Retrospectivas
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4 de janeiro de 2020

Lado Milla Ward´s: Novelas de 2019.


No LADO MILLA AWARDS 2019 de hoje escreverei sobre Novelas de 2019. Nesse ano, usarei a lista cronologica do site Teladramaturgia juntamente com a minha humilde opinião enquanto telespectadora.

Verão 90



Na infância, nos anos 1980, Manuzita (Melissa Nóbrega) era a menina mais amada do Brasil. Quando os irmãos Guerreiro, João (João Bravo) e Jerônimo (Diogo Caruso), se juntaram a ela, a Patotinha Mágica virou sinônimo de sucesso e mania nacional. Porém, os anos de fama e reconhecimento ficaram no passado assim como o término do grupo.

Em 1990, João (Rafael Vitti) é universitário e comanda um programa de rádio para o público jovem. Já Manuzita (Isabelle Drummond), uma aspirante – com pouco talento – a atriz, segue em busca de trabalho e conta com o apoio incondicional da mãe coruja Lidiane (Cláudia Raia), ex-atriz de pornochanchada, espalhafatosa e muito sem noção. Desde a infância, uma grande afinidade une Manu e João, o que sempre incomodou Jerônimo (Jesuíta Barbosa), que alimenta inveja e rivalidade contra o irmão e nunca abandonou o desejo de ser novamente famoso. De caráter duvidoso, Jerônimo luta para reviver os dias de glória. Uma personalidade muito diferente de Janaína (Dira Paes), a mãe dos rapazes, mulher íntegra que criou os filhos com dignidade.

Os caminhos de João, Manu e Jerônimo se cruzam novamente. Com o reencontro do trio, sentimentos que estavam adormecidos voltam à tona. O que vai revelar que os anos de afastamento de Manu e João não foram suficientes para apagar o amor e afinidade entre eles. Porém, a impedir esta união, está Jerônimo, capaz inclusive de incriminar o irmão em um assassinato que ele não cometeu.

[Sintuação]: Sou cria dessa geração 80 e 90 e foi super bacana ver uma  novela retratando essa época... A trama foi algo bastante tranquila e leve para essa faixa de horário. [Sintuação]: 
órfãos da terra


Fugindo da guerra civil na Síria, a família de Elias Faiek (Marco Ricca) – a mulher Missade (Ana Cecília Costa) e os filhos Laila (Julia Dalavia) e o pequeno Khaled (Rodrigo Vidal) – atravessam a fronteira a pé em direção ao Líbano, onde buscam abrigo em um campo de refugiados em Beirute. Sem perspectiva de futuro e lamentando o que deixaram para trás, os Faiek tem planos de comprar passagens para São Paulo, no Brasil, onde mora Ranya Nasser (Eliane Giardini), prima de Missade.

Em Beirute, mora Aziz Abdallah (Herson Capri), sheik árabe radicado no Líbano. Milionário, ele vive com três mulheres: Soraya (Letícia Sabatella), a primeira, mãe de Dalila (Alice Wegmann), e Fairouz (Yasmin Garcez) e Áida (Darília Oliveira), que têm menos importância no harém por terem vindo depois e, assim como Soraya, por nenhuma ter dado ao sheik um filho homem. Na falta de um herdeiro varão, Aziz elege Dalila como a filha preferida. Ele a vê como sucessora de seus negócios.

Na mansão Abdallah também vivem empregados e homens de confiança do sheik, como o afilhado Jamil Zariff (Renato Góes), regatado em um orfanato ainda criança com seu primo Houssein (Bruno Cabrerizo), para ter abrigo e estudos em troca de lealdade e dedicação. Por ser leal, Houssein esconde a paixão que sente por Soraya. Jamil é escolhido para se casar com Dalila, que sempre o desejou em segredo. O rapaz, no entanto, sonha se casar por amor, rechaçando Dalila, cujo rosto jamais viu.

No campo de refugiados, Aziz se encanta por Laila e resolve tomá-la como sua quarta esposa. Ele propõe um acordo financeiro ao pai da moça em troca de sua mão. Mesmo em uma situação difícil, Elias recusa a proposta. Jamil também se encanta por Laila, em outro momento, e é correspondido. Apesar do interesse por Jamil e da negativa do pai à proposta de Aziz, Laila é forçada a casar-se com o sheik para salvar seu irmão Khaled, mortalmente ferido, e parte para a sua mansão.

Soraya se compadece de Laila, já que viveu a mesma situação no passado. Ela anuncia a morte de Khaled, ocorrida logo depois de uma cirurgia de emergência. Sem motivos para seguir adiante no sacrifício de se casar com Aziz, Laila foge da mansão do sheik com a ajuda de Soraya. Inicia-se então a jornada da moça para escapar da perseguição de Aziz. De volta ao campo de refugiados, ela se junta à sua família, que segue para a Grécia para embarcar em um navio rumo ao Brasil.

Ciente da fuga, Aziz encarrega Jamil de trazer Laila de volta. Ao descobrir que a esposa do patrão é a mesma por quem se apaixonou, Jamil aceita a missão a fim de protegê-la e parte para o Brasil para ficar com a amada. Quando descobre que foi traído, Aziz vem pessoalmente a São Paulo resgatar Laila. O sheik, que na Síria havia matado a mulher Soraya ao descobrir que ela o traía com Houssein, acaba morto no Brasil, levando Dalila a jurar vingança contra os Faiek, por julgá-los responsáveis pela morte do pai.

[Sintuação]:  O meu TCC foi um projeto de pesquisa sobre Problemas Psicológicos na Migração com os Haitianos na cidade de Florianópolis/SC.  E desde então fico bastante entusiasmada com esse assunto. E uma novela abordar esse tema em rede nacional é um grande passo para humanidade... que respondiam What? quando eu falava animada sobre esse tema na  minha banca .

a dona do pedaço


Maria da Paz (Juliana Paes) vem de uma família de justiceiros profissionais do interior do Espírito Santo, os Ramirez. Criança, ela ficava na cozinha ao lado de sua avó, com quem aprendeu a fazer bolos. Essa rotina a seduzia mais do que o desejo do pai de vê-la justiceira. Na década de 1990, Maria se apaixonou por Amadeu (Marcos Palmeira), advogado formado em Vitória, porém membro do clã rival nos negócios dos Ramirez, os Matheus. O casal, para viver o romance, sugere um pacto de paz e consegue marcar o casamento. Porém, no altar, Amadeu leva um tiro e, após a tragédia, os Matheus prometem vingança contra os Ramirez.

