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12 de agosto de 2021

Beda #12: Poderia ser um papo de Pijama...




Ontem, assistindo um show de uma banda no Gnt eu pude perceber o que eu já tinha comprovado nos milhares de shows que eu fui nesses meus vinte e poucos anos... 

Uma parte do seu gosto musical, vai ser definido quando realmente você for em pelo menos 1 show do seu cantor/banda preferido. Você vai descobrir a resposta da mesma pergunta que eu já fiz um dia: O que te faz Odiar ou amar uma banda? e digo mais, você vai descobrir que " Entre o amor e o ódio a linha é tênue, também...".

Entre algumas linhas de alguma postagem desse blog eu devo ter escrito que: Faço parte de uma geração talvez a ultima que, ouvia muita musica entre as ondas de radio FM e AM do velho Walkman ... 

Na adolescência, conheci o programa Pijama Show que o radialista tinha uma voz aveludada que falava coisas malucas na madrugada e entre um papo e outro tocava algumas canções que se tornaram a trilha sonora de uma fase importante difícil da minha vida: Nenhum de Nós - Paz e Amor , Sob Um Céu de Blues, Cidadão Quem - Pinhal, Mr. Pi - A História...

Conheci o Everton Cunha (Mr. Pi) em um encontro dos Pijanautas promovido por um amigo na época... e confessei esse medo de conhecer "ao vivo" as pessoas que de alguma forma eu admiro e ele respondeu uma frase que eu levo para a vida "O Buda só é quem ele é por permanecer sentado." as pessoas são apenas… pessoas. E devemos olha-las como uma janela, não um espelho. A expectativa que colocamos nas pessoas é o significado que elas tem para nós, não o que verdadeiramente ela é (?). Esquecemos que, elas são seres humanos como qualquer um.

Porém, quando se trata de uma Banda os integrantes são vistos coletivamente e é ai que mora o perigo... A banda tem o publico na mão, o publico corresponde a cada canção do set-list com uma energia inexplicável... Já sai de um show amando/odiando a mesma banda por shows distintos por diversos motivos: Vocalista em um dia não muito bom, set-list ruim mesmo tendo musicas bacanas, o show não é tão bacana quanto, ouvir as musicas em casa no aconchego do lar... E todas essas "má impressões" uma pessoa pode ter em um único e ultimo show.

O documentário do GNT que me referi no inicio, montra essa troca de energia intensa com pessoas que acompanham a banda em cada show e aquelas que estão ali pela primeira vez... Mostrando que, a história da banda se confunde muitas vezes com as historias do público.

Escrevo mais sobre os melhores shows que eu já fui em uma próxima postagem.


13 de julho de 2021

Relato de uma fã de Rock Gaúcho...


Quando eu nem tinha planos em criar um "Diário de Chalaça´s" para escrever sobre os shows que vou com uma certa frequência... Eu escrevi um relato emocionante sobre A Noite do Rei - Em que Rafael Malenotti & Banda fazem uma re-leitura das musicas do Roberto Carlos. No blog anterior, eu escrevi um relato emocionante na época, e graças ao Archive eu consegui salvar o relato e  escrever aqui no Blog Lado Milla.


Como descrever momentos maravilhosos? Escrever um texto aonde cada palavra e frases escritas não virem um bombardeio de clichês? Como falar de “emoções” sem confundir um turbilhão de sentimentos e descrevê-los de uma forma que todos entendam?

