Retrospectivas
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6 de janeiro de 2020

Meta de leitura de 2019 (ou não).


Ano passado, a Ju do blog Desaniversários escreveu um post sobre os livros que faziam parte da sua Meta de leitura para 2018... Quero continuar escrevendo sobre as minhas leituras do ano de 2019 nesse formato de TAG.


Título: Luna Clara &Apolo Onze
Autor: Adriana Falcão 
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Sinopse: O livro conta duas histórias paralelas. De um lado, em Desatino do Norte, está Luna Clara, uma menina de doze anos que mora com a mãe e nunca viu seu pai. Os pais se perderam logo após o casamento e nunca mais se encontraram. Luna passa todos os seus dias esperando na estrada seu pai chegar, trazendo com ele a chuva. De outro lado, em Desatino do Sul, está Apolo Onze, filho de Apolo Dez. A cidade de Apolo Onze está em festa há treze anos, desde o dia do seu nascimento. Todos na cidade se revezam entre o trabalho (afinal não é nada fácil organizar uma festa dessas), o descanso e as brincadeiras da festa. Apolo tem desejos de desejos, nunca descobriu nada no mundo que desejasse, mas quer descobrir. As vidas dessas duas cidades e dessas duas pessoas (Luna Clara e Apolo Onze) vão se cruzar e gerar muitos acontecimentos. Tudo isso, graças às coincidências coloridas.

[Situação]: Eu não lembro exatamente quando eu adiquiri esse livro... Eu lembro que a vontade de lêr esse livro veio por causa de uma indicação de alguém nessa blogosfera louca... O livro trata de histórias de amor, de amizade, de família. Trata de encontros e desencontros, do destino, de escolhas e alegrias. Tudo isso narrado com muita magia e encanto. Mesmo sendo uma leitura voltada para o publico infanto-juvenil,não é um livro de leitura fácil para qualquer público, e requer um pouco de atenção maior ao ‘plot’ para não se perder no meio de tanta confusão. Mas, vale muito a pena a leitura, devo acrescentar. Aliás, o livro traz outro ‘plus’ positivo que é o fato de possuir ilustrações muito legais nos capítulos. Elas são bem simples e até mesmo um pouco vagas, mas dizem tanto sobre aquilo que se está lendo.

Título: O Pequeno Cidadão
Autor: Januária Alves Jimmy Leroy
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Sinopse: O Pequeno Cidadão nasceu em 2009, num CD gravado por Arnaldo Antunes, Edgard Scandurra, Taciana Barros e Antônio Pinto, quatro pais corujas e seus filhos queridos, só com músicas para crianças. Inspirada pelas letras das músicas, Januária Alves criou o Pequeno Cidadão – um menino muito esperto, inteligente e curioso. Já nasceu com 7 anos e saiu direto de dentro de um CD cheio de músicas divertidas para as páginas deste livro que você vai ler. Acompanhado de seus amigos, o pássaro uirapuru Tangará, o sapo-boi Coach, a boneca Susi, entre outros, ele vai partir do seu Planeta X e viajar por muitos outros planetas, aprendendo que poder escolher o que queremos fazer na vida é “O grande X da questão” .
[Situação]: Depois da ultima leitura empurrada... Eu precisava ler um livro mais leve para não ficar com uma bela ressaca literária no inicio do ano.

Título: Quem é você Alasca?
Autor: Jonh Grenn
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Sinopse: Miles Halter vivia uma vidinha sem graça e sem muitas emoções (ou amizades) na Flórida. Ele tinha um gosto peculiar: memorizar as últimas palavras de grandes personalidades da história. Uma dessas personalidades, François Rabelais, um escritor do século XV, disse no leito de morte que ia em “busca de um Grande Talvez”

Para não ter que esperar a morte para encontrar seu Grande Talvez, Miles decide fazer as malas e partir. Ele vai para a Escola Culver Creek, um internato no ensolarado Alabama. Lá, ele conhece Alasca Young. Ela tem em seu livro preferido, O general em seu labirinto, de Gabriel García Márquez, a pergunta para a qual busca incessantemente uma resposta: “Como vou sair desse labirinto?” Inteligente, engraçada, louca e incrivelmente sexy, Alasca vai arrastar Miles para seu labirinto e catapultá-lo sem misericórdia na direção do Grande Talvez. Miles se apaixona por Alasca, mesmo sem entendê-la, mesmo tentando sem sucesso decifrar o enigma indecifrável de seus olhos verde-esmeralda.
[Situação]:  Adoro o nosso amado João Verde... E esse é o ultimo livro que li desse autor.


Título: A Guerra Que Me Ensinou a Viver: O amor vence a guerra 
Autor: Kimberly B. Bradley
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Sinopse:A GUERRA QUE SALVOU A MINHA VIDA ganhou um lugar especial no coração dos leitores brasileiros. A história da pequena Ada ― que, com seu irmão caçula, deixou para trás sua casa em Londres para escapar dos bombardeios da Segunda Guerra Mundial ― arrancou lágrimas, sorrisos e suspiros na mesma medida.Com o coração repleto de esperança e afeto, a DarkSide® Books orgulhosamente apresenta A GUERRA QUE ME ENSINOU A VIVER, a emocionante continuação do livro de Kimberly Brubaker Bradley.Após uma infância de maus-tratos, Ada finalmente recebe o cuidado que merece ao ter seu pé operado. Enquanto tenta se ajustar à sua nova realidade e superar os traumas do passado, ela se muda com Jamie, lady Thorton e Susan ― agora sua guardiã legal ― para um chalé em busca de um recomeço.Com a guerra se intensificando lá fora, as adversidades batem à porta: o racionamento de alimentos é uma preocupante realidade, e os sacrifícios que todos devem fazer em nome do confronto partem corações e deixam cicatrizes. Outra questão é a chegada de Ruth, uma garota judia e alemã, que gera uma comoção no chalé. Seria ela uma espiã disfarçada? Ou uma aliada em meio à calamidade?Mais uma vez, Kimberly Brubaker Bradley conquista com sua narrativa carregada de sensibilidade. Seu registro historicamente preciso revela o conflito armado pela perspectiva de uma criança, além de lançar luz sobre a atual crise de refugiados, a maior desde a guerra de Hitler, que já obrigou milhões de pessoas a deixarem seus lares em busca de paz.

