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13 de fevereiro de 2021

Meu primeiro Kindle!

Ontem, chegou o meu Kindle 10° geração. Ano passado, no inicio da pandemia e isolamento social eu virei uma leitora voraz e pensei na possibilidade de comprar um kindle... Eu não tinha nenhuma experiência com leitor digital. A não ser, os textos da faculdade de Psicologia em PDF. que eram colocados no sistema acadêmico.



Se você não conhece o Kindle, ele é um dispositivo para leitura de documentos (livros, revistas e HQs), que é leve, compacto e pode facilitar a leitura noturna e em viagens. O kindle também possui um aplicativo que você pode baixar em celular android/ios, tablet para ler os livros que comprou no site da Amazon.

Existem 3 modelos de Kindle atualmente:


Novo Kindle 10ª geração: Ele é o modelo básico e possui uma tela de 6 polegadas e resolução de 167 ppi. Possui luz embutida, 4 leds e 4GB de armazenamento interno (esse valor é usado uma parte no próprio sistema do Kindle, mas eu não vi isso como uma desvantagem muito grande já que o espaço é suficiente para cerca de 1.100 livros na memória).

Kindle Paperwhite: Esse modelo possui 5 leds e uma tela de 300 ppi. É á prova d'água, tem armazenado de 8 ou 32 GB. Por ter uma resolução melhor do que a versão básica serve para ler HQ's melhor e outros tipos de leitura no geral.

Kindle Oasis: Essa versão tem 7 polegadas e 25 leds, possui ajuste de temperatura da luz e sensor de luz adaptável. A resolução da tela é de 330 ppi, memória de 32 GB e é á prova d'água. O que difere, além dos leds, do Paperwhite é que o Oasis possui botões físicos.

Como foi o meu primeiro Kindle, eu escolhi a versão básica que já vem com a luz embutida (os anteriores não tinham) e acho que foi a melhor decisão que tomei. Eu tentei comprar na Black Friday de 2020... Porém, o meu cartão de crédito estava zoado. No meu aniversário desse ano, minha mãe resolveu me presentear com $$$ para comprar o Kindle.


O kindle custou R$ 331,55 + R$ 89,90 da capa vermelha do próprio kindle com o frete grátis. Comprei numa quarta-feira e na sexta a tarde ele já estava aqui. Veio tudo bem embalado e veio o aparelho e um cabo USB para carregar.

Minha Experiência


Logo ao desembalar o Kindle, já aparece os primeiros passos para você configurar o aparelho e é tudo fácil e fiz sem maiores problemas. Chegou com cerca de 50% da bateria e essa carga durou bastante tempo ainda.

Você pode adicionar os livros no Kindle por cabo USB, enviando por e-mail (você precisa logar no site da Amazon para ver qual é o e-mail do seu kindle e permitir os endereços de e-mails que podem te mandar livros) ou baixar pelo site da Amazon os livros que quer comprar ou do catálogo do Kindle unlimited. Os livros enviados por e-mail que não são do formato .mobi podem ser convertidos com você anexando os documentos certinhos no e-mail e no campo assunto você coloca ‘convert’ (mas lembre-se: a diagramação pode mudar).


Eu sou team papel e lombada. Eu gosto do cheiro de livro novo, gosto do amarelado de livro velho... Porém, a minha primeira experiência com a leitura pelo Kindle foi muito similar ao do livro, ele é ótimo que não dá aquela dorzinha de cabeça por estar forçando a visão.

Durante a leitura dá para ver o progresso em porcentagem da leitura, quanto tempo resta de leitura, marcar partes favoritas, dicionário. No final da leitura, aparece uma faixa sinalizando que o livro foi lido. Gente, a passagem de página funciona com um toque lateral e é bem fluído e eu amei, pois quando lia pelo celular tinha que meio que arrastar e era chato de fazer.


Eu ainda estou me adaptando com a leitura no Kindle. Eu acabei adquirido o hábito de ler de noite/madrugada na época da faculdade e pela casa estar silenciosa eu consigo me concentrar melhor. O Kindle 10° geração, possui luz embutida e por isso não cansa os olhos da pessoa que vos escreve. O preço pode parecer caro se for todo de uma vez, mas tem a opção de parcelar e se você colocar na ponta da caneta a quantidade de livros que compra por um determinado período de tempo chega no valor do Kindle, assim, você poderá ler e comprar o livro físico só daqueles que gostou muito. Outro ponto positivo é que você pode ler na luz do sol sem problema também.