Momentos inesquecíveis são aqueles que temos a oportunidade de revivê-los assim foram os vários momentos meus já descritos aqui e aqui com os amigos da banda Acústicos e Valvulados e o dia 16 de dezembro de 2011 será mais um dia desses, dignos a ser guardado na memória, um pouco mais especial porque não é todo dia que se tem a oportunidade de ver seus amigos em uma “Jornada Dupla”.
Assim que cheguei a Porto Alegre fui direto para o Teatro São Pedro, onde iria acontecer “a noite do Rei” onde, o Rafael Malenotti faria as releituras das musicas do Roberto Carlos que ele já mostrou em outras oportunidades que é fã declarado de suas musicas. O show foi realmente um “espetáculo de emoções” com direito até a um pedido de casamento no meio de uma musica... Não sou tão fã declarada das musicas do Rei quanto o Rafael, mas tem varias musicas que trazem lembranças e realmente emocionam de verdade.
A segunda etapa foi na Live pub, onde teve o ultimo show do ano em Porto Alegre. Quase que me deu um treco com a possibilidade de não ir por causa dos rolos do hotel... Mas a “jornada de emoções” era somente para os fortes, os deuses do Rock estavam do meu lado e acabou dando tudo certo para eu ir nesse ultimo show. Na entrada da Live eu encontro nada mais nada menos que o Mestre Everton Cunha o eterno MR. PI dificultou a “tremedeira” da criança que me fez ser confundida com um liquidificador elétrico ambulante, lembro que falei poucas coisas com ele, mas ele se lembrou de mim do encontro e da balada do pretinho em Floripa #ganheianoite!

O bombardeio de clichês começa no momento que escolho as palavras mais (...) para formar frases um tanto exageradas, para os outros olhares a não ser que esta vivenciando aquilo ou já vivenciou...

Na finaleira do(s) show(s) é sempre uma emoção represada, e depois da 11° chalaça vejo que esses momentos nunca irão mudar ou ser um milímetro diferente perderia toda a essência do momento que á pesar de ser represada é única! Uma baita sacanagem desse show é que roubaram a minha frase que eu digo quando eu vou de encontro a cada um deles “Bah, que saudade que eu tava de vocês...” cheguei para falar com o Rafael Malenotti antes, lá no teatro a primeira coisa que ele fala depois do abraço é “Ow Myla, que saudaaaades...!” fiquei sem palavras e só consegui responder com a voz um tanto abafada “eu também, eu também...”
Poderia ficar aqui escrevendo durante horas sobre a minha emoção de ir ao show deles aqui em SC ou sempre que possível viajar para POA/RS para ouvir mais uma vez “ao vivo e a cores”“o nome dessa rua”“fim de tarde”“céu da noite”... Poderia também rotular e deduzir sentimentos, mas fico com a frase do Rei;

"Não tem dinheiro que pague..."



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1 de julho de 2021

Canção de segunda: 1° de julho - Renato Russo

 


Sou fera, sou bicho, sou anjo e sou mulher/
Sou minha mãe e minha filha/Minha irmã, minha menina/
Mas sou minha, só minha e não de quem quiser/
Sou Deus, tua deusa, meu amor 



Cássia Eller estava grávida em 1994 e ganhou um presente do amigo Renato Russo. A letra é toda maternal mas não deixa de apontar conflitos como ‘Não penso em me vingar, não sou assim… Não ajo por vingança”. É uma bela direta à relação conflitante com Tavinho Fialho; no entanto, ao mesmo tempo a letra cuida de reconciliar tudo para um momento tênue.

Afinal, como toda gestante, Cássia Eller teve aqueles pensamentos duvidosos mas aos poucos o lado materno foi dominando; quanto ao pai, uma das questões era o sigilo absoluto do relacionamento e que escapa na letra: “Ninguém sabia e ninguém viu que eu estava a teu lado então…” 


Sim, o casal teve um rolo sigiloso e pintou a gravidez. O drama dessa letra é que Tavinho (baixista e compositor) morreu aos 32 anos em acidente de carro – quando Chicão estava para nascer. Portanto, essa tragédia marca profundamente a chegada do filho. Tavinho era casado e Cássia Eller levava de boa a situação escondida e avisara que o filho seria criado por ela e Maria Eugênia.

Por fim, chega o momento da lucidez e poesia quando Russo brinda a canção com “Alguma coisa aconteceu, do ventre nasce um novo coração… Vamos descobrir o mundo juntos, baby… Quero aprender com o teu pequeno grande coração…” Aliás, Francisco Eller (Chicão), o homenageado na canção, é a cara da mãe que faleceu aos 39 anos em dezembro de 2001. A música surgiu no álbum ‘Cássia Eller’, de 1994 – o primeiro após o nascimento de Chicão. Durante a gravação, ela parava tudo para amamentar.

