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4 de julho de 2019

O que as aventuras de Toy Story tem a ver com a sua vida?


Eu nunca sai tão incomodada de uma sala de cinema. Faço parte de uma geração que cresceu com o Andy e seus brinquedos... Acredito que o Toy Story 3 foi o fechamento ideal com o Andy preparando-se para ir para a faculdade: e dooando os seus brinquedos para a pequena Wandy. Porém, os nossos brinquedos favoritos precisavam nos ensinar a ultima (e mais importante) lição.


Toy Story chegou ao fim! O filme que deu vida aos nossos brinquedos e nos ajudou a enfrentar os desafios do crescimento encerrou a sua sequência com um filme diferente. O Toy Story 4 nos convida a refletir sobre a difícil arte de integrar desejos, realidades e mudanças de rumo na vida. E como não ficaríamos fora dessa, assistimos ao filme juntas e escrevemos esse texto a 6 mãos. Isto mesmo! Neste texto você encontrará o que a nossa “voz interior” diz sobre as personagens. Mas, atenção! Se você ainda não assistiu ao filme, cuidado! Aí vai nosso alerta de spoiller!

De uma forma tão original quanto o filme, escolhemos começar as nossas compreensões com uma personagem nova, o Garfinho! Que fofura divertida! Atrapalhado, desengonçado, esquisito, ele se sentia um estranho como um brinquedo e tinha a certeza de que era um lixo! Quem aí, meu amigo, nunca se sentiu assim alguma vez na vida?

É! Por mais absurdo que pareça, não é impossível que a familiaridade com o lixo nos faça percebê-lo como o lugar mais confortável do mundo. Já ouviram falar da zona de conforto? Era exatamente o lugar que o Garfinho insistia em ficar. Podia ser fedorento, mas era um lugarfamiliar e "quentinho". Pensar em sair do lixo, além de gerar medo do novo, colocava em risco a sua identidade de lixo. Então, dizia ele para ele mesmo: que tal voltar para o lixo e deixar tudo do jeito que está?

Bem! Este seria o final do Garfinho se Woody não estivesse determinado a tirá-lo da sua zona de conforto mal-cheirosa. Afinal, ele era muito importante para a adaptação da sua nova dona Bonnie na escola. Pois é! Woody, Bonnie e o Garfinho tinham uma necessidade em comum: encontrar um sentido para as suas novas vidas. Mas lá estavam eles, buscando um sentido antigo em um lugar novo! O verdadeiro “amigo estou aqui” das canções do filme estava ativo como nunca, ao lado de Jessie e Buzz.

Bem! Depois de muitas tentativas, Garfinho percebe que já não é mais um lixo. Ele virou o brinquedo que conforta a Bonnie nos momentos em que ela precisa enfrentar seus medos. E quer saber como Woody fez isso? Ele contou para Garfinho a sua história, com Andy – seu antigo dono e fez despertar em Garfinho o sentido de pertencer a alguém.


Woody não parou por aí! Ele também ajudou a personagem Gabby Gabby a resgatar o seu valor pessoal. Gabby é uma boneca de cor dos anos 50, fabricada com um defeito na voz. Ela vivia em um antiquário em busca de uma oportunidade para restaurar sua habilidade, porque achava que esse defeito era o responsável por nunca ter vivido a experiência de pertencer a uma criança. Woody, por sua vez, era um boneco de corda como ela, mas ao contrário de Gabby Gabby, já tinha vivido muitas aventuras com sua criança. Em um ato de generosidade Woody doa sua caixa de voz para Gabby Gabby, que após muitas decepções encontra uma criança perdida que se vincula a Gabby Gabby e a ajuda a encontrar seu sentido para viver.

É! Não é fácil interagir com os nossos defeitos também e, por causa disto, podemos amargar por uma vida inteira as consequência de conclusões equivocadas. Mas não precisamos nos desesperar por causa disto! Existem diversos Woodys prontos para nos dar uma mão, enquanto também procuram o sentido das suas vidas. Afinal, foi isto que Woody acabou descobrindo quando reencontrou com Betty, a boneca de porcelana que decidiu viver como um brinquedo perdido – ou será “achado”? Foi Betty que ajudou Woody a se dar conta de que já não estava mais fazendo sentido ser um brinquedo de uma criança. Ele já não sentia mais a mesmarealização de quando era o cheiro do Andy.

Como é difícil reconhecer uma realidade como essa, não é? Dói muito imaginar-se fora da sua zona de conforto. Alguma semelhança com Garfinho? Não sei você, mas nós já passamos por esse dilema inúmeras vezes na vida.


Ao mesmo tempo que é impossível deixar de lado o desejo de experimentar o prazer detransformar adversidades em diversão e explorar as possibilidades da vida. O que fazer? Woody deve ficar com Bonnie e seus parceiros ou se aventurar na vida livre de um brinquedo perdido ao lado de Betty? E o final surpreendeu! Woddy reconhece que já não havia mais nada para aprender ou contribuir naquele velho estilo de vida. Estava na hora de viver novas aprendizagens.

E assim, em uma despedida emocionante, ele transforma Jessie em xerife, ensina Buzz a ouvir sua “voz interior”, transfere para Garfinho a função de brinquedo de apego da Bonnie e se une a Betty para explorar o mundo!