Para quem está na dúvida se compra ou não um Kindle, minha dica é: compre. Você só saberá se vai se adaptar ou gostar realmente depois de experimentar. Minha experiência até então está sendo ótima e o aparelho dura anos.



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18 de novembro de 2020

Semana 34: Livros que eu acho que todo mundo deveria ler:



Encontrei o projeto 52 semanas bem bacana na Blogosfera que consiste em citar 5 respostas para cada uma das 52 perguntas abaixo, fazendo assim, um Top 5 por semana. É o projeto mais longo que eu já participei... Mas, parece ser divertido !!! Pretendo responder ao projeto todas as Quartas-Feiras. 



Quando eu estava no 7° ano do fundamental tínhamos uma aula de literatura na biblioteca. Tínhamos que escolher um livro para lermos para fazer fichamento que valeria 25% da nota. As aulas de leitura na biblioteca eram as minhas preferidas e eu realmente gostava de ficar lendo. Às vezes, eu até me esquecia de prestar atenção nos papos animados das minhas amiguinhas na biblioteca... 


No projeto 52x5 dessa semana, eu irei escrever sobre as leituras que mais me marcaram nessa época:


Fonte:amanhaseradiferente
Eu li Balança Coração do Walcyr Carrasco quando eu estava no 7° ano do fundamental... Eu lembro que esse livro era disputadissimo entre as meninas da minha sala era a primeira vez que eu estava lendo um romance. A narrativa era sobre um romance entre Malu uma vegetariana radical e João um carnívoro convicto, ois jovens muito diferentes em sua forma de viver, mas iguais em seus sonhos e suas descobertas. é impossível não se apaixonar por esse casal tão diferentes.



O livro que mais me marcou veio em 1999 (um ano antes do que relatei acima...). O tal livro é Pretinha, eu? do autor Júlio Emílio Braz esse livro foi indicação de uma professora de português para a aula de leitura. Eu tinha 13 anos nessa época e tinha recém mudado de escola por motivos de saúde... Sofri Bullying todos os dias do ano que estudei no colégio T. Sofria todos os tipos de agressões; intencionais, verbais e psicológicas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. No meu caso, por exemplo, a crueldade veio também por parte dos adultos professores da época “Ela parece à pretinha da história...” reforçando apelidos e motivos de chacota se eu já não tivesse motivos e não sofresse o suficiente.



Depois daquela viagem, Diário de bordo de uma jovem que aprendeu a viver com AIDS. No tom coloquial próprio dos jovens, Valéria Polizzi relata com bom humor e descontração as farras com a turma de amigos, a dúvida entre "ficar" ou namorar, o despertar da sexualidade, a angústia diante do vestibular e muitas coisas que atormentam qualquer adolescente. Tudo isso seria perfeitamente natural se não fosse por um pequeno detalhe que iria fazer uma enorme diferença: Valéria contraiu AIDS aos 16 anos.

A autora mostra como, de repente, por causa de quatro letrinhas, sua vida passou por uma reavaliação radical. Ela expõe, sem meias palavras, como a doença mexeu com sua cabeça e com os seus sentimentos, ficando claro a sua resolução de preservar sua condição de ser humano a qualquer custo.
pausaparanerdices


A Droga da Obediência é o primeiro livro da série de personagens os Karas. Tive acesso à este livro no ano 2000, quando estava na 6ª série do Ensino Fundamental. Eles são um incrível grupo de adolescentes que proporcionam toda a aventura desse ótimo livro criado pelo prestigiado Pedro Bandeira."O grupo, criado como uma brincadeira por Miguel - agora com seu mais novo integrante, Chumbinho - acaba se envolvendo em um perigoso enredo com a droga da obediência, uma droga maléfica que faz com que os adolescentes fiquem apáticos.



O livro Extraordinário foi lançado em 2013. Quando eu li esse livro ainda na  pré-estreia...  Um sentimento de gratidão invadiu a alma! É impossivel não se sensibilizar com a história de Auggie Pullman, um garoto que sofre da síndrome de Treacher Collins, que causa deformação facial.

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(principalmente no Snap!!):

5 de novembro de 2020

Unboxing TAG Inéditos: As Páginas Vibrantes Da América Latina - Novembro/2020



Esse ano, está sendo um ano completamente atípico, principalmente para as minhas leituras e para os meus hábitos literários (leituras coletivas online, instagram literário, escrever um conteúdo mais literário...). As voltinhas no centro da cidade era só por motivos necessários incluindo as livrarias para comprar alguns livros.