As primeiras vítimas são Fabiana (Maria Clara Baldon) e Virgínia (Duda Batista), sobrinhas de Maria. Um irmão de Amadeu fica encarregado de dar fim nas meninas, mas só consegue capturar Fabiana e, sem coragem, a deixa em um convento. Virgínia e sua mãe fogem para Vitória e uma nova tragédia acontece: a menina se perde e sua mãe é morta. Jurada de morte, Maria foge para São Paulo e é acolhida na casa de Marlene (Suely Franco), começando uma nova vida. Com o passar do tempo, recebe a notícia da morte de Amadeu, sem saber que a mentira é um acordo entre sua mãe e a mãe dele, que decidem dizer para ambos que os dois estão mortos.

Maria, desempregada e grávida, começa a vender bolos que ela mesma faz. O negócio dá tão certo que, vinte anos depois, Maria tornou-se uma bem-sucedida dona de confeitarias. A filha, Josiane (Agatha Moreira), a despreza, critica seus modos e odeia o próprio nome. Jô – como prefere ser chamada – precisa da mãe para realizar o sonho de se tornar uma digital influencer. Para conquistar a projeção que deseja, articula um plano com Régis (Reynaldo Gianecchini), um playboy de família tradicional. Ela o apresenta para a mãe e arma o casamento entre eles para tomar o dinheiro dela. Maria não imagina que eles querem usurpar o seu patrimônio.

Josiane ainda faz de tudo para se aproximar de Vivi Guedes, uma conhecida digital influencer, sem imaginar que ela é sua prima desaparecida, Virgínia. Já Fabiana, descobre o paradeiro da irmã ao vê-la na TV com um amuleto que pertenceu à sua avó. Invejosa da irmã bem-sucedida, ela muda-se para São Paulo a fim de recuperar a vida que não teve. Vivi está de casamento marcado com o policial Camilo, mas seu coração balança por Chiclete, do clã dos Matheus, que tem a missão de matá-la, mas não consegue efetuar a tarefa porque apaixonou-se por ela.

Também está em São Paulo Amadeu, que, após se recuperar do tiro que levou com a ajuda da fisioterapeuta Gilda (Heloísa Jorge), casou-se com ela certo de que sua Maria morreu. O casal se reencontra e reacende o amor do passado. Porém, Maria está de casamento marcado com Régis, prestes a cair na armadilha arquitetada por ele e sua filha Josiane.

[Sintuação]: Essa foi uma das novelas do Walcyr Carrasco menos atrativas... Apesar da qualidade de produção inquestionável e do elenco repleto de estrelas, A Dona do Pedaço não conseguiu escapar das críticas à história manjada e inverossímil, ao texto tatibitate e aos personagens rasos. Não por acaso nenhuma grande interpretação se viu na novela. Não por culpa do elenco, mas por causa dos personagens sem camadas e do texto repetitivo e didático.

bom sucesso. éramos seis e amor de mãe. Ainda estão no ar... 




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3 de janeiro de 2020

Lado Milla Ward´s: Novelas que começou em 2018 e terminou no inicio de 2019.



No LADO MILLA AWARDS 2019 de hoje escreverei sobre  Novelas que começou em 2018 e terminou no inicio de 2019 que vi nesse ano. Nesse ano, usarei a lista cronologica do site Teladramaturgia juntamente com a minha humilde opinião enquanto telespectadora.

As aventuras de Poliana


Poliana (Sophia Valverde) é uma menina com personalidade livre e espontânea que cresceu em meio à magia do teatro mambembe. Ela é filha de um casal de artistas que passa por constantes dificuldades financeiras ao longo das turnês de seu grupo teatral Vaga-lume. Para não desanimar e encarar os problemas de forma mais leve, os pais Lorenzo e Alice ensinaram uma brincadeira para Poliana sempre jogar nos momentos difíceis: o jogo do contente, que consiste basicamente em conseguir ver o lado bom de tudo, especialmente nas situações mais desagradáveis. De passagem pelo Nordeste, Poliana conhece João (Igor Jansen), um garoto humilde que se encanta pela música da apresentação. Mesmo com a pouca idade, João já é obrigado a abandonar a escola e a ajudar o pai com o trabalho na lavoura e os serviços de casa. Contudo, João desenvolve interesse pela música. Em busca de seus sonhos, o menino decide ir embora do sertão para a cidade grande.

Com a morte prematura dos pais, Poliana é obrigada a morar em São Paulo com uma tia rica, irmã de sua mãe. Ela e João chegam ao mesmo tempo à cidade, porem separadamente. Poliana perceberá que nem todos são bondosos como os seus pais e que o jogo do contente é cada vez mais necessário e difícil de ser executado. Enquanto João, em outro canto, precisará lidar com o perigo vindo das ruas para lutar por seus sonhos. Em meio a essa aventura, Poliana e João se esbarram e o destino parece reuni-los mais uma vez. E é assim que a amizade dos dois recomeça.

Na casa da tia Luísa (Milena Toscano), Poliana é recebida com frieza e desagrado. Amargurada pelo passado, a mulher deixa visível que não gosta da presença da criança e que cuida dela apenas por obrigação. A garota se vê forçada a obedecer inúmeras regras e horários estabelecidos. Luísa mente sobre o resto da família e diz que seu irmão, tio da menina, mora fora do país. Nanci (Rafaela Ferreira) e Antônio (Jitman Vibranovski), empregados da mansão, são quem trazem algum alívio para a solidão de Poliana. Nesse meio tempo, a garota conhece a rabugenta Dona Branca (Lílian Blanc) e sua neta Mirela (Larissa Manoela), avó e prima de Nanci. Na vizinhança, Poliana topa com um homem sério e muito reservado junto com seu cachorro, o misterioso Sr. Pendleton (Dalton Vigh), morador da mansão 242, uma das maiores da redondeza. Ele é alvo de investigações do Clube Magabe, composto apenas por crianças. Sem o conhecimento da tia, Poliana também passa a frequentar a padaria do bairro, administrada por Durval (Marat Descartes). O que ela não faz ideia é que o dono do estabelecimento é também seu tio, o irmão que sua tia Luísa diz estar em Portugal. O padeiro tem duas filhas, Raquel (Isabella Moreira) e Lorena, primas desconhecidas de Poliana.

