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25 de março de 2019

Resenha: Luna Clara & Apolo Onze





Luna Clara & Apolo Onze
Ano: 2002 / Páginas: 328
Idioma: português 
Editora: Salamandra


Sinopse: O livro conta duas histórias paralelas. De um lado, em Desatino do Norte, está Luna Clara, uma menina de doze anos que mora com a mãe e nunca viu seu pai. Os pais se perderam logo após o casamento e nunca mais se encontraram. Luna passa todos os seus dias esperando na estrada seu pai chegar, trazendo com ele a chuva. De outro lado, em Desatino do Sul, está Apolo Onze, filho de Apolo Dez. A cidade de Apolo Onze está em festa há treze anos, desde o dia do seu nascimento. Todos na cidade se revezam entre o trabalho (afinal não é nada fácil organizar uma festa dessas), o descanso e as brincadeiras da festa. Apolo tem desejos de desejos, nunca descobriu nada no mundo que desejasse, mas quer descobrir. As vidas dessas duas cidades e dessas duas pessoas (Luna Clara e Apolo Onze) vão se cruzar e gerar muitos acontecimentos. Tudo isso, graças às coincidências coloridas.

"O Exército dos Cretinos disputava com o Exército dos Idiotas um trechinho de terra que não servia para nada, a não ser como desculpa."

"O único jeito de acabar com monstros imaginários é o desprezo. Para que perder seu precioso tempo com coisas que não existiam?"

"Querer é muito pessoal
Impetuoso.
Inconsequente.
Inconveniente."

"-E se eu procurasse a minha vontade por ai? Não queria ir para Desatino do Norte não queria voltar para Desatino do Sul, mas também não queria ficar ali naquele pedaço de mundo sozinho"

"QueTolicemeuDeuscomopodesecomplicaaindamaisomundocomumaestupidezdessas?"

"Os desejos antigos devem ficar muito entusiasmados quando se realizam, a ponto de se tornarem repetitivos."

"Será que as cabeças tem gavetas?"

"Uma lembrança, uma imaginação, uma decepção, uma nova esperança, uma reflexão, um dane-se, outro, muitos, tudo fora das gavetas, numa bagunça muito maior do que a do seu quarto."

Minha opinião: Eu não lembro exatamente quando eu adiquiri esse livro... Eu lembro que a vontade de lêr esse livro veio por causa de uma indicação de alguém nessa blogosfera louca... O livro trata de histórias de amor, de amizade, de família. Trata de encontros e desencontros, do destino, de escolhas e alegrias. Tudo isso narrado com muita magia e encanto. Mesmo sendo uma leitura voltada para o publico infanto-juvenil,não é um livro de leitura fácil para qualquer público, e requer um pouco de atenção maior ao ‘plot’ para não se perder no meio de tanta confusão. Mas, vale muito a pena a leitura, devo acrescentar. Aliás, o livro traz outro ‘plus’ positivo que é o fato de possuir ilustrações muito legais nos capítulos. Elas são bem simples e até mesmo um pouco vagas, mas dizem tanto sobre aquilo que se está lendo.

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12 de dezembro de 2018

#12. 33° Feira do Livro de Florianópolis



A Câmara Catarinense do Livro – CCL - é uma entidade sociocultural e sem fins econômicos, criada com o objetivo de unir as entidades literárias e os livreiros de Santa Catarina, bem como promover e divulgar as obras dos autores catarinenses. Foi criada, em 1970, como ACEL - Associação Catarinense de Editores e Livreiros, que posteriormente deu origem à CCL. Os associados são: editores, distribuidores e livreiros, pessoas jurídicas que participam efetivamente dos eventos promovidos pela CCL. Entre as ações realizadas pela Câmara Catarinense do Livro, cabe citar a Feira do Livro de Florianópolis, com 32 edições consecutivas, a Feira Catarinense do Livro, iniciada em 2002, no início chamada de “Feira de Rua do livro de Florianópolis”, e o Concurso Literário da CCL, lançado em 2001, com a publicação dos textos vencedores.


Começa nesta quarta-feira (12) a 33ª edição da Feira do Livro de Florianópolis. O evento ocorre todos os dias no calçadão da Avenida Paulo Fontes, no Centro, até 23 de dezembro. A entrada é gratuita. Os descontos chegam a até 70%, segundo a Câmara Catarinense do Livro. 
A feira está aberta de segunda a sábado das 8h30 às 20h30 e aos domingos, das 13h às 18h. Haverá sorteio de livros diariamente. Também haverá lançamento de publicações, sessões de autógrafos e bate-papo com autores. A programação completa pode ser encontrada no site da Câmara Catarinense do Livro.

LOCAL: Av. Paulo Fontes - Centro (Em frente ao TICEN)
DATA: 12 a 23 de dezembro de 2018
HORÁRIO: 8:30 às 20:30 horas




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11 de dezembro de 2018

#11 Metas de leitura de 2018 (ou não)


A Ju do blog Desaniversários escreveu um post sobre os livros que faziam parte da sua Meta de leitura para 2018 . Pensando Nisso, eu observei que em 2018 eu comprei mais livros do que realmente me organizei na leitura desses livros. 

Hoje venho contar a vocês os livros que comprei e li ou não li e a situação de cada um desses livros... Pretendo ler esses livros que eu ainda não li ainda essa semana ou no primeiro semestre de 2019. 

Vamos falar desses livros?

Título: Aconteceu em Woodstock 
Autor: Elliot Teber 
Compre: amazon

Sinopse: Quando Jimmy Hendrix, Janis Joplin, The Who e mais 500 mil pessoas reuniram-se numa fazenda no interior do estado de Nova York para o maior show da História, não imaginavam o que levara o evento a ser realizado. Em uma narrativa emocionante e autobiográfica, Elliot Tiber, o homem que tornou possível o Festival de Música e Arte de Woodstock, conta como um problema financeiro familiar fez nascer o que foi anunciado como “uma exposição aquariana”, que defendia os ideais de paz, amor e liberdade, contra a violência da Guerra do Vietnã, durante o verão de 1969. Em Aconteceu em Woodstock, Elliot aborda dilemas pessoais, como sua sexualidade e a conturbada relação com a mãe, enquanto revela os bastidores do evento que marcou uma geração. Até a realização do festival, Elliot Tiber lutava para evitar a falência do decadente hotel da família na pequena cidade de Bethel, no estado de Nova York. Parecia uma missão impossível, pois a clientela judia que frequentava o local durante as férias havia descoberto a Flórida, e a indústria do turismo na região estava praticamente falida. 

[Situação] Eu comprei este livro na Feira do Livro do ano passado aqui em Florianópolis, e acabei não lendo. 



Título: Como Star Wars conquistou o universo: O passado, presente e o futuro da franquia multibilionária
Autor: Chris Taylor
Compre: amazon

Sinopse: Por várias gerações, Star Wars tem arrastado fãs de todas as idades aos cinemas, às lojas de brinquedos, às livrarias ― praticamente a todo lugar que se vai, Star Wars está presente como uma entidade maior do que os filmes da saga. É indiscutivelmente o maior fenômeno da cultura pop, tão abrangente em todos os sentidos que mesmo aqueles que não assistiram ao filme conhecem a figura de Darth Vader e a maior revelação da história criada pelo cineasta George Lucas. Em um trabalho jornalístico surpreendente, Chris Taylor revela segredos que até o fã mais radical desconhecia, derruba e confirma antigos mitos e rumores sobre sua produção, e dá voz a todo mundo que foi relevante na criação de Star Wars como um todo, de aliados a desafetos de George Lucas. Porém, apesar de falar sobre Star Wars, o livro vai muito além: fala sobre cinema em geral, administração, gerenciamento de marca e até determinação pessoal.

[Situação] Eu comprei este livro na Feira do Livro do ano passado aqui em Florianópolis, por apenas 1o reais! Eu ainda não li esse livro porque 600 páginas exige um pouquinho mais de tempo.