Nesse álbum e além de 1º de Julho, Música Urbana 2 também é de Renato Russo; outros grandes nomes assinam faixas como Paulo Ricardo, Marisa Monte, Ataulfo Alves, Herbert Vianna, Arnaldo Antunes, Djavan… No ano seguinte, 1995, 1º de Julho volta à tona com a Legião Urbana.



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5 de abril de 2021

Canção de Segunda: Deus me proteja - Chico Cezar



Chico César
nasceu no município de Catolé do Rocha, interior da Paraíba, e aos dezesseis anos mudou-se para João Pessoa. Formou-se em jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba. Na época da universidade, entrou para o grupo Jaguaribe Carne, onde fazia poesia de vanguarda.

Pouco depois, aos 21, mudou-se para São Paulo. Trabalhando como jornalista e revisor de textos da Editora Abril, treinou violão. Em 1991, foi convidado para fazer uma turnê pela Alemanha, e o sucesso o animou a deixar o jornalismo para dedicar-se somente à música. Formou a banda Cuscuz Clã e passou a apresentar-se na casa noturna paulistana Blen Blen Club. Em 1995 lançou seu primeiro disco Aos Vivos e seu primeiro livro Cantáteis, cantos elegíacos de amizade (ed. Garamond).

Tornou-se nacional e internacionalmente conhecido em 1996 pela canção "Mama África".O videoclipe da música ganhou o prêmio de "Melhor Videoclipe de MPB" no MTV Video Music Brasil (VMB) de 1997 e é considerado um dos marcos da MTV Brasil. Em 2007 participou do filme Paraíba, Meu Amor, do cineasta suíço Jean Robert-Charrue, cuja música tema é de sua autoria.





Deus me proteja de mim e da maldade de gente boa.
Da bondade da pessoa ruim
Deus me governe e guarde ilumine e zele assim


Deus me proteja de mim e da maldade de gente boa.
Da bondade da pessoa ruim
Deus me governe e guarde ilumine e zele assim


Caminho se conhece andando
Então vez em quando é bom se perder
Perdido fica perguntando
Vai só procurando
E acha sem saber
Perigo é se encontrar perdido
Deixar sem ter sido
Não olhar, não ver
Bom mesmo é ter sexto sentido
Sair distraído espalhar bem-querer




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9 de fevereiro de 2021

Canção de Segunda: JUNTO A MIM Acústicos & Valvulados ft. Rafa Machado

Junto a Mim é o novo single dos Acústicos & Valvulados, e tem a participação especial do vocalista da Chimarruts, Rafa Machado. A canção tem um clima acústico e intimista, e é conduzida basicamente pelos violões folk e pelas percussões de Vicente Guedes.

O vocalista Rafael Malenotti celebra a parceria com o amigo (e xará) Rafa Machado. "Mais uma vez, esbanjou simpatia e alto astral, que são características marcantes da sua trajetória artística, registrando a canção de forma magistral e em total sintonia com a proposta da banda."

 


A composição é assinada por Alexandre Móica, e foi originalmente criada para o álbum solo do guitarrista. Posteriormente, entrou no repertório do show Acústico, Ao Vivo e a Cores, lançado em CD e DVD (2007). Agora, nesta nova versão, Móica faz o solo da música com uma Cigar Box Guitar, instrumento de quatro cordas feito com caixas semelhantes às de charutos.

 

Este é o quinto single da coletânea Diamantes Verdadeiros Vol. II, álbum que será oficialmente lançado em julho de 2021 para comemorar os 30 anos da banda. A proposta é resgatar, com novos arranjos, músicas que se destacaram nessa trajetória. Cada uma das 10 faixas conta com a participação de um vocalista convidado – Serginho Moah, Beto Bruno, Duda Calvin, Rafa Machado, Carlinhos Carneiro, Fabrício Beck, Frank Jorge, Jacques Maciel, Luciano Albo, e Alemão Ronaldo. Além disso, os arranjos ganharam o reforço de grandes músicos, como Henrique Portugal (Skank), Luciano Leães e Vicente Guedes.

