Life
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6 de agosto de 2015

BEDA #6 - #02 Sara: A minha BFF Colômbiana



O tema do meu TCC foi "Haitianos em Florianópolis/SC" no inicio, o estágio era somente de pesquisa pois, não tínhamos um campo de estágio expecifico. Foi algo diferente de todos os estágios que fiz nesses dois últimos semestres da faculdade de Psicologia... No segundo semestre, fomos convidadas a fazer o nosso estágio na Pastoral do Migrante e isso acabou dando um giro de 360° no estágio inteiro! Conheci muitas pessoas, com diferentes culturas e nacionalidades que me fez adquirir aprendizados que eu vou levar para a minha vida! 

Na pastoral, passam muitas pessoas de diferentes nacionalidades... E foi nesse contexto que eu conheci a pequena Sara!

Sara chegou na sala da Pastoral, com a mãe no (canguru) próximo ao peito da mesma e coberta com uma manta, para proteger da chuva miúda ocasionada pelo mau tempo daquela semana.. Ela tinha um pouco mais de 8 meses e vestia um Tip-Top de veludo da cor vermelha. Era morena, tinha olhos negros feito jaboticaba e um sorriso mais lindo que eu já tinha visto em um bebê. Sou o tipo de pessoa que mexo com todas as crianças que eu vejo pela frente, me julguem. 

Assim que vi a Sara fiquei encantada! e isso foi recíproco pois, logo ela começou a sorrir e aceitou vir para o meu colo. Já no meu colo, começamos a "conversar". Sim, a pequena falava (e como falava!) no código dos bebês. Claro, indecifrável na língua dos adultos... E eu acabava fingindo que estava entendendo tudo fazendo-lhe perguntas retóricas: Sério? Nossa, Sara... No maior estilo conversa de maluco.

No meio do papo, juntamente com um sorriso encantador,a pequena Sara solta a gargalhada mais gostosa da face da terra! Causando um certo espanto nas pessoas que estavam na sala, principalmente na sua mãe que me falou bastante surpresa:

_Ela nunca sorriu/ gargalhou assim para alguém! 

Sara me conquistou! No meio da conversa, com tantos sorrisos/ gargalhadas. Algo passou despercebido, o sorriso "mais encantador da face da terra" ainda não tinha nenhum dentinho! Sim, o sorriso e a gargalhada mais gostosa era banguela?

_ Sara, cadê os teus dentinhos?

A resposta foi outra gargalhada, tão gostosa quanto dá primeira vez... 

E assim foi os 3ou9 minutos seguintes. Sara com seus olhinhos de jaboticaba brilhavam tanto, quanto a sua gargalhada. Eu só conseguia mesmo rir de volta para a pequena Sara, naqueles poucos segundos de convivência, tínhamos até "piada interna" parecíamos amigas de longa data... 

A pequena Sara, acabou se tornando a minha amiga ( apesar de ser um bebê) ganhando o titulo e o meu coração de BFF: Baby Friends Forever



Obs: A pequena Sara me visita com frequência... Na ultima vez, estavam-lhe nascendo o primeiro dentinho **

5 de julho de 2015

life's a climb...♪

Sobre o tal do trabalho de conclusão de curso

Sempre fui uma pessoa quieta e isso era confundido como ser calma. Porém, quem me conhece a mais tempo percebe que a calmaria passou longe... Tenho gastrite, a psicanálise explica que "Quando a boca não fala o corpo responde." mesmo eu sendo quieta, a resposta dos eventos estressores vem com uma dor no estômago infernal. Hoje eu sei, que alguns desses "momentos estressores" estão ai para serem superados sempre! e que esses momentos mesmo sendo ruins, óbvio, também é uma parte boa, e que os próximos momentos que vierem também virá recheados de lições e ensinamentos. Enfim, não foi disso que eu vim falar. 

Sempre lembro do sentimento de "frio na barriga" nos primeiros dias de aula do ensino fundamental/médio e como era confortável encontrar um colega que sentasse próximo para dividir essa ansiedade. 

Meus 3 anos de colegial foram entre trancos e barrancos. O primeiro ano do ensino médio foi bacana: tinha amigos, recreios cheio rolos e papos, trabalhos que duravam um dia inteiro na casa das amigos... Esses mesmos amigos mudaram de cidade e de escola e eu permaneci, cursando o segundo ano : / No ano seguinte, fui para o Terceirão e acabei não acompanhando o ritmo louco "vestibular!" e acabei voltando para a escola anterior... Nessa época, nasceu a vontade de fazer faculdade de Psicologia e que eu passaria 5 anos, estudando só as matérias que eu gosto! Principalmente, nunca mais veria matemática na minha vida!

Meu primeiro dia de aula na faculdade foi assustador! Eu, recém saída do ensino médio com uma turma de alunos já na sua 3° e 4° graduação... Me senti "pequena" diante dos assuntos e opiniões MEGA elaborados e eu ficava quieta com medo de falar alguma besteira. Segui com essa turma até a 5° fase, tive que refazer algumas matérias e acabei diminuindo a quantidade de matérias do semestre. Dessa turma se formaram poucos alunos (menos de 10 alunos) alguns foram desistindo durante os semestres... Mas, não é sobre isso que eu vim falar.

As turmas do curso de Psicologia que "Migrei" durante esses semestres tinha uma característica em comum: Desunião (mal de humanas?). Tínhamos uma nota a N3 "trabalhos em grupo" quando eu não tinha a opção de fazer individualmente sempre foi um "parto" de achar um grupo decente. Minhas piores crises de gastrite se devem a esses momentos de maior stress durante esses dez semestres da graduação.

Cheguei a trancar a faculdade 2x: Há primeira vez, eu não tava vendo mais sentido no curso que escolhi,.. Depois de ter feito um estágio não obrigatório desses que pagam mal e não tinha nada haver com Psicologia.... Fui fazer Administração, foi a fase que eu mais me diverti! Era uma turma de jovens animados toda sexta-feira tinha encontro da turma e balada TODO final de semana... No final do semestre eu decidi voltar para o curso de Psicologia. Há segunda vez, eu tirei umas férias de um semestre. Me desentendi com a supervisora de estágio na época, quando voltei no segundo semestre e soube que eu não fui a única a "profissional" se desentendeu com outras alunas também e acabou sendo demitida. Prossigamos, porque ainda não é disso que vim falar.