Moral da história:

😊Aprenda a ouvir sua voz interior;
😊Abandone sua zona de conforto;
😊Aprenda com suas relações;
😊Descubra o sentido da sua vida hoje;
😊Aprenda a se despedir.

Se soubermos percebê-la e aprender com o que está ao nosso redor, conseguiremos evoluir sempre “ao infinito e Além!” como nos dizia Buzz. E se você precisar de um Woody, conte conosco para descobrir como sair do conforto, seja ele lixo ou defeito, e desenvolver-se a si mesmo na aventura da sua vida.


30 de março de 2018

Projeto: Moon List


Nessa semana, a Ana Vitória mandou uma newsletter diferente, que me apresentou o conceito de Moon List, uma listinha de perguntas sobre o que aconteceu na sua vida desde a última lua cheia. Essa proposta foi criada pelo fotógrafo Sam Abell como uma brincadeira que ele faz com a esposa no fim de cada mês (curiosidade: a lua cheia ocorre a cada 29,5 dias) e que a Leigh Patterson transformou em algo maior, um projeto em que todo mês ela convida três mulheres para responder algumas perguntas e reconstruir seus passados recentes.

Todo fotógrafo é um pouco frustrado por não conseguir fotografar com uma câmera fotográfica simples a beleza da lua cheia... Sempre tinha um aluno chorando as pitangas... por não conseguir obter um bom registro fotográfico. No mês de março, teremos duas luas cheias (No dia 1° e no dia 31 de março).

Essa é a minha humilde contribuição... 

NATUREZA:
Uma experiência íntima com o mundo natural.

No inicio do ano, eu e meus pais e lorde Fernandão viajamos para visitar os parentes em Joaçaba/SC Passo Fundo/RS e para descansar alguns dias em Piratuba/SC. Nas férias, procuramos fugir da "cidade de concreto" para relaxar na calmaria das cidades pequenas... Lord Fernandão (o pinscher) recém chegado na família fez a sua primeira viagem de carro. E fazia as suas necessidades durante os longos passeios nos bairros da cidade. O passeio pela bairro tornou-se necessidade para mim também que acordava cedinho para caminhar até a pracinha que era o único lugar que tinha sinal do wifi para curtir um pouco a internet ou apenas ficar sentada no banquinho curtindo o silêncio...


OBJETO ANTIGO: 
Esta é a única categoria com duas entradas: objeto antigo e novo objeto.

Em junho a reforma do meu quarto irá completar 4 anos. Desde então, eu não tenho mais os meus móveis antigos quue ficava no meu antigo quarto... O meu tio me deu um lustre artesanal que a lampada ficava muito fraquinha e como eu gosto de ler a noite isso atrapalhava bastante a minha visão. Lembrei que, esse mesmo tio me deu um lustre de aniversário de 15 anos e ficou no quarto do meio desde que mudei para o quarto maior... Até o inicio do ano passado, pedi para o meu pai trocar os lustres e coloquei o lustre de 15 anos no meu quarto já reformado.



NOVO OBJETO:
Um novo objeto é aquele que entrou em nossa vida este mês de forma significativa. 

A minha mãe é louca por bolsas! Nesse ponto, a genética falhou miseravelmente comigo. Eu consigo contar nos dedos da mão esquerda a quantidade de bolsas que eu tive na vida... Não tenho paciência para ficar trocando de bolsa dependendo da ocasião. Na maioria das vezes que fui obrigada a trocar de bolsa eu acabei esquecendo coisas importantes como por exemplo; o dia que fui trabalhar e esqueci a carteira com todos os documento$ no dia de pagamento. 😩 No segundo dia de viagem, eu fui para o Shopping Itatiaia em Passo Fundo/RS e avistei na vitrine da loja, um bolsa transversal pequena com um formato retangular, confeccionada em material jeans, parte interna em forro têxtil, bolso interno, e fechamento por zíper. Com imagens bordadas no mesmo estilo das bolsas da marca Birô. Na bolsa cabe somente o essencial: a carteira com meus documentos, capinha do óculos escuros emeu celular . É a perfeição em formato de bolsa! e o meu xodó desses últimos meses...


SURPRESA:
Uma experiência fora do azul que tem fortes surpresas, até choque, qualidades. 

No inicio da semana, A programação vespertina era assistir o filme 17 outra vez que estava passando na Sessão da Tarde daquele dia. Então, fui no mercadinho que fica há uma quadra da minha casa comprar coca-cola e salgadinhos para comer enquanto assistia o filme.... Quando o filme estava começando a luz acabou! Fiquei muito frustrada e acabei dormindo a tarde inteira. Quando os meus pais chegaram a luz ainda não tinha chegado e sentamos na varando sem poder usar eletrônicos ficamos longas horas conversando.

ENCONTRO: 
Normalmente, este é um encontro com um estranho ou um conhecido que ressoa.

Ultimamente eu não estou tendo muitos encontros memoráveis nem com pessoas conhecidas muito menos com pessoas desconhecidas.

NOITE FORA: 
A ocasião mais memorável quando de noite.

O show dos Acusticos e Valvulados em Porto Alegre em 2009 pode ser considerado uma ocasião memorável com os meninos da banda... Teve outros shows dos meninos aqui em Floripa e sempre rendem momentos hilários...

