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26 de dezembro de 2018

LADO MILLA AWARDS 2018.



Nesse ano, a Retrospectiva do ano vai ser a amiga aqui,"escrevendo pelos cotovelos" as listas de melhores (ou não) do ano. Com a minha opinião não solicitada sobre uma diversa gama de assuntos também já é tradição, declaro abertas oficial e solenemente as celebrações do:

LADO MILLA AWARDS 2018

Nunca na história desse blog eu escrevi TANTO sobre as séries, musicas, novelas e filmes que assisti nesse ano de 2018.... O Fechamento vai ser uma Retrospectiva pessoal desse ano louco de 2018.


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25 de dezembro de 2018

#25. Feliz Natal!

"E, entrando na casa, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro, incenso e mirra". 
Mateus 2:11


Há mais de 2 mil anos, uma mulher dava à luz a um menino dentro de um estábulo. Sem doula, sem pré natal, sem ácido fólico ou ultrassom 3D com doppler. Não teve chá de bebê, não teve um quarto lindo e sonhado pelos pais, nem lembrancinha de maternidade. Maria não escolheu entre um berço evolutivo, montessori ou americano. O nascimento mais importante da história aconteceu durante uma viagem. Não havia lugar pra Jesus onde José e Maria estavam, então o primeiro bercinho foi uma manjedoura. Vocês sabem o que é isso? É um local onde se armazena comida para o gado.
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E sabe porque o Natal é tão especial? Porque foi nesse dia (e não importa qual seja a data) que uma promessa se cumpriu! Foi nesse dia que nasceu a família mais descontruída de seu tempo. Maria e José hoje me fazem refletir sobre como às vezes Deus nos escolhe para missões radicais. Maria e José, até então duas pessoas comuns, foram escolhidos para viver o extraordinário.
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O que aconteceu naquela noite foi mágico! Uma mulher, anos-luz à frente do seu tempo, recebeu uma missão e se comprometeu com ela. Um homem, que mesmo com todos os motivos do mundo pra fugir de uma paternidade duvidosa (quem não duvidaria de uma história dessa? vamos ser sinceros!) - e não podemos dizer que ele não pensou nisso - ficou e formou uma família que muda pra sempre a nossa história.
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Juntos e sozinhos naquela noite escura, sem qualquer curso preparatório para futuros pais, eles trouxeram ao mundo o ser humano mais esperado desde o início dos tempos. Um ser humano que já nasceu caçado por um reino de inveja e vaidade, mas que mesmo sobrevivendo a isso, já estava marcado para morrer por amor.
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A história do Natal tem muitas lições em uma só. Hoje, quando parei pra pensar sobre o que aconteceu naquela noite e escrever isso aqui, decidi definitivamente em que família devo me inspirar para construir a minha!
 

Autor: Desconhecido


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24 de dezembro de 2018

#24. Guia conversacional para garantir a sobrevivência nas festas de fim de ano


Observando os blogs que encerraram os trabalhos faz tempo. Mas, estão aqui nessa Blogosfera maluca... Me deparei com O Guia conversacional para as festas de fim de ano  que é um texto que a Anna Vitória do So Contagious escreveu em 2015. Porém, encaixa-se perfeitamente nesse ano politico as avessas.

Antes de prosseguirmos as comemorações e as retrospectivas de final de ano queria bater um papo com vocês. Devido aos acontecimentos políticos do ano, tenho percebido as pessoas mais desesperadas do que de costume com a perspectiva das festas de família e confraternizações diversas que marcam o fim de ano. Porque família é aquela história: não importa de que lado você esteja, sempre tem um tio, uma tia, o avô, a mãe ou o irmão que vai discordar de você. O mesmo vale para colegas de trabalho, amigos dos seus pais ou qualquer um que se encaixe naquele grupo de pessoas com quem você é obrigado a interagir de vez em quando e manter as aparências. 

