Psicologia
Mostrando postagens com marcador Psicologia. Mostrar todas as postagens

14 de abril de 2019

Filme: Sob a mesma lua (Sob La Misma Luna)



Elenco: Kate Del Castillo, Adrian Alonso, América Ferrera, Eugenio Derbez, Carmen Salinas.
Direção: Patricia Riggen
Gênero: Drama
Duração: 109 min.
Distribuidora: Fox Film
Estreia: 14 de Novembro de 2008

Sinopse: Rosário, uma mãe solteira, deixa seu filho Carlitos sob os cuidados de sua avó e atravessa a fronteira ilegalmente para os EUA. Embora ela espere ter uma vida melhor para si e seu filho, Rosário entra em um beco sem saída trabalhando como faxineira em Los Angeles. Quando a avó de Carlitos morre, alguns anos mais tarde, o rapaz começa uma viagem difícil e perigosa para se juntar à sua mãe.



Sob La Misma Luna é o filme de estréia de Patricia Riggen uma jovem diretora mexicana, com roteiro de Ligiah Villalobos outra mexicana. Sobre imigrantes ilegais na Califórnia e sobre a relação de uma jovem mãe e seu filho de nove anos separado dela por uma fronteira e por um imenso abismo econômico, social e político.

O drama familiar, tendo, como pano de fundo, um dos temas mais importantes que há no mundo, a questão sempre polêmica e jamais resolvida da imigração das pessoas dos países pobres para os ricos. Quem quiser acompanhar um drama familiar poderá fazê-lo; quem quiser ver ali boas considerações sobre a imigração no mundo atual tem um prato cheio.O meu TCC foi um projeto de pesquisa sobre Problemas Psicológicos na Migração com os Haitianos na cidade de Florianópolis/SC.



O filme abre com uma bela seqüência em que um grupo de mexicanos tenta atravessar um rio que faz a fronteira com os Estados Unidos, à noite. Chegam os homens da Imigração; parte dos mexicanos é presa; duas moças, no entanto, conseguem se esconder dos guardas. Corte, e temos o rosto de uma bela jovem que acorda pela manhã com o despertador. Começam os créditos iniciais do filme, enquanto vemos uma seqüência da moça se levantando e de um garotinho se levantando também; o espectador que tentar ler os créditos talvez não perceba de imediato que está vendo duas ações paralelas que se passam em diferentes locais. Mas isso ficará claro rapidamente.

A bela moça, Rosario (Kate Del Castillo), está em Los Angeles; o garoto, Carlitos (Adrian Alonso), está no México, veremos que numa cidade bem próxima da fronteira. Rosario fez a travessia da fronteira, mostrada na seqüência inicial, quatro anos antes; o filho Carlitos ficou no México com a mãe dela, Benita (Angelina Peláez). Rosario ainda é imigrante ilegal; trabalha como doméstica em dois empregos, é esforçada, digna, trabalhadora, tenta juntar dinheiro para pagar advogado e regularizar a cidadania americana para poder levar o filho para viver com ela. Já tem condições de mandar US$ 300 por mês para ele, e mais presentes, como o tênis com luzinha vermelha que ele usa sem parar; Carlitos poupa boa parte desse dinheiro.


Todos os domingos, exatamente às 10 da manhã, Rosario liga para Carlitos de um telefone público de East Los Angeles para o telefone público da sua cidadezinha. A ação – o filme mostra logo – está começando numa m anhã de domingo, que é o dia em que Carlitos está fazendo 9 anos de idade.

 

O diálogo telefônico entre mãe e filho – os dois saudosos, ele longe dela por quase metade de sua vida – é de machucar o coração. 



