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26 de julho de 2020

Resenha: A Vida do Livreiro A.J. Fikry





Livro: A Vida do Livreiro A.J. Fikry
Autor: Gabrielle ZevinAno: 2014 /
Páginas: 192
Editora: Paralela




Sinopse: A Vida do Livreiro A.J. Fikry - Uma carta de amor para o mundo dos livros “Livrarias atraem o tipo certo de gente”. É o que descobre A. J. Fikry, dono de uma pequena livraria em Alice Island. O slogan da sua loja é “Nenhum homem é uma ilha; Cada livro é um mundo”. Apesar disso, A. J. se sente sozinho, tudo em sua vida parece ter dado errado. Até que um pacote misterioso aparece na livraria. A entrega inesperada faz A. J. Fikry rever seus objetivos e se perguntar se é possível começar de novo. Aos poucos, A. J. reencontra a felicidade e sua livraria volta a alegrar a pequena Alice Island. Um romance engraçado, delicado e comovente, que lembra a todos por que adoramos ler e por que nos apaixonamos.

“As pessoas contam mentiras chatas sobre política, Deus e amor. Você descobre tudo que precisa saber sobre uma pessoa com a resposta desta pergunta: Qual é o seu livro preferido?"
 

Nesses últimos meses, eu resolvi ler os meus livros ainda "ñ lidos" e diminuir a quantidade de leituras na prateleira dos "livros não lidos". Sim, sou chata... os livros só vão para a parte superior da estante, depois de devidamente devorados lidos. Adquiri esse livro no segundo semestre do ano de 2014 e até fotografei no ultimo Book Haul do segundo semestre. Mas, eu só fui realmente ler esse livro na segunda semana desse mês de fevereiro. Nesse momento, me encontro em um estado um tanto que #reclamona (Será que é por causa do inferno astral?) mas, diferente de outras épocas me sinto culpada, de ficar procurando motivos para reclamar. Pois, se ficarmos procurando motivos para reclamar a lista será infinita... Fazendo parecer que, não temos motivos suficientes para sermos gratos.

“Às vezes os livros só nos encontram no momento certo.”


Quando eu tinha uns 07 anos mais ou menos, quando os professores chamavam a minha atenção costumavam repetir a frase: "Nenhum homem é uma ilha." e era assim que eu me sentia, quando na maioria das vezes lanchava sozinha nos inúmeros intervalos do ensino fundamental... Quando aprendi a ler e descobri que Cada livro é um mundo e cada semana estava em um mundo diferente mesmo estando no mesmo lugar.







A Desvantagem de ser sozinha "é, qualquer bagunça que faça, você mesmo tem que limpar." e acabei me tornando responsável por todas as "sujeiras" que eu fazia na vida...Quando as coisas pioravam eu corria para os meus pais e eles estavam sempre lá, me protegendo.







Sou contemplada em morar em uma cidade com quatro grandes livrarias e aprendo no livro do livreiro... que "Um lugar não é um lugar sem uma livraria". Mesmo assim, não acho que seria um trabalho ideal. Leio por prazer, nos finais de semana solitário e esses dias são os mais divertidos. Não conseguiria fazer disso uma obrigação apesar do conhecimento adquirido de poder falar com propriedade sobre livros que é um dos meus assuntos preferidos.





Os personagens secundários Amelia Daniel e Maya são envolventes e completamente essências para toda a mudança na vida do personagem principal A.J. Fikry.







Lembra-se Maya: As coisas que nos tocam aos vinte não são necessariamente os que nos tocam aos quarenta, e vice versa. Isso é verdade para os livros e para a vida.



Foi uma das minhas leituras preferidas daquele ano! A Autora Gabrielle Zevin conseguiu fazer uma verdadeira declaração de amor ao mundo do livro, A Vida do Livreiro A.J. Fikry passam mensagens de gratidão  e amor ao próximo e aos livros. É uma dos meus livros queridinhos da minha estante e é uma leitura que eu recomendo.


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26 de junho de 2020

As minhas leituras de 2020 (Até agora...)

 ou  TAG dos 50%  ⁣

A metade do ano de 2020 ja se foi... Antes que o mês de Junho acabe eu ire responder a TAG dos 50% que basicamente de trata de fazer um balanço dos livros lidos nesses últimos 6 meses. A TAG foi criada pela Chami do ReadLikeWildfire e traduzida pelo Victor do Geek Freak

No final do ano, eu escrevo a Retrospectiva Literária que tagarelo sobre as minhas leituras dos dois semestres. Mas está aí a TAG, e claro, aproveita e me conta como foram as sua leituras desse ano até agora 😊


1. O melhor livro que você leu até agora, em 2020.⁣

Tartarugas Até La embaixo - John Green se um dia eu te xinguei eu não lembroo...

2. A melhor continuação que você leu até agora, em 2020.⁣

Ainda irei ler, Cidade Dos Etéreos - Livro II - Série o Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares terminarei de ler na primeira semana de Julho

3. Algum lançamento do primeiro semestre que você ainda não leu, mas quer muito.⁣

Não lembro... 