Sempre vai ter alguém pra discordar de você de forma bem desagradável, seja baseando suas opiniões em dados recebidos via correntes do Whatsapp ou simplesmente defendendo com muita convicção uma coisa que vai diretamente contra algo que você defende com igual convicção. Além dos debates indesejáveis, essa época também é cheia daquilo que considero minha nêmesis pessoal: as perguntinhas. E os namoradinho? E os empreguinho? E as criancinha? E os futurinho? São aquelas perguntas que se faz para puxar assunto, mas que são carregadas de cobrança velada. Eu gosto de acreditar que muita gente é só sem assunto mesmo e não faz ideia de como uma pergunta do tipo pode deixar desconfortável alguém que ainda não tem a vida toda no lugar (tipo, TODO MUNDO), mas isso não muda o fato de que são questionamentos que, sim, deixam muito desconfortável uma pessoa que ainda não tem a vida toda no lugar, porque de acordo com os padrões da Sociedade a gente nunca vai ser suficiente e sempre vai existir algo para estar fora do lugar.


O nome disso é vida em sociedade. Seja bem-vindo. Às vezes é uma bosta.
Pensando nisso, vim compartilhar com vocês algumas habilidades que fui adquirindo ao longo de anos de convivência em uma família que, de um lado, diverge de basicamente todos os meus posicionamentos políticos, e, de outro, não convive comigo o suficiente para ter algo mais interessante para perguntar do que sobre meus namoradinhos, meus empreguinhos, e meu futurinho - que nunca parecem bons o bastante. Apesar disso, são boas pessoas, ótimas até, gente que eu respeito e gosto o suficiente para não querer discutir, brigar, apontar dedo e cortar laços. Sendo assim, é preciso encontrar um ponto de equilíbrio para c o n v i v e r (ao fundo, Imagine, do John Lennon, começa a tocar) ou simplesmente manter a sanidade mental.


Esse guia não é para pessoas que querem mudar o mundo. Esse guia é para pessoas que querem dois minutos de paz e tranquilidade na vida, porque é Natal e isso tem que servir para alguma coisa. Nós vamos mudar o mundo eventualmente, mas depois do carnaval, por favor, que 2018 não perdoou ninguém.
  • 1) Vale a pena discutir?



Na maioria das vezes, não. Antes de estralar os dedos, suspirar, e mandar aquele mas eu acho muito engraçado que... coloque a mão na consciência e pense se esse argumento exaltado vai te levar para algum lugar. Vá além: pense se essa conversa vai levar vocês pra algum lugar bom, porque a maioria dos debates acalorados na mesa de almoço só leva para uma discussão sem fim em que ninguém quer realmente discutir, mas sim provar a todo custo que se está certo. É manjado, é brega, mas às vezes é real: você prefere ser feliz ou ter razão? Amigo, se você prefere ter razão vai fundo, mas eu só quero comer minha farofinha e assistir o especial do Roberto Carlos em paz. Por isso, sou uma fiel usuária da técnica do hahaha verdade, verdade.

Segue explicação:

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  • 2) Sorria e acene 


Outra técnica que uso bastante é a do sorrir e acenar. Mais do que implicar que você precisa necessariamente sorrir e acenar (dependendo da situação pode ser meio estranho), ela sugere que você apenas não esboce reação alguma enquanto ouve barbaridades mil. Foi assim que eu agi, por exemplo, Quando fui almoçar com a minha mãe e a amiga da minha mãe que era A DONA DA RAZÃO começava me dar broncas disfarçada em conselhos.  Na ultima vez, Eu sorri, assenti educadamente sem dizer nada. Se seu interlocutor for muito equivocado e realmente te tirar do sério, experimente revirar os olhos discretamente ou deixar claro no seu semblante como você está desconfortável com aquela conversa, mas por um bem maior prefere manter as aparências (vide passo número 1).