Vim falar sobre o TCC. Na semana passada, eu apresentei o meu Trabalho de Conclusão de Curso naqueles longos e intermináveis 30 minutos entre a minha apresentação #tremia e mais trinta minutos da pontuação dos avaliadores e o recebimento da nota. Em momento algum, pensei na nota... Queria passar TODO o meu conhecimento do projeto em si, e que toda a minha trajetória até ali não foi em vão teve crescimento em todas as etapas principalmente dos estágios (Básico e Específico). No dia seguinte, minha supervisora me mandou um e-mail, parabenizando-me pela apresentação e informando que a  minha nota foi 9,5. Fiquei Feliz!



Em 2005, achei que esse momento nunca chegaria e em 2010 achei que não iria me formar em Psicologia... Agora, estou aqui, sentada escrevendo sobre toda a minha trajetória e confirmando aquela velha história que diz  que: A vida " não é sobre o quão rápido chegarei lá/não é sobre o que está me esperando do outro lado. É a escalada...".



3 de julho de 2015

[Micro-Contos]: Ponto final.



Sabe qual é o problema Moreno? 

Eu sempre aposto todas as fichas e "gasto" todas as possibilidades possíveis (e impossíveis) para estar ao seu lado. Mesmo quando eu dizia ser "a ultima vez..." no dia seguinte eu sempre voltava atrás.... 

A amizade poderia ter prevalecido. Porém, depois de tantas idas e vindas nem mesmo sei se eu te conheço... Ouço seu nome, porém as lembranças que eu tenho de você sempre são confusas, com um gosto amargo de ingratidão... Éramos amigos, e de uma hora para outra sua companhia se transformou em um "vácuo existencial" até virar um NADA.

26 de junho de 2015

Acontecem coisas...

ou

Escrevendo sobre  os acontecimentos da vida 
enquanto a vida esta acontecendo.

Pensei em participar de várias TAG´S que vi nesse mundo louco que é a Blogosfera. Até mesmo, as que eu mesma criei para o "Lado Milla" (hoje é dia de #canção de segunda) para "camuflar" a minha ausência de mais de dez dias aqui no Blog. O bom e velho "Hiatus" cairia bem nessas horas... Porém, esse Blog foi criado para escrever sobre a vida enquanto a vida esta acontecendo (E está acontecendo MUITAS coisas.) só estava faltando um "tempinho" para escrever aqui.

Prometi que iria escrever sobre esse ultimo semestre (Aulas, Getep's e estágio...) e esse semestre que esta "quase..." acabando e eu ainda não tinha tomado a devida vergonha na cara em escrever um texto falando sobre o meu ultimo semestre. E aqui estou, prestes a entregar o ultimo trabalho desse semestre e semana que vem apresentar o TCC do estágio específico que nos últimos dois meses resolveu dar um giro de 260° ( um dos melhores giros...).


 Diferente da grade curricular do semestre anterior, esse ano estava com aulas todo dia da semana das 08:00 á  12:10. Porém, os dias disponibilizados para estágio ficaram "vagos" sendo que o meu estágio era na terça e quarta no período vespertino.

Seminários Integrativos;  Essa matéria acabou perdendo o sentido ao decorrer do semestre... Apresentamos a apresentação do TCC mas, não tivemos uma avaliação da qualidade da nossa apresentação.

Crianças e adolescentes em instituições: Conheço a professora que ministrou essa matéria de outras matérias que fiz ao longo do curso... e esse semestre, como no semestre anterior eu tomei um "chá de Marcela" literalmente com estágio e Getep. Porém, a matéria em questão diferente do semestre anterior, foi um pouco "chatinha" pois a maioria dos alunos não tinham experiência e não estavam fazendo estágio em nenhuma instituição com crianças.

Terapia Cognitiva-Comportamental: Foi a matéria mais chuchu do semestre! Deveríamos ter essa aula no inicio da graduação não no ultimo semestre pela importância dos assuntos.... A professora foi a mais querida do semestre também!

Estágio e GETEP foi algo diferente de todos os estágios que fiz nesses dois últimos semestres da faculdade de Psicologia... O trabalho foi com os imigrantes/refugiados Haitianos que estão morando na cidade de Florianópolis/SC. Teve estágio na Pastoral do Migrante que deu um giro de 260° no estagio inteiro e uma enxurrada de histórias e aprendizados que eu vou levar para a vida!

APRESENTO O MEU TCC SEMANA QUE VEM!!!
TORÇAM POR MIM.

Apesar de estar "enrolando" com a ultima leitura e o livro estar na minha bolsa (vergonha.). Nesse primeiro semestre eu li ONZE livros! A minha ultima leitura eu praticamente resenhei para as colegas de faculdade de tanto que eu amei odiar pois, o livro Ele está de volta do autor Timur Vermes:

"A história se passa em Berlim em 2011, Adolf Hitler acorda num terreno baldio. Hitler mal pode identificar sua amada pátria, infestada de imigrantes e governada por uma mulher. As pessoas, claro, o reconhecem — como um imitador talentoso que se recusa a sair do personagem. Até que o impensável acontece: o discurso de Hitler torna-se um viral, um campeão de audiência no YouTube, ele ganha o próprio programa de televisão e todos querem ouvi-lo... ".

O nazismo e conhecido desde os dias de hoje como uma vergonha na História Mundial! A ideia desse livro foi boa. Porém, a leitura se transforma em um humor sádico... Parei em vários trechos durante a leitura para me recompor, não acreditando que alguém pronunciaria aquelas mesmas palavras do famoso "discurso de Hitler" em nenhuma época do mundo! 


A vida continua louca e breve.... Decidi continuar indo duas vezes por semana no campo de estágio na Pastoral do Migrante fazendo um trabalho mais de "voluntária"até o final desse ano.

PS1: Talvez eu escreva mais aqui depois da apresentação de TCC.
PS2: Talvez...



22 de abril de 2015

Resenha do livro: Bisa Bia, Bisa Bel








Bisa Bia, Bisa Bel
Ilustrador: Mariana Newlands
Editora: Salamandra
80 páginas

Sinopse: A menina Bel encontra um dia uma foto de sua bisavó Bel, entre as coisas de sua mãe. A partir daí, ela inicia uma relação de muitas descobertas com essa pessoa tão importante na vida de sua família e na da própria. Até que surge uma menina inesperada. Uma relação de amizade e troca, capaz de emocionar a todos.

Três gerações encontram-se com sensibilidade e poesia nesta verdadeira obra-prima de Ana Maria Machado.