4. O livro mais aguardado do segundo semestre.⁣

Não sei... ⁣

5. O livro que mais te decepcionou esse ano.⁣

Bling Ring: A Gangue de Hollywood. Achei que a autora ia escrever uma história que é baseada em fatos reais. Mas, ficou somente nos fatos jornalisticos...

6. O livro que mais te surpreendeu esse ano.⁣ 

O livro Quem é você Alasca?  foi o quinto livro que li do John Green.... Depois de tantos amores e desamores eu consegui me entender com a sua escrita  e tornou-se um dos meus escritores favoritos. 

7. Novo autor favorito (que lançou seu primeiro livro nesse semestre, ou que você conheceu recentemente).⁣

Não conheci nenhum autor novo...⁣

8. A sua quedinha por personagem fictício mais recente.

Estou tendo um a quedinha pelo Lincoln do livro que estou lendo ultimamente Anexos da autora Rowell, Rainbow 

9. Seu personagem favorito mais recente.⁣

Beth Fremont e Jennifer Scribner-Snyder do livro que estou lendo ultimamente Anexos - da autora Rowell, Rainbow 

10. Um livro que te fez chorar nesse primeiro semestre.⁣

Chorei com o Diário de Myriam - A Guerra da Síria vista pelos olhos de uma menina.O Diário de Myriam é um registro comovente e verdadeiro sobre a Guerra Civil da Síria.⁣

11. Um livro que te deixou feliz nesse primeiro semestre.⁣

Apesar de saber que a escrita do Autor: Neil Gaiman não funciona comigo eu fique feliz de finalmente ler o Oceano no Fim do Caminho.

12. Melhor adaptação cinematográfica de um livro que você assistiu até agora, em 2020.⁣

Por Lugares Incríveis. O filme deixou-me com vontade de ler esse livro. 

13. Sua resenha favorita desse primeiro semestre (escrita ou em vídeo).⁣

Eu gosto de escrever as minhas resenhas... Logo, eu gosto de ler também.

14. O livro mais bonito que você comprou ou ganhou esse ano.⁣

Apesar da @Darkside fazer um livro de brochura.... A edição do Diário de Myriam está maravilhosa! ⁣

15. Quais livros você precisa ou quer muito ler até o final do ano?⁣

Americanah, Cores Vivas, Alice no país das maravilhas, Medicina Macabra....






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25 de junho de 2020

#MLI2020: Pretinha, eu?














No dia 20 de junho começou a tradicional Maratona Literária de Inverno promovida pelo canal Geek Freak, que esse ano recebeu o título de MLI 2020- BOOKTUBATONA. Vou escrever as minhas impressões e os resultados (positivos&negativos) de cada leitura e o porquê da escolha de cada livro para cumprir as categorias escolhidas.

(BÔNUS). RELER UM LIVRO DA SUA INFÂNCIA.


Pretinha, eu?





Sinopse: Uma menina negra ganhou uma bolsa de estudos em um colégio onde nunca havia entrado um aluno negro. Desencadeou-se uma história de discriminação, preconceito e muitas descobertas.




Sintuação: Comecei a tomar gosto pela leitura ainda no ensino fundamental, lembro que tínhamos aulas de leitura na biblioteca e eu realmente gostava de ficar lendo. Às vezes, eu até me esquecia de prestar atenção nos papos animados das minhas amiguinhas na biblioteca... Mas, o livro que mais me marcou veio em 1999 (um ano antes do que relatei acima...). O tal livro é Pretinha, eu do autor Júlio Emílio Braz esse livro foi indicação de uma professora de português para a aula de leitura.



“Eu tinha 13 anos nessa época e tinha recém mudado de escola por motivos de saúde, pois eu tinha recém operado a coluna e eu estava usando um gesso que ia a uns cinco dedos abaixo do pescoço até abaixo da barriga…”

No meio de uma aula de leitura a professora disse que eu me parecia muito com a Pretinha da história, não pelo meu tom de pele, pois eu sempre fui branquinha hehehe, mas por ser a mais velha de uma turma que todos tinham onze anos e pelo meu “mau jeito” (no começo) de me enquadrar, em uma escola com métodos tão rigorosos quanto o Harm… Ops! Colégio T. Sofri Bullying todos os dias do ano que estudei no colégio T. Sofria todos os tipos de agressões; intencionais, verbais e psicológicas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas.No meu caso, por exemplo, a crueldade veio também por parte dos adultos professores da época “Ela parece à pretinha da história...” reforçando apelidos e motivos de chacota se eu já não tivesse motivos e não sofresse o suficiente.

Resultado: Volta e meia eu gosto de ler esse livro e sempre tiro belas lições... As coisas acontecem na vida da gente para nos tornarmos alguém melhor para tratarmos o outro melhor.

Vocês estão participando da MLI2020 - BOOKTUBATONA também? 
Quais os livros que vocês estão lendo?

