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2 de dezembro de 2019

Blogmas 2k19 - #2. Já é Natal!



Mudei a cara do blog. Eu tenho necessidade de mudanças... Encontrei esse TEMA-BASE na blogosfera a um tempo atrás e fiquei encantada com a possibilidade mexer nas cores diretamente na configuração do Blogger já que sou um zero a esquerda em HTML e tem um formato mais clean na qual, eu curto bastante.


Novo Banner natalino

Em Dezembro teremos 31 postagens especiais de Fim de Ano com temas referentes as comemorações de natal/ano novo e as reflexões/metas para o próximo ano. Nada mais justo o blog ter uma "roupinha natalina" também.

Para começar, quero mostrar para vocês essa capa temática da nossa página no Facebook que eu fiz especialmente para essa época do ano :






Eu sou uma "zero a esquerda" em colocar novidades e novas postagens do Lado Milla. Porém, melhorei bastante nesses ultimoos meses... Em colocar fotografias e atualizando novas postagens do blog .






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Estarei comentando com vocês sobre o Blogagem especial de final de ano (principalmente no Snap!!):

16 de janeiro de 2019

[POST ATRASADO] 4° semana da Blogagem Especial de Final de Ano.


E chegamos BEM atrasados na 4° semana da Blogagem Especial de Final de Ano. Nesses primeiros quinze dias do ano, não aconteceu muitas coisas relevantes na minha humilde vidinha... A não ser o 1° dia do ano que fiquei praticamente tomando um "chá de cadeira" na rodoviária de Balneário Camboriú ou essa semana que tive praticamente a minha primeira "bulimia nervosa" do ano e espero sinceramente que seja a ultima...


    
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Já que o mês de Dezembro foram de postagens intensas no Blogagem Especial de Final de Ano e no mês de fevereiro o Lado Milla completará 5 anos de existência nesse mundinho "crazy" que é a Blogosfera. Nesse meio tempo, pretendo tirar uma folguinha de "escrever pelo cotovelos" aqui no blog para dar uma organizada para comemorar o aniversário do Blog.

  • LINKS DA SEMANA


#22. Pijama mistico: A velha e o fósforo.... Olhando os arquivos do meu Blog eu me deparo com esse texto foi lido em um antigo "pijama mistico " na extinta rede Atlantida. Falei que não ia mais falar sobre amor e sobre a ideologia que o sentimento carrega mas sei lá, é bom sentir todos os movimentos dos sentidos do corpo que esse nome carrega.

#23. [TOUR FOTOGRÁFICO] O meu Bullet Journal em 20... Conheci a idéia de Bullet Journal em Julho/2018... Depois de muitas agendas esquecidas... Bloquinhos e folhas aleatórias perdidas ou no lixo. O BuJo entrou na minha vida como algo mais leve... Hoje, o bullet journal se tornou algo essencial para eu poder me organizar diariamente. Fiz um tour fotografico nesses primeiros meses de BUJO.

#24. Guia conversacional para garantir a sobrevivê... Observando os blogs que encerraram os trabalhos faz tempo. Mas, estão aqui nessa Blogosfera maluca... Me deparei com O Guia conversacional para as festas de fim de ano que é um texto que a Anna Vitória do So Contagious escreveu em 2015. Porém, encaixa-se perfeitamente nesse ano politico as avessas.

#25. Feliz Natal! A história do Natal tem muitas lições em uma só. Hoje, quando parei pra pensar sobre o que aconteceu naquela noite e escrever isso aqui, decidi definitivamente em que família devo me inspirar para construir a minha!

LADO MILLA AWARDS 2018. Nesse ano, a Retrospectiva do ano vai ser a amiga aqui,"escrevendo pelos cotovelos" as listas de melhores (ou não) do ano. Com a minha opinião não solicitada sobre uma diversa gama de assuntos também já é tradição, declaro abertas oficial e solenemente as celebrações do: LADO MILLA AWARDS 2018. Nunca na história desse blog eu escrevi TANTO sobre as séries, musicas, novelas e filmes que assisti nesse ano de 2018.... O Fechamento foi uma Retrospectiva pessoal desse ano louco de 2018.













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30 de dezembro de 2018

LADO MILLA AWARDS: Filmes do Ano



No LADO MILLA AWARDS 2018 de hoje escreverei sobre os filmes que eu assisti nesse ano. Os filmes que tocaram o meu coração não são necessariamente desse ano.

FELICIDADE POR UM FIO

Uma jovem negra, Violet (Sanaa Lathan), tem uma vida aparentemente perfeita: ela é bem-sucedida em seu trabalho como publicitária, está com o namorado dela, Clint (Ricky Whittle), há dois anos, e tem um perfeito cabelo longo e liso, apesar do esforço necessário para mantê-lo. Mas depois de esperar que o namorado dela propusesse uma aliança de noivado em seu aniversário, ele lhe deu um cachorro, levando a uma separação. Ele diz a ela que ele realmente não a conhece porque ela é perfeita demais. Depois que ela perde uma conta importante no trabalho e tem um contratempo em um salão de beleza, ela começa a perceber que seu cabelo tem sido um símbolo de sua vida que ela não está realmente querendo. 