Logo depois veremos a festa dos 9 anos de Carlitos na casa de sua avó, naquele mesmo domingo, e vamos entender a extensão de seu drama. A avó está muito doente – Carlitos é que cuida dela. Pode morrer a qualquer momento, e o menino ficará inteiramente só na vida. Aparece na festa um casal de vizinhos que a avó detesta; o marido chama Carlitos para uma conversa particular, e conta para ele que é seu tio, irmão do pai dele. Carlitos – que, apesar de só ter nove anos, é esperto, inteligente, muito mais maduro do que se poderia imaginar – nunca soube do nome de seu pai; Rosário jamais tinha falado com ele a respeito do pai; fica sabendo naquele momento. A avó já sabe; Carlitos toma conhecimento da existência de um pai ali, na cozinha da casa da avó, ao mesmo tempo em que o espectador: o tio está se apresentando como tal na esperança de, com a morte iminente da avó, ficar com os US$ 300 dólares mensais que Rosário envia para Carlitos.



Estamos com uns 15 minutos de filme, e a situação básica já está bem delineada, os personagens já foram bem apresentados, já sabemos como eles são. O que virá a seguir é um belo filme, uma bela narrativa do que vai acontecendo com Rosário e Carlitos, dos dois lados da fronteira, dos dois lados do abismo.

O espectador se pega torcendo por aquela pobre gente

Uma das grandes qualidades do filme é a competência na construção dos personagens; eles deixam a nítida impressão de que são de carne e osso, não são figuras de papel. Não só os mais importantes, como a mãe, o filho, ou Enrique (Eugenio Derbez), que a diretora definiu, no making of, como um herói relutante, à la Hans Solo de Guerra nas Estrelas, mas também os que aparecem bem menos, como o casal de chicanos que fala inglês e está em dificuldades ou o descendente de índios – perdão, de native-americans – da lanchonete nos arredores de Tucson.



Outra beleza é a forma como o roteiro foi estruturado, e como se dão os cortes do que se passa em Los Angeles para o que se passa no México, e do México para Los Angeles. É trabalho de gente grande, competente, de talento. Quando a roteirista e a diretora cortam a narrativa de um lado para mostrar o que está ocorrendo do outro, cortam numa nota alta, num momento importante, de tal modo que o espectador fica absolutamente fisgado, curioso para ver o que vai acontecer em seguida no outro lado da fronteira.

Disse lá em cima que a conversa telefônica entre mãe e filho é de machucar o coração. Todo o filme é de machucar o coração; a diretora Patricia Riggen, tão jovem, soube com maestria de veterano como envolver emocionalmente o espectador na história que está contando. O espectador fica angustiado, torce, sofre. Nada de distanciamento brechtiano, de forma alguma. É envolvimento emocional mesmo, como numa novela ou bolero mexicano.

É um pouco o que o veterano diretor Fred Zinnemann fez em O Dia do Chacal: o espectador sabe que o atentado contra o presidente Charles de Gaulle não será concretizado, de Gaulle não morreu num atentado – mas o filme tem um suspense impressionante. Aqui, no fundo o espectador sabe o que vai acabar acontecendo, mas, mesmo assim, fica angustiado, torce, sofre.

O garoto Adrián Alonso dá um show. É uma interpretação extraordinária. Todo o elenco está bom, ou, no mínimo correto, mas o garoto é nota dez.

Torci muito por essa amizade improvável. 
Kate Del Castillo, que eu não conhecia, é belíssima; tudo indica que tem futuro, mesmo concorrendo com outras pérolas vindas da Espanha e do México, Salma Hayek, Penélope Cruz, Paz Veja. Não parece ainda uma atriz fabulosa, mas está bem no papel; e é jovem, pode aprender mais; nascida em 1972, já tem no currículo um monte de trabalhos na TV e no cinema, dos dois lados da fronteira entre o Império e esta nossa pobre América Latina.

Outra das muitas qualidades do filme é o bom uso da música mexicana, tão alegre ritmicamente e tão arrebatada, confessional, dramática nas letras. A música faz parte integrante da narrativa, o tempo todo.

O tema do meu Trabalho de Conclusão de Curso na graduação em Psicologia foi Problemas Psicológicos na Migração com os Haitianos na cidade de Florianópolis/SC. Na época, eu pesquisei MUITO sobre os inúmeros tipos de Migração. Porém, foi o estagio na pastoral do Emigrante que me deu uma bagagem de conhecimento necessária para escrever um bom TCC e o conhecimento da realidade dessas pessoas que deixam as suas casas/ familiares arriscando-se para uma vida melhor em outro pais.

Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais. 

20 de junho de 2017

Da vida que eu carrego no pulso...


Eu adoro detalhes. Eu aprendi a gostar de pequenos detalhes desde muito cedo... O tipo de fotografia que eu mais gosto de registrar é aquela cheia de detalhes&significados. Eu tenho um caixa decorada cheia de memórias: ingressos de cinema, shows, lembrancinhas , bilhetes, cartas... Sou dessas que não nega apego errado: Eu me identifico muito com os participantes do programa Acumuladores. Porém, sempre estou arrumando a caixinha que sempre ameaça "explodir de memórias...".

E u já tinha lido sobre a pulseira " Life by Vivara" no blog da Ana Luísa faz um tempinho... Ela escreveu um post em seu blog, para explicar cada uma das suas escolhas para os pingentes . Na época, eu adorei a idéia mas ter um pulseira como aquela não estava nos meus plano$$$ naquele momento.

Esse parágrafo introdutório é só para dizer que eu me formei em Psicologia esse ano e ganhei de presente de formatura da minha amiga uma pulseira Life Prata Fina, e estou enchendo ela de pingentes e carrego um pouquinho da minha história no meu pulso. Resolvi então que iria escrever um post explicativo de cada uma das minhas escolhas de pingente:



Psicologia (presente) - Eu ganhei esse pingente junto com a pulseira no dia que virei oficialmente Psicologa!

Peixes (presente) - Eu ganhei esse pingente junto com a pulseira eu sou pisciana do dia 22 de fevereiro.

Nossa Senhora Aparecida - Eu queria algo que me simbolizasse a minha religiosidade. Eu, como toda boa católica, sou devota e muito agradecida a Nossa Senhora Aparecida. A fé fez de mim uma pessoa melhor, não tinha como não ter algo que simbolizasse isso na pulseira da minha vida, né?

Bicicleta - Eu comecei a aprender a andar de bicicleta esse ano. Estou tirando as rodinhas aos poucos e usando somente como auxilio para não cair.

Sobre a vida que carrego no pulso... É apaixonante o fato de poder olhar para partes icônicas da minha vida e vê-las contadas num fio de pulseira. Quero outros pingentes, com outros significados: livros, maquina fotográfica (também sou formada em fotografia), cachorrinhos (o Teddy e a Mallu )... Quero um pingente que represente o meu lado gaúcho (cuia de chimarrão) e a minha cidade onde moro (Florianópolis). E por hora é isso. O dia que eu acrescentar mais coisas, faço um update.



Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais.
Estarei tagarelando por lá também (principalmente no Snap!!):

14 de abril de 2017

Enfim, Psicóloga!


"não é sobre o quão rápido chegarei lá/
não é sobre o que está me esperando do outro lado. 
É a escalada...♪". 
Então eu formei.


Há 1 ano atrás, escrevi a minha trajetória no curso de graduação em Psicologia e Sobre o tal do trabalho de conclusão de curso:
Meu primeiro dia de aula na faculdade foi assustador! Eu, recém saída do ensino médio com uma turma de alunos já na sua 3° e 4° graduação... Me senti "pequena" diante dos assuntos e opiniões MEGA elaborados e eu ficava quieta com medo de falar alguma besteira. Segui com essa turma até a 5° fase, tive que refazer algumas matérias e acabei diminuindo a quantidade de matérias do semestre. Dessa turma se formaram poucos alunos (menos de 10 alunos) alguns foram desistindo durante os semestres (...) As turmas do curso de Psicologia que "Migrei" durante esses semestres tinha uma característica em comum: Desunião (mal de humanas?). Tínhamos uma nota a N3 "trabalhos em grupo" quando eu não tinha a opção de fazer individualmente sempre foi um "parto" de achar um grupo decente. Minhas piores crises de gastrite se devem a esses momentos de maior stress durante esses dez semestres da graduação. (...) Cheguei a trancar a faculdade 2x: Há primeira vez, eu não tava vendo mais sentido no curso que escolhi .. Depois de ter feito um estágio não obrigatório desses que pagam mal e não tinha nada haver com Psicologia... No final do semestre, eu decidi voltar para o curso de Psicologia. Há segunda vez, eu tirei umas férias de um semestre. Me desentendi com a supervisora de estágio na época, quando voltei no segundo semestre e soube que eu não fui a única a "profissional" se desentendeu com outras alunas também e acabou sendo demitida. Prossigamos...
Teve estágio básico que foi a realização de um sonho! Trabalhar com crianças na escola (Psicologia Escolar).