[Situação]: Em 2017, eu li o lançamento do livro A Guerra que Salvou a Minha Vida. Essa história é maravilhosamente marcante! Foi a minha leitura preferida daquele ano. Eu precisava saber o desenrolar da história de Ada.... Traz um pouco de esperança em tempos de guerra.

Título: Discobiografia legionária
Autor: Chris Fuscaldo
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Quem nunca se pegou cantarolando uma música da Legião Urbana atire a primeira pedra! Com uma multidão de fãs que permanecem fiéis mesmo tantos anos após o término da parceria, a banda liderada por Renato Russo faz parte do imaginário cultural e afetivo do país. Aos vinte anos da morte de seu vocalista, este livro faz um resgate das histórias por trás de canções como Eduardo e Mônica , Pais e Filhos e outros clássicos da Legião Urbana que permanecem vivos por gerações.

Título: Confissões do Crematório - Lições Para Toda a Vida.
Autor: Caitlin Doughty
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Sinopse: “Uma menina nunca esquece seu primeiro cadáver.” – Caitlin Doughty Um livro para quem planeja morrer um dia. Morrer é a única certeza da vida. Então, por que evitamos tanto falar sobre ela? A morte é inevitável, sentimos muito. Mas pelo menos, como descobriu Caitlin Doughty, ficar a sete palmos do chão ainda é uma opção. ''Confissões do Crematório'' reúne histórias reais do dia a dia de uma casa funerária, inúmeras curiosidades e fatos históricos, mitológicos e filosóficos. Tudo, é claro, com uma boa dose de humor.



[Situação]: O meu pai é aposentado. Mas, ele trabalhou boa parte da vida dele como agente funerário... Tivemos bons, longos e medrosos papos sobre esse assunto.




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5 de janeiro de 2020

LADO MILLA AWARDS:. "Discografia de 2019"



    No  LADO MILLA AWARDS 2019. Escreverei sobre as musicas que eu ouvi de acordo com a minha Playlist de 2019 do Spotify. O que é bastante irônico. Pois, a ironia começa no título desse texto "Discografia de 2019". Ouvir musicas no modo aleatório no Spotify ainda me parece algo muito moderno para uma pessoa da geração 80-90, que colecionavam CDs dos musicos e das bandas preferidas e colocava para tocar no Disckman (lembram?). 

Glee: discografia

    Glee é uma série de televisão criada e produzida por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Ian Brennan para a Fox. A série foi exibida em mais de 60 países entre 2009 e 2015, tendo altos índices de audiência desde a sua estreia. 


Uma série de álbuns do Glee produzidos pela Columbia Records estão sendo lançados. O primeiro, Glee: The Volume 1, foi lançado em 3 de novembro de 2009. As músicas do programa estão disponíveis no iTunes imediatamente após cada lançamento nos Estados Unidos (consulte as datas de lançamento na lista de episódios).

A direção da coreografia de Glee é a cargo de Robert Silva, e geralmente tem de cinco a oito números de produção por capítulo. Uma vez liquidados os direitos da música, as músicas são ensaiadas e pré-gravadas pelo elenco. Woodlee constrói os movimentos que o acompanham. Então eles ensinam os atores e continuam gravando. Pode levar várias semanas para preparar um número, dependendo de sua complexidade. O custo de produção de cada episódio é de pelo menos US $ 3 milhões e pode levar até dez dias para obter o resultado que realmente será apresentado na tela.

TEATRO MÁGICO

... Sábado, dia 27 de abril de 2019, Em Florianópolis na capital de Santa Catarina, a temperatura da cidade estava caindo gradativamente, com  uma chuva finininha... A Ilha da Mágia digo, Florianópolis, saturada de falta de cultura e bons shows… Naquela noite, recebeu Fernando Anitelli apresenta: O Teatro Magico – Voz e Violão ...




Fernando Anitelli após 13 anos de estrada com O Teatro Magico e a companhia musical visita suas raízes, seus primeiros passos, dialoga com a atualidade e revela canções inéditas com um show mais intimista aproximando cada vez mais o artista com o seu publico. 

Estou ouvindo a discografia completa do Teatro Mágico desde abril... é um tipo de musica que não sai da minha playlist.

IZA

... Vou reerguer o meu castelo/Ferro e martelo/Reconquistar o que eu perdi/Eu sei que vão tentar me destruir/Mas vou me reconstruir/Voltar mais forte que antes ...



Sem dúvida alguma a cantora IZA foi um dos grandes nomes do pop brasileiro em 2018 e Dona de Mim, seu disco de estreia, veio repleto de grandes hits e participações especiais que acrescentaram bastante a uma artista que tem luz própria. Ivete Sangalo, Marcelo Falcão, Thiaguinho e Rincon Sapiência abrilhantaram um trabalho que deixou claro: IZA será uma das maiores nos próximos anos.

PROJOTA

Vagabundo vai correr, vai brincar/ Vai chover, vai sujar/Deixa o menino jogar, que é Sexta-feira/Pra proteger é que existe a rezadeira/A rezadeira vai rezar (rezadeira) vai rezar(Rezadeira)…



Foco, Força e Fé é o primeiro álbum de estúdio do rapper e compositor brasileiro Projota, lançado em novembro de 2014 pela Universal Music, primeiro lançamento assinado por uma gravadora. O álbum possui 15 faixas, e possui participações de Marcelo D2, Negra Li, Dado Villa-Lobos, J Balvin e Marlos Vinícius.