Depois que um tecido e uma tintura loira dão errado, ela raspa a cabeça. Inicialmente horrorizada com o que ela fez, ela cresce em confiança em seu novo visual. Ela começa a namorar o dono do salão (cabeleireiro), Will (Lyriq Bent), e faz amizade com sua jovem filha, Zoe (Daria Johns). Depois que Violet perde uma proposta para uma campanha publicitária usando mulheres reais para uma ideia padrão de um colega usando modelos loiras, ela deixa o emprego. No entanto, ela ainda se esforça para ser ela mesma completamente, particularmente ao apresentar Will a sua mãe (Lynn Whitfield). Violet e Clint se reconciliam e ele propõe casamento, mas em sua festa de noivado, ele pediu a ela para arrumar o cabelo, ela percebe que ainda está tentando ser quem ele quer, em vez de quem ela quer. Eles se separam e ela se reúne com Will, lançando uma campanha publicitária para seus produtos de cuidados com o cabelo que procuram incentivar as mulheres a verem seus cabelos naturais tão bonitos.


Situação: Esse filme... É muito mais que um critica social, emponderamento feminino uma busca incansável pela PERFEIÇÃO. 
Eu berrei (mesmo) com o diálogo entre a  menina Zoe e a mãe de Violet. Foi uma sensação de carinho de - EU SEI QUE ESTOU BONITA. - E que a opinião do  outro não pode definir quem somos.

PARA TODOS OS GAROTOS QUE AMEI


O longa original Netflix acompanha a história Lara Jean Song Covey (Lana Condor) uma jovem muito sonhadora e cheia de amores platônicos. Lara escreve cartas como uma forma de se despedir dos amores passados, uma forma de exorcizar seus sentimentos. Porém essas cartas não são escritas para serem entregues, ela as guarda em uma caixa de chapéu dada pela sua falecida mãe, quando ela ainda era criança. Porém, em uma reviravolta as cartas são enviadas e a protagonista terá então que lidar com o passado e com sentimentos ainda adormecidos.



Sintuação: Uma garota que escreve cartas românticas para cada Crush e uma irmão que tem TOC por organização.... Desastre! Eu não li o livro que esse filme foi inspirado e o meu olhar foi bastante curioso para um tipico romance adolescente.
SIERRA BURGESS É UMA LOSER

Burgess É uma Loser é uma releitura de uma obra clássica. A comédia romântica toma como base a peça Cyrano de Bergerac, de Edmond Rostand, e mostra Sierra (Purser) como garota inteligente e perspicaz, que, apesar de ser uma das pessoas menos populares de sua escola, tem muita desenvoltura para lidar com o bullying que sofre, se orgulha de seu brilhantismo, ambiciona cursar uma faculdade de excelência 0e mantém uma divertida amizade com Dan (RJ Cyler, ótimo). Um dia, Sierra começa a se comunicar com um garoto chamado Jamey (Centineo), atleta de futebol americano que defende as cores de outra escola. O problema é que Jamey acha que está conversando com Veronica (Kristine Frøseth), líder de torcida e abelha-rainha do colégio onde Sierra estuda que ofereceu para o rapaz o número da colega de escola no intuito de constranger a garota que é alvo de seus comentários maldosos. Como em um episódio do programa Catfish, da MTV, Sierra desenvolve uma afeição real por Jamey, que corresponde do sentimento, mas enfrenta o dilema entre continuar fingindo ser outra pessoa ou mostrar quem é de verdade.

Prestem atenção nessa amizade


Sintuação: Curiosamente, o que esta comédia romântica tem de menos interessante é seu romance. O plot mais satisfatório e com o melhor desenvolvimento é o que aponta para a relação entre Sierra e Veronica. A nerd e a típica menina malvada. São dois estereótipos muito presentes em produções adolescente que aqui ganham um tratamento mais aprofundado.

As duas se aproximam quando Sierra oferece aulas de reforço para Veronica em troca da ajuda da cheerleader para manter a farsa com Jamey. Ao invés do maniqueísmo de se pensar uma como mocinha e outra como vilã, logo somos levados a conhecer melhor as duas meninas, suas inseguranças, seus medos e suas jornadas internas em busca de entender quem são e como lidam com as pressões do que se espera delas. A mensagem ganha eco nas atuais discussões feministas sobre a necessidade de se rechaçar a rivalidade sem motivo entre mulheres e é muito bem desenvolvida pelo roteiro (até o terceiro ato). Purser e Frøseth, ambas perfeitas em seus papéis, também mostram muita química em cena juntas, seja nas cenas de inimizade, seja nas cenas em que as duas estão próximas.

Tomorrowland - Um Lugar Onde Nada é Impossível


Uma adolescente curiosa e inteligente encontra um broche e é transportada para uma realidade paralela repleta de robôs e invenções futurísticas. Com a ajuda de um cientista que já visitou Tomorrowland, ela tenta descobrir os segredos do futuro.



