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14 de junho de 2020

Resenha:Tartarugas Até Lá Embaixo - John Green

  



TituloTartarugas Até Lá EmbaixoAutor: John Green
Ano: 2017
Páginas: 237
Idioma: português
Editora: Intrínseca
Sinopse: A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Repleto de referências da vida do autor – entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o TOC, transtorno mental que o afeta desde a infância –, Tartarugas até lá embaixo tem tudo o que fez de John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses.


O livro Tartarugas Até Lá Embaixo eu adquiri quando eu era assinante do Turista Literário ... As expectativas dos leitores que conheciam o John Green pelo "A Culpa é das Estrelas" eram enormes... Até pra o próprio autor, ele fala claramente isso em uma das suas entrevistas . Acredito que a minha demora em ler esse livro foram o tempo suficiente para curtir a leitura! 



A Capa de Livro é Tipográfica: Ao desenvolver uma capa tipográfica o designer busca valorizar as palavras que irão compor a capa do livro. Durante o processo criativo ele pode ser minimalista como pode ser extremamente expressivo. Tudo isso vai depender do tipo de fonte tipográfica que ele irá utilizar em sua composição. No caso de Tartarugas até lá embaixo o papel da Intrínseca foi mais de adaptação de uma arte que foi criada para o livro lá de fora, mas o trabalho foi bastante bem feito. 

O livro Tartarugas até lá embaixo tem diversos gatilhos ao longo das páginas. Então, se você é uma pessoa com altos níveis de ansiedade, com tendência a TOC, com pensamentos intrusivos, com dificuldade para lidar com automutilação (mesmo as mais leves possíveis), peço que considere ler Tartarugas até lá embaixo somente quando estiver bastante estável.

No inicio, somos apresentados a Aza Holmes uma adolescente de 16 anos que lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) ao decorrer da leitura somos convidados a entrar na espiral junto com a Aza. Em um movimento alucinante e descendente de descontrole e de pensamentos ruins e tristes da personagem.

“O ser humano é tão dependente da linguagem que, até certo ponto, não consegue entender o que não podemos nomear. Por isso presumimos que as coisas sem nome não são reais. Usamos termos genéricos, como maluco ou dor crônica, termos que ao mesmo tempo marginalizam e minimizam. Dor crônica não exprime a dor inescapável, persistente, constante, opressiva. E o termo maluco chega até nós sem nem um pingo do terror e da preocupação que dominam você. E nenhum dos dois transmite a coragem das pessoas que enfrentam esse tipo de dor. (…)” p.88/89
O autor John Green consegue de forma sutil indicar na sua escrita que a Aza está entrando em crise, e vai aumentando a pressão e a tensão na forma como escreve e descreve o crescendo da crise. Colocando o leitor entre uma linha tênue entre ficção e a realidade nos colocando naquele cantinho frio e escuro da mente da personagem Aza.
“Penso: Você nunca vai se livrar disso. Penso: Você não controla seus pensamentos. Penso: Você está morrendo, e dentro de você tem bichos que vão comer seu corpo até irromperem pela pele. Eu penso e penso e penso.” p.91

Eu já tive outras experiências literárias que o personagem tinha algum sofrimento psicológico. Não é o meu estilo preferido de narrativa mostrando-se na maioria das vezes um tipo de leitura angustiante... 


Quando comecei a ler Tartarugas até lá Embaixo eu já estava acostumada com o tipo de literatura do John Green ele te faz sentir as coisas que os personagens estão sentindo no decorrer da leitura.

Eu me apeguei a personagem Aza de uma maneira especial. Foi necessário ler o que se passa com alguém com sérios problemas mentais. Uma pessoa que estava cercada de quem realmente se importava com ela, mas mesmo assim, seus problemas eram tão gigantes que não permitiam que enxergasse fora do seu próprio mundinho. Aza é sim muito auto - centrada e egocêntrica. Mas ela não consegue fugir da espiral da ansiedade e da angústia que é viver dentro de seu próprio corpo, com uma mente que a sabota a todo o momento

“Acho que não gosto de ter que viver num corpo, se é que isso faz sentido. Acho que talvez, no fundo, eu seja só um instrumento, uma coisa que existe apenas para transformar oxigênio em dióxido de carbono, um mero organismo nessa… nessa imensidão toda. E é um pouco aterrorizante pensar que o que eu considero como o meu… abre aspas, meu eu… fecha aspas… não está nem um pouco sob o meu controle.” p.102

O Transtorno Obsessivo Compulsivo tem várias nuances... E nenhuma delas é tão simples de não compreender cada pensamento: você não precisa ficar abrindo um machucado o tempo todo para ver se está infectado ou com pus. Muitos menos para reforçar a sensação de que você é você e está aqui. É óbvio que você não pegou uma bactéria mortal só porque entrou em um hospital.

