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31 de dezembro de 2017

Retrospectiva 2017: O ano que durou 365 dias...




Eu lembro exatamente onde estava, e como eu estava me sentindo nas ultimas horas de 2016... Eu estava sentada na beira do mar, um pouco longe dos familiares festivos e esperando ansiosamente a contagem regressiva para 2017, sem tantos pedidos, metas, planos... Eu estava chorando compulsivamente e agradecendo que aquele ano finalmente tinha acabado.

E, 2017 acabou né?

Pra escrever esse post, eu me inspirei no ultimo post da Isadora. Eu pesquisei o feed do Instagram até o comecinho do ano. Pra ver o que eu fiz, o que eu documentei durante o ano de 2017.

E, antes que venham me  questionar “mas você vai se pautar pelas fotos de uma rede social?” eu já respondo: Vou sim.  Sou da geração dos anos 90 que tínhamos milhares de álbuns de fotografia quando queríamos documentar os grandes acontecimentos: viagens, nascimentos, festinhas...No inicio do ano 2000, o FOTOLOG ensinou a documentar esses momentos  na internet...  Foi assim que eu aprendi a documentar os grandes acontecimentos mas também os pequenos.
O ano de 2017 mostrou que: tudo bem ser tudo igual, tudo bem ser normal, tudo bem não estar em milhões de lugares e com milhões de pessoas diferentes. Talvez o que a gente precise seja mesmo de pouco, de poucos. Talvez o que a gente precise a gente já tenha, também.
No final do ano, as redes sociais mostram aos seus usúarios as suas próprias retrospectivas daquele ano. O Instagram criou a hastags #2017BestNine para montar uma imagem com nove momentos para fazer a sua retrospectiva de 2017 no Instagram.

2017 foi um ano bastante generoso para mim fechei ciclos importantes na minha vida... Teve viagem em familia nas férias de verão... Com céu azul e piscina todos os dias; Teve a minha formatura de psicologia e teve festinha de formatura com as amigas;Ganhei um cachorinho pentelho; Eu li livros maravilhosos esse ano; Coloquei a palheta dos acusticosevalvulados no cordão...Fui em quatro shows de bandas gauchas esse ano ; Passei momentos maravilhosos com o Fernandão o meu cachorro pentelho e comprei um par de melissas e o cheirinho é nostalgico. #2017bestnine


Foi dificil escolher apenas nove fotos dos melhores momentos desse ano para montar a imagem para o #bestnine esfregando na minha cara que teve outros bons momentos que foram registrados e que acabai desvalorizando por ter virado rotina... No inicio do ano, entrei na academia e estou me exercitando 3x na semana, Além dos meus cachorros de estimação um Lhasa Apso macho de 10 anos Teddy  e uma cadela da raça pincher com 8 anos chamada Mallu  eu ganhei o Fernandão um Pinsher de 5 meses que o tamanho é uma palma da mão aberta...Ele apronta muito! para um serzinho tão pequen,  praticamente todo o dia ele apronta: Teve um dia que ele subiu na mesa e comeu o pão que a mãe tinha preparado para o meu café da manhã.... Na semana passada, ele comeu um pote de musse de frutas... Na semana retrasada, ele fez um buraco no terreno da casa da minha vó e encontrou o cano da agua calmaria para que né? Eu comecei a assinar o Turista Literário as caixinhas promovem uma verdadeira imersão sensorial na historia e todos os meses o conteúdo é surpresa, a única certeza é de que o livro será um Young Adult recém lançado. E adorei ler as viagens literárias nesse ano. Teve shows memoráveis de amigos de estrada que vejo com frequencia como os guris dos Acústicos e Valvulados e outros amigos  como o Nando da CNJ que eu vão via fazia um tempão! Teve desencontros também... Choros... Risadas.... Sonos vespertinos e insonia que aproveitei maratonando séries.

Registrando os ultimos momentos de 2017

Eu estava precisando de um ano leve... Sobrevivi esses 365 dias sem prorrogações ou semestres e isso foi intenso! O meu sentimento por essse ano é de gratidão!



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28 de dezembro de 2017

Retrospectiva de 2017: Novelas do ano



Ano passado, a minha retrospectiva foi a amiga aqui tagarelando bastante sobre os livros, filmes, séries e músicas que eu ouvi durante o ano. Funcionou tanto que eu gostaria de tagarelar mais sobre esse ano de 2017.
O primeiro semestre de 2017 continuou sendo meses estranhos... Com a programação do canal aberto do ano passado. O ano de 2016 foi um ano tão estranho que tive uma dificuldade extrema de elencar tudo que assisti ao longo daqueles 12 meses. Nesse ano, a Retrospectiva Teledramaturgica vai ser a amiga aqui,"escrevendo pelos cotovelos" tentando resgatar o que andei assistindo de bacana, incluindo novelas, séries e miniséries...