Comprei outros livros na internet com a previsão de chegada para o mês de novembro e a assinatura anual da a TAG Inéditos. Imagine receber em casa, todo mês, uma edição exclusiva de um livro surpresa escolhido não por uma prima ou um amigo, mas por um escritor de verdade, talvez até um vencedor de um Prêmio Nobel… 

Essa é a experiência oferecida pela TAG. Instalada em Porto Alegre, a empresa vem desafiando a máxima de que “brasileiro não gosta de ler” e tem conquistado cada vez mais assinantes. 



A idéia foi baseada em antigos Clubes do Livro. A renovada onda dos clubes de assinatura – vinhos, cervejas, etc. – reacendeu um sonho: trabalhar com literatura. Por que não um clube de assinatura de livros? Bastou segundos para os fundadores se lembrarem do antigo Círculo do Livro, sucesso literário das décadas de setenta e oitenta que vendia, em um modelo de assinatura, obras disponibilizadas em catálogo e cujas edições muitos ainda possuem em suas bibliotecas pessoais. 

Como funciona? 

A TAG possui uma equipe de curadoria que investiga os lançamentos que estejam fazendo sucesso entre os leitores ao redor do mundo, mas que ainda não tenham vindo ao Brasil, para trazer, em primeira mão, aos associados. 

No geral, os livros são best-sellers de leitura rápida e linguagem contemporânea, daqueles repletos de diálogos e cenas emocionantes, que fisgam o leitor desde as primeiras páginas. 

Em parceria com uma editora brasileira, é feita a tradução e o projeto gráfico e editorial. Alguns meses depois de receber o livro, o lançamento poderá ocorrer nas livrarias, mas a edição que você encontrará nas prateleiras será diferente, pois a do clube são limitadas e exclusivas aos associados.

AS PÁGINAS VIBRANTES DA AMÉRICA LATINA
NOVEMBRO/2020 


Essa foi a minha primeira experiência com a TAG. Essa caixinha de novembro é muito especial. Pois, além do livro vieram alguns mimos muito interessantes para uma boa leitura.



📕O livro do mês vem na forma de um thriller argentino, O JARDIM DE BRONZE conta a história do desaparecimento de Moira, filha de um arquiteto chamado Fabián. Ele conta com a ajuda de um detetive particular que está disposto a desvendar os mistérios e segredos desse desaparecimento. 


💝Os mimos deste mês são: um livro de passatempo temático, um pôster com ilustração da campanha, um conjunto de adesivos também personalizados e um marcador de páginas magnético! 



💝Por fim, recebi de brinde pela assinatura anual: uma case ilustrada com as cores e a decoração temática do mês e uma Luminária Led Leitura De Livros Luz Noturna Flexível Preta. 


👉Para os interessados na assinatura, tenho um CUPOM DE DESCONTO: CAMGMRLD . Esse cupom gera um desconto de 30% na primeira caixinha!




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11 de setembro de 2020

"Até a página 100...": Por Lugares Incríveis, Jennifer Niven


No inicio, desse humilde Blog... Quando eu criticava os outros blogueiros por escrever  resenhas literárias (Sim, eu vivo para pagar com a minha própria  lingua!). Eu encontrei uma TAG que se chamava "Até a página 100...".  


Quando eu comecei a ler Por Lugares Incríveis da autora Jennifer Niven.  Eu senti que precisava escrever algo mais que uma resenha literária ao terminar de ler esse livro com uma grande carga emocional no decorrer da leitura que é necessário respirar a cada final de capitulo.

Será que hoje é um bom dia para morrer?

Violet Markey tinha uma vida perfeita, mas todos os seus planos deixam de fazer sentido quando ela e a irmã sofrem um acidente de carro e apenas Violet sobrevive. Sentindo-se culpada pelo que aconteceu, a garota se afasta de todos e tenta descobrir como seguir em frente. Theodore Finch é o esquisito da escola, perseguido pelos valentões e chamado de "aberração" por onde passa. Para piorar, é obrigado a lidar com longos períodos de depressão, o pai violento e a apatia do resto da família.


Enquanto Violet conta os dias para o fim das aulas, quando poderá ir embora da cidadezinha onde mora, Finch pesquisa diferentes métodos de suicídio e imagina se conseguiria levar algum deles adiante. Em uma dessas tentativas, ele vai parar no alto da torre da escola e para sua surpresa, encontra Violet, também prestes a pular.

Um ajuda o outro a sair dali, e essa dupla improvável se une para fazer um trabalho de geografia: conhecer lugares incríveis do estado onde moram. Ao lado de Finch, Violet para de contar os dias e finalmente passa a vivê-los. O garoto, por sua vez, encontra alguém com quem pode ser ele mesmo, e torce para que consiga se manter desperto.