Título: Casados com Paris 
Autor: Paula Mclain 
Compre: amazon

Sinopse: A “cidade luz” já foi lar e porto seguro de muitos gênios da música, do cinema e da literatura, e a vida boêmia de Paris sempre foi o cenário perfeito para casos de amor dos mais românticos aos doentios. Acompanhando os recém-casados Hadley Richardson e Ernest Hemingway, Casados com Paris traz todo o glamour e frenesi dos loucos anos 1920, narrados de forma apaixonante e delicada por Paula McLain. Sobre o autor: Fascinada pela geração perdida da Paris dos anos 1920, Paula McLain se inspirou nas memórias póstumas de Hemingway para dar voz à sua Hadley Richardson. Além de Casados com Paris, a escritora já publicou duas antologias de poesia, uma biografia, e dois romances. Ela mora em Cleveland com a família. 

[Situação] comprei essa semana. 

Título: Uma Noite com Audrey Hepburn 
Autor: Lucy Holliday
Compre: amazon
Sinopse: A atriz Libby Lomax encontrou seu refúgio no mundo dos filmes clássicos, nos quais as deusas imortais favoritas da tela parecem oferecer muito mais romance do que a ida real. Depois de um dia terrível no set de filmagens, onde ela passou a maior vergonha de todos os tempos na frente do elenco inteiro e, pior, do astro sexy e notório bad boy Dillon O’Hara, tudo o que Libby consegue fazer é se jogar no sofá e assistir a Bonequinha de luxo pela milionésima vez. De repente, ela se surpreende ao ver a estrela do cinema, Audrey Hepburn, sentada bem ao seu lado, em seu vestidinho preto, clássicos óculos escuros e cigarrilha vintage, cheia de conselhos para dar. Mas será que Libby realmente é capaz de transformar sua vida de fracasso em um incrível blockbuster? Talvez, com um pouquinho da ajuda mágica de Audrey, ela até consiga. 

[Situação] comprei essa semana. 

Título:Confissões do Crematório - Lições Para Toda a Vida
Autor: Caitlin Doughty
Compre: amazon
Sinopse: “Uma menina nunca esquece seu primeiro cadáver.” – Caitlin Doughty Um livro para quem planeja morrer um dia. Morrer é a única certeza da vida. Então, por que evitamos tanto falar sobre ela? A morte é inevitável, sentimos muito. Mas pelo menos, como descobriu Caitlin Doughty, ficar a sete palmos do chão ainda é uma opção. ''Confissões do Crematório'' reúne histórias reais do dia a dia de uma casa funerária, inúmeras curiosidades e fatos históricos, mitológicos e filosóficos. Tudo, é claro, com uma boa dose de humor.

[Situação]: Esta ai, um livro que pretendo ler antes que o ano acabe... 



Título: Minha Vida Fora dos Trilhos 
Autor: Clare Vanderpool 
Compre: amazon
Sinopse: O que é preciso saber sobre este livro? Bem, só para abrir seu apetite literário, fique sabendo que Minha Vida Fora dos Trilhos foi escrito por ninguém menos que Clare Vanderpool, a mesma autora do encantador e mágico Em Algum Lugar das Estrelas. Ambos os livros compartilham a mesma essência: personagens muito jovens, longe de seus pais, escutam o convite da estrada, e partem em jornadas pessoais, repletas de riscos, desafios e — quem sabe? — ensinamentos. Embarque agora mesmo numa viagem que tanto pode levar você de volta à infância como ao tortuoso caminho do amadurecimento. Recomendamos sempre a companhia de um livro. Que tal Minha Vida Fora dos Trilhos, um romance capaz de despertar o lado mais aventureiro e nostálgico que existe em você?

[Situação] Eu comprei esse livro para ler durante a viagem para Piratuba/SC e acabei não tirando esse e outros livros que levei para viajar da mala ... 

Título: Tá todo mundo mal: O Livro Das Crises
Autor: Jout Jout
Compre: amazon

Sinopse: Do alto de seus 25 anos, Julia Tolezano, mais conhecida como Jout Jout, já passou por todo tipo de crise. De achar que seus peitos eram pequenos demais a não saber que carreira seguir. Em Tá todo mundo mal, ela reuniu as suas “melhores” angústias em textos tão divertidos e inspirados quanto os vídeos de seu canal no YouTube, “Jout Jout, Prazer”. Família, aparência, inseguranças, relacionamentos amorosos, trabalho, onde morar e o que fazer com os sushis que sobraram no prato são algumas das questões que ela levanta. Além de nos identificarmos, Jout Jout sabe como nos fazer sentir melhor, pois nada como ouvir sobre crises alheias para aliviar as nossas próprias!