Sol nascente: Muito diferentes no jeito de ser e no modo de encarar a vida, Mário (Bruno Gagliasso) e Alice (Giovanna Antonelli) cresceram juntos, já que suas famílias sempre foram bem próximas. Uma amizade que começou há mais de cinquenta anos entre o japonês Kazuo Tanaka (Luis Melo), pai de criação de Alice, e os italianos Gaetano de Angeli (Francisco Cuoco) e Geppina (Aracy Balabanian), pais de Vittorio (Marcello Novaes) e avós de Mário, Milena (Giovanna Lancellotti), e Peppino (João Côrtes). Apesar das diferenças culturais, os dois clãs se ajudaram muito na chegada ao Brasil e ao longo da vida que estabeleceram na fictícia Arraial do Sol Nascente, sofisticada cidade turística cercada por praias paradisíacas.


O publico noveleiro espera que a novela atual seja tão boa quanto a novela anterior. Eta Mundo Bom!, tida como fenômeno para os padrões atuais. 

A novela sol nascente, estreou sob uma polêmica que gerou uma propaganda negativa para a novela: a escolha do ator Luís Mello para interpretar o japonês Tanaka fez com que a produção fosse acusada de yellow-facing (uma correlação do black-facing, em que atores brancos se pintam para viver personagens negros). No caso, um ator branco (mestiço na realidade, já que Luís Mello ascende de indígenas) que se caracteriza de asiático. Pegou mal e a novela teve que justificar várias vezes no texto que Tanaka era filho de um japonês com uma americana. A novela, patinou em uma trama mal alinhavada e preguiçosa, num texto piegas. Na ausência de um fio condutor consistente, a trama reuniu, sem a menor cerimônia e sutileza, um amontoado de estereótipos humanos em clichês novelísticas: a família italiana, a família japonesa, motoqueiros tatuados e um núcleo de pescadores caiçaras em personagens pouco atraentes, fomos obrigados ao longo da trama achar que a Giovanna Antonelli e Bruno Gagliasso seriam um par romântico... 

Finalmente, a partir de janeiro de 2017, ficou claro para o público do que se tratava a história: uma vingança de Dona Sinhá contra Tanaka. As tramas paralelas também ganharam força, o que ajudou a encorpar a novela. E a audiência subiu. Faltando pouco mais de dois meses para acabar, Sol Nascente disse a que veio. Mas tudo isso ao custo de um amontoado de clichês. 

Rock Story: Gui Santiago (Vladimir Brichta) e Diana (Alinne Moraes) vivem uma relação bem conturbada, com muitas brigas, mas também com muito amor. Ele é um roqueiro de personalidade forte; ela é uma mulher controladora e que faz de tudo para conquistar o que quer. 


A diretora artística da Som Discos, a gravadora de sua família, ama o marido, mas está cansada de suas atitudes inconsequentes e acredita que Chiara (Lara Cariello), filha do casal, pode ser influenciada pelo pai. A gota d’água para Diana é o barraco que Gui faz quando invade o show de Léo Régis (Rafael Vitti), o ídolo da música romântica, e bate no rapaz. Chiara, que é fã do cantor, fica chocada com a atitude do pai e deixa a mãe bem preocupada. O roqueiro tenta se explicar, garantindo que Léo roubou a música ‘Sonha Comigo’, que ele tinha feito para a esposa. Mas Diana não acredita na história e, junto com a filha, vai morar na casa do pai, Gordo (Herson Capri), o dono da Som Discos, abandonando de vez o marido.


Rock Story não inovou nada, tampouco reinventou a roda, nem foi a primeira novela musical – é a prima mais próxima de Cheias de Charme (2012). Pelo contrário, como toda e qualquer novela, apropriou-se amplamente dos esgarçados clichês do folhetim. Só que a forma original com a qual eles foram trabalhados fizeram soar como novidade. A originalidade nessa abordagem esteve no protagonista Gui Santiago (Vladimir Brichta), roqueiro decadente, briguento, ansioso e errado. A novela começou quebrando o maniqueísmo dos mocinhos virtuosos. Ao longo da trama, Gui cresceu com sua banda e cresceu internamente, o que o fez controlar o seu lado negro, inerente a todo ser humano.



A boyband 4.4 tinha em seu repertório canções que marcaram as últimas décadas, num arranjo atualizado. Sucessos de Cazuza, Barão Vermelho, Legião Urbana, entre outros, compunham o setlist da banda. A seleção dos jovens atores-cantores integrantes da 4.4 durou dois meses. Nicolas Prattes (Zac), João Vitor Silva (Tom), Maicon Rodrigues (JF), Danilo Mesquita (Nicolau) e Enzo Romani (Jailson) fizeram testes com a produção do elenco, além de tocar instrumentos e cantar.

