Retrospectivas
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23 de dezembro de 2018

#23. [TOUR FOTOGRÁFICO] O meu Bullet Journal em 2018


Conheci a idéia de Bullet Journal em Julho/2018... Depois de muitas agendas esquecidas... Bloquinhos e folhas aleatórias perdidas ou no lixo. O BuJo entrou na minha vida como algo mais leve... Hoje, o bullet journal se tornou algo essencial para eu poder me organizar diariamente.

A minha mãe ganhou uma caderneta de presente e também era pautado os cadernos pautados funcionam para mim e isso funciona de uma maneira que deixa organizado e manter os meus textos em linhas retas... A letra é aquela de menina do fundamental quando não é aqueles garranchos indecifráveis quanto mais rápido eu escrevo pior! Aprendi a decorar as folhas de uma forma simples estou lidando melhor com as minhas "frustrações artísticas" e visitando menos o pinterest e as suas perfeições.


Depois de perceber que essa história de Bullet Journal estava dando certo e que até a professora da minha pós-graduação estava aderindo ao Bujo até no processo terapêutico. Eu acabei inve$tindo: em um caderno A5 com capa dura e decorada com o tema Frida Khalo, com follhas pautadas, canetas simples que uso também na Pós-graduação. Comprei também, uma caixinha com 3 rolos de washitape,s pois, estavam bastante baratos, na livraria da minha cidade e estou aprendendo a decorar as folhas com esses durex decorados... Os adesivos, são da época dos cadernos da faculdade e estou usando para decorar as folhas do meu Bujo.


... Para o mês de agosto, que foi basicamente uma fase de testes do que funciona ou não para mim. Resolvi que o tema seria Filtro dos Sonhos, depois de desenhar e pintar com lápis de cor acabei não gostando muito do resultado.


O Tema do mês de Agosto foi 101 Dálmatas. Encontrei os adesivos antigos do 101 Dálmatas que era um dos filmes animados que mais amo no mundo. Cachorros é o meu ponto fraco...


A página "Favoritos de Agosto" foi a que mais gostei de escrever e decorar por causa de tantas coisas bacanas que aconteceram no mês.


Esse foi o meu Layout preferido e a organização do mês de Setembro! O tema desse mês foi Setembro Amarelo as cores escolhidas para a decoração foram: Laranja, marrom, verde e amarelo.


Nesse mês, eu arrumei semanalmente o meu Bullet Journal.
Uma das minhas grandes dificuldades do mês anterior foi ter organizado o mês inteiro. Fiquei com medo de não dar conta... E isso tirou a minha liberdade de criar do Bullet Journal.


Na segunda semana, a palavra GRATIDÃO estava berrando na minha cabeça... Ainda está. A novidade desse mês são as colagens... A saudade do verão estava bastante explicita nas minhas colagens né? 


O tema do mês de Outubro foi HALOWEEN, as cores escolhidas para a decoração foram: roxo, marrom e laranja.


Na segunda semana, eu me inspirei nas páginas do instagram sobre Bullet Journal . As cores que predominou nessa semana foram laranja e o preto que foi a cor que desenhei os fantasminhas...


Esqueci sobre o feriado do dia das crianças e acabei fazendo uma semana temática da Turma da Mônica. Aquela semana foi mais Journal do que Bullet. Pois, teve um final de semana de pós-graduação em Arte-Terapia bastante acalorado... Comecei um Voluntariado! a primeira vista diferente de tudo que eu já fiz e isso tem me dado um gás diferente nesses últimos dois meses...

O tema do mês de Novembro foi o CVV com os desenhos de balão de fala do slogan. O CVV foi Fundado em São Paulo em 1962, o Centro de Valorização da Vida é uma associação civil sem fins lucrativos, filantrópica, reconhecida como de Utilidade Pública Federal em 1973, mantenedora e responsável pelo Programa CVV de Valorização da Vida e Prevenção do Suicídio, desenvolvido pelos Postos do CVV em todo o Brasil.


Eu comecei a desenhar os balões de fala com a caneta azul e ficou um pouco torto pois, eu não quis usar régua. Os contornos coloridos foram feitos com giz de cera.


No final do mês eu fui viajar! O "para viajar" é uma forma didática que encontrei para organizar a minha mala de roupas/ mala de mão.



Observação: A decoração do mês de Dezembro no meu Bullet Journal está praticamente pronto....  Porém, o mês ainda não acabou pretendo me organizar  ainda na primeira semana do mês de Janeiro de 2019 para lançar os posts de bullet journal do mês.




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18 de dezembro de 2018

#18. Retrospectiva: Novelas que terminaram no 1° semestre de 2018.


O primeiro semestre de 2018 continuou sendo meses estranhos... Com a programação do canal aberto do ano passado. O ano de 2017 foi um ano tão estranho que tive uma dificuldade extrema de elencar tudo que assisti ao longo daqueles 12 meses.


O roubo de 40 milhões de dólares do cofre do luxuoso Hotel Carioca Palace e seus desdobramentos na vida de cada um dos envolvidos, sejam eles hóspedes, suspeitos ou convidados de um grande baile de gala. Neta do dono do hotel, Luíza (Camila Queiroz), vê sua festa de 25 anos se transformar em uma grande investigação policial.

