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7 de agosto de 2018

15 anos de OC - Um estranho no paraiso.


Eu comecei a assistir OC - Um estranho no paraiso em 2016 (Quando assinei a Netflix) foi uma das  séries que eu comecei assistir devagar... me deliciando a cada episódio. No dia 5 de agosto de 2018 a série fez 15 anos!

Irei sentir saudades da Summer e Seth que é o meu casal favorito durante todas as temporadas chorei demais quando eles duvidaram da relação deles por serem muito jovens... As festividades do Natanukká... O capitão aveia e a Princesa Faisca... A série ficticia The Valley... e por ultimo a coelhinha panqueca.

No dia 5 de agosto de 2003, Ryan Atwood chegou à Orange County tornado essa série um fenômeno de cultura pop. 

Os criadores e autores do Teatro Grego foram originais,Eles é que começaram a conduzir os conceitos que nós usamos hoje como dramaturgia. A inspiração era tão nova e entorpecente, que parecia ritualística. Hoje em dia, só repetimos fórmulas, incorporando uma ou outra novidade, outro ângulo, outra perspectiva, que acaba tornando o óbvio menos previsível e o corriqueiro em surpresa. A vida imita a arte e a ficção também. Alguns autores sabem manipular as poucas notas dessa canção... 

outros nem tanto. 

Josh Schwartz está no primeiro caso. Por mais carinho que eu nutre por The OC, com um toque de nostalgia... Essa não é a minha série favorita. A série não representa originalidade bruta, mas representa originalidade derivada. Apoiando-se numa premissa básica de organização social, o moço (o mais jovem showrunner da história) levou a FOX a proposta do show, que não demorou a marcar seu nome na história como ícone pop e como referência cultural. E a ser, sem querer, analogia involuntária para a vida.

O cenário é o cotidiano, mostrando os personagens o seu núcleo social vivendo a sua rotina. Toda ficção começa com a chegada de alguém. . A rotina sempre representa segurança, sempre se refere à dinâmica que já está estabelecida. Os indivíduos costumam se agrupar entre iguais justamente para tentar preservar a força de seu cotidiano. Se qualquer movimento contrário é feito, deflagra-se uma rede de acontecimentos que atribulam a vida dessas pessoas. É assim na vida e é assim na ficção. Por isso, faz todo sentido que os movimentos desses personagens desestabilizam o mundo em questão.

As pessoas sempre seguem em suas vidas nessa mesma proporção: cumprindo prazos, hábitos, vivendo no mesmo ciclo. O tremor que bifurca os caminhos vem, quase sempre, de interferências externas.

O mundo de Sandy Cohen era totalmente monótono. Ryan (o estranho no paraíso...) não era um protagonista soberano. O "protagonismo" era a transformação que a presença dele causou na vida da família Cohen na mesma intensidade com a qual a vida do menino pobre foi transformada. a vida do menino rico Seth também transformou-se com a chegada de Ryan, Seth era fruto de um casamento que nasceu pra transgredir: Sandy era um idealista que se apaixonou por uma “patricinha”. Kirsten, entretanto, tinha vontade de ir contra a correnteza de uma tradição. Os dois se apaixonaram pelo que representavam um pro outro. No início, pode ser sido desbravador, mas logo também passou a ser rotina.Sandy vivia no meio dos ricos achando que nada daquilo o atingia e Kirsten tinha um marido engajado, que ajudava a diferenciá-la de suas vizinhas alienadas. No fim das contas, entretanto, os dois estavam mergulhados na inércia. 


Seth era o goroto Nerd. Inteligente que era considerado o maior defeito que alguém poderia ter na Escola Harbor. Não era belo o suficiente ou esportivo o suficiente pra ser popular, e para que alguém descobrisse que ele era interessante, antes precisaria se aproximar dele.


As garotas eram populares. que se ilustravam através da fraqueza pessoal de Marissa e da preguiça intelectual de Summer. Marissa era a típica garota "rebelde sem causa" que tinha aquele vazio clássico de quem não tem problemas de verdade. Já Summer forçava prioridades superficiais por achar que esse era o movimento natural do meio onde estava inserida. Todos eles, sem exceção, só cumprindo um ritual diário.


Quando Sandy levou Ryan para casa naquele dia a transformação de uma série de anseios e conflitos escondidos que redefiniram aquela sociedade. Sandy foi obrigado a se confrontar com o pouco que fazia e que pensava que era muito, Kirsten precisou ser diferente das vizinhas alienadas na prática e não só na teoria, Marissa ganhou um projeto para se preocupar de verdade, Summer foi obrigada a pensar em mais além de si mesma e Seth ganhou um amigo.

A possível transformação do Seth "o pobre menino rico" acabou ganhando protagonismo. Pois Ryan se transformou no que aquele solitário menino precisava. Um amigo… Sua vida mudou tanto assim apenas porque ele teve uma coisa que tanta gente não tem nenhum trabalho pra ter: um amigo.