Os recursos dramáticos usados pela autora oscilaram entre os originais (e até ousados) e os clichês batidos. Dois exemplos positivos. Os jovens casaizinhos românticos, alicerces de toda novela, demoraram para aparecer. O primeiro shipping (torcida por casal) só aconteceu lá pela metade da trama: Zac e Yasmin (Nicolas Prattes e Marina Moschen). Outro: a gêmea má – Lorena (Nathalia Dill) -, que geralmente carrega a história nas costas, era menos importante, tanto que não gerou empatia com o público e (desde a sinopse) morreu bem antes do final.

Enquanto telespectadora eu adorei o "universo musical" que rondava a todo o nucleo dos personagens da trama a cereja do bolo fo quando o Gui Santiago retornou a carreira cantando a musica "Paula e Bebeto" junto com o cantor Miltom Nascimento.


A lei do amor: Pedro (Chay Suede) é filho de um rico e ambicioso empresário do ramo da tecelagem, Fausto Leitão (Tarcísio Meira). Helô (Isabelle Drummond) é uma moça pobre que luta para sustentar a mãe Cândida (Denise Fraga), que sofre com uma doença terminal, e o pai, Jorge (Daniel Ribeiro), alcoólatra e desempregado. O acaso permite que os dois se cruzem, mas é o amor que surge entre eles que determina esta história... O rompimento acaba afastando Pedro da cidade e ele passa a viver sozinho em seu veleiro, fora do Brasil... Vinte anos depois, Pedro (Reynaldo Gianecchini) volta para sua cidade natal a pedido de seu pai. Fausto quer lhe revelar um grande segredo no dia de sua festa de aniversário. O que representa também uma oportunidade de rever Helô (Cláudia Abreu), que está casada com o poderoso empresário Tião Bezerra (José Mayer), com dois filhos e não tem ideia das armações que a separaram de seu grande amor.


O prêmio de "Manoel Carlos do ano" vai para Maria Adelaide Amaral. A novela A lei do amor prometia ser um “novelão tradicional”. Porém, acabou amargando o segundo pior Ibope da história das novelas das nove da Globo, com uma média final de 27 pontos na Grande São Paulo. O ator José Mayer, levou a sério demais o personagem machista e garanhão. Foi acusado de assédio pela camareira, e desde então está na geladeira da globo... A garota mimada com cancer que usava a doença para segurar o namorado, também é um personagem bastante batido na teledramaturgia... O tema da novela se mostrou pesado para o horario e eu não estava muito bem... Esse era o horário que eu chegava em casa e gostaria de ver algo mais leve na programação da TV. 

Carinha de anjo: A cidade de Doce Horizonte une de um lado os jovens antenados da era digital e empresários do centro urbano, e do outro os moradores de uma propriedade rural. Duas realidades que fazem parte do dia-a-dia de Dulce Maria (Lorena Queiroz), garotinha carismática e sapeca, carinhosamente chamada pela mãe de Carinha de Anjo. Ela é filha única de Gustavo Lários (Carlo Porto), bem-sucedido empresário da cafeicultura brasileira, e da mexicana Tereza (Lucero), mãe acolhedora de sábios conselhos e voz adorável, que faleceu num acidente quando Dulce Maria tinha apenas três anos. Traumatizado com a tragédia, Gustavo deixou a filha em um colégio interno católico rural e mudou-se para a Espanha. Durante dois anos, viveu isolado da família.


A história começa quando Gustavo resolve voltar para Doce Horizonte e mostrar que cometeu um erro ao se afastar da filha. Recuperado da depressão após a morte de Tereza, ele retorna determinado a reconstruir a vida ao lado de Dulce Maria. Mas ele não volta sozinho. Nicole (Dani Gondim), a nova namorada, esbanja beleza, porém nenhuma vocação para a maternidade. O que o empresário não sabe é que Nicole só está interessada no status e dinheiro que pode ter se casando com ele. 

A minha infância dos anos 90 teve muitas novelas Mexicanas/Argentinas para o publico infantil no canal do SBT. Quando começou surgir os primeiros remakes dessas novelas eu fiquei como uma pontinha de curiosidade e nostalgia em poder conferir a nova roupagem das novelas preferidas da minha infância. 


Adaptação da novela mexicana Carita de Ángel, produzida pela Televisa entre 2000 e 2001 e exibida no Brasil, pelo SBT, entre 2001 e 2002 – que, por sua vez, é uma adaptação do original argentino Papá Corazón, de Abel Santa Cruz, que ganhou uma versão brasileira pela TV Tupi, Papai Coração, em 1976, com Narjara Turetta como a menina protagonista.

As tramas da atual Carinha de Anjo e de Papai Coração são as mesmas: a menina (Narjara Turetta/Lorena Queiroz) que conversa com a mãe falecida (Arlete Montenegro/Lucero), cujo pai (Paulo Goulart/Carlo Porto) está de casamento marcado com outra mulher (Joana Fomm/Dani Gondin) mas se apaixona por uma noviça professora da garotinha (Selma Egrei/Bia Arantes).“Carinha de Anjo é uma novela doce, emocionante, divertida e musical. Crianças e adultos vão se divertir com as aventuras de Dulce Maria e se identificar com as novas famílias que integram essa versão da novela”, afirmou a adaptadora Leonor Corrêa sobre a primeira telenovela de sua carreira.



A força do querer: O advogado Caio (Rodrigo Lombardi) largou a possibilidade de administrar uma grande empresa no Brasil quando Bibi (Juliana Paes) terminou o relacionamento com ele. Sem olhar para trás, trocou o Rio de Janeiro pelos Estados Unidos. Passados quase quinze anos, ele entende que é momento de voltar e encarar o que deixou para trás. Um homem movido por ideais éticos, que, ao conseguir crescer e ter sucesso em um alto cargo ligado à Justiça, vive um grande conflito íntimo ao ver sua vida cruzar novamente com a de Bibi, que terá, então, enveredado pela vida do crime.



Sucesso de audiência e de crítica, A Força do Querer levantou a moral do horário nobre da Globo, alcançando audiências não vistas desde 2012, com Avenida Brasil. Mas não ficou imune às críticas, da interpretação de Fiuk – escalação infeliz de um ator sem estofo para um personagem tão importante – às acusações de apologia ao crime e glamurização da bandidagem – referência à trama da personagem Bibi Perigosa, de Juliana Paes.











A trajetória de Bibi é baseada na vida de Fabiana Escobar, que ficou conhecida como Bibi Perigosa, ex-mulher do traficante Saulo de Sá Silva – Saulo da Rocinha, o Rei do Pó -, preso desde 2008. Em 2014, ela publicou o livro “Perigosa” em que conta a sua história de amor e lealdade aos catorze anos em que passou casada com o criminoso. Fabiana Escobar apareceu no último capítulo da novela, no lançamento do livro escrito na trama por Bibi – na verdade o seu próprio livro.


A autora Glória Perez abordou a diversidade, de tolerância e das dificuldades de compreender e aceitar o que é diferente. E, através da saga de seus personagens, levantou discussões muito presentes no mundo contemporâneo, como a identidade de gênero.O mérito maior da novela foi a abordagem aos dramas dos transgêneros, através da personagem Ivana-Ivan (revelando a talentosa atriz Carol Duarte). Particularmente eu achei a Ivana-Ivan depois de assumir-se transexual mais inseguro do que quando estava descobrindo-se... Deixando o telespectador bastante confuso.

Glória foi sutil e extremamente feliz no seguimento da história, sem chocar o público e sem causar estardalhaço. Difundiu, explicou (foi didática na medida certa) e alertou sobre o preconceito, tendo o respaldo da direção e elenco. Como complemento e contraponto ao drama de Ivana, a figura de Nonato, que se assumia o travesti Elis Miranda, revelando o ator Silvero Pereira.












Alguns personagens foram perdendo a força no decorrer da trama... A atriz Bruna Linzmeyer por exemplo, começou com uma personagem forte Cibele uma mulher desconstruida que ao ser largada no seu próprio casamento foi a uma rave com o seu vestido de casamento gravando um video lacrador e amor próprio para virar a ex mulher estérica e abandonada que não deixava o ex noivo seguir a vida... No final, ela fez uma festa de casamento sem o noivo que não causou tanto quanto no inicio da trama.

Os dias eram assim: Rio de Janeiro, 1970. Renato Reis (Renato Góes) é um jovem médico, ético, idealista e apaixonado pelo trabalho. Salvar vidas é sua grande paixão. Ele conhece e se apaixona por Alice (Sophie Charlotte), garota rica, mas questionadora e libertária. O amor pela moça será mais forte do que a raiva que sente pelo pai dela, Arnaldo Sampaio Pereira (Antônio Calloni), um rico empreiteiro que financia um grupamento especial que persegue opositores da ditadura. Arnaldo está por trás da perseguição a Gustavo (Gabriel Leone), irmão de Renato, procurado por envolver-se na resistência à ditadura.


Os Dias Eram Assim foi a primeira novela a receber o nome de “supersérie”. O intuito foi diferenciar essas produções das novelas exibidas nos tradicionais horários das seis, sete e nove da noite. 

Nada de novo foi visto na "supersérie" a não ser uma trama batida, mal alinhavada, repleta de clichês e personagens maniqueístas.Curiosamente, apesar das falhas na trama e no texto, foi a novela das 23 horas com a média final de audiência (Ibope da Grande SP) mais alta desde que a faixa foi implantada, em 2011.


Os Dias Eram Assim foi originalmente concebida para ser uma novela das seis. Deslocada para um horário tardio, a trama ganhou uma abordagem mais condizente com a faixa e seu público. A supersérie abraçou temas polêmicos (a repressão do governo militar e os primeiros anos da AIDS) que, somados à roupagem bonita (fotografia, direção cinematográfica e trilha sonora de clássicos da MPB), serviram apenas para disfarçar uma trama central insuficiente para sustentar os cinco meses em que esteve no ar. Sobrou tempo e faltou originalidade. 


A bem da verdade, a história de Os Dias Eram Assim esgotou-se antes de sua metade, quando a mocinha Alice (Sophie Charlotte) descobriu que o amado Renato (Renato Góes) estava vivo. Até então, a novela seguiu com uma trama apoiada na abordagem política, com destaque para as cenas de tortura, bem dirigidas e interpretadas, envolvendo os personagens de Antônio Calloni, Marco Ricca, Gabriel Leone, Bárbara Reis e Mariana Lima. Com o avanço da história para o ano de 1984 e o fim do Regime Militar na trama, ficou o rame-rame do vilão enlouquecido Vitor (Daniel de Oliveira repetindo um tipo que já havia interpretado anteriormente) sedando a mocinha de Sophie Charlotte (três vezes!), enquanto o policial Amaral (Marco Ricca) tocava o terror com seus desafetos.
 

No inicio do ano de 2017, passamos por momentos politicos importantes... Essa teledramaturgia serviria como um documentário em formato de teledramaturgia. Porém, a a trama central cansou e restou a panfletagem política rasa em meio a imagens reais de arquivo que assassinaram a ordem cronológica dos fatos. A cronologia também foi abertamente ignorada na trilha sonora (tocou música de Legião Urbana nos anos 70 e de Chico Science nos 80, por exemplo).


Na segunda metade da trama, ganhou destaque a personagem Nanda (vivida por Júlia Dalávia), vítima da AIDS na época em que pouco se conhecia sobre a doença e o seu diagnóstico representava uma sentença de morte. Ainda que didática em várias ocasiões (como no discurso de Nanda para seus amigos sobre o perigo da nova doença), a abordagem emocionou e foi acertada – principalmente ao desassociar a AIDS dos homossexuais (primeiro grupo de risco reconhecido na época).


O título Os Dias Eram Assim é um verso da música Aos Nossos Filhos, o tema de abertura da supersérie, canção de Ivan Lins eternizada na voz de Elis Regina. A novidade é que a música na abertura é interpretada pelos protagonistas Sophie Charlotte, Renato Góes, Gabriel Leone, Daniel de Oliveira e Maria Casadevall. A ideia do diretor artístico, Carlos Araújo, foi apoiada pela parceria com os produtores musicais, Victor Pozas e Eduardo Queiroz.



Ps:As novelas: pega pega, tempo de amar e o outro lado do paraíso. Ainda estão no ar. Porém, irão entrar na retrospectiva de 2018.

  
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27 de dezembro de 2017

Retrospectiva 2017: Músicas do ano


Ano passado, a minha retrospectiva foi a amiga aqui tagarelando bastante sobre os livros, filmes, séries e músicas que eu ouvi durante o ano. Funcionou tanto que eu gostaria de tagarelar mais sobre esse ano de 2017.

No começo do ano, eu  fui ao meu primeiro show banda gaucha Cartolas que fez o seu primeiro show aqui em Florianópolis/SC. A casa de show era bastante escrota mas, os meninos da banda foram um show a parte...Ouvi Cartolas praticamente todos os dias do mês de janeiro. No #Canção de segunda teve musica do gênero infantil que grudou como chiclete me fazendo cantarolar direto e uma "playlist da vergonha" com musicas vergonhosas para se ouvir em público.

No mês de fevereiro, eu ouvi muito as musicas do album Baiano e os Novos Caetanos é o nome de um trio musical e humorístico composto pelos humoristas Chico Anysio, Arnaud Rodrigues e Renato Piau satirizando no título o conjunto Novos Baianos e o cantor Caetano Veloso.
 Indo para o cursinho eu coloco musicas para ouvir no modo "aleatório" e estou ouvindo bastante rock nacional, indie e MPB. Nada muito especifico...