 

“Diamantes Verdadeiros Vol. II” foi gravado, mixado e masterizado no Estúdio Tabuleiro, em Porto Alegre, com produção de Felipe Magrinelli e Diego Lopes.

 




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4 de janeiro de 2021

Canção de segunda...- #1 Acusticos e Valvulados



Rock’n’Roll, Rockabilly, Folk, 60’s, Jovem Guarda e outras chalaças musicais são os ingredientes que fazem a sonoridade dos Acústicos & Valvulados. Com mais de 1000 shows na bagagem e 20 anos de estrada, têm 6 CDs lançados, 1 DVD e vários hits nas rádios e na cabeçado público – “Até a Hora de Parar”, “Fim de Tarde Com Você”, “Remédio” e “O Nome Dessa Rua”, entre outros. Em 2010, lançaram seu novo álbum, batizado “Grande Presença!”, e estão na estrada com a nova turnê, que já contabiliza mais de 150 shows 



A banda já foi indicada aos prêmios VMB MTV, Revista Dynamite e Açorianos de Musica, em três edições. Marcaram presença em festivais como Planeta Atlântida, TIM Festival, Porão do Rock e Superdemo, além de dividirem o palco com grandes nomes do rock internacional ebrasileiro – The Strokes, Echo & The Bunnymen, Paralamas, Skank e Titãs. Entre 1999 e 2000, o CD “Acústicos & Valvulados” e a Revista Atlântida Especial (com versões acústicas) venderam mais de 35.000 cópias, trazendo os hits “Fim de Tarde Com Você”, “Até aHora de Parar” e “O Dia D é Hoje”, entre outros. 


Em 2001, ganharam o aval de uma das mais importantes bandas brasileiras: o Skank. Gravaram o CD “Acústicos & Valvulados” em Belo Horizonte, com produção do tecladista Henrique Portugal e do baterista Haroldo Ferreti. De lá vieram os hits “O Nome Dessa Rua”, “Milésima Canção de Amor”, “Suspenso no Espaço”, “Remédio” e “Quintal”. Novamente foram mais de 35.000 cópias do CD e da Revista Atlântida Especial. Em 2003, “Deus Quis” foi trilha do Big Brother Brasil da Rede Globo, três clipes tiveram alta rotação na MTV, receberam vários elogios da imprensa nacional e ainda abriram o show dos ingleses Echo & The Bunnymen no Credicard Hall em São Paulo. 


Em 2005, a balada “A Espera” foi uma das músicas mais tocadas nas FMs de Porto Alegre e do Estado, e a banda abriu o show dos americanos The Strokes em Porto Alegre. Em 2007, lançaram o CD e DVD “Acústico, Ao Vivo e a Cores”, em parceria com a RBS TV e Casa Elétrica, considerado um dos melhores do estilo desplugado já produzidos no Sul. 

Fim de tarde com você







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28 de dezembro de 2020

LADO MILLA AWARDS 2020: Musicas aleatórias do ano



No LADO MILLA AWARDS 2020 - Músicas "aleatórias" que eu ouvi no ano: Depois de uma pequena bagunça no Playlist de 2020 do Spotify da galera... Ouvi mais musicas do modo aleatório do que o álbum completo de uma banda ou cantor(a). No inicio do ano, eu exclui as musicas que estavam no meu celular... Graças ao 4G!



Pabllo Vittar feat. Psirico - Parabéns (Official Music Video)



Gloria Groove - Coisa Boa

GLORIA GROOVE - SEDANAPO

Manu Gavassi, Gloria Groove - Deve ser horrível dormir sem mim

Giulia Be - se essa vida fosse um filme 

Título da música: Jovem Eu pesquisando: eu vacilei na primeira regra do rolê

Giulia Be - Menina Solta

Giulia Be e Luan Santana - inesquecível


Giulia Be - (não) era amor

Carol Biazin - Beijo De Judas

Amarelo - Emicida 2019 (Álbum Completo)

Eu não lembro quando eu ouvi a primeira musica do Emicida. Mas, eu comecei a simpatizar com ele assistindo o programa Papo de Segunda que ele é um dos apresentadores.