O livro Bisa Bia, Bisa Bel foi publicado originalmente em 1982, e desde então foram mais de 500 mil exemplares vendidos, além de um rol de prêmios, entre eles o Maioridade Crefisul (1981), o Bienal São Paulo de melhor livro infantil do biênio (1984) e o merecido lugar na Lista de Honra do IBBY (1984). 

Tive uma ligação quase que "transcendental" com esse livro sou movida a histórias não resolvidas e saudades que vem do nada... Risquei a palavra saudade do meu vocabulário mas esse ano de 2015 essas "saudades" viram a tona com um turbilhão de memórias... Acredito que os livros nos encontram no momento certo. E depois de várias indicações (Ana Luísa Bussular do Blog Minha vida como ela é... e Revista da Livraria Catarinense) encontrei essa edição na biblioteca da faculdade na qual dividimos com uma escola...
Morrendo literalmente de amores...
Durante uma das arrumações de sua mãe, Isabel toma contato com o passado, por meio dos objetos e fotografias que as duas encontram numa antiga caixinha de madeira. Uma das fotos era da mãe, o que já inquieta bastante a menina.
“Eu olhava para minha mãe e para o retrato da menina, achava meio gozado aquilo, minha mãe criança, brincando no galho de um camelo, pensando em balão d’água. E era meio esquisito, ela grande ali na minha frente, sentada no chão, explicando as coisas” (p. 8).
Mas as coisas se complicam mesmo quando ela se depara com o retrato de sua bisavó, Beatriz. Para surpresa de Isabel, ao tentar colocar a foto no bolso, ela começa a ouvir uma voz – este foi o começo das longas conversas que teria com Bisa Bia, que passaria então a acompanhar a menina na escola e nas brincadeiras, sempre dando conselhos e opiniões, e deixando-a às vezes em situações embaraçosas com os colegas. Mas, afinal,
“Como é que eu podia explicar (…) que Bisa Bia estava existindo agora para mim?”
A história é contada pela própria Isabel, em primeira pessoa, num tom espontâneo que reproduz bem o fluxo do pensamento da protagonista, com leveza e alguns toques de humor, mas com uma delicadeza e ingenuidade capaz de levar às lágrimas o leitor mais sensível. A curiosidade e o estranhamento marcam os títulos dos capítulos – “Pastel bochechuda”, “Tatuagem transparente”, “Trança de gente” – e nos fazem tentar antecipar os acontecimentos.


Bisa Bia, a voz da tradição e de um outro modelo de feminilidade, não apreciava as brincadeiras “de menino” de Isabel, que não eram coisa de mocinha bonita e bem-comportada. Mas, apesar das censuras, o contato com Bisa Bia faz com que a menina conheça coisas de um tempo que já passou – toucador, baba-de-moça –, e a autora faz dessas pequenas descobertas um elemento interessante que apela para a curiosidade e passa longe de um aprendizado puro e simples. Contrapondo-se a Bisa Bia, surge então, num momento-chave para a personagem, Neta Beta, uma outra voz que começa a se intrometer nas conversas apresentando um ponto de vista bastante diferente.

As duas vozes, de Bisa Bia e Neta Beta, acabam fazendo com que Isabel encontre um meio-termo entre as duas maneiras de ser menina e mulher. Nas palavras dela,
“Impossível saber sempre qual o palpite melhor. Mesmo quando eu acho que minha bisneta é que está certa, às vezes meu coração ainda quer-porque-quer fazer as coisas que minha bisavó palpita, cutum-cutum-cutum, com ele… Mas também tem horas em que, apesar de saber que é tão mais fácil seguir os conselhos de Bisa Bia, e que nesse caso todos vão ficar tão contentes com o meu bom comportamento de mocinha, tenho uma gana lá de dentro me empurrando para seguir Neta Beta, lutar com o mundo, mesmo sabendo que ainda vão se passar muitas décadas até alguém me entender. Mas eu já estou me entendendo um pouco – e às vezes isto me basta.” (p. 53)
Este trecho é um exemplo marcante de como Ana Maria Machado encontra-se em harmonia com os sentimentos da pequena leitora, afinal a maioria das meninas, na infância, fica insegura sobre como se comportar, sobretudo diante dos meninos.

Ilustração e projeto gráfico estão em sintonia, e remetem ao próprio clima da narrativa. Suaves e delicadas, parecendo feitas a lápis, em preto de branco, remetem ao passado e à tradição, favorecendo uma apreciação reflexiva do que se vê e lê. As ilustrações, premiadas com o Jabuti em 1984, retratam cenas atuais da personagem, mas também objetos da época de sua bisavó que povoam o imaginário da menina.

O desfecho é emocionante e surpreendente, e a protagonista descobre por si mesma que as três – Isabel, Bisa Bia e Neta Beta – juntas são invencíveis.


25 de março de 2015

Template: tá faltando peça no quebra-cabeça...♪


No inicio do mês de março, eu ando ouvindo exageradamente o ultimo álbum do HG intitulado de "Insular". Escrevi esse post, na primeira semana sobre uma das músicas que o trecho "Recarregar, reiniciar, reinventar e reabastecer... " acabou virando um dos meus mantras para esse ano. 

Na semana passada, inspirada em alguns blogs que estão entre os "meus favoritos" todos esses blogs tem uma imagem que identifica. Por exemplo: O blog da MF tem um lindo dente de leão, a Bárbara é aqueles hexágonos de colmeias de abelhas e a tem uma ilustração dela com um gatinho... Foi pensando nisso, que procurei uma imagem que desse "identidade" ao meu blog e que fizesse os leitores identificarem/relacionassem a figura ao meu blog. 

Uma imagem que tenho me identificado muito essa semana é de uma peça do quebra cabeça e o HG (de novo ele!) tem uma música intitulada de quebra cabeça que um trecho diz assim:



Há primeira vez que eu usei o termo "Quebra cabeça" aqui no blog, foi em um post como esse para inaugurar o layout novo, já que a tradição pede assim. Naquele post, eu dizia que, mesmo com a minha analfabetização com programação e afins... eu gosto da sensação de estar "montando um quebra cabeça" e de deixar o template do jeitinho que eu quero. 

O logotipo tem peças de quebra cabeça com as cores; cinza (escuro e claro), vermelho e laranja"sombreando" as fotografias das coisas que eu mais gosto e me sinto a vontade de escrever aqui sobre : Músicas, livros, fotografias e escrever sobre o cotidiano e a minha vida.



O plano de fundo eu prefiro os mais "clean" queria um plano de fundo com somente uma cor. Mas, encontrei esse com peças de quebra cabeça e "colori" com as cores cinza, vermelho e laranja e acabei gostando do resultado mesmo tendo ficado colorido não deixou de ser "clean" e assim, não fugindo da idéia inicial.

