cachorros #Be-happy!
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31 de maio de 2021

Aquele que eu resolvi fazer a minha 1° tatuagem


Se eu tivesse a força que você pensa que eu tenho
Eu gravaria no metal da minha pele o teu desenho...
( 3X4 - Engenheiros do Hawaii)

Sempre tive uma briga interna comigo mesma quando o assunto era tatuagem. Adorava ver as tatuagens dos amigos de estrada (músicos) e os milhares de significados daqueles traços... Eu acho que eu já tinha escrito sobre a vontade de fazer uma tatuagem em um post no estilo Coisas que eu gostaria de fazer antes dos 30 anos mas coragem que é bom, nada. Na verdade, não era bem coragem que faltava mas sim dar um sentido legal para um rabisco que iria ficar no meu corpo para sempre.


Por ser a primeira tattoo não queria que fosse qualquer coisa, tinha que ser especial e nessa de procurar significados, passaram-se anos e eu não sabia o que desenhar. Quando eu encontrei esse desenho do eletrocardiograma com um pinscher rondando a internet eu guardei nos meus arquivos do computador e decidi que queria esse desenho no meu pulso.

Quando eu era pequena, eu tinha uma vizinha que tinha um casal de Pinchers (Bubba e Guri) e eu adorava pegar a Bubba no colo e ficar fazendo carinho...O Guri era genioso e bastante bravo devezenquando ele deixava eu fazer carinho sem tentar me morder. Na época, eu chupava dedo e essa vizinha me prometeu que se eles cruzassem eu iria ganhar uma cachorrinha somente se eu parasse de chupar dedo (promessa dificil, né?). Quando eles cruzaram eu ganhei uma cachorrinha pretinha e se chamava Dara (sim, a cigana…) e eu lembro do episódio que a cachorrinha lambeu o meu dedo fiquei com nojo ai mesmo que eu perdi a mania... E desde então, vários cachorros da raça Pinscher passaram pela minha vida




Conheci o trabalho do Rodrigo Zimmermann através do meu primo que fez algumas tatuagens no seu estúdio.

As tatuagens do meu primo.


Meu briefing era fácil:

👉Algo delicado;
👉 Feminino;
👉 Traço fino;
👉 Que remetesse ao desenho de um Pincher e o eletrocardiograma;
👉 os corações do inicio do eletrocardiograma e do fim foi escolhido á pouco tempo mas tem um acabamento bem bacana para a tattoo;
👉Que, se possível, tivesse algo a ver com meu pai e minha mãe.

Tive tanta certeza que nem quis pensar muito e tomar coragem. Entrei em contato com o estúdio de tatuagem do Rodrigo Zimmermann e marcamos no primeiro horário do final de semana.


Chegando lá, mostