Resenhas
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9 de agosto de 2016

BEDA #09 - Book Haul (1° semestre )

  
Quando o Blog ainda se chamava "Um Lado meio Milla..." eu fazia um “Book Haul” fotográfico com os livros que eu vou comprando no decorrer do semestre (janeiro - junho). 

Nesse primeiro semestre, as minhas leituras andam bastante devagar... Porém, estou satisfeita. Logo mais, escrevo as resenhas dos livros que li nesse primeiro semestre.


  • O Magico de Oz - BAUM 
  • O Papai é Pop - Piangers 
  • Cartas de Amor aos Mortos- Ava Dellaira 
  • O Diário de Anne Frank - resenha
  • Auggie & eu - R.J Palácio - resenha

Ultima leitura


    Ainda estou lendo Cartas de Amor aos Mortos e estou contando as páginas que faltam para acabar e poder resenhar aqui no blog.




    Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais. 
    Estarei comentando com vocês sobre o BEDA (principalmente no Snap!!):
    Snapchat: Lmilla5



    5 de fevereiro de 2016

    Eu li O Diário de Anne Frank


    O meu ritmo de leitura anda devagar ultimamente... Finalmente, eu terminei a minha leitura do livro O Diário de Anne Frank.

    A 1° edição do Diário de Anne Frank foi lançado em 1947. O diário de Anne Frank tornou-se um dos livros mais lidos do mundo. O relato tocante e impressionante das atrocidades e dos horrores cometidos contra os judeus faz deste livro um precioso documento e uma das obras mais importantes do século XX. Há um tempo atrás, depois de assistir o filme Escritores da Liberdade resolvi comprar uma edição de bolso desse livro. Porém, não cheguei a ler e troquei junto com outros livros antigos no Sebo da minha cidade.

    Comprei a nova edição de O Diário de Anne Frank publicada pela Editora Record, com capa dura e acolchoada. A capa imita o próprio diário da Anne e no interior tem algumas imagens do diário original que está em exposição na Casa de Anne Frank, em Amsterdã. Comprei também outros dois livros que estavam na Whilist Natalina lá por meados de Dezembro. Esse livro, foi o único que não entrou na Whilist Natalina mas, contará para o Book Haul do semestre.


    Sobre o que é o livro? 

    O depoimento da pequena Anne Frank, morta pelos nazistas após passar anos escondida no sótão de uma casa em Amsterdã, ainda hoje emociona leitores no mundo inteiro. Seus diário narra os sentimentos, medos e pequenas alegrias de uma menina judia que, com sua família, lutou em vão para sobreviver ao Holocausto.

    Lançado em 1947, O Diário de Anne Frank tronou-se um dos maiores sucessos editoriais de todos os tempos. Um livro tocante e importante que conta às novas gerações os horrores da perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial.

    Vale a pena? 

    Sim, O Diário de Anne Frank tornou-se um clássico e um importante documento sobre as atrocidades e horrores cometidos contra os judeus durante a Segunda Guerra Mundial, além de representar um testemunho indestrutível de uma menina de 13 anos, que entre os seis milhões de judeus — homens, mulheres e crianças — foram mortos pelos nazistas durante o Holocausto. 

    Anne Frank era uma típica pré-adolescente que vivia os seu dramas de adolescentes: As brigas com a mãe, a relação de carinho e afeto com seu pai, o ciúme da irmã mais velha e a difícil relação com os adultos do Anexo que achavam Anne uma criança metida e malcriada. Além de, viver um "holocausto particular" cheio de perdas e aprendizados aprendia a conviver com os seus dois lados. O lado bom, que era um lado pouco demonstrado e que poucos conheciam.