ROCK DE GALPÃO

Esse é o album preferido da minha familia quando vamos viajar... Eu consegui viciar os meus pais a ouvir rock gaucho de alguma maneira.


o Rock de Galpão – grupo que resgata o cancioneiro gaúcho, criando versões contemporâneas para clássicos da música regionalista – O Rock de Galpão é formado por Tiago Ferraz (voz e guitarra), Rafa Schuler (guitarra e vocais), Guilherme Gul (bateria), Mestre Kó (teclados e vocais), Paulinho Cardoso (acordeon) e Gustavo Viegas (contrabaixo), além do artista convidado Diablo Jr. (percussão e boleadeiras).




4 de janeiro de 2020

Lado Milla Ward´s: Novelas de 2019.


No LADO MILLA AWARDS 2019 de hoje escreverei sobre Novelas de 2019. Nesse ano, usarei a lista cronologica do site Teladramaturgia juntamente com a minha humilde opinião enquanto telespectadora.

Verão 90



Na infância, nos anos 1980, Manuzita (Melissa Nóbrega) era a menina mais amada do Brasil. Quando os irmãos Guerreiro, João (João Bravo) e Jerônimo (Diogo Caruso), se juntaram a ela, a Patotinha Mágica virou sinônimo de sucesso e mania nacional. Porém, os anos de fama e reconhecimento ficaram no passado assim como o término do grupo.

Em 1990, João (Rafael Vitti) é universitário e comanda um programa de rádio para o público jovem. Já Manuzita (Isabelle Drummond), uma aspirante – com pouco talento – a atriz, segue em busca de trabalho e conta com o apoio incondicional da mãe coruja Lidiane (Cláudia Raia), ex-atriz de pornochanchada, espalhafatosa e muito sem noção. Desde a infância, uma grande afinidade une Manu e João, o que sempre incomodou Jerônimo (Jesuíta Barbosa), que alimenta inveja e rivalidade contra o irmão e nunca abandonou o desejo de ser novamente famoso. De caráter duvidoso, Jerônimo luta para reviver os dias de glória. Uma personalidade muito diferente de Janaína (Dira Paes), a mãe dos rapazes, mulher íntegra que criou os filhos com dignidade.

Os caminhos de João, Manu e Jerônimo se cruzam novamente. Com o reencontro do trio, sentimentos que estavam adormecidos voltam à tona. O que vai revelar que os anos de afastamento de Manu e João não foram suficientes para apagar o amor e afinidade entre eles. Porém, a impedir esta união, está Jerônimo, capaz inclusive de incriminar o irmão em um assassinato que ele não cometeu.

[Sintuação]: Sou cria dessa geração 80 e 90 e foi super bacana ver uma  novela retratando essa época... A trama foi algo bastante tranquila e leve para essa faixa de horário. [Sintuação]: 
órfãos da terra


Fugindo da guerra civil na Síria, a família de Elias Faiek (Marco Ricca) – a mulher Missade (Ana Cecília Costa) e os filhos Laila (Julia Dalavia) e o pequeno Khaled (Rodrigo Vidal) – atravessam a fronteira a pé em direção ao Líbano, onde buscam abrigo em um campo de refugiados em Beirute. Sem perspectiva de futuro e lamentando o que deixaram para trás, os Faiek tem planos de comprar passagens para São Paulo, no Brasil, onde mora Ranya Nasser (Eliane Giardini), prima de Missade.

Em Beirute, mora Aziz Abdallah (Herson Capri), sheik árabe radicado no Líbano. Milionário, ele vive com três mulheres: Soraya (Letícia Sabatella), a primeira, mãe de Dalila (Alice Wegmann), e Fairouz (Yasmin Garcez) e Áida (Darília Oliveira), que têm menos importância no harém por terem vindo depois e, assim como Soraya, por nenhuma ter dado ao sheik um filho homem. Na falta de um herdeiro varão, Aziz elege Dalila como a filha preferida. Ele a vê como sucessora de seus negócios.

Na mansão Abdallah também vivem empregados e homens de confiança do sheik, como o afilhado Jamil Zariff (Renato Góes), regatado em um orfanato ainda criança com seu primo Houssein (Bruno Cabrerizo), para ter abrigo e estudos em troca de lealdade e dedicação. Por ser leal, Houssein esconde a paixão que sente por Soraya. Jamil é escolhido para se casar com Dalila, que sempre o desejou em segredo. O rapaz, no entanto, sonha se casar por amor, rechaçando Dalila, cujo rosto jamais viu.

No campo de refugiados, Aziz se encanta por Laila e resolve tomá-la como sua quarta esposa. Ele propõe um acordo financeiro ao pai da moça em troca de sua mão. Mesmo em uma situação difícil, Elias recusa a proposta. Jamil também se encanta por Laila, em outro momento, e é correspondido. Apesar do interesse por Jamil e da negativa do pai à proposta de Aziz, Laila é forçada a casar-se com o sheik para salvar seu irmão Khaled, mortalmente ferido, e parte para a sua mansão.

Soraya se compadece de Laila, já que viveu a mesma situação no passado. Ela anuncia a morte de Khaled, ocorrida logo depois de uma cirurgia de emergência. Sem motivos para seguir adiante no sacrifício de se casar com Aziz, Laila foge da mansão do sheik com a ajuda de Soraya. Inicia-se então a jornada da moça para escapar da perseguição de Aziz. De volta ao campo de refugiados, ela se junta à sua família, que segue para a Grécia para embarcar em um navio rumo ao Brasil.

Ciente da fuga, Aziz encarrega Jamil de trazer Laila de volta. Ao descobrir que a esposa do patrão é a mesma por quem se apaixonou, Jamil aceita a missão a fim de protegê-la e parte para o Brasil para ficar com a amada. Quando descobre que foi traído, Aziz vem pessoalmente a São Paulo resgatar Laila. O sheik, que na Síria havia matado a mulher Soraya ao descobrir que ela o traía com Houssein, acaba morto no Brasil, levando Dalila a jurar vingança contra os Faiek, por julgá-los responsáveis pela morte do pai.