Então, estou lendo esse livro junto com alguns amigos e ontem eu  dei um gás na leitura que estava bastante atrasada... A narrativa, contém uma grande carga emocional. No decorrer da leitura, é necessário respirar a cada final de capitulo.

Algo que me deixou bastante fragilizada foram os diálogos que geralmente acontecem na vida real  _ Talvez  você devesse subir lá e tentar mais uma vez _ Eu fiquei ruim duas vezes, quando me falaram da existência desse diálogo e quando eu realmente li no contexto. A frase “Eu discordo do que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo” dito pela escritora inglesa Evelyn Beatrice Hall é a frase que simboliza o direito de livre expressão.  Porém, a sua "Liberdade de Expressão" acaba quando você fere com as suas palavras os sentimentos das outras pessoas! É problemático a falta de empatia com as dores que não são nossas: Apontar o dedo, fazer  piadinhas e comentários que incentivem a outra pessoa a cometer o suicídio.


Esse livro chegou em minhas mãos em uma dessas voltinhas despretensiosas na livraria em 2016... Primeiramente, a capa chamou a minha atenção com o jogo de montar do "Pequeno Engenheiro" estilo aquele dos anos 80-90. Não lembro de ler a sinopse na livraria. O ano de 2016, foi um ano com uma carga emocional intensa ao folhear os primeiros capítulos fui observando  que eu não estava em um momento bacana para ler esse livro então abandonei a leitura por um tempo. Hoje em dia, as coisas melhoraram...Graças a Deus! Tive medo dos possíveis "demônios" serem desenterrados durante a leitura. Porém, eu percebo que amadureci bastante de quatro anos para cá e a leitura esta fluindo bem.

Eu ainda não tenho uma opinião formada dos protagonistas Violet Markey  e Theodore Finch. A Violet Markey, está vivendo o luto da irmã mais velha que morreu em um acidente de carro que Violet estava e que sofreu apenas alguns arranhões. Além de todo o sofrimento do Theodore Finch durante a narrativa dos capítulos  sinto alguns tipos de transtornos mentais que não fica muito claro durante a leitura.

Finch?

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7 de setembro de 2020

Fotografia: Fotografando Livros...


Desde a época em que cursei Fotografia eu me identifiquei com vários segmentos do mercado de fotografia profissional.: Palco, Natureza, modelos e por ultimo, oque estou usando muito ultimamente...
Produto

Uso uma câmera fotografica profissional canon rebel t3i com a lente do kit e a queridinha dos fotógrafos Cinquentinha
Fotografia de Produto é um nicho consiste em registrar e capturar produtos a serem vendidos ou divulgados. Um dos pontos mais importantes a se lembrar nesse gênero de fotografia é: o objetivo final é vender o produto fotografado, sempre. Por isso, é necessário que o fotógrafo conte com a habilidade de transmitir o valor do produto através da imagem. 

Procure objetos bacanas que "comversem" com a narrativa que tem no livro. Por exemplo os livros de enciclopédia do meu pai no canto da foto. E objetos que estão em harmonia com a sua identidade visual. por exemplo: As rendas de Bilro que são patrimonio cultural da minha cidade e são feitas pela minha vó.

Quando eu comecei a fotografar os livros, tanto para as minhas Resenhas Literárias aqui no Blog, quanto no Expresso Literário eu fui começando a perceber que eu precisava entender o "produto" que eu estava fotografando. Nesse caso, o livro: Eu preciso saber a narração, enredo os Personagens importantes... Sim, eu preciso ler a história para a composição da fotografia. Afinal, a Fotografia do Livro também é parte da construção da identidade visual. 

Procure objetos bacanas que "comversem" com a narrativa que tem no livro. Por exemplo; A chave e o gato preto.

Depois de ler o livro... É importante começar o o trabalho com um "briefing" completo para entender a sua Identidade Visual que é o seu estilo de fotografia. 


  • Qual o objetivo para a fotografia do livro? 
  • Onde as imagens serão exibidas? As fotografias serão exibidas no seu Blog ou instagram.
  • Qual o público alvo da marca? O público alvo são leitores dos diferentes gêneros literários.
  • Qual é o Gêneros Literário do Livro? 
  • Qual é a identidade visual? 
  • Essa coleção ou esse produto possuem um público ou conceito específico para eles? 
  • Qual será o tipo de fotografia de produto? Fundo branco; Contexto; Ambos. 
A fotografia de produto é um nicho consiste em registrar e capturar produtos a serem vendidos ou divulgados. aprendemos o quanto importante de se conhecer o produto que estamos fotografando. 