O meu TCC foi um projeto de pesquisa sobre Problemas Psicológicos na Migração com os Haitianos na cidade de Florianópolis/SC.

(...)Vim falar sobre o TCC. Na semana passada, eu apresentei o meu Trabalho de Conclusão de Curso naqueles longos e intermináveis 30 minutos entre a minha apresentação #tremia e mais trinta minutos da pontuação dos avaliadores e o recebimento da nota. Em momento algum, pensei na nota... Queria passar TODO o meu conhecimento do projeto em si, e que toda a minha trajetória até ali não foi em vão teve crescimento em todas as etapas principalmente dos estágios (Básico e Específico). No dia seguinte, minha supervisora me mandou um e-mail, parabenizando-me pela apresentação e informando que a minha nota foi 9,5. Fiquei Feliz!
Nesses últimos 3 anos de graduação, eu fui abençoada com amigos, colegas e professores... Que me incentivaram a dar sempre o meu melhor! Algumas "puxadas de orelha" quando era preciso e conforto em momentos de sufoco e duvidas... 
No inicio da  colação de grau, a secretaria tinha que escolher uma  das graduadas para ler o juramento oficial dos formandos em Psicologia (salva por uma Camila!), esse juramento deve ser feito na colação de grau que é um evento público oficial que formaliza a conclusão de um curso superior. Todos os formandos em Psicologia devem repetir esse juramento na ocasião da colação de grau.
“COMO PSICÓLOGO, EU ME COMPROMETO A COLOCAR MINHA PROFISSÃO A SERVIÇO DA SOCIEDADE BRASILEIRA, PAUTANDO MEU TRABALHO NOS PRINCÍPIOS DA QUALIDADE TÉCNICA E DO RIGOR ÉTICO. POR MEIO DO MEU EXERCÍCIO PROFISSIONAL, CONTRIBUIREI PARA O DESENVOLVIMENTO DA PSICOLOGIA COMO CIÊNCIA E PROFISSÃO NA DIREÇÃO DAS DEMANDAS DA SOCIEDADE, PROMOVENDO SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA DE CADA SUJEITO E DE TODOS OS CIDADÃOS E INSTITUIÇÕES.”
Nesse juramento, eu incluiria a frase do Carl Jung (que foi considerado o pai da Psicologia) que ele diz que: Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.

O meu primo mais novo encantado com o "canudo"

Em 2005, achei que esse momento nunca chegaria e em 2010 achei que não iria me formar em Psicologia... Agora, estou aqui, sentada escrevendo sobre toda a minha trajetória e confirmando aquela velha história que diz que: A vida " não é sobre o quão rápido chegarei lá/não é sobre o que está me esperando do outro lado. É a escalada...♪".




Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais.
Estarei tagarelando por lá também (principalmente no Snap!!):

18 de dezembro de 2016

O que estamos fazendo com a saúde mental dos estudantes?

TODO DIA UMA PESSOA DIFERENTE SAI CHORANDO DA UNIVERSIDADE. 

Hoje aconteceu uma intervenção pelos acadêmicos de psicologia sobre a saúde e o adoecimento mental dos estudantes. 