“(…) E se a gente não pode escolher o que faz nem o que pensa, então talvez a gente não seja real, sabe? Talvez eu seja uma mentira que estou sussurrando para mim mesma e nada mais.” p.102

Sentimos uma tristeza que ela sente pela inadequação social que ela representa. Dá pra sentir todo o medo que Aza sente de que, talvez, ela nunca se torne um adulto funcional, e sempre dependa da mãe e de remédios para mantê-la estável.

A relação com os remédios é outra coisa que deixa você angustiado. É óbvio que os remédios ajudariam a estabilizar sua mente e a encontrar mais tranqüilidade na sua rotina. Mas os remédios na verdade são uma fonte de contradição e angústia para ela, porque como ela pode ser normal se precisa de medicação para estar entre outras pessoas normais? Senti falta de um possível atendimento Psicológico onde talvez diminuiria a angustia  de Aza.



A mente de Aza é o principal condutor da história... O  mistério do desaparecimento do pai de Davis foi uma forma de trazer Davis de volta para a vida de Aza, construir mais um pilar de desenvolvimento em sua “inadequação” social e de relacionamento com as pessoas. Antes a gente só conhecia seu relacionamento com Daisy, a “melhor amiga” que estuda na mesma escola. Com Davis, a gente passa a ver seu relacionamento amoroso, e como também pode ser mais uma fonte de tensão para Aza.

As minhas leituras de 2020

Davis e Aza são amigos desde pequenos, mas se afastaram com o passar dos anos. A princípio o ressurgimento de Aza na vida de Davis gera toda uma suspeita se é por conta da recompensa por informações sobre o desaparecimento de seu pai, ou por conta da amizade deles mesmo. 
Mas reconectar com Davis traz sentimentos que Aza não percebeu que existiam e também toda uma série de problemas a serem desenvolvidos por culpas de abraços, beijos, e interações que namorados costumam ter.

De certa forma, todos os personagens com que ela interage são “quebrados” à sua maneira. Mas perto de Aza, eles conseguem passar uma normalidade que a menina não consegue alcançar. Davis é o menino rico mas que cresceu sem nenhuma demonstração de amor paterno; Daisy é a menina pobre que vive “à sombra” da amiga complicada e difícil; Mychal é o artista que quer encontrar seu espaço e conquistar o coração da amiga; a mãe de Aza tem que lidar com o sofrimento de ter perdido o marido e não conseguir “controlar” os distúrbios da filha…

“(…) No fundo ninguém entende o que se passa com o outro. Está todo mundo preso dentro de si mesmo.” p. 228
 “É como se, quando eu olhasse para mim mesma, não visse nada definido… só um monte de pensamentos, atos e contextos. E muitos na verdade nem parecem meus. Muitos pensamentos eu não quero pensar, muitas coisas eu não quero fazer, é mais ou menos isso. Quando procuro o que eu sou, nunca encontro.” p.228

Tartarugas até lá embaixo não é um livro feliz... Nas ultimas páginas. eu tive impressão de estar lendo "Uma aflição imperial..." [ Só os leitores do "Culpinha" vai entender essa referencia]. Okay!

“O problema dos finais felizes é que ou não são realmente felizes, ou não são realmente finais, sabe? Na vida real, algumas coisas melhoram e outras pioram. E aí a gente morre.” p. 258


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13 de setembro de 2017

AS LEITURAS DE 2017 (ATÉ AGORA...)

ou TAG 50%

A metade do ano de 2017 ja se foi e eu achei maravilhoso o ano estar passando tão rápido. Estamos em setembro e ja estou atrasada para responder a TAG dos 50%que basicamente de trata de fazer um balanço dos livros lidos nesses últimos 6 meses. A TAG foi criada pela Chami do ReadLikeWildfire e traduzida pelo Victor do Geek Freak. No final do ano, eu escrevo a Retrospectiva Literária que tagarelo sobre as minhas leituras dos dois semestres.Mas está aí a TAG, e claro, aproveita e me conta como foram as sua leituras desse ano até agora 😊

1. O melhor livro que você leu até agora, em 2017. 

A Guerra Que Salvou a Minha Vida Kimberly Brubaker Bradley Essa história é maravilhosamente marcante! É a minha leitura preferida desse ano. Um ponto que me tocou bastante, é que em várias partes a autora deixa claro que os dois irmãos não sabem ler ou não sabem o nome de atividades simples do dia a dia, e era necessário um adulto e Susan se tornou aos poucos uma mãe ideal para aquelas crianças... Ada me arrancou lagrimas e risos durante a sua trajetória em vê-la perceber que é capaz de muitas coisas, algumas até que ela nem imaginava. Senti cada emoção junto com os personagens.