Acho que é isso... 

A vida ta corrida! Minha mãe fez cirurgia na semana passada e ta no processo pós cirúrgico... Minha casa, estava em obras desde a semana retrasada. É, a vida está corrida e bagunçada. Porém, escrevo mais sobre isso nas próximas postagens desse genuíno Blog.

18 de março de 2015

Isto foi o mais perto que cheguei do "Amor"…

Acreditei “cegamente” nessas palavras, e eu teimava em insistir em repeti-las durante meses (cof, cof). No fim eu percebi que o caminho para o amor era de “mão dupla” e, eu tinha pegado a direção errada desde o começo… Mesmo não acreditando nas “definições do amor” não poderia ter ignorado tão friamente todas elas. Deveria ter considerado (pelo menos) a principal definição; O coração batendo em taqui-cardiaco. 

Dessa vez o meu coração não bateu… Desde a primeira vez, o primeiro encontro… Nem as mãos suaram com o primeiro toque…

“Tentei ser recíproca com todo “AMOR” que achei que eu estava recebendo…” Não! Esse texto, não é sobre o outro… E nem usarei justificativas e velhas máximas como o “inferno é o outro” para justificar o que não existem justificativas. O amor não é um sentimento que possa ser “recíproco” não apenas isso, em minhas teorias mais alucinantes o Amor deve ser um gremlin que, no mínimo de um “olhar diferente” entre as pessoas transformam o coração da gente… E se a “transformação” não ocorrer simplesmente não era AMOR.

A intensidade dos sentimentos diminui quando o amor acaba. E quando o amor nunca existiu? 

Se o AMOR for “simplesmente isso”, espero que seja o mais perto que eu chegue às próximas décadas. Tendo passado por isso, posso dizer agora com mais certeza que eu sabia lidar melhor quando o AMOR era só desculpa, para escrever aqui no Blog não para “sangrar” e “machucar” tanto como foi esses últimos meses…

Somos a pessoa certa/errada no momento certa/errada de Alguém. A “magia” desse sentimento é quando dois corações encontram a pessoa e fazem aquele momento ser o “certo” dos dois…

27 de fevereiro de 2015

Ultimo semestre!



"♫ ... Ain't about how fast I get there
Ain't about what's waiting on the other side
It's the climb ♫."

O meu ensino médio não foi nenhum "High School Musical" mas, no Terceirão desce um espirito de um "bom estudante" em qualquer simples mortal e achamos que vamos aprender TUDO que não aprendemos no fundamental e nos dois primeiros anos do ensino médio... 2005, Foi um ano da minha vida que eu ainda não superei.

Achei que eu iria amargar anos a fio em cursinhos até conseguir passar em uma universidade federal... Em 2006, fui para o CESUSC. Uma universidade particular e que tinha o curso superior de Psicologia (minha primeira opção!). Meu primeiro semestre foi assustador! Lembro que na primeira semana eu me sentia miúda diante a minha turma. Pois, a minha turma eram de pessoas mais velhas que já estava fazendo a 2º ou a 3º graduação e eu ali recém saída do terceirão... Segui com essa turma até o quinto semestre. Diminui a quantidade de matérias que eu estava fazendo no semestre e re-fiz algumas dessas matérias... resolvendo assim, ficar com as turmas anteriores.

Em 2009 consegui meu primeiro estágio de Psicologia (não obrigatório) em uma secretaria do estado de SC. O estágio não tinha nada haver com Psicologia era mais um projeto dentre tantos outros projetos feitos no estado para não darem certo... Completei um ano de estágio, entreguei "o trabalho de estágio" e jurei que só faria novamente um estágio se fosse o obrigatório da faculdade. Aquele semestre foi um fracasso² e que colocou em xeque todo o meu sonho do inicio... E a pergunta que eu mais fazia para mim mesma era; O Que Eu To Fazendo Com A Minha Vida? e a resposta era automática: Eu Não Faço A Menor Ideia ...

Em 2010 eu tranquei a faculdade de Psicologia jurando nunca mais voltar... e a noticia foi recebida com um grande susto pelos familiares e amigos. Fui para o curso de administração mesmo não tendo nada haver comigo... com uma turma divertida e fazendo poucas matérias... mesmo não me adaptando com exatas, foi um dos semestres mais universitários que eu tive na vida! Com direito a festas nas sextas-feira depois das aulas e baladinhas nos finais de semana. No final de 2010 senti um aperto... pois, eu estava com uma turma bacana porém, em um curso que eu não me identifiquei.

Em 2011 e 2012 descobri minha verdadeira "relação" com a Psicologia. Um sentimento verdadeiro de amor & ódio e comecei dizer uma frase que repito todo semestre desde então:
 Quero me formar em Psicologia para trabalhar com máquinas rs.
 No segundo semestre de 2013 eu estava cursando a 7° fase do curso e nessa fase, começa os estágios (básicos) obrigatórios.Eu escolhi entre tantos... o estágio de Psicologia Escolar, em uma escola pública no sul da ilha aqui de Florianópolis.

Estágio Básico I:  O meu primeiro estágio, foi com essa turminha chuchu da foto  estudantes da 1° série transformaram os meus dias de estágios mais divertidos!
Melhor Pequinique!
Estágio Básico II: Nesse segundo estágio, apliquei dinâmicas pensadas no primeiro semestre... Mesmo tendo mais trabalho do que no semestre anterior, que só ficava observando os alunos e a turma em geral como fiz no primeiro estágio. Apliquei as dinâmicas com turmas de 3° e 4° série e as crianças cooperaram e se divertiram nas atividades (principalmente as fotográficas).


Resumindo o ano de 2014 em "Selfies"
Amigos, aulas, estágios, mais aulas e serviço.

Estágio e GETEP foi algo diferente de todos os estágios que fiz nesses dois últimos semestres da faculdade de Psicologia... O trabalho foi com os imigrantes/refugiados Haitianos que estão morando na cidade de Florianópolis/SC. Esse primeiro semestre de 2015 continuamos com o trabalho para aplicar um projeto com os imigrantes que ainda moram em Florianópolis/SC.

E chegamos no 10 semestre da graduação! Estou com dois sentimentos divergentes: 
1) Ufa. ta acabando! 2) ta acabando... Mas, ainda é cedo!
Sinto que no decorrer desse semestre será nostálgico e cheio de saudades... Escrevo mais um pouco desse semestre em uma próxima postagem, pois, esse post ficou gigante além da conta...