Sintuação: Tomorrowland  e não é um filme ruim. Deixando de lado questões ideológicas (e mercadológicas), o filme oferece uma aventura interessante envolvendo os dois personagens centrais, Casey e Frank. Há um clima de mistério sobre o tal mundo fantasioso e desconhecido que resulta em sequências divertidas envolvendo clichês da própria ficção científica, como robôs malvados, armas superpoderosas e invenções inusitadas. Entretanto, esta mesma história é bastante prejudicada pela abertura do filme, que retrata a infância de Frank. Além de ser bastante artificial e até desnecessária, com direito a ecos de Rocketeer, ela traz várias informações prévias que diminuem bastante o impacto do que ocorre quando Casey e Frank enfim se encontram. 

Tomorrowland lançado em 2015 me encantou desde o primeiro trailler... Porém, eu acabei esquecendo desse filme... No mês retrassado, eu pude ver que estava disponivel na plataforma Now da Net e pude finalmente ver esse filme maravilhoso.

O Lar das Crianças Peculiares

Após a estranha morte de seu avô (Terence Stamp), o jovem Jake (Asa Butterfield) parte com seu pai para o País de Gales. Lá ele pretende encontrar a srta. Peregrine (Eva Green), atendendo ao último pedido do avô, que lhe disse que "ela contará tudo". Só que, ao chegar, descobre que o local onde ela viveria é uma mansão em ruínas, que foi atingida por um míssil durante a Segunda Guerra Mundial. Ao investigar a área, Jake descobre que lá há uma fenda temporal, onde a srta. Peregrine vive e protege várias crianças dotadas de poderes especiais.


Sintuação: Baseado no primeiro livro de uma trilogia, escrita por Ransom Riggs, não é exagero dizer que este é um típico filme de Tim Burton. Seu traço peculiar é bastante nítido nos personagens apresentados, inclusive com referências a outros filmes de sua carreira. Por exemplo, a escolha de Ella Purnell como Emma logo remete a Grandes Olhos, pelo perfil físico da própria atriz. Por outro lado, os Etéreos vistos em cena têm olhos bem parecidos com os de Frankenweenie. Uma breve animação inserida remete ao trabalho em stop-motion do próprio A Noiva-Cadávere também de O Estranho Mundo de Jack, trazendo uma bem-vinda nostalgia. Da mesma forma, o longa-metragem oferece a história de um jovem de vida tediosa que é convidado a adentrar em um mundo fantástico, assim como aconteceu em A Fantástica Fábrica de Chocolate, Alice no País das Maravilhas e, de certa forma, com Os Fantasmas Se Divertem.

THE DUFF

A jovem Bianca descobre que foi escolhida pelas amigas de colégio como uma D.U.F.F., uma amiga feia para que elas se pareçam ainda mais bonitas quando comparadas. Revoltada, Bianca pede a um atleta popular da escola para ajudá-la a melhorar seu visual.





Sintuação: O filme tem tudo para ser aquela comédia ridícula da qual você quer passar longe, mas ele é fantástico. Ele é um filme teen que valoriza a inteligência do espectador, e é bem democrático - "não toma lados". Uma importante mensagem de autoestima muito bem construída, bem pouco moralista e nada piegas. A tensão sexual entre os personagens de Whitman e Amell são nítidas, e é construto da boa atuação dos dois. Robbie Amell entra como o exibicionista maravilhoso que também surpreende pela boa capacidade de atuação e profundidade do personagem. Um filme bonito, importante e bem-feito. Excelente escolha


ELIS

 Cantora desde a infância, Elis Regina entra na vida adulta deixando o Rio Grande do Sul para espalhar seu talento pelo Brasil, a partir do Rio de Janeiro. Em rápida ascensão, ela logo conquista uma legião de fãs, entre eles o famoso compositor e produtor Ronaldo Bôscoli, com quem acaba se casando. Estrela de TV, polêmica, intensa e briguenta, a "Pimentinha" não tarda a ser reconhecida como a maior voz do Brasil, em carreira marcada por altos e baixos.


Sintuação: Eu ouço Elis Regina (1945-1982) desde bem pequena...  Infelizmente, para a minha geração restou a sua biografia com musicas maravilhosas e algumas apresentações nos programas gravados soltos pelo Youtube. Um filme biográfico é uma maneira de imortalizar pessoas que foram maravilhosas na sua própria genialidade a idéia não foi colocar a quantidade de alcool exata que Elis bebeu na sua breve vida ou outras drogas... é um recorte dos melhores/piores momentos da sua vida.


A MENINA INDIGO


Sofia (Letícia Braga) é uma menina de sete anos com problemas no cotidiano escolar. Ela possui grande capacidade de aprendizado e uma incrível aptidão para as artes – especialmente a pintura –, mas não manifesta nenhum interesse pelas matérias ensinadas e encontra ainda menos estímulo para continuar a frequentar o modelo atual de ensino. 