O dinheiro vinha da venda do cinco-estrelas, transação entre o proprietário, Pedrinho Guimarães (Marcos Caruso), um milionário falido, e o jovem empresário Eric Ribeiro (Mateus Solano), sem o consentimento da única herdeira, Luiza, neta de Pedrinho. O assalto foi feito por quatro funcionários do hotel: o concierge Malagueta (Marcelo Serrado), o mentor do plano; o garçom Júlio (Thiago Martins); o recepcionista Agnaldo (João Baldasserini) e a namorada dele, a camareira Sandra Helena (Nanda Costa). A princípio eles hesitam, mas depois, diante de situações limite na vida de cada um, topam participar do roubo.


Eu assisti essa novela sem tanto entusiasmo quanto Rock Story... A novela Definida como uma comédia policial romântica, Pega Pega é a primeira novela solo de Cláudia Souto.

No elenco tínhamos nomes como Mariana Santos (Zorra Total) com a sua interpretação horrível como Maria Pia, uma vilã humana. Marcelo Serrado com o vilão o Malagueta foi algo bastante forçado. Sei lá, não conseguiu convencer na maioria da suas cenas como o chefe do roubo do Hotel Carioca Palace. Nanda Costa, a Sandra Helena, iluminando a novela em uma ótima dobradinha com João Baldasserini. A Nanda Costa foi excelente em tirar  o sex a peeal das suas personagens anteriores... Fazendo a Sandra Helena uma pessoa humana que viu a consequência dos suas atos no decorrer da novela; e Guilherme Weber, excelente como Douglas, sem cair na caricatura fácil do gay engraçado.


Já Mateus Solano e Camila Queiroz – os protagonistas Eric e Luiza – ficam fora dessa relação. Logicamente não por causa do talento dos atores, já comprovado anteriormente. Mas pelos perfis de seus personagens. A falta de química entre o casal saltou aos olhos logo no primeiro capítulo, quando o texto forçou uma paixão à primeira vista sem a menor sutileza. Falta de carisma dos personagens, isoladamente, e falta de química, quando juntos. Foi um dos casais protagonistas mais insossos da história das novelas.
A novela Pega Pega revelou-se inconsistente e sem estofo. O roubo do hotel, mote central no lançamento da novela, não conseguiu se manter. Antes que esse enredo se esgotasse, a autora Cláudia Souto lançou o “quem matou?”de um personagem que estava morto desde o início da história: Mirella, a falecida mulher de Eric (representada pela atriz Marina Rigueira). Ela só aparecia em flashbacks e mal tinha falas.


Portugal, 1927. José Augusto Correia Guedes (Tony Ramos) é o homem mais influente e poderoso da região de Morros Verdes, fabricante de vinhos e azeites na Quinta da Carrasqueira. Pai de Maria Vitória (Vitória Strada), ele mantém com a filha uma boa relação. Viúvo, a criou com a ajuda da governanta Delfina (Letícia Sabatella), sua amante há muitos anos. Fruto desse romance proibido, a jovem Tereza (Olívia Torres) acha que José Augusto é seu padrinho. Porém, Delfina será capaz de tudo para fazer com que o amante reconheça a paternidade da filha.

Maria Vitória é cortejada por Fernão Moniz (Jayme Matarazzo), filho de um amigo de seu pai. O rapaz, ambicioso, está certo de que será seu futuro esposo e, consequentemente, o próximo mandachuva da região. Porém, durante as festividades da Semana Santa, os olhares de Maria Vitória se voltam para Inácio (Bruno Cabrerizo), um moço simples e honesto, de origem humilde. Quando os dois se beijam pela primeira vez, ela o convida para sua festa de dezoito anos. Fernão escolhe esta data para pedir a mão da jovem em casamento, mas ela está completamente apaixonada por Inácio.


Eu não curto muito novelas de época... Sendo a mesma temática da novela anterior Novo Mundo assisti alguns episódios dessa novela e notei que: O público vinha de uma novela movimentada e alegre (Novo Mundo) e, a princípio, estranhou em Tempo de Amar a desaceleração no ritmo e o excesso de sofrimento dos personagens nas primeiras semanas, o que rendeu à produção a alcunha de “Tempo de Sofrer”. O autor explicou que o início sofrido foi necessário, para que a história pudesse engrenar. O roteiro não foi alterado e logo os personagens encontraram dias melhores – bem como uma trama mais fluida. O ritmo foi condizente com o seu contexto.

O humor, sempre leve, foi inserido gradativamente. Neste particular, destacaram-se o núcleo da geleia Supimpa – de Alzira (Deborah Evelyn), Pepito (Maicon Rodrigues) e companhia – e a agradável Dona Nicota (Olívia Araújo).

O longo desencontro dos protagonistas, em algumas situações forçadas, fez a trama parecer girar em círculos. Mesmo com amigos em comum em uma mesma cidade, Inácio e Maria Vitória (Bruno Cabrerizo e Vitória Strada) passaram a maior parte da novela sem se verem. Para forçar esse desencontro, Inácio até esqueceu do amigo Geraldo (Jackson Antunes), no momento em que este ficou atrelado a Maria Vitória – o encontro entre Inácio e Geraldo poria fim ao desencontro do par romântico. Ainda um ponto destoante: o sotaque italiano dos personagens Giuseppe e Tomaso (Guilherme Prates e Ricardo Vianna) quando a produção optou por não marcar o sotaque do núcleo de Portugal.


Clara (Bianca Bin) tem uma vida tranquila e simples na região paradisíaca do Jalapão, estado do Tocantins, com o avô Josafá (Lima Duarte) e a amizade de Renato (Rafael Cardoso), que sempre foi apaixonado por ela. A mudança em seu destino é selada quando conhece Gael (Sérgio Guizé), herdeiro de uma família de Palmas. A atração entre os dois é imediata e ela, sem dúvidas do que sente, se entrega a essa paixão, que a levará do céu ao inferno.