DIA DE FOLGA: 
Classificando os dias longe de casa para o mais significativo e escrevendo.

Os dias que passei em Piratuba/SC...


TEMPO SOZINHO:
Uma categoria reveladora para nós. 

Desde que os meus pais se aposentaram eu não tive mais um "tempo sozinha" em casa... 


TEMPO COM UM AMIGO: 
Uma maneira de valorizar o melhor tempo que passamos com um amigo por escrito.

Fui na casa de uma amiga da faculdade, foi uma "visita de médico" pois ela tinha recem-operado o nariz e ficamos praticamente seis horas tagarelando sem parar... Depois da formatura e de uma saida para um barzinho para comemorar ficamos uns três meses sem a rotina de conversar todos os dias. Tinhamos muitos assuntos acumulados: memórias dos tempos da facuh, TCC e professores toscos. 

FILME / TV / LIVRO: 
Um trio de categorias que revelam como vivemos. Nenhum livro este mês? Principalmente TV? Sem filmes? Muitos filmes? Dois ótimos livros?

FILME: A Menina Indigo - As crianças índigo são creditadas como especiais por alguns adeptos da parapsicologia. De acordo com os seguidores dessa crença, os pequenos dessa espécie foram enviados ao mundo com o objetivo de construir uma nova era da humanidade por possuírem habilidades especiais, como maior sensibilidade, profundo desenvolvimento de questões éticas e morais, habilidades sociais e capacidade de cura de doenças.

TV: Eu não assisti a novela anterior da rede pli-plin mas estou adorando a novela Orgulho&Paixão que é livremente inspirado nos romances Razão e Sensibilidade (1811), Orgulho e Preconceito (1813), Emma (1815), A Abadia de Northanger (1818) e Lady Susan (1871) da escritora inglesa Jane Austen.

LIVRO: Estou lendo o livro "Tá todo mundo mal" da Jout Jout. As minhas leituras estão bem devagar nesses primeiros meses...

ATO CRIATIVO: 

Comprei os materias para as aulas práticas da pós-graduação e fiquei com vontade de desenhar aqueles desenhos sinistros que vemos na blogosfera... Ainda não me atrevi a desenhar alguma  coisa pretendo desenhar alguma coisa nesse final de semana.

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26 de janeiro de 2018

Aquele em que arrumei a minha mala.




Oi, meu nome é Camyli e eu odeio arrumar malas. Ok, muita gente odeia, e já vi relatos na blogosfera que tem de pessoas que adoram arrumar as malas! E acham isso, a parte mais divertida da viagem, antes mesmo da viagem começar...  

Eu sofro de gastrite nervosa. Quando eu tenho essas crises elas atacam principalmente o meus estômago: com refluxos e gastrites. Na semana passada, eu sofri uma crise de ansiedade e acordei de madrugada com um P#@& dor no estômago e o pensamento fixo das coisas (Roupas, sapatos, acessórios e livros) que eu deveria colocar na mala. Sendo que, eu ainda nem tinha arrumado a minha mala.

Nessa semana, eu comecei a organizar as minhas roupas em cima da cama. Leia-se: Coloquei as blusas, os shorts, vestidos... A minha gaveta de calcinha/sutiã coube praticamente tudo no compartimento da mala.  Nessa viagem, por exemplo, onde o roteiro será 15 dias entre as cidades de Passo Fundo/RS, Joaçaba/SC e Piratuba/SC entre a casa dos tios e primas. Fiz uma pesquisa rápida, conversando com os meus parentes, sobre a temperatura e descobri que as temperaturas estão tão malucas quanto aqui da capital. Inclui calças jeans, conjunto de moletom, calças hippies, blusas compridas, os meus moletons e uma jaqueta Jeans. Coloquei quatro pares de sapatos na "sacola de sapatos" tênis, sandália Melissa, um sapato social e a minha sandália para andar em casa. 

Temos algumas sacolas que incluímos coisas da família: "sacola de sapatos""sacola de biquínis" e uma sacola com alimentos para comermos na estrada durante o trajeto.

A minha mãe sempre arrumou as três malas aqui de casa. Porém, sempre esquecia de colocar alguma roupa. Eu só percebia, e acabava sentindo falta de alguma coisa da viagem -Mãe, cadê a minha camiseta?-.  Somente quando chegávamos no destino. Hoje em dia ela arruma tanto a sua, quanto a mala de roupas do meu pai e o meu pai continua sentindo falta de alguma peças de roupas importantes somente quando chegávamos no destino (rs). 

Já era complicadinho quando estávamos em três, mas a família aumentou no ultimo mês com a chegada de Fernandão, o pinscher. Lorde Fernando tem também suas posses: duas tigelas, um pote de ração, coleira, brinquedos, roupa de frio; tudo isso dentro de uma eco-bag grande - sem contar, claro, com a cama que são duas almofadas. Prevejo momentos hilários com esse "serzinho". Prometo escrever aqui sobre esses momentos com esse pequeno cãozinho viajante quando retornamos de viagem.

Voltamos para a saga: Colocando as minhas roupas dentro da mala

Nessa semana, eu comecei a organizar as minhas roupas em cima da cama...Na quarta-feira eu comecei a dobrar as minhas roupas para colocar dentro da mala: Coloquei 4 blusas, 3 shorts 2 vestidos (um chique e outro casual). Inclui 4 calças jeans, 2 conjuntos de moletons, 2 calças hippies, 2 blusas compridas, um moleton e uma jaqueta Jeans. Enfim, a mala fechou. (Aleluia!

