Musicas
Mostrando postagens com marcador Musicas. Mostrar todas as postagens

4 de janeiro de 2021

Canção de segunda...- #1 Acusticos e Valvulados



Rock’n’Roll, Rockabilly, Folk, 60’s, Jovem Guarda e outras chalaças musicais são os ingredientes que fazem a sonoridade dos Acústicos & Valvulados. Com mais de 1000 shows na bagagem e 20 anos de estrada, têm 6 CDs lançados, 1 DVD e vários hits nas rádios e na cabeçado público – “Até a Hora de Parar”, “Fim de Tarde Com Você”, “Remédio” e “O Nome Dessa Rua”, entre outros. Em 2010, lançaram seu novo álbum, batizado “Grande Presença!”, e estão na estrada com a nova turnê, que já contabiliza mais de 150 shows 



A banda já foi indicada aos prêmios VMB MTV, Revista Dynamite e Açorianos de Musica, em três edições. Marcaram presença em festivais como Planeta Atlântida, TIM Festival, Porão do Rock e Superdemo, além de dividirem o palco com grandes nomes do rock internacional ebrasileiro – The Strokes, Echo & The Bunnymen, Paralamas, Skank e Titãs. Entre 1999 e 2000, o CD “Acústicos & Valvulados” e a Revista Atlântida Especial (com versões acústicas) venderam mais de 35.000 cópias, trazendo os hits “Fim de Tarde Com Você”, “Até aHora de Parar” e “O Dia D é Hoje”, entre outros. 


Em 2001, ganharam o aval de uma das mais importantes bandas brasileiras: o Skank. Gravaram o CD “Acústicos & Valvulados” em Belo Horizonte, com produção do tecladista Henrique Portugal e do baterista Haroldo Ferreti. De lá vieram os hits “O Nome Dessa Rua”, “Milésima Canção de Amor”, “Suspenso no Espaço”, “Remédio” e “Quintal”. Novamente foram mais de 35.000 cópias do CD e da Revista Atlântida Especial. Em 2003, “Deus Quis” foi trilha do Big Brother Brasil da Rede Globo, três clipes tiveram alta rotação na MTV, receberam vários elogios da imprensa nacional e ainda abriram o show dos ingleses Echo & The Bunnymen no Credicard Hall em São Paulo. 


Em 2005, a balada “A Espera” foi uma das músicas mais tocadas nas FMs de Porto Alegre e do Estado, e a banda abriu o show dos americanos The Strokes em Porto Alegre. Em 2007, lançaram o CD e DVD “Acústico, Ao Vivo e a Cores”, em parceria com a RBS TV e Casa Elétrica, considerado um dos melhores do estilo desplugado já produzidos no Sul. 

Fim de tarde com você







Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais. 

28 de dezembro de 2020

LADO MILLA AWARDS 2020: Musicas aleatórias do ano



No LADO MILLA AWARDS 2020 - Músicas "aleatórias" que eu ouvi no ano: Depois de uma pequena bagunça no Playlist de 2020 do Spotify da galera... Ouvi mais musicas do modo aleatório do que o álbum completo de uma banda ou cantor(a). No inicio do ano, eu exclui as musicas que estavam no meu celular... Graças ao 4G!



Pabllo Vittar feat. Psirico - Parabéns (Official Music Video)



Gloria Groove - Coisa Boa

GLORIA GROOVE - SEDANAPO

Manu Gavassi, Gloria Groove - Deve ser horrível dormir sem mim

Giulia Be - se essa vida fosse um filme 

Título da música: Jovem Eu pesquisando: eu vacilei na primeira regra do rolê

Giulia Be - Menina Solta

Giulia Be e Luan Santana - inesquecível


Giulia Be - (não) era amor

Carol Biazin - Beijo De Judas

Amarelo - Emicida 2019 (Álbum Completo)

Eu não lembro quando eu ouvi a primeira musica do Emicida. Mas, eu comecei a simpatizar com ele assistindo o programa Papo de Segunda que ele é um dos apresentadores.