    22 de abril de 2015

    Resenha do livro: Bisa Bia, Bisa Bel








    Bisa Bia, Bisa Bel
    Ilustrador: Mariana Newlands
    Editora: Salamandra
    80 páginas

    Sinopse: A menina Bel encontra um dia uma foto de sua bisavó Bel, entre as coisas de sua mãe. A partir daí, ela inicia uma relação de muitas descobertas com essa pessoa tão importante na vida de sua família e na da própria. Até que surge uma menina inesperada. Uma relação de amizade e troca, capaz de emocionar a todos.

    Três gerações encontram-se com sensibilidade e poesia nesta verdadeira obra-prima de Ana Maria Machado.

    O livro Bisa Bia, Bisa Bel foi publicado originalmente em 1982, e desde então foram mais de 500 mil exemplares vendidos, além de um rol de prêmios, entre eles o Maioridade Crefisul (1981), o Bienal São Paulo de melhor livro infantil do biênio (1984) e o merecido lugar na Lista de Honra do IBBY (1984). 

    Tive uma ligação quase que "transcendental" com esse livro sou movida a histórias não resolvidas e saudades que vem do nada... Risquei a palavra saudade do meu vocabulário mas esse ano de 2015 essas "saudades" viram a tona com um turbilhão de memórias... Acredito que os livros nos encontram no momento certo. E depois de várias indicações (Ana Luísa Bussular do Blog Minha vida como ela é... e Revista da Livraria Catarinense) encontrei essa edição na biblioteca da faculdade na qual dividimos com uma escola...
    Morrendo literalmente de amores...
    Durante uma das arrumações de sua mãe, Isabel toma contato com o passado, por meio dos objetos e fotografias que as duas encontram numa antiga caixinha de madeira. Uma das fotos era da mãe, o que já inquieta bastante a menina.
    “Eu olhava para minha mãe e para o retrato da menina, achava meio gozado aquilo, minha mãe criança, brincando no galho de um camelo, pensando em balão d’água. E era meio esquisito, ela grande ali na minha frente, sentada no chão, explicando as coisas” (p. 8).
    Mas as coisas se complicam mesmo quando ela se depara com o retrato de sua bisavó, Beatriz. Para surpresa de Isabel, ao tentar colocar a foto no bolso, ela começa a ouvir uma voz – este foi o começo das longas conversas que teria com Bisa Bia, que passaria então a acompanhar a menina na escola e nas brincadeiras, sempre dando conselhos e opiniões, e deixando-a às vezes em situações embaraçosas com os colegas. Mas, afinal,
    “Como é que eu podia explicar (…) que Bisa Bia estava existindo agora para mim?”
    A história é contada pela própria Isabel, em primeira pessoa, num tom espontâneo que reproduz bem o fluxo do pensamento da protagonista, com leveza e alguns toques de humor, mas com uma delicadeza e ingenuidade capaz de levar às lágrimas o leitor mais sensível. A curiosidade e o estranhamento marcam os títulos dos capítulos – “Pastel bochechuda”, “Tatuagem transparente”, “Trança de gente” – e nos fazem tentar antecipar os acontecimentos.


    Bisa Bia, a voz da tradição e de um outro modelo de feminilidade, não apreciava as brincadeiras “de menino” de Isabel, que não eram coisa de mocinha bonita e bem-comportada. Mas, apesar das censuras, o contato com Bisa Bia faz com que a menina conheça coisas de um tempo que já passou – toucador, baba-de-moça –, e a autora faz dessas pequenas descobertas um elemento interessante que apela para a curiosidade e passa longe de um aprendizado puro e simples. Contrapondo-se a Bisa Bia, surge então, num momento-chave para a personagem, Neta Beta, uma outra voz que começa a se intrometer nas conversas apresentando um ponto de vista bastante diferente.