2. A melhor continuação que você leu até agora. 

A trilogia O Lar da Srta. Peregrine Para Criança Peculiares da Riggs, Ransom pode ser considerada a primeira trilogia que eu li Comecei a ler a segundo livro da trilogia no mês passado mais ainda não terminei.


3. Algum lançamento do primeiro semestre que você ainda não leu, mas quer muito. 

Tartarugas Até Lá Embaixo John Green. Depois de seis anos, milhões de livros vendidos, dois filmes de sucesso e uma legião de fãs apaixonados ao redor do mundo, John Green, autor do inesquecível A culpa é das estrelas, lança o mais pessoal de todos os seus romances.


4. O livro mais aguardado do segundo semestre. 

A LONGA VIAGEM A UM PEQUENO PLANETA HOSTIL da autora Carl Sagan e Star Treké o primeiro livro de ficção científica da linha DarkLove. Livros escritos por autoras com grandes histórias para contar, prontas para desbravar novos mundos.

5. O livro que mais te decepcionou esse ano. 

O livro Passarinho Crystal Chan foi lançado em 2014 e desde então eu fiquei com vontade de ler esse livro. Porém, quando enfim comprei esse livro em liquidação e ao folhear as 100 primeiras páginas a leitura empacou...  

6. O livro que mais te surpreendeu esse ano. 


O livro ECOS, Escrito pela autora Pam Muñoz Ryan, foi o livro que mais me surpreendeu nesse primeiro semestre de 2017. Esse é o terceiro livro da Darkside - coleção Darklove que leio. Diferente dos outros livros a autora quebra seu coração em pedacinhos três vezes e te deixa com um ponto de interrogação (?) até o final das três histórias a própria autora falou sobre a dificuldade de tecer ambas. Geralmente eu leio nas madrugadas e ficava aflita a cada final de capitulo. A autora consegue se redimir no ultimo capitulo tecendo um grande final para os personagens.

7. Novo autor favorito (que lançou seu primeiro livro nesse semestre, ou que você conheceu recentemente).

Clare Vanderpool é uma das autoras que eu conheci recentemente. Porém, já é a minha nova autora favorita.


8. A sua quedinha por personagem fictício mais recente. 


Eu tive um "quedinha" pelo personagem Early Auden, uma criança prodígio que decifra casas decimais do número Pi como se lesse uma odisseia. Mas, por trás de sua genialidade, há uma enorme dificuldade de se relacionar com o mundo e de lidar com seus sentimentos e com as pessoas ao seu redor.

9. Seu personagem favorito mais recente. 


A narrativa de A Guerra que Salvou a Minha Vida se passa durante a Segunda Guerra Mundial, onde os irmãos Ada e James vivem com a mãe em Londres. Nós conhecemos a protagonista da trama logo no início, quando somos apresentados a uma menina de dez anos que sofre agressões físicas e psicológicas de sua mãe porque ela tem ”pé torto”. Enquanto seu irmão James – ao qual ela é muito apegada e serve de motivação para que ela siga em frente – pode sair e descobrir o mundo brincando com as outras crianças, ela precisa ficar isolada em seu apartamento, pois sua mãe a considerada uma vergonha e acredita que ela não é merecedora de ser feliz pela deficiência que tem.

10. Um livro que te fez chorar nesse primeiro semestre. 


A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar conta a história de Esther Grace Earl, diagnosticada com câncer da tireoide aos 12 anos. A obra é uma espécie de diário da jovem, com ilustrações, fotos de seu arquivo pessoal, textos publicados na internet, bate-papos com os inúmeros amigos que fez on-line e reproduções de cartas escritas em datas comemorativas como aniversários. Ester Grace foi a inspiração para o livro A culpa é das estrelas.

11. Um livro que te deixou feliz nesse primeiro semestre. 

Apenas 01 livro? No primeiro semestre de 2017 eu conheci os livros da editora Darkside da coleção Darklove e foi uma leitura que me deixou feliz e com o coração quentinho.


12. Melhor adaptação cinematográfica de um livro que você assistiu até agora

Eu estou com grandes expectativas para a adaptação cinematográfica do livro Extraordinário que será lançado ainda esse ano.