A partir do momento em que o problemático Ryan Atwood chega à Orange County, a vida dessas pessoas começa a se reconfigurar, mudando não só comportamentos, como também personalidades. E esse foi o grande diferencial de The OC, que em sua Primeira Temporada, surpreendeu o público e a crítica com uma forma mais debochada, irônica e sagaz de fazer televisão para adolescentes.

Benjamin McKenzie era o rapaz perfeito para o personagem por conta de sua atitude bad boy. Esse era o aspecto mais importante sobre Ryan, que precisava chocar o mundo asséptico de Kirsten Cohen, única personagem com força suficiente para impedir a permanência dele naquele sistema. Uma boa ficção sempre trabalha com opostos, e por isso The OC deu certo tão de cara.


O primeiro episódio já nos deixa completamente fascinados pela expectativa do que Ryan ia provocar naquela sociedade tão “perfeitinha”. Os preconceitos acerca de todos os personagens foram sendo discutidos e superados, passo a passo. Todos, absolutamente todos os personagens, não sabiam nada uns sobre os outros. Até a chegada de Ryan, Sandy achava que nenhum membro do clã Newport Beach valia a pena de se ter uma conversa. O terremoto que o garoto provocou quando chegou, aproximou Sandy de Jimmy. Antes de Atwood, Kirsten não sabia nada sobre o filho, nada sobre a própria capacidade de superar sua origem cristalizada. Essa flexibilidade lhe permitiu se aproximar de Julie. Marissa e Summer nem mesmo eram amigas de verdade, porque foi só com a chegada de Ryan que elas precisaram fortalecer esses laços.


A primeira temporada da série com uma linha de narração de dar inveja a qualquer novelão, mas se salvando do lugar comum com um texto e uma trilha sonora espertíssimos. Confirmou seu sucesso. 

O primeiro ano foi tão intenso, que parecia impossível ter pra onde seguir no ano seguinte. O Season Finale do show, com a sentida partida de Ryan, foi tão catártico que visto novamente, até hoje, emociona. E por uma razão muito simples: numa tacada de mestre, Josh Schwartz passou um ano bagunçando o mundo dos ricos para que quando a ameaça de voltar com Ryan pra seu lugar chegasse, a perspectiva daqueles personagens de retomarem sua rotina apática, os devastaria. 


Kirsten se transformou em mãe de Ryan em diferentes episódios com amor totalmente desinteressado, nos transmitindo toda a dor/ alegria de ver transformações tão positivas. Por mais sofrimento que a chegada de Ryan pudesse ter provocado, nada foi tão forte quanto os sentimentos de afeto sincero que esse evento deflagrou na vida daqueles personagens.

Então chegou a Segunda Temporada e alguns padrões começaram a se confirmar. O primeiro deles era o de que a série estava disposta a tudo. O curioso é que muitos desses padrões transformaram a Mischa Barton como antagonista com a sua "rebelde sem causa" Marissa Coper. 


O interesse romântico do herói costuma ser problemático mesmo, mas nunca foi tão transgressor quanto Marissa era. Além de mentir, roubar e se drogar, ela começou o segundo ano da série tendo uma experiência lésbica. Isso arrepiou os cabelos da FOX na época, que logo tratou de exigir mudanças, mas ainda assim, já estava feito e já era sacramentado: The OC era diferente, era realmente ousada...


Marissa, entretanto, vinha confirmando outro padrão que acabou se tornando uma garota problema: ela precisava de “projetos” novos o tempo todo, para sentir-se viva. Na primeira temporada foi Oliver, na segunda foi Trey e na terceira, Johnny. Enquanto o roteiro tentava explorar o casal separadamente... Na minha humilde opinião o casal Ryan& Marissa não tinha uma quimica como casal... Apagando muitas vezes o casal Seth&Summer que foram um casal super fofinhos nas duas ultimas temporadas.

A segunda temporada de The OC foi uma trilha-sonora muito rica. Com bandas se apresentando ao vivo no Bait Shop, de universo nerd (com o Comic Book “Atomic County”) e de tiradas de referência. Seth e Summer irritaram um pouco no triângulo interminável com Zack, mas o ótimo texto de Josh e seu time salvava a série da irrelevância. Momentos como o do “beijo do Homem-Aranha” foram responsáveis por impedir qualquer crítico de não reconhecer a nova linguagem proposta pelo show.


A série renovou a procura por clássicos de cinema e literatura, recebeu convidados de peso, ironizou com o mercado e fez piada de si mesma com a impagável The Valley. A trilha sonora com as canções arrebatadoras que tocavam em cada episódio.