[Sintuação]: Baseada no famoso livro Pollyanna (publicado em 1913), da escritora norte-americana Eleanor H. Porter, a história já teve várias versões cinematográficas e em desenho animado.No Brasil, o livro teve várias adaptações, na época em que as novelas eram ao vivo e ainda não eram diárias. Foram duas versões na TV Tupi de São Paulo, adaptadas por Tatiana Belincky: em 1954 (12 capítulos) e 1956 (60 capítulos), duas vezes por semana, as duas com Verinha Darcy (irmã do locutor Silvio Luís) como a protagonista. Em 1958, a Tupi exibiu sua versão de Pollyanna Moça. Em 1958-1959, foi a vez da TV Rio fazer sua versão, com Leila Cavalcanti (irmã do ator Cláudio Cavalcanti) como a menina Poliana. Mais uma versão veio pela TV Tupi do Rio de Janeiro, em 1961, com direção de Fábio Sabag.

No final do ano passado, eu comecei a assistir essa novela juvenil com pouco entusiasmo apesar da boa escolha dos atores... Achei o enredo bastante pesado para ser uma novela para crianças e beirando o "infãtilóide" para disfarçar os conteúdos bastante adultos para uma  novela dita com infanto juvenil. E com isso, foi diminuindo a frequência que eu assistia os episódios...

O tempo não para


São Paulo, 1886. A família Sabino Machado, dona de extensas terras e investimentos em telefonia, embarca em um dos mais seguros navios da época, o Albatroz, a caminho da Europa. Dom Sabino (Edson Celulari), um fiel súdito da Monarquia que sonha com um título da nobreza, planeja a viagem para conhecer o estaleiro que comprou na Inglaterra. E também manter longe do falatório da cidade a filha, Marocas (Juliana Paiva), que havia acabado de recusar um casamento no altar. A viagem tem um desvio de rota para uma breve visita à Patagônia. É justamente aí que o Albatroz se choca com um iceberg.

O navio naufraga e, devido à baixa temperatura da água, grande parte dos passageiros acaba congelando. No total, são treze pessoas: a família Sabino Machado, composta por Dom Sabino (Edson Celulari), Dona Agustina (Rosi Campos), Marocas (Juliana Paiva) e as gêmeas Nico (Raphaela Alvitos) e Kiki (Nathalia Rodrigues), os escravos Damásia (Aline Dias), Cairu (Cris Vianna), Cesária (Olívia Araujo), Menelau (David Junior) e Cecílio (Maicon Rodrigues), o guarda-livros Teófilo (Kiko Mascarenhas), a preceptora Miss Celine (Maria Eduarda de Carvalho) e o jovem Bento (Bruno Montaleone), além do cão fox terrier Pirata.

132 anos depois, um imenso bloco de gelo se aproxima da praia do Guarujá, em São Paulo. Samuca (Nicolas Prattes), empresário engajado em causas sociais e dono da holding SamVita e da Fundação Vita, está surfando e é o primeiro a avistar aquele monumento. O filho de Carmem (Christiane Torloni) e noivo de Betina (Cléo Pires) fica intrigado com o bloco, perplexo e fascinado pelo belo rosto de Marocas, emoldurado pelo gelo translúcido. Uma fissura ameaça partir o bloco e Samuca, no ímpeto de salvar Marocas, se agarra ao pedaço de iceberg. Eles são puxados pela corrente e chegam à Ilha Vermelha.

[Sintuação]: A estreia de O Tempo Não Para foi auspiciosa. O grande atrativo da novela eram os personagens do passado – os “congelados” – se deparando com as novidades do século 21 e o choque cultural e moral entre eles e os personagens contemporâneos. No entanto, o receio inicial de que essa trama não teria fôlego para seis meses se concretizou. E muito rápido. A novela logo esgotou o que tinha de mais atraente: as surpresas e reações dos personagens do passado ante os dias de hoje. Uma vez que os “congelados” despertaram, em dois meses já haviam, praticamente, se habituado à modernidade.

Assim, o que O Tempo Não Para tinha de interessante, estimulante – inovador até, com uma trama, se não original, ao menos bem desenhada – logo se esvaiu em um roteiro confuso, em tramas inventadas apenas para “encher linguiça” – como as falsas gravidezes de Agustina e Carmem (Rosi Campos e Christiane Torloni) -, na insistência em focar as tentativas dos vilões de usurparem a empresa do protagonista Samuca (Nicolas Prattes), na troca sem sentido do vilão principal, Emílio (João Baldasserini) por outro idêntico, Lúcio, e em personagens subitamente perdendo função na trama ou desaparecendo. O que se viu nos últimos meses da novela em nada lembrava o seu início promissor. Faltou carpintaria, não só para manter a trama dos congelados interessante e atraente por mais tempo, mas também para administrar personagens e tramas paralelas. 

A Juliana Paiva estava deveras MARAVILHOSA nessa novela com a sua personagem Marocas sigo os trabalhos da Ju desde a Fatinha da malhação Sonhos...

Espelho da vida


Ao pisar pela primeira vez na cidadezinha mineira de Rosa Branca, a atriz Cris Valência (Vitória Strada) sente que já viveu algo e parece estar passando pela mesma situação novamente. O lugar é a cidade natal de seu namorado Alain Dutra (João Vicente de Castro), diretor de cinema e televisão que pretende filmar lá o seu primeiro longa-metragem, no qual Cris será Júlia Castelo, a protagonista. Na pesquisa para interpretar sua personagem, Cris vive uma experiência de viagem no tempo, em que vai se deparar com uma de suas vidas passadas.