[Situação] Eu ja vivi muito da crises da Julia e como ela mesmo diz durante as cronicas (se você não viveu ainda irá viver...) e me identifiquei bastante com esse livro .

Título: O Homem e Seus Símbolos 
Autor: Carl G. Jung 
Compre: amazon
Sinopse: A editora HarperCollins Brasil apresenta ao público brasileiro a nova edição de uma das obras fundamentais da psicanálise. Um dos livros de maior importância no progresso das ciências da psicologia analítica, nos seus revolucionários métodos atuais. O primeiro e único trabalho em que Carl G. Jung, o famoso psicólogo e filósofo suíço, explica ao leigo aquilo que constitui sua maior contribuição ao conhecimento da mente humana: a sua teoria a respeito da importância dos simbolismo. 

[Situação] Eu estou lendo muito esse livro para a Pós-Graduação em Arteterapia e usando muito para escrever a minha monografia.

Título: Só os Animais Salvam 
Autor: Ceridwen Dovey
Compre: amazon
Sinopse: Nós, humanos, achamos que somos o máximo. Mas o que temos feito com o nosso mundo? Só os Animais Salvam é um livro que tenta responder a essa pergunta de maneira inusitada. Cada um de seus contos é uma fábula moderna, narrada pela alma de um animal envolvido em mais um de nossos incontáveis conflitos e guerras humanas ao longo do último século, e suas espantosas e formidáveis histórias de vida e morte. Em meio ao caos, os animais conseguem encontrar esperança e inspiração em uma das atividades mais significativas que nossa espécie já criou: a literatura. Ceridwen Dovey reúne fragmentos e personagens da obra de escritores imortais e nos faz sonhar o sonho dos inocentes. Só os Animais Salvam.

[Situação] Eu li apenas um conto desse livro. Esse livro esta perdido na minha bolsa esperando um tempinho que eu não esteja vendo série ou me deliciando com os filmes da net now hehehe

Título: A Bruxa não Vai Para a Fogueira Neste Livro 
 Autor: Amanda Lovelace 
Compre: amazon
Sinopse: Aqueles que consideram “bruxa” um xingamento não poderiam estar mais enganados: bruxas são mulheres capazes de incendiar o mundo ao seu redor. Resgatando essa imagem ancestral da figura feminina naturalmente poderosa, independente e, agora, indestrutível, Amanda Lovelace aprofunda a combinação de contundência e lirismo que arrebatou leitores e marcou sua obra de estreia, A princesa salva a si mesma neste livro, cujos poemas se dedicavam principalmente a temas como relacionamentos abusivos, crescimento pessoal e autoestima. Agora, em A bruxa não vai para a fogueira neste livro, ela conclama a união das mulheres contra as mais variadas formas de violência e opressão. Ao lado de Rupi Kaur, de Outros jeitos de usar a boca e O que o sol faz com as flores, Amanda é hoje um dos grandes nomes da nova poesia que surgiu nas redes sociais e, com linguagem direta e temática contemporânea, ganhou as ruas. Seu A bruxa não vai para a fogueira neste livro é mais do que uma obra escrita por uma mulher, sobre mulheres e para mulheres: trata-se de uma mensagem de ser humano para ser humano – um tijolo na construção de um mundo mais justo e igualitário.

[Situação] Há esse livro... Sabe aquele tipo de leitura que fica na sua mente? Tá ai! Ele me instigou a escrever sobre as minhas dores e as alegrias; No que compreendo sobre as coisas que eu sinto e principalmente sobre as coisas que fogem da minha compreensão mesmo sentindo muito!

