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28 de dezembro de 2016

Filminhos e séries (e novelas!) de 2016 (parte 02)


No dia 24 de setembro eu descobri as maravilhas do Netflix. Eu comecei a maratona das 7 temporadas de Gilmore Girls (foram dois meses intensos!). Lembro de assistir Gilmore Girls quando era adolescente, no canal Warner Channel (canal a cabo). eu cheguei a ver alguns episódios aleatórios na época e algumas reprises da série em horários alternativos no mesmo canal. A identificação com essa série foi quase de imediato: A relação mãe e filha, o vicio por café, o habito de sempre ter um livro na bolsa... E foi na mesma época, que eu descobri a minha dificuldade em assistir séries (indisciplina & ansiedade...). Quando terminei a 1° temporada fiquei em estase! 1) por ser a 1° temporada completa que eu assistia de alguma série 2) Terminei a 1° temporada de Gilmore Girls com a certeza que aquela era a série da minha vida! A cada episódio, eu me identificava mais com as histórias e com os diálogos rápidos e inteligentes. Terminei de assistir os últimos episódios da 7° temporada e ainda fiquei "saboreando" cada episódio... O mesmo não aconteceu com o seriado antigo Full House com as gemêas Olsem e o revival FULLER HOUSE sem as gemêas 

Sobre a  revival Gilmore Girls: Um ano para recordar composta de 4 episódios de 90 minutos Cada episódio retratada uma estação do ano.eu escrevi aqui, aqui e aqui postagens cheias de spoilers sobre oque eu achei de cada episódio 

Ultimante estou assistindo OC - Um estranho no paraíso um pouco mais devagar... Porém, curtindo a série que relata a história de um grupo de adolescentes e das suas famílias que vivem em Newport Beach, do Condado Orange (Orange County, daí o O.C.), localizado na Califórnia. É uma série que tenta aliar comédia e drama com uma trilha sonora juvenil, sem ter nomes sonantes da música comercial mas sendo, ao mesmo tempo, muito atual. Uma série que agrada muito o público pelo mundo todo. Estou assistindo 2° temporada me apeguei aos personagens Ryan Atwood, Seth Cohen, Summer Roberts, Marissa Cooper e sofro em cada episódio que os casais brigam.



No meio dessas temporadas eu assisti alguns filmes: O filme Nacional Hoje Eu Quero Voltar Sozinho foi uma grande surpresa desse ano. A narrativa é leve, a história é baseada nos conflito de um jovem com deficiência visual descobrindo a sua sexualidade o foco não era a sua possível homossexualidade. O queridinho da sessão da tarde (que realmente eu vi na sessão tarde...) foi o filme Uma irmã em minha vida a atriz Lacey Chabert ( Meninas Malvadas) mostrou um interpretação diferente e madura com a personagem Olivia é uma adolescente enfrentando a sua época estudantil, Porém, quando o pai e a madrasta morrem em um acidente de carro, a estudante fica responsável por cuidar se sua meia-irmã, uma garotinha de apenas sete anos.

A melhor adaptação literária vai para o filme Ele está de volta a narrativa cinematográfica foi fiel ao filme e um tanto realista se caso Hitler realmente voltasse e visse uma Alemanha completamente diferente e os discursos antigos que alguns alemães ainda tem sobre a atualidade; O filme Truque de Mestre eu vi a metade no canal a cabo na sala com a família com a promessa que ainda veríamos esse filme inteiro. Quando verifiquei que estava disponível na Netflix logo tratei de avisar aos meus pais e fizemos a "sessão pipoca" na sala. Eu lembro de ver o filme Os Batutinhas em VHS quando eu era pequena... Fiz a "sessão nostalgia" vendo esse filme que marcou a minha infância e o filme Os Batutinhas: Uma Nova Aventura que foi lançado recentemente. O mesmo aconteceu com o filme brasileiro Cidade de Deus que foi um filme marcante na época e esse ano foi lançado o documentário Cidade de Deus: 10 Anos Depois.

Depois de ler o livro O mágico de OZ vi o filme OZ - Mágico e Poderoso achei a Narrativa muito machista em tempos que o Feminismo está tão em alta... O Filme A Girl Like Her é documentário em forma de filme sobre o Bulling e todo o sofrimento que o agressor e a pessoa agredida sofrem de formas diferentes.. As cenas mais pesadas é, quando Brian realmente entrega as maldades de Avery que são filmadas e finalmente mostradas a todos, fazendo com que as duas garotas e suas famílias tenham que encarar a verdade.