No primeiro episódio da série, os roteiristas já tinham consciência de qual seria o fim mais provável da personagem Marissa. Na segunda temporada, Marissa se transformou como catalisadora das maiores tragédias do enredo. Ao mesmo tempo em que a seqüência abaixo é uma das mais bem dirigidas do programa, também condena a personagem definitivamente, à infelicidade.


A personagem de Marissa é, sem dúvida, a condutora dos maiores problemas da Terceira Temporada, que se afundou num grande “mais do mesmo” em que os únicos enredos que pareciam possíveis, eram aqueles em que ela colocava seu relacionamento com Ryan em segunda posição.

Ao invés de explorarem a ótima possibilidade de ter a personagem estudando numa escola pública, resolveram explorar a paixonite do trágico Johnny por ela. Isso diminuiu a força dela, a força de Ryan e a força do show. The OC descia numa espiral longa de chatice e quando perceberam que a série não sabia pra onda ia, já estávamos na metade final da temporada.

The OC nunca ignorou o que tinha feito com ela. Fizeram Mischa Barton viver visceralmente a escuridão de Marissa. A inadequação que a personagem redescobriu estava ali o tempo todo, na sua expressão, nas suas horas a fio no mirante da praia.Marissa se tornou uma presença infeliz. Exploraram a personagem de tantas formas cruéis, que a impossibilitaram totalmente de conseguir sair das sombras. 

O roteiro jamais fingiu que não tinha massacrado a personagem e independente dos motivos que levaram ao trágico season finale, ele era a única, definitivamente, saída possível para um quarto ano no mínimo, decente. Por outro lado, ela era a "antagonista" da história. Eu preferiria uma mudança radical da sua personagem. Como a mudança da personagem Summer por exemplo: De uma patricinha futil para uma ativista ambiental...


The OC acordou um pouco no final da terceira temporada. Matar Marissa era uma decisão arriscadíssima, mas totalmente justa. Eu como telespectadora reconheci que esse, inclusive, era o destino final que mais a honrava. Marissa era trágica, deslocada, enegrecida. Sua trajetória era a de estar em constante confronto com o próprio vazio. Seu esforço em sempre tentar “salvar” rapazes problemáticos de suas vidas, ela conheceu Ryan nessa situação... era uma fuga da própria incapacidade de reconhecer um objetivo pessoal, nuclear. Marissa não nasceu para ser feliz, ela foi construída para representar essa dor. A morte era a redenção dela e dos outros personagens...

Tudo isso ficou muito claro quando a Quarta Temporada estreou cheia de vida. O episódio em que mostra as etapas do luto de Summer demonstrou a "negação" com a morte da Marissa nos primeiros episódios dessa temporada... Eu esperava um pouquinho mais de drama... The OC renasceu tão livre e bem-humorada que chegou a dar orgulho. 

A incorporação de Caitlin manteve o tom de transgressão e a chance que deram para Taylor Towsend foi preciosa para o futuro de Ryan dentro do programa. O drama ainda estava ali, mas sempre se lembrando de ser sagaz e de flertar com o riso, com o deboche, como era e como nunca deveria ter parado de ser.

Curiosamente, ao mesmo passo em que a chegada de Ryan foi a base dramatúrgica clássica que re-configurou a dinâmica dos personagens, a partida de Marissa fez isso de novo, reinaugurando aquelas vidas e forçando-os a se reinventar. A mudança pela chegada… A mudança pela partida… The OC explorando o melhor dos berços criativos, mas infelizmente sendo castigada por isso. A série teve seu cancelamento na quarta temporada. A série nem mesmo teve tempo de completar seus 22 episódios. Por sorte, teve tempo ao menos de um encerramento digno. Os episódios 15 e 16 foram os últimos e são tão absurdamente bons que comovem até hoje. Promovem um terremoto ao som de Fredo Viola, transformam Radiohead em vinheta de intervalo… Se despedem da TV com um carinho tão grande por si mesma e pelos fãs.


Ainda nessa última temporada, em um episódio em que Taylor e Ryan vão parar numa realidade alternativa, os roteiristas confirmaram nossa analogia ao se fazerem a fatídica pergunta: E se Ryan nunca tivesse chegado? Meus queridos leitores, eu nem sei o que seria de nós se Ryan nunca tivesse chegado. Será que poderíamos superar a falta das neuroses de Seth? Será que o mundo teria a mesma graça sem a inteligência relutante de Summer? Se Ryan não tivesse chegado, nunca teríamos conhecido o trabalho deleitoso de Melinda Clarke e sua adorável cafajeste, Julie. Marissa só foi tão chorada, porque tantas vezes foi salva por Kid Chino… Taylor só me rir tanto, porque um dia ela se emocionou por ser parte de algo maior: uma amizade. Se Ryan não tivesse chegado, não haveria mudança naquele mundo de mentira… Não haveria mudança no nosso mundo de verdade.
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19 de janeiro de 2018

Aquele com os primeiros episódios do F.r.i.e.n.d.s



Friends: É uma premiada sitcom americana criada por David Crane e Marta Kauffman e apresentada pela rede de televisão NBC entre 22 de setembro de 1994 e 6 de maio de 2004, com um total de 236 episódios. A série girava em torno de um grupo de amigos que vivia no bairro de Greenwich Village, na ilha de Manhattan, na cidade de Nova York. A série foi produzida por Bright, Kauffman, Crane Productions em associação com a Warner Bros Television. Os produtores executivos originais foram Crane, Kauffman e Kevin S. Bright, com muitos outros a serem promovidos posteriormente.