[Sintuação]:  O meu TCC foi um projeto de pesquisa sobre Problemas Psicológicos na Migração com os Haitianos na cidade de Florianópolis/SC.  E desde então fico bastante entusiasmada com esse assunto. E uma novela abordar esse tema em rede nacional é um grande passo para humanidade... que respondiam What? quando eu falava animada sobre esse tema na  minha banca .

a dona do pedaço


Maria da Paz (Juliana Paes) vem de uma família de justiceiros profissionais do interior do Espírito Santo, os Ramirez. Criança, ela ficava na cozinha ao lado de sua avó, com quem aprendeu a fazer bolos. Essa rotina a seduzia mais do que o desejo do pai de vê-la justiceira. Na década de 1990, Maria se apaixonou por Amadeu (Marcos Palmeira), advogado formado em Vitória, porém membro do clã rival nos negócios dos Ramirez, os Matheus. O casal, para viver o romance, sugere um pacto de paz e consegue marcar o casamento. Porém, no altar, Amadeu leva um tiro e, após a tragédia, os Matheus prometem vingança contra os Ramirez.

As primeiras vítimas são Fabiana (Maria Clara Baldon) e Virgínia (Duda Batista), sobrinhas de Maria. Um irmão de Amadeu fica encarregado de dar fim nas meninas, mas só consegue capturar Fabiana e, sem coragem, a deixa em um convento. Virgínia e sua mãe fogem para Vitória e uma nova tragédia acontece: a menina se perde e sua mãe é morta. Jurada de morte, Maria foge para São Paulo e é acolhida na casa de Marlene (Suely Franco), começando uma nova vida. Com o passar do tempo, recebe a notícia da morte de Amadeu, sem saber que a mentira é um acordo entre sua mãe e a mãe dele, que decidem dizer para ambos que os dois estão mortos.

Maria, desempregada e grávida, começa a vender bolos que ela mesma faz. O negócio dá tão certo que, vinte anos depois, Maria tornou-se uma bem-sucedida dona de confeitarias. A filha, Josiane (Agatha Moreira), a despreza, critica seus modos e odeia o próprio nome. Jô – como prefere ser chamada – precisa da mãe para realizar o sonho de se tornar uma digital influencer. Para conquistar a projeção que deseja, articula um plano com Régis (Reynaldo Gianecchini), um playboy de família tradicional. Ela o apresenta para a mãe e arma o casamento entre eles para tomar o dinheiro dela. Maria não imagina que eles querem usurpar o seu patrimônio.

Josiane ainda faz de tudo para se aproximar de Vivi Guedes, uma conhecida digital influencer, sem imaginar que ela é sua prima desaparecida, Virgínia. Já Fabiana, descobre o paradeiro da irmã ao vê-la na TV com um amuleto que pertenceu à sua avó. Invejosa da irmã bem-sucedida, ela muda-se para São Paulo a fim de recuperar a vida que não teve. Vivi está de casamento marcado com o policial Camilo, mas seu coração balança por Chiclete, do clã dos Matheus, que tem a missão de matá-la, mas não consegue efetuar a tarefa porque apaixonou-se por ela.

Também está em São Paulo Amadeu, que, após se recuperar do tiro que levou com a ajuda da fisioterapeuta Gilda (Heloísa Jorge), casou-se com ela certo de que sua Maria morreu. O casal se reencontra e reacende o amor do passado. Porém, Maria está de casamento marcado com Régis, prestes a cair na armadilha arquitetada por ele e sua filha Josiane.

[Sintuação]: Essa foi uma das novelas do Walcyr Carrasco menos atrativas... Apesar da qualidade de produção inquestionável e do elenco repleto de estrelas, A Dona do Pedaço não conseguiu escapar das críticas à história manjada e inverossímil, ao texto tatibitate e aos personagens rasos. Não por acaso nenhuma grande interpretação se viu na novela. Não por culpa do elenco, mas por causa dos personagens sem camadas e do texto repetitivo e didático.

bom sucesso. éramos seis e amor de mãe. Ainda estão no ar... 




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3 de janeiro de 2020

Lado Milla Ward´s: Novelas que começou em 2018 e terminou no inicio de 2019.



No LADO MILLA AWARDS 2019 de hoje escreverei sobre  Novelas que começou em 2018 e terminou no inicio de 2019 que vi nesse ano. Nesse ano, usarei a lista cronologica do site Teladramaturgia juntamente com a minha humilde opinião enquanto telespectadora.

As aventuras de Poliana


Poliana (Sophia Valverde) é uma menina com personalidade livre e espontânea que cresceu em meio à magia do teatro mambembe. Ela é filha de um casal de artistas que passa por constantes dificuldades financeiras ao longo das turnês de seu grupo teatral Vaga-lume. Para não desanimar e encarar os problemas de forma mais leve, os pais Lorenzo e Alice ensinaram uma brincadeira para Poliana sempre jogar nos momentos difíceis: o jogo do contente, que consiste basicamente em conseguir ver o lado bom de tudo, especialmente nas situações mais desagradáveis. De passagem pelo Nordeste, Poliana conhece João (Igor Jansen), um garoto humilde que se encanta pela música da apresentação. Mesmo com a pouca idade, João já é obrigado a abandonar a escola e a ajudar o pai com o trabalho na lavoura e os serviços de casa. Contudo, João desenvolve interesse pela música. Em busca de seus sonhos, o menino decide ir embora do sertão para a cidade grande.