Ela é filha de Ricardo (Murilo Rosa) e Luciana (Fernanda Machado), um casal divorciado e com um relacionamento complicado. Logo de início, o filme evidencia os dois problemas após uma crise no colégio onde a guria estuda. A pequena se tranca em uma sala de aula e pede a presença dos responsáveis para abrir a porta enquanto espalha litros de tinta pelo chão e pelas paredes. Após mais uma discussão entre os pais, ela pede para ir morar na casa do jornalista.

Sintuação: Esse foi o primeiro filme que vi em 2018! As crianças índigo são creditadas como especiais por alguns adeptos da parapsicologia. De acordo com os seguidores dessa crença, os pequenos dessa espécie foram enviados ao mundo com o objetivo de construir uma nova era da humanidade por possuírem habilidades especiais, como maior sensibilidade, profundo desenvolvimento de questões éticas e morais, habilidades sociais e capacidade de cura de doenças.  O enredo da história se torna envolvente com a quantidade de magia e cores que a Atriz mirim esbanja na sua interpretação.



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29 de dezembro de 2018

LADO MILLA AWARDS : Novelas do ano


No LADO MILLA AWARDS 2018  de hoje escreverei sobre as novelas que vi nesse ano. Nesse ano, usarei a lista cronologica do site Teladramaturgia juntamente com a minha humilde opinião enquanto telespectadora.


Deus salve o Rei




Idade Média. Na região de Cália, os reinos de Montemor e Artena vivem em paz há muito tempo. Até que algumas escolhas de seus monarcas e suas consequências interferem diretamente no curso da história. Afonso (Rômulo Estrela), príncipe herdeiro de Montemor, é um homem honrado, justo e que, desde criança, foi preparado para, um dia, assumir o trono. Exatamente o oposto de seu irmão caçula, o irresponsável e inconsequente Rodolfo (Johnny Massaro), que só pensa em aproveitar as mordomias de sua vida de príncipe. Os dois são netos da Rainha Crisélia (Rosamaria Murtinho), que está doente e percebe – a cada dia – a urgência de nominar um sucessor para seu reino, que naturalmente seria Afonso, o mais velho.

Artena, o reino vizinho, é governado pelo Rei Augusto (Marco Nanini), um homem sábio e benevolente, que tem em sua filha, a Princesa Catarina (Bruna Marquezine), sua sucessora. Mas ela, ao contrário do pai, tem planos ambiciosos para seu reino, e não medirá esforços para conquistar seus objetivos. Com esperança de que um dia as atitudes da filha mudem, Augusto procura um pretendente que consiga frear as rédeas de sua ambição. E encontra em Istvan, o Marquês de Córdona (Vinicius Calderoni), o homem ideal. Contra a vontade da filha, ele programa seu noivado. Até a chegada de Constantino, o ardiloso Duque de Vicenza, em quem Catarina encontra um forte aliado.

Montemor é um reino próspero, rico em minério de ferro, mas onde falta algo essencial para sua subsistência: água. Artena, por outro lado, tem este recurso em abundância. Um acordo vigente há muitos anos entre os dois reinos garante que o minério produzido em Montemor seja fornecido a Artena em troca de sua água. A morte de Crisélia abala perigosamente a paz até então mantida entre os dois reinos. Afonso logo deverá se tornar rei, mas o amor pela plebeia Amália (Marina Ruy Barbosa), de Artena, o faz abdicar do trono, entregando o posto a seu despreparado irmão, o que torna ainda mais delicadas as relações com o reino vizinho. E, neste momento, Catarina tem uma grande oportunidade de colocar em prática seus planos expansionistas.



Sintuação: Deus Salve o Rei foi uma das novelas mais pretensiosas já produzidas pela Globo. O risco era enorme e o investimento altíssimo. Abusou-se dos mais modernos recursos de computação gráfica e efeitos especiais, que resultaram em um verdadeiro show de exibicionismo técnico. Logicamente a ideia era mirar o público de séries com temática medieval, como Game of Thrones e Vikings, ainda em voga. E um público certo: o jovem. E de maneira premeditada: arregimentando os milhões de fãs que o trio Bruna Marquezine, Marina Ruy Barbosa e Tatá Werneck tem nas redes sociais – só no Instagram, juntas elas somavam quase 80 milhões de seguidores na época da finalização da novela.
Deus Salve o Rei seguiu uma linha soturna, na trama, na estética e na interpretação dos atores. Foi tudo vários tons acima: a empostação nas falas, a solenidade nos gestos, a sobriedade dos ambientes, a guerra e a peste na trama. Nem o alívio cômico escapou incólume: Tatá Werneck, Johnny Massaro e companhia não ousaram ultrapassar o humor comedido, mais sustentado em frases de efeito do que no pastelão. 