Eu devia ter uns 15 anos quando ouvi falar de Friends pela primeira vez. A minha amiga Elisa tinha um "site-pessoal" que escrevia sobre o seriado Friends e as suas músicas e imagens favoritas... Nessa mesma época, meus pais fizeram uma assinatura da TV acabo, fiquei feliz com a possibilidade de assistir alguns episódios desse seriado na TV. Conheci outras séries nessa época (Gilmore Girls, Full House...) e cheguei assistir alguns episódios e as maratonas do canal Wharner Channel. Quando eu finalmente assinei a Netflix, eu comecei a assistir as séries antigas dos anos 90 até o ano 2000 driblando com as minhas dificuldades indisciplina & ansiedade em assistir séries. 

Na minha primeira pesquisa no catálogo de séries/filmes da Netflix eu encontrei o seriado Friends. Lembro-me, que na época eu fiquei bastante entusiasmada e um pouco nostálgica de ver alguns episódios desse seriado. Porém, eu não consegui passar nem da metade do episódio piloto. Na minha memória afetiva, eu acabei não lembrando da"risada de fundo"e isso incomodou bastante para continuar assistido essa série. 
Na semana passada, ao verificar pela milésima vez o catalogo de séries e filmes da Netflix. A capa do seriado Friends praticamente "pulou" na tela do Notebook.. Então, eu percebi que não poderia mais ignorar e nem dar desculpas esfarrapadas para não assistir esse seriado. À partir do momento que eu comecei assistir os primeiros episódios, eu sabia que não ia mais dar para parar. Passei o final de semana inteiro no meu quarto entre a cama e o sofá assistindo Friends.


Quando eu assisti os primeiros quinze episódios da 1° temporada de Friends. Eu tive aquela estranha sensação Por Que eu não vi essa série antes? Claro, Gilmore Girls vai continuar sendo a série da minha vida e O.C e Gossip Girl vai ser sempre as primeiras séries que fiz maratona na Netflix... Ano passado, quando eu estava assistindo os episódios da série How I Met Your Mother eu evitei entrar nos grupinhos de discussão comparando-o com Friends por acreditar que não existe comparação com seriados de épocas tão diferentes.

Agora eu estou assistindo T02:EO6 - "Aquele com o bebê no ônibus" e começo a perceber que não dá mais pra ficar sem a Rachel e o Ross. A Mônica e o Chandler. A Phoebe. O Joey. Aquele grupo de amigos (im)perfeitos que me fazem companhia nos fins de semanas mais solitários.



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24 de setembro de 2017

Eu assisti: How I Met Your Mother

Eu realmente não lembro quando comecei assistir How I Met Your Mother. Porém, foi de uma maneira extremamente despretensiosa... A primeira ameaça que a série poderia sair do catálogo da Netflix eu ainda estava na 3° temporada. Não "maratonar" acabou me proporcionando a deliciar com cuidado cada episódio.

Confesso para vocês que eu não gosto muito de séries no formato Sitcom:

Sitcom, abreviatura da expressão inglesa situation comedy ("comédia de situação", numa tradução livre), é um estrangeirismo usado para designar uma série de televisão com personagens comuns onde existem uma ou mais histórias de humor encenadas em ambientes comuns como família, grupo de amigos, local de trabalho. Em geral são gravados em frente de uma plateia ao vivo e caracterizados pelos "sacos de risadas", embora isso não seja uma regra.
A série How I Met Your Mother é conhecido por sua estrutura única e humor excêntrico, recebeu críticas positivas na maior parte de suas nove temporadas e ganhou status cult ao longo dos anos, com milhões de fãs. O seriado foi indicado para 24 prêmios Emmy. 

Eu realmente não lembro exatamente quando comecei assistir a série How I Met Your Mother . Porém, foi de uma maneira extremamente despretensiosa... a primeira ameaça que a série poderia sair do catálogo da Netflix eu estava na 3° temporada. Não "maratonar" proporcionou deliciar-me em cada episódio. 

É um seriado de comédia com sintuações da vida real. Esse foi um dos motivos do HIMYM ser a minha série de comédia preferida! No decorrer dos episódios aprendemos muito com os conselhos do Ted do futuro, a relação do Marshall e da Lily (como não amar?), As sintuações Legendárias que o Barney passava com os amigos e até o beijo de Barney e Robin me fez torcer até o final para que o casal enfim se acertasse.