Vicente (Reginaldo Faria), o avô doente de Alain, tem um último pedido ao neto: lhe deixa em testamento o dinheiro para financiar o filme desde que ele conte a história de Júlia Castelo, uma jovem que foi vítima de um crime passional em um casarão da cidade no início da década de 1930. Porém, voltar à cidade natal desperta sentimentos complexos em Alain. Anos atrás, quando foi traído por Isabel (Alinne Moraes), sua antiga namorada, e Felipe (Patrick Sampaio), seu primo e melhor amigo, ele jurou que jamais colocaria seus pés lá novamente.

Assim que Cris chega a Rosa Branca ganha, inesperadamente, uma joia que foi de Júlia Castelo. Logo depois, Margot (Irene Ravache), viúva de Vicente, lhe mostra o diário que pertenceu à jovem. Cris fica envolvida pela história e por todos esses sinais. Em uma visita ao casarão em ruínas onde Júlia viveu, Cris volta ao passado na pele da própria Júlia. Com a ajuda de Margot, ela quer desvendar o assassinato que abalou a cidade há quase um século. Tudo indica que Júlia foi morta por seu amado, Danilo (Rafael Cardoso), mas Cris não acredita nessa hipótese.

[Sintuação]: Aquela novelinha "agua com açucar' que eu mais gostei de assistir no horário das 18 horas... Espelho da Vida apresentou uma história de amor e mistério que ultrapassava as barreiras do tempo e do espaço ao se desenrolar em duas épocas distintas concomitantemente. Elizabeth Jhin explicou, na época do lançamento da novela: “As tramas de 2018 e de 1930 se desenrolam ao mesmo tempo devido às ‘viagens no tempo’ que a nossa personagem, Cris Valência, empreende. Assim, o espectador consegue acompanhar a vida dela e de outros personagens na atualidade, e também o que ela descobre e enfrenta em sua outra vida. Cada vez que ela faz a ‘passagem’ pelo portal do espelho, ela nos leva a outra realidade. (…) O espelho tem uma grande importância na história, ele é o portal por onde Cris Valência chega a outras dimensões.”





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2 de janeiro de 2020

Lado Milla Ward´s 2019

Nesse ano, a Retrospectiva do ano vai ser a amiga aqui,"escrevendo pelos cotovelos". Com a minha opinião não solicitada sobre uma diversa gama de assuntos que também já é tradição nesse humilde bloguinho. Declaro abertas a oficial e solenemente as celebrações do:




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31 de dezembro de 2018

[Retrospectiva 2018] Acabou o ano. Glória a Deuxxxxxx!




Hoje faltam um dia para o fim do ano. Conto ansiosa os dias para a virada do calendário pois 2018 se encerra como um dos anos mais Loucos da nossa história. 

As melhores coisas de 2018 aconteceram como o inicio de um novo ciclo: Depois de um ano sabático após a Formatura em Psicologia. Nesse ano, eu comecei a pós graduação em Arteterapia. Sonhos!


Hoje escrevo o texto em primeira pessoa, eu não sei escrever de outra maneira... Nesse ano, eu escrevi MUITOS desabafos cansados e esperançosos... Nas outras vezes, escrevi sobre outros assuntos: Filmes, séries, livros ou resenhando sobre a ultima leitura... Qualquer assunto que não fosse a vida real.

Esse ano foi o ano de copa do mundo na Russia. O enesquecivel 7X1 da ultima copa do mundo não foi a nossa unica vergonha do futebol mundial. O futebol Brasileiro não é mais um dos favoritos como o Tite encheu a boca para dizer "Somos um dos favoritos, sim”. Que o Temer finalmente foi embora, das eleicões mais violentas do mundo! Do "Ele não" - Slogan crítico a Jair Bolsonaro que marcou a eleição de 2018 a partir de uma mobilização de mulheres pela internet do "Ele sim". - Da verdadeira limpeza do PT nos 4 cantos do Brasil! As coisas mais improváveis no cenário nacional e mundial ocorreram  e foi uma eleição democratica pendendo para o lado que a maioria dos Brasileiros querem para os próximos 4 anos.

Fui percebendo aos poucos, que mesmo sendo Mulher que não votaria no Bolsonaro eu jamais votaria no PT por toda a corrupção e roubalheira que esse partido representa... Fui observando que surgiam mais bandeiras... o auge da minha decepção foi quando surgiu pessoas vestidas com a camiseta do Lula livre ai senti que eu não fazia parte daquela vergonheira e fui embora!Quando eu cheguei em casa eu li o post da Luma costa eu acabei percebendo que eu não era a unica que estava se sentido muito burra em ir protestar. Pois, "miraram no #ELENÃO e acertaram no Lula livre.

Esse ano teve copa do mundo e eleições e diferente dos anos anteriores MUITAS coisas mudaram e ainda irão mudar... O GIGANTE aquele mesmo de 2013 ACORDOU! Com frases emblematicas: “Se não está conseguindo falar a língua do povo, vai perder mesmo” ou “Lula o quê? O Lula tá preso, babaca”. A comunicação não violenta nunca foi tão falada nesse ano... Mas, ninguem colocou isso realmente em prática. 

No campo dos negócios, começamos do inicio dessa vez. Aprendemos a ser "marinheiros de primeira viagem" que queriam abrir o seu negócio próprio.Sou da turma que agregou experiências com os acertos & erros nesse ramo. Estou como apoio como já deveria ter sido desde o começo. A minha mãe terminou o curso de cabeleleiro para se profissionalizar melhor nessa área.

Nesse ano, as pessoas me impressionaram com a falta de educação em todos os níveis... Ninguém segurou a mão de ninguém! No início, me preocupei horrores, qual a necessidade de desfazer amizades, bloquear e até duvidarem da qualidade do meu TCC sobre Problemas Psicológicos na Migração com os Haitianos na cidade de Florianópolis/SC. Em dois anos de estagio, eu nunca ouvi nenhum governante (independente do partido politico) falando da quantidade exacerbada de Imigrantes que vem de diferente formas aqui para o Brasil... Politicos que enxerguem o imigrante como sujeito de direitos.

Não apenas pessoas que devem ir embora o mais rápido possivel do seu pais... Teve uma discussão bastante acalorada na pós-graduação logo no dia que a Luisa fez a transferência para Camboriú/SC e tive a pior crise de choro do ano.