A novela, foi uma aposta que teria resultado em uma grande tragédia, não fosse a direção (da novela e da emissora) entender os caminhos equivocados e tomar rapidamente decisões para voltar atrás. O primeiro deles: a interpretação de Bruna Marquezine como a fria princesa Catarina, no início muito criticada pela postura e fala robóticas. Culpa da direção artística de Fabrício Mamberti, por seguir uma linha de interpretação teatral demais.Imediatamente a atriz foi orientada a mudar o tom e partir para uma interpretação mais naturalista, o que a fez dar a volta por cima e fez de Catarina uma das melhores personagens da novela.

Bruna não foi a única com interpretação acima do tom imposta pela direção: também Marco Nanini, com falas e gestual exageradamente solenes, Caio Blat, sempre de cara amarrada, e Rômulo Estrela, sussurrando a novela inteira. Rômulo seguiu até o fim, sussurrando, Caio deixou a produção, enquanto Nanini, depois de afastado um tempo, retornou com outro tom.
Marina Ruy Barbosa, como a outra protagonista, tinha em mãos uma personagem mais fácil. Talvez por Amália não ser nobre, a direção não tivesse exigido da atriz uma interpretação over.


Orgulho e paixão



Vale do Café, interior de São Paulo, início do século 20. Em uma sociedade onde o casamento é visto como o único futuro possível para uma jovem de boa família, Ofélia Benedito (Vera Holtz) tem muitos motivos para se preocupar. Na verdade, cinco: as cinco filhas solteiras. Apesar da reprovação do marido, Felisberto (Tato Gabus Mendes), a matriarca é capaz de fazer malabarismos e trapalhadas na busca de um bom partido para cada uma delas.

Jane (Pamela Tomé) é doce, tímida e introvertida. Quando cai de amores por alguém, é incapaz de manifestar suas paixões. Em contraste, Mariana (Chandelly Braz) é aventureira, romântica e não quer saber de casamento arranjado. A bela sonha em se encantar radicalmente pelo par ideal e se casar por amor. Já Cecília (Anaju Dorigon) vive no mundo da imaginação e da literatura. Ela é a mais caseira e está sempre cercada de livros. E Lídia (Bruna Griphão), a caçula, é o xodó da mamãe, a mais frívola, despachada e mimada das cinco irmãs. Sempre atrás de um pretendente, vive cometendo excessos, tanto na maquiagem quanto na vestimenta.

Quem não se encaixa nos padrões impostos pela mãe é Elisabeta (Nathalia Dill). A mais velha das irmãs Benedito é libertária e tem uma ousadia natural, que pode encantar ou afastar um possível pretendente. Seu comportamento é desaprovado por Ema Cavalcante (Agatha Moreira), que apesar de ser bem diferente de Elisabeta, é sua melhor amiga. Moça de família tradicional, Ema é a casamenteira oficial do Vale do Café. A chegada de dois rapazes solteiros e ricos à região é uma das razões que motivam Ema a oferecer um baile. Mas ela nem imagina que eles vieram tirar a paz do seu avô, o Barão de Ouro Verde (Ary Fontoura), e comprar-lhe o seu bem mais valioso: suas terras.

Darcy Williamson (Thiago Lacerda) é um homem imponente, com traços tão marcantes quanto sua personalidade. Nascido no Brasil, ele é filho de um industrial inglês que, ainda no Império, implantou estradas de ferro no país. Ele é sócio da mãe de Camilo Bittencourt (Maurício Destri), Julieta (Gabriela Duarte), uma mulher amargurada, marcada pelo passado, porém de muito sucesso nos negócios. A partir da morte do marido, ela ergueu um verdadeiro império com as próprias mãos, o que lhe rendeu o apelido de Rainha do Café. Para escoar a produção da matéria-prima de suas propriedades, ela conta com a expertise de Darcy, tornando essa parceria bem rentável para ambos.

Com e amizade de um irmão mais velho, Darcy cuida para que Camilo, um jovem de personalidade doce e amável, saia dos domínios de sua mãe. Assim que eles chegam ao baile de Ema, Camilo se encanta pela beleza de Jane. De outro lado, Darcy se sente intrigado com a presença marcante de Elisabeta. Em um duelo velado, os dois se testam em embates sinceros, deixando bem clara a personalidade de cada um. Esperando encontrar neste baile mulheres tediosas, Darcy fica surpreso com a presença vibrante desta jovem interiorana. O curso do relacionamento de Elizabeta e Darcy poderá ser decidido quando ele superar seu orgulho e ela se deixar levar pela paixão.


Sintuação: Orgulho e Paixão foi baseada na obra da escritora inglesa Jane Austen (1775-1817). Bernstein, comentou sobre essa inspiração:“A novela tem seus personagens inspirados no universo da autora inglesa. E dentro do raciocínio de trazer essa linguagem da literatura para a dramaturgia, eu comecei a pensar de quais obras da Jane Austen eu poderia beber na fonte. Pensei logo em Orgulho e Preconceito, que foi a primeira grande trama que eu busquei como ponto de partida para contar essa história. 