Além do temperamento agressivo de Gael, Clara enfrentará ainda Sophia (Marieta Severo), a sogra. Estrategista, a matriarca descobre que há esmeraldas nas terras de Clara e enxerga a oportunidade de salvar sua família da decadência. Para realizar todos os seus desejos, Sophia terá de convencer – ou forçar – Clara e seu avô a permitirem o garimpo de pedras no local. A princípio, ela finge ser amiga, apoiando a nora todas as vezes em que Gael se descontrola e explode.


O próximo passo de Sophia é tirar Clara do seu caminho, nem que para isso precise usar o próprio filho. Para tanto, executa um plano sórdido: com a ajuda do juiz Gustavo (Luís Melo), do psiquiatra Samuel (Eriberto Leão) e do delegado Vinícius (Flávio Tolezani), Sophia interna Clara em uma clínica psiquiátrica, em uma ilha isolada. Dez anos se passam, Clara se fortalece e percebe que foi vítima de um grande golpe.

O escritor Walcyr Carrasco nunca me decepcionou e o principal mérito de O Outro Lado do Paraíso foi entregar o que o público aceitou e com o que se envolveu: diversão através de escapismo e fuga da realidade, sem gerar questionamentos ou fazer raciocinar. Sob este prisma, a novela de Walcyr Carrasco cumpriu com louvor a sua meta: entreter somente.


Walcyr Carrasco se inspirou no folhetim O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas (1802-1870), para a trama central de O Outro Lado do Paraíso, que envolvia a vingança da mocinha Clara (Bianca Bin).


Outra inspiração originou a trama da personagem Beth (Glória Pires), em muitos pontos em comum com o melodrama francês Madame X, escrito para o teatro por Alexandre Bisson, em 1908, e adaptado algumas vezes para o cinema. A versão cinematográfica mais célebre é o filme de David Lowell Rich, de 1966, com Lana Turner como a protagonista. O Conde de Monte Cristo também teve versões para o cinema, como o filme de Rowland V. Lee, de 1934, com Robert Donat, e o filme de Kevin Reynolds, de 2002, com Jim Caviezel.




Na pretensão de abordar temas sociais, Walcyr Carrasco meteu os pés pelas mãos e mais prestou desserviços do que suscitou discussões ou conscientização para a sociedade. A única abordagem levada com alguma coerência foi a pedofilia, cuja sequência do julgamento do pedófilo foi aplaudida (menos o final, quando tudo vira um salseiro). Mesmo assim, arranhada com uma polêmica. Por que um problema grave como o enfrentado pela personagem Laura (Bella Piero) foi tratado por Adriana (Júlia Dalavia), uma advogada novata que fez um curso de coach e aprendeu a fazer hipnose? Por que Laura não procurou um profissional experiente da área específica, um psicólogo ou um terapeuta? Porque tratava-se de um “merchan”, uma ação paga pelo Instituto Brasileiro de Coaching (IBC). Assim o autor forçou uma situação para justificar a ação de merchandising. Pegou mal.


As ações de merchandising promovidas pelo IBC foram exibidas em fevereiro de 2018, mencionadas nos créditos de encerramento dos capítulos em que apareceram. O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) recebeu reclamações do Conselho Federal de Psicologia e de outros conselhos regionais, assim como profissionais dos dois ramos, psicologia e coaching, que criticaram o fato de a trama mostrar um profissional usando coaching para tratar de sérios problemas e traumas psicológicos. Após a polêmica, a Globo não exibiu outras sessões de coaching na trama. O caso da personagem Laura foi resolvido depois que o abusador foi preso e a advogada Adriana finalmente sugeriu que ela (Laura) procurasse terapia com um psicólogo.


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7 de agosto de 2018

15 anos de OC - Um estranho no paraiso.


Eu comecei a assistir OC - Um estranho no paraiso em 2016 (Quando assinei a Netflix) foi uma das  séries que eu comecei assistir devagar... me deliciando a cada episódio. No dia 5 de agosto de 2018 a série fez 15 anos!

Irei sentir saudades da Summer e Seth que é o meu casal favorito durante todas as temporadas chorei demais quando eles duvidaram da relação deles por serem muito jovens... As festividades do Natanukká... O capitão aveia e a Princesa Faisca... A série ficticia The Valley... e por ultimo a coelhinha panqueca.

No dia 5 de agosto de 2003, Ryan Atwood chegou à Orange County tornado essa série um fenômeno de cultura pop. 

Os criadores e autores do Teatro Grego foram originais,Eles é que começaram a conduzir os conceitos que nós usamos hoje como dramaturgia. A inspiração era tão nova e entorpecente, que parecia ritualística. Hoje em dia, só repetimos fórmulas, incorporando uma ou outra novidade, outro ângulo, outra perspectiva, que acaba tornando o óbvio menos previsível e o corriqueiro em surpresa. A vida imita a arte e a ficção também. Alguns autores sabem manipular as poucas notas dessa canção... 

outros nem tanto. 

Josh Schwartz está no primeiro caso. Por mais carinho que eu nutre por The OC, com um toque de nostalgia... Essa não é a minha série favorita. A série não representa originalidade bruta, mas representa originalidade derivada. Apoiando-se numa premissa básica de organização social, o moço (o mais jovem showrunner da história) levou a FOX a proposta do show, que não demorou a marcar seu nome na história como ícone pop e como referência cultural. E a ser, sem querer, analogia involuntária para a vida.