Encontrei um namoradinho de adolescência. E começamos a conversar durante dias no Watssapp e quando finalmente nos encontramos ele estava em uma vibe muito pesada... Uma tristeza que começou a me afetar de uma maneira que fui ficando cada vez mais deprê... Tentei conversar mas ele era o tipo de pessoa que para 1 solução encontrava 10 problemas no caminho... Saímos no final de semana e na segunda-feira ele enchia o whatsapp de áudios cheios de neuras e isso foi desgastando... 

A ultima mensagem que trocamos foi ele falando algo bastante desrespeitoso sobre mim em uma situação absurda. Então, depois de uma DR acalorada por áudio eu resolvi colocar um ponto final naquilo... Antes que a falta de respeito se tornasse algo pior... Terminei por áudio mesmo! Não, merece o meu respeito alguém quem não me trata com o respeito que Eu sei que mereço! Tentei ser compreensiva com o momento que ele se encontrava. Por isso mesmo, eu acho que eu merecia ser mais respeitada. 

Foi o ano, que finalmente consegui entrar em um trabalho voluntário bacana. Que usei a técnica do Bullet Journal para me organizar e aposentei as agendas e bloquinhos largados no decorrer do ano e me senti bastante produtiva nas minhas atividades diárias.

No dia 31 de dezembro eu estarei comemorando com os meus amigos em Balneário Camboriu Sou da turma que estará sentada na beira do mar esperando ansiosamente a contagem regressiva para 2017, sem tantos pedidos, metas, planos... pelo menos não nos primeiros segundos do ano-novo.








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28 de dezembro de 2018

LADO MILLA AWARDS:. Musicas que eu ouvi em 2018


No LADO MILLA AWARDS 2018. escreverei sobre as musicas que eu ouvi de acordo com a minha Playlist de 2018 do Spotify. O que é bastante irônico. Pois, a ironia começa no título desse texto "Discografia de 2018". Ouvir musicas no modo aleatório no Spotify ainda me parece algo muito moderno para uma pessoa da geração 80-90, que colecionavam CDs dos musicos e das bandas preferidas e colocava para tocar no Disckman (lembram?).   

... Eu não quero mais conversa com quem não tem amor/ gente certa é gente aberta, se o amor chamar eu vou... 


Carlos, Erasmo é um álbum do cantor e compositor Erasmo Carlos, lançado em 1971. O disco é visto como um dos melhores trabalhos de Erasmo Carlos, pois apresenta uma boa gravação e bons arranjos feitos por Chiquinho de Moraes. O LP foi eleito em uma lista da versão brasileira da revista Rolling Stone como o 31º melhor disco brasileiro de todos os tempos. O cantor deixou um pouco o rock de lado e decidiu investir mais no soul e na MPB. Exemplos disso são as canções como Gente Aberta, Mundo Deserto e Ciça Cecilia, todas escritas em parceria com Roberto Carlos. Também está presente a música De Noite na Cama, de Caetano Veloso. As únicas músicas de rock que o disco possui são a chuckberriana É Preciso Dar Um Jeito Meu Amigo, também em parceria com Roberto, e a pesada Agora Ninguém Chora Mais, de Jorge Ben. O disco também tem a participação do baterista Dinho Leme e do baixista Liminha, ambos da banda Os Mutantes.


Há um bocado de gente na mesma situação/Todo mundo gosta dela na mesma doce ilusão/A vizinha quando passa e não liga pra ninguém/ Todo mundo fica louco e o seu vizinho também.

Braseiro é o álbum de estreia da cantora Roberta Sá. Foi lançado em 2005 e conta com participações especiais de Ney Matogrosso, MPB4 e Pedro Luís e a Parede, bem como com canções de compositores já consagrados do samba, como Chico Buarque, e novos nomes da música brasileira, como Rodrigo Maranhão (da banda Bangalafumenga), Marcelo Camelo (ex-integrante da banda Los Hermanos), Teresa Cristina, Pedro Luís.


Há primeira vez que ouvi a Roberta Sá foi em um desses programas musicais que passa na TV... Na época, eu baixei o álbum completo no computador e passei as musicas para o meu celular que ouvi praticamente a semana inteira! Esses dias eu estava ouvindo no spotify...


Se navegar chegou, deixa navegar/Chegou deixa chegar/Se navegar chegou, deixa navegar/Chegou deixa chegar...


“Afinar as rezas”, primeiro álbum do Dazaranha sem a participação de Gazu, o novo trabalho é superior ao “Daza”, de 2014 – ainda que com ressalvas. Gravado no Rio de Janeiro, novamente com produção do renomado Carlos Trilha, o disco traz 11 músicas e uma vinheta, totalizando 40 minutos, e foi financiado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Florianópolis, com patrocínio da Fundação Franklin Cascaes.


Apesar dessa melhora em relação ao trabalho anterior, o Dazaranha virou refém da sua obra. Musicalmente falando, a banda construiu um legado tão rico e próprio nestes 25 anos de carreira que os fãs esperam ouvir o “velho Daza” a cada novo lançamento. Em “Afinar as rezas”, o grupo busca novos caminhos, com uma sonoridade mais moderna e pop, mas sem perder a identidade. A faixa título abre o álbum com Moriel nos vocais. É preciso reconhecer: a presença de Gazu ocultava esse talento de Muruca, que nasceu para ser protagonista. Chico Martins, no entanto, é quem mais canta no novo disco. O guitarrista, que assina duas composições, assume o microfone em sete das 11 músicas.


... Vou reerguer o meu castelo/Ferro e martelo/Reconquistar o que eu perdi/Eu sei que vão tentar me destruir/Mas vou me reconstruir/Voltar mais forte que antes ...



Sem dúvida alguma a cantora IZA foi um dos grandes nomes do pop brasileiro em 2018 e Dona de Mim, seu disco de estreia, veio repleto de grandes hits e participações especiais que acrescentaram bastante a uma artista que tem luz própria. Ivete Sangalo, Marcelo Falcão, Thiaguinho e Rincon Sapiência abrilhantaram um trabalho que deixou claro: IZA será uma das maiores nos próximos anos.