Caso ajude, em momentos assim costumo cantar mentalmente: Ananda, Joker Beats - Quero Que Tu Vá, Lily Allen- Fuck You (Very Much) 


hahahahahah não 



  • 3) Tenha uma resposta automática padrão


Quando questionada sobre os namoradinho, os empreguinho, e os futurinho, principalmente sobre os dois últimos, tenha uma resposta padrão para dar para todas as pessoas, mesmo que ela não seja necessariamente verdadeira.Veja bem, estou passando por esse período dramático na vida que é o fim da faculdade e a completa incerteza sobre o futuro. 

Não é como se eu não soubesse o que eu quero fazer, meu problema é que eu quero fazer muitas coisas, o que me transforma num grande clichê da minha geração. Eu não quero explicar isso para as pessoas, até porque a maioria delas não está realmente interessada e eu não sou obrigada. A única coisa boa de ter que responder perguntas de quem não está interessado e não se importa é que eles se contentam com o mínimo, então basta dizer alguma coisa pouco específica como estou pensando em fazer mestrado, que é o que eu tenho adotado. 

Com os ex-BBBs e as subcelebridades aprendemos os já icônicos estou avaliando propostas e estou com uns projetos, mas corre-se o risco da pessoa ser curiosa e você se enrolar no próprio truque. O segredo é ser genérico e breve, e se mesmo com suas reticências ao abordar o assunto a pessoa insistir em opinar sobre sua vida, volte o passo número 2. Sorria, acene e espere passar.

É bom lembrar que algumas pessoas estão realmente interessadas na sua resposta para essa pergunta, seja porque elas gostam de você ou porque querem ajudar. Tenha sabedoria de distingui-las das outras e não tenha medo de ser sincero se se sentir à vontade. Pode responder que vai acordar dia 4 de janeiro e chorar. Pode dizer que não faz ideia. Pode dizer em voz alta que vai escrever um livro, prestar concurso, ou tentar uma pós em Harvard. Se a pessoa gosta de você, ela pode te arrumar um contato, um bom conselho ou genuinamente te desejar boa sorte, do fundo do coração. Esse suporte é importante, saiba aproveitá-lo. Mas, na minha experiência, as pessoas que realmente importam ou se importam sabem que o assunto é delicado e encontram jeitos melhores de abordá-lo do que entre uma garfada ou outra de peru.
  • 4) Mude de assunto


  • Diante de qualquer assunto sobre o qual você não deseja conversar ou ouvir, lance mão desse combinado que preparei especialmente para meus queridos leitores: hahahah verdade, verdade + sorriso + aceno + NOVO ASSUNTO. Não sabe sobre o que conversar?

  1. A festa de fim de ano dos políticos. Discorrer sobre todos os momentos preciosos dessa confraternização é algo que desconhece fronteiras partidárias, porque o absurdo de tudo precede qualquer convicção e você ainda vai estar trazendo o tema de política para a mesa, provando que é muito mais do que um rostinho jovem e alienado que sempre desvia de conversas espinhosas;
  2. O Corinthians. Por experiência própria eu garanto: as pessoas SEMPRE têm algo a dizer sobre o Corinthians, independentemente do time ou até mesmo se elas se importam ou não com futebol. Soltar aquele Rapaz, mas e o Corinthians, hein? salva qualquer conversa. Eu tenho um colega de trabalho que é super meu parça sendo que todo nosso relacionamento é baseado em mas e o Corinthians, hein? e seus desdobramentos. 
  3. Novela. De novo, as pessoas SEMPRE têm algo a dizer sobre novela. Só desaconselho se sua família for do tipo bastião da alta cultura e começar a entrar numa conversa chata sobre a precarização da TV. Evite;
  4. A comida. Nossa, mas esse salpicão está um espetáculo, tia, a maionese foi feita em casa? Pronto, mudou de assunto e ainda puxou saco da anfitriã, mostrando como você é uma pessoa educada;
  5. Qualquer coisa profundamente desinteressante: uma vez estava visitando uns parentes distantes e eventualmente o assunto chegou em mim. Eu realmente não gosto de ser o centro das atenções, odeio falar sobre minha vida pessoal com pessoas que não conheço direito e estava numa fase ruim onde realmente não tinha nada de bom pra dizer sobre mim mesma. Então falei que tinha descoberto um editor de textos excelente e estava adorando usar. As pessoas provavelmente pensaram: coitadinha, que menina patética, por favor cale a boca. Elas sorriram e acenaram e não me perguntaram mais nada pelo resto do dia. Recomendo.