No mês de junho, estou ouvindo muito as musicas da trilha sonora da série Os dias eram assim... Eu também ouvi bastante músicas para escrever o #cançãodesegunda, as playlists que eu ouvi para andar de bicicleta e as musicas que eu ouvi para montar a tag Minha vida em uma playlist. Adoro pesquisar a história por trás da canção. Com o coração partido pela separação de um casal de amigos, Milton Nascimento, em sua primeira parceria com Caetano Veloso, cantou no verso da música Paula e Bebeto, “mas no meu canto estarão sempre juntos”. O casal de amigos era Paula que conheceu com 15 anos e Bebeto de 17 anos.

No mês de agosto: Eu ouvi bastante músicas para escrever o #cançãodesegunda, escrevi sobre a Coletânea “Dois Lados” com os sucessos do Skank são cantados por novos artistas brasileiros, como: francisco, el hombre, A Banda Mais Bonita da Cidade, Fernando Anitelli, Anavitória, Cobra Coral, Garotas Suecas, dentre outros. Eles imprimem sua personalidade ao cantar as músicas dos mineiros, e o resultado ficou bem interessante. O projeto gerou um álbum duplo com 15 faixas cada, ou seja, são 30 músicas cantadas por diversos artistas. Chico Buarque divulgou nesta sexta-feira, 28, a música Tua cantiga, uma das faixas de seu novo disco de estúdio, Caravanas, que tem previsão de lançamento para a segunda quinzena de agosto. O single está disponível em todas as plataformas digitais e ganhou também um videoclipe. A letra é assinada por Chico e a melodia é do pianista Cristóvão Bastos, com quem Chico já costuma trabalhar.

No mês de outubro, ouvi muito Pato Fu é uma banda brasileira de rock alternativo formada em 1992 da banda Sustados por 1 Gesto, na cidade de Belo Horizonte.  O album Música de Brinquedo, em 2010, um disco tocado somente com instrumentos de brinquedo, com o qual conquistou o Disco de Ouro, em 2011, por seu selo independente Rotomusic, vencedor do Grammy 2011 (The Latin Recording Academy) de melhor álbum de música latina para crianças. Como o próprio nome já revela, o disco foi gravado usando somente instrumentos de brinquedo e miniaturas. A filha de Fernanda e John, Nina Takai, empresta sua voz em algumas faixas do disco que, apesar de não ser propriamente para crianças, brinca bastante com a sonoridade infantil. É composto por 12 regravações de músicas famosas nacionais e internacionais e ganhou grande receptividade do público. 

No mês de novembro, Quem já me conhece a mais tempo (ou não) sabe que eu adoro e ouço Rock Gaúcho desde a minha adolescência. Apesar de adorar rock gaúcho eu nunca tive a oportunidade de ir a um show da banda Comunidade Nin-Jitsu. A sensação de assistir um show pela primeira vez é mágico! Eu conheci o Nando da CNJ em 2009, quando ele e os meninos do Acústicos fizeram um show para tocar somente clássicos do Rock... Eu conheço 3ou9 musicas da Comunidade por causa da tal "memória afetiva" de ouvir musicas gaúchas na madrugada.

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26 de dezembro de 2017

Retrospectiva 2017: Leituras do ano.


Ano passado, a minha retrospectiva foi a amiga aqui tagarelando bastante sobre os livros, filmes, séries e músicas que eu ouvi durante o ano. Funcionou tanto que eu gostaria de tagarelar mais sobre esse ano de 2017.

Em janeiro, eu terminei de ler o livro Mamãe é Rock da Ana Cardoso. Este é um livro sobre a maternidade e todos os sentimentos loucos que as mães têm em relação a quem de alguma forma criam, seja um filho natural, adotivo, neto ou sobrinho. É sobre família e é sobre as mães também, esses seres que falam uma língua estranha e chata que só entende quem entra para o clube e se torna uma delas. As crônicas da Ana Cardoso, além de divertidas são super bem escritas. Em Fevereiro, encontrei livros por 9,90! E uma dessas leituras eu queria ter lido a um tempinho como esse livro A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar conta a história de Esther Grace Earl, diagnosticada com câncer da tireóide aos 12 anos. A obra é uma espécie de diário da jovem, com ilustrações, fotos de seu arquivo pessoal, textos publicados na internet, bate-papos com os inúmeros amigos que fez on-line e reproduções de cartas escritas em datas comemorativas como aniversários. 

