Rock Gaucho
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23 de março de 2020

Canção de Segunda: Nenhúm de Nós




Nenhum de Nós é uma banda de rock brasileira do estado do Rio Grande do Sul fundada em 1986.

O Início

Sady Homrich e Carlos Stein se conheceram nos tempos da primeira série escolar, mais tarde, na quinta série, conhecem Thedy Corrêa. Tudo isso no colégio lasallista Nossa Senhora das Dores, na rua Riachuelo em Porto Alegre. Ali, bem perto do Theatro São Pedro, onde os garotos nem imaginavam, viveriam momentos importantes da futura carreira.

Thedy ganhou um violão aos quatorze anos, foi aluno de violão clássico do professor Afrânio. Carlos, com quinze anos, comprou sua primeira guitarra , juntamente com seu irmão, Thedy e outro amigo em comum formam um grupo folk batizado de Quarteto Jererê. 

Na faculdade, Carlão foi um dos fundadores do grupo Engenheiros do Hawaii. Depois de dois shows, saiu para formar uma banda com os amigos Thedy e Sady, sendo que este tinha na faculdade um grupo de samba-de-raiz chamado "Grupo do Fadinho". Após decidirem formar a banda, Sady começou a ter aulas de bateria com o professor Thabba. O "bat-local" do ensaio era a garagem da namorada de Thedy e contava com: uma bateria improvisada, uma caixa emprestada, um violão convertido fazendo a vez de contra-baixo e uma guitarra (sim, a guitarra era de verdade, o que não evitava as pedras jogadas pelos vizinhos). Depois de algum tempo, ensaiavam quase todas as tardes no bar Bangalô, onde Sady trabalhava como músico.


Nome da Banda

O espetáculo de lançamento do trio com o nome Nenhum de Nós foi no mesmo bar com um público de umas 80 pessoas entre amigos e parentes. Precisavam de um nome para a apresentação. Eles buscavam um nome que provocasse curiosidade e que denotasse algo em comum entre os três: Nenhum de Nós enxerga direito; Nenhum de Nós rodou na escola; Nenhum de Nós foi para o quartel" etc. De tanto se repetir ficou este o nome: NENHUM DE NÓS.


Curiosidades

Já animando alguns bailezinhos de carnaval por aí, se preparavam para abrir um espetáculo do DeFalla na Sociedade de Amigos da Praia do Imbé (SAPI) e, devido a um imprevisto, se atrasaram. Isto fez com que o DeFalla iniciasse seu show e os meninos do Nenhum tocassem depois. O produtor e a banda, que acabou tocando antes, foram obrigados a esperar o show do Nenhum acabar pois eles utilizariam o mesmo equipamento de som. Antônio Meira, o produtor, gostou da música dos jovens e pediu uma "fitinha" demo, que enviou às gravadoras. E, com a imensa bagagem de uns seis shows, foram para a cidade de São Paulo para gravar seu primeiro disco, em junho de 1987.



Integrantes:

Thedy Corrêa: casado e tem uma filha, Stella. O vocalista tem projetos paralelos ao Nenhum de Nós. Exemplos disso são o CD solo Loopcinio, onde faz uma homenagem ao cantor gaúcho, Lupicínio Rodrigues e o livro Bruto que acaba de lançar.

Veco Marques: formado em Publicidade e Propaganda pela Unisinos. Toca violão e, para o Nenhum de Nós Acústico 2, mandou trazer uma sitar da Índia.
Carlos Stein: costumam dizer que Carlão é "o cara", pois além de tocar em uma das grandes bandas do rock brasileiro, ajudou a fundar os Engenheiros do Hawaii.

Sady Homrich: este "abominável homem da bateria" já nasceu com as baquetas na mão. Formado em Engenharia Química pela PUCRS, diz que na estante não faltam livros de química e de metafísica. Sady usa baterias e peles RMV, baquetas Pro-Star e pratos Orion.

João Vicenti: o mais novo integrante da banda nasceu em 11 de agosto de 1965. Foi o último músico a se juntar ao Nenhum de Nós. Cursou faculdade de Educação Física, na FUNBA.




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19 de janeiro de 2020

30 antes dos 30: Ir a 10 bons shows.


O #cançãodesegunda surgiu porquê eu queria escrever sobre as musicas que eu estou ouvindo... Sobre os shows das bandas que eu gosto e que vou com frequência.:


[1] Acústicos e Valvulados: Mazáaaaaaaaaaaaa... ÓBVIO que eu fui em VÁRIOS shows do meus mendigos favoritos. Sempre rende um bom diário de chalaça...