Emicida - AmarElo (Sample: Belchior - Sujeito de Sorte) part. Majur e Pabllo Vittar (Áudio oficial)

Emicida - É tudo pra ontem part. Gilberto Gil

Emicida - Pequenas Alegrias da Vida Adulta part. Marcos Valle

Emicida - Quem tem um amigo (tem tudo) part. Zeca Pagodinho, Tokyo Ska Paradise Orchestra e Prettos

Rock de galpão

Esse é o album preferido da minha familia quando vamos viajar... Ou fazer um pequeno passeio de carro. Eu consegui viciar os meus pais a ouvir rock gaucho de alguma maneira.


o Rock de Galpão – grupo que resgata o cancioneiro gaúcho, criando versões contemporâneas para clássicos da música regionalista – O Rock de Galpão é formado por Tiago Ferraz (voz e guitarra), Rafa Schuler (guitarra e vocais), Guilherme Gul (bateria), Mestre Kó (teclados e vocais), Paulinho Cardoso (acordeon) e Gustavo Viegas (contrabaixo), além do artista convidado Diablo Jr. (percussão e boleadeiras).



Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais. 
Estarei comentando com vocês sobre o Blogmas2k20:

17 de dezembro de 2020

#Canção de segunda - Expresso Rural


Expresso Rural é uma banda brasileira de rock rural, fundada na cidade de Florianópolis. É formada por seis músicos.Sua discografia é composta por quatro álbuns de estúdio e um ao vivo. Um dos ícones da música de Santa Catarina dos anos 80, o Grupo Expresso Rural surgiu em 1981 em Florianópolis durante o "Boom" dos festivais de músicas estudantis da época.

Fortemente inspirados em grupos como 14 Bis e Boca Livre, com pitadas do rock rural de Sá e Guarabira com a música country, o Expresso logo conquistou a cidade, e onde quer que se apresentassem eram sinônimo de casa cheia.Faziam parte da banda naquela época Daniel Lucena (voz), Volnei Varaschim (guitarra), Zeca Petry (violões), Paulo Back (baixo), Marcos Ghiorzi (bateria), contando com o apoio nos sopros de Tairone Mandeli e Sérgio Bassit. O grupo se auto denominava Expresso Rural, ganhando logo o reconhecimento da mídia, principalmente pela levada melódica, pelos vocais harmoniosos e pelas canções de Daniel Lucena o que lhes valeu um especial de tv de uma hora, veiculado por todo o Estado.

03 músicas da Banda Expresso escolhidas para essa postagem:


  1. Certos amigos

  1. Velhas Feridas
  1. Nas manhãs do sul do mundo 


E ai gostaram??? Tem alguma banda e música legal para indicar para o #Canção de segunda? Comentem e participem aqui pois, a próxima semana a sua indicação pode aparecer aqui no Lado Milla.

4 de dezembro de 2020

#cançãodesegunda: "Ao Vivo e a Cores" Acústicos & Valvulados com a participação de Beto Bruno.




Essa semana, os meninos dos Acústicos & Valvulados juntamente com o Beto Bruno, ex-vocalista da Cachorro Grande, que é o convidado especial do novo single dos Acústicos & Valvulados: "Ao Vivo e a Cores". Composta por Paulo James e Alexandre Móica, a canção remete ao britpop dos anos 90, temperada com riffs tipicamente stoneanos. Uma curiosidade: a versão original da música saiu no álbum de 2001, gravado em Belo Horizonte com produção de Henrique Portugal e Haroldo Ferreti (tecladista e baterista do Skank).

Beto destaca a emoção que sentiu ao participar do lançamento. "Acompanho a banda desde o século passado, quando morava em Passo Fundo (RS) e trabalhava numa loja de discos. Foi lá que escutei a Acústicos & Valvulados pela primeira vez. Depois, me mudei para Porto Alegre (RS) e vi a cidade cheia de cartazes do grupo – que tinha até música tocando nas principais rádios. Ou seja, eu vi o auge de perto e depois acabei ficando amigo de todos os membros. Então fiquei emocionado e honrado com o convite, que prova que a amizade verdadeira fica. Mais que isso, também sinto que cantar nessa faixa trata-se de uma vitória pessoal minha".


No YouTube, os Acústicos & Valvulados disponibilizaram um bate-papo especial sobre o lançamento de "Ao Vivo e a Cores", contando várias curiosidades e histórias de bastidores. O canal da banda está sendo reativado, e toda semana haverá novidades para os seguidores.

Este é o quarto single retirado da coletânea "Diamantes Verdadeiros Vol. II", álbum que tem lançamento previsto para 2021 - ano em que a banda celebra 30 anos de estrada. A proposta é resgatar, com novos arranjos, músicas que se destacaram nesta trajetória. Cada uma das 10 faixas conta com a participação de um vocalista convidado – Serginho Moah, Beto Bruno, Duda Calvin, Rafa Machado, Carlinhos Carneiro, Fabrício Beck, Frank Jorge, Jacques Maciel, Luciano Albo e Alemão Ronaldo."Diamantes Verdadeiros Vol. II" foi gravado, mixado e masterizado no Estúdio Tabuleiro, em Porto Alegre, com produção de Felipe Magrinelli e Diego Lopes.



Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais. 
Estarei comentando com vocês sobre o Blogmas2k20:

23 de novembro de 2020

Canção de Segunda: Ei! Hoje eu mando um abraçaço...


Em tempos de pandemia... Eu ouvi essa semana a música "abraçaço" do Caetano Veloso lançado em 2012. Mais do que ouvir... Eu precisei ler a letra e desejar no fundo do meu coração "um abraçaço...".


1. Abraçaço. É um abraço que vai além do abraço normal, é um abraço extremamente carinhoso, que alcança até a alma.

Dei um laço no espaço, pra pegar um pedaço do Universo que podemos ver. Com nossos olhos nus, nossa lentes azuis.Nossos computadores luz. Esse laço era um verso, mas foi tudo perverso.Você não se deixou ficar. No meu emaranhado, foi parar do outro lado. Do outro lado de lá, de lá

Ei! Hoje eu mando um abraçaço. Ei! Hoje eu mando um abraçaço.Ei! Hoje eu mando um abraçaço. Ei! Hoje eu mando um abraçaço

Um amasso, um beijaço.Meu olhar de palhaço. Seu orgulho tão sério. Um grande estardalhaço.Pro meu velho cansaço. Do eterno mistério. Meu destino não traço.Não desenho, desfaço. O acaso é o grão-senhor. Tudo que não deu certo. E sei que não tem conserto. Meu silêncio chorou, chorou

Ei! Hoje eu mando um abraçaço. Ei! Hoje eu mando um abraçaço. Ei! Hoje eu mando um abraçaço. Ei! Hoje eu mando um abraçaço

Um amasso, um beijaço. Meu olhar de palhaço. Seu orgulho tão sério.Um grande estardalhaço. Pro meu velho cansaço. Do eterno mistério. Meu destino não traço. Não desenho, desfaço. O acaso é o grão-senhor. Tudo que não deu certo. E sei que não tem conserto. Meu silêncio chorou, chorou

Ei! Hoje eu mando um abraçaço. Ei! Hoje eu mando um abraçaço.Ei! Hoje eu mando um abraçaço.Ei! Hoje eu mando um abraçaço


Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais.
(principalmente no Snap!!):

27 de abril de 2020

Canção de Segunda: A Banda Mais bonita da Cidade



Hoje a TAG #Canção de segunda vai sair um pouco diferente vai ser mais um "diário de chalaça" sobre um dos shows mais bacanas que fui...

Quinta-feira, dia 18 de julho de 2013. Em Florianópolis na capital de Santa Catarina, a temperatura da cidade estava caindo gradativamente, em ameaça da tal “geada negra”, mas felizmente Era só um forte vento sul resultando na ventania e do frio daquela noite. A “sonífera ilha” digo, Florianópolis, saturada de falta de cultura e bons shows… Naquela noite de forte “vento sul” recebeu A Banda Mais bonita da Cidade. 
A cidade onde moro, é a capital do estado de SC, mas, quando se procura “eventos culturais” na city… Aqui mais parece cidade do interior. Mãããsss a questão era que tinha um programa legal (em uma noite tão fria, bacana e com pizza…) rs, na minha querida cof, cof  cidade, não podia pensar na possibilidade de não ir. Na bagunça que se encontrava o meu quarto com o guarda roupa recém desmontado, O grau de dificuldade de achar uma roupinha bacana pelos cantos da sala foi proporcional à bagunça que estava os aposentos…