"♫ ... Keep on moving
Keep climbing
Keep the faith
Baby
It's all about
It's all about the climb
Keep the faith
Keep your faith... ♫"

21 de fevereiro de 2015

"O que você quer de aniversário?"

Desde que eu era bem pequena essa pergunta me deixava um tanto sem graça. Primeiro fui educada que, não é de bom tom, ficar pedindo presentes. Outra é que, mesmo quando insistem na pergunta eu nunca sei de verdade o que pedir.


No dia do meu aniversario. O que eu quero? Ah, se já lembrou o dia por mim já está ótimo. Para não dizer que sou totalmente avessa aos presentes gosto daquele em forma de “lembrancinhas” não é algo caro. Mas é algo simples que fez a outra pessoa lembrar-se de você. É gratificante ver que uma pessoa parou para pensar e criar alguma coisa para você, ao invés de só pegar alguma coisa pronta. Acho uma coisa legal de se ver. Mostram que se importam. Mas, admito que,gostaria de ganhar meus presentes em dinheiro para assim poder comprar minhas “bugigangas”.
“Mesmo que não veja muito sentido em aniversários. Parabéns? Parabéns pelo quê? Por sobreviver mais um ano? Um dia para as pessoas serem legais com você? Compensar todos os 364 dias do ano que sequer lembraram seu nome? Talvez pra tentar ser convidado pra sua festa ou sabe-se lá.”
Esse ano, meu aniversario cai em um final de semana. Vou usar esse dia para me concentrar, ter um dia meu mesmo, como sugere os aniversários... Manter os pensamentos leves. Eu acredito que, isso atrai energias boas o ano todo. 

Fazer aniversário nesses dois primeiros meses do ano funciona como um ano novo com 365 dias de novas possibilidades... Costumava gostar dos anos pares, bem mais que, os anos ímpares. Mas o ano de 2013 (27) foi tão... Massa! Que tenho medo de continuar afirmando isso. Uma coisa é certa: não espero presentes de ninguém! Talvez o meu maior desejo de aniversario. Seja aquele trecho da canção da Vanessa da Mata: Quero só noticia boa/Quero paparicações no meu dia, por favor,/Brigadeiros, mantras, música/Gente vibrando a favor/.

Esse post surgiu inspirado pelo blog Conspirantes

23 de janeiro de 2015

O melhor lugar do mundo...



Não havia motivos para voltar atrás. 
Há não ser, Aquele abraço... Ali, entre seus braços. Foi aonde sempre desejei estar desde a primeira vez que te vi.

15 de janeiro de 2015

15 coisas para ser em 2015!

O blog "Um Lado meio Milla..." completará 1 ano no próximo mês...Teve muitos projetos bacanas (e outros nem tanto...) que pretendo manter a maioria deles aqui no blog esse ano. Um desses foi proposto pelo Rotarrots propondo para escrevermos 14 coisas para ser em 2014 o resultado vocês podem conferir nesse post aqui.


Quais serão as 15 coisas que eu vou fazer em 2015!?

01 - Psicologia 100%! 10° fase + Getep's mais estágio de Psicologia especifico II ...E tenho quatro matérias pendengas dos semestres anteriores para fechar e finalmente me formar em Psicologia. 

02 - Comprar uma agenda; Para organizar as minhas atividades diárias... E rascunhar possíveis postagens para o meu Blog. 

03- Não procrastinar! Não deixar as atividades acumularem...

04 - Continuar fazendo exercícios físicos; Ano passado entrei na academia. Comecei a fazer zumba e algumas aulas de natação no final só estava fazendo hidroginástica Pretendo fazer zumba e hidroginástica esse ano. 

05 - Mais Leitura! No ano passado, dei prioridade para as leituras do estágio e das matérias da faculdade. Li somente (vergonhosamente) 09 livros. Pretendo ler mais esse ano de 2015. 

06 - Mais Livros! Comprar pelo menos 1 livro por mês. 

07- Organização! Para quem busca ser uma pessoa organizada (eu!) só “não deixar as atividades acumular” não adianta. Falei que, eu esqueci uma prova importante da faculdade em plena segunda-feira? Pois é… Preciso aprender a organizar os meus horários, para dar conta em fazer tudo que tenho que fazer na semana. Evitando assim, não acumular tarefas. 

08 - Cuidar da alimentação; Minha alimentação sempre foi saudável. Nada de dietas malucas mas, nesse ano de 2015 eu pretendo comer pelo menos dois tipos de salada em pelo menos duas refeições. 

09 - (+) Blogueira; Escrever no blog é uma das minhas terapias, incluindo com sair por ai para fotografar… Preciso seguir alguns “rituais” para que a minha escrita consiga transmitir o que eu to sentindo. Complexo né? E quando finalmente eu conseguir escrever, não ficar “podando” as minhas escritas por medo que as pessoas que me conhecem pessoalmente me interpretem mal. 

10 - “Sair para fotografar” Ano retrasado fiz um cursos de fotografia e tínhamos aulas praticas (no estúdio) e saídas fotográficas que eu simplesmente adorava, pelo simples fato de ser na rua. Adoro fotografar natureza! Hoje em dia, carrego minha “pequena” para qualquer lugar. Mas não saio exclusivamente para isso o que tem me deixado um tanto desanimada em levar a câmera para não ter tempo para fotografar. 

11- Manter a organização do Blog; Desde 2008 eu escrevia no blog Versos em Bossa… fiz varias bagunças no blog a ultima foi irreversível fiquei chateada com a melequeira que fiz mas não querendo entrar em (hiatus!) cheguei abrir outro blog na mesma plataforma mas acabei desistindo e excluindo abri então um novo blog chamado Um lado Milla... no segundo mês do ano. A meta do ano de 2014 é não fazer bagunça por aqui!E em 2015 a meta continua... 

12- Usar protetor solar. Moro em uma cidade completamente praiana e esqueço frequente de usar filtro solar a ultima vez fiquei como a pele pior que um camarão e MUITO ardida. 

13- Tomar mais água. Trabalhava em uma empresa que a garrafinha com água era obrigatória e virou um habito. Na faculdade, por exemplo, com a exterminação dos bebedouros compro garrafas com água frequentemente… Em período de férias eu me esqueço de ter uma garrafinha por perto e consequentemente de tomar água¬¬. 

14-  Ser econômica;A meta de guardar as moedinhas na lata ainda continua no ano de 2015.. 