O How I Met Your Mother é cheio de lições sobre a vida e passa a mensagem de que não importa quanto tempo demore -- nove temporadas é muita coisa --, o amor da sua vida vai chegar um dia.

Pensando nisso, o site IGN escolheu 19 conselhos que recebemos sobre a vida com Ted Mosby, Lily Aldrin, Marshall Eriksen, Robin Scherbatsky e, claro, nosso lendário Barney Stinson.

19 LIÇÕES DE VIDA QUE APRENDEMOS COM
 HOW I MET YOUR MOTHER 




1. The Platinum Rule (A regra de platina)
Onde apareceu: "The Platinum Rule" (3ª temporada, 11º episódio).


Na terceira temporada de How I Met Your Mother, Barney diz que a regra de ouro é sempre "amar o próximo". O personagem, famoso por fazer piadinhas sacanas, criou então a "Platinum Rule", em que você jamais deve se relacionar com alguém que você tenha qualquer tipo de relação profissional -- como colegas de escola ou trabalho.

Ted ignora completamente o conselho do amigo para sair com Stella, a dermatologista que eventualmente o largaria no altar. Ninguém mandou.

2. The Lemon Law (A lei do limão)
Onde apareceu: "The Duel" (1ª temporada, 8º episódio).


A lei do limão é bem simples: de acordo com Barney, em cinco minutos de um encontro, as pessoas já sabem se vão dar certo ou não como um casal. O personagem ainda fala que os relacionamentos seriam muito mais fáceis -- e os encontros menos constrangedores -- se as pessoas de fato aplicassem a lei do limão.

3. Corra atrás dos seus sonhos sem medo de se machucar: Onde apareceu: "The Window" (5ª temporada, 10º episódio).

"Se você não está assustado, você não está arriscando. E se você não está se arriscando, então o que raios você está fazendo?"

Em The Window, Ted (que é arquiteto) recebe a proposta de voltar a construir o prédio da Goliath National Bank. Porém, após ter seu projeto recusado pela primeira vez, o protagonista da série afirma que tem medo de se magoar novamente.

Então How I Met Your Mother nos ensina que sim, o futuro é assustador -- principalmente se você se machucou em um relacionamento ou situação anterior. Mas será que vale a pena deixar seu medo vencer e abrir mão de se arriscar -- consequentemente, de não ser feliz?

4. The Cheerleader Effect (o efeito de líder de torcida) Onde apareceu: "Not a Father's Day" (4ª temporada, 7º episódio).

Em "Not a Father's Day", Barney mostra um grupo de meninas que parecem muito bonitas juntas, mas ao aproximar a câmera e mostrá-las separadamente, nenhuma é verdadeiramente atraente.

No episódio, ainda, os amigos mostram à Stinson que esse efeito não ocorre apenas com mulheres, e sim com qualquer grupo. O que ninguém sabia é que foram os criadores da série que inventaram a ideia. Mais tarde, um artigo científico da Universidade da Califórnia foi publicado comprovando esse fenômeno.

O “efeito cheerleader” acontece porque o sistema visual cria um padrão ao observar o rosto de várias pessoas em conjunto, como se fizesse uma média conjunta. Isso significa que os rostos são mais atraentes quando vistos em grupo, porque se parecerem similares a um rosto médio do grupo, o que é mais atraente que o rosto individual de cada um.

5. Nothing Good Happens After 2am (Nada bom acontece após às duas da manhã) Onde apareceu: "Nothing Good Happens After 2 A.M." (1ª temporada, 18º episódio).


"Crianças, nada bom acontece após às duas da manhã. Se você teve alguma ideia, se você sequer pensou em fazer algo depois desse horário, apenas vá dormir". Ted nos ensina isso logo na primeira temporada da série, quando é convidado para ver Robin durante a madrugada -- sendo que ele estava comprometido com Victoria, a confeiteira que foi fazer intercâmbio para a Alemanha.

A regra ainda é relembrada em vários momentos do seriado, sendo eternizada pelos fãs do show.

6. The Hook (ou estar no "gancho") Onde apareceu: "Hooked" (5ª temporada, 16º episódio).



A ideia do "hook" é uma das mais cruéis -- e ao mesmo tempo, uma das mais realistas. O vídeo acima pode estar em inglês, mas quem não é fluente no idioma também consegue entender: ser pego pelo "gancho" é se apaixonar por uma pessoa que não sente o mesmo por você, mas te mantém por perto porque gosta de ser mimado.

Por isso, essas pessoas não tomam coragem para dizer "eu não posso ficar com você", porque isso acabaria com as esperanças de quem está apaixonado. Em vez disso, elas completam a frase falando "por enquanto", ou "agora", sugerindo que, em um futuro próximo, talvez, vocês terminassem juntos. E, de acordo com a teoria, isso nunca vai acontecer.