As distâncias entre Florianópolis Santa Catarina e Passo fundo Rio Grande do Sul é de 510 km. O tempo estimado do percurso da viagem entre as duas cidades é de aproximadamente 6 h 49 min e entre as cidades de Passo Fundo Rio Grande do Sul e a cidade de Piratuba Santa Catarina é de 154 km. O tempo estimado do percurso da viagem entre as duas cidades é de aproximadamente 2 h 32 min. Além disso, há que se considerar o fato de que vou passar 10 horas na estrada... 

Irei carregar uma BIBLIOTECA comigo, porque não existe a possibilidade de eu ficar sem nada para ler na estrada, porque isso seria um bom estopim para a 3ª guerra mundial. Eu posso até passar um dia sem ler, mas o livro tem que estar do meu lado para eu olhar pra ele e saber que caso eu necessite, eu tenho algo para ler. Coloquei 3 livros na mala de mão e mais 7 livros na sacola. Gostaria de entrar em livrarias durante o trajeto.... De eletrônicos eu vou levar somente o celular com 4G. O Notebook vai ficar em casa... Percebi que eu não ficar refém de wiffi na casa de parentes ou na pousada e principalmente, que eu não vou morrer se eu ficar 15 dias sem internet.
 
Faltam exatamente 5 horas para arrumarmos os últimos objetos na mala de mão, colocar TODAS as malas no carro e seguir viagem. Nesses dias, estarei resumindo o trajeto da viagem em 170 caracteres lá no Twiiter /myla_23 e algumas fotos no instagram. E no dia 1° de fevereiro tem uma Postagem de aniversário que já programei devido as minha crises de ansiedade que descrevi no inicio ...



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22 de novembro de 2017

Pensamentos&Inutilidades


01. Que titulo é esse... é praticamente um parto escrever um titulo para os meus textos.

02. Fazem dois meses que eu não escrevo o Resumo do Mês que no inicio desse ano transformou-se em Tagarelando sobre o mês... que é um texto corrido com a amiga aqui, "escrevendo pelos cotovelos" sobre os meses que chegariam ao fim no ultimo dia de cada mês.

03. Em agosto eu escrevi porque eu não aderi ao BEDA em agosto de 2017. Eu não me arrependi... Só não estava na vibe de escrever. Porém, deveria ter escrito mais.

04. Nesse momento estou fazendo uma lista mental dos livros que li em 2017 e acho que ultrapassei a meta de ler 12 livros no ano. (Yes!)

05. Tenho vários textos perambulando no meu rascunho mental sobre academia... Preciso escrever sobre os meus treinos.





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9 de novembro de 2017

Self image 2017

Inspirado nesse post aqui.


Estou com 31 anos, faltam três meses até que este número mude. Meus cabelos estão cada vez mais grossos e saudáveis, de modo que,  eu não estou encontrando fios dos meus cabelos caindo no box. O comprimento  do meu cabelo esta maior que no inicio do ano e a cor é castanho avermelhado que estou  conseguindo manter sem muita dificuldade.

Tenho uma cicatriz irritante na coluna, porque aos 13 anos eu fiz uma operação na coluna por causa de uma escoliose que não me incomodava desde então... Todos os dias alguém me perguntava sobre essa cicatriz deixando-me um pouco chateada. Aprendo cada vez mais a ter orgulho das minhas cicatrizes...

Acredito que a minha personalidade vive em uma constante dialética de construção e desconstrução. Na maioria das vezes não é fácil, confesso. Eu gosto muito do meu mundinho... E costumo reagir mal com pessoas invasivas. Já sofri muito com as opiniões dos outros. Posso ser uma pessoa difícil de lidar. Embora, isso não seja o que eu sou estaticamente. Existem dias em que eu não sinto vontade de sair do meu quarto, da mesma forma que existem aqueles outros em que eu preciso ver gente  me colocar para o mundo, para todos me verem, me ouvirem e me perceberem.

Eu tenho orgulho das minhas cicatrizes...Quero olhar as minhas experiências com mais serenidade, todas elas, como neutras e válidas é um aprendizado constante.

Minha alimentação caminha para uma re-educação alimentar: Não consigo comer algo muito gorduroso, muito condimentado e apimentado sem passar mal tenho refluxo que foi se agravando com o tempo e passo mal quando exagero nesses alimentos. A passos lentos e graduais, estou me alimentado melhor e não estou sentindo tanta asia. Aprendi a gostar de treinar três vezes na semana na academia. Gosto de saber que estou trabalhando o músculo e a mente. Gosto de sentir músculos que eu não sabia que eu tinha. Me sinto culpada por ter demorado a me acostumar a treinar na academia. Pois, teria evitado algumas dores musculares pelo sedentarismo. Eu luto diariamente contra a preguiça do fim de tarde para fazer o meu treino de 1h e voltar suada. Porém, renovada!