A partir da trama da mãe que busca casar as cinco filhas, de Orgulho e Preconceito, eu pude me permitir criar da minha maneira. Duas das cinco filhas são personagens de outro romance da escritora. Mariana e Cecília foram inspiradas em Razão e Sensibilidade e Abadia de Northanger, respectivamente. Temos também a personagem da Susana, que me inspirei em um breve romance da Jane, chamado Lady Susan, que é uma mulher misteriosa e ardilosa, tudo a ver com a nossa vilã. Para trazer um clima de mistério à novela, eu incluí também o ambiente da mansão A Abadia de Northanger. A governanta é Fani (Tammy di Calafiori), que vem apresentando esse suspense, e também elementos da novela Mansfield Park, que é um dos meus ingredientes em Orgulho e Paixão.” 

Na minha humilde opinião, Orgulho e Paixão foi uma das novelas mais gostosinhas de se ver nessa faixa de horário de novelas de época.


Onde nascem os fortes

Os irmãos gêmeos Maria (Alice Wegmann) e Nonato (Marco Pigossi) fazem juntos uma viagem à cidade de Sertão, terra natal da mãe deles, a engenheira química Cássia (Patricia Pillar), em busca de novas trilhas de mountain-bike. A aventura mudará suas vidas para sempre. Maria se apaixona pelo jovem paleontólogo Hermano (Gabriel Leone), filho de Rosinete (Debora Bloch) e Pedro Gouveia (Alexandre Nero) – conhecido como ‘O Rei de Sertão’ -, dono da maior fábrica de bentonita da região. Nonato desaparece sem deixar rastros após flertar justamente com a funcionária e amante de Pedro, a sedutora Joana (Maeve Jinkings).

Sintuação: Onde Nascem os Fortes foi o quinto trabalho do roteirista George Moura e do diretor José Luiz Villamarim nesta década. Juntos, eles fizeram as minisséries O Canto da Sereia (2013) e Amores Roubados (2014) e a novela O Rebu (2014) – também assinados por Sérgio Goldenberg, parceiro de Moura em Onde Nascem os Fortes – e o filme Redemoinho (2016). Moura afirmou que este é um dos trabalhos mais viscerais que a dupla já realizou.

Com reviravoltas na história, ótimos ganchos costurando os episódios, poucos núcleos, ambientes e personagens em uma trama condensada, e tramas e personagens densos, Onde Nascem os Fortes não deixou nada a desejar – em narrativa ou produção – às melhores séries estrangeiras. Ainda que calcada no folhetim (existe algo mais folhetinesco que dúvida de paternidade?), a supersérie se afastou da novela, como gênero, e se aproximou da série, como narrativa. Mas nem mesmo a audiência pouco representativa tirou o brilhantismo do projeto e o resultado final.


Depois da primeira semana de apresentação da história, Onde Nascem os Fortes passou quatro semanas com a trama girando em círculos. Com poucos núcleos, a supersérie limitou-se à caçada da polícia a Maria (Alice Wegmann) e pouco da trama avançou. Foi o período de menor audiência do programa (15, 16 pontos no Ibope da Grande São Paulo), agravada pelo horário ingrato na grade na Globo, tarde da noite e sem hora fixa diariamente para começar. Com a Copa do Mundo da Rússia, a supersérie passou a ser exibida após a novela das 9 (Segundo Sol) e a audiência subiu enquanto a trama ganhava mais agilidade. A supersérie fechou com uma média geral em torno dos 18 pontos. No último mês de exibição, a média foi de 20 pontos (21 nas duas últimas semanas).

A primeira vista, essa série não me chamou atenção... Tanto pela faixa de horário ser muito tarde quanto pelo enredo da história ser bastante cansativa....

Segundo Sol


Na década de 1990, Beto Falcão (Emilio Dantas) fez fama como cantor de axé. Mas há anos caiu no ostracismo. A namorada arrivista, Karola (Deborah Secco), se mostra impaciente com a sua falta de perspectiva para o futuro e a relação dos dois estremece. Beto ainda lida com as dívidas contraídas por Remy (Vladimir Brichta), o irmão administrador de sua carreira. O cantor aceita fazer uma apresentação em Aracaju, mas perde o voo. O avião em que iria embarcar cai no mar e Beto é dado como morto.


Sintuação: O prêmio de Manoel Carlos do ano vaai para (Aquele autor promessa que no ultimo trabalho deixou a desejar.)... o autor João Emanuel Carneiro optou pelo caminho mais fácil. A novela foi a mais irregular de sua autoria. Nada de recursos sofisticados, reviravoltas mirabolantes e ganchos surpreendentes, vistos em A Favorita, Avenida Brasil e A Regra do Jogo (seus trabalhos anteriores). Segundo Sol não poupou o público de clichês e entrechos batidos, repetições de fórmulas, personagens fragilmente construídos, que agiam conforme a necessidade do roteiro, e soluções pouco engenhosas em uma narrativa que em momento algum se dispôs a desafiar o telespectador. A mais preguiçosa novela do autor.