Os livros da enciclopédia do meu pai  e a xicará de chá e o pires que fazem parte do jogo de Bodas de ouro dos meus avós.

Você conhece quais são as partes 
de um livro impresso? 



editora Palco escreveu um artigo sobre todas as partes que compõem um livro impresso e entender a importância de cada uma delas e alguns termos técnicos que compõem um livro. 


Capa 

A capa é considerada o cartão de visita de um livro, pois além de protegê-lo serve como chamariz para os leitores. Nela você irá encontrar o título da obra, nome do autor(a) e a editora em que ela foi publicada. 

Quarta Capa ou Contracapa 

É a parte de trás do livro, nela consta a sua sinopse e podemos conhecer sobre do que se trata a obra. 

Obs: A área interna da capa é denominada segunda capa e a área interna da contracapa é chamada de terceira capa. 

Lombada 

É a parte que liga todas as folhas do livro e dá sustentação ao material. Na lombada também deve constar o nome do livro, nome do autor e o logo da editora em que ele foi publicado para que seja fácil a identificação do livro se ele estiver guardado em uma estante. 

Primeira Orelha 

Esta parte do livro geralmente contém um pequeno texto onde o tema da obra é mais aprofundado. 

Segunda Orelha 

Na segunda orelha consta um pequeno texto sobre o autor da obra.


Conhecendo o segmento de fotografia que eu vou fotografar e qual é  o Produto que irá ser fotografado. O próximo passo, é montar um cenário condizente com a sua "Identidade Visual" e com o estilo voltado para livros. Escreverei mais sobre "Fotografar e montar um cenário com um estilo voltado para livros" em um próximo post para não ficar um texto grande e cansativo.





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Estarei tagarelando por lá também:

4 de setembro de 2020

Resenha:Tartarugas Até Lá Embaixo - John Green

 




TituloTartarugas Até Lá EmbaixoAutor: John Green
Ano: 2017

Páginas: 237
Idioma: português
Editora: Intrínseca 
Avaliação: ☕☕☕☕☕💓

Sinopse: A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Repleto de referências da vida do autor – entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o TOC, transtorno mental que o afeta desde a infância –, Tartarugas até lá embaixo tem tudo o que fez de John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses.


O livro Tartarugas Até Lá Embaixo eu adquiri quando eu era assinante do Turista Literário ... As expectativas dos leitores que conheciam o John Green pelo "A Culpa é das Estrelas" eram enormes... Até pra o próprio autor, ele fala claramente isso em uma das suas entrevistas . Acredito que a minha demora em ler esse livro foram o tempo suficiente para curtir a leitura! 



A Capa de Livro é Tipográfica: Ao desenvolver uma capa tipográfica o designer busca valorizar as palavras que irão compor a capa do livro. Durante o processo criativo ele pode ser minimalista como pode ser extremamente expressivo. Tudo isso vai depender do tipo de fonte tipográfica que ele irá utilizar em sua composição. No caso de Tartarugas até lá embaixo o papel da Intrínseca foi mais de adaptação de uma arte que foi criada para o livro lá de fora, mas o trabalho foi bastante bem feito. 

O livro Tartarugas até lá embaixo tem diversos gatilhos ao longo das páginas. Então, se você é uma pessoa com altos níveis de ansiedade, com tendência a TOC, com pensamentos intrusivos, com dificuldade para lidar com automutilação (mesmo as mais leves possíveis), peço que considere ler Tartarugas até lá embaixo somente quando estiver bastante estável.

No inicio, somos apresentados a Aza Holmes uma adolescente de 16 anos que lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) ao decorrer da leitura somos convidados a entrar na espiral junto com a Aza. Em um movimento alucinante e descendente de descontrole e de pensamentos ruins e tristes da personagem.

“O ser humano é tão dependente da linguagem que, até certo ponto, não consegue entender o que não podemos nomear. Por isso presumimos que as coisas sem nome não são reais. Usamos termos genéricos, como maluco ou dor crônica, termos que ao mesmo tempo marginalizam e minimizam. Dor crônica não exprime a dor inescapável, persistente, constante, opressiva. E o termo maluco chega até nós sem nem um pingo do terror e da preocupação que dominam você. E nenhum dos dois transmite a coragem das pessoas que enfrentam esse tipo de dor. (…)” p.88/89
O autor John Green consegue de forma sutil indicar na sua escrita que a Aza está entrando em crise, e vai aumentando a pressão e a tensão na forma como escreve e descreve o crescendo da crise. Colocando o leitor entre uma linha tênue entre ficção e a realidade nos colocando naquele cantinho frio e escuro da mente da personagem Aza.
“Penso: Você nunca vai se livrar disso. Penso: Você não controla seus pensamentos. Penso: Você está morrendo, e dentro de você tem bichos que vão comer seu corpo até irromperem pela pele. Eu penso e penso e penso.” p.91

Eu já tive outras experiências literárias que o personagem tinha algum sofrimento psicológico. Não é o meu estilo preferido de narrativa mostrando-se na maioria das vezes um tipo de leitura angustiante... 