O Teatro Álvares de Carvalho (TAC) é um dos teatros mais “humildes” aqui da região. Lembro-me de ter ido poucas vezes quando eu era menor, em excursão com a escola para ver peça infantil. Mesmo o teatro sendo “humilde” não tira o clima clean do show e a roupa também tem que ter o mesmo clima sem o tênis surrado companheiro fiel de *chalaças.  O TAC é um teatro pequeno, comparados aos outros dois teatros mais novos da cidade.  Mas, ainda assim é ambiente aconchegante e bem bacana para shows. Cheguei uns 30min antes no TAC para comprar ingresso (graças à falta de divulgação ainda tinha ingresso na hora…) e como não tem marcação de poltronas, era só entrar e sentar na poltrona que quiser (Prefiro assim!).

O “show de abertura” foi da Ana  P _ Falo em outro momento o que penso sobre banda de abertura…_ ¬¬. Não conheço nada sobre o trabalho da Ana, se não me engano, acho que ela participa do clipe “oração” e eu achava que ela fazia parte da Banda Mais bonita… Confesso que fiquei meio que boiando na apresentação dela. Embora eu tenha curtido algumas musicas, acabei aproveitando o primeiro show para fotografar _ Tenho uma “quedinha” por fotos de palco ** _. O clima da ultima musica da Ana foi um convite para a Uyara vocalista da banda mais bonita… Subir ao palco e começar o show da… 

 A BANDA MAIS BONITA DA CIDADE


Esse foi o meu primeiro show que fui da banda, do segundo show da mesma na minha cidade¬¬ dessa vez não me liguei muito no set-listdo show, mas só não entraram no set duas musicas que serão lançados no novo álbum. 

A musica “Oração” foi à primeira musica a fazer sucesso por causa da internet, mas, a banda não corre mais o risco de ser conhecidos como A banda de uma musica só tendo outras musicas da banda que valem a pena ouvir: Mercadorama, #mimimi (vai entrar no segundo álbum…), Solitária, Boa pessoa,Nunca, Meu príncipe (vai entrar no segundo álbum…) e Aos garotos de aluguel.

O entrosamento do pessoal do palco é a parte mais engraçada do show. Cheio de “piadinhas internas” um dos acontecimentos engraçados do show em Floripa, foi antes da musica do “príncipe” a vocalista toda inspirada para a canção joga a cabeça para o lado olha para o baixista da banda e cai na gargalhada… Essa até o publica caiu na risada e demorou a se conter para ouvir uma musica tão calminha.

Terminaram o show com á musica “oração” o Diego Plaça seguiu para fora do palco carregando um bumbo e depois o restante da banda seguiu levando a plateia do show para a porta do teatro terminando do mesmo jeito que o clipe.



Na parte “camarim” que não teve, o pessoal da banda ficou conversando com o publico a vocalista da banda Uyara entrou direto para o banheiro para trocar de roupa. O que fez o público demorar um pouco mais no “Hall” do teatro todo mundo queria; uma foto, um “oi, tudo bem!”, uma dedicatória no CD recém- comprado… Dos músicos. Falei mais com o Vinicius Nisi (Não chora Vini…) e o Diego Plaça, pois eu tava encostada na parede e eles estavam passando… Foram bem simpáticos, perguntando o que eu tinha achado do show e assinando folhinhas aleatórias e o livreto do CD. Tirei uma foto com a Uyara, pois as meninas solicitaram um foto com ela e acabei aproveitando tirando uma foto com ela também, mas não consegui falar muito com ela, pois tinham que seguir viagem...

 



Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais. 

23 de março de 2020

Canção de Segunda: Nenhúm de Nós




Nenhum de Nós é uma banda de rock brasileira do estado do Rio Grande do Sul fundada em 1986.

O Início

Sady Homrich e Carlos Stein se conheceram nos tempos da primeira série escolar, mais tarde, na quinta série, conhecem Thedy Corrêa. Tudo isso no colégio lasallista Nossa Senhora das Dores, na rua Riachuelo em Porto Alegre. Ali, bem perto do Theatro São Pedro, onde os garotos nem imaginavam, viveriam momentos importantes da futura carreira.