Com a morte prematura dos pais, Poliana é obrigada a morar em São Paulo com uma tia rica, irmã de sua mãe. Ela e João chegam ao mesmo tempo à cidade, porem separadamente. Poliana perceberá que nem todos são bondosos como os seus pais e que o jogo do contente é cada vez mais necessário e difícil de ser executado. Enquanto João, em outro canto, precisará lidar com o perigo vindo das ruas para lutar por seus sonhos. Em meio a essa aventura, Poliana e João se esbarram e o destino parece reuni-los mais uma vez. E é assim que a amizade dos dois recomeça.

Na casa da tia Luísa (Milena Toscano), Poliana é recebida com frieza e desagrado. Amargurada pelo passado, a mulher deixa visível que não gosta da presença da criança e que cuida dela apenas por obrigação. A garota se vê forçada a obedecer inúmeras regras e horários estabelecidos. Luísa mente sobre o resto da família e diz que seu irmão, tio da menina, mora fora do país. Nanci (Rafaela Ferreira) e Antônio (Jitman Vibranovski), empregados da mansão, são quem trazem algum alívio para a solidão de Poliana. Nesse meio tempo, a garota conhece a rabugenta Dona Branca (Lílian Blanc) e sua neta Mirela (Larissa Manoela), avó e prima de Nanci. Na vizinhança, Poliana topa com um homem sério e muito reservado junto com seu cachorro, o misterioso Sr. Pendleton (Dalton Vigh), morador da mansão 242, uma das maiores da redondeza. Ele é alvo de investigações do Clube Magabe, composto apenas por crianças. Sem o conhecimento da tia, Poliana também passa a frequentar a padaria do bairro, administrada por Durval (Marat Descartes). O que ela não faz ideia é que o dono do estabelecimento é também seu tio, o irmão que sua tia Luísa diz estar em Portugal. O padeiro tem duas filhas, Raquel (Isabella Moreira) e Lorena, primas desconhecidas de Poliana.

[Sintuação]: Baseada no famoso livro Pollyanna (publicado em 1913), da escritora norte-americana Eleanor H. Porter, a história já teve várias versões cinematográficas e em desenho animado.No Brasil, o livro teve várias adaptações, na época em que as novelas eram ao vivo e ainda não eram diárias. Foram duas versões na TV Tupi de São Paulo, adaptadas por Tatiana Belincky: em 1954 (12 capítulos) e 1956 (60 capítulos), duas vezes por semana, as duas com Verinha Darcy (irmã do locutor Silvio Luís) como a protagonista. Em 1958, a Tupi exibiu sua versão de Pollyanna Moça. Em 1958-1959, foi a vez da TV Rio fazer sua versão, com Leila Cavalcanti (irmã do ator Cláudio Cavalcanti) como a menina Poliana. Mais uma versão veio pela TV Tupi do Rio de Janeiro, em 1961, com direção de Fábio Sabag.

No final do ano passado, eu comecei a assistir essa novela juvenil com pouco entusiasmo apesar da boa escolha dos atores... Achei o enredo bastante pesado para ser uma novela para crianças e beirando o "infãtilóide" para disfarçar os conteúdos bastante adultos para uma  novela dita com infanto juvenil. E com isso, foi diminuindo a frequência que eu assistia os episódios...

O tempo não para


São Paulo, 1886. A família Sabino Machado, dona de extensas terras e investimentos em telefonia, embarca em um dos mais seguros navios da época, o Albatroz, a caminho da Europa. Dom Sabino (Edson Celulari), um fiel súdito da Monarquia que sonha com um título da nobreza, planeja a viagem para conhecer o estaleiro que comprou na Inglaterra. E também manter longe do falatório da cidade a filha, Marocas (Juliana Paiva), que havia acabado de recusar um casamento no altar. A viagem tem um desvio de rota para uma breve visita à Patagônia. É justamente aí que o Albatroz se choca com um iceberg.

O navio naufraga e, devido à baixa temperatura da água, grande parte dos passageiros acaba congelando. No total, são treze pessoas: a família Sabino Machado, composta por Dom Sabino (Edson Celulari), Dona Agustina (Rosi Campos), Marocas (Juliana Paiva) e as gêmeas Nico (Raphaela Alvitos) e Kiki (Nathalia Rodrigues), os escravos Damásia (Aline Dias), Cairu (Cris Vianna), Cesária (Olívia Araujo), Menelau (David Junior) e Cecílio (Maicon Rodrigues), o guarda-livros Teófilo (Kiko Mascarenhas), a preceptora Miss Celine (Maria Eduarda de Carvalho) e o jovem Bento (Bruno Montaleone), além do cão fox terrier Pirata.

132 anos depois, um imenso bloco de gelo se aproxima da praia do Guarujá, em São Paulo. Samuca (Nicolas Prattes), empresário engajado em causas sociais e dono da holding SamVita e da Fundação Vita, está surfando e é o primeiro a avistar aquele monumento. O filho de Carmem (Christiane Torloni) e noivo de Betina (Cléo Pires) fica intrigado com o bloco, perplexo e fascinado pelo belo rosto de Marocas, emoldurado pelo gelo translúcido. Uma fissura ameaça partir o bloco e Samuca, no ímpeto de salvar Marocas, se agarra ao pedaço de iceberg. Eles são puxados pela corrente e chegam à Ilha Vermelha.

[Sintuação]: A estreia de O Tempo Não Para foi auspiciosa. O grande atrativo da novela eram os personagens do passado – os “congelados” – se deparando com as novidades do século 21 e o choque cultural e moral entre eles e os personagens contemporâneos. No entanto, o receio inicial de que essa trama não teria fôlego para seis meses se concretizou. E muito rápido. A novela logo esgotou o que tinha de mais atraente: as surpresas e reações dos personagens do passado ante os dias de hoje. Uma vez que os “congelados” despertaram, em dois meses já haviam, praticamente, se habituado à modernidade.