15- Criar novos projetos fotográficos para o blog "Um Lado meio Milla...".

9 de janeiro de 2015

Mallu&Teddy- "Convivendo com os piores cães do mundo"


As melhores “lições de vida” que eu pude ter na infância, adolescência e juventude… Eu só pude aprender tendo vários cães que passaram nessa minha trajetória de vinte e poucos anos. Assim que minha família trocou o apartamento pela casa que moro até hoje ganhamos a primeira cachorrinha da raça, pequinês, com o nome de chinoca. Era uma cachorrinha de porte médio, bem velhinha já e muito braba não me lembro de ter brincado muito com ela.

Quando construímos a casa nova moramos por um tempo na casa da vizinha… E lá conheci a raça que é minha paixão; Pinscher, falem o que quiserem, mas eu adoro essas minis-torturas em forma de cães… Ganhei a minha primeira cachorrinha, mas tive que largar a mania de chupar dedo (mais tarde fiquei com nojo do meu dedinho, pois a cachorrinha lambeu…) a cachorrinha era pincher O era uma cachorrinha pretinha e se chamava Dara (sim, a cigana…).

A Dara era uma cachorrinha atentada e não curtia muito criança, inclusive a dona, que mordeu-brincou e mordeu mais outras tantas vezes… A cachorrinha dormia no banheiro com casinha e cobertor quentinho mesmo assim pegou pneumonia e pinscher é forte com doenças, mas quando fica doente dificilmente escapa. Para não ficarmos tanto tempo sem cachorro em casa, ganhamos outra pinscher com o nome de Dara II ela era mais calminha que a primeira cachorrinha, mas com as mesmas características… A Dara II ficava na casinha de madeira na cozinha, tenho muitas lembranças daquela “pestinha” correndo atrás de mim… 

Tive outros cachorros da raça pinscher: O pingo (primeiro cachorro macho era o verdadeiro homem da casa…). O Pedro cachorrinho adotado ele veio com uma doença na cabeça ( fiquei traumatizada com esse episódio...). A Thalita foi morar na casa da minha vó e já esta bem velhinha com 15 anos é xodó da família

Em 2006 ganhei um “amigão” dando um pause na saga de pinscher, s. um amigo do meu pai queria se desfazer do cãozinho, sabendo que tínhamos perdido um recentemente perguntou se não queríamos um Lhasa apso, sem nem saber que raça era resolvemos aceitar… Encontramos um monstro peludo kkk mais muito simpático e amoroso, o probleminha do Teddy (é o nome dele…) é que ele é muito “genioso” e brabo se não for da maneira que ele quer ele morde (vivo com a mão em lasca…).

Hoje em dia o pessoal aqui de casa apelidou o Teddy de cachorro de velho, ele não aceita brincadeiras o que ele mais gosta é de ficar exparramado no colo, ganhando carinho na cabeça… Nota-se que o cachorro tem uma vidinha bem difícil, né.
Em 2008/2009 A thalita ficava de chamego com o cachorro do vizinho e ficou prenha… Ganhou dois cachorrinhos ficamos com a menina chamada de Mallu Malenotti como o próprio nome diz Mallu de maluca mesmo e é a cachorra mais cara de pau da historia leva bronca e vem toda manhosaaa para quem deu esporro, ODEIA motos e é mal educada com desconhecidos do modo de eu ficar com vergonha, pois ela quer morder todo mundo… A Mallu veio para acabar com o sossego do Teddy huahuahauaha os dois se entendem muito bem! Ela manda e ele obedece… 
Como eu falei no inicio desse texto tive verdadeiras lições de vida com esses seres “terríveis” e as lembranças da infância só foram melhores, pois esses seres estavam junto de mim mordendo, brincando correndo atrás de mim… E hoje em dia o Teddy e a Mallu mesmo sendo bichanos diferentes continuam essenciais para não deixar a vida de adulto TÃO chata.

21 de setembro de 2014

Uma (quase) Crônica de uma “tragédia anunciada” .




 O quanto de mim tem (ou podem ter) 
nos textos que eu escrevo?


Li em um Blog um dia desses que o perfil dizia algo parecido com isso: "Querer privacidade e criar um Blog Pessoal..." é irônico a capacidade de transformar cada texto banal em algo tão pessoal... nos últimos "16on16" por exemplo, não foram raros os comentários igual a esse "quero focar que é só literatura mas não é né?"

Tem muitas coisas que acontecem na minha vida particular que eu não tomo nenhum cuidado (será que eu deveria?) em transformar em algo público o que na maioria das vezes eu deveria deixar na vida privada e sofrer calada... Sim, me privar de escrever ou fotografar é me impedir de usar as minhas (ÚNICAS) válvulas de escape, para descarregar todos os meus "demônios interiores" e nunca poder me sentir aliviada das minhas mazelas e a sensação de carregar o mundo nas costas.

Semana passada, a minha vida deu giro de 260° e eu sei que isso interferiu muito as pessoas que convivem diariamente comigo. Meus pais, falaram que estavam sentindo o meu sofrimento em dobro, mas, eu não estava com a mínima condição de ver nada além de mim. Eu preso pelo direito de ser egoísta (pelo menos) nessas horas. Comecei o mês desempregada o motivo é "corte de custos" e como eu era uma das funcionárias mais novas... Tudo começou de uma maneira "repentina" mas a recompensa no final do mês estava lá, o meu salário redondinho para gastar e poder sonhar com uma possível viajem no final do ano. Se eu fiquei triste? chorei muito como a muito tempo não chorava...

Estava dando conta do recado, meu semestre na faculdade esta ai para comprovar. Foram dois semestres corridos e com "bons frutos". Mas, enfim...Valeu a experiência! posso colocar mais uma experiência no meu "curriculum Vitae": RECEPCIONISTA.

Estou em um processo de (re)adaptação dos meus horários, então eu já:

  • Sentei na cama e fiz a célebre pergunta WHAT?
  • Dormi praticamente a tarde inteira o0
  • Agradeci quando no dia seguinte teve um evento FODÁSTICO mais haver com a minha área que é Psicologia e com o meu estagio especifico na faculdade.
  • Passei mais tempo na biblioteca da faculdade (estudando, lendo livros, ou terminado algumas atividades da faculdade na semana.).

Apesar do sentimento de tristeza nessa(S) primeira(S) semana(S) a vida segue... Essa semana teve: provas, GETEPs e reuniões de estágios que fizeram os meus dias mais proveitosos e podendo me dedicar a área de Psicologia que eu escolhi e me dedicar ao estágio especifico (obrigatório) da faculdade.