O cenário é o cotidiano, mostrando os personagens o seu núcleo social vivendo a sua rotina. Toda ficção começa com a chegada de alguém. . A rotina sempre representa segurança, sempre se refere à dinâmica que já está estabelecida. Os indivíduos costumam se agrupar entre iguais justamente para tentar preservar a força de seu cotidiano. Se qualquer movimento contrário é feito, deflagra-se uma rede de acontecimentos que atribulam a vida dessas pessoas. É assim na vida e é assim na ficção. Por isso, faz todo sentido que os movimentos desses personagens desestabilizam o mundo em questão.

As pessoas sempre seguem em suas vidas nessa mesma proporção: cumprindo prazos, hábitos, vivendo no mesmo ciclo. O tremor que bifurca os caminhos vem, quase sempre, de interferências externas.

O mundo de Sandy Cohen era totalmente monótono. Ryan (o estranho no paraíso...) não era um protagonista soberano. O "protagonismo" era a transformação que a presença dele causou na vida da família Cohen na mesma intensidade com a qual a vida do menino pobre foi transformada. a vida do menino rico Seth também transformou-se com a chegada de Ryan, Seth era fruto de um casamento que nasceu pra transgredir: Sandy era um idealista que se apaixonou por uma “patricinha”. Kirsten, entretanto, tinha vontade de ir contra a correnteza de uma tradição. Os dois se apaixonaram pelo que representavam um pro outro. No início, pode ser sido desbravador, mas logo também passou a ser rotina.Sandy vivia no meio dos ricos achando que nada daquilo o atingia e Kirsten tinha um marido engajado, que ajudava a diferenciá-la de suas vizinhas alienadas. No fim das contas, entretanto, os dois estavam mergulhados na inércia. 


Seth era o goroto Nerd. Inteligente que era considerado o maior defeito que alguém poderia ter na Escola Harbor. Não era belo o suficiente ou esportivo o suficiente pra ser popular, e para que alguém descobrisse que ele era interessante, antes precisaria se aproximar dele.


As garotas eram populares. que se ilustravam através da fraqueza pessoal de Marissa e da preguiça intelectual de Summer. Marissa era a típica garota "rebelde sem causa" que tinha aquele vazio clássico de quem não tem problemas de verdade. Já Summer forçava prioridades superficiais por achar que esse era o movimento natural do meio onde estava inserida. Todos eles, sem exceção, só cumprindo um ritual diário.


Quando Sandy levou Ryan para casa naquele dia a transformação de uma série de anseios e conflitos escondidos que redefiniram aquela sociedade. Sandy foi obrigado a se confrontar com o pouco que fazia e que pensava que era muito, Kirsten precisou ser diferente das vizinhas alienadas na prática e não só na teoria, Marissa ganhou um projeto para se preocupar de verdade, Summer foi obrigada a pensar em mais além de si mesma e Seth ganhou um amigo.

A possível transformação do Seth "o pobre menino rico" acabou ganhando protagonismo. Pois Ryan se transformou no que aquele solitário menino precisava. Um amigo… Sua vida mudou tanto assim apenas porque ele teve uma coisa que tanta gente não tem nenhum trabalho pra ter: um amigo.


A partir do momento em que o problemático Ryan Atwood chega à Orange County, a vida dessas pessoas começa a se reconfigurar, mudando não só comportamentos, como também personalidades. E esse foi o grande diferencial de The OC, que em sua Primeira Temporada, surpreendeu o público e a crítica com uma forma mais debochada, irônica e sagaz de fazer televisão para adolescentes.

Benjamin McKenzie era o rapaz perfeito para o personagem por conta de sua atitude bad boy. Esse era o aspecto mais importante sobre Ryan, que precisava chocar o mundo asséptico de Kirsten Cohen, única personagem com força suficiente para impedir a permanência dele naquele sistema. Uma boa ficção sempre trabalha com opostos, e por isso The OC deu certo tão de cara.


O primeiro episódio já nos deixa completamente fascinados pela expectativa do que Ryan ia provocar naquela sociedade tão “perfeitinha”. Os preconceitos acerca de todos os personagens foram sendo discutidos e superados, passo a passo. Todos, absolutamente todos os personagens, não sabiam nada uns sobre os outros. Até a chegada de Ryan, Sandy achava que nenhum membro do clã Newport Beach valia a pena de se ter uma conversa. O terremoto que o garoto provocou quando chegou, aproximou Sandy de Jimmy. Antes de Atwood, Kirsten não sabia nada sobre o filho, nada sobre a própria capacidade de superar sua origem cristalizada. Essa flexibilidade lhe permitiu se aproximar de Julie. Marissa e Summer nem mesmo eram amigas de verdade, porque foi só com a chegada de Ryan que elas precisaram fortalecer esses laços.


A primeira temporada da série com uma linha de narração de dar inveja a qualquer novelão, mas se salvando do lugar comum com um texto e uma trilha sonora espertíssimos. Confirmou seu sucesso. 

O primeiro ano foi tão intenso, que parecia impossível ter pra onde seguir no ano seguinte. O Season Finale do show, com a sentida partida de Ryan, foi tão catártico que visto novamente, até hoje, emociona. E por uma razão muito simples: numa tacada de mestre, Josh Schwartz passou um ano bagunçando o mundo dos ricos para que quando a ameaça de voltar com Ryan pra seu lugar chegasse, a perspectiva daqueles personagens de retomarem sua rotina apática, os devastaria. 


Kirsten se transformou em mãe de Ryan em diferentes episódios com amor totalmente desinteressado, nos transmitindo toda a dor/ alegria de ver transformações tão positivas. Por mais sofrimento que a chegada de Ryan pudesse ter provocado, nada foi tão forte quanto os sentimentos de afeto sincero que esse evento deflagrou na vida daqueles personagens.