No mês de março, conheci as maravilhosas edições da Darkside é a primeira Editora do Brasil dedicada ao terror e à fantasia A editora criou uma coleção Darklove com histórias sobre a força feminina na literatura. O livro “A Guerra que Salvou a Minha Vida” é um daqueles romances que você lê com um nó no peito, sorrisos no rosto e – entre um parágrafo e outro – lagrimas nos olhos. Uma obra sobre as muitas batalhas que precisamos vencer para conquistar nosso lugar no mundo. Há esse livro... tive a sensação de querer proteger essa leitura e ao mesmo tempo indicar a todo mundo! 

em Julho, eu comprei a trilogia “O Lar da srta. Peregrine para crianças peculiares”. E já li o primeiro livro da trilogia porém não consegui escrever a resenha. No mês de Julho, eu também assinei a malinha do Turista Literário e tive a minha primeira experiência sensorial com o livro Ecos "uma experiência sensorial única que leva o leitor para uma viagem pelo universo literário onde um livro é ambientado"



O livro Ecos, Ao terminar cada história o coração fica apertadinho... Porém, a autora conseguiu integrar três coisas maravilhosas nesse livro: Música, História e Realismo Fantástico. A melodia das musicas clássicas estiveram no decorrer da história de cada personagem do inicio ao fim. A literatura nada mais é que Histórias que tocam em nossas almas, apertam nossos corações e entregam ele renovado, revigorado. Pronto para as nossas jornadas da vida. E isso a coleção Darklove sabe fazer "horrivelmente" bem. 

No mês de agosto, O livro Em Algum Lugar nas Estrelas, da Clare Vanderpool ficou "mofando" na minha bolsa á alguns meses... Ignorei o marcador de páginas e re-comecei a ler do inicio, antes mesmo de começar a ler os escolhidos para a minha TBR da Maratona Literária. A leitura desse livro é um romance intenso sobre a difícil arte de crescer em um mundo que nem sempre parece satisfeito com a nossa presença. Comprei o livro O Pequeno Principe com uma edição chuchu da editora Agir e é uma leitura que sempre gosto de re-lêr quando tenho oportunidade. No mês de setembro, eu comecei a ler o livro Filha das Trevas veio na mala do mês de agosto do turista literário. Eu nunca tinha ouvido falar dele e de cara a sinopse me encantou. Infelizmente, a leitura não atendeu as minhas expectativas... Um dos motivos é que esse livro NÃO É DE FANTASIA! e isso não fica claro na sinopse. Esse livro é um reconto histórico sobre os filhos do Vlad da Transilvânia e o Império Otomano... Na minha opinião, misturar fatos históricos com licença poética nada mais é, que fazer um "samba do "crioulo doido" na história. Outro ponto negativo, é a narrativa desse livro que é cansativa por ser muito lenta... 

Em novembro, além de estar lendo as ultima leituras do mês do UNBOXING TURISTA LITERÁRIO Eu comprei o livro O ÓDIO QUE VOCÊ SEMEIA a história acompanha a adolescente Starr. Ela e Khalil, seu melhor amigo, saem de uma festa e são parados por uma viatura da polícia durante a noite. Starr aprendeu desde cedo como uma pessoa negra deve se comportar frente a um policial: sem movimentos bruscos, mãos onde ele possa ver. A triste realidade do que o ódio e o julgamento podem fazer por causa da cor da sua pele. Um movimento errado, uma suposição e Khalil é assassinado, deixando para trás o trauma na garota e o peso da injustiça. Starr é a única testemunha do crime, e precisa aprender a própria voz para clamar justiça antes que as investigações levem a culpa para cima do garoto. 


Comecei a leitura dos livros: Por lugares incríveis, Luna Clara & apollo11, Passarinho, A probabilidade Estatística do Amor, a longa viagem..., a leitura foi se arrastando e acabou empacando e não consegui conciliar essa leitura chata com o dia-a-dia e antes de ter uma ressaca literária resolvi então, abandonar a leitura... Uma sombra ardente e brilhante e Tartarugas até lá embaixo foram os últimos livros adquiridos da caixinha do Turista Literário desse ano. Porém, pretendo voltar a ler esses livros no primeiro semestre de 2018. 
 Pronto. Agora a gente só volta a falar de livro no ano que vem. Prometo.



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25 de dezembro de 2017

#25:Sobre o natal...


O Natal é aquela época que ou se ama, ou se odeia. Na minha opinião, um dos fatores importantes que fazem alguém amar/odiar essa data comemorativa é o tal do "espírito natalino".

"espírito natalino" o que me parece, é algo bastante capcioso. Pois, não envolve somente religiões&crenças. Todas as pessoas, mesmo aquelas que se considerem Ateus por exemplo, usam essa data para visitar os parentes e confraternizar com toda Família com toda a fartura de: comida e os presentes que envolvem a noite de véspera de Natal. O espírito natalino é: União e confraternização com a família e parentes... Nada a ver com religião.

O meu problema, não é necessariamente com o Natal... É a tentativa de enfiar o "espírito natalino" pela goela abaixo, ainda no final do mês de Novembro.

Nesse mês, as lojas e departamentos com decorações natalinas e para piorar, tocando o CD da Simone no ultimo volume: Então é Natal... Quando eu ainda estou fazendo uns 3ou9 trabalhos da faculdade com o prazo final no ultimo dia do mês de Novembro. 