Título: Sejamos todos feministas 
Autor: Chimamanda Ngozi Adichie 
Compre: amazon
Sinopse: O que significa ser feminista no século XXI? Por que o feminismo é essencial para libertar homens e mulheres? Eis as questões que estão no cerne de Sejamos todos feministas, ensaio da premiada autora de Americanah e Meio sol amarelo. "A questão de gênero é importante em qualquer canto do mundo. É importante que comecemos a planejar e sonhar um mundo diferente. Um mundo mais justo. Um mundo de homens mais felizes e mulheres mais felizes, mais autênticos consigo mesmos. E é assim que devemos começar: precisamos criar nossas filhas de uma maneira diferente. Também precisamos criar nossos filhos de uma maneira diferente. "Chimamanda Ngozi Adichie ainda se lembra exatamente da primeira vez em que a chamaram de feminista. Foi durante uma discussão com seu amigo de infância Okoloma. "Não era um elogio. Percebi pelo tom da voz dele; era como se dissesse: 'Você apoia o terrorismo!'". 

[Situação] Foi o primeiro livro que li no Kindle e ele é realmente maravilhoso! Esse também foi o primeiro livro que li sobre o tema Feminismo e essa temática deixou de ser um bicho de sete cabeças na minha cachola... Acho que só deveriam ter tomado cuidado com o livro físico... Eu fui pilhadona na livraria comprar o livro e fiquei decepcionada! Mesmo sendo um livro pequeno achei o acabamento um tanto quanto relaxado.



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16 de julho de 2018

Semana 34: Livros que eu acho que todo mundo deveria ler:

Esse post faz parte do projeto 52X5 .
Explico melhor o projeto nesse post aqui.


Quando eu estava no 7° ano do fundamental tínhamos uma aula de literatura na biblioteca. Tínhamos que escolher um livro para lermos para fazer fichamento que valeria 25% da nota. As aulas de leitura na biblioteca eram as minhas preferidas e eu realmente gostava de ficar lendo. Às vezes, eu até me esquecia de prestar atenção nos papos animados das minhas amiguinhas na biblioteca... 


No projeto 52x5 dessa semana, eu irei escrever sobre as leituras que mais me marcaram nessa época:


Fonte:amanhaseradiferente
Eu li Balança Coração do Walcyr Carrasco quando eu estava no 7° ano do fundamental... Eu lembro que esse livro era disputadissimo entre as meninas da minha sala era a primeira vez que eu estava lendo um romance. A narrativa era sobre um romance entre Malu uma vegetariana radical e João um carnívoro convicto, ois jovens muito diferentes em sua forma de viver, mas iguais em seus sonhos e suas descobertas. é impossível não se apaixonar por esse casal tão diferentes.



O livro que mais me marcou veio em 1999 (um ano antes do que relatei acima...). O tal livro é Pretinha, eu? do autor Júlio Emílio Braz esse livro foi indicação de uma professora de português para a aula de leitura. Eu tinha 13 anos nessa época e tinha recém mudado de escola por motivos de saúde... Sofri Bullying todos os dias do ano que estudei no colégio T. Sofria todos os tipos de agressões; intencionais, verbais e psicológicas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. No meu caso, por exemplo, a crueldade veio também por parte dos adultos professores da época “Ela parece à pretinha da história...” reforçando apelidos e motivos de chacota se eu já não tivesse motivos e não sofresse o suficiente.



Depois daquela viagem, Diário de bordo de uma jovem que aprendeu a viver com AIDS. No tom coloquial próprio dos jovens, Valéria Polizzi relata com bom humor e descontração as farras com a turma de amigos, a dúvida entre "ficar" ou namorar, o despertar da sexualidade, a angústia diante do vestibular e muitas coisas que atormentam qualquer adolescente. Tudo isso seria perfeitamente natural se não fosse por um pequeno detalhe que iria fazer uma enorme diferença: Valéria contraiu AIDS aos 16 anos.