Quando comecei a ler Tartarugas até lá Embaixo eu já estava acostumada com o tipo de literatura do John Green ele te faz sentir as coisas que os personagens estão sentindo no decorrer da leitura.

Eu me apeguei a personagem Aza de uma maneira especial. Foi necessário ler o que se passa com alguém com sérios problemas mentais. Uma pessoa que estava cercada de quem realmente se importava com ela, mas mesmo assim, seus problemas eram tão gigantes que não permitiam que enxergasse fora do seu próprio mundinho. Aza é sim muito auto - centrada e egocêntrica. Mas ela não consegue fugir da espiral da ansiedade e da angústia que é viver dentro de seu próprio corpo, com uma mente que a sabota a todo o momento

“Acho que não gosto de ter que viver num corpo, se é que isso faz sentido. Acho que talvez, no fundo, eu seja só um instrumento, uma coisa que existe apenas para transformar oxigênio em dióxido de carbono, um mero organismo nessa… nessa imensidão toda. E é um pouco aterrorizante pensar que o que eu considero como o meu… abre aspas, meu eu… fecha aspas… não está nem um pouco sob o meu controle.” p.102

O Transtorno Obsessivo Compulsivo tem várias nuances... E nenhuma delas é tão simples de não compreender cada pensamento: você não precisa ficar abrindo um machucado o tempo todo para ver se está infectado ou com pus. Muitos menos para reforçar a sensação de que você é você e está aqui. É óbvio que você não pegou uma bactéria mortal só porque entrou em um hospital.

“(…) E se a gente não pode escolher o que faz nem o que pensa, então talvez a gente não seja real, sabe? Talvez eu seja uma mentira que estou sussurrando para mim mesma e nada mais.” p.102

Sentimos uma tristeza que ela sente pela inadequação social que ela representa. Dá pra sentir todo o medo que Aza sente de que, talvez, ela nunca se torne um adulto funcional, e sempre dependa da mãe e de remédios para mantê-la estável.

A relação com os remédios é outra coisa que deixa você angustiado. É óbvio que os remédios ajudariam a estabilizar sua mente e a encontrar mais tranqüilidade na sua rotina. Mas os remédios na verdade são uma fonte de contradição e angústia para ela, porque como ela pode ser normal se precisa de medicação para estar entre outras pessoas normais? Senti falta de um possível atendimento Psicológico onde talvez diminuiria a angustia  de Aza.



A mente de Aza é o principal condutor da história... O  mistério do desaparecimento do pai de Davis foi uma forma de trazer Davis de volta para a vida de Aza, construir mais um pilar de desenvolvimento em sua “inadequação” social e de relacionamento com as pessoas. Antes a gente só conhecia seu relacionamento com Daisy, a “melhor amiga” que estuda na mesma escola. Com Davis, a gente passa a ver seu relacionamento amoroso, e como também pode ser mais uma fonte de tensão para Aza.

As minhas leituras de 2020

Davis e Aza são amigos desde pequenos, mas se afastaram com o passar dos anos. A princípio o ressurgimento de Aza na vida de Davis gera toda uma suspeita se é por conta da recompensa por informações sobre o desaparecimento de seu pai, ou por conta da amizade deles mesmo. 
Mas reconectar com Davis traz sentimentos que Aza não percebeu que existiam e também toda uma série de problemas a serem desenvolvidos por culpas de abraços, beijos, e interações que namorados costumam ter.