7 de fevereiro de 2019

Resenha: A Bruxa não Vai Para a Fogueira



Título: A Bruxa não Vai Para a Fogueira Neste Livro
Autor: Amanda Lovelace
Compre: amazon


Sinopse: Aqueles que consideram “bruxa” um xingamento não poderiam estar mais enganados: bruxas são mulheres capazes de incendiar o mundo ao seu redor. Resgatando essa imagem ancestral da figura feminina naturalmente poderosa, independente e, agora, indestrutível, Amanda Lovelace aprofunda a combinação de contundência e lirismo que arrebatou leitores e marcou sua obra de estreia. A princesa salva a si mesma neste livro, cujos poemas se dedicavam principalmente a temas como relacionamentos abusivos, crescimento pessoal e autoestima. 

Agora, em A bruxa não vai para a fogueira neste livro, ela conclama a união das mulheres contra as mais variadas formas de violência e opressão. Ao lado de Rupi Kaur, de Outros jeitos de usar a boca e O que o sol faz com as flores, Amanda é hoje um dos grandes nomes da nova poesia que surgiu nas redes sociais e, com linguagem direta e temática contemporânea, ganhou as ruas. Seu A bruxa não vai para a fogueira neste livro é mais do que uma obra escrita por uma mulher, sobre mulheres e para mulheres: trata-se de uma mensagem de ser humano para ser humano – um tijolo na construção de um mundo mais justo e igualitário.

Sabe aquele livro que da vontade de marca-lo inteiro de tantas frases boas que ele tem e você enche de post it. São essas frases que te fazem parar, refletir e às vezes até mudar seus conceitos.


Mulheres: Nós podemos fazer ouro do lixo
– um feitiço.

Quando nossas habilidades se tornam muitas, eles tentaremos trancar na escuridão sem ao menos uma vela para nos guiar. Mal sabiam que o nosso fogo-raiva de mulher iluminaria nosso caminho para casa muito bem.
_ você é o seu próprio farol.

Ser uma mulher é estar pronta para a guerra, sabendo que todas as possibilidades estão contra você.
_ e nunca desistir apesar disso
As mulheres aguentam não apenas porque somos capazes disso;
não, as mulheres aguentam porque não temos nenhuma outra opção.
_eles nos queriam fracos e nos obrigaram a ser fortes

Eles vão tentar roubar sua luz & usá-la como arma contra você mesma. Mas há
uma boa notícia: eles não tem perseverança para controlá-la como você tem.
Queime todos os que tentarem queimar você.
_ 2° mandamento das bruxas

Ser mulher não tem que significar essa competição torta. Vamos cultivar a ideia de ser mulher até que ela cresça e se torne irmandade espalharemos sementes de lavanda sobre nossas velhas feridas até que fiquemos finalmente curadas.
_ suas irmãs não são suas inimigas
Rainhas não precisam fazer referências diante de ninguém.
rainhas não precisam de beijos delicados nas costas de suas mãos
rainhas não precisam se desculpar antes de fazer exigências
rainhas não precisam pedir a aprovação de ninguém.
& neste castelo feito do fogo das bruxas somos todas
umas rainhas filhas da puta.
_ e elas beberam vinho e riram para todo o sempre.


[Situação] Há esse livro... Sabe aquele tipo de leitura que fica na sua mente? Tá ai! Ele me instigou a escrever sobre as minhas dores e as alegrias; No que compreendo sobre as coisas que eu sinto e principalmente sobre as coisas que fogem da minha compreensão mesmo sentindo muito!




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21 de novembro de 2017

Resenha: O Ódio que Você Semeia









Título: O Ódio que Você Semeia
Autora: Angie Thomas
Editora: Galera Record
Gênero: Young Adult
Idioma: Português
Páginas: 378


Sinopse: Uma história juvenil repleta de choques de realidade. Um livro necessário em tempos tão cruéis e extremos. Starr aprendeu com os pais, ainda muito nova, como uma pessoa negra deve se comportar na frente de um policial. Não faça movimentos bruscos. Deixe sempre as mãos à mostra. Só fale quando te perguntarem algo. Seja obediente. Quando ela e seu amigo, Khalil, são parados por uma viatura, tudo o que Starr espera é que Khalil também conheça essas regras. Um movimento errado, uma suposição e os tiros disparam. De repente o amigo de infância da garota está no chão, coberto de sangue. Morto. Em luto, indignada com a injustiça tão explícita que presenciou e vivendo em duas realidades tão distintas (durante o dia, estuda numa escola cara, com colegas brancos e muito ricos - no fim da aula, volta para seu bairro, periférico e negro, um gueto dominado pelas gangues e oprimido pela polícia), Starr precisa descobrir a sua voz. Precisa decidir o que fazer com o triste poder que recebeu ao ser a única testemunha de um crime que pode ter um desfecho tão injusto como seu início. Acima de tudo Starr precisa fazer a coisa certa. Angie Thomas, numa narrativa muito dinâmica, divertida, mas ainda assim, direta e firme, fala de racismo de uma forma nova para jovens leitores. Este é um livro que não se pode ignorar.

Tupac disse que Thug Life, “vida bandida”, queria dizer “The Hate U Give Little Infants Fucks Everybody”, ou “o ódio que você passa pra criancinhas fode com todo o mundo”.