A autora mostra como, de repente, por causa de quatro letrinhas, sua vida passou por uma reavaliação radical. Ela expõe, sem meias palavras, como a doença mexeu com sua cabeça e com os seus sentimentos, ficando claro a sua resolução de preservar sua condição de ser humano a qualquer custo.
pausaparanerdices


A Droga da Obediência é o primeiro livro da série de personagens os Karas. Tive acesso à este livro no ano 2000, quando estava na 6ª série do Ensino Fundamental. Eles são um incrível grupo de adolescentes que proporcionam toda a aventura desse ótimo livro criado pelo prestigiado Pedro Bandeira."O grupo, criado como uma brincadeira por Miguel - agora com seu mais novo integrante, Chumbinho - acaba se envolvendo em um perigoso enredo com a droga da obediência, uma droga maléfica que faz com que os adolescentes fiquem apáticos.



O livro Extraordinário foi lançado em 2013. Quando eu li esse livro ainda na  pré-estreia...  Um sentimento de gratidão invadiu a alma! É impossivel não se sensibilizar com a história de Auggie Pullman, um garoto que sofre da síndrome de Treacher Collins, que causa deformação facial.

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12 de dezembro de 2017

Blogmas #12: Unboxing Turista Literário - Tartarugas até lá embaixo


Turista Literário é um serviço de assinaturas que tem crescido bastante nos últimos tempos. As caixinhas promovem uma verdadeira imersão sensorial na historia e todos os meses o conteúdo é surpresa, a única certeza é de que o livro será um Young Adult recém lançado.
No site há a aba "dica do livro", onde eles dão pistas sobre o livro do mês. E para o mês de novembro as dicas eram: 1) Livro lançado na primeira quinzena de outubro; 2) Escrito por um autor muito querido pelos leitores; 3) Se passa nos dias de hoje.

Sinopse: A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). 

Repleto de referências da vida do autor – entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o TOC, transtorno mental que o afeta desde a infância –, Tartarugas até lá embaixo tem tudo o que fez de John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses.

Capa

Livro:Tartarugas até lá embaixo

Autor: John Green
Editora Intrinseca






O que veio na malinha do mês?



➡️ Item para estimular a visão 👀Livro: Tartarugas até la embaixo- Jonh Grenn

/kamilla.neto


➡️ Item para estimular o olfato👃 Criamos  uma vela aromatica com o cheiro do refrigerante preferido da Aza . Dr Pepper, que é uma espécie de Coca Cola sabor cereja parecido com o Chery Coke dos anos 80 - 90

/kamilla.neto

➡️ Item para estimular o 👐 Cofre de Cereais do Sr. Davis - Materializamos a caixa de cereais que o Sr Davis curiosamente usa para guardar suas economias. Será esse segredo para ser um bilionário? Quem sabe assim você também começa a poupar e um dia chega lá!

/kamilla.neto


➡️ Item para estimular a audição 🎧 Playlist no Spotify

➡️ Souvenir de viagem 💝Estojo ou case- Não é preciso  estar no ensino médio como a Aza para aproveitar  este estojo com a arte exclusiva para nós turistas 

/kamilla.neto

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➡️ Conteúdos extras 💏 Entrevista exclusiva com o autor e mais informações a playlist do mês e itens da malinha.




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11 de dezembro de 2017

Blogmas #11: Entrevista com o autor: Jonh Grenn




Como você quis descrever Indianápolis, onde você nasceu e agora vive?

JG: Minha esposa, Sarah e eu vivemos lá há 10 anos e eu adoro isso. Eu queria escrever sobre isso do jeito que penso que a maioria dos adolescentes se relaciona com suas cidades natais - eles têm um certo carinho pelo lugar de onde são, mas eles vêem com grande clareza o que há de errado com o lugar de onde eles são.

De onde veio essa história? Como você chegou com a idéia de ter um bilionário fugitivo para impulsionar a ação?

JG: Eu queria escrever uma história de detetive sobre um detetive cujo transtorno cerebral não o ajuda. Porque há tantas histórias de detetive sobre pessoas obsessivas que são detetives brilhantes por causa de sua obsessão e minha experiência com obsessão tem sido mais ou menos o oposto completo. Eu queria escrever uma história de detetive onde o enredo continua sendo interrompido pela incapacidade dessa pessoa de viver no mundo da maneira que ela quer. E então eu precisava de algum mistério grande, um tanto fantástico. Eu também queria escrever sobre as formas em que diferentes tipos de privilégios se cruzam na vida das pessoas e as formas em que eles te cegam.