... Quem caminha pelo vento sabe o bem que ele traz Só quero amor, só quero paz Pura eletricidade vem da força que ele faz Só quero amor, só quero paz ...


Segundo os arquivos desse querido Blog, a primeira vez que eu ouvi Moinhos foi em 2014. Em um programa de uma rádio online do Rio de Janeiro/RJ chamada MPB fm (chuchu até no nome **) além de tocar musicas brasileiras de qualidade, no horário das 18 h:00s tem o programa MPBmusical com cantores conhecidos da grande mídia e outros nem tão conhecidos assim... Quando eu vi que finalmente tinham lançado um albúm eu fiquei durante dias ouvindo com a mesma vibe que eu ouvi pela primeira vez...


Os integrantes que fazem parte desse “Power Trio” são: Emanuelle comandou os vocais da Banda Eva durante alguns carnavais; Lan Lan tocou com Cássia Eller, Nando Reis & Os Infernais e com os Tresloucados - um projeto de Preta Gil e Davi Moraes -, além de ter liderado Lan Lan & Os Elaines; Toni, por sua vez, já acompanhou os principais baianos ainda na ativa, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Moraes Moreira, Gal Costa, além de artistas como Luiz Melodia, Elba Ramalho, Nelson Gonçalves, Sérgio Sampaio e Adriana Calcanhotto. Para as bandas Paralamas do Sucesso e Herva Doce, Toni ainda fez alguns arranjos.  


Vagabundo vai correr, vai brincar/ Vai chover, vai sujar/Deixa o menino jogar, que é Sexta-feira/Pra proteger é que existe a rezadeira/A rezadeira vai rezar (rezadeira) vai rezar(Rezadeira)…


Foco, Força e Fé é o primeiro álbum de estúdio do rapper e compositor brasileiro Projota, lançado em novembro de 2014 pela Universal Music, primeiro lançamento assinado por uma gravadora. O álbum possui 15 faixas, e possui participações de Marcelo D2, Negra Li, Dado Villa-Lobos, J Balvin e Marlos Vinícius


Acho que esse CD também entrou na retrospectiva de 2017. Eu ainda não consegui superar Upside Down eu lembro dessa musica por causa do macaquinho no clipe.


Jack Hody Johnson (Honolulu, 18 de maio de 1975) é um cantor, compositor e surfista americano. Cresceu na Baía Norte de Oahu, no Havaí, e atualmente vive em Haleiwa. Antes de lançar o seu primeiro álbum de estúdio, Jack Johnson fazia filmes de surfe. Por ser um surfista e músico, seu estilo é erroneamente classificado como surf music, um subgênero rock surgido nos anos 60.

Esse é o album preferido da minha familia quando vamos viajar... Eu consegui viciar os meus pais a ouvir rock gaucho de alguma maneira.


o Rock de Galpão – grupo que resgata o cancioneiro gaúcho, criando versões contemporâneas para clássicos da música regionalista – O Rock de Galpão é formado por Tiago Ferraz (voz e guitarra), Rafa Schuler (guitarra e vocais), Guilherme Gul (bateria), Mestre Kó (teclados e vocais), Paulinho Cardoso (acordeon) e Gustavo Viegas (contrabaixo), além do artista convidado Diablo Jr. (percussão e boleadeiras).


Roberto Carlos é o trigésimo sexto álbum de estúdio do cantor e compositor Roberto Carlos, lançado em 1993 pela gravadora CBS. Eu acho esse CD realmente maravilhoso! Todas as faixas: O Velho Caminhoneiro, Coisa Bonita, Hoje é Domingo, Obsessão,Nossa Senhora,Tanta Solidão, Se Você Pensa, Parabéns, Mis Amores. Fazem esse o meu CD preferido do Roberto Carlos.

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23 de dezembro de 2018

#23. [TOUR FOTOGRÁFICO] O meu Bullet Journal em 2018


Conheci a idéia de Bullet Journal em Julho/2018... Depois de muitas agendas esquecidas... Bloquinhos e folhas aleatórias perdidas ou no lixo. O BuJo entrou na minha vida como algo mais leve... Hoje, o bullet journal se tornou algo essencial para eu poder me organizar diariamente.

A minha mãe ganhou uma caderneta de presente e também era pautado os cadernos pautados funcionam para mim e isso funciona de uma maneira que deixa organizado e manter os meus textos em linhas retas... A letra é aquela de menina do fundamental quando não é aqueles garranchos indecifráveis quanto mais rápido eu escrevo pior! Aprendi a decorar as folhas de uma forma simples estou lidando melhor com as minhas "frustrações artísticas" e visitando menos o pinterest e as suas perfeições.


Depois de perceber que essa história de Bullet Journal estava dando certo e que até a professora da minha pós-graduação estava aderindo ao Bujo até no processo terapêutico. Eu acabei inve$tindo: em um caderno A5 com capa dura e decorada com o tema Frida Khalo, com follhas pautadas, canetas simples que uso também na Pós-graduação. Comprei também, uma caixinha com 3 rolos de washitape,s pois, estavam bastante baratos, na livraria da minha cidade e estou aprendendo a decorar as folhas com esses durex decorados... Os adesivos, são da época dos cadernos da faculdade e estou usando para decorar as folhas do meu Bujo.


... Para o mês de agosto, que foi basicamente uma fase de testes do que funciona ou não para mim. Resolvi que o tema seria Filtro dos Sonhos, depois de desenhar e pintar com lápis de cor acabei não gostando muito do resultado.


O Tema do mês de Agosto foi 101 Dálmatas. Encontrei os adesivos antigos do 101 Dálmatas que era um dos filmes animados que mais amo no mundo. Cachorros é o meu ponto fraco...


A página "Favoritos de Agosto" foi a que mais gostei de escrever e decorar por causa de tantas coisas bacanas que aconteceram no mês.


Esse foi o meu Layout preferido e a organização do mês de Setembro! O tema desse mês foi Setembro Amarelo as cores escolhidas para a decoração foram: Laranja, marrom, verde e amarelo.


Nesse mês, eu arrumei semanalmente o meu Bullet Journal.
Uma das minhas grandes dificuldades do mês anterior foi ter organizado o mês inteiro. Fiquei com medo de não dar conta... E isso tirou a minha liberdade de criar do Bullet Journal.