Assim, o que O Tempo Não Para tinha de interessante, estimulante – inovador até, com uma trama, se não original, ao menos bem desenhada – logo se esvaiu em um roteiro confuso, em tramas inventadas apenas para “encher linguiça” – como as falsas gravidezes de Agustina e Carmem (Rosi Campos e Christiane Torloni) -, na insistência em focar as tentativas dos vilões de usurparem a empresa do protagonista Samuca (Nicolas Prattes), na troca sem sentido do vilão principal, Emílio (João Baldasserini) por outro idêntico, Lúcio, e em personagens subitamente perdendo função na trama ou desaparecendo. O que se viu nos últimos meses da novela em nada lembrava o seu início promissor. Faltou carpintaria, não só para manter a trama dos congelados interessante e atraente por mais tempo, mas também para administrar personagens e tramas paralelas. 

A Juliana Paiva estava deveras MARAVILHOSA nessa novela com a sua personagem Marocas sigo os trabalhos da Ju desde a Fatinha da malhação Sonhos...

Espelho da vida


Ao pisar pela primeira vez na cidadezinha mineira de Rosa Branca, a atriz Cris Valência (Vitória Strada) sente que já viveu algo e parece estar passando pela mesma situação novamente. O lugar é a cidade natal de seu namorado Alain Dutra (João Vicente de Castro), diretor de cinema e televisão que pretende filmar lá o seu primeiro longa-metragem, no qual Cris será Júlia Castelo, a protagonista. Na pesquisa para interpretar sua personagem, Cris vive uma experiência de viagem no tempo, em que vai se deparar com uma de suas vidas passadas.

Vicente (Reginaldo Faria), o avô doente de Alain, tem um último pedido ao neto: lhe deixa em testamento o dinheiro para financiar o filme desde que ele conte a história de Júlia Castelo, uma jovem que foi vítima de um crime passional em um casarão da cidade no início da década de 1930. Porém, voltar à cidade natal desperta sentimentos complexos em Alain. Anos atrás, quando foi traído por Isabel (Alinne Moraes), sua antiga namorada, e Felipe (Patrick Sampaio), seu primo e melhor amigo, ele jurou que jamais colocaria seus pés lá novamente.

Assim que Cris chega a Rosa Branca ganha, inesperadamente, uma joia que foi de Júlia Castelo. Logo depois, Margot (Irene Ravache), viúva de Vicente, lhe mostra o diário que pertenceu à jovem. Cris fica envolvida pela história e por todos esses sinais. Em uma visita ao casarão em ruínas onde Júlia viveu, Cris volta ao passado na pele da própria Júlia. Com a ajuda de Margot, ela quer desvendar o assassinato que abalou a cidade há quase um século. Tudo indica que Júlia foi morta por seu amado, Danilo (Rafael Cardoso), mas Cris não acredita nessa hipótese.

[Sintuação]: Aquela novelinha "agua com açucar' que eu mais gostei de assistir no horário das 18 horas... Espelho da Vida apresentou uma história de amor e mistério que ultrapassava as barreiras do tempo e do espaço ao se desenrolar em duas épocas distintas concomitantemente. Elizabeth Jhin explicou, na época do lançamento da novela: “As tramas de 2018 e de 1930 se desenrolam ao mesmo tempo devido às ‘viagens no tempo’ que a nossa personagem, Cris Valência, empreende. Assim, o espectador consegue acompanhar a vida dela e de outros personagens na atualidade, e também o que ela descobre e enfrenta em sua outra vida. Cada vez que ela faz a ‘passagem’ pelo portal do espelho, ela nos leva a outra realidade. (…) O espelho tem uma grande importância na história, ele é o portal por onde Cris Valência chega a outras dimensões.”





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2 de janeiro de 2020

Lado Milla Ward´s 2019

Nesse ano, a Retrospectiva do ano vai ser a amiga aqui,"escrevendo pelos cotovelos". Com a minha opinião não solicitada sobre uma diversa gama de assuntos que também já é tradição nesse humilde bloguinho. Declaro abertas a oficial e solenemente as celebrações do:




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31 de dezembro de 2018

[Retrospectiva 2018] Acabou o ano. Glória a Deuxxxxxx!




Hoje faltam um dia para o fim do ano. Conto ansiosa os dias para a virada do calendário pois 2018 se encerra como um dos anos mais Loucos da nossa história. 

As melhores coisas de 2018 aconteceram como o inicio de um novo ciclo: Depois de um ano sabático após a Formatura em Psicologia. Nesse ano, eu comecei a pós graduação em Arteterapia. Sonhos!


Hoje escrevo o texto em primeira pessoa, eu não sei escrever de outra maneira... Nesse ano, eu escrevi MUITOS desabafos cansados e esperançosos... Nas outras vezes, escrevi sobre outros assuntos: Filmes, séries, livros ou resenhando sobre a ultima leitura... Qualquer assunto que não fosse a vida real.

Esse ano foi o ano de copa do mundo na Russia. O enesquecivel 7X1 da ultima copa do mundo não foi a nossa unica vergonha do futebol mundial. O futebol Brasileiro não é mais um dos favoritos como o Tite encheu a boca para dizer "Somos um dos favoritos, sim”. Que o Temer finalmente foi embora, das eleicões mais violentas do mundo! Do "Ele não" - Slogan crítico a Jair Bolsonaro que marcou a eleição de 2018 a partir de uma mobilização de mulheres pela internet do "Ele sim". - Da verdadeira limpeza do PT nos 4 cantos do Brasil! As coisas mais improváveis no cenário nacional e mundial ocorreram  e foi uma eleição democratica pendendo para o lado que a maioria dos Brasileiros querem para os próximos 4 anos.

Fui percebendo aos poucos, que mesmo sendo Mulher que não votaria no Bolsonaro eu jamais votaria no PT por toda a corrupção e roubalheira que esse partido representa... Fui observando que surgiam mais bandeiras... o auge da minha decepção foi quando surgiu pessoas vestidas com a camiseta do Lula livre ai senti que eu não fazia parte daquela vergonheira e fui embora!Quando eu cheguei em casa eu li o post da Luma costa eu acabei percebendo que eu não era a unica que estava se sentido muito burra em ir protestar. Pois, "miraram no #ELENÃO e acertaram no Lula livre.