Emicida - AmarElo (Sample: Belchior - Sujeito de Sorte) part. Majur e Pabllo Vittar (Áudio oficial)

Emicida - É tudo pra ontem part. Gilberto Gil

Emicida - Pequenas Alegrias da Vida Adulta part. Marcos Valle

Emicida - Quem tem um amigo (tem tudo) part. Zeca Pagodinho, Tokyo Ska Paradise Orchestra e Prettos

Rock de galpão

Esse é o album preferido da minha familia quando vamos viajar... Ou fazer um pequeno passeio de carro. Eu consegui viciar os meus pais a ouvir rock gaucho de alguma maneira.


o Rock de Galpão – grupo que resgata o cancioneiro gaúcho, criando versões contemporâneas para clássicos da música regionalista – O Rock de Galpão é formado por Tiago Ferraz (voz e guitarra), Rafa Schuler (guitarra e vocais), Guilherme Gul (bateria), Mestre Kó (teclados e vocais), Paulinho Cardoso (acordeon) e Gustavo Viegas (contrabaixo), além do artista convidado Diablo Jr. (percussão e boleadeiras).



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17 de dezembro de 2020

#Canção de segunda - Expresso Rural


Expresso Rural é uma banda brasileira de rock rural, fundada na cidade de Florianópolis. É formada por seis músicos.Sua discografia é composta por quatro álbuns de estúdio e um ao vivo. Um dos ícones da música de Santa Catarina dos anos 80, o Grupo Expresso Rural surgiu em 1981 em Florianópolis durante o "Boom" dos festivais de músicas estudantis da época.

Fortemente inspirados em grupos como 14 Bis e Boca Livre, com pitadas do rock rural de Sá e Guarabira com a música country, o Expresso logo conquistou a cidade, e onde quer que se apresentassem eram sinônimo de casa cheia.Faziam parte da banda naquela época Daniel Lucena (voz), Volnei Varaschim (guitarra), Zeca Petry (violões), Paulo Back (baixo), Marcos Ghiorzi (bateria), contando com o apoio nos sopros de Tairone Mandeli e Sérgio Bassit. O grupo se auto denominava Expresso Rural, ganhando logo o reconhecimento da mídia, principalmente pela levada melódica, pelos vocais harmoniosos e pelas canções de Daniel Lucena o que lhes valeu um especial de tv de uma hora, veiculado por todo o Estado.

03 músicas da Banda Expresso escolhidas para essa postagem:


  1. Certos amigos

  1. Velhas Feridas
  1. Nas manhãs do sul do mundo 


E ai gostaram??? Tem alguma banda e música legal para indicar para o #Canção de segunda? Comentem e participem aqui pois, a próxima semana a sua indicação pode aparecer aqui no Lado Milla.

4 de dezembro de 2020

#cançãodesegunda: "Ao Vivo e a Cores" Acústicos & Valvulados com a participação de Beto Bruno.




Essa semana, os meninos dos Acústicos & Valvulados juntamente com o Beto Bruno, ex-vocalista da Cachorro Grande, que é o convidado especial do novo single dos Acústicos & Valvulados: "Ao Vivo e a Cores". Composta por Paulo James e Alexandre Móica, a canção remete ao britpop dos anos 90, temperada com riffs tipicamente stoneanos. Uma curiosidade: a versão original da música saiu no álbum de 2001, gravado em Belo Horizonte com produção de Henrique Portugal e Haroldo Ferreti (tecladista e baterista do Skank).

Beto destaca a emoção que sentiu ao participar do lançamento. "Acompanho a banda desde o século passado, quando morava em Passo Fundo (RS) e trabalhava numa loja de discos. Foi lá que escutei a Acústicos & Valvulados pela primeira vez. Depois, me mudei para Porto Alegre (RS) e vi a cidade cheia de cartazes do grupo – que tinha até música tocando nas principais rádios. Ou seja, eu vi o auge de perto e depois acabei ficando amigo de todos os membros. Então fiquei emocionado e honrado com o convite, que prova que a amizade verdadeira fica. Mais que isso, também sinto que cantar nessa faixa trata-se de uma vitória pessoal minha".