Ver os colegas adoecendo em crises de ansiedade, nervosismo, enxaquecas, estresse e depressão são alguns dos nomes e diagnósticos psiquiátricos que passaram a descrever uma rotina universitária que cobra prazos, aprisiona o conhecimento em grades curriculares e o aprendizado vira um mercado que deve ser produzido em massa. 


O problema é que acabamos achando normal adoecer na faculdade. Noites sem dormir e doenças psicossomáticas foram naturalizadas e nós passamos a nos silenciar diante do sofrimento dos colegas e dos professores. Aliás, se for pra aconselhá-los, preferimos motivá-los a continuar persistindo e tentando do que rever nosso sistema educacional e repensar o que estamos fazendo com nossa saúde mental em meio a produção em massa do conhecimento. 


Passamos a nos sentir culpados por gestos simples do nosso dia a dia: ver um filme, comer devagar, sair a noite, relaxar... pequenas ações cotidianas passam a virar objeto de culpa pois deveríamos estar estudando, fazendo artigos e produzindo conhecimento. Nossa vida passa a ser sequestrada pela vida universitária e abrimos mão de coisas que antes nos faziam bem para aprender. E assim adoecemos. 
O que estamos fazendo com a saúde mental dos estudantes?



Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais.
Estarei comentando com vocês sobre o BEFA (principalmente no Snap!!):
Snapchat: Lmilla5

24 de julho de 2014

ROTINA: Já pode pirar ???


Essa semana eu pretendo falar um pouco mais sobre a minha rotina da faculdade aqui no Blog, não só como um resumo como eu fiz no semestre anterior. Como o semestre teve inicio essa semana, cada postagem vai ser sobre uma matéria diferente e as primeiras impressões que eu tive ao decorrer das aulas.

Hoje (Quinta - Feira), de acordo com minha “grade de horários” teve a primeira reunião de estágio especifico I. Quem acompanha o blog á uns tempinhos já leram e viram algumas fotos... que nos dois últimos semestres eu fiz o estágio básico (I e II) na área escolar.


Compareceram muitos alunos para essa reunião de estagio, mas logo, a turma foi dividida em dois subgrupos; ênfase A (clinica) e ênfase B (Institucional). Escolhi a ênfase (B) a mesma que eu escolhi no estágio básico. Porém, surgiu à oportunidade de fazer estagio na área comunitária (minha matéria chuchu durante um tempo) e na área organizacional (minha segunda matéria chuchu...). Posso fazer tudo produção?NÃO!!!



Só saberei dos detalhes do Estágio específico semana que vem... Com já diria o nosso querido (cof-cof) Galvão Bueno:







22 de julho de 2014

Rotina: Cotidiano Blues...



Essa semana eu pretendo falar um pouco mais sobre a minha rotina da faculdade aqui no Blog, não só como um resumo como eu fiz no semestre anterior. Como o semestre teve inicio essa semana, cada postagem vai ser sobre uma matéria diferente e as primeiras impressões que eu tive ao decorrer das aulas.


Ontem, começou oficialmente o 2° semestre do ano de 2014. Coloquei aqui, a minha grade de horários das matérias que terei esse semestre, mas caso alguém não tenha visto a grade com os meus horários desse semestre estão assim:



Hoje teve a 2° aula de Psicoterapia Breve. No semestre anterior, tive uma matéria chamada Fundamentos da Psicoterapia com uma professora que, me fez criar uma “birrinha de estimação” depois descobri que, a birra era da turma inteira, uma birra quase coletiva... Não será a mesma professora que ira ministrar essa matéria de Psicoterapia Breve #amém! E sim, um professor até então novo. #oremos

No semestre anterior,  a matéria Fundamentos da Psicoterapia me deu uma base sobre Psicoterapia e do que esperar dessa matéria... Foi uma matéria sofrível (fiquei em exame final!) mas, como não será o mesmo professor... acho que, ele vai recapitular muita coisa... ajudando a fixar muito mais a matéria.

O professor nos fez entender que também é professor de Yoga e falou sobre algumas técnicas como; respiração, postura e o silêncio... Não sei se é impressão minha, mas, as tranquilidades dos professores desse semestre estão me assuntando... Esse professor de Yoga, por exemplo, é super ZEN não se se fico tranquila ou tensa esperando algum “surto coletivo” rs.