Então chegou a Segunda Temporada e alguns padrões começaram a se confirmar. O primeiro deles era o de que a série estava disposta a tudo. O curioso é que muitos desses padrões transformaram a Mischa Barton como antagonista com a sua "rebelde sem causa" Marissa Coper. 


O interesse romântico do herói costuma ser problemático mesmo, mas nunca foi tão transgressor quanto Marissa era. Além de mentir, roubar e se drogar, ela começou o segundo ano da série tendo uma experiência lésbica. Isso arrepiou os cabelos da FOX na época, que logo tratou de exigir mudanças, mas ainda assim, já estava feito e já era sacramentado: The OC era diferente, era realmente ousada...


Marissa, entretanto, vinha confirmando outro padrão que acabou se tornando uma garota problema: ela precisava de “projetos” novos o tempo todo, para sentir-se viva. Na primeira temporada foi Oliver, na segunda foi Trey e na terceira, Johnny. Enquanto o roteiro tentava explorar o casal separadamente... Na minha humilde opinião o casal Ryan& Marissa não tinha uma quimica como casal... Apagando muitas vezes o casal Seth&Summer que foram um casal super fofinhos nas duas ultimas temporadas.

A segunda temporada de The OC foi uma trilha-sonora muito rica. Com bandas se apresentando ao vivo no Bait Shop, de universo nerd (com o Comic Book “Atomic County”) e de tiradas de referência. Seth e Summer irritaram um pouco no triângulo interminável com Zack, mas o ótimo texto de Josh e seu time salvava a série da irrelevância. Momentos como o do “beijo do Homem-Aranha” foram responsáveis por impedir qualquer crítico de não reconhecer a nova linguagem proposta pelo show.


A série renovou a procura por clássicos de cinema e literatura, recebeu convidados de peso, ironizou com o mercado e fez piada de si mesma com a impagável The Valley. A trilha sonora com as canções arrebatadoras que tocavam em cada episódio.

No primeiro episódio da série, os roteiristas já tinham consciência de qual seria o fim mais provável da personagem Marissa. Na segunda temporada, Marissa se transformou como catalisadora das maiores tragédias do enredo. Ao mesmo tempo em que a seqüência abaixo é uma das mais bem dirigidas do programa, também condena a personagem definitivamente, à infelicidade.


A personagem de Marissa é, sem dúvida, a condutora dos maiores problemas da Terceira Temporada, que se afundou num grande “mais do mesmo” em que os únicos enredos que pareciam possíveis, eram aqueles em que ela colocava seu relacionamento com Ryan em segunda posição.

Ao invés de explorarem a ótima possibilidade de ter a personagem estudando numa escola pública, resolveram explorar a paixonite do trágico Johnny por ela. Isso diminuiu a força dela, a força de Ryan e a força do show. The OC descia numa espiral longa de chatice e quando perceberam que a série não sabia pra onda ia, já estávamos na metade final da temporada.

The OC nunca ignorou o que tinha feito com ela. Fizeram Mischa Barton viver visceralmente a escuridão de Marissa. A inadequação que a personagem redescobriu estava ali o tempo todo, na sua expressão, nas suas horas a fio no mirante da praia.Marissa se tornou uma presença infeliz. Exploraram a personagem de tantas formas cruéis, que a impossibilitaram totalmente de conseguir sair das sombras. 

O roteiro jamais fingiu que não tinha massacrado a personagem e independente dos motivos que levaram ao trágico season finale, ele era a única, definitivamente, saída possível para um quarto ano no mínimo, decente. Por outro lado, ela era a "antagonista" da história. Eu preferiria uma mudança radical da sua personagem. Como a mudança da personagem Summer por exemplo: De uma patricinha futil para uma ativista ambiental...


The OC acordou um pouco no final da terceira temporada. Matar Marissa era uma decisão arriscadíssima, mas totalmente justa. Eu como telespectadora reconheci que esse, inclusive, era o destino final que mais a honrava. Marissa era trágica, deslocada, enegrecida. Sua trajetória era a de estar em constante confronto com o próprio vazio. Seu esforço em sempre tentar “salvar” rapazes problemáticos de suas vidas, ela conheceu Ryan nessa situação... era uma fuga da própria incapacidade de reconhecer um objetivo pessoal, nuclear. Marissa não nasceu para ser feliz, ela foi construída para representar essa dor. A morte era a redenção dela e dos outros personagens...

Tudo isso ficou muito claro quando a Quarta Temporada estreou cheia de vida. O episódio em que mostra as etapas do luto de Summer demonstrou a "negação" com a morte da Marissa nos primeiros episódios dessa temporada... Eu esperava um pouquinho mais de drama... The OC renasceu tão livre e bem-humorada que chegou a dar orgulho. 

A incorporação de Caitlin manteve o tom de transgressão e a chance que deram para Taylor Towsend foi preciosa para o futuro de Ryan dentro do programa. O drama ainda estava ali, mas sempre se lembrando de ser sagaz e de flertar com o riso, com o deboche, como era e como nunca deveria ter parado de ser.