Eu finalmente vi (alguns) os filmes da saga Star Wars – A Vingança dos Sith; Star Wars – Ataque dos Clones; Star Wars — A Ameaça Fantasma; Star Wars – Uma Nova Esperança e entendi o porque que é saga mais espetacular de todos os tempos! Eu não me canso de assistir filme infantil (me julguem!) Carrossel, O Filme; Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina é um desse filmes bobinhos que você cantarola a musica tema no final do filme; Conheci a Selena Gomes nessa época dos seriados infanto juvenil fui obrigada assistir Monte Carlo e conferir o seu sotaque britânico kkk . O filme A Mentira tendo como atriz principal Ema Stone e a sua personagem sendo uma "vadia falsa" nos dá conselhos valiosos no decorrer do filme as consequências de uma mentira. Assisti alguns filmes religiosos: A filha do pastor é a releitura com um pouco mais de violência da fabula da bíblia "o filho pródigo"; A Paixão é a história da morte de cristo contada nos dias de hoje com algumas musicas de cantores internacionais; As Mães de Chico Xavier é a História de algumas mães que perderam os seus filhos de diferentes formas trágicas e pedem a ajuda de Chico Xavier para acalmar a sua dor.


Pronto. Agora a gente só volta a falar de filminhos e séries (e novelas!) 
no ano que vem. Prometo. 



27 de dezembro de 2016

Filminhos e séries (e novelas!) de 2016 (parte 01)


O ano de 2016 foi um ano tão estranho que tive uma dificuldade extrema de elencar tudo que assisti ao longo desses 12 meses, Isso me faz perceber que sou incapaz, nesse momento, de fazer um "Awards dos filmes do ano" dos filmes que vi esse ano usando como base aquele questionário do ano passado (veja aqui a retrospectiva do ano passado). Nesse ano, a Retrospectiva Cinematográfica ser a amiga aqui,"escrevendo pelos cotovelos" tentando resgatar o que andei assistindo de bacana, tanto no âmbito da televisão, como do cinema. O ano de 2016 passou por cima de mim (e da metade da população...) como um rolo compressor, de modo que essa retrospectiva não é do ano, mas sim do que deu pra fazer com um ano.

Começaremos, então, falando de novelas. A minha infância dos anos 90 teve muitas novelas Mexicanas/Argentinas para o publico infantil no canal do SBT. Quando começou surgir os primeiros remakes dessas novelas eu fiquei como uma pontinha de curiosidade e nostalgia em poder conferir a nova roupagem das novelas preferidas da minha infância. 


A novela cúmplices de um resgate produzida e exibida originalmente pelo SBT entre os dias 3 de agosto de 2015 e 13 de dezembro de 2016, com o total de 357 capítulos Escrita por Íris Abravanel, é adaptada da telenovela mexicana Cómplices al rescate, criada por Rosy Ocampo e que também fora exibida no SBT. A atriz mexicana Belinda Shull ficou conhecida no Brasil por interpretar as gêmeas (Mariana/Isabela), numa trama que narra o cotidiano de duas irmãs gêmeas que trocam de lugar. Diferente da versão original, essa versão teve bastante clipes musicais e algumas musicas foram regravadas para a versão brasileira. A Larissa Manoela defendeu as suas personagens (Manuela/Isabela) muito bem. Porém, falhou nos clipes por ser muito forçada... O núcleo de atores adultos defenderam muito bem os seus personagens e foram um show a parte.


Na rede Plim- Plim tiveram: A novela eta mundo bom! de Walcyr Carrasco tiveram muitos elementos das suas novelas anteriores: melodrama, maniqueismo, humor inocente e/ou pastelão, vilões terríveis, núcleo na fazenda com caipiras, bichinhos de estimação, casamentos desfeitos no altar, torta na cara, personagens arremessados no chiqueiro. O personagem principal Candinho foi inspirado no conto iluminista Cândido ou O Otimismo (1759), do filósofo francês Voltaire e teve uma mensagem principal tão importante para os dias difíceis desse ano... “Tudo o que acontece de ruim na vida da gente é pra meiorá”. Este é o lema do personagem principal o Candinho (Sèrgio Guizé).


O prêmio de "Manoel Carlos do ano" vai para Benedito Ruy Barbosa com a novela velho chico O projeto de Velho Chico estava guardado há anos e seria para uma novela do horário das seis. Com a necessidade de realocar as ambientações do horário das nove (que há uma década não saía do eixo Rio-São Paulo), as novelas de Benedito Ruy Barbosa tem essas características romance proibido entre Santo dos Anjos (Domingos Montagner) Maria Tereza (Camila Pitanga), que começa com seus antepassados na década de 1960, passa por conflitos entre famílias rivais na disputa por posse de terras e poder, e culmina na atualidade em meio à luta pelo renascimento do Rio São Francisco, o Velho Chico. Não entendo nada de "imagem cinematográfica" mas, a imagem do amarelado envelhecido em todas as cenas deixaram os capítulos um tanto cansativo em vários momentos. O ritmo lento da narrativa  também perdeu-me  como uma possível  telespectadora, a novela teve o grande mérito de provocar e estimular o público mas nem isso e nem a morte do ator Domingos Montagner  que tinha o papel do personagem principal fez melhorar a audiência nos últimos capítulos... A novela prometeu ser um sucesso. Porém, não cumpriu  a metade das expectativas. 

 

Gostaria de ter assistido a série liberdade liberdade completa. Porém, o horário tornou-se impossível, infelizmente. Eu vi somente os primeiros capítulos com a Mel Maia que interpretava a Joaquina da Silva Xavier (criança) adorei a narrativa contada com partes da História do Brasil. 