De certa forma, todos os personagens com que ela interage são “quebrados” à sua maneira. Mas perto de Aza, eles conseguem passar uma normalidade que a menina não consegue alcançar. Davis é o menino rico mas que cresceu sem nenhuma demonstração de amor paterno; Daisy é a menina pobre que vive “à sombra” da amiga complicada e difícil; Mychal é o artista que quer encontrar seu espaço e conquistar o coração da amiga; a mãe de Aza tem que lidar com o sofrimento de ter perdido o marido e não conseguir “controlar” os distúrbios da filha…

“(…) No fundo ninguém entende o que se passa com o outro. Está todo mundo preso dentro de si mesmo.” p. 228
 “É como se, quando eu olhasse para mim mesma, não visse nada definido… só um monte de pensamentos, atos e contextos. E muitos na verdade nem parecem meus. Muitos pensamentos eu não quero pensar, muitas coisas eu não quero fazer, é mais ou menos isso. Quando procuro o que eu sou, nunca encontro.” p.228

Tartarugas até lá embaixo não é um livro feliz... Nas ultimas páginas. eu tive impressão de estar lendo "Uma aflição imperial..." [ Só os leitores do "Culpinha" vai entender essa referencia]. Okay!

“O problema dos finais felizes é que ou não são realmente felizes, ou não são realmente finais, sabe? Na vida real, algumas coisas melhoram e outras pioram. E aí a gente morre.” p. 258


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31 de agosto de 2020

Resumo do Mês: Sobre o mês de Agosto...


Eu quis escrever TODOS os dias aqui no Blog. Irônicamente, esse mês de Agosto foi o que eu menos tive na Blogosfera... Sei lá, acho que a Blogosfera mudou bastante nos ultimos tempos. Depois de "brigar" bastante por um espaço estou tentando manter o equilibrio para manter o equilibrio para a minha saúde mental. #cansada 

Estou devendo comentários nos blogs dos amigos que comentaram aqui nesses ultimos dias... Quero organizar as minhas Resenhas Literárias dos livros que eu estou lendo e escrever um pouco sobre as Leituras Coletivas online que eu estou participando ultimamemte.

📌 1° semana: Eu fiz um Hall dos textos que já rolaram por aqui no "Lado Milla" em algum momento. 

BEDA: Blog Every Day August. Na minha infância, sempre que eu gostava muito de algum objeto eu arrumava um jeito de ter outros objetos para colecionar. As minhas primeiras coleções foram de: Tazos (aqueles que vinham nos salgadinhos...); figurinhas de chicletes; adesivos decorativos (tinha até um álbum com folhas autocolantes para colocar esses adesivos...

BEDA#02: "Quando eu me tornei gente que escreve ..." A história do seu blog, como ele surgiu? O que te levou a começar? Eu comecei a escrever na Blogosfera no inicio do ano 2000. Em uma plataforma para jornalistas que era gratuita e bastante precária, considerando os blogs famosinhos na época... A linha editorial desde o meu primeiro blog é não-ter-linha-editorial. Os meus textos eram um aglomerado de dramas de adolescentes e Ilustrados com imagem piscantes...

Beda #03: Fotografando Detalhes... No final do mês de Julho/2o14, nasceu um projeto chamado "Fotografando Domingos..." que consiste em colocar aqui, registros do meu final de semana (sexta-sábado e domingo). Não tem quantidade exata de fotos, pois, irá depender da quantidade de fotos que eu mesma fotografe nesses dias... O lugar escolhido dessa semana é o Quintal da casa do meus avós que fica ano sul da Ilha de Florianópolis/Sc no Ribeirão da ilha...

Beda #04: Tag dos Escritores: A TAG consiste em 5 perguntas simples (a respeito de escritores), sendo assim rapidinha para mostrar um poucos dos gostos literários.

BEDA#O5: Semana 19: Meus seriados preferidos Já fui uma pessoa bastante "desligada" quando se tratava de séries... Quando eu pensei pela primeira vez na possibilidade de assinar Netflix era para ver filmes e tal...

Beda #06:Sobre as minhas Coleções... Hoje em dia, eu tenho alguns objetos (colecionáveis...) que fazem um papel decorativo na minha estante de livros e no meu quarto...

📌 Na 2° semana, Além do Hall dos textos que já rolaram por aqui no "Lado Milla" em algum momento eu escrevi outras coisinhas...

BEDA#08: Você tem certeza de que seu pai é mesmo... Amo demais essa cronica. "Se seu pai consegue ser carinhoso, parceiro e aberto, e ao mesmo tempo atento e disciplinador, pode ser branco e você negro, pode ser peludo e você imberbe, pode ser engenheiro e você bailarino: é seu pai. “Nem precisa perguntar pra sua mãe.”.


BEDA#09: Musicas que eu ouço com o meu pai. Já escrevi aqui que o meu pai se orgulha muito das minhas "descobertas musicais" quando se trata das canções do Raul Seixas. Por esses dias, eu montei uma "playlist" com canções de diferentes gêneros musicais ( Rock Gaúcho, musica gauchesca e rock) para ouvirmos nos passeios de carro com a família

Beda#10: Aquele que eu escrevo mais sobre Bookstag... Há exatamente 2 meses (12-06-2020) eu criei o Expresso☕Literário. Um IG Literário ou “Bookstagram” que nada mais é que um instagram sobre livros. 