Curiosamente, ao mesmo passo em que a chegada de Ryan foi a base dramatúrgica clássica que re-configurou a dinâmica dos personagens, a partida de Marissa fez isso de novo, reinaugurando aquelas vidas e forçando-os a se reinventar. A mudança pela chegada… A mudança pela partida… The OC explorando o melhor dos berços criativos, mas infelizmente sendo castigada por isso. A série teve seu cancelamento na quarta temporada. A série nem mesmo teve tempo de completar seus 22 episódios. Por sorte, teve tempo ao menos de um encerramento digno. Os episódios 15 e 16 foram os últimos e são tão absurdamente bons que comovem até hoje. Promovem um terremoto ao som de Fredo Viola, transformam Radiohead em vinheta de intervalo… Se despedem da TV com um carinho tão grande por si mesma e pelos fãs.


Ainda nessa última temporada, em um episódio em que Taylor e Ryan vão parar numa realidade alternativa, os roteiristas confirmaram nossa analogia ao se fazerem a fatídica pergunta: E se Ryan nunca tivesse chegado? Meus queridos leitores, eu nem sei o que seria de nós se Ryan nunca tivesse chegado. Será que poderíamos superar a falta das neuroses de Seth? Será que o mundo teria a mesma graça sem a inteligência relutante de Summer? Se Ryan não tivesse chegado, nunca teríamos conhecido o trabalho deleitoso de Melinda Clarke e sua adorável cafajeste, Julie. Marissa só foi tão chorada, porque tantas vezes foi salva por Kid Chino… Taylor só me rir tanto, porque um dia ela se emocionou por ser parte de algo maior: uma amizade. Se Ryan não tivesse chegado, não haveria mudança naquele mundo de mentira… Não haveria mudança no nosso mundo de verdade.
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2 de agosto de 2018

SARA: A MINHA BFF COLÔMBIANA


O tema do meu TCC foi "Haitianos em Florianópolis/SC" no inicio, o estágio era somente de pesquisa pois, não tínhamos um campo de estágio expecifico. Foi algo diferente de todos os estágios que fiz nesses dois últimos semestres da faculdade de Psicologia... No segundo semestre, fomos convidadas a fazer o nosso estágio na Pastoral do Migrante e isso acabou dando um giro de 360° no estágio inteiro! Conheci muitas pessoas, com diferentes culturas e nacionalidades que me fez adquirir aprendizados que eu vou levar para a minha vida! 

Na pastoral, passam muitas pessoas de diferentes nacionalidades... E foi nesse contexto que eu conheci a pequena Sara!

Sara chegou na sala da Pastoral, com a mãe no (canguru) próximo ao peito da mesma e coberta com uma manta, para proteger da chuva miúda ocasionada pelo mau tempo daquela semana.. Ela tinha um pouco mais de 8 meses e vestia um Tip-Top de veludo da cor vermelha. Era morena, tinha olhos negros feito jaboticaba e um sorriso mais lindo que eu já tinha visto em um bebê. Sou o tipo de pessoa que mexo com todas as crianças que eu vejo pela frente, me julguem. 

Assim que vi a Sara fiquei encantada! e isso foi recíproco pois, logo ela começou a sorrir e aceitou vir para o meu colo. Já no meu colo, começamos a "conversar". Sim, a pequena falava (e como falava!) no código dos bebês. Claro, indecifrável na língua dos adultos... E eu acabava fingindo que estava entendendo tudo fazendo-lhe perguntas retóricas: Sério? Nossa, Sara... No maior estilo conversa de maluco.

No meio do papo, juntamente com um sorriso encantador,a pequena Sara solta a gargalhada mais gostosa da face da terra! Causando um certo espanto nas pessoas que estavam na sala, principalmente na sua mãe que me falou bastante surpresa:

_Ela nunca sorriu/ gargalhou assim para alguém! 

Sara me conquistou! No meio da conversa, com tantos sorrisos/ gargalhadas. Algo passou despercebido, o sorriso "mais encantador da face da terra" ainda não tinha nenhum dentinho! Sim, o sorriso e a gargalhada mais gostosa era banguela?

_ Sara, cadê os teus dentinhos?

A resposta foi outra gargalhada, tão gostosa quanto dá primeira vez... 

E assim foi os 3ou9 minutos seguintes. Sara com seus olhinhos de jaboticaba brilhavam tanto, quanto a sua gargalhada. Eu só conseguia mesmo rir de volta para a pequena Sara, naqueles poucos segundos de convivência, tínhamos até "piada interna" parecíamos amigas de longa data... 

A pequena Sara, acabou se tornando a minha amiga ( apesar de ser um bebê) ganhando o titulo e o meu coração de BFF: Baby Friends Forever.

Esse foi um dos momentos mais emocionantes que vivi no estágio de Psicologia. Minha Baby Friends Forever me visitou outras tantas vezes lá na Pastoral e era sempre uma festa!



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29 de dezembro de 2017

Retrospectiiva 2017: Filmes&séries do ano



Ano passado, a minha retrospectiva foi a amiga aqui tagarelando bastante sobre os livros, filmes, séries e músicas que eu ouvi durante o ano. Funcionou tanto que eu gostaria de tagarelar mais sobre esse ano de 2017.

Desde a primeira vez que vi o filme "A Filha do Pastor" no catalogo da Netflix fiquei encantada com a sinopse: A filha de um pastor decide trocar sua vida de cantora de coral de igreja pelo sonho de se tornar uma estrela no mundo musical, mas esse caminho lhe reserva bastante surpresas. Esse filme é a releitura com um pouco mais de violência da fabula da bíblia "o filho pródigo". O enredo e a trilha sonora desse filme são impecáveis.


Qualquer gato vira lata 2: Tati (Cléo Pires) e Conrado (Malvino Salvador), que terminam juntos o primeiro filme, viajam a Cancún, onde ele participa de uma conferência para o lançamento de seu livro. Lá, ela aproveita a ocasião para pedi-lo em casamento, com transmissão via internet para todos os amigos no Brasil. Esse filme é maravilhoso! é uma mistura de drama/comédia na medida certa e é cinema nacional né? Devemos valorizar...



