Saude Psicologia
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8 de abril de 2020

Coronavirus: Dicas para cuidar da sua saúde mental durante a quarentena.


O momento pede que fiquemos isolados em casa, evitando ao máximo o contato com o mundo exterior devido ao surto de coronavírus. Acontece que, para muitas pessoas, isso soa como um desafio. A quarentena, ou mesmo a falta de possibilidade de realizá-la, pode deixar as pessoas mais ansiosas e prejudicar a saúde mental. Que tal falarmos sobre isso? Trouxemos algumas dicas que podem te ajudar nessa!

Precisamos, mais do que nunca, falar sobre saúde mental em tempos de coronavírus. Tudo aconteceu muito rápido até que as autoridades de saúde brasileiras ligassem o alerta para a necessidade de isolamento social. Nos últimos dias, o cenário é o seguinte: quem pode ficar em casa, fica, quem não pode conta com o bom senso daqueles que possuem essa alternativa. No entanto, sabemos que o contato mínimo com o mundo exterior, com as pessoas que a gente ama e o bombardeio de informações podem provocar ansiedade e estresse. Se para você ou para um amigo tem sido assim, separamos algumas dicas baseadas no relatório publicado pela Organização da Mundial Saúde (OMS) para que fique mais fácil enfrentar este período de quarentena.

1. Evite ficar 24 horas ligado(a) em toda e qualquer informação nova

Veja bem, não estamos falando para você ficar alineado(a) ao que está acontecendo no mundo. Até porque é bom se manter informado sobre o assunto. Mas as notícias chegam a todo instante e têm momentos que os números começam a nos preocupar e tirar o foco até das informações mais positivas. Respeite os seus próprios limites. Ficar algumas horas sem ligar a TV ou olhar os inúmeros links que te repassam no WhatsApp vai te fazer bem.
2. Organize uma rotina

Às vezes, o que mais pesa na quarentena é a falta daquela rotina fixa. Acordar tal hora, sair de casa, pegar o ônibus para ir trabalhar ou estudar... Que tal adaptar a sua rotina neste período? Durante a semana, faça uma lista ou um planner com os horários que você gostaria de acordar, tomar banho e dá start no home office ou nos estudos. E uma boca dica é incluir atividades físicas que exercitem o corpo e/ou também a mente! Já ouviu falar em Yoga?

3. Converse com quem você ama pela internet ou telefone

Acredite, isso faz toda a diferença neste momento em que estamos sendo privados do contato físico. É inevitável sentir falta de beijar ou abraçar alguém e sabemos que conversar por WhatsApp, ligar ou fazer chamada de vídeo não é mesma coisa. Mas traz uma sensação de proximidade que ajuda, viu?!
4. Separe um tempo de lazer

Nem só de home office ou telejornal vive alguém que está de quarentena! Dê esse presente para si mesmo e inclua na sua rotina momentos para relaxar, maratonar algumas séries (sozinho, claro),acompanhar as tretas do "BBB20" ou qualquer coisa que te deixe com a mente livre de cobranças.


5. Alimente-se e durma bem

Isso é mais do que essencial! Até porque uma alimentação ruim e noites de sono mau dormidas baixam a imunidade. Daí a importância de adaptar e seguir uma rotina.




6. Não seja preconceituoso

O surto de coronavírus começou na China, em dezembro do ano passado, até que se espalhou pelo mundo. Mas não é por isso que você vai destratar essa população e/ou seus descendentes, como muita gente tem feito por aí... Também não é para discriminar aqueles que têm/tiveram a COVID-19. Após a melhora, a vida dessas pessoas continuarão normalmente.


7. Lembre-se que é temporário e que você está ajudando outras pessoas também <3 font="">

Por último, sabemos que às vezes é difícil se manter otimista 100% do tempo quando precisamos deixar de fazer coisas que gostamos. Mas lembre-se que a quarentena é, de certa forma, privilégio de alguns. Tem uma galera que não pode ser liberada ou precisa daquele dia de trabalho para poder pagar suas contas. Portanto, precisam estar expostas na rua. Mas, você, que pode se isolar em casa e contribuir para a diminuição da disseminação do vírus, está ajudando muito essas pessoas que não podem.


Fonte: Purebreak


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18 de março de 2020

Coronavirus: Como questionar a angustia que provoca?