Na segunda semana, a palavra GRATIDÃO estava berrando na minha cabeça... Ainda está. A novidade desse mês são as colagens... A saudade do verão estava bastante explicita nas minhas colagens né? 


O tema do mês de Outubro foi HALOWEEN, as cores escolhidas para a decoração foram: roxo, marrom e laranja.


Na segunda semana, eu me inspirei nas páginas do instagram sobre Bullet Journal . As cores que predominou nessa semana foram laranja e o preto que foi a cor que desenhei os fantasminhas...


Esqueci sobre o feriado do dia das crianças e acabei fazendo uma semana temática da Turma da Mônica. Aquela semana foi mais Journal do que Bullet. Pois, teve um final de semana de pós-graduação em Arte-Terapia bastante acalorado... Comecei um Voluntariado! a primeira vista diferente de tudo que eu já fiz e isso tem me dado um gás diferente nesses últimos dois meses...

O tema do mês de Novembro foi o CVV com os desenhos de balão de fala do slogan. O CVV foi Fundado em São Paulo em 1962, o Centro de Valorização da Vida é uma associação civil sem fins lucrativos, filantrópica, reconhecida como de Utilidade Pública Federal em 1973, mantenedora e responsável pelo Programa CVV de Valorização da Vida e Prevenção do Suicídio, desenvolvido pelos Postos do CVV em todo o Brasil.


Eu comecei a desenhar os balões de fala com a caneta azul e ficou um pouco torto pois, eu não quis usar régua. Os contornos coloridos foram feitos com giz de cera.


No final do mês eu fui viajar! O "para viajar" é uma forma didática que encontrei para organizar a minha mala de roupas/ mala de mão.



Observação: A decoração do mês de Dezembro no meu Bullet Journal está praticamente pronto....  Porém, o mês ainda não acabou pretendo me organizar  ainda na primeira semana do mês de Janeiro de 2019 para lançar os posts de bullet journal do mês.




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18 de dezembro de 2018

#18. Retrospectiva: Novelas que terminaram no 1° semestre de 2018.


O primeiro semestre de 2018 continuou sendo meses estranhos... Com a programação do canal aberto do ano passado. O ano de 2017 foi um ano tão estranho que tive uma dificuldade extrema de elencar tudo que assisti ao longo daqueles 12 meses.


O roubo de 40 milhões de dólares do cofre do luxuoso Hotel Carioca Palace e seus desdobramentos na vida de cada um dos envolvidos, sejam eles hóspedes, suspeitos ou convidados de um grande baile de gala. Neta do dono do hotel, Luíza (Camila Queiroz), vê sua festa de 25 anos se transformar em uma grande investigação policial.

O dinheiro vinha da venda do cinco-estrelas, transação entre o proprietário, Pedrinho Guimarães (Marcos Caruso), um milionário falido, e o jovem empresário Eric Ribeiro (Mateus Solano), sem o consentimento da única herdeira, Luiza, neta de Pedrinho. O assalto foi feito por quatro funcionários do hotel: o concierge Malagueta (Marcelo Serrado), o mentor do plano; o garçom Júlio (Thiago Martins); o recepcionista Agnaldo (João Baldasserini) e a namorada dele, a camareira Sandra Helena (Nanda Costa). A princípio eles hesitam, mas depois, diante de situações limite na vida de cada um, topam participar do roubo.


Eu assisti essa novela sem tanto entusiasmo quanto Rock Story... A novela Definida como uma comédia policial romântica, Pega Pega é a primeira novela solo de Cláudia Souto.

No elenco tínhamos nomes como Mariana Santos (Zorra Total) com a sua interpretação horrível como Maria Pia, uma vilã humana. Marcelo Serrado com o vilão o Malagueta foi algo bastante forçado. Sei lá, não conseguiu convencer na maioria da suas cenas como o chefe do roubo do Hotel Carioca Palace. Nanda Costa, a Sandra Helena, iluminando a novela em uma ótima dobradinha com João Baldasserini. A Nanda Costa foi excelente em tirar  o sex a peeal das suas personagens anteriores... Fazendo a Sandra Helena uma pessoa humana que viu a consequência dos suas atos no decorrer da novela; e Guilherme Weber, excelente como Douglas, sem cair na caricatura fácil do gay engraçado.


Já Mateus Solano e Camila Queiroz – os protagonistas Eric e Luiza – ficam fora dessa relação. Logicamente não por causa do talento dos atores, já comprovado anteriormente. Mas pelos perfis de seus personagens. A falta de química entre o casal saltou aos olhos logo no primeiro capítulo, quando o texto forçou uma paixão à primeira vista sem a menor sutileza. Falta de carisma dos personagens, isoladamente, e falta de química, quando juntos. Foi um dos casais protagonistas mais insossos da história das novelas.
A novela Pega Pega revelou-se inconsistente e sem estofo. O roubo do hotel, mote central no lançamento da novela, não conseguiu se manter. Antes que esse enredo se esgotasse, a autora Cláudia Souto lançou o “quem matou?”de um personagem que estava morto desde o início da história: Mirella, a falecida mulher de Eric (representada pela atriz Marina Rigueira). Ela só aparecia em flashbacks e mal tinha falas.


Portugal, 1927. José Augusto Correia Guedes (Tony Ramos) é o homem mais influente e poderoso da região de Morros Verdes, fabricante de vinhos e azeites na Quinta da Carrasqueira. Pai de Maria Vitória (Vitória Strada), ele mantém com a filha uma boa relação. Viúvo, a criou com a ajuda da governanta Delfina (Letícia Sabatella), sua amante há muitos anos. Fruto desse romance proibido, a jovem Tereza (Olívia Torres) acha que José Augusto é seu padrinho. Porém, Delfina será capaz de tudo para fazer com que o amante reconheça a paternidade da filha.

Maria Vitória é cortejada por Fernão Moniz (Jayme Matarazzo), filho de um amigo de seu pai. O rapaz, ambicioso, está certo de que será seu futuro esposo e, consequentemente, o próximo mandachuva da região. Porém, durante as festividades da Semana Santa, os olhares de Maria Vitória se voltam para Inácio (Bruno Cabrerizo), um moço simples e honesto, de origem humilde. Quando os dois se beijam pela primeira vez, ela o convida para sua festa de dezoito anos. Fernão escolhe esta data para pedir a mão da jovem em casamento, mas ela está completamente apaixonada por Inácio.