O Ódio que Você Semeia é um lançamento da Galera Record. Escrito pela autora Angie Thomas vencedor do Newbery Honor Award e primeiro lugar nos mais vendidos do New York Times, assim como é adotado em diversas escolas nos EUA.

Mas é engraçado como funciona com os adolescentes brancos. É maneiro ser negro até ser difícil ser negro.

Um sorriso grande e largo se abre no rosto da Sra. Rosalie. Ela estiva os braços, e eu vou até o abraço mais verdadeiro que já recebi de alguém que não tem parentesco comigo. Não tem piedade no abraço. Só amor e força. Acho que ela sabe que preciso das duas coisas.

A história acompanha a adolescente Starr. Ela e Khalil, seu melhor amigo, saem de uma festa e são parados por uma viatura da polícia durante a noite. Starr aprendeu desde cedo como uma pessoa negra deve se comportar frente a um policial: sem movimentos bruscos, mãos onde ele possa ver. A triste realidade do que o ódio e o julgamento podem fazer por causa da cor da sua pele. Um movimento errado, uma suposição e Khalil é assassinado, deixando para trás o trauma na garota e o peso da injustiça. Starr é a única testemunha do crime, e precisa aprender a própria voz para clamar justiça antes que as investigações levem a culpa para cima do garoto.

As despedidas doem mais quando a outra pessoa já partiu.

Dou uma risada e roubo umas balas dela. O namorado de Maya, Ryan, por acaso é o único outro menino negro do segundo ano, e todo mundo espera que a gente fique junto. Porque, aparentemente, se nós somos só dois, temos que participar de alguma porra estilo Arca de Noé e fazer par para preservar a negritude do nosso ano.
A primeira vez que ouvi sobre esse livro foi no canal | All About That Book | eu fico aprensiva de ouvir resenhas por medo de ter algum spoiler e perder o encantamento de ler a história. Eu tive um presentimento bom ouvindo a resenha da Mayara e desde então, quis adiquirir o livro.

– Mas Khalil não ficou parado, ficou? – diz ela.– Ele também não puxou o gatilho contra ele mesmo.


Isso é a suposta arma – explica a Sra. Ofrah. – O policial Cruise alega que a viu na porta do carro e supôs que Khalil estava indo pegar. O cabo era grosso e preto o bastante para ele supor que era uma arma.– E Khalil era preto o bastante.

É um tipo de leitura que te causa impacto nas primeiras páginas... Não é um livro fácil, não é uma história simples. É a realidade sem maquiagens. É a ficção descrevendo cada detalhe sobre o mundo em que vivemos, expondo os muitos lados dele - e um desses lados é corroído pelo ódio, pela discriminação, pelo preconceito. É impossivel não se indentificar com Starr independente da cor da pele  as suas açoes e o seu comportamento são julgados pela cor da sua pele. Starr vive a mesma realidade que muitos outros jovens. Khalil foi assassinado pela mesma realidade que a de muitos outras vítimas. 

A narrativa bem humorada de Angie se torna um humor ácido com os acontecimentos pesados que a trama explora, a profundidade é o ponto-chave do livro. Na leitura percebo que temos muitos jovens como Kallil onde as suas vozes foram caladas... Porém, felizmente temos muito jovens como Starr que lutam contra essa realidade todos os dias e que não deixaram calar a sua voz que é a arma mais poderosa contra qualquer injustiça.
Às vezes, você pode fazer tudo certo, e mesmo assim as coisas dão errado. O importante é nunca parar de fazer o certo.


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17 de novembro de 2017

ENTREVISTA COM A AUTORA: Jessica Cluess (Uma Chama Ardente e Brilhante)





Livro:Uma Chama Ardente e Brilhante
Autora: Cluess, JessicaEditora: Galera RecordPáginas: 336



Em poucas palavras, como foi o caminho do manuscrito para a publicação de Uma Chama Ardente e Brilhante?

JC: Depois de terminar a edição, tentei vender o livro por cinco meses, sem resultado. Até que uma semana depois de enviar minha proposta para ele, o homem que se tornou meu agente me ofereceu representação. Depois disso, polimos o manuscrito por vários meses antes de finalmente colocá-lo em submissão. Isso foi perturbador, mas fiquei feliz por termos trabalhado nisso por tanto tempo, porque realmente valeu a pena. Tivemos uma oferta depois de quase duas semanas de submissão e o livro foi a leilão depois disso. Todo esse processo durou aproximadamente dois anos, desde o primeiro dia em que sentei para escrever o livro, até o dia em que obtivemos a oferta para publicar. Parecia muito tempo na época, mas agora passou como um furacão.

Que conselhos você tem para jovens escritores que estão lutando no primeiro rascunho de um livro de fantasia?

JC: Acima de tudo, especialmente quando é fantasia, digo que é melhor escrever um rascunho bagunçado e estranho, com algo apaixonado e emocionante em todas as páginas, ao invés de escrever um rascunho limpo e perfeitamente projetado, que você não sente qualquer coisa para. Na verdade, é mais fácil editar o resultado estranho, porque pelo menos você conhece os sentimentos que deseja evocar. No fim das contas, basta fazer isso. Não há o que editar se você não escrever.

Quais livros, autores ou filmes que mais a influenciaram quando você escreveu Uma Chama Ardente de Brilhante?

​JC: Minha maior influência foi o Jonathan Strange e o Sr. Norrell, de Susanna Clarke. Eu descrevo esse livro como o Senhor dos Anéis, de Jane Austen, e é isso mesmo. Se você ama uma comédia de maneira misturada com um sistema mágico ultrajantemente interessante, vai curtir.

Qual a sua memória favorita do Clarion Workshop*?

​JC: A guerra com pistolas de água que tivemos com Robert Crais e Kim Stanley Robinson. Há uma foto minha atirando nas costas de Stan, enquanto ele foge. Está entre as cinco fotos favoritas da minha vida.

​Quantas histórias você escreveu no Clarion e o que aconteceu com elas?

JC: Eu escrevi cinco histórias, porque durante a primeira semana revisamos uma delas para submissão. A verdade é que nada mais veio dessas histórias, em grande parte porque não sou realmente uma escritora de contos. Muitas das pessoas no programa já eram mestres em escrever histórias curtas, então eu tive que correr atrás. Um deles já tinha até ganhado um prêmio Nebula** por seus contos! Pretendo dar uma olhada e talvez tirar um romance de alguns deles; minhas histórias sempre foram mais longas.

Fonte: http://www.sarenaulibarri.com/blog/interview-with-jessica-cluess-author-of-a-shadow-bright-and-burning




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24 de outubro de 2017

T de TAG: TAG LITERÁRIA DE HALLOWEEN



Hoje é Terça- Feira.E nas terças, teremos o T de TAG que consiste em colocar aqui, as tag´s na qual eu fui tagueada(ou não).


Hoje o T de TAG é um post especial e coletivo de Halloween. Essa TAG foi criada pela Claice do blog Sai da Minha Lente e Vanessa do blog Sabor Absinto.

1. Fantasma: Aquele livro que explodiu no lançamento, mas hoje ninguém mais ouve falar;



Eu soube do laçamento do livro A culpa nas estrelas em um evento literário da Ed. Intrínseca no inicio de 2013. Na época, explodiu resenhas e vídeos sobre o livro e logo depois veio o filme explodiu em elogios&criticas hoje em dia serve  como um "..."  Pois todos os outros livros que são escritos pelo Jonh Green tem escrito "do mesmo escritor de A Culpa das Estrelas".

2. Frankstein: Um personagem que todo mundo acha que é um monstro, mas você sabe que no fundo ele é só incompreendido;


No  livro Auggie&eu temos a chance de saber o que se passa na cabeça do personagem mais controverso do romance: Julian, o menino que lidera a cruzada de bullying contra Auggie. No capítulo do Julian R. J. Palacio faz uma comovente incursão no mundo de uma criança que tem o coração muito maior do que seus atos de bullying e crueldade podem fazer mostrar, mas precisa de ajuda para enxergar isso.

3. Morcego: Um livro que você passou a madrugada lendo;



Quando eu comecei a ler o livro Extraordinário eu me identifiquei demais com o Auggie e sobre a sua vivencia de bulling na  escola... Eu passei  o dia e a madrugada inteira lendo esse livro.

4. Zumbi: Uma leitura que você achou difícil e teve que forçar o cérebro para conseguir entrar na história;


Eu estou achando a leitura do livro A longa viagem a um pequeno planeta hostil um pouco difícil e tenho que forçar o cérebro para conseguir entrar na história.

5. Bruxa: Um personagem difícil de se relacionar; 


Esse livro foi um pouco "abóbora" também pois, eu fiquei com uma expectativa grande para ler... A personagem Ladislav Dragwlya, ou apenas Lada foi uma personagem dificil de se relacionar pois, a história foi mal escrita fiquei cricri com a leitura.

6. Múmia: Um livro que você enrolou para ler;


Eu comecei o esquenta da MLI2017 com o livro Em Algum Lugar nas Estrelas, da Clare Vanderpool que estava "mofando" na minha bolsa á alguns meses... O começo foi um pouco lento, tentando administrar as saídas do final de semana (Aniversário de criança) e lêr ao mesmo tempo, mas no final das contas percebi que tinha atingido a minha meta pessoal de 100 paginas por dia e levei dois dias para ler o meu primeiro livro. Eu tirei proveito dos Sprints que aconteciam nas redes sociais e os chats do aplicativo da MLI 2017 para dar um pouco mais de gás na leitura.

7. Esqueleto: Aquele lançamento que você cansou de esperar;




Depois da decepção do Teorema... eu fiquei com um pouco de receio de ter muitas espectativas com os livros do John Green. Pretendo ler esse livro no próximo mês.


8. Abóbora: um livro que você achou que ia ser maravilhoso, mas virou abóbora no meio do caminho;




Teorema Katherine é uma Leitura sofrível! No decorrer do livro veio à pergunta “tem certeza que é o mesmo autor?” fiz algumas tentativas nos dias anteriores, mas a leitura não engrenava só não abandonei a leitura, pois queria comprovar a ruindade do livro... Algumas partes animam, que Colin fala sobre constelações e sobre a importância que é para ele como um garoto prodígio fazer a diferença no mundo tem sacadas realmente bacanas no decorrer da historia...