  • 5) Saia à francesa


Em ocasiões sociais, acho muito importante ter para onde fugir. Pessoa ansiosa e introvertida como sou, já chego nos ambientes caçando lugares ou pessoas que podem ser meu refúgio pessoal quando as coisas ficarem insustentáveis. A cozinha costuma ser a melhor opção: além de poder beliscar, a cozinha é conhecida universalmente como o lugar que as pessoas sempre procuram quando precisam de um tempo ou onde se escondem para falar mal umas das outras. Além disso, sempre precisam de ajuda na cozinha. Se não estiver confortável na festa, entre na cozinha se oferecendo para lavar alguma coisa, cortar cebolas ou qualquer coisa do tipo. Eu costumo passar o Natal limpando o fogão e recomendo muito. Outra opção é a mesa das crianças. Sempre tem uma mesa das crianças e sempre falta espaço na mesa dos adultos e alguém precisa ir pro sacrifício. Seja essa pessoa e passe o resto da noite conversando com sua prima pré-adolescente sobre One Direction, com seu primo sobre o último filme da Marvel ou cuidando de algum bebê. Só não recomendo, claro, se você detesta crianças mais do que detesta os adultos. 

Por fim, para encerrar qualquer conversa desagradável, saiba sair pela tangente. Concorde, sorria, acene e peça licença pra ir no banheiro, finja que seu celular tocou ou lance mão do clássico, porém eterno: parece que tem alguém me chamando ali na cozinha, já volto.

quem nunca né
De resto, respire fundo e espere passar. Lembre-se sempre de que você não é obrigado a nada, é só uma noite na sua vida e que aqueles que gostam de você e se importam de verdade provavelmente são os mesmos que respeitam suas opiniões e decisões, ainda que não concordem com elas, e não são aqueles que vão te deixar com vontade de levantar a voz ou chorar no banheiro. Abstraia, respire fundo e pensa que agora só ano que vem.

Boas festas!



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23 de dezembro de 2018

#23. [TOUR FOTOGRÁFICO] O meu Bullet Journal em 2018


Conheci a idéia de Bullet Journal em Julho/2018... Depois de muitas agendas esquecidas... Bloquinhos e folhas aleatórias perdidas ou no lixo. O BuJo entrou na minha vida como algo mais leve... Hoje, o bullet journal se tornou algo essencial para eu poder me organizar diariamente.

A minha mãe ganhou uma caderneta de presente e também era pautado os cadernos pautados funcionam para mim e isso funciona de uma maneira que deixa organizado e manter os meus textos em linhas retas... A letra é aquela de menina do fundamental quando não é aqueles garranchos indecifráveis quanto mais rápido eu escrevo pior! Aprendi a decorar as folhas de uma forma simples estou lidando melhor com as minhas "frustrações artísticas" e visitando menos o pinterest e as suas perfeições.


Depois de perceber que essa história de Bullet Journal estava dando certo e que até a professora da minha pós-graduação estava aderindo ao Bujo até no processo terapêutico. Eu acabei inve$tindo: em um caderno A5 com capa dura e decorada com o tema Frida Khalo, com follhas pautadas, canetas simples que uso também na Pós-graduação. Comprei também, uma caixinha com 3 rolos de washitape,s pois, estavam bastante baratos, na livraria da minha cidade e estou aprendendo a decorar as folhas com esses durex decorados... Os adesivos, são da época dos cadernos da faculdade e estou usando para decorar as folhas do meu Bujo.