A produção começou provocando auê. A Salvador contemporânea como cenário, a estética solar, o revival da música axé dos anos 1990 e o ótimo sotaque na boca da maioria dos atores chamaram a atenção e fisgaram o público de imediato. O elenco bem escalado (a maior qualidade da novela) também surpreendeu. Mas foi fogo de palha. As críticas foram inevitáveis diante de furos de roteiro e uma história que foi ficando cada vez mais difícil de engolir.


As novelas as aventuras de poliana, o tempo não para e espelho da vida ainda estão no ar.Essas novelas, estrarão na Retrospectiva de 2019.




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27 de dezembro de 2018

LADO MILLA AWARDS: Séries que assisti em 2018


No LADO MILLA AWARDS 2018. de hoje escreverei sobre as séries que assisti ou terminei de assistir esse ano. E falaremos sobre as Séries que conquistaram ou não o meu coração.



FRIEND´S 



A primeira temporada introduz os seis personagens principais: Rachel, Monica, Phoebe, Joey, Chandler e Ross. Rachel chega no Central Perk, após deixar seu noivo Barry no altar e se mudar para o apartamento de Mônica. Ross tenta constantemente dizer a Rachel que a ama, enquanto sua ex-esposa lésbica, Carol, está esperando seu bebê. Joey é apresentado como um ator lutando por seu espaço, enquanto Phoebe trabalha como massagista. Chandler termina com namorada Janice (Maggie Wheeler), que frequentemente retorna em outros episódios. No final da temporada, Chandler acidentalmente revela que Ross ama Rachel, que percebe que ela se sente da mesma maneira.

 Sintuação: Quando eu escrevi o post Aquele com os primeiros episódios do Friends eu tive a sensação que eu era a unica pessoa na face da terra que não tinha maratonado a série ainda (...) Quando eu assisti os primeiros quinze episódios da 1° temporada de Friends. Eu tive aquela estranha sensação: 
Por Que eu não vi essa série antes?

Claro, Gilmore Girls vai continuar sendo a série da minha vida e O.C e Gossip Girl vai ser sempre as primeiras séries que fiz maratona na Netflix... e começei a perceber que não daria mais pra ficar sem a Rachel e o Ross. A Mônica e o Chandler. A Phoebe. O Joey. Aquele grupo de amigos (im)perfeitos que me fazem companhia nos fins de semanas mais solitários.


LA CASA DE PAPEL

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Um homem misterioso que atende pelo nome de El Profesor ("Professor"), está planejando o maior assalto do século. A fim de realizar o ambicioso plano ele recruta oito pessoas com certas habilidades e que não têm nada a perder. O objetivo é se infiltrar na Casa da Moeda, de modo que eles possam imprimir 2,4 bilhões de euros. Para fazer isso eles precisam de onze dias de reclusão, durante os quais vão ter que lidar com sessenta e sete reféns e as forças da Polícia de elite, com cenas de muita ação e planos brilhantes de El Profesor, que acaba se apaixonando pela policial que está encarregada no caso do assalto a casa da moeda.

Sintuação:  Foi a primeira série que eu consegui fazer a minha mãe maratonar. Eu considero la Casa de Papel a melhor série do ano pretendia escrever uma resenha na época, mas acabei esquecendo... 


ELITE


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Três jovens amigos - Samuel (Itzan Escamilla), Nadia (Mina El Hammani) e Christian (Miguel Herrán) - recebem bolsas de estudo de uma construtora após um colapso sofrido na sua escola anterior devido a obras mal feitas. Sua nova escola é Las Encinas, um instituto de prestígio na Espanha, onde as pessoas de elite do país enviam seus filhos para estudar. No Las Encinas, os três conhecem os ricos irmãos Marina (María Pedraza) e Guzmán (Miguel Bernardeau), cujo pai controla a construtora culpada pelo colapso do telhado de sua antiga escola, o casal aristocrático Polo (Álvaro Rico) e Carla (Ester Expósito). A namorada casual de Guzman, Lu (Danna Paola), e o filho da diretora da escola, Ander (Arón Piper). O irmão de Samuel, recém-saído da prisão Nano (Jaime Lorente), e o irmão de Nadia, Omar (Omar Ayuso), logo se envolvem também no choque de estilos de vida, ressentimentos, inveja e atração sexual.

Através de uma série de cenas de flashforward, começando com a abertura do primeiro episódio, é mostrado ao público que as histórias que se desdobram de um choque de estilos de vida de alguma forma levaram a um assassinato. Essas cenas instantâneas, espalhadas pela narrativa principal, são da investigação policial inicial do crime e dos interrogatórios dos personagens principais, cujas respostas e evasivas destacam aspectos das histórias que levaram ao assassinato.

Sintuação: As cenas de flashforward me confundiram enquanto telespectadora precisei ver a série pela segunda vez para entender o desfecho da série. A investigação policial inicial do crime e dos interrogatórios dos personagens principais transforma a narrativa cansativa.