Thedy ganhou um violão aos quatorze anos, foi aluno de violão clássico do professor Afrânio. Carlos, com quinze anos, comprou sua primeira guitarra , juntamente com seu irmão, Thedy e outro amigo em comum formam um grupo folk batizado de Quarteto Jererê. 

Na faculdade, Carlão foi um dos fundadores do grupo Engenheiros do Hawaii. Depois de dois shows, saiu para formar uma banda com os amigos Thedy e Sady, sendo que este tinha na faculdade um grupo de samba-de-raiz chamado "Grupo do Fadinho". Após decidirem formar a banda, Sady começou a ter aulas de bateria com o professor Thabba. O "bat-local" do ensaio era a garagem da namorada de Thedy e contava com: uma bateria improvisada, uma caixa emprestada, um violão convertido fazendo a vez de contra-baixo e uma guitarra (sim, a guitarra era de verdade, o que não evitava as pedras jogadas pelos vizinhos). Depois de algum tempo, ensaiavam quase todas as tardes no bar Bangalô, onde Sady trabalhava como músico.


Nome da Banda

O espetáculo de lançamento do trio com o nome Nenhum de Nós foi no mesmo bar com um público de umas 80 pessoas entre amigos e parentes. Precisavam de um nome para a apresentação. Eles buscavam um nome que provocasse curiosidade e que denotasse algo em comum entre os três: Nenhum de Nós enxerga direito; Nenhum de Nós rodou na escola; Nenhum de Nós foi para o quartel" etc. De tanto se repetir ficou este o nome: NENHUM DE NÓS.


Curiosidades

Já animando alguns bailezinhos de carnaval por aí, se preparavam para abrir um espetáculo do DeFalla na Sociedade de Amigos da Praia do Imbé (SAPI) e, devido a um imprevisto, se atrasaram. Isto fez com que o DeFalla iniciasse seu show e os meninos do Nenhum tocassem depois. O produtor e a banda, que acabou tocando antes, foram obrigados a esperar o show do Nenhum acabar pois eles utilizariam o mesmo equipamento de som. Antônio Meira, o produtor, gostou da música dos jovens e pediu uma "fitinha" demo, que enviou às gravadoras. E, com a imensa bagagem de uns seis shows, foram para a cidade de São Paulo para gravar seu primeiro disco, em junho de 1987.



Integrantes:

Thedy Corrêa: casado e tem uma filha, Stella. O vocalista tem projetos paralelos ao Nenhum de Nós. Exemplos disso são o CD solo Loopcinio, onde faz uma homenagem ao cantor gaúcho, Lupicínio Rodrigues e o livro Bruto que acaba de lançar.

Veco Marques: formado em Publicidade e Propaganda pela Unisinos. Toca violão e, para o Nenhum de Nós Acústico 2, mandou trazer uma sitar da Índia.
Carlos Stein: costumam dizer que Carlão é "o cara", pois além de tocar em uma das grandes bandas do rock brasileiro, ajudou a fundar os Engenheiros do Hawaii.

Sady Homrich: este "abominável homem da bateria" já nasceu com as baquetas na mão. Formado em Engenharia Química pela PUCRS, diz que na estante não faltam livros de química e de metafísica. Sady usa baterias e peles RMV, baquetas Pro-Star e pratos Orion.

João Vicenti: o mais novo integrante da banda nasceu em 11 de agosto de 1965. Foi o último músico a se juntar ao Nenhum de Nós. Cursou faculdade de Educação Física, na FUNBA.




Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais. 


14 de janeiro de 2020

Canção de Segunda: Codinome Beija-Flor


Composta em 1985 e lançada no álbum Exagerado, Codinome Beija-Flor é uma das músicas mais bonitas e admiradas do Cazuza. Ao contrário de muitas músicas que o cantor compôs na época em que ainda fazia parte do Barão Vermelho, é uma canção mais contida e filosófica. 


Créditos: Divulgação

Isso tem muito a ver com o momento de sua composição: Cazuza escreveu Codinome Beija-Flor quando estava de cama, internado num hospital. Além da reflexão do artista nas letras, os versos são acompanhados só pelo piano e pelo violino, mostrando um lado do artista muito diferente do garoto rebelde do Barão. Imagina colocar o primeiro álbum solo do Cazuza pra tocar e descobrir essa versão madura do cantor?