Eu não curto muito novelas de época... Sendo a mesma temática da novela anterior Novo Mundo assisti alguns episódios dessa novela e notei que: O público vinha de uma novela movimentada e alegre (Novo Mundo) e, a princípio, estranhou em Tempo de Amar a desaceleração no ritmo e o excesso de sofrimento dos personagens nas primeiras semanas, o que rendeu à produção a alcunha de “Tempo de Sofrer”. O autor explicou que o início sofrido foi necessário, para que a história pudesse engrenar. O roteiro não foi alterado e logo os personagens encontraram dias melhores – bem como uma trama mais fluida. O ritmo foi condizente com o seu contexto.

O humor, sempre leve, foi inserido gradativamente. Neste particular, destacaram-se o núcleo da geleia Supimpa – de Alzira (Deborah Evelyn), Pepito (Maicon Rodrigues) e companhia – e a agradável Dona Nicota (Olívia Araújo).

O longo desencontro dos protagonistas, em algumas situações forçadas, fez a trama parecer girar em círculos. Mesmo com amigos em comum em uma mesma cidade, Inácio e Maria Vitória (Bruno Cabrerizo e Vitória Strada) passaram a maior parte da novela sem se verem. Para forçar esse desencontro, Inácio até esqueceu do amigo Geraldo (Jackson Antunes), no momento em que este ficou atrelado a Maria Vitória – o encontro entre Inácio e Geraldo poria fim ao desencontro do par romântico. Ainda um ponto destoante: o sotaque italiano dos personagens Giuseppe e Tomaso (Guilherme Prates e Ricardo Vianna) quando a produção optou por não marcar o sotaque do núcleo de Portugal.


Clara (Bianca Bin) tem uma vida tranquila e simples na região paradisíaca do Jalapão, estado do Tocantins, com o avô Josafá (Lima Duarte) e a amizade de Renato (Rafael Cardoso), que sempre foi apaixonado por ela. A mudança em seu destino é selada quando conhece Gael (Sérgio Guizé), herdeiro de uma família de Palmas. A atração entre os dois é imediata e ela, sem dúvidas do que sente, se entrega a essa paixão, que a levará do céu ao inferno.

Além do temperamento agressivo de Gael, Clara enfrentará ainda Sophia (Marieta Severo), a sogra. Estrategista, a matriarca descobre que há esmeraldas nas terras de Clara e enxerga a oportunidade de salvar sua família da decadência. Para realizar todos os seus desejos, Sophia terá de convencer – ou forçar – Clara e seu avô a permitirem o garimpo de pedras no local. A princípio, ela finge ser amiga, apoiando a nora todas as vezes em que Gael se descontrola e explode.


O próximo passo de Sophia é tirar Clara do seu caminho, nem que para isso precise usar o próprio filho. Para tanto, executa um plano sórdido: com a ajuda do juiz Gustavo (Luís Melo), do psiquiatra Samuel (Eriberto Leão) e do delegado Vinícius (Flávio Tolezani), Sophia interna Clara em uma clínica psiquiátrica, em uma ilha isolada. Dez anos se passam, Clara se fortalece e percebe que foi vítima de um grande golpe.

O escritor Walcyr Carrasco nunca me decepcionou e o principal mérito de O Outro Lado do Paraíso foi entregar o que o público aceitou e com o que se envolveu: diversão através de escapismo e fuga da realidade, sem gerar questionamentos ou fazer raciocinar. Sob este prisma, a novela de Walcyr Carrasco cumpriu com louvor a sua meta: entreter somente.


Walcyr Carrasco se inspirou no folhetim O Conde de Monte Cristo, de Alexandre Dumas (1802-1870), para a trama central de O Outro Lado do Paraíso, que envolvia a vingança da mocinha Clara (Bianca Bin).


Outra inspiração originou a trama da personagem Beth (Glória Pires), em muitos pontos em comum com o melodrama francês Madame X, escrito para o teatro por Alexandre Bisson, em 1908, e adaptado algumas vezes para o cinema. A versão cinematográfica mais célebre é o filme de David Lowell Rich, de 1966, com Lana Turner como a protagonista. O Conde de Monte Cristo também teve versões para o cinema, como o filme de Rowland V. Lee, de 1934, com Robert Donat, e o filme de Kevin Reynolds, de 2002, com Jim Caviezel.




Na pretensão de abordar temas sociais, Walcyr Carrasco meteu os pés pelas mãos e mais prestou desserviços do que suscitou discussões ou conscientização para a sociedade. A única abordagem levada com alguma coerência foi a pedofilia, cuja sequência do julgamento do pedófilo foi aplaudida (menos o final, quando tudo vira um salseiro). Mesmo assim, arranhada com uma polêmica. Por que um problema grave como o enfrentado pela personagem Laura (Bella Piero) foi tratado por Adriana (Júlia Dalavia), uma advogada novata que fez um curso de coach e aprendeu a fazer hipnose? Por que Laura não procurou um profissional experiente da área específica, um psicólogo ou um terapeuta? Porque tratava-se de um “merchan”, uma ação paga pelo Instituto Brasileiro de Coaching (IBC). Assim o autor forçou uma situação para justificar a ação de merchandising. Pegou mal.


As ações de merchandising promovidas pelo IBC foram exibidas em fevereiro de 2018, mencionadas nos créditos de encerramento dos capítulos em que apareceram. O Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) recebeu reclamações do Conselho Federal de Psicologia e de outros conselhos regionais, assim como profissionais dos dois ramos, psicologia e coaching, que criticaram o fato de a trama mostrar um profissional usando coaching para tratar de sérios problemas e traumas psicológicos. Após a polêmica, a Globo não exibiu outras sessões de coaching na trama. O caso da personagem Laura foi resolvido depois que o abusador foi preso e a advogada Adriana finalmente sugeriu que ela (Laura) procurasse terapia com um psicólogo.


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© Lado Milla
Maira Gall