... Para o mês de agosto, que foi basicamente uma fase de testes do que funciona ou não para mim. Resolvi que o tema seria Filtro dos Sonhos, depois de desenhar e pintar com lápis de cor acabei não gostando muito do resultado.


O Tema do mês de Agosto foi 101 Dálmatas. Encontrei os adesivos antigos do 101 Dálmatas que era um dos filmes animados que mais amo no mundo. Cachorros é o meu ponto fraco...


A página "Favoritos de Agosto" foi a que mais gostei de escrever e decorar por causa de tantas coisas bacanas que aconteceram no mês.


Esse foi o meu Layout preferido e a organização do mês de Setembro! O tema desse mês foi Setembro Amarelo as cores escolhidas para a decoração foram: Laranja, marrom, verde e amarelo.


Nesse mês, eu arrumei semanalmente o meu Bullet Journal.
Uma das minhas grandes dificuldades do mês anterior foi ter organizado o mês inteiro. Fiquei com medo de não dar conta... E isso tirou a minha liberdade de criar do Bullet Journal.


Na segunda semana, a palavra GRATIDÃO estava berrando na minha cabeça... Ainda está. A novidade desse mês são as colagens... A saudade do verão estava bastante explicita nas minhas colagens né? 


O tema do mês de Outubro foi HALOWEEN, as cores escolhidas para a decoração foram: roxo, marrom e laranja.


Na segunda semana, eu me inspirei nas páginas do instagram sobre Bullet Journal . As cores que predominou nessa semana foram laranja e o preto que foi a cor que desenhei os fantasminhas...


Esqueci sobre o feriado do dia das crianças e acabei fazendo uma semana temática da Turma da Mônica. Aquela semana foi mais Journal do que Bullet. Pois, teve um final de semana de pós-graduação em Arte-Terapia bastante acalorado... Comecei um Voluntariado! a primeira vista diferente de tudo que eu já fiz e isso tem me dado um gás diferente nesses últimos dois meses...

O tema do mês de Novembro foi o CVV com os desenhos de balão de fala do slogan. O CVV foi Fundado em São Paulo em 1962, o Centro de Valorização da Vida é uma associação civil sem fins lucrativos, filantrópica, reconhecida como de Utilidade Pública Federal em 1973, mantenedora e responsável pelo Programa CVV de Valorização da Vida e Prevenção do Suicídio, desenvolvido pelos Postos do CVV em todo o Brasil.


Eu comecei a desenhar os balões de fala com a caneta azul e ficou um pouco torto pois, eu não quis usar régua. Os contornos coloridos foram feitos com giz de cera.


No final do mês eu fui viajar! O "para viajar" é uma forma didática que encontrei para organizar a minha mala de roupas/ mala de mão.



Observação: A decoração do mês de Dezembro no meu Bullet Journal está praticamente pronto....  Porém, o mês ainda não acabou pretendo me organizar  ainda na primeira semana do mês de Janeiro de 2019 para lançar os posts de bullet journal do mês.




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22 de dezembro de 2018

#22. Pijama mistico: A velha e o fósforo....


Olhando os arquivos do meu Blog eu me deparo com esse texto foi lido em um antigo pijama mistico " na extinta rede Atlantida). Falei que não ia mais falar sobre amor e sobre a ideologia que o sentimento carrega mas sei lá, é bom sentir todos os movimentos dos sentidos do corpo que esse nome carrega.


Quando eu era criança tinha uma mulher velha que jogava um palito de fósforo aceso no café e via o futuro na mancha que fazia quando o palito apagava.

Uma vez eu tomei um fora na escola e chorei em casa.