Amanhã, teremos FORTES emoções com a matéria Psicologia e Arte...

21 de julho de 2014

182 dias e meio...


No mês de Junho, escrevi esse post aqui sobre os meus dias serem contados em semestres... Esse post não tem a intenção de ser a segunda parte daquele texto, mas,  uma continuação da contagem dos dias  já que, falo sobre o começo do 2° semestre do ano de 2014.

Continuo trabalhando na mesma empresa que comecei a trabalhar no inicio desse ano, e estou mais acostumada com a nova rotina de (Faculdade - Serviço-casa). Porém, confesso que as semanas de recesso andaram me deixando um pouco (?) mais preguiçosa para acordar cedo novamente...

Essa semana começou oficialmente o 2/2014, ou para os leigos, o segundo semestre do ano de 2014! #todoscomemora! A minha grade curricular desse semestre esta assim:
Obs: Tinham colocado uma matéria optativa para sábado acho que ouve reclamações dos outros alunos (Inclusive a minha!) e deixaram somente uma vez por semana mesmo.

Hoje teve a 1° aula de Psicodrama. (Enfim, vou ter uma matéria! Depois de ouvir tanto sobre o assunto...) Nunca tive nenhuma aula com a professora que ira ministrar essa matéria, mas ela me deixou com uma sensação positiva do que esperar esse semestre... mas, como ela mesma disse "afetividade também pode ser expressada com a raiva!" e ao decorrer do semestre eu poderei estar xingando muito no twitter tanto a professora, quanto a matéria ministrada.



Essa semana eu pretendo falar um pouco mais sobre a minha rotina da faculdade aqui no Blog, não só como um resumo como eu fiz no semestre anterior. Como o semestre teve inicio essa semana, cada postagem vai ser sobre uma matéria diferente e as primeiras impressões que eu tive ao decorrer das aulas.

17 de março de 2014

Sobre essa semana (e a semana passada)




fonte:http://pixabay.com




Essa semana (e a semana passada também...) estão sendo bastantes corridas. Nesse primeiro semestre, a minha grade curricular da faculdade estão mais “folgadas”. Tenho todas as aulas somente uma vez por semana, em outros dias da semana tenho aulas a partir das 10h30min e na sexta feira tenho estagio em uma escola publica no “sul da ilha”.

Estou trabalhando!  12h: 10min saio da faculdade e almoço no restaurante que fica dentro do Centro empresarial próximo a empresa governamental (escola de administradores) em que eu estou trabalhando, desde semana passada como recepcionista /secretaria da escola de administradores.

Fiquei com o “coração na mão” nessa semana que passou. Por causa da nova rotina (faculdade-serviço-escola) o meu estágio de psicologia escolar que ano passado acontecia uma vez por semana no período vespertino (no qual foi pensado todo o projeto e nesse ano seria aplicado) terá que ser mudado, para o período matutino por causa do horário do serviço. Fiquei com aquela sensação de querer “assoviar e chupar cana”, mas o estagio passou por tantas mudanças (administrativas) que vai acabar sendo um novo estagio, em vez de ser uma continuação...  Mas fora isso, sem grandes sustos para o inicio do semestre. 

A semana esta corrida como eu falei no inicio desse texto, mas eu particularmente gosto de semanas assim... Quando os meus dias são mais cheios, costumam ser mais produtivos. Sem tempo de procrastinar as tarefas do dia-a-dia, pois não tenho tempo de sobra e deixar tudo para ultima hora é uma das coisas que mais me irritou no ultimo semestre (aprendi a lição!).

Há, andei fotografando também! No aniversario de um ano do Guilherme. Filho da minha prima Jerusa há um ano, eu fotografei o meu primeiro “ensaio de gestante” e ele estava na barriga da Jê... #emoção

Enfim, acho que é isso. Até mais, pessoal!

© Lado Milla
Maira Gall