Na maioria das vezes o "espírito natalino" vem um pouco tarde... Outras vezes, ele nem vem. Paciência...


Na véspera de Natal, antes de me deliciar com a ceia Natalina... Vou a missa, acho importante esse momento de conversar com Deus e agradeço por meio, das minhas orações para agradecer todos os momentos e acontecimentos do ano (principalmente nesse ano de 2015!). O Natal pontualiza os nossos próprios sentimentos. O "milagre natalino" não funciona como um "passe de mágica" para nos sentirmos melhores... O Natal só te fará feliz se você for Feliz no decorrer do ano.

Na infância, o Natal era um momento mágico! Eu curtia mais as decorações natalinas no centro da cidade e até das musicas natalinas das lojas... A árvore de natal na Beira-Mar, as atividades de natal na escola, os filmes clássicos, o especial da Xuxa de Natal os presentes mais desejados que são prometidos para as crianças no Natal.

Este ano, foi com a minha família. Sem parentes com a tal "falsidade natalina" e momentos constrangedores... Na casa dos meus avós maternos as ruas estavam levemente decoradas, enchi a barriga com a ceia e a sobremesa e as outras guloseimas que comi no caminho... E sentei na sala para ver o especial de natal na Globo.

Eu não suporto o sentimentalismo barato nessa época do ano. Principalmente, das pessoas que sentem obrigadas á fingir que está tudo bem e que, nada se passou durante o ano apenas porque é Natal. As "boas ações" e a solidariedade com o próximo deveriam ser exercitado todas as épocas do ano. Não é preciso ser Natal para todos se lembrarem de se darem bem uns com os outros.

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24 de dezembro de 2017

BLOGMAS #24: Registros & Aleatoriedades #04



Estou um pouco preguiçosa para preparar a minha câmera para fotografar. No final de semana eu estava fuçando aplicativos de fotografia pelo celular no Play Store e encontrei o Insta mini que é um aplicativo que imita o formato da camera Polaroid e deixa as suas fotos com o estilo de fotografia antiga.












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22 de dezembro de 2017

BLOGMAS#22: 3° SEMANA DE BLOGMAS2K17


Na terceira semana, estou escrevendo postagens cada vez menos natalinas no dia 26 começo a escrever textos com retrospectivas desse ano.

LINKS DA SEMANA


BLOGMAS #16: Registros & Aleatoriedades #03: Estou um pouco preguiçosa para preparar a minha câmera para fotografar. No final de semana eu estava fuçando aplicativos de fotografia pelo celular no Play Store e encontrei o Insta mini que é um aplicativo que imita o formato da camera Polaroid e deixa as suas fotos com o estilo de fotografia antiga.

Sempre quis escrever nesse estado em que me encontro. Não totalmente sóbria, mais um tanto/pouco bêbada em um estado “feliz da vida” não estou no estado extremo da bebedeira se não eu não estaria escrevendo tão corretamente, claro que estão faltando à pontuação e a vírgula corretamente, mas esses erros nem preciso estar bêbada para cometê-los. 

Blogmas #18: Sobre as minhas coleções...Na minha infância, sempre que eu gostava muito de algum objeto eu arrumava um jeito de ter outros objetos para colecionar. Hoje em dia, eu tenho alguns objetos (colecionáveis...) que fazem um papel decorativo na minha estante de livros e no meu quarto.

Blogmas #19: Crianças Más da Ficção que vão ficar ...O pré-requisito para ganhar PRESENTE no Natal é o bom comportamento. O Papai Noel avalia com muita rigides o comportamento das crianças: Se essas crianças forem boazinhas recebem que pediram em sua cartinha, se essas crianças forem malvadinhas não ganham presente como castigo pelo mau comportamento.

Blogmas #20: Acústicos & Valvulados - Fim de Tarde...De uma ressaca, nasceu uma canção. Ao contrário do que muitos pensam, Fim de Tarde com Você não foi composta como uma música de amor, mas sim de reflexão. Lançada no disco Acústicos & Valvulados, em 1999, ela foi escrita pelo baterista Paulo James em um dia pós-bebedeira, quando o que mais queria era ficar trancado em casa, pensando na vida. O fim de tarde faz referência à hora em que a então namorada geralmente chegava, trazendo-lhe companhia - ao passo que a ressaca já se despedia-.

Blogmas #21: Semana 37: O que, de melhor, o mundo ...: Ultimamente, eu não estou escrevendo sobre a minha vida ou como as blogueirinhas escrevem americanizado para ficar mais chique "life-style". Ultimamente, estou escrevendo sobre os livros que estou lendo, as musicas que ouço com freqüência e as séries que estou maratonando ou vendo algum episódios para passar o tempo...


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