parece um tanto dramático típico de um garoto mimado como Julian. Mas, a vida tem um jeito um tanto peculiar de nos ensinar... Depois do castigo do diretor Busanfa e isso inclui não ir para a "colônia de férias"seus pais lhe mandam passar as férias em Páris. Depois de uma conversa emocionante e esclarecedora com sua vó, Julian consegue perceber como as suas atitudes foram cruéis e pela primeira vez sente remorso das atrocidades que ele cometeu com Auggie em vez de arrumar "justificativas" mudou o seu comportamento e escreveu o mais bonito preceito "È preciso recomeçar"

No inicio do ano, eu comprei a nova edição de O Diário de Anne Frank publicada pela Editora Record, com capa dura e acolchoada. A capa imita o próprio diário da Anne e no interior tem algumas imagens do diário original que está em exposição na Casa de Anne Frank, em Amsterdã. O livro é o depoimento da pequena Anne Frank, morta pelos nazistas após passar anos escondida no sótão de uma casa em Amsterdã, ainda hoje emociona leitores no mundo inteiro. Seus diário narra os sentimentos, medos e pequenas alegrias de uma menina judia que, com sua família, lutou em vão para sobreviver ao Holocausto.

No recesso da faculdade no mês de Julho, eu li O livro Cartas de Amor aos Mortos foi lançado em 2015. É um livro de estréia da autora Ava Dellaira pela editora Seguinte. A Narrativa começa com uma tarefa para a escola: escrever uma carta para alguém que já morreu. Logo o caderno de Laurel está repleto de mensagens para Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Heath Ledger, Judy Garland, Elizabeth Bishop… Apesar de ela jamais entregá-las à professora. Nessas cartas, ela analisa a história de cada uma dessas personalidades e tenta desvendar os mistérios que envolvem suas mortes. Ao mesmo tempo, conta sobre sua própria vida, como as amizades no novo colégio e seu primeiro amor: um garoto misterioso chamado Sky. Emendei nesse mês, a leitura do livro O mágico de OZ a mais famosa história infantil da literatura americana. Que após a passagem de um ciclone, Dorothy e seu cachorrinho Totó vão parar na estranha terra de OZ. Ao lado de novos amigos - o Espantalho, O Lenhador de Lata e o Leão Covarde - encaram perigos e aventuras, desafios e seus próprios medos, numa longa viagem de volta, e de auto-descoberta. Eu vi o filme OZ, MÁGICO E PODEROSO na mesma semana e achei a história um tanto machista em tempos tão feministas...

No mês de Julho, eu adquiri o livro O Papai é Pop no na livraria Saraiva aqui de Floripa no evento de lançamento dos livros: Papai é Pop 2 e Mamãe é Rock. As crônicas do Piangers no jornal Zero Hora já preparam um possível leitor do Papai é Pop. Esse livro são crônicas sobre a convivência e a descobertas das suas filhas Anita com 8 anos de idade e Aurora de 2 anos. Não tem como não rir das descobertas da Anita e da Aurora e se emocionar com o Pianger que não teve pai e mesmo assim quis ser PAI sem nenhum exemplo á quem pudesse se espelhar e mesmo assim quis cumprir esse papel tão importante no caráter de uma criança. 

Terminando o recesso da faculdade comecei a leitura do livro Quem é você Alasca? Porém vieram a primeira prova de Psicologia de Família com um a nota assustadora! E as resenhas dos textos para recuperar essa nota anterior e para tirar uma nota boa na próxima prova e a preparação da N3 que foi trabalho sensacional! Interrompi a leitura do livro ¬¬ Começarei a ler no começo do ano que vem. Prometo.

Nessa ultima semana do ano de 2016 eu comecei a ler o livro de crônicas Depois do fim do Daniel Bovolento que eu adquiri na feira do livro aqui da minha cidade que são crônicas sobre diferentes tipos de términos... Ainda irei resenhá-lo esse livro. Em uma saída despretensiosa comprei o livro da Kefera para a minha prima adolescente de Natal e comprei o livro Mamãe é Rock da Ana Cardoso, conheci esse livro na mesma época que eu fui no evento do lançamento esse ano. As crônicas seguem a mesma linha do livro O Papai é POP do seu marido Piangers (li no começo do ano...) falta pouco para teeminar a leitura. As crônicas sobre maternidade longe de ser romantizadas com uma pontinha de acides na medida certa que agrada as mamães, as futuras mamães e as pessoas que nem pensam nisso. 

Esse ano, eu passei mais tempo comprando livros... Sonhando como uma folguinha para devorá-los ou pensando em uma possível Maratona Literária de Férias com os livros comprados no mês de Dezembro: A Mamãe é Rock - Ana Cardoso - Belas Letras; Depois do Fim - Daniel Bovolento- Outro Planetas; A Divina Comédia -Daniel Aliguieri- Editora 34; SILO - Hugh Howey- Intrínseca; O valor do professor - Gabriel Perissé - A ultima dança de Chaplin - Fabio Stassi - Intrinseca;Por lugares incríveis - Jennifer Niven. 

Pronto. Agora a gente só volta a falar de livro no ano que vem. Prometo.
© Lado Milla
Maira Gall