    As duas vozes, de Bisa Bia e Neta Beta, acabam fazendo com que Isabel encontre um meio-termo entre as duas maneiras de ser menina e mulher. Nas palavras dela,
    “Impossível saber sempre qual o palpite melhor. Mesmo quando eu acho que minha bisneta é que está certa, às vezes meu coração ainda quer-porque-quer fazer as coisas que minha bisavó palpita, cutum-cutum-cutum, com ele… Mas também tem horas em que, apesar de saber que é tão mais fácil seguir os conselhos de Bisa Bia, e que nesse caso todos vão ficar tão contentes com o meu bom comportamento de mocinha, tenho uma gana lá de dentro me empurrando para seguir Neta Beta, lutar com o mundo, mesmo sabendo que ainda vão se passar muitas décadas até alguém me entender. Mas eu já estou me entendendo um pouco – e às vezes isto me basta.” (p. 53)
    Este trecho é um exemplo marcante de como Ana Maria Machado encontra-se em harmonia com os sentimentos da pequena leitora, afinal a maioria das meninas, na infância, fica insegura sobre como se comportar, sobretudo diante dos meninos.

    Ilustração e projeto gráfico estão em sintonia, e remetem ao próprio clima da narrativa. Suaves e delicadas, parecendo feitas a lápis, em preto de branco, remetem ao passado e à tradição, favorecendo uma apreciação reflexiva do que se vê e lê. As ilustrações, premiadas com o Jabuti em 1984, retratam cenas atuais da personagem, mas também objetos da época de sua bisavó que povoam o imaginário da menina.

    O desfecho é emocionante e surpreendente, e a protagonista descobre por si mesma que as três – Isabel, Bisa Bia e Neta Beta – juntas são invencíveis.


    28 de fevereiro de 2015

    Resumo do mês: Fevereiro de 2015


    Começamos o resumo desse mês comemorando 1 ano do blog "Um lado meio Milla..." fiz uma postagem comemorativa contanto estatisticamente o que aconteceu nesses primeiros 365 dias por aqui.
    • A Nicole do blog Agora v4i me indicou para participar da TAG estante perfeita. Que consiste em responder seis perguntas sobre as nossas próprias estantes.
    • Sigo a tradição da blogosfera de escrever um post sobre alguma mudança recente no template. No mês de fevereiro o tema foi "carnaval"
    •  Recebi o livro Saudade em Preto e Branco na segunda semana de Dezembro mas só consegui resenha-lo em fevereiro.
    • Em uma noite daquelas cheias de sonhos&pesadelos estranhos um desses sonhos, virou esse texto quase uma crônica Somebody.... ♫
    • A TAG Canção de segunda.... ficou esquecidinha esse mês por aqui. Por causa disso resolvi responder a TAG: Minha história em dez músicas A proposta é listar dez músicas, relacionando-as com algumas categorias que, aparentemente definam a sua vida. Convidei as meninas que participam junto comigo do projeto literário 16 on 16.
    • Falando em projeto literário 16 on 16... O tema desse mês foi "A gente não precisa nunca ferir o outro pra curar algo aqui dentro." eu escrevi o texto "Mil pedaços...".
    • Esse mês eu li o livro : A Vida do Livreiro A.J. Fikry e fiz algo além das Resenhas que eu estou acostumada a fazer. Escrevi e também, sobre as minhas impressões pessoais surgindo assim a postagem Resenha&impressões.
    • O que você quer de aniversario? Texto inspirado pelo blog “conspirastes” sobre o que penso sobre aniversários.
    “No dia do meu aniversario. O que eu quero? Ah, se já lembrou o dia por mim já está ótimo...”.

    • Escrevi sobre as comemorações do meu aniversário de 29 anos e sobre os livros que comprei e outros que ganhei de presente.
    • Na postagem "Template e outros Teoremas..." Seguindo a tradição da blogosfera de escrever um post sobre alguma mudança recente no template no final do mês de fevereiro o tema é "Vintagê".
    •  O post foi inspirado no texto da Ana Vitória do blog so contagiousEscrevi um pouco, sobre o ultimo semestre da faculdade de Psicologia nessa postagem Ultimo semestre!.

    31 de janeiro de 2015

    Resumo do mês: Janeiro de 2015

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    Maira Gall