Eu tinha uma vaga lembrança do Rafael Malenotti (vocalista) quando ele participava do Pijama Show (um programa de rádio famoso do sul). Algumas semanas antes, fui no site da banda, afim de, escutar as músicas e lembrar se alguma já tocou na programação do Pijama Show. A minha grande surpresa é que eu curtia bastante ouvir a música "Fim de Tarde" na madrugada... Que era uma das musicas mais lindas da banda.




Quando eu recebi a foto logo, tratei de colocar no FOTOLOG e ficava admirando... Pois, tenho o péssimo costume de acreditar que os eventos bacanas que eu fui pela 1º vez nunca irão se repetir. Por exemplo: Esse show dos Acústicos e Valvulados. Felizmente, teve um show Pocket um mês depois e outros 17 shows na bagagem, sendo que, quatro desses shows foram na estrada (Porto Alegre/RS e Joaçaba/SC) 


[2] Nenhum de Nós 
[3] Rappa 
[4] Cachorro Grande

As musicas do Alemão estão na minha "memória afetiva" então quando tocou "Despedida", "Me leva pra casa", "Desabrigado"...Eu acabei chorando um pouco no show. Pois, essas musicas me lembram boa parte da minha adolescência. Quando eu virava as noites/madrugadas ouvindo rádio escondida e tinha aula cedo no dia seguinte na 6° e 7° série.



A 1° vez que assisto um show eu tenho a sensação que eu nunca mais terei chance de ver aquele show outra vez.... É angustiante! Apesar da angustia sinto uma gratidão enorme por ter conhecido os Caras das vozes aveludadas e roucas com idéias insanas das minhas madrugadas...


Esse foi o meu primeiro show que fui da banda, do segundo show da mesma na minha cidade¬¬ dessa vez não me liguei muito no set-listdo show, mas só não entraram no set duas musicas que serão lançados no novo álbum. 




A sensação de assistir um show pela primeira vez é mágico! Eu conheci o Nando da CNJ em 2009, quando ele e os meninos do Acústicos fizeram um show para tocar somente clássicos do Rock... Eu conheço 3ou9 musicas da Comunidade por causa da tal "memória afetiva" de ouvir musicas gaúchas na madrugada.





Quando eu comecei a escrever na blogosfera (Inicio do ano 2000), eu conversava com freqüência com outras pessoas que também escreviam suas mazelas na blogs. Sou péssimas em datas. Mas, lembro que em 2003 conversavamos na internet pelo MSN Messenger*. Um certo dia, uma dessas blogueiras que eu conversava na época, a Lud de Osasco/SP e nos seu status sempre estava escrito assim Ana e o mar - Teatro Mágico... ♫ e sem querer ela apresentou-me umas 3ou9 musicas de uma banda um tanto diferente dos padrões musicais em que eu estava acostumada a ouvir. Artistas independentes, donos de uma música poética e com conteúdo, a trupe “O Teatro Mágico”.

Na parte “camarim” que não teve, o Fernando Anitelli ficou conversando com o publico  que fez fila no “Hall” do teatro todo mundo queria; uma foto, um “oi, tudo bem!”, uma dedicatória no CD recém-comprado… O Fernando é um querido e deu um show de simpatia querendo saber se era a 1° vez que eu ia no show/ perguntando o que eu tinha achado do show naquele formato e assinando folhinhas aleatórias e o livreto do CD





[09]Aerocirco:


Nessa época de 2008 há 2010 teve vários showzinhos bacanas na Célula e um desses foi da extinta banda Aerocirco que encerraram os seus trabalhos em 8 de novembro de 2013 e com muitos registros e histórias compartilhados nos quase 10 anos da banda.




[10] Vera loca:


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9 de janeiro de 2017

Canção de segunda: Cartolas



Desprendidos de movimentos ou qualquer outra sem-vergonhice, os Cartolas fazem um som sincero, fácil e direto. Sem seguir tendências, a banda traça sua linha no mapa do rock brasileiro, com três discos de estúdio e alguns – muitos – quilômetros rodados pelo país. 