Feliz Halloween!!! 
e muitas gostosuras e travessuras para todos vocês!

4 de setembro de 2017

Canção de Segunda: 5 músicas para você ouvir enquanto lê

vocês gostam de ouvir música enquanto estão lendo um livro? Eu usava essa técnica para estudar em casa a musica me ajudava na concentração... Ultimamente, eu faço as minhas leituras ouvindo música (Obrigada Darkside!). Isso me ajuda a me desligar do mundo lá fora e entrar no universo do livro. No #cançãodesegunda vou compartilhar aqui com vocês as 5 músicas que eu mais escuto enquanto estou lendo:

5 músicas para você ouvir enquanto lê 


01. Edson Zampronha - Sonora

Edson Zampronha é brasileiro, compositor de música clássica contemporânea tem atraído a atenção de um público amplo, como resultado de seu arduo trabalho na música. Sua sonoridade e suavidade tem atraído ouvidos de todas as partes do mundo, atualmente, faz imenso sucesso na Itália.



02. Mozart - Sinfonia de Nº 20


Johannes Chrysitimus Wolfgangus Theophilus Mozart foi um compositor prolífico e influente compositor austríaco que viveu durante a transição do Classicismo para o Romantismo (Século XIX). Desde sempre Mozart se mostrou um forte concorrente na música clássica, chegando a apreender violino e teclado aos sete anos de idade, e compondo sua primeira sinfonia aos cinco. Sua composição mais conhecida é sem sombra de dúvida a sua composição de número vinte. Ouça:




o3. Billie Holiday - All of me

Eleanora Fagan Gough (Filadélfia, 7 de abril de 1915 — Nova Iorque, 17 de julho de 1959), conhecida pelo nome artístico Billie Holiday ou Lady Day, foi uma cantora e compositora estadunidense de jazz. Ela é considerada a maior de todas as cantoras do jazz.



04. Louis Armstrong - La Vie En Rose

Louis Daniel Armstrong (Nova Orleans, 4 de agosto de 1901 — Nova Iorque, 6 de julho de 1971) foi um cantor (tenor) e instrumentista (trompetista, cornetista, saxofonista), que foi considerado "a personificação do jazz".[1] Louis Armstrong é famoso tanto como cantor quanto como solista, com seu trompete.





05. Jack Johnson - Upside Down 
eu lembro dessa musica por causa do macaquinho no clipe.

Jack Hody Johnson (Honolulu, 18 de maio de 1975) é um cantor, compositor e surfista americano. Cresceu na Baía Norte de Oahu, no Havaí, e atualmente vive em Haleiwa. Antes de lançar o seu primeiro álbum de estúdio, Jack Johnson fazia filmes de surfe. Por ser um surfista e músico, seu estilo é erroneamente classificado como surf music, um subgênero rock surgido nos anos 60




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30 de agosto de 2017

RESENHA: ECOS - PAM MUÑOZ RYAN


ECOS,é um lançamento da DarkSide Books, é a primeira Editora do Brasil dedicada ao terror e à fantasia A editora criou uma coleção Darklove com histórias sobre a força feminina na literatura. Escrito pela autora Pam Muñoz Ryan, uma norte-americana com dezenas de premiações. Ecos por exemplo tem 8 premiações nas costas. Vencedor do Newbery Honor Award e primeiro lugar nos mais vendidos do New York Times, A autora escreve livros especialmente voltados para o público infanto-juvenil, mas suas histórias apaixona todas as gerações de leitores.

A Segunda Guerra Mundial, foi um dos grandes momentos da história da humanidade e tem servido de inspiração para autores de muitas gerações, e provavelmente continuarão sendo ao longo da história. Essa guerra durou seis anos, mas teve toda uma preparação até chegar ao estopim, e foi tão intenso, como se tivesse durado séculos: E sabe o que provoca essa inspiração? A intolerância humanitária e o grande número de pessoas mortas. O livro ECOS, se debruça sobre esse momento vergonhoso da humanidade. São histórias que facilmente poderiam ter acontecido na época da Segunda Guerra Mundial. Porém, ela coloca uma pitada de realismo mágico, pronto para nos fazer rir, torcer, chorar.


Ecos (Echo)
Autora: Pam Muñoz Ryan
Editora: Darkside Books
Ano: 2017
Classificação:⭐⭐⭐⭐⭐




“ Seu destino ainda não está selado. Até na mais sombria noite uma estrela brilhará, um sino soará, um caminho será revelado.