Você foi extremamente aberto ao falar sobre suas próprias lutas com doença mental. Como foi escrever sobre o tipo específico de TOC e a ansiedade que você sofre?

JG: Eu tive que escrever com uma distância suficiente de mim mesmo para que isso fosse OK, para que eu me sentisse seguro. E então, Aza tem um foco diferente de suas preocupações obsessivas e dos comportamentos que ela usa para gerenciá-los. Ainda não posso falar diretamente sobre minhas próprias obsessões. A palavra gatilho se tornou tão amplamente usada na cultura popular, mas qualquer um que experimentou um ataque de ansiedade sabe o quanto eles o querem evitar. Foi realmente difícil, especialmente no início, escrever sobre essa coisa que era uma parte tão importante da minha vida. Mas, de outra forma, era realmente empolgante porque sentia que se eu pudesse dar forma ou expressão, eu poderia olhar para isso e eu poderia falar sobre isso diretamente, em vez de ter medo disso. E uma das principais coisas que eu queria fazer no livro era mostrar quão solitário pode ser viver com doenças mentais e também o quão difícil pode ser para as pessoas que estão à sua volta, porque você acaba se isolando.
Você enfatiza a idéia de que não há cura mágica para doenças mentais ao longo do livro. Por que foi importante para você transmitir essa mensagem?

JG: Nós realmente gostamos de histórias que envolvam a conquista de obstáculos e sejam sobre a vitória sobre a adversidade. E eu também adoro essas histórias. Só que essa não foi a minha história com doenças mentais e eu realmente não queria que fosse a da Aza. Para mim, não é algo que eu espero vencer na minha vida. Não é como uma batalha que eu espero ganhar. É algo com o qual eu espero viver e ainda ter uma vida plena.

O que te inspirou a usar as Tartarugas até lá embaixo - uma anedota que ilustra o problema com uma regressão infinita - como uma metáfora para a luta de Aza?

​JG: Eu amo essa história. Quando o ouvi pela primeira vez, eu era estudante universitário. Eu pensei que era sobre o quão estúpida é a superstição e como a ciência é certa e todos os outros estão errados. E agora percebo - ou penso agora - que esse não é o ponto da história. O ponto da história é que o cientista está certo, mas a velha disse que o mundo está apoiado em tartarugas por todo o caminho infinitamente, ela também está certa. Ambos estão certos, porque, obviamente, o mundo é uma esfera - não sou como um terraplanista ou algo assim - mas o mundo também são as histórias que contamos sobre ele. As histórias que contamos são importantes. Elas moldam o mundo real e moldam nossas vidas reais. Então, isso é muito útil para mim ao pensar sobre porque eu gosto de escrever e ler. Mas também é muito útil para mim, ao me lembrar de que eu tenho alguma escolha ao moldar minha própria experiência. Mesmo que eu possa ir por longos períodos de tempo onde eu não tenho controle sobre meus pensamentos e isso é assustador e desestabilizador para meu senso de si mesmo, eu tenho escolha na história da minha vida.

​Seus livros são lidos por pessoas de todas as idades. Mas como você se sente sobre a importância de incorporar questões como a doença mental em livros para jovens adultos?

JG: Eu acho que houve muitos bons livros jovem adulto sobre doenças mentais ao longo dos anos. Para mim, uma das razões pelas quais eu gosto de escrever livros jovem adulto é porque adoro compartilhar uma prateleira com os outros livros jovem adulto que estão sendo publicados agora. Eu apenas acho que é um momento realmente maravilhoso na literatura jovem adulta. Eu também gosto de escrever sobre adolescentes porque eles estão fazendo coisas pela primeira vez e é realmente intenso. E uma das coisas que eles estão fazendo pela primeira vez é fazer as grandes perguntas sobre o sofrimento e o que as coisas significam e se ter um significado é inerente à vida humana ou é algo que devemos construir.

Como você sente que este livro se encaixa na conversa atual sobre saúde mental e o impulso de muitos para desestigmatizá-la?