13 REASONS WHY

Eu assisti a 2° temporada de 13 Reasons Why lançada em 18 de maio de 2018. A temporada começa cinco meses depois que Hannah Baker se matou e onde a primeira temporada terminou.

Hanna e Jéssica não foram as unicas que foram estupradas por Bryce... Vimos uma Jéssica assustada com a possibilidade de ser intimada a depor... Vimos como as meninas são tratadas em uma sociedade completamente machista. Vimos um Justin destruído em uma cracolândia... E o crescimento de uma amizade bacana com o Clay muito diferente da amizade muitas vezes tóxica que ele tinha com o Bryce.  O  Bryce...  Vimos um Flashback do inicio da amizade do Justin  com Bryce e o porque transformaram-se nessas pessoas desprezível
Fiquei confusa com uma tentativa de homicídio ou tentativa de suicídio do Alex que não ficou muito claro o real motivo na 1° temporada... Vimos o outro lado da história não somente da Hanna Backer e isso foi muito bacana no desenrolar da série. 
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Depois de anos sendo perseguidas e intimidadas pelo misterioso "A" - primeiro, a original "A"; mais tarde pela grande "A"; E agora por seu mais novo atormentador "A.D." - Aria, Spencer, Hanna, Emily e Alison estão desesperadas para terminar o jogo antes que ele acabe com elas e dar um fim nisso de uma vez por todas. Hanna está assustada depois de seu sequestro, Aria é assombrada pelo passado de Ezra, Spencer toma uma decisão impulsiva, a vida de Ali está por um fio, e Emily busca conforto em uma ex. Essa temporada cheia de voltas ao lar e reuniões é a mais fatal e mais romântica até agora. Os transtornos românticos envolvem "Ezria", "Spaleb" e "Haleb", enquanto a lista de suspeitos para "Uber A" está crescendo. Depois de terem cometido o maior erro de suas vidas, as mentirosas se juntam para descobrir respostas – incluindo quem matou Jessica e Charlotte DiLaurentis – na jornada para a pergunta final: quem, por Deus, é "A.D."? Mentiras passadas e segredos sujos vêm à tona nos últimos episódios da série de suspense esmagador que transformou entretenimento, moda e fãs.

Sintuação: Eu escrevi aqui, que eu não estava muuuuito afim de ver a 7 temporada de PPL. Porém, eu adoro morder a lingua nessa vida... Achei que a 6° série conseguiu fechar muito bem todas o suspense em torno de -A. Adoro a Spencer. Mas, achei forçado em transformar ela em protagonista. A critica que fiz sobre o protagonismo de Sasha Pieterse nas primeiras temporadas se dá, pelos flashbacks quando era "abelha rainha" na escola e quando causava na pequena cidade de Rosewood e pelas memórias que o grupo de amigas compartilham. Com o retorno de Alison o telespectador fica um pouco confuso... com uma Alison assustada e um possível rendimento das suas maldades de quando era uma garota popular (A protagonista não convence parece estar sempre mentindo... ).

STRANGER THINGS
(2.ª temporada)

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Quase um ano após os eventos do desaparecimento de Will, uma menina psíquica com uma tatuagem idêntica à de Onze, marcando-a como "008", está trabalhando como parte de uma quadrilha criminosa em Pittsburgh. De volta à Hawkins, Will, Mike, Dustin e Lucas conhecem uma nova garota na escola, Maxine ("Max"), que imediatamente percebe o interesse de Dustin e Lucas, enquanto seu irmão mais velho, Billy, contraria Steve. Mike e Nancy ainda estão lidando com as perdas de Onze e Barb, respectivamente. Will esteve passando por "episódios", alucinações do Mundo Invertido, que apresentam visões de uma enorme criatura com tentáculos. Joyce e Hopper levam Will para ser visto no laboratório pelo novo cientista, o Dr. Owens. Mais tarde, Hopper vai para casa em uma cabana na floresta, onde mora com Onze, que é revelada ainda estar viva.

Sintuação: Confesso que, sou uma maratonista de série Nutella esperar um ano para as proximas temporadas é muita ansiedade para alguém como eu...
INSATIABLE
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é uma série de televisão norte-americana original Netflix de humor negro, criada por Lauren Gussis. A série centra-se em Bob, um desonrado e insatisfeito advogado civil que se transformou em treinador de concurso de beleza e que assume Patty, uma adolescente vingativa e intimidada como sua cliente, e não tem ideia do que está prestes a desencadear no mundo.

Sintuação: Sou fã da atriz Debby Rian desde os seriados que ela fez na Disney... e assisti essa série justamente por isso. A série INSATIABLE é um deserviço a sociedade maquiado de "humor negro". Embora alguns atores fosse bons o enredo é bastante fraco...

SUPER DRAGS

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Três colegas de trabalho levam vidas duplas como funcionários em uma loja de departamentos e drag queens super-heroinas. Elas combatem o crime e outras forças como uma Drag malvada e um político conservador.

Sintuação: Eu ainda não entendi o propósito dessa série... Uma versão LACRE das meninas super poderosas que não lacrou...







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