Depois que eu terminei a maratona de Gossip Girl eu gosto de ver os filmes que os atores da série participaram. O que me fez assistir A garota do Chalé foi o ator Ed Westwick (Chuck Bass - gossip girl) que faz um personagem muito querido diferente da série e por estar disponível no Netflix.


O enredo do filme A garota do Chalé já é contado "nos créditos iniciais" que faz o telespectador ficar um pouco confuso com a história que esta sendo contada. A trama começa com a A Kim (Felicity Jones – A Teoria de Tudo) trabalhando em uma lanchonete uma ex- campeã de skate que perder a mãe se sente culpada e desiste de tudo,ajuda seu pai, mas o dinheiro que ganha na lanchonete é pouco. (resenha) 
Avaliação: ★★★★☆


Em contraste com isso, a personagem Luna (Bruna Linzmeyer) parece ter saído de uma produção do diretor Wes Anderson. Olhos grandes, visual “comportadinho”, com sonhos de viver entre as estrelas espaciais e de cinema (em contraponto com a irmã mais velha a personagem de Bruna Arantes que se arruma bastante e participa de concursos de beleza). Em uma das falas do filme, A Luna (Bruna Linzmeyer) diz que enquanto a irmã estava viajando foi como o tempo tivesse parado... isso explica a infantilidade dos seus primeiros monólogos no inicio do filme. A irmã mais velha tinha um papel tão importante para Luna quanto da figura paterna para o personagem principal Tony Terranova. (resenha)Avaliação:★★★★  

Até o ano de 2015, eu era aquela guria que na rodinha dos amigos eu chingava MUITO quando o assunto era série  e o ultimo lançamento da Netflix ... No ano passado, eu resolvi assinar mensalmente a  Netflix para ver somente filmes cof,cof...  Eu comecei a maratona das 7 temporadas de Gilmore Girls (foram dois meses intensos!). Lembro de assistir Gilmore Girls quando era adolescente, no canal Warner Channel (canal a cabo), eu cheguei a ver alguns episódios aleatórios na época e algumas reprises da série em horários alternativos no mesmo canal.

E foi na mesma época, que eu descobri a minha dificuldade em assistir séries (indisciplina & ansiedade...). Quando terminei a 1° temporada fiquei em estase! 1)por ser a 1° temporada completa que eu assistia de alguma série; 2) Terminei a 1° temporada de Gilmore Girls com a certeza que aquela era a série da minha vida! A cada episódio, eu me identificava mais com as histórias e com os diálogos rápidos e inteligentes. Terminei de assistir os últimos episódios da 7° temporada e ainda fiquei "saboreando" cada episódio...

Logo em seguida eu comecei a assistir a série OC - Um estranho no paraíso um pouco mais devagar... Porém, curtindo a série que relata a história de um grupo de adolescentes e das suas famílias que vivem em Newport Beach, do Condado Orange (Orange County, daí o O.C.), localizado na Califórnia. É uma série que tenta aliar comédia e drama com uma trilha sonora juvenil, sem ter nomes sonantes da música comercial mas sendo, ao mesmo tempo, muito atual. Terminei a séri no inicio do ano de 2017


O primeiro episódio já nos deixa completamente fascinados pela expectativa do que Ryan ia provocar naquela sociedade tão “perfeitinha”. Os preconceitos acerca de todos os personagens foram sendo discutidos e superados, passo a passo. Todos, absolutamente todos os personagens, não sabiam nada uns sobre os outros. Até a chegada de Ryan, Sandy achava que nenhum membro do clã Newport Beach valia a pena de se ter uma conversa. O terremoto que o garoto provocou quando chegou, aproximou Sandy de Jimmy. Antes de Atwood, Kirsten não sabia nada sobre o filho, nada sobre a própria capacidade de superar sua origem cristalizada. Essa flexibilidade lhe permitiu se aproximar de Julie. Marissa e Summer nem mesmo eram amigas de verdade, porque foi só com a chegada de Ryan que elas precisaram fortalecer esses laços.


A série How I Met Your Mother é conhecido por sua estrutura única e humor excêntrico, recebeu críticas positivas na maior parte de suas nove temporadas e ganhou status cult ao longo dos anos, com milhões de fãs. O seriado foi indicado para 24 prêmios Emmy. 


Eu realmente não lembro exatamente quando comecei assistir a série How I Met Your Mother . Porém, foi de uma maneira extremamente despretensiosa... a primeira ameaça que a série poderia sair do catálogo da Netflix eu estava na 3° temporada. Não "maratonar" proporcionou deliciar-me em cada episódio. 

É um seriado de comédia com sintuações da vida real. Esse foi um dos motivos do HIMYM ser a minha série de comédia preferida! No decorrer dos episódios aprendemos muito com os conselhos do Ted do futuro, a relação do Marshall e da Lily (como não amar?), As sintuações Legendárias que o Barney passava com os amigos e até o beijo de Barney e Robin me fez torcer até o final para que o casal enfim se acertasse.


Pensando nisso, o site IGN escolheu 19 conselhos que recebemos sobre a vida com Ted Mosby, Lily Aldrin, Marshall Eriksen, Robin Scherbatsky e, claro, nosso lendário Barney Stinson.19 LIÇÕES DE VIDA QUE APRENDEMOS COM HOW I MET YOUR MOTHER.