História da música Codinome Beija-Flor


Quando Cazuza compôs a música, estava na cama do hospital observando beija-flores pela janela.

Daí vem a metáfora para quando um relacionamento não termina bem: o amor ainda existe e surge aquele sofrimento de ver o outro seguindo em frente (de flor em flor). Pronto: codinome beija-flor. Significado da música Codinome Beija-Flor

Antes da gente falar da letra da música, dá uma olhada nessa linda apresentação:


          


Lindo, né? Então vamos pensar um pouco sobre de onde vem esses versos:


Pra que mentir 
Fingir que perdoou 
Tentar ficar amigos sem rancor 
A emoção acabou


Aqui, o compositor nos dá o contexto: entre mentiras e perdões, notamos que algo está errado nesse relacionamento. Houve mágoa e não adianta tentar viver de aparências, porque resta um sentimento ruim de alguma das partes (ou de ambas).


Que coincidência é o amor 

A nossa música nunca mais tocou

O amor é cheio de coincidências e ironias, né? Se, por um lado, quando nos apaixonamos os sinais parecem estar em todos os lugares (como a música do casal tocando em todo canto), quando o amor acaba, os sinais podem parar junto.
É sobre isso que o artista reflete, usando nossa música como uma referência aos bons momentos que não voltam mais.


Pra que usar de tanta educação 

Pra destilar terceiras intenções


Nesse trecho, o compositor critica a cortesia do pós-término, em que ambos são cordiais mas não existe sinceridade nisso. Para Cazuza, resta um misto de ciúme, raiva e mágoa, com aquela confusão típica de fim de relacionamento.


Desperdiçando o meu mel 
Devagarzinho, flor em flor 
Entre os meus inimigos, Beija-Flor 

Eu protegi o teu nome por amor 
Em um codinome, Beija-Flor 


É nesse ponto que se cria um codinome: pode ser uma metáfora ao momento do relacionamento, mas também uma forma de proteger a pessoa amada de uma exposição. Fica o codinome de um pássaro lindo, mas que também não “pára quieto” em somente uma flor: é um dos animais conhecidos por serem poligâmicos e não-domesticáveis.


Não responda nunca, meu amor, nunca 

Pra qualquer um na rua, Beija-Flor 


Que só eu que podia 

Dentro da tua orelha fria 
Dizer segredos de liquidificador


Aqui, o ciúme fica claro. Como desapegar de um amor e deixar que outras pessoas possam tê-lo, compartilhar segredos e vulnerabilidades? É com esse dilema que Cazuza se depara, tentando lidar com o luto do relacionamento. A gente sempre acaba sendo um pouco narcisista e possessivo nessas horas, né? 


Você sonhava acordada 

Um jeito de não sentir dor 

Prendia o choro e aguava o bom do amor 
Prendia o choro e aguava o bom do amor


Aqui podemos ver que o ressentimento também existia durante o relacionamento. Muita coisa não era dita, as dores não eram manifestadas e a pessoa amada prendia o choro. Com essas palavras, a gente imagina como a relação era sofrida, mas que ainda existia um forte amor entre os dois



Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais. 

7 de julho de 2019

Precisamos falar sobre Podcasts.


Podcasts são programas de áudio (podem ser de vídeo também), distribuídos através de um feed RSS, que permite que o usuário ouça o conteúdo online. Ou seja, o download vai sendo feito conforme você escuta, mas também pode ser baixado no formato MP3 ou algo do gênero para o aparelho de sua escolha, como um computador, celular ou tocador de MP3.

O termo podcast surgiu por causa do iPod, após a descoberta de como transferir esses arquivos de áudio disponíveis apenas em RSS para o iTunes. Assim eles poderiam ser tocados no produto da Apple. A nova forma de transmitir esses dados foi chamada de podcasting.

Podcast do Pi

Ao lado de Edu Mendas, Everton Cunha (Mr Pi) responde os e-mails dos ouvintes, comenta esse espaço de tempo entre o nascimento e a morte chamada de vida e aproveita pra falar sobre tudo mais que der vontade na hora.


Eu comecei  a ouvir o Everton Cunha em meados de 2001 na rádio Atlântida no falecido programa Pijama Show...  O podcast do Pi que foi um dos primeiros podcasts que eu comecei a ouvir... lembra um pouco do programa Pijama Show daquela época naquela época com mais assuntos bacanas do que musicas.