E por falar em estar, sinto-me mais confortável com o meu corpo do que jamais senti antes. Ganhei alguns quilos nos últimos dois anos, mas ainda assim sinto-me em paz com a imagem externa que tenho. Preciso correr na Beira-mar,ver gente, ouvir as ondas por alguns minutos e sentir o vento no meu rosto... Perceber a pequenez das minhas reclamações diárias.

Consegui distinguir com mais clareza os meus objetivos, a graduação em psicologia me sugou um pouquinho cada semestre. Porém, eu pude viver  momentos que me fez perceber que fez todo sentido a sensação de ser sugada para que eu pudesse dar o melhor do meu conhecimento a cada semestre. A pressão que eu mesma coloco em mim me incomoda muito mais do que qualquer pressão exterior. Tenho ao meu lado pessoas incríveis, mas não mais tão numerosas quanto outrora. Não que as pessoas tenham me abandonado, eu que talvez não as considere mais tão incríveis. Talvez seja o momento atual. Talvez seja o fato de que a pessoa que eu sou não se encaixa mais com elas. Talvez seja esse o curso natural da vida. E eu sofro demais com isso...

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12 de outubro de 2017

Semana 32: Ainda quero aprender:


TOCAR VIOLÃO


Amo shows no estilo "voz&violão".Ameacei algumas dedilhadas... Até que o semestre começou a apertar e o violão está parado aqui em casa até hoje...

CANTAR


Eu fiz algumas aulas de Técnica Vocal mas acho que cantar mesmo tem que ter dom... Canto com a minha voz de taquara no chuveiro mesmo.
APRENDER A FAZER BOLOS


Em um dia desses, Eu estava zapeando os canais da TV aberta encontrei o programa Bake Off Brasil -mão na massa- e fiquei com invejinha de querer fazer aqueles bolos e doces bem elaborados...
ESCREVER 


Claro que sei escrever... Mas gostaria de fazer algumas aulas de "escrita criativa" eu até perdi a vergonha em escrever aqui no blog e escrevi algumas coisas bacanas que podem ser encontrado nos "Arquivos" desse humilde blog hehehe

FALAR FRANCÊS




Eu sempre tive vontade de fazer aulas de francês, mas no ensino médio só ofereciam inglês/espanhol e essas aulas não foram o suficientes para que eu pudesse me virar bem nem inglês e nem espanhol.


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26 de novembro de 2016

#Inverno - Gilmore Girls: A Year in the Life


O revival.“Gilmore Girls: um ano para recordar” é composta de 4 episódios de 90 minutos Cada episódio retratada uma estação do ano e aparentemente começa com o inverno, durante as festas de fim de ano. Senti falta da abertura da série com a musica Where You Lead que remete ainda mais à dinâmica de Lorelai e Rory. Esperava algo mais emocionante do que a câmera "saindo pela janela" e dizendo que estação era. O ponto negativo é que a Amy Sherman-Palladino ignorou completamente a 7° temporada de Gilmore Girls desrespeitando assim, os fãs da série. Fazendo com que o "Revival" ficasse um pouco confuso e desconexo.



Na primeiro episódio a estção do ano é inverno, a cena quando a Lorelai disse "Sinto cheiro de neve..." somos tele-transportados para a cidade de Star-hollow´s. A Rori chegando de vigem dando inicio aos diálogos super rápidos com Lorelai regados a café e pequenos tacos. A cidadezinha de Star-hollow´s não se modernizou; Rori procura por sinal de celular e a lanchonete do Luke sem Wi-fi. O Luke dando a senha errada aos clientes esperava que ele fosse mais enégico como nas outras temporadas...

Kirk trabalhando como motorista no Ooober foi uma das cenas mais engraçadas desse episódio. O jornal Gazete demonstrando que Rori estava em casa... O trovador de star hollow foi um dos personagens mais instigante da série e eu adorava as musicas que ele tocava nas cenas que aparecia as Gilmore´s. No primeiro episódio do revival,“Gilmore Girls: um ano para recordar” descobrimos que ele tem uma irmã que aparece no episódio querendo "furar o olho" do irmão tocando violão pela cidade. 

O cachorro de Lorelai, Polanka sendo fofo. O Luke continua morando com Lorelai e fica perdido com os diálogos com as Gilmore. A personalidade de Rori me deixou um pouco confusa, ao longo dos episódios... Ela tem 32 anos, mas com o mesmo comportamento da 6° temporada, quando tinha segredos com a mãe e mentia para Lorelai sobre Logan. Não entendi a necessidade do personagem Pool. Aliás, quem é Poll? Os atores ficam visivelmente desconfortáveis quando ele aparece em cena e os diálogos não funcionam... Mesmo que Luke e Lorelai morem juntos acho que falta intimidade com as manias de Lorelai por exemplo; A cena que ele demonstra estar surpreso com a quantidade de filmes clássicos salvos na TV de Lorelai a cena é engraçada. Porém, mostra a falta de intimidade do casal.

A Rori fazendo sapateado na madrugada parece a Paris na época que dividiam apartamento em Yale. A Lorelai & Rori tomando café e conversando sobre como Rori lida com os seus problemas. A homenagem para o ator Edward Herrmann e o seu personagem Richard estando presente em todas as cenas foi emocionante. Na lanchonete do Luke tem Wi-Fi perdendo o sentido da placa na lanchonete... Kirk falando sobre o seu serviço Ooober e Lorelai jogando bolinhos que eram da mesa ao lado em Kirk. Rori esquecendo do Pool na lanchonete foi a única cena que eu achei engraçada com esse personagem. A Lorelai ainda é dona do Dragonfly senti falta da Sukii pela importância da personagem nas cenas que acontecem na Dragonfly. O Michel ė gay e casado há 5 anos! e continua odiando crianças... Lorelai parecendo a sua mãe despedindo o funcionário porque mudou a cafeteira do lugar.