7. Legendary (Lendário) Onde apareceu: "Sunrise" (9ª temporada, 17º episódio).


"Não é lendário se os seus amigos não estiverem lá para ver."

Dizer que algo era "legendary" (ou lendário) em How I Met Your Mother significava muitas coisas. Mas na nona temporada da série, Barney, personagem que mais usa a expressão -- sempre acompanhado de um "wait for it", ou "espere por isso" --, diz que tudo sempre será lendário se for ao lado dos seus amigos.

Essa mensagem é ótima: quer dizer que não importa se você lambeu o Sino da Liberdade, na Filadélfia, como acontece no seriado, ou se um urso entrou no seu casamento, como acontece no casamento de Barney e Robin. Aquele momento só será inesquecível se você estiver rodeado de pessoas que você ama.

8. Alguns casais têm data de validade Onde apareceu: "Something Blue" (2ª temporada, 22º episódio).


"Você roubou uma trompeta francesa azul por mim."
"Eu teria roubado uma orquestra inteira."

O episódio "Something Blue" mostra como Ted e Robin terminam pela primeira vez. Ao se perguntarem como eles se vêem no futuro, Ted diz que quer estar casado e com filhos, enquanto Robin quer focar em sua carreira. E é quando eles percebem que o relacionamento deles tem data de validade.

Muitos casais possuem data de validade, seja ela diferentes objetivos de vida -- como aconteceu com o casal do seriado -- ou questões emocionais, como o fato de uma pessoa querer um relacionamento sério, enquanto a outra só quer curtir a vida.

9. Para um relacionamento dar certo, você só precisa de duas coisas: química e timing. Onde apareceu: "The Best Man" (7ª temporada, 1º episódio).



O título desse item diz por si só: para um relacionamento dar certo, é necessário que haja química e timing. Então não interessa se você e a pessoa não conseguem ficar perto um do outro sem sentir aquela faísca e aquele sentimento que quase não conseguimos guardar dentro do peito. Se o timing não estiver certo -- isto é, se a pessoa não quiser um relacionamento sério naquele momento da vida e vice-e-versa, a relação provavelmente não vai para frente.

10. “Você pode deixar para trás a sua raiva, e é só quando você faz isto que ela se vai de verdade e você pode seguir em frente.” Onde apareceu: "Happily Ever After" (4ª temporada, 6º episódio).


"Você pode pensar que as suas únicas opções são engolir sua raiva ou jogá-la na cara de alguém, mas existe uma terceira opção: você pode simplesmente seguir em frente."

Quando Stella larga Ted no altar, os amigos do protagonista esperam que Mosby fique bravo e chateado -- com toda a razão. Porém, Ted diz que está bem e que não está disposto a sentir ódio da ex-noiva.

Por conta de uma reviravolta no episódio, o protagonista decide confrontar Stella e descontar toda a sua raiva por ter sido abandonado, mas desiste ao ver sua ex com Tony e sua filha, e percebe que, para de fato seguir em frente, é necessário deixar a raiva para trás.

11. O futuro é assustador, mas você não pode ficar simplesmente correndo de volta para o passado só porque ele é bem conhecido. Onde apareceu: "Challenge Accepted" (6ª temporada, 24º episódio).


"O futuro é assustador, mas você não pode apenas correr para o passado porque é familiar. Sim, é tentador, mas é um erro."

Quando surge a possibilidade de Robin e Barney voltarem -- para a alegria de muitos fãs --, a ex-estrela pop canadense percebe que só queria voltar com o antigo namorado porque estava com medo.

E essa é a mensagem que How I Met Your Mother quer passar. Sim, o futuro é assustador, mas você não pode correr de volta para o passado só por medo de se machucar. É o que falamos no terceiro item da nossa lista: para ser feliz, muitas vezes é necessário se arriscar.

12. Teoria Dahmer Dobler (A teoria Dahmer Dobler) Onde apareceu: "PS. I Love You" (8ª temporada, 15º episódio).



A teoria Dahmer Dobler também faz parte das regras reais de How I Met Your Mother: um gesto de amor pode ser visto como "fofo" ou "assustador", dependendo da relação entre as pessoas. Na série, eles usam o termo "Dobler", se referindo à Lloyd Dobler, do filme Digam o que Quiserem, que levanta o rádio gigante na janela da menina pela qual ele é apaixonado -- e todos acham isso incrivelmente romântico, porque é um amor correspondido.

Porém, se não for um sentimento recíproco, automaticamente essa atitude é considerada "Dahmer", se referindo ao famoso serial killer americano Dahmer. Ficou confuso? Vamos dar um exemplo aqui: Marshall chamou Lily para sair pela primeira vez entrando no quarto dela sem ela saber e fez uma pequena serenata. Ela achou adorável, mas poderia ter achado terrível -- se não gostasse dele.