No YouTube, os Acústicos & Valvulados disponibilizaram um bate-papo especial sobre o lançamento de "Ao Vivo e a Cores", contando várias curiosidades e histórias de bastidores. O canal da banda está sendo reativado, e toda semana haverá novidades para os seguidores.

Este é o quarto single retirado da coletânea "Diamantes Verdadeiros Vol. II", álbum que tem lançamento previsto para 2021 - ano em que a banda celebra 30 anos de estrada. A proposta é resgatar, com novos arranjos, músicas que se destacaram nesta trajetória. Cada uma das 10 faixas conta com a participação de um vocalista convidado – Serginho Moah, Beto Bruno, Duda Calvin, Rafa Machado, Carlinhos Carneiro, Fabrício Beck, Frank Jorge, Jacques Maciel, Luciano Albo e Alemão Ronaldo."Diamantes Verdadeiros Vol. II" foi gravado, mixado e masterizado no Estúdio Tabuleiro, em Porto Alegre, com produção de Felipe Magrinelli e Diego Lopes.



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23 de novembro de 2020

Canção de Segunda: Ei! Hoje eu mando um abraçaço...


Em tempos de pandemia... Eu ouvi essa semana a música "abraçaço" do Caetano Veloso lançado em 2012. Mais do que ouvir... Eu precisei ler a letra e desejar no fundo do meu coração "um abraçaço...".


1. Abraçaço. É um abraço que vai além do abraço normal, é um abraço extremamente carinhoso, que alcança até a alma.

Dei um laço no espaço, pra pegar um pedaço do Universo que podemos ver. Com nossos olhos nus, nossa lentes azuis.Nossos computadores luz. Esse laço era um verso, mas foi tudo perverso.Você não se deixou ficar. No meu emaranhado, foi parar do outro lado. Do outro lado de lá, de lá

Ei! Hoje eu mando um abraçaço. Ei! Hoje eu mando um abraçaço.Ei! Hoje eu mando um abraçaço. Ei! Hoje eu mando um abraçaço

Um amasso, um beijaço.Meu olhar de palhaço. Seu orgulho tão sério. Um grande estardalhaço.Pro meu velho cansaço. Do eterno mistério. Meu destino não traço.Não desenho, desfaço. O acaso é o grão-senhor. Tudo que não deu certo. E sei que não tem conserto. Meu silêncio chorou, chorou

Ei! Hoje eu mando um abraçaço. Ei! Hoje eu mando um abraçaço. Ei! Hoje eu mando um abraçaço. Ei! Hoje eu mando um abraçaço

Um amasso, um beijaço. Meu olhar de palhaço. Seu orgulho tão sério.Um grande estardalhaço. Pro meu velho cansaço. Do eterno mistério. Meu destino não traço. Não desenho, desfaço. O acaso é o grão-senhor. Tudo que não deu certo. E sei que não tem conserto. Meu silêncio chorou, chorou

Ei! Hoje eu mando um abraçaço. Ei! Hoje eu mando um abraçaço.Ei! Hoje eu mando um abraçaço.Ei! Hoje eu mando um abraçaço


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(principalmente no Snap!!):

27 de abril de 2020

Canção de Segunda: A Banda Mais bonita da Cidade



Hoje a TAG #Canção de segunda vai sair um pouco diferente vai ser mais um "diário de chalaça" sobre um dos shows mais bacanas que fui...