A velha jogou o fósforo

Falou que era amor.
No dia seguinte foi a mesma merda.
Botei a culpa na velha.
Depois com o tempo descobri que o problema era o café.
Porque café não tem nada a ver com amor.
Café desce rasgando e te deixa ligado.

Amor não.
Amor é tipo leite.
Tem prazo de validade curto e azeda muito rápido.
E longa vida tem conservante.
Uma mentira embalada.
Só parece seguro porque está em uma caixinha.
Depois que abre é igual a qualquer outro.
Não sei como chorei por aquele ridículo da escola.
Ele era horrível.

Amor é tipo isso, derivado de leite com embalagem bonita na geladeira do mercado.
Você quer muito, as vezes fica doente de vontade, mas depois que bebe vê que nem foi tudo aquilo.
E sem as embalagens, no fundo, danone, queijo, manteiga... é tudo a mesma merda.Fica lá em você boiando até sumir.


Teu corpo absorve o bom.
E o ruim vai embora.



Everton Cunha (Mr Pi)




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21 de dezembro de 2018

#21. 3° SEMANA: BLOGAGEM ESPECIAL DE FINAL DE ANO

  • E chegamos atrasados na 3° semana da Blogagem Especial de Final de Ano.Esses dias foram cheios de resultados das espectativas da semana passada. Finalmente, entrei no trabalho voluntário que eu estou muito afim de fazer; As aulas de pós-graduação que me deixaram com os nervos a flor da pele finalmente engrenou de uma maneira surpreendente que ainda irei escrever sobre isso.

  • LINKS DA SEMANA

  • #20. Discografia de 2018 Nesse ano, eu escreverei sobre as musicas que eu ouvi de acordo com a minha Playlist de 2018 do Spotify.  O que é bastante irônico. Pois, a ironia começa no título desse texto "Discografia de 2018". Ouvir musicas no modo aleatório no Spotify ainda me parece algo muito moderno para uma pessoa da geração 80-90, que colecionavam CDs dos musicos e das bandas preferidas e colocava para tocar no Disckman (lembram?).  


  • 19. Sobre as madrugadas que sinto falta... É nas madrugadas assim que eu mais sinto falta daquele radialista, se eu fechar os olhos parece que eu ainda consigo escutar a sua voz grave e aveludada, alimentando o imaginário de todos que como eu, seguia os seus pensamentos pela madrugada adentro (...) Sobre saudades de ouvir rádio de madrugada.
  • #18. Retrospectiva: Novelas que terminaram no 1° s... O primeiro semestre de 2018 continuou sendo meses estranhos... Com a programação do canal aberto do ano passado. O ano de 2017 foi um ano tão estranho que tive uma dificuldade extrema de elencar tudo que assisti ao longo daqueles 12 meses.
  • #17 Sobre as minhas coleções...  Eu comecei a colecionar Bottons-literários em 2013. Já falei sobre elas aqui no blog, onde falo sobre os eventos da Intrínseca por isso não vou me prolongar muito. Atualmente, eu tenho 26 bottons que ficam guardados nessa lata.
#16. A Noite do Rei - Rafael Malenotti  Quando eu nem tinha planos em criar um "Diário de Chalaça´s" para escrever sobre os shows que vou com uma certa frequência... Eu escrevi um relato emocionante sobre A Noite do Rei - Em que Rafael Malenotti & Banda fazem uma re-leitura das musicas do Roberto Carlos. No blog anterior, eu escrevi um relato emocionante na época, e graças ao Archive eu consegui salvar o relato e escrever aqui no Blog Lado Milla.


  • #15 Fotografando Domingos: Em Passo fundo/RS No inicio do blog, nasceu um projeto chamado "fotografando Domingos..." que consiste em colocar aqui, registros do meu final de semana (sexta-sábado e domingo). Domingo fomos para o PASSO FUNDO SHOPPING em Passo Fundo/RS.
© Lado Milla
Maira Gall