PS: Sorry pela postagem desabafo com tons fortes de #mimimi mas, eu precisava desabafar escrever sobre, a semana retrasada, e um pouco dessa semana... Para sentir de alguma forma que as coisas estão melhorando, mesmo que, gradativamente e que a próxima semana seja realmente uma semana de novidades e de coisas novas.

10 de setembro de 2014

Projeto Tamar


O Projeto TAMAR é um projeto conservacionista brasileiro, dedicado à preservação de espécies de tartarugas-marinhas ameaçadas de extinção. O nome TAMAR é uma contração das palavras "tartaruga" e "marinha", necessária, no início da década de 1980, para a confecção das pequenas placas de metal utilizadas para a identificação dos espécimes pelo Projeto, para estudos de biometria, monitoramento das rotas migratórias e outros.


Desde então, o nome passou a designar o Programa Brasileiro de Conservação das Tartarugas Marinhas, executado pelo IBAMA, através do Centro Brasileiro de Proteção e Pesquisa das Tartarugas Marinhas (Centro TAMAR-IBAMA), órgão governamental, e pela Fundação Centro Brasileiro de Proteção e Pesquisas das Tartarugas Marinhas (Fundação Pró-TAMAR),instituição não governamental, de utilidade pública federal. Essa união demonstra a natureza institucional híbrida do projeto, que conta, adicionalmente, com a participação de empresas e instituições nacionais e internacionais, além de outras organizações não governamentais.

Para minimizar os efeitos predatórios da pesca sobre as tartarugas marinhas, o Projeto Tamar instalou, em 2005, a sua base na região, o Tamar Floripa, na praia da Barra da Lagoa, distante 25 km do centro de Florianópolis, na costa leste da ilha. 


 
Nesse domingo dia 7 de setembro aproveitando que estávamos próximos ao projeto aqui em Floripa/SC resolvemos entrar e finalmente conhecer o projeto






 
Esse post, mesmo com alguns dias de atraso faz parte do projeto "fotografando Domingos..." que consiste em colocar aqui, registros do meu final de semana (sexta-sábado e domingo). Não tem quantidade exata de fotos, pois, irá depender da quantidade de fotos que eu mesma fotografe nesses dias...

3 de setembro de 2014

Livros&Memórias...

“Nem parece que sou o mesmo,
Agora que passei por tudo isso e sobrevivi...”


Qual foi o livro que te marcou que você tem curiosidade de saber como seria se pudesse lê-lo pela primeira vez hoje?




Sinopse: Uma menina negra ganhou uma bolsa de estudos em um colégio onde nunca havia entrado um aluno negro. Desencadeou-se uma história de discriminação, preconceito e muitas descobertas.






Comecei a tomar gosto pela leitura ainda no ensino fundamental, lembro que tínhamos aulas de leitura na biblioteca e eu realmente gostava de ficar lendo. Às vezes, eu até me esquecia de prestar atenção nos papos animados das minhas amiguinhas na biblioteca... Lembro que, “devorava” os livros do autor Pedro Bandeira e a série os Karas, Confissões de adolescente (aquele que virou série da TV Cultura), Valéria Piassa Polizzi anos mais tarde tive que comprar o mesmo livro para colocar na minha estante... Entre outros livros, que passaram por mim naquele ano... Mas, o livro que mais me marcou veio em 1999 (um ano antes do que relatei acima...). O tal livro é Pretinha, eu do autor Júlio Emílio Braz esse livro foi indicação de uma professora de português para a aula de leitura.

“Eu tinha 13 anos nessa época e tinha recém mudado de escola por motivos de saúde, pois eu tinha recém operado a coluna e eu estava usando um gesso que ia a uns cinco dedos abaixo do pescoço até abaixo da barriga…”

No meio de uma aula de leitura a professora disse que eu me parecia muito com a Pretinha da história, não pelo meu tom de pele, pois eu sempre fui branquinha hehehe, mas por ser a mais velha de uma turma que todos tinham onze anos e pelo meu “mau jeito” (no começo) de me enquadrar, em uma escola com métodos tão rigorosos quanto o Harm… Ops! Colégio T. Sofri Bullying todos os dias do ano que estudei no colégio T. Sofria todos os tipos de agressões; intencionais, verbais e psicológicas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas.No meu caso, por exemplo, a crueldade veio também por parte dos adultos professores da época “Ela parece à pretinha da história...” reforçando apelidos e motivos de chacota se eu já não tivesse motivos e não sofresse o suficiente...

Não me enquadrei no colégio T… Não da forma que eles queriam, nem tive muitos amigos naquele ano de 1999 quanto à personagem pretinha da historia, mas mesmo assim lembro com carinho de alguns professores e das minhas notas azuis daquele ano e por incrível que pareça eu tenho lembranças bonitas do colégio T.

                                                        ...

Encontrei o livro esses dias na minha estante... E, como vocês podem notar o livro está bem conservado. Ler o livro “pretinha, eu?” depois de quinze anos é um sentimento bom que vai além de superação... Aprendi a respeitar os motivos que levam as pessoas a amar ou odiar a minha pessoa que na maioria das vezes são pelos mesmíssimos motivos o0 outras nem vão saber direito o motivo... E lhes dou o direito de sentir ambos os sentimentos tão controversos. Não perco mais tempo, com pessoas que declaradamente não gostam de mim. Aprendi a me proteger apesar de na maioria das vezes não parecer...


Livremente inspirado nesse blog aqui

25 de agosto de 2014

Projeto "Fotografando Domingos..."

No final do mês de Julho, nasceu um projeto chamado "fotografando Domingos..." que consiste em colocar aqui, registros do meu final de semana (sexta-sábado e domingo). Não tem quantidade exata de fotos, pois, irá depender da quantidade de fotos que eu mesma fotografe nesses dias...
Hoje o projeto "Fotografando Domingos..." está cheio de comilanças, família e lugares bonitos... 
 
Aproveitando o clima solar que fez nesse final de semana aqui em Floripa/SC sábado passei na casa dos meus avós mas, como eu estava na função de faxina, almoço e tal acabei não fotografando. Fuemmm...


 Porém, domingo o sol continuou lindo aqui em Floripa/SC  e resolvemos almoçar em um restaurante
próximo a praia com essa vista...
 
 

Almoço

 
O almoço de domingo geralmente é aquele almoço; exagerado, zoado e fora do horário normal que almoçamos no dia-a-dia... Escolhemos comer em porções.
Porções de camarão....
 