Meia hora sozinho


O Meia Hora Sozinho é um podcast muito parecido com final daquele filme 8 mile do Eminem saca? Só que ao invés do Eminem é o Alexandre Nickel falando sozinho durante meia hora. Mas nem sempre é meia hora e nem sempre é sozinho. Na verdade também não tem muito a ver com o final do 8 mile. Acho que deu pra entender né? Escuta aí.


Eu comecei a ouvir o podcast o Meia Hora Sozinho por causa do Coletivo de Najas que virou um feed também!!! Os integrantes do futuro "Coletivo de Najas" são: Thales Monteiro, Gabriela Carvalhal e Cotô.

Imagina Juntas 

Imagina Juntas é um podcast sobre a vida dos millenials que estão tentando ser adultos e (quase sempre) conseguindo. Ouça discussões sobre cultura pop, trabalho, dinheiro (e falta dele), relacionamentos e todo o resto das coisas importantes que a gente esqueceu de listar aqui. Apresentado por Carol "Tchulim" Rocha, Jéssica Grecco e Gus Lanzetta.


Sabe aquele papo entre amigas... Que sempre tem o amigo (o cota macho) para dar um sabor diferentão nos papos sérios??? O podcast Imagina Juntas... é isso. É apresentado pela Carol Tchulim, Jeska Grecco e Gus Lanzetta (a cota macho do programa).

Um Milkshake chamado Wanda

Notícias, fofocas, opiniões e bom-humor sobre o mundo do entretenimento e a da cultura pop servem de munição para as doses semanais do podcast Um Milkshake Chamado Wanda. Toda quinta-feira, às 13:17, Phelipe Cruz do Papelpop.com, Samir Duarte e Marina Santa Helena comentam os acontecimentos mais legais do showbiz. Ouça! Não seja Lotus! Seja Meryl!


Eu conheci o podcast Um Milkshake Chamado Wanda pesquisando sobre  podcasts... Estou ouvindo o episódio sobre redes sociais com a Bruna Vieira e estou adorando !!!

Vocês curtem podcasts??? 
Quais podcasts vocês indicariam???

20 de maio de 2019

Canção de Segunda: Shallow (feat. Bradley Cooper)



A musica Shallow (feat. Bradley Cooper) é sucesso desde o ano passado, a música ganhadora do Oscar 2019 esteve presente em várias playlists graças ao filme A Star Is Born (ou Nasce Uma Estrela)

Apresentando ao mundo seu lado atriz, Lady Gaga teve a oportunidade de atuar como Ally, uma garçonete que busca a carreira como cantora. Sua personagem conta com o auxílio de Jackson Maine (Bradley Cooper), um cantor de country que está combatendo sérios problemas pessoais.

Lady Gaga e Bradley Cooper na capa do filme “Nasce Uma Estrela” / Créditos: Divulgação 
Claro que por ter uma pegada musical, Gaga também trouxe seu lado cantora para realizar a personagem e, graças a isso, a música composta pelo “time Shallow” (assim se nomeiam os compositores da canção Anthony Rossomando, Andrew Wyatt, Mark Robson e Lady Gaga) fez todo o sucesso que acompanhamos.

Inicialmente Shallow foi planejada para ser cantada apenas pela Gaga. Os compositores revelaram em entrevista para o TNT Brasil que durante toda a construção da canção esperavam apenas uma voz. Quem teve a ideia de transformar em um dueto foi o próprio Bradley Cooper, que além de ator também foi diretor do filme.

Lady Gaga como Ally e Bradley Cooper como Jackson Maine, seus personagens no filme / Créditos: Divulgação 

Além disso, o dueto marcante deixou a química do casal, construída durante todo o filme, ainda mais forte. Um bom exemplo dessa conexão é a apresentação dos dois no Oscar 2019. Simples e intensa, ambos tiveram um momento para dividir o piano e o microfone, deixando os fãs e admiradores do filme apaixonados:

A música apresenta uma letra intensa e com muitos significados profundos. A Canção sobre uma conversa entre um homem e uma mulher. Gaga declarou em entrevista para a L.A. Times que a construção da letra foi feita a base de uma descoberta. Ninguém sabia para onde ir e foram elaborando juntos:
“Eu estava no piano, os rapazes tinham todos guitarras nas mãos e começamos a criar letras e a partilhar uns com os outros.”.
E então afirmou: 
“É exatamente isso que a canção é. Trata-se de uma conversa entre um homem e uma mulher (…) Mas ainda não sabíamos disso quando começamos.”
Cena do filme “Nasce Uma Estrela” / Créditos: Divulgação 

Tell me something, girl
(Me diga uma coisa, garota)
Are you happy in this modern world?
(Você está feliz neste mundo moderno?)
Or do you need more?
(Ou você precisa de mais?)
Is there something else you’re searching for? 
(Existe algo mais que você está procurando?)

Primeiramente, a música começa com Jackson perguntando à garota sobre a felicidade dela em relação ao mundo. Ou seja, ele pergunta a Ally se ela está feliz com a vida que está levando, cantando em barzinhos, sem planos para uma carreira musical.

I’m falling
(Estou caindo)
In all the good times 
(Em todos os bons momentos)
I find myself longing for change 
(Eu me vejo almejando uma mudança)
And in the bad times I fear myself 
(E nos momentos ruins, eu tenho medo de mim mesmo)

Então, Jackson passa a falar sobre sua própria vida: enquanto ele desmorona num todo, nos momentos felizes é capaz de pensar e de lutar por uma mudança, porém, em momentos ruins, sente medo dele mesmo. Tudo ligado diretamente ao filme, já que o personagem passa por grandes desafios lidando com seus problemas pessoais.

Tell me something, boy 
(Me diga uma coisa, garoto)
Aren’t you tired trying to fill that void?
(Você não está cansado de tentar preencher esse vazio?)
Or do you need more? 
(Ou você precisa de mais?)
Ain’t it hard keeping it so hardcore? 
(Não é difícil manter toda essa energia?)

I’m falling 
(Estou caindo)
In all the good times 
(Em todos os bons momentos)
I find myself longing for change 
(Eu me vejo almejando uma mudança)
And in the bad times I fear myself 
(E nos momentos ruins, eu tenho medo de mim mesma)

Questionando sobre preencher um vazio, é como se Ally questionasse Jackson sobre seu estilo de vida agressivo e complicado nesse meio de estrela do rock. Ele estaria feliz com tudo dessa forma ou precisa de mais, isto é, precisa mudar tudo isso?

I’m off the deep end, watch as I dive in
(Eu estou à beira do precipício, assista enquanto mergulho)
I’ll never meet the ground 
(Eu nunca vou tocar o chão)
Crash through the surface 
(Caio através da água)
Where they can’t hurt us
(Onde eles não podem nos machucar)
We’re far from the shallow now 
(Estamos longe da superfície agora)

Nesse primeiro refrão, apenas há a voz de Ally, como se ela falasse para Jackson toda a mensagem. No trecho “I’m off the deep end“, temos um duplo sentido: ela pode estar se referindo ao fato de estar “perdendo a cabeça” e enlouquecendo, como também pode ser sobre se afastar da superfície. 

Nesse sentido, é como se ela estivesse mergulhando nesse estilo de vida, ou até mesmo no romance entre os dois, em que, quão mais fundo ela vai, mais segura está.

Quanto mais fundo se mergulha, menos da superfície é possível ouvir e sentir, logo, é como se ela buscasse a segurança ali, nas profundezas. 
We’re far from the shallow now (Estamos longe da superfície agora)
Há também um terceiro possível sentido: enfim Ally conseguiu ser vista por sua voz, já que por muito tempo foi julgada por sua aparência e que, por isso, não poderia ter uma carreira. Indo ao fundo, ela consegue estar fora de juízos e preconceitos superficiais, navegando profundamente em seu talento. Enfim, são diversas as possíveis interpretações, mas, num, todo a música fala sobre sair da superfície e ir ao fundo, sem medo de consequências e reações. 

É se entregar, sair da confusão, do barulho e do superficial até chegar no profundo, no que nem todas as pessoas podem sentir, seja no sentido dos bons sentimentos ou seja no sentido do sofrimento que ambos passaram em suas vidas. 

       

Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais. 



© Lado Milla
Maira Gall