Beda #11: Se não fosse... Uma crônica relacionada a musica Capitão Gancho da 
Clarice Falcão. "... Se não fosse o meu cabelo vermelho e a minha caneta favorita sem carga no tinteiro e se ambas as tintas não desbotassem com o tempo inteiro, não seria eu.".

Encontrei o projeto 52 semanas bem bacana na Blogosfera que consiste em citar 5 respostas para cada uma das 52 perguntas abaixo, fazendo assim, um Top 5 por semana. Semana 20 - Fico de mau humor quando:


Beda#13: Resenha Coraline, Neil Gaiman Ultimamente eu tenho lido bastante né? Falando nisso, eu preciso escrever sobre as Leituras Coletivas que estou participando. No inicio do mês, eu comecei a ler Coraline do autor Neil Gaiman com a Leitura Coletiva dos Macabreiros que é a minha leitura preferida de 2020 e Medicina Macabra que irei comentar nos próximos posts.

📌 Na 3° semana, embora eu tenha "Flopado" no BEDA eu continuei escrevendo e falando sobre Livros e Fotografias.


BEDA #17 Resenha: [Manual Prático de Bons Modos em... Nesse final de semana, eu terminei de ler o livro [Manual Prático de Bons Modos em Livrarias], É um livro de crônicas do mundo da literatura e das livrarias. A narrativa é fácil e divertida, abordando o dia a dia de uma pessoa que se dedica a vender livros em uma livraria grande!

Semana 21: Meus piores defeitos: Encontrei o projeto 52 semanas bem bacana na Blogosfera que consiste em citar 5 respostas para cada uma das 52 perguntas abaixo, fazendo assim, um Top 5 por semana. É o projeto mais longo que eu já participei... Mas, parece ser divertido !!! Pretendo responder ao projeto todas as Quartas-Feiras. 

Beda#20: TAG: Apaixonada por Fotografia Vira e mexe vejo essa tag em canais no YouTube, e não sei porque ainda não tinha respondido aqui no blog. Não consegui descobrir quem criou a lista de perguntas, então se alguém souber, me avisa nos comentários pra eu dar os créditos? Sem mais delongas, vamos às minhas 14 respostas?

Defenda os livros! A mais nefasta das propostas agora vem de Bolsonaro e Paulo Guedes numa pretensa reforma tributária que pretende taxar os livros. Definitivamente essa gente quer um povo cada vez mais ignorante. É preciso nos levantarmos contra isso. Use direto a #DefendaoLivro e movimente-se contra este absurdo. Neste post selecionamos 10 razões para defender os livros contra essa injusta taxação [Aproveite e assine a petição em favor dos livros].

SEMANA 22- Na minha geladeira tem que ter: Encontrei o projeto 52 semanas bem bacana na Blogosfera que consiste em citar 5 respostas para cada uma das 52 perguntas abaixo, fazendo assim, um Top 5 por semana. É o projeto mais longo que eu já participei... Mas, parece ser divertido !!! Pretendo responder ao projeto todas as Quartas-Feiras.

Carimbo para organizar os livros! Há um tempinho... Eu vi uma foto na Blogosfera de um livro e nele tinha uma marcação de carimbo, como na foto. Achei interessante e mostrei a imagem para o meu grupo de amigos no Whatzzapp e surgiram muitas dúvidas. Então, eu resolvi fazer um post dando esta dica para quem, assim como eu, ama ler e tem bastante livro!



Essa dica de Biblioteoteconômia é bastante útil para quem tem muitos livros, para quem é bem cabeça de vento -Será que eu ja li esse livro?- e tem o costume de esquecer as coisas nos lugares ou para quem não é ciumento e costuma empresta-los - que NÂO é o meu caso.

Resenha: Medicina Macabra - Thomas Morris Nesse final do mês de agosto, nós terminamos de ler Medicina Macabra do Thomas Morris do novo selo da DarkSide® Books o Macabra Filmes, promovendo filmes e seus criadores, apresentando com curadoria e critério os novos nomes do cinema de terror nacional e internacional. Nós terminamos de ler o livro Medicina Macabra. Sim! Nós lemos através de uma Leitura Coletiva que foi orgazinado por Lucas e pela Luana e teve apoio da DarkSide books e o Macabra TV.


Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais.
Estarei comentando com vocês sobre o BEDA 
© Lado Milla
Maira Gall