Esse ano teve copa do mundo e eleições e diferente dos anos anteriores MUITAS coisas mudaram e ainda irão mudar... O GIGANTE aquele mesmo de 2013 ACORDOU! Com frases emblematicas: “Se não está conseguindo falar a língua do povo, vai perder mesmo” ou “Lula o quê? O Lula tá preso, babaca”. A comunicação não violenta nunca foi tão falada nesse ano... Mas, ninguem colocou isso realmente em prática. 

No campo dos negócios, começamos do inicio dessa vez. Aprendemos a ser "marinheiros de primeira viagem" que queriam abrir o seu negócio próprio.Sou da turma que agregou experiências com os acertos & erros nesse ramo. Estou como apoio como já deveria ter sido desde o começo. A minha mãe terminou o curso de cabeleleiro para se profissionalizar melhor nessa área.

Nesse ano, as pessoas me impressionaram com a falta de educação em todos os níveis... Ninguém segurou a mão de ninguém! No início, me preocupei horrores, qual a necessidade de desfazer amizades, bloquear e até duvidarem da qualidade do meu TCC sobre Problemas Psicológicos na Migração com os Haitianos na cidade de Florianópolis/SC. Em dois anos de estagio, eu nunca ouvi nenhum governante (independente do partido politico) falando da quantidade exacerbada de Imigrantes que vem de diferente formas aqui para o Brasil... Politicos que enxerguem o imigrante como sujeito de direitos.

Não apenas pessoas que devem ir embora o mais rápido possivel do seu pais... Teve uma discussão bastante acalorada na pós-graduação logo no dia que a Luisa fez a transferência para Camboriú/SC e tive a pior crise de choro do ano.


Encontrei um namoradinho de adolescência. E começamos a conversar durante dias no Watssapp e quando finalmente nos encontramos ele estava em uma vibe muito pesada... Uma tristeza que começou a me afetar de uma maneira que fui ficando cada vez mais deprê... Tentei conversar mas ele era o tipo de pessoa que para 1 solução encontrava 10 problemas no caminho... Saímos no final de semana e na segunda-feira ele enchia o whatsapp de áudios cheios de neuras e isso foi desgastando... 

A ultima mensagem que trocamos foi ele falando algo bastante desrespeitoso sobre mim em uma situação absurda. Então, depois de uma DR acalorada por áudio eu resolvi colocar um ponto final naquilo... Antes que a falta de respeito se tornasse algo pior... Terminei por áudio mesmo! Não, merece o meu respeito alguém quem não me trata com o respeito que Eu sei que mereço! Tentei ser compreensiva com o momento que ele se encontrava. Por isso mesmo, eu acho que eu merecia ser mais respeitada. 

Foi o ano, que finalmente consegui entrar em um trabalho voluntário bacana. Que usei a técnica do Bullet Journal para me organizar e aposentei as agendas e bloquinhos largados no decorrer do ano e me senti bastante produtiva nas minhas atividades diárias.

No dia 31 de dezembro eu estarei comemorando com os meus amigos em Balneário Camboriu Sou da turma que estará sentada na beira do mar esperando ansiosamente a contagem regressiva para 2017, sem tantos pedidos, metas, planos... pelo menos não nos primeiros segundos do ano-novo.








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28 de dezembro de 2018

LADO MILLA AWARDS:. Musicas que eu ouvi em 2018


No LADO MILLA AWARDS 2018. escreverei sobre as musicas que eu ouvi de acordo com a minha Playlist de 2018 do Spotify. O que é bastante irônico. Pois, a ironia começa no título desse texto "Discografia de 2018". Ouvir musicas no modo aleatório no Spotify ainda me parece algo muito moderno para uma pessoa da geração 80-90, que colecionavam CDs dos musicos e das bandas preferidas e colocava para tocar no Disckman (lembram?).   

... Eu não quero mais conversa com quem não tem amor/ gente certa é gente aberta, se o amor chamar eu vou... 


Carlos, Erasmo é um álbum do cantor e compositor Erasmo Carlos, lançado em 1971. O disco é visto como um dos melhores trabalhos de Erasmo Carlos, pois apresenta uma boa gravação e bons arranjos feitos por Chiquinho de Moraes. O LP foi eleito em uma lista da versão brasileira da revista Rolling Stone como o 31º melhor disco brasileiro de todos os tempos. O cantor deixou um pouco o rock de lado e decidiu investir mais no soul e na MPB. Exemplos disso são as canções como Gente Aberta, Mundo Deserto e Ciça Cecilia, todas escritas em parceria com Roberto Carlos. Também está presente a música De Noite na Cama, de Caetano Veloso. As únicas músicas de rock que o disco possui são a chuckberriana É Preciso Dar Um Jeito Meu Amigo, também em parceria com Roberto, e a pesada Agora Ninguém Chora Mais, de Jorge Ben. O disco também tem a participação do baterista Dinho Leme e do baixista Liminha, ambos da banda Os Mutantes.


Há um bocado de gente na mesma situação/Todo mundo gosta dela na mesma doce ilusão/A vizinha quando passa e não liga pra ninguém/ Todo mundo fica louco e o seu vizinho também.

Braseiro é o álbum de estreia da cantora Roberta Sá. Foi lançado em 2005 e conta com participações especiais de Ney Matogrosso, MPB4 e Pedro Luís e a Parede, bem como com canções de compositores já consagrados do samba, como Chico Buarque, e novos nomes da música brasileira, como Rodrigo Maranhão (da banda Bangalafumenga), Marcelo Camelo (ex-integrante da banda Los Hermanos), Teresa Cristina, Pedro Luís.