13. Cada passo em nossa vida está conectado Onde apareceu: "How Your Mother Met Me" (9ª temporada, 16º episódio).






A maior lição que How I Met Your Mother pode nos ensinar é que cada escolha em nossas vidas vai nos levar ao nosso destino. Não importa quantas vezes passamos desapercebidos pela pessoa certa, uma hora vocês vão se encontrar. E isso nos dá uma esperança sem igual.

Então tudo bem se, quando era mais novo, você estudou com alguém que nunca teve lá muita intimidade: o futuro é um mistério. Pode ser que não dê em nada, mas o destino também pode dar um empurrãozinho, como acontece com Ted e Tracy.

14. Todo mundo tem uma bagagem: Onde apareceu: "The Wedding Bride" (5ª temporada, 8º episódio).


A não ser que você e a pessoa com quem você está se relacionando morem em uma ilha deserta a vida inteira, entenda que seres humanos têm bagagem psicológica. Isto é, antes de você, existiram outras pessoas na vida da sua atual namorada(o) -- e não tem nada de errado com isso.

Então todo mundo já passou por coisas boas e ruins em outros relacionamentos, que talvez elas levem consigo para sempre. Pode ser uma traição, uma lembrança de onde a pessoa gostava de tomar café da manhã ou até dos motivos pelos quais as pessoas brigavam. No caso de Ted, o protagonista foi abandonado no altar e não sabia como contar isso.




15. The Graduation Goggles (Os óculos de "formatura"): Onde apareceu: "The Exploding Meatball Sub" (6ª temporada, 20º episódio).


"Óculos de formatura: que nem acontece no colegial. São quatro anos de valentões zoando crianças com aparelhos. Mas no dia da formatura, você fica todo emocional porque você percebe que nunca vai ver aqueles idiotas novamente."

"Graduation goggles" é, provavelmente, uma das referências mais divertidas em How I Met Your Mother, mas uma que nem todo mundo lembra. A teoria afirma que, pouco tempo antes de uma fase da sua vida acabar, você vai sentir falta dela, mesmo que tenha sido horrível.

Ou seja, você pode ter vivido um relacionamento péssimo, mas nos últimos segundos antes de terminar, você vai olhar para trás com um pouco de saudade -- mesmo que você tenha certeza que quer terminar. No fundo, você só está sentindo falta porque está indo embora.



16. “Quando você encontra alguém que você quer ao seu lado, você faz algo para isto acontecer.” Onde apareceu: "Sunrise" (9ª temporada, 17º episódio).




Sim, falamos nessa lista que How I Met Your Mother dá muita importância para o destino, mas não é só isso. São diversos os momentos na série em que os personagens falam que se você ama algo ou alguém, você não deve deixá-la ir e sim, valorizá-la. Relacionamentos precisam sempre de liberdade, mas não de montanhas russas.

Na nona temporada, Ted finalmente decide deixar Robin ir -- ou seja, aceita que ela vai se casar com Barney. E é quando ele diz que se você quer uma pessoa ao seu lado, você deve fazer algo a respeito disso. Afinal, o destino dá uma mãozinha, mas não vai manter os sentimentos da pessoa por você sem a sua ajuda.

17. "Quase aquilo que você quer, mas não exatamente":Onde apareceu: "Farhampton" (8ª temporada, 1º episódio).


Esse é um dos episódios mais profundos e, ao mesmo tempo, mais hilários de How I Met Your Mother. Quando Victoria entra vestida de noiva no bar McLaren's à procura de Ted, ela está convencida que não quer casar com seu noivo alemão, Klaus. O protagonista da série decide então conversar com Klaus -- é então que ocorre um dos melhores diálogos da série:

Klaus: "Victoria não é a minha 'lebenslanger schicksalsschatz' (que significa "o tesouro do destino ao longo da vida"). Ela é a minha 'Beinahe-Leidenschaftsgegenstand', o que quer dizer que ela é a coisa que você quase quer, mas não exatamente."

Ted: "Como você sabe que ela não é a sua 'lebenslanger schicksalsschatz'? Talvez, com os anos, ela se torne mais 'lebenslanger schicksalsschatz'."

Klaus: "'Lebenslanger Schicksalsschatz' não é algo que se desenvolve com o tempo. É algo que acontece instantaneamente. Esse sentimento passa por você como a água de um rio após uma tempestade, preenchendo e te esvaziando de uma vez só. Você sente pelo seu corpo, nas suas mãos, no seu coração, na sua barriga, na sua pele... Você já se sentiu dessa maneira?"

Apesar de o diálogo ser relativamente longo, o conselho que a série dá é bem simples: quando você conhece a pessoa certa, você simplesmente sabe.