Vale a pena revisar quais habilidades nos ajudaram a superar outras situações adversas no passado

É normal sentir-se triste, estressado, confuso, assustado ou irritado com uma situação de emergência. Portanto, é muito lógico e até saudável que muitas pessoas sintam medo em algum momento devido à expansão do surto de Covid-19, que nos confronta com uma situação desconhecida e ameaçadora. Outra coisa é que esse medo está instalado no estado de espírito, nos aflige e acaba se tornando um fenômeno que interfere na nossa capacidade de gerenciar a situação de maneira eficaz ou, pior ainda, que ele se espalha e se espalha para supor um problema adicional. na situação de saúde já complexa.
Portanto, tanto da Organização Mundial da Saúde (OMS) quanto de diferentes escolas oficiais de Psicologia, entre as quais a da Cantábria, são feitas recomendações para o gerenciamento psicológico do alerta de coronavírus, tanto no caso de adultos quanto de adultos. de crianças

1. Fique bem informado

A primeira recomendação dos psicólogos é estar bem informado, pois grande parte das mensagens e informações compartilhadas não são contrastadas. Portanto, deve-se resolver suas dúvidas sobre o coronavírus por canais oficiais ou contrastados: uma boa opção pode ser o portal que ativou o coronavírus ou o site do Ministério da Saúde, que oferece informações atualizadas.


2. NÃO infoxique

Ou seja, não caia nas informações excedentes. Manter-se conectado e ciente das informações sobre o coronavírus o dia inteiro "não o deixará mais informado nem lhe dará mais proteção contra o vírus e, em vez disso, aumentará a sensação de risco desnecessariamente", explicam os psicólogos. Um exemplo claro é o chamado para não beijar ou abraçar, restrições que os especialistas consideram injustificadas.
Os especialistas enfatizam que o fato de haver uma grande cobertura de notícias sobre esse tópico não significa necessariamente que isso é uma ameaça para nós e nossa família.
E, de acordo com a prevenção da infoxicação, vale a pena colocar em quarentena as informações que circulam através de watsaps e redes sociais e contrastá-las antes de tomar qualquer decisão relacionada a ele ou compartilhá-lo.

3. Informe bem os outros

É essencial não falar sobre isso permanentemente e evitar espalhar boatos ou informações falsas. Para isso, é melhor compartilhar informações realmente relevantes.
As crianças também devem estar bem informadas. É essencial estar atento às suas dúvidas e preocupações e responder às suas perguntas como aparecem, com explicações claras, sem mentir para elas, mas sem sobrecarregá-las com muita informação.

4. Confie na ciência
É importante seguir as recomendações e medidas preventivas determinadas pelas autoridades de saúde para se proteger de um possível contágio. Mas apenas aqueles. Tomar mais precauções do que os médicos consideram justificados por evidências científicas não nos dará maior proteção contra o vírus e, em vez disso, alimenta o medo e a angústia, "tanto em nós mesmos quanto nas pessoas ao nosso redor", alertam os psicólogos. Portanto, é aconselhável, tanto para adultos como especialmente para crianças, manter rotinas e agendas diárias o máximo possível."O medo é controlado muito melhor por nossos comportamentos saudáveis ​​do que por raciocínio auto-induzido ou precauções desnecessárias", dizem os especialistas.


5. Cuide-se

Se você tiver febre, tosse e falta de ar ou dúvida sobre a possibilidade de ter sido infectado, é importante entrar em contato com as autoridades de saúde e seguir as instruções para atendimento médico. Mas cuidar de si mesmo não significa superproteger-se e fazer consultas médicas supérfluas com os serviços de saúde, que já estão em colapso. Por outro lado, como em qualquer outra doença infecciosa, uma boa maneira de se proteger é adotar hábitos de estilo de vida extremamente saudáveis ​​para manter o sistema imunológico e a saúde geral o melhor possível. Manter esses hábitos é especialmente importante se for preciso ficar em casa por ter tido contato com alguém infectado. "Se você deve permanecer isolado em casa, deve cuidar da dieta e das horas de sono,

6. Aceite seus sentimentos
A psicologia explica que o medo é uma resposta adaptativa que nos ajuda a ficar alerta e tomar as medidas necessárias para minimizar os riscos, evitando o perigo ou procurando maneiras de lidar com ele. Então, eles pedem para não rejeitá-lo ou cobri-lo. “Reconheça seus sentimentos e aceite-os; e, se necessário, compartilhe-as com as pessoas mais próximas a você ".

7. Use humor

Outra das recomendações dos psicólogos contra o surto de coronavírus é usar um senso de humor. "O humor é uma emoção que o ajudará a manter o medo (que é outra emoção) distante", dizem eles. Nesse sentido, as redes sociais podem ser de grande ajuda. No Twitter, por exemplo, muitos memes, paródias e mensagens engraçadas circulam.


8. Experiência de strip
Juntamente com o humor, outra ferramenta útil para gerenciar as angústias e incertezas causadas pela expansão do surto de Covid-19 é a própria experiência. “Reveja as habilidades que você já aplicou no passado para enfrentar e gerenciar outras circunstâncias adversas que surgiram na sua vida; O uso dessas habilidades o ajudará a controlar suas emoções quando enfrentar esse desafio ”, indicam eles da OMS.


Fonte: Copcantabria
Assinado Javier Lastra Freige. Colegiada CA-00075Colégio Oficial de Psicologia da Cantábria em coordenação com outros POPs na Espanha
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Maira Gall