Há primeira vez que ouvi a Roberta Sá foi em um desses programas musicais que passa na TV... Na época, eu baixei o álbum completo no computador e passei as musicas para o meu celular que ouvi praticamente a semana inteira! Esses dias eu estava ouvindo no spotify...


Se navegar chegou, deixa navegar/Chegou deixa chegar/Se navegar chegou, deixa navegar/Chegou deixa chegar...


“Afinar as rezas”, primeiro álbum do Dazaranha sem a participação de Gazu, o novo trabalho é superior ao “Daza”, de 2014 – ainda que com ressalvas. Gravado no Rio de Janeiro, novamente com produção do renomado Carlos Trilha, o disco traz 11 músicas e uma vinheta, totalizando 40 minutos, e foi financiado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Florianópolis, com patrocínio da Fundação Franklin Cascaes.


Apesar dessa melhora em relação ao trabalho anterior, o Dazaranha virou refém da sua obra. Musicalmente falando, a banda construiu um legado tão rico e próprio nestes 25 anos de carreira que os fãs esperam ouvir o “velho Daza” a cada novo lançamento. Em “Afinar as rezas”, o grupo busca novos caminhos, com uma sonoridade mais moderna e pop, mas sem perder a identidade. A faixa título abre o álbum com Moriel nos vocais. É preciso reconhecer: a presença de Gazu ocultava esse talento de Muruca, que nasceu para ser protagonista. Chico Martins, no entanto, é quem mais canta no novo disco. O guitarrista, que assina duas composições, assume o microfone em sete das 11 músicas.


... Vou reerguer o meu castelo/Ferro e martelo/Reconquistar o que eu perdi/Eu sei que vão tentar me destruir/Mas vou me reconstruir/Voltar mais forte que antes ...



Sem dúvida alguma a cantora IZA foi um dos grandes nomes do pop brasileiro em 2018 e Dona de Mim, seu disco de estreia, veio repleto de grandes hits e participações especiais que acrescentaram bastante a uma artista que tem luz própria. Ivete Sangalo, Marcelo Falcão, Thiaguinho e Rincon Sapiência abrilhantaram um trabalho que deixou claro: IZA será uma das maiores nos próximos anos.


... Quem caminha pelo vento sabe o bem que ele traz Só quero amor, só quero paz Pura eletricidade vem da força que ele faz Só quero amor, só quero paz ...


Segundo os arquivos desse querido Blog, a primeira vez que eu ouvi Moinhos foi em 2014. Em um programa de uma rádio online do Rio de Janeiro/RJ chamada MPB fm (chuchu até no nome **) além de tocar musicas brasileiras de qualidade, no horário das 18 h:00s tem o programa MPBmusical com cantores conhecidos da grande mídia e outros nem tão conhecidos assim... Quando eu vi que finalmente tinham lançado um albúm eu fiquei durante dias ouvindo com a mesma vibe que eu ouvi pela primeira vez...


Os integrantes que fazem parte desse “Power Trio” são: Emanuelle comandou os vocais da Banda Eva durante alguns carnavais; Lan Lan tocou com Cássia Eller, Nando Reis & Os Infernais e com os Tresloucados - um projeto de Preta Gil e Davi Moraes -, além de ter liderado Lan Lan & Os Elaines; Toni, por sua vez, já acompanhou os principais baianos ainda na ativa, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Moraes Moreira, Gal Costa, além de artistas como Luiz Melodia, Elba Ramalho, Nelson Gonçalves, Sérgio Sampaio e Adriana Calcanhotto. Para as bandas Paralamas do Sucesso e Herva Doce, Toni ainda fez alguns arranjos.  


Vagabundo vai correr, vai brincar/ Vai chover, vai sujar/Deixa o menino jogar, que é Sexta-feira/Pra proteger é que existe a rezadeira/A rezadeira vai rezar (rezadeira) vai rezar(Rezadeira)…


Foco, Força e Fé é o primeiro álbum de estúdio do rapper e compositor brasileiro Projota, lançado em novembro de 2014 pela Universal Music, primeiro lançamento assinado por uma gravadora. O álbum possui 15 faixas, e possui participações de Marcelo D2, Negra Li, Dado Villa-Lobos, J Balvin e Marlos Vinícius


Acho que esse CD também entrou na retrospectiva de 2017. Eu ainda não consegui superar Upside Down eu lembro dessa musica por causa do macaquinho no clipe.


Jack Hody Johnson (Honolulu, 18 de maio de 1975) é um cantor, compositor e surfista americano. Cresceu na Baía Norte de Oahu, no Havaí, e atualmente vive em Haleiwa. Antes de lançar o seu primeiro álbum de estúdio, Jack Johnson fazia filmes de surfe. Por ser um surfista e músico, seu estilo é erroneamente classificado como surf music, um subgênero rock surgido nos anos 60.

Esse é o album preferido da minha familia quando vamos viajar... Eu consegui viciar os meus pais a ouvir rock gaucho de alguma maneira.


o Rock de Galpão – grupo que resgata o cancioneiro gaúcho, criando versões contemporâneas para clássicos da música regionalista – O Rock de Galpão é formado por Tiago Ferraz (voz e guitarra), Rafa Schuler (guitarra e vocais), Guilherme Gul (bateria), Mestre Kó (teclados e vocais), Paulinho Cardoso (acordeon) e Gustavo Viegas (contrabaixo), além do artista convidado Diablo Jr. (percussão e boleadeiras).


Roberto Carlos é o trigésimo sexto álbum de estúdio do cantor e compositor Roberto Carlos, lançado em 1993 pela gravadora CBS. Eu acho esse CD realmente maravilhoso! Todas as faixas: O Velho Caminhoneiro, Coisa Bonita, Hoje é Domingo, Obsessão,Nossa Senhora,Tanta Solidão, Se Você Pensa, Parabéns, Mis Amores. Fazem esse o meu CD preferido do Roberto Carlos.

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