Tudo começa, 50 anos antes da segunda Guerra Mundial, Otto estava em uma floresta em algum lugar do mundo brincando de "Pira se esconde" (esconde-esconde), até que ele se perde na floresta e começa a ler um livro "A 13º Gaita de Otto Mensageiro" que comprara de uma cigana momentos antes. A história do livro é uma fábula, que discorre sobre três irmãs chamadas Eins, Zwei e Drei. Um, Dois e Três. Três princesas que foram abandonadas na floresta por seu pai, um rei que queria ter um filho homem que pudesse herdar o seu reino. As três princesas tinham uma relação intensa com a música, algo brilhante, único. Após a morte do rei, o irmão das princesas que agora era rei, decide ir encontrá-las. Entretanto, uma bruxa amaldiçoa as jovens garotas da seguinte maneira:
"Chegaram aqui por uma mensageira.Devem partir da mesma maneira.De forma humana não sairão.Seus espíritos como o vento soprarão.Salvem uma alma à beira da morteOu aqui definharão á própria sorte." (Prólogo)
Após ler sobre a maldição, o jovem Otto começa a perceber que está tarde e que ninguém consegue acha-lo. Ele triste com a possibilidade de não voltar para casa, começa a entrar em pânico. Porém, três jovens garotas, semelhantes a do livro se aproximam e começam a acalenta-lo e ao fim lhe entregam uma gaita. Ao longo dos anos, o instrumento chega à mão de novos donos: 

1. Friedrich, que nasceu com uma mancha no rosto de nascença vê o sonho de se tornar músico interrompido pela ascensão do nazismo;

2. Mike Flanery, um jovem pianista prodígio que vive num orfanato e luta para não ser separado do irmão caçula;

3. Ivy Maria Lopes, uma filha de imigrantes mexicanos que cuidam de uma casa de japoneses enviados a um campo de concentração dentro dos Estados Unidos, durante a Segunda Guerra Mundial. 


OUTUBRO DE 1933 - TROSSIGEN, BADEN-WÜRTTEMBERG - ALEMANHA 


A história avança, agora para a época da Alemanha Nazista. Hitler acabara de se tornar chanceler e o Nazismo começa a se estabelecer naquele país. Conhecemos a história do jovem Friederich, ele tinha uma pequena deficiência em seu rosto, o que acabou afastando-lhe dos estudos. Seu pai e tio trabalhavam em uma fábrica de Gaitas, e ele então começou a ir até lá. Os operários gostavam bastante dele, gostavam de ensina-lo, visto que ele não ia à escola. Um dia, ele circulando pela fábrica, encontra uma gaita diferente das outras. Foi amor á primeira vista. E toda vez que ele tocava com essa gaita, todos ao seu redor eram possuídos por uma chama de amor única. 

Porém, as coisas não estavam ficando boas na sua família. sua irmã mais velha entrou para a juventude Hitlerista e seu pai que achava que aquilo não casava com seus princípios e acabou sendo preso. Então, seu tio pensou num plano de fuga. Será que iria dar certo? 



JUNHO DE 1935 - CONDADO DA FILADÉLFIA, PENSILVÂNIA - ESTADOS UNIDOS 

A história segue para dois anos depois, agora nos Estados Unidos, onde muitos jovens iam parar em orfanatos, ou abrigos religiosos, entre eles, os irmãos Mike e Frankie, que depois de perder seus pais, sua vó os criou, ensinando-lhes música. Porém ela ficou muito velha e não tinha mais condições de cria-los, levando-os a um único abrigo da região que possuía um piano. Eles não queriam se separar, porém tudo estava congregando para que isso ocorresse, até porque a diretora do abrigo queria que o irmão mais velho trabalhasse e se o mais novo não fosse adotado, ia para um orfanato estadual, que era muito pior do que o lugar em que eles estavam. 

Mas parece que a sorte viria aos jovens, que acabaram sendo adotados. Como eles não tinham vestimentas, em um dos dias saíram para compra-las e pararam numa loja de música. Lá, Mike encontrou uma gaita única e diferente de tudo que tinha visto e levou-a pra casa. Toda vez que ele tocava, as almas das pessoas se remexiam de tanta beleza em cada nota entoada. Era única. Tudo para esses jovens pareciam estar bem, na verdade, quase tudo, visto que a pessoa que os adotou parece que não queria eles por lá. E agora?



DEZEMBRO DE 1942 - SUL DA CALIFÓRNIA - ESTADOS UNIDOS 


Agora a história avançou para dentro da Segunda Guerra Mundial, pouco depois do ataque dos japoneses a Pearl Habor. Muitas pessoas morreram, e o ódio pelos japoneses crescera entre os americanos, mesmo aqueles que lutavam junto com eles na Segunda Guerra Mundial. Com isso, muitos japoneses que possuíam terras nos Estados Unidos, ou eram obrigados a vender, ou entregavam a norte americanos e eram enviados a campos de concentração (Sim, nos Estados Unidos também haviam campos de concentração, apesar de ser de outra perspectiva). Nesse contexto, a família de Maria Lopez, imigrantes mexicanos, foi enviada para o sul dos Estados Unidos para cuidar das terras de uns japoneses que foram para o campo de concentração e o mais jovem da família oriental, foi enviado para ajudar na guerra. 

A proposta é que se a família cuidasse bem da terra, poderia ficar com uma parte dela. E assim conhecemos mais desses imigrantes mexicanos, e de Ivy Maria Lopez, uma garotinha que vivia no mundo da lua, mas que tinha um amor enorme pela música. Certo dia, ela encontrou uma gaita especial, antes de se mudar para o Sul da Califórnia. Quando ela tocava, os corações das pessoas ao seu redor se acalentavam. Inclusive o do seu irmão que também foi enviado para guerra. 