18. A pessoa está chegando o mais rápido possível: Onde apareceu: "As Fast As She Can" (4ª temporada, 23º episódio).


"Eu sei que você está cansado de esperar. E você talvez precise esperar mais um pouquinho, mas ela está à caminho, Ted. E ela está vindo o mais rápido que pode."

Em "As Fast As She Can", Tony termina com Stella (novamente), e a ex-noiva de Ted pede ajuda para que o protagonista a ajude a reconquistar seu antigo amor. Após muitas discussões, Stella afirma que Tony é "o cara certo para ela".

E essa mensagem é importantíssima: sim, pessoas terminam, e muitas vezes, isso é dolorido. Mas nunca perca as esperanças. O amor da sua vida ainda está procurando você -- e garantimos que ela está chegando o mais rápido que pode.

19. Aproveite cada segundo ao lado de quem você ama:Onde apareceu: "The Time Travelers" (8ª temporada, 20º episódio).




Esse monólogo de Ted é o mais emocionante de toda a série. O primeiro motivo para isso é que é a primeira dica que os criadores deram de que a Mãe (Tracy) morreria em How I Met Your Mother. Mas a maneira como Ted fala é uma das maiores declarações de amor que vemos no seriado.

E o último conselho que recebemos é que devemos amar as pessoas do melhor jeito que pudermos, e sempre aproveitarmos a companhia de quem queremos por perto, porque nós nunca sabemos quando elas vão embora. Não precisa ser necessariamente quando a pessoa que você ama morrer -- afinal, pessoas terminam relacionamentos todos os dias. Mas o importante é nunca se esquecer de aproveitarmos cada segundo ao lado de quem nós amamos, porque nada é eterno.



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7 de julho de 2017

Milla a Fangirl?


Ano passado, eu descobri as maravilhas do Netflix. Eu comecei a maratona das 7 temporadas de Gilmore Girls (foram dois meses intensos!). Lembro de assistir Gilmore Girls quando era adolescente, no canal Warner Channel (canal a cabo), eu cheguei a ver alguns episódios aleatórios na época e algumas reprises da série em horários alternativos no mesmo canal. 


A identificação com a série Gilmore Girls foi quase de imediato: A relação mãe e filha, o vicio por café, o habito de sempre ter um livro na bolsa... E foi na mesma época, que eu descobri a minha dificuldade em assistir séries (indisciplina & ansiedade...). Quando terminei a 1° temporada fiquei em estase! 1)por ser a 1° temporada completa que eu assistia de alguma série; 2) Terminei a 1° temporada de Gilmore Girls com a certeza que aquela era a série da minha vida! A cada episódio, eu me identificava mais com as histórias e com os diálogos rápidos e inteligentes. Terminei de assistir os últimos episódios da 7° temporada e ainda fiquei "saboreando" cada episódio... 


Logo em seguida eu comecei a assistir a série OC - Um estranho no paraíso um pouco mais devagar... Porém, curtindo a série que relata a história de um grupo de adolescentes e das suas famílias que vivem em Newport Beach, do Condado Orange (Orange County, daí o O.C.), localizado na Califórnia. É uma série que tenta aliar comédia e drama com uma trilha sonora juvenil, sem ter nomes sonantes da música comercial mas sendo, ao mesmo tempo, muito atual. 


Nas minhas pesquisas mais recentes  no catálogo de séries do Netflix. Procurando uma série mais leve para assistir encontrei How I Met Your Mother (no Brasil, How I Met Your Mother ou Como Eu Conheci Sua Mãe) foi uma premiada sitcom estadunidense da CBS criada por Carter Bays e Craig Thomas. (Estou assistindo a 7º temporada).


O seriado Gossip Girls é baseada na série literária homônima da escritora Cecily von Ziegesar, não representa originalidade bruta, mas representa originalidade derivada. Apoiando-se numa premissa básica de organização social. O autor Josh Schwartz e Stephanie Savage (dos mesmos criadores de OC- um estranho no paraíso), continuam apostando alto para marcar o seu nome história como ícone pop e como referência cultural. 
Sim, eu estou na minha época de fangirl. Não conhece o termo? No Dicionário Oxford, temos como definição: 

  

“Uma fã do sexo feminino, especialmente uma que é obsessiva por quadrinhos, filmes, música ou ficção científica”. 

Eu não encontrei somente 1 série favorita, eu me encontrei em várias outras séries... Fico pensando se é normal a gente curtir tanto personagens; seja de livros, séries ou filmes. é engraçado que nós nos identifiquemos tanto com personagens que não são reais...

Seriados é um dos assuntos que estou abordando com uma certa frequência aqui no Lado... Na medida, que eu irei assistindo e fazendo maratonas no final de semana irei escrever mais aqui.

 
Uma curiosidade: a Rainbow Rowell (autora de Eleanor & Park) escreveu um livro chamado Fangirl, onde a protagonista é muito fã de uma série de livros. Ela escrevia fanfics e participava de comunidades online sobre o tema.





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