Quinta-feira, dia 18 de julho de 2013. Em Florianópolis na capital de Santa Catarina, a temperatura da cidade estava caindo gradativamente, em ameaça da tal “geada negra”, mas felizmente Era só um forte vento sul resultando na ventania e do frio daquela noite. A “sonífera ilha” digo, Florianópolis, saturada de falta de cultura e bons shows… Naquela noite de forte “vento sul” recebeu A Banda Mais bonita da Cidade. 
A cidade onde moro, é a capital do estado de SC, mas, quando se procura “eventos culturais” na city… Aqui mais parece cidade do interior. Mãããsss a questão era que tinha um programa legal (em uma noite tão fria, bacana e com pizza…) rs, na minha querida cof, cof  cidade, não podia pensar na possibilidade de não ir. Na bagunça que se encontrava o meu quarto com o guarda roupa recém desmontado, O grau de dificuldade de achar uma roupinha bacana pelos cantos da sala foi proporcional à bagunça que estava os aposentos…

O Teatro Álvares de Carvalho (TAC) é um dos teatros mais “humildes” aqui da região. Lembro-me de ter ido poucas vezes quando eu era menor, em excursão com a escola para ver peça infantil. Mesmo o teatro sendo “humilde” não tira o clima clean do show e a roupa também tem que ter o mesmo clima sem o tênis surrado companheiro fiel de *chalaças.  O TAC é um teatro pequeno, comparados aos outros dois teatros mais novos da cidade.  Mas, ainda assim é ambiente aconchegante e bem bacana para shows. Cheguei uns 30min antes no TAC para comprar ingresso (graças à falta de divulgação ainda tinha ingresso na hora…) e como não tem marcação de poltronas, era só entrar e sentar na poltrona que quiser (Prefiro assim!).

O “show de abertura” foi da Ana  P _ Falo em outro momento o que penso sobre banda de abertura…_ ¬¬. Não conheço nada sobre o trabalho da Ana, se não me engano, acho que ela participa do clipe “oração” e eu achava que ela fazia parte da Banda Mais bonita… Confesso que fiquei meio que boiando na apresentação dela. Embora eu tenha curtido algumas musicas, acabei aproveitando o primeiro show para fotografar _ Tenho uma “quedinha” por fotos de palco ** _. O clima da ultima musica da Ana foi um convite para a Uyara vocalista da banda mais bonita… Subir ao palco e começar o show da… 

 A BANDA MAIS BONITA DA CIDADE


Esse foi o meu primeiro show que fui da banda, do segundo show da mesma na minha cidade¬¬ dessa vez não me liguei muito no set-listdo show, mas só não entraram no set duas musicas que serão lançados no novo álbum. 

A musica “Oração” foi à primeira musica a fazer sucesso por causa da internet, mas, a banda não corre mais o risco de ser conhecidos como A banda de uma musica só tendo outras musicas da banda que valem a pena ouvir: Mercadorama, #mimimi (vai entrar no segundo álbum…), Solitária, Boa pessoa,Nunca, Meu príncipe (vai entrar no segundo álbum…) e Aos garotos de aluguel.

O entrosamento do pessoal do palco é a parte mais engraçada do show. Cheio de “piadinhas internas” um dos acontecimentos engraçados do show em Floripa, foi antes da musica do “príncipe” a vocalista toda inspirada para a canção joga a cabeça para o lado olha para o baixista da banda e cai na gargalhada… Essa até o publica caiu na risada e demorou a se conter para ouvir uma musica tão calminha.

Terminaram o show com á musica “oração” o Diego Plaça seguiu para fora do palco carregando um bumbo e depois o restante da banda seguiu levando a plateia do show para a porta do teatro terminando do mesmo jeito que o clipe.



Na parte “camarim” que não teve, o pessoal da banda ficou conversando com o publico a vocalista da banda Uyara entrou direto para o banheiro para trocar de roupa. O que fez o público demorar um pouco mais no “Hall” do teatro todo mundo queria; uma foto, um “oi, tudo bem!”, uma dedicatória no CD recém- comprado… Dos músicos. Falei mais com o Vinicius Nisi (Não chora Vini…) e o Diego Plaça, pois eu tava encostada na parede e eles estavam passando… Foram bem simpáticos, perguntando o que eu tinha achado do show e assinando folhinhas aleatórias e o livreto do CD. Tirei uma foto com a Uyara, pois as meninas solicitaram um foto com ela e acabei aproveitando tirando uma foto com ela também, mas não consegui falar muito com ela, pois tinham que seguir viagem...

