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11 de setembro de 2020

"Até a página 100...": Por Lugares Incríveis, Jennifer Niven


No inicio, desse humilde Blog... Quando eu criticava os outros blogueiros por escrever  resenhas literárias (Sim, eu vivo para pagar com a minha própria  lingua!). Eu encontrei uma TAG que se chamava "Até a página 100...".  


Quando eu comecei a ler Por Lugares Incríveis da autora Jennifer Niven.  Eu senti que precisava escrever algo mais que uma resenha literária ao terminar de ler esse livro com uma grande carga emocional no decorrer da leitura que é necessário respirar a cada final de capitulo.

Será que hoje é um bom dia para morrer?

Violet Markey tinha uma vida perfeita, mas todos os seus planos deixam de fazer sentido quando ela e a irmã sofrem um acidente de carro e apenas Violet sobrevive. Sentindo-se culpada pelo que aconteceu, a garota se afasta de todos e tenta descobrir como seguir em frente. Theodore Finch é o esquisito da escola, perseguido pelos valentões e chamado de "aberração" por onde passa. Para piorar, é obrigado a lidar com longos períodos de depressão, o pai violento e a apatia do resto da família.


Enquanto Violet conta os dias para o fim das aulas, quando poderá ir embora da cidadezinha onde mora, Finch pesquisa diferentes métodos de suicídio e imagina se conseguiria levar algum deles adiante. Em uma dessas tentativas, ele vai parar no alto da torre da escola e para sua surpresa, encontra Violet, também prestes a pular.

Um ajuda o outro a sair dali, e essa dupla improvável se une para fazer um trabalho de geografia: conhecer lugares incríveis do estado onde moram. Ao lado de Finch, Violet para de contar os dias e finalmente passa a vivê-los. O garoto, por sua vez, encontra alguém com quem pode ser ele mesmo, e torce para que consiga se manter desperto.

Então, estou lendo esse livro junto com alguns amigos e ontem eu  dei um gás na leitura que estava bastante atrasada... A narrativa, contém uma grande carga emocional. No decorrer da leitura, é necessário respirar a cada final de capitulo.

Algo que me deixou bastante fragilizada foram os diálogos que geralmente acontecem na vida real  _ Talvez  você devesse subir lá e tentar mais uma vez _ Eu fiquei ruim duas vezes, quando me falaram da existência desse diálogo e quando eu realmente li no contexto. A frase “Eu discordo do que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo” dito pela escritora inglesa Evelyn Beatrice Hall é a frase que simboliza o direito de livre expressão.  Porém, a sua "Liberdade de Expressão" acaba quando você fere com as suas palavras os sentimentos das outras pessoas! É problemático a falta de empatia com as dores que não são nossas: Apontar o dedo, fazer  piadinhas e comentários que incentivem a outra pessoa a cometer o suicídio.


Esse livro chegou em minhas mãos em uma dessas voltinhas despretensiosas na livraria em 2016... Primeiramente, a capa chamou a minha atenção com o jogo de montar do "Pequeno Engenheiro" estilo aquele dos anos 80-90. Não lembro de ler a sinopse na livraria. O ano de 2016, foi um ano com uma carga emocional intensa ao folhear os primeiros capítulos fui observando  que eu não estava em um momento bacana para ler esse livro então abandonei a leitura por um tempo. Hoje em dia, as coisas melhoraram...Graças a Deus! Tive medo dos possíveis "demônios" serem desenterrados durante a leitura. Porém, eu percebo que amadureci bastante de quatro anos para cá e a leitura esta fluindo bem.

Eu ainda não tenho uma opinião formada dos protagonistas Violet Markey  e Theodore Finch. A Violet Markey, está vivendo o luto da irmã mais velha que morreu em um acidente de carro que Violet estava e que sofreu apenas alguns arranhões. Além de todo o sofrimento do Theodore Finch durante a narrativa dos capítulos  sinto alguns tipos de transtornos mentais que não fica muito claro durante a leitura.

Finch?

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5 de fevereiro de 2014

Bloquinho viajante direto da ilha da magia Florianópolis/SC

Primeiramente peço mil desculpas pela demora: do post, de fazer alguma coisa no bloquinho e de passar adiante... 


Com a mudança de blog (versos em bossa para um lado meio Milla) não postei nada sobre o projeto “bloquinho viajante” o objetivo é levar o bloquinho para a casa de20 blogueiras. Cada uma delas tem o desafio de usar e abusar da criatividade e colocar nele o que acha bacana, inspirador ou que simplesmente ama muito! Fiquei admirando-o tudo que as blogueiras já tinham feito, postado fotografado... Gente! Achei tudo muito fofo... Mas, foram diminuindo as minhas ideias do que registrar no bloquinho.

Nunca fui uma criança que teve muitos “Dons” na infância. Na verdade, eu sempre fui mediana ao péssimo em qualquer atividade que me metia a fazer. Isso começou a mudar quando ganhei minha primeira câmera fotográfica (filme) recebi os primeiros elogios aqui, outros lá. Fiquei muito contente com a possibilidade de ser boa em alguma coisa... Anos mais tarde ganhei minha câmera profissional Canon T3(fiz curso de fotografia no Senac) e Desde o finalzinho de 2012 sou considerada fotógrafa fotografei a minha primeira festa de casamento (bodas de ouro), Book Gestante e outros eventos. 

Desde então fotografar é uma das minhas paixões colei no bloquinho uma fotografia que eu gosto bastante. A imagem em questão foi fotografada na área da minha casa é um dos meus “cantinhos” preferidos depois do meu quarto lá eu gosto de ouvir musica escrever ou apenas pensar na vida...

Vamos parar de lenga, lenga e vamos às fotografias:







Quero agradecer Atelliê Fotográfico e o blog Kakau com Limão, pela oportunidade! E pedir mil desculpas pela demora do post e do bloquinho sair de Florianópolis/SC... Sexta-feira o bloquinho esta indo diretamente para Curitiba/PR na casa da blogueira Rejane Alves do blog Distrações.
© Lado Milla
Maira Gall