A vida dessa família parecia que tinha melhorado, apesar de que ela estudava em um anexo da escola principal da cidade, por ser imigrante, muito comum naquele período. Porém, isso não impedira dela tentar fazer parte da orquestra da escola que ficava no prédio principal. Ou seja, esse não era um grande problema para ela. Pior, era o fato deles cuidarem de uma terra de japoneses. Afinal, era comum eles chegarem e verem tudo revirado, com pichações que diziam "voltem para seus países japoneses". E por mais que eles tentassem, as pessoas depredavam aquele local. Então, eles tinham medo de que quando o dono daquela terra voltasse da guerra, não assinasse o documento e os expulsasse de lá, achando que eles não tinham cuidado direito. Ou ainda, eles tinham mais medo de que a população local, arranjasse um pretexto para tirar aquelas terras da mão dos japoneses (Se fosse descoberto alguma coisa que indicasse espionagem, isso acontecia). Será que aquela guerra iria trazer uma instabilidade eterna para os Lopez?

Personagens com dramas diferentes, mas um amor transformador pela música. Cada um à sua maneira, eles são afetados pela magia das três irmãs.


Antes de escrever sobre as minhas conclusões do livro Ecos quero escrever sobre a minha primeira experiência sensorial proposto pelo Turista Literário "uma experiência sensorial única que leva o leitor para uma viagem pelo universo literário onde um livro é ambientado".


➡️ Item para estimular a visão 👀 Livro: Ecos, de Pam Muñoz Ryan;⠀
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➡️ Item para estimular o olfato👃 e o tato 👋 Gaita mágica - cordão | O pessoal do Turista materializou uma versão da gaita que une todos os períodos da história para que possamos sempre levá-la e lembrar seu significado. Para estimular o olfato e o tato, o cordão está repousado em cima das cascas do tipo de árvore conífera que compõem a Floresta Negra;⠀
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➡️ Item para estimular o paladar 👅 Bolo de Tentativa | o item se remete à uma passagem do livro, onde a personagem conta que seu pai insistia que todos comessem bolo depois de grandes testes e antes do resultado, para comemorar a tentativa; Eu inclui um chá para tomar enquanto eu comia um bolinho.

➡️ Item para estimular a audição 🎧 Playlist no Spotify; A darkside foi a editora pioneira em criar uma playlist para cada livro com musicas que ajudam ambientar a história. Eu sempre gostei de ouvir musica enquanto estou lendo escolhia surf-music por ter uma melodia mais calma... Ouvir blues enquanto faço as minhas leituras é uma experiência única!

➡️ Souvenir de viagem 💝 Fones de ouvido (melhor item!); Para acompanhar toda a viagem onde a música move a vida dos personagens. No mês passado, o meu headphones estragou e estava usando o meu fone reserva (rosa escândalo).

➡️ Conteúdos extras 💏Entrevista exclusiva com o autor e mais informações a playlist do mês e itens da malinha.

Ao terminar cada história o coração fica apertadinho... Deixando o leitor com um ponto de interrogação (?) até o final das três histórias a própria autora falou sobre a dificuldade de tecer ambas. Geralmente eu leio nas madrugadas e ficava aflita a cada final de capitulo. chorei com os personagens: FriedrichMike Flanery e seu irmão caçula; e Ivy Maria Lopes. Pois histórias como essas ocorreram na vida real, que a segunda guerra foi capaz de dizimar famílias, levar crianças ao sofrimento dos campos de concentração, ficarem órfãs, não terem escolhas.

Porém, a autora  conseguiu integrar três coisas maravilhosas nesse livro: Música, História e Realismo Fantástico. A melodia  das musicas clássicas estiveram no decorrer da história de cada personagem do inicio ao fim.

A literatura nada mais é que  Histórias que tocam em nossas almas, apertam nossos corações e entregam ele renovado, revigorado. Pronto para as nossas jornadas da vida.  E isso a coleção Darklove sabe fazer "horrivelmente" bem.

E essa edição da Editora Darkside Books dá um toque especial. Com a capa fazendo referência a floresta onde as jovens estavam trancafiadas, quase como um convite para nós leitores entrarmos na história, além dessa coloração de laranja neon, especial para a edição, que é quase impossível de não notar esse livro em qualquer lugar. Sem contar a diagramação, páginas que separam os capítulos e a partitura de algumas músicas citadas no livro.


ECOS é o terceiro livro da coleção Darklove que leio. Diferente dos outros livros a autora quebra seu coração em pedacinhos três vezes e te deixa com um ponto de interrogação (?) até o final das três histórias a própria autora falou sobre a dificuldade de tecer ambas. Geralmente eu leio nas madrugadas e ficava aflita a cada final de capitulo. A autora consegue se redimir no ultimo capitulo tecendo um grande final para os personagens FriedrichMike Flanery e seu irmão caçula; e Ivy Maria Lopes. O resultado foi um final digno de um grande espetáculo de sons.

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