JG: Eu acho que algum progresso foi feitos na desestigmatização da doença mental. Penso que ainda há muitos estigmas no local de trabalho. Acho que infelizmente ainda há muitos estigmas em torno da contratação. Eu não sou um psicólogo, definitivamente não sou um especialista nestas coisas, mas um dos problemas com a estigmatização é que isso gera um isolamento. E eu realmente espero que possamos continuar a derrubar isso porque lembro-me de como eu sentia no ensino médio e era uma grande parte do que o fazia tão difícil de suportar.

Este é o segundo livro consecutivo que você escreveu a partir de uma perspectiva feminina. O que você acha mais desafiador sobre escrever personagens com os quais você não se identifica diretamente?

JG: Bem, sempre é um desafio. Qualquer personagem é uma espécie de pulo em empatia. Toda vez que você escreve da perspectiva de um personagem fictício, você está imaginando o que é não ser você. E essa é uma das coisas que eu amo sobre a escrita de ficção porque eu senti como uma fuga do meu cérebro, o que muitas vezes não é um lugar muito agradável de se estar. Espero que [Aza] pareça real às pessoas.

E você também teve essa grande amizade feminina entre Aza e Daisy neste livro.

JG: Sim, eu realmente queria escrever sobre amizade. Eu queria escrever sobre todos os diferentes tipos de amor que podem sustentá-lo e apoiá-lo. O amor romântico é aquele em que nos concentramos mais em nossa conversa cultural e certamente é muito importante para muitas pessoas. Mas para muitas pessoas, outros tipos de amor são os mais importantes. Quando eu estava no ensino médio, era o amor de meus amigos que me fez continuar.

Tartarugas até lá embaixo é o seu primeiro livro desde o enorme sucesso de A Culpa é das Estrelas. Você pode falar sobre sua experiência escrevendo após esse sucesso?

JG: Enquanto eu sentia como se estivesse escrevendo uma continuação, eu não estava escrevendo. Foi uma experiência maravilhosa e um privilégio incrível de ter tantas pessoas respondendo a esse livro tão gentilmente. Isso significou muito para mim, mas também significou que, quando eu comecei a tentar escrever novamente, senti como se houvesse pessoas olhando por cima do meu ombro e isso tornou [escrever] impossível por um longo tempo. Eu acho que era impossível por uma variedade de razões. Eu também acho que tive um período de má saúde mental, que acontece às vezes. Honestamente, senti que talvez eu não escrevesse outro livro e eu tinha que estar bem com isso.

​Você pode me contar um pouco sobre como você coloca tantas referências literárias em seu trabalho? Qual é o processo?

​JG: Nesta história, eles vieram ao longo da escrita ou, em alguns casos, antes. Algumas coisas foram aproveitadas de tentativas falhas anteriores de escrever um livro. Mas, como essa frase, em Ulysses, onde Molly Bloom diz: "O Jamesy me deixe sair disso", é algo que eu disse na minha própria vida para qualquer coisa que sinto que está me forçando a pensar esses pensamentos intrusivos. Isso é algo que eu disse milhares de vezes na minha cabeça ou em voz alta.

​Há algum autor de Jovem Adulto no momento que gostaria de destacar como merecendo mais atenção?

JG: O livro de Angie Thomas O Ódio que Você Semeia está recebendo muita atenção, mas deveria ter mais. Deve ser um livro que está sendo lido, penso eu, em todas as aulas de ensino médio no país. É um livro tão especial. Eu acho que vai ser lembrado da mesma forma como hoje falamos agora sobre Vidas sem rumo. Há também um livro chamado Piecing Me Together de Renee Watson, que é um olhar brilhante sobre o papel que a arte desempenha na vida dos jovens, mas também todas as diferentes maneiras que a raça, gênero e privilégio se cruzam na vida de uma jovem realmente extraordinária. Eu tenho pensado nesse livro sem parar nos últimos seis meses.

​O que está no seu radar? O que você está lendo agora?

JG: Acabei de terminar Little Fires Everywhere por Celeste Ng, que é incrível. É tão bom. Você lê as primeiras seis páginas e você fica “isso vai ser muito bom!”. E é muito bom do início ao fim.


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