O seriado Gossip Girls é baseada na série literária homônima da escritora Cecily von Ziegesar, não representa originalidade bruta, mas representa originalidade derivada. Apoiando-se numa premissa básica de organização social. O autor Josh Schwartz e Stephanie Savage (dos mesmos criadores de OC- um estranho no paraíso), continuam apostando alto para marcar o seu nome história como ícone pop e como referência cultural.


O cenário é o cotidiano, mostrando os personagens o seu núcleo social vivendo a sua rotina. Toda ficção começa com a chegada de alguém... 

Nesse caso, O retorno.


A primeira temporada foca no retorno de Serena ao Upper East Side, no mistério sobre o que a fizera partir e por que está tentando mudar de garota rebelde para uma boa garota. Os acontecimentos e histórias de cada personagem são narrados em um site por uma blogueira anônima que atende pelo pseudônimo "Gossip Girl".


Assisti algumas séries atuais; 13 Reasons Why A série gira em torno de Clay Jensen, um estudante tímido do ensino médio que encontra na porta de sua casa uma caixa com 13 fitas cassete gravadas por Hannah Baker, uma colega que cometeu suicídio recentemente. Cada um dos lados das fitas relata um motivo – e uma pessoa – que motivou Hannah ao suicídio. E ainda abordando sobre o mesmo assunto, escrevi sobre o filme em formato de documentário que assisti ainda no ano passado A Girl Like Hear.

A Girl Like Her é um longa metragem americano em formato de documentário dirigido por Amy S. Weber. As estrelas de filme Lexi Ainsworth como Jessica Burns, um estudante de escola secundária bullied de 16 anos que tenta o suicídio. O filme foi originalmente intitulado "The Bully Chronicles", mas o título foi posteriormente alterado.


O filme começa com Jessica (Lexi Ainsworth) em seu quarto, chorando e andando. Ela caminha para seu banheiro e toma um punhado de comprimidos de seu armário de remédios. É revelado que a escola secundária em que ela estuda, ganhou uma chance para um documentário para ser uma escola pública que colocou como uma das dez melhores escolas em todo o país.


À medida que o filme avança e os alunos continuam a lidar com o que está acontecendo, a equipe da câmera conversa com o melhor amigo de Jessica, Brian (Jimmy Bennett). Brian convida a tripulação para sua casa. Ele diz à tripulação que o bullying tem acontecido por cerca de 6 meses e que eles começaram a filmar o bullying com uma câmera escondida disfarçada como um pino libélula, bem como com a câmera de Brian. Ele mostra-lhes imagens de Avery intimidando Jessica, confirmando o que outros tinham afirmado sobre a relação entre as duas meninas. Também nas filmagens estão as cenas de Jessica chorando e dizendo que ela não pode agüentar mais.


É uma série que conseguiu me prender do começo ao fim, pelo simples fato de querer saber o papel de cada personagem com o suicídio de Hannah e mais pelo fato da participação de Clay nisso. Você acaba se apegando de uma forma estranha a Hannah (pelo fato de Hanna estar morta) Talvez, você já sentiu na pele as coisas que a Hanna Backer passou e se imagina fazendo coisas boas para ela, para que ela se sentisse melhor... Talvez, na adolescência passamos por alguns momentos em que nós tornamos um dos 13 motivos para alguém.


Eu comecei a assistir a série Pretty Little Liars de uma maneira despretensiosa. O grande mistério da série se dá pelo suposta morte de Alison, a “abelha-rainha” de seu grupo de melhores amigas, que desapareceu misteriosamente, sem deixar rastros. As meninas Spencer Hastings, Aria Montgomery, Hanna Marin e Emily Fields, se encontram na Missa de 1 ano de desaparecimento de Alison. A partir desse dia, quando todas estão “juntas” novamente, as meninas começam a receber mensagens de “-A”, contendo coisas que apenas Alison sabia, o que as faz pensar que a ex-melhor amiga ainda estaria viva, além de várias ofensas às garotas. Mas não poderia ser Alison, poderia? Com o decorrer da série, são apresentados vários suspeitos. Quem quer que seja, ele(a) parece saber todos os segredos das meninas e está observando cada um de seus movimentos. As meninas são amigas novamente, e elas estarão uma com a outra quando os seus segredos vierem à tona.


June decide se mudar para Nova York para ir atrás da carreira de seus sonhos, em uma hipotecária, que já vem com um apartamento incluído. No entanto, ela tem pouca sorte e a companhia é fechada logo no seu primeiro dia, e o apartamento é retirado dela. June passa a morar com Chloe, que é um pouco vigarista e muito festeira. De início, elas não se dão bem. Mas quando as tentativas de Chloe de enganar June dão errado, elas acabam tornando-se amigas.


Comecei a assistir esta série depois de ficar orfã de How I Met Your Mother e depois por causa da atriz Krysten Ritter, que interpreta a Chloe, a série me conquistou no piloto.


A série é super divertida! É claro que o tema da série é bem clichê “a garota do interior que vai para cidade grande sozinha e encontra a garota má que passa a infernizar sua vida” mas eles conseguiram arrasar mesmo assim.

A série conta a história de June, uma jovem que vai para Nova York atrás da carreira dos seus sonhos, mas tudo começa a dar errado e ela passa a morar com Chloe, a vadia do apartamento 23. Chloe é uma golpista festeira, bela e sem pudor que vive aproveitando o brilho de celebridades, sendo totalmente o oposto de June que é meiga, batalhadora, estudiosa e tímida. Sem querer decepcionar seus pais June insiste e permanece no apartamento 23 conquistando a amizade de Chloe , Mark, Eli e James Van Der Beek.



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