13. Sua resenha favorita desse primeiro semestre (escrita ou em vídeo).

A minha resenha favorita é do livro Em Algum lugar nas estrelas foi a minha primeira viagem sensorial com Blues e principalmente Bilie Holiday.


14. O livro mais bonito que você comprou ou ganhou esse ano.

O livro Ecos, da autora Pam Muñoz Ryan que veio na minha primeira malinha do Turista Literário (julho) que antes de finalmente ler eu fiquei admirando o livro.

15. Quais livros você precisa ou quer muito ler até o final do ano?

Eu preciso MUITO ler os livros que estão na parte da estante dos "livros ñ lidos" até o final do ano.


8 de dezembro de 2015

#8 - Resenha: Eleanor & Park










Eleanor & Park
Ano: 2014 / Páginas: 328
Idioma: português
Editora: Novo Século



Sinopse: Eleanor & Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.

Essa é a história de dois adolescentes que não se encaixam muito bem: Eleanor é ruiva, cabelos cacheados, com problemas familiares e roupas velhas que não caem bem nela. Park é metade coreano, metade americano, com seus próprios problemas em casa, apesar da familia quase perfeita. Mesmo "imperfeitos" se aproximam e vivem um típico romance adolescente. O assunto em comum entre os dois giram em torno de HQs e músicas...

As questões familiares de Eleanor com o decorrer da história continua confusa principalmente pela "alienação" da mãe, com a filha mais velha Eleanor para os possíveis maus tratos do padrasto. Os capítulos, são divididos: Uma hora é contada por Eleanor outra hora é contada por Park e isso é algo que funciona deliciosamente bem... Saber a história nos dois pontos de vista diferentes da mais vivacidade a leitura.

É um livro muito fofo, com personagens encantadores, mas com vários espaços vazios que eu esperava que fossem trabalhados. É um romance adorável e eu recomendo a leitura.

Queria ler esse livro faz um tempinho... Depois de ler muitas criticas/elogios decidi ler e tirar as minhas próprias conclusões. No meu aniversário, resolvi presentear (a mim mesma...) com esse livro. 


Quotes


“A gente acha que abraçar uma pessoa com força vai trazê-la mais para perto. Pensamos que, se a abraçarmos com muita força, vamos senti-la, incorporada em nós, quando estivermos longe. Toda vez que Eleanor ficava longe de Park, sentia sua perda.” 

“Era como uma obra de arte, e arte não deve ter boa aparência, mas sim fazer a gente sentir alguma coisa.” 

” Segurar a mão de Eleanor era como segurar uma borboleta. Ou um coração a bater. Como segurar algo completo e completamente vivo.” 

” Sempre que via Eleanor, ele não conseguia mais pensar em se afastar. Não conseguia pensar em mais nada. A não ser tocá-la. A não ser fazer qualquer coisa que pudesse ou tivesse de fazer para vê-la feliz.” 

6 de julho de 2015

#MLI2015 & Desafios Literários.


Quando o assunto é leitura; SEMPRE vou preferir a qualidade do que a quantidade por isso leio MUITO devagar... Nesse primeiro semestre, eu li 12 livros. Minha meta de leitura foram dois livros por mês, mais do que li no ano passado inteiro! Foi pensando nisso, que há tempos eu estava pensando em participar de alguma Maratona dessas que pipocam na Blogosfera nessa época.

Soube hoje sobre um desafio literário criado pelo canal Geek Freak a Maratona Literária de Inverno 2015 (#MLI2015).

A Maratona Literária de Inverno 2015 consiste em um desafio de LEITURA INTENSA durante o período de um mês (de 06 de Julho a 03 de Agosto). Durante esse mês, todos os participantes são encorajados a ler uma quantia maior de livros do que a que estão acostumados. Ao montar a sua TBR (to-be-read / livros a serem lidos), os inscritos são livres para escolher a quantidade e os livros que quiser Pra deixar tudo mais divertido, o Vitor inseriu semanas temáticas para o período e, se quiser, você pode escolher livros que se encaixem nesses temas (você pode conferir quais são os temas/desafios aqui e, de quebra, também fica sabendo mais sobre o evento!).

Eu montei a minha TBR (to be read, livros que pretendo ler) sem seguir nenhum tema proposto pela Maratona prefiro assim... esses livros estavam na parte dos livros não lidos há um tempinho...
 

A #MLI 2015 começa HOJE e vai atéééé o dia 3 de agosto. Escrevo as resenhas dos livros que vou lendo e posto no final da Maratona.

© Lado Milla
Maira Gall