Meus pais fazendo pose  de "ricos esfomeados" HAHAHAH primeira vez que eles aparecem aqui no "Um lado..."


 
 

 Sobremesa

Banana Split! Sim, meus pais e eu enlouquecemos com a possibilidade de comer algo tão anos 80!
Banana Split!
 
Crianças Felizes...
 
Eu e o pai...


Fechando a semana com chave de ouro!

23 de agosto de 2014

De onde eu blogo?


No mês de Fevereiro/2014 o Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. lançou uma BC era fazer um post de onde nós costumávamos blogar nos nossos respectivos blogs, porém eu não participei na época por motivos que o meu "home office" estava em reformas e queria fotografar quando estivesse tudo do jeitinho que eu queria...

 A bancada...


 

 Meu "home office" na verdade é uma bancada em formato de L como vocês verão tem espaço  de sobra mas, parece que nunca é suficiente... HAHAHA
 
 

Perto da porta...


A minha bolsa que eu comprei esse ano da Picadilly, a minha garrafinha em formato de guitarra comprei no BOBS na época do Rock in Rio, meu óculos estilo Raibaw, livros que eu estou lendo ultimamente  e tem os meus fones de ouvido (tão escondidinho...)
 

De onde escrevo  a maioria dos posts do "Um Lado..."

 
 
 
Demorei para me acostumar a postar aqui. Na verdade, jogo idéias e frases e na maioria das vezes coloco algumas fotografias para  formar um post somente no computador da empresa onde trabalho mas ele é  uma "mão na roda" quando realmente preciso para os trabalhos da  faculdade, por exemplo.

Canecas&Cacarecos

 


 Esse foi o ultimo copo que comprei...  coloquei os meus marcadores de pagina (Poe causa da editora Intrínseca descobri que tenho uma pequena coleção #valeu-Intrínseca). Ao lado tem uma caneca que é da mamãe (dei de presente a ela com um MONTE de chocolates da Cacau Show) mas, fica aqui na minha bancada de porta lápis de cor  tenho 12 só porque é para bonito mesmo e nem desenho... minha caneca que ganhei de presente da minha mãe está escrito "uso exclusivo da Psicóloga " que eu uso  de porta caneta hidrocor e uma caneta prata e duas réguas coloridas...
 
As caixinhas tem CDs que guardo as minhas fotografias,uma caixinha de papel logo acima que guardei por achar bonitinha, uma lata de sonho de valsa que guardo os meus broches literários e um copo laranja do cinema da semana passada. Na frente tem uma lata bem bonitinha cheia de trufas da Cacau Show.
 

Meu Rádio  e alguns fios da TV...

 
 
Ainda tenho muito CD e ainda gosto de ouvi-los mesmo não estando no PC
 
 
Espero que curtam o 'meu cantinho'.
 

21 de julho de 2014

182 dias e meio...


No mês de Junho, escrevi esse post aqui sobre os meus dias serem contados em semestres... Esse post não tem a intenção de ser a segunda parte daquele texto, mas,  uma continuação da contagem dos dias  já que, falo sobre o começo do 2° semestre do ano de 2014.

Continuo trabalhando na mesma empresa que comecei a trabalhar no inicio desse ano, e estou mais acostumada com a nova rotina de (Faculdade - Serviço-casa). Porém, confesso que as semanas de recesso andaram me deixando um pouco (?) mais preguiçosa para acordar cedo novamente...

Essa semana começou oficialmente o 2/2014, ou para os leigos, o segundo semestre do ano de 2014! #todoscomemora! A minha grade curricular desse semestre esta assim:
Obs: Tinham colocado uma matéria optativa para sábado acho que ouve reclamações dos outros alunos (Inclusive a minha!) e deixaram somente uma vez por semana mesmo.

Hoje teve a 1° aula de Psicodrama. (Enfim, vou ter uma matéria! Depois de ouvir tanto sobre o assunto...) Nunca tive nenhuma aula com a professora que ira ministrar essa matéria, mas ela me deixou com uma sensação positiva do que esperar esse semestre... mas, como ela mesma disse "afetividade também pode ser expressada com a raiva!" e ao decorrer do semestre eu poderei estar xingando muito no twitter tanto a professora, quanto a matéria ministrada.



Essa semana eu pretendo falar um pouco mais sobre a minha rotina da faculdade aqui no Blog, não só como um resumo como eu fiz no semestre anterior. Como o semestre teve inicio essa semana, cada postagem vai ser sobre uma matéria diferente e as primeiras impressões que eu tive ao decorrer das aulas.

6 de julho de 2014

Acabou semestre!


“... Enfim, trabalhei — trabalhei muito, e sobretudo estou numa relação maravilhosa comigo mesmo. Meu francês soltou-se, falo maravilhosamente e faço tudo com o maior
desembaraço e sozinho. Alguma coisa em mim parece que laceou, eu era tão cheio
de medos. Aprendi também a não contar muito com os outros: na medida do
possível, faço tudo só. Dá mais certo
. Mas no meio de tudo isso, sinto o tempo todo uma enorme vontade de ficar só e escrever, escrever, escrever. ”   Caio Fernando de Abreu 
acabou chora-...♪



SIM, Acabou semestre! #todoscomemora!

Esse semestre eu intitulei de “assoviando e chupando cana” pois, como falei nesse post aqui esse semestre estava prometendo ser TENSO mas, eu não tinha noção de que ele seria um semestre tão corrido... Porém foi bom! Valeu a pena! E eu quero mais semestres corridos e com bons frutos como foram esse últimos semestres. #amém (parei, com as hastags¬¬)
 
Estágio  de Psicologia Escolar I (2/2013 )
 
 
Estágio  de Psicologia Escolar I (2/2013 )
Estágio  de Psicologia Escolar II (1/2014)

Estágio  de Psicologia Escolar II (1/2014)
 
Várias Selfies (no serviço, na faculdade e no estágio)
 
 
Aproveitando o tempo de recesso da faculdade resolvi arrumar o Blog Monocromática (meu blog fotográfico) http://camylialessandraphotos.blogspot.com.br/ começado no mês de fevereiro/2014 apaguei todas as fotos que continha e começarei apostar  os ensaios fotográficos a partir do mês de Julho de 2014 de uma maneira mais organizada e assiduamente.
 
 
O pedido para o próximo semestre continua sendo o pedido para o ano de 2014:
Só fiz um pedido para o ano de 2014 “Vamos combinar uma coisa; surpreenda-me que eu te surpreendo.”.
© Lado Milla
Maira Gall