 



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23 de março de 2020

Canção de Segunda: Nenhúm de Nós




Nenhum de Nós é uma banda de rock brasileira do estado do Rio Grande do Sul fundada em 1986.

O Início

Sady Homrich e Carlos Stein se conheceram nos tempos da primeira série escolar, mais tarde, na quinta série, conhecem Thedy Corrêa. Tudo isso no colégio lasallista Nossa Senhora das Dores, na rua Riachuelo em Porto Alegre. Ali, bem perto do Theatro São Pedro, onde os garotos nem imaginavam, viveriam momentos importantes da futura carreira.

Thedy ganhou um violão aos quatorze anos, foi aluno de violão clássico do professor Afrânio. Carlos, com quinze anos, comprou sua primeira guitarra , juntamente com seu irmão, Thedy e outro amigo em comum formam um grupo folk batizado de Quarteto Jererê. 

Na faculdade, Carlão foi um dos fundadores do grupo Engenheiros do Hawaii. Depois de dois shows, saiu para formar uma banda com os amigos Thedy e Sady, sendo que este tinha na faculdade um grupo de samba-de-raiz chamado "Grupo do Fadinho". Após decidirem formar a banda, Sady começou a ter aulas de bateria com o professor Thabba. O "bat-local" do ensaio era a garagem da namorada de Thedy e contava com: uma bateria improvisada, uma caixa emprestada, um violão convertido fazendo a vez de contra-baixo e uma guitarra (sim, a guitarra era de verdade, o que não evitava as pedras jogadas pelos vizinhos). Depois de algum tempo, ensaiavam quase todas as tardes no bar Bangalô, onde Sady trabalhava como músico.


Nome da Banda

O espetáculo de lançamento do trio com o nome Nenhum de Nós foi no mesmo bar com um público de umas 80 pessoas entre amigos e parentes. Precisavam de um nome para a apresentação. Eles buscavam um nome que provocasse curiosidade e que denotasse algo em comum entre os três: Nenhum de Nós enxerga direito; Nenhum de Nós rodou na escola; Nenhum de Nós foi para o quartel" etc. De tanto se repetir ficou este o nome: NENHUM DE NÓS.


Curiosidades

Já animando alguns bailezinhos de carnaval por aí, se preparavam para abrir um espetáculo do DeFalla na Sociedade de Amigos da Praia do Imbé (SAPI) e, devido a um imprevisto, se atrasaram. Isto fez com que o DeFalla iniciasse seu show e os meninos do Nenhum tocassem depois. O produtor e a banda, que acabou tocando antes, foram obrigados a esperar o show do Nenhum acabar pois eles utilizariam o mesmo equipamento de som. Antônio Meira, o produtor, gostou da música dos jovens e pediu uma "fitinha" demo, que enviou às gravadoras. E, com a imensa bagagem de uns seis shows, foram para a cidade de São Paulo para gravar seu primeiro disco, em junho de 1987.



Integrantes:

Thedy Corrêa: casado e tem uma filha, Stella. O vocalista tem projetos paralelos ao Nenhum de Nós. Exemplos disso são o CD solo Loopcinio, onde faz uma homenagem ao cantor gaúcho, Lupicínio Rodrigues e o livro Bruto que acaba de lançar.

Veco Marques: formado em Publicidade e Propaganda pela Unisinos. Toca violão e, para o Nenhum de Nós Acústico 2, mandou trazer uma sitar da Índia.
Carlos Stein: costumam dizer que Carlão é "o cara", pois além de tocar em uma das grandes bandas do rock brasileiro, ajudou a fundar os Engenheiros do Hawaii.

Sady Homrich: este "abominável homem da bateria" já nasceu com as baquetas na mão. Formado em Engenharia Química pela PUCRS, diz que na estante não faltam livros de química e de metafísica. Sady usa baterias e peles RMV, baquetas Pro-Star e pratos Orion.

João Vicenti: o mais novo integrante da banda nasceu em 11 de agosto de 1965. Foi o último músico a se juntar ao Nenhum de Nós. Cursou faculdade de Educação Física, na FUNBA.




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© Lado Milla
Maira Gall