A cigana chutando o carro velho da Lorelai e ela tem que usar o serviço de Ooober de Kirk até a casa de Emily. O tamanho do quadro de Richard já é uma homenagem, em si. O clima tenso entre Lorelai e Emily... A cena do funeral é emocionante! Chorei horrores. A personagem Emily ficou mais humanizada nessa temporada com o sofrimento do luto. Quando a Emily se demonstra forte quando visivelmente esta em sofrimento e diz que é um Gilmore! Um momento mãe&filha onde Lorelai acolhe a mãe e diz que o sofrimento é um sentimento aceitável em um momento de luto. A cena cortante de Emily desfazendo dos objetos pessoais e falando sobre morte vestida de calcas jeans... O Luke nervoso com velórios. 

As lembranças que os amigos de Richard tinham dele. Lorelai sempre culpou os pais por não serem presentes na sua vida e na hora Lorelai esqueceu da lembrança boa que tinha com o Richard e as duas discutem... Na cena do jantar kirk aprece do nada tentando identificar a comida na mesa dos Gilmore. Quando a Emily se mostra ser a única preocupada com a atual situação de Rori. Pensei que ela iria oferecer a casa da piscina novamente. Lorelai cita a filha de Luke, Aphril que está com 22 anos na faculdade. Lorelai e luke procuram uma clinica de fertilização... E aparece a Paris ... sendo Paris kkk a cena que ela esta analizando "os garotos" de Luke foi invasivo! como só a Paris consegue ser. A Rori tem um pouco de "para-raio de loucos" com a tentativa de trabalho com a biografia da Naomi... A cena do restaurante foi hilária! A personagem Naomi roubou a cena e algumas comidas que o garçom tentava levar aos clientes.

No hotel, Rori falando sem parar sobre o seu dia com o... Logan. Sou #tean-logan e pensei que eles estavam namorando nesse episódio. Já que O namoro aberto não deu certo nas últimas temporadas...Nem o casamento. No primeiro episódio, o comportamento de Rori é bastante questionável ela é uma mulher de 32 anos não precisava mentir para Lorelai sobre estar com Logan. Na sétima temporada tanto Rori quanto Logam estavam mais maduros prestes a dar um passo importante. No revival eles estavam imaturos, escondendo a relação...

O encontro de Paris e Rori na lanchonete de Luke. Esperava ver mais sobre a Lane a amiga de infância de Rori o encontro das duas foi muito rápido... O Zack envelheceu mais que todo mundo da banda que moram na mesma casa. kirk foi processado pelo Ober original... Quando eu comecei a assistir os primeiros episódios de Gilmore Girls, antes mesmo de cursar a faculdade de Psicologia eu ficava pensando como seria a Emily e a Lorelai em uma sessão de terapia familiar #realizada

Falarei dos outros episódios no próximo post.



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17 de outubro de 2016

Aleatoriedades da semana #01



Faz uns três meses que o #resumodomês não aparece aqui no Lado... A bagunça na vida real, fez com que me faltasse tempo&criatividade para escrever aqui no blog e espalhar conteúdos bacanas na blogosfera (cof,cof...). Pensando nisso, eu gostaria de escrever sobre "a life" e sobre coisas aleatórias mais ou menos relevantes que aconteceram na semana: um filme, uma musica, um livro que eu esteja lendo... O ultimo episódio do seriado que eu vi no Netflix... Sem a pressão de escrever uma resenha sobre esses assuntos.
Nesses últimos três meses: Esse é o último semestre da faculdade de Psicologia e depois formatura! Fiz 7 matérias depois do TCC (não recomendo isso para ninguém...). O meu rendimento nas aulas já foram melhores... As aulas, as provas e os trabalhos andam tirando o meu sono... #cansada.



Terminei de ver a 1° temporada de Gilmore Girls: Quando a série GG foi lançada, no ano 2000 no canal Wharnner Channel (canal a cabo) eu cheguei a ver alguns episódios aleatórios na época e algumas reprises da série em horários alternativos no mesmo canal. A identificação com essa série foi quase de imediato: A relação mãe e filha, o vicio por café, o habito de sempre ter um livro na bolsa... Na época, eu cheguei a pensar na possibilidade de comprar o Box com os DVDs da série Gilmore Girls. Mas, logo fui demitida e acabei adiando esse "presente".

Quando eu vi a série Gilmore Girls no catálogo da Neteflix eu pirei com a possibilidade de maratonar(?) saboreando cada gole de café, com hambúrguer decorado de papai noel... Terminei a 1° temporada de Gilmore Girls nesse final de semana... com a empolgação de quem espera ansiosamente por novos episódios... Estou tentando nao ficar lendo "spoiller" na internet para não perder o intusiasmo de ver cada episódio.