O som Pop Rock dos Cartolas carrega influências de diversos cantos. Ora o flerte é com o indie, ora com a famigerada dance music e com o groove nervoso dos anos 70. Tudo isso passa pelo universo dos relacionamentos, bem-resolvidos ou não, que são cantados pela banda. Atualmente, Os Cartolas estão em turnê de lançamento do seu terceiro disco, “Apavorando o Flashdance”. O trabalho conta com 11 faixas inéditas, que resgatam influências do rock inglês e com melodias que você passa o dia inteiro assobiando. Guitarras certeiras, letras sobre o cotidiano e alguns devaneios estão sempre presentes.
Integrantes: Christiano Todt, Dé Silveira, Deluce, Pedro Petracco, Mariano Wortmann


Eu Moro em Florianópolis/SC desde que me conheço por gente. A distância de Florianópolis/SC e Porto Alegre/RS são de 376,16 km (obrigado Google!). É louco pensar que, o que me aproxima eu de SC, com as musicas do RS “é a propagação de uma frente de compressão de onda mecânica, que se propaga de forma circuncêntrica, apenas em meios materiais” que é o som (segundo a física) dos vários rádios de pilha que eu já tive ao longo desses anos...

Essa semana que se passou eu estava numa vibe mais nostálgica. Na minha playlist tocou aquelas músicas que eu passava as madrugadas Ouvindo pampa no walkman...Tchê, aperta o play!

Cara de vilão



   

Sem sal



  

 Preto e branco


   


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Snapchat: Lmilla5

14 de dezembro de 2016

Show: Alemão Ronaldo.


Sábado, 26 de março de 2016. Em Palhoça/SJ. Depois de um dia ensolarado arriscando um banho de mar na praia da Pinheira onde iria acontecer o show, a noite a temperatura permaneceu a mesma.

Não conheço a "cena cultural" do município de São José quando se trata de cultura & entretenimento... Mas, acredito que não é muito diferente da capital que é uma cidade "complicadinha" para esses eventos.

O show aconteceu na Hambúrgueria Bombah quando eu cheguei no local percebi que aconteceria o 1° Festival do Bombah com outras três bandas locais e só por ultimo o Alemão Ronaldo iria tocar. O Bombah, fica localizado a beira da praia um ambiente legal... Porém, não entramos no Bar carreguei a minha mãe comigo, ficamos sentadas nas mesas do lado de fora, a localização é razoavelmente fácil de chegar.


A imagem que eu tinha do Alemão Ronaldo é ainda do "ministro do desenvolvimento" da Terça do Ministério de um programa de rádio chamado Pijama show (E lá se vão 15 anos...). Ir em um show do Alemão Ronaldo era um daqueles sonhos distantes... Como um dia foi ir em um show dos Acústicos &Valvulados e falar com o Rafa e os "mendigos" e conhecer o Everton Cunha vulgo Mr.Pi (sonhos realizados.)

Quando cheguei o Alemão Ronaldo estava "passando o som..." fiquei admirando de longe e cantando e fazendo a coreografia do "Me leva pra casa". Ele notou que eu tava cantando e deu um xauzinho e eu acenei também, bastante envergonhada... Logo, saiu do palco alegando que iria tomar banho. Mas, voltaria para tocar a noite no festival. 

Ele ficou um tempinho conversando e tirando fotos com um pessoal que estava esperando e acabei seguindo o embalo e pedindo o para tirar um "selfie" mesmo nervosa falei um pouquinho e lhe dei um abraço e logo fui para a plateia assistir o show.


A banda não enrolou muito pra subir ao palco (obrigada por isso!), "A espera" foi na medida certa. Porque tinha outras bandas tocando anteriormente. As musicas do set-list estavam bem variadas, com duas ou três musicas dos últimos álbuns e algumas clássicas do Rock Gaucho como Pinhal da Cidadão Quem, "Sob o céu de blues" Cascaveletes e Não sei do TNT

As musicas do Alemão estão na minha "memória afetiva" então quando tocou "Despedida", "Me leva pra casa", "Desabrigado"...Eu acabei chorando um pouco no show. Pois, essas musicas me lembram boa parte da minha adolescência. Quando eu virava as noites/madrugadas ouvindo rádio escondida e tinha aula cedo no dia seguinte na 6° e 7° série.


A 1° vez que assisto um show eu tenho a sensação que eu nunca mais terei chance de ver aquele show outra vez.... É angustiante! Apesar da angustia sinto uma gratidão enorme por ter conhecido os Caras das vozes aveludadas e roucas com idéias insanas das minhas madrugadas...

© Lado Milla
Maira Gall