A novela Haja coração foi uma Releitura da novela Sassaricando, escrita por Silvio de Abreu entre 1987 e 1988, com personagens inéditos, contextos, perfis e tramas diferentes e atualizados.


A novela passou por um período instável, sofrendo com uma fraca distribuição de destaque dos núcleos e pela falta de acontecimentos relevantes. Um deles é a trama principal, que envolve a protagonista Tancinha (Mariana Ximenes) e seus pretendentes Apolo (Malvino Salvador) e Beto (João Baldasserini). A feirante vinha protagonizando cenas divertidas ao lado do publicitário, que de início é um conquistador barato que apenas a deseja como um troféu, mas acaba alimentando um sentimento verdadeiro. Porém, Tancinha perde força quando está ao lado do caminhoneiro, um grosseiro que volta e meia apela para a violência para resolver seus problemas. As constantes brigas entre os dois cansam e tornam o casal entediante, uma vez que ambos apresentam um excessivo ciúme um do outro. Outro problema é a diferença entre as atuações: Mariana Ximenes tira leite de pedra e esbanja talento e carisma (embora a Tancinha seja um tipo difícil de engolir).

 As novelas : sol nascente; a lei do amor; rock story; carinha de anjo. Ainda estão no  ar. Porém, irão entrar na retrospectiva de 2017.


Justiça é uma série brasileira que foi produzida pela Rede Globo e exibida entre 22 de agosto e 23 de setembro de 2016, no horário das 22 horas Escrita por Manuela Dias, Sem um protagonista definido, cada dia da semana retrata diferentes tramas que se cruzam, contando com Adriana Esteves, Jéssica Ellen, Cauã Reymond e Jesuíta Barbosa como Protagonistas, Débora Bloch, Drica Moraes, Antonio Calloni, Julia Dalavia, Camila Márdila, Cássio Gabus Mendes, Enrique Díaz, Marjorie Estiano, Luisa Arraes, Vladimir Brichta, Marina Ruy Barbosa, Leandra Leal nos demais papeis principais de cada episódio.


Toda a minissérie se passa no Recife, capital de Pernambuco. Nela é contada uma trama em cada dia da semana, onde se desenrola a busca por justiça. As histórias se desenrolam da seguinte maneira:

Segunda (Vicente Menezes) É exibido o caso de Elisa (Débora Bloch) que não supera a morte da filha, Isabela (Marina Ruy Barbosa), assassinada pelo noivo Vicente (Jesuíta Barbosa) que a flagra o traindo com o ex-namorado. Depois de liberto, tenta conseguir o perdão da ex-sogra e seguir a vida, agora casado com Regina (Camila Márdila); Terça (Fátima Libéria do Nascimento) Mostra-se a vida de Fátima (Adriana Esteves), doméstica que matou o cachorro do policial Douglas (Enrique Díaz), por morder seu filho, e acaba por ser incriminada por tráfico. Quando é solta pretende reconstruir a família, mas o marido Waldir (Ângelo Antônio) faleceu, seu filho Jesus (Bernardo Berruezo/Tobias Carrieres) se torna morador de rua e a filha Mayara (Letícia Braga/Julia Dalavia) se prostitui; Quinta (Rose Silva dos Santos) Mostra o desenrolar das amigas Rose (Jéssica Ellen) e Débora (Luisa Arraes), em que a primeira é presa com drogas dos amigos, enquanto a segunda é liberada. Após este fato, Débora é estuprada e quando reencontra a amiga sete anos mais tarde, parte em busca do homem que a violentou; Sexta (Maurício de Oliveira) Exibe-se o caso de Maurício (Cauã Reymond), preso por eutanásia após matar sua esposa Beatriz (Marjorie Estiano), atropelada por Antenor (Antonio Calloni) durante fuga com o dinheiro roubado do sócio — Antenor fugiu sem prestar socorro. Quando sai da prisão, Maurício se aproxima de Vânia (Drica Moraes), esposa problemática de Antenor, agora candidato a Governador do Estado. 

O telespectador tinha sensação de ver a cena de 180° todos os personagens participavam das cenas que nada mais era cronicas da vida cotidiana o estase dessas cenas no ultimo capitulo foi ver quatro finais da mesma história.

Justiça tem como tema principal a canção "Hallelujah", um cover de Rufus Wainwright para a canção de Leonard Cohen, que é executada em algumas cenas e nos trailers. A minissérie conta com as seguintes canções: "Afterlife", Arcade Fire;"O Que Será? (À flor da pele)", Chico Buarque com participação de Milton Nascimento;"O Que Será? (À flor da pele)", Caetano Veloso;"Pedaço de Mim", Chico Buarque com participação de Zizi Possi;"Amor Perfeito", Roberto Carlos;"Gente aberta", Erasmo Carlos;"Último Romance", Los Hermanos;"Risoflora", Elba Ramalho;"Acabou Chorare", Novos Baianos;"Revelação", Fagner;"Crua", Otto;"Pense em Mim", Johnny Hooker; "Dona da Minha Cabeça", Geraldo Azevedo; "Xique-xique", Tom Zé;"Fui Fiel", Pablo


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