O meu ritmo de leitura anda devagar ultimamente... O ultimo livro que li foi Cartas de Amor aos Mortos (resenha).  Eu fiz algumas tentativas -mal sucedidas- de começar as ultimas leituras mas, acabei desistindo de ambos os livros.



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30 de dezembro de 2015

Meus posts preferidos de 2015.

Na semana em que eu postei o LADO MILLA AWARDS falando sobre: Os livros, As musicas e os filmes que li/ouvi/vi nesse ano de 2015. Eu pensei em escrever uma categoria "Postagem do ano" sobre os meus textos preferidos desse ano. Porém, fiquei com receio de ficar parecendo um pouco arrogante... 

O que me fez mudar de idéia???

Nesse ano, eu escrevi textos que eu realmente me orgulhei do resultado. No mês de Agosto eu participei doo BEDA escrevendo TODOS os dias! "Pois, até o fato de respirar era motivo para escrever e postar no blog.". E isso me fez mudar de idéia sobre colocar os textos que eu mais gostei de escrever nesse ano.



01- O ANO QUE APRESENTEI O TCC

O texto mais pessoal que já escrevi por aqui... Contando a minha trajetória até chegar a faculdade de Psicologia e finalmente apresentar o "temivel" Trabalho de Conclusão de Curso. "...Agora, estou aqui, sentada escrevendo sobre toda a minha trajetória e confirmando aquela velha história que diz que: A vida " não é sobre o quão rápido chegarei lá/não é sobre o que está me esperando do outro lado. É a escalada...♪" 



2. SARA: A MINHA BFF COLÔMBIANA 

Naquela semana eu conheci a Sara. Uma garotinha encantadora de apenas 8 meses que se tornou a minha BFF: Baby Friends Forever. E foi uma das pessoinhas que eu mais gostei de conhecer esse ano. 





3. ORGANIZANDO A MINHA ESTANTE 

Tenho uma estante de livros desde o ano passado. E sempre tive duvidas na hora de organizar os meus livros com outros objetos. Leia-se, miniaturas do Mac-Donalds, caixas, CDs, aparadores de livros... Desde então, procuro dicas na internet para manter uma estante organizada.Nessas navegadas na internet, encontrei o Blog da Ana Medeiros com algumas dicas universais e bons exemplos de decoração que resolvi experimentar e fotografar passo á passo da arrumação da minha estante.




4- PRECISAMOS FALAR SOBRE: ABORTO


Esse texto foi escrito para um trabalho da matéria de Psicologia & Direitos Humanos da faculdade de Psicologia. Gostei bastante do resultado e como eu estava na fase de escrever TEXTÃO resolvi re-escreve-lo e publicar aqui no Blog. 


5. INSTAGRAM O FAST FOODS DAS REDES SOCIAIS.

As Redes sociais e a internet e geral estão passando por um processo bastante delicado... Essa é a geração dos palpiteiros todos os meus contatos do Facebook criaram textão para palpitar sobre o caso da modelo famosa que "cansou" da vida de mentira e resolveu mudar todas as legendas da imagem da sua conta no Instagram falando sobre as manipulações da imagem e toda a mentira que havia ali. As imagens do Istagram nos mostram um produto totalmente fora da realidade estética e a expressão "comer com os olhos" se torna inapropriada.


6 de agosto de 2015

BEDA #6 - #02 Sara: A minha BFF Colômbiana



O tema do meu TCC foi "Haitianos em Florianópolis/SC" no inicio, o estágio era somente de pesquisa pois, não tínhamos um campo de estágio expecifico. Foi algo diferente de todos os estágios que fiz nesses dois últimos semestres da faculdade de Psicologia... No segundo semestre, fomos convidadas a fazer o nosso estágio na Pastoral do Migrante e isso acabou dando um giro de 360° no estágio inteiro! Conheci muitas pessoas, com diferentes culturas e nacionalidades que me fez adquirir aprendizados que eu vou levar para a minha vida! 

Na pastoral, passam muitas pessoas de diferentes nacionalidades... E foi nesse contexto que eu conheci a pequena Sara!

Sara chegou na sala da Pastoral, com a mãe no (canguru) próximo ao peito da mesma e coberta com uma manta, para proteger da chuva miúda ocasionada pelo mau tempo daquela semana.. Ela tinha um pouco mais de 8 meses e vestia um Tip-Top de veludo da cor vermelha. Era morena, tinha olhos negros feito jaboticaba e um sorriso mais lindo que eu já tinha visto em um bebê. Sou o tipo de pessoa que mexo com todas as crianças que eu vejo pela frente, me julguem. 

Assim que vi a Sara fiquei encantada! e isso foi recíproco pois, logo ela começou a sorrir e aceitou vir para o meu colo. Já no meu colo, começamos a "conversar". Sim, a pequena falava (e como falava!) no código dos bebês. Claro, indecifrável na língua dos adultos... E eu acabava fingindo que estava entendendo tudo fazendo-lhe perguntas retóricas: Sério? Nossa, Sara... No maior estilo conversa de maluco.

No meio do papo, juntamente com um sorriso encantador,a pequena Sara solta a gargalhada mais gostosa da face da terra! Causando um certo espanto nas pessoas que estavam na sala, principalmente na sua mãe que me falou bastante surpresa:

_Ela nunca sorriu/ gargalhou assim para alguém! 

Sara me conquistou! No meio da conversa, com tantos sorrisos/ gargalhadas. Algo passou despercebido, o sorriso "mais encantador da face da terra" ainda não tinha nenhum dentinho! Sim, o sorriso e a gargalhada mais gostosa era banguela?

_ Sara, cadê os teus dentinhos?

A resposta foi outra gargalhada, tão gostosa quanto dá primeira vez... 

E assim foi os 3ou9 minutos seguintes. Sara com seus olhinhos de jaboticaba brilhavam tanto, quanto a sua gargalhada. Eu só conseguia mesmo rir de volta para a pequena Sara, naqueles poucos segundos de convivência, tínhamos até "piada interna" parecíamos amigas de longa data... 

A pequena Sara, acabou se tornando a minha amiga ( apesar de ser um bebê) ganhando o titulo e o meu coração de BFF: Baby Friends Forever



Obs: A pequena Sara me visita com frequência... Na ultima vez, estavam-lhe nascendo o primeiro dentinho **

5 de julho de 2015

life's a climb...♪

Sobre o tal do trabalho de conclusão de curso

Sempre fui uma pessoa quieta e isso era confundido como ser calma. Porém, quem me conhece a mais tempo percebe que a calmaria passou longe... Tenho gastrite, a psicanálise explica que "Quando a boca não fala o corpo responde." mesmo eu sendo quieta, a resposta dos eventos estressores vem com uma dor no estômago infernal. Hoje eu sei, que alguns desses "momentos estressores" estão ai para serem superados sempre! e que esses momentos mesmo sendo ruins, óbvio, também é uma parte boa, e que os próximos momentos que vierem também virá recheados de lições e ensinamentos. Enfim, não foi disso que eu vim falar. 

Sempre lembro do sentimento de "frio na barriga" nos primeiros dias de aula do ensino fundamental/médio e como era confortável encontrar um colega que sentasse próximo para dividir essa ansiedade. 

Meus 3 anos de colegial foram entre trancos e barrancos. O primeiro ano do ensino médio foi bacana: tinha amigos, recreios cheio rolos e papos, trabalhos que duravam um dia inteiro na casa das amigos... Esses mesmos amigos mudaram de cidade e de escola e eu permaneci, cursando o segundo ano : / No ano seguinte, fui para o Terceirão e acabei não acompanhando o ritmo louco "vestibular!" e acabei voltando para a escola anterior... Nessa época, nasceu a vontade de fazer faculdade de Psicologia e que eu passaria 5 anos, estudando só as matérias que eu gosto! Principalmente, nunca mais veria matemática na minha vida!

Meu primeiro dia de aula na faculdade foi assustador! Eu, recém saída do ensino médio com uma turma de alunos já na sua 3° e 4° graduação... Me senti "pequena" diante dos assuntos e opiniões MEGA elaborados e eu ficava quieta com medo de falar alguma besteira. Segui com essa turma até a 5° fase, tive que refazer algumas matérias e acabei diminuindo a quantidade de matérias do semestre. Dessa turma se formaram poucos alunos (menos de 10 alunos) alguns foram desistindo durante os semestres... Mas, não é sobre isso que eu vim falar.

As turmas do curso de Psicologia que "Migrei" durante esses semestres tinha uma característica em comum: Desunião (mal de humanas?). Tínhamos uma nota a N3 "trabalhos em grupo" quando eu não tinha a opção de fazer individualmente sempre foi um "parto" de achar um grupo decente. Minhas piores crises de gastrite se devem a esses momentos de maior stress durante esses dez semestres da graduação.

Cheguei a trancar a faculdade 2x: Há primeira vez, eu não tava vendo mais sentido no curso que escolhi,.. Depois de ter feito um estágio não obrigatório desses que pagam mal e não tinha nada haver com Psicologia.... Fui fazer Administração, foi a fase que eu mais me diverti! Era uma turma de jovens animados toda sexta-feira tinha encontro da turma e balada TODO final de semana... No final do semestre eu decidi voltar para o curso de Psicologia. Há segunda vez, eu tirei umas férias de um semestre. Me desentendi com a supervisora de estágio na época, quando voltei no segundo semestre e soube que eu não fui a única a "profissional" se desentendeu com outras alunas também e acabou sendo demitida. Prossigamos, porque ainda não é disso que vim falar.

Vim falar sobre o TCC. Na semana passada, eu apresentei o meu Trabalho de Conclusão de Curso naqueles longos e intermináveis 30 minutos entre a minha apresentação #tremia e mais trinta minutos da pontuação dos avaliadores e o recebimento da nota. Em momento algum, pensei na nota... Queria passar TODO o meu conhecimento do projeto em si, e que toda a minha trajetória até ali não foi em vão teve crescimento em todas as etapas principalmente dos estágios (Básico e Específico). No dia seguinte, minha supervisora me mandou um e-mail, parabenizando-me pela apresentação e informando que a  minha nota foi 9,5. Fiquei Feliz!



Em 2005, achei que esse momento nunca chegaria e em 2010 achei que não iria me formar em Psicologia... Agora, estou aqui, sentada escrevendo sobre toda a minha trajetória e confirmando aquela velha história que diz  que: A vida " não é sobre o quão rápido chegarei lá/não é sobre o que está me esperando do outro lado. É a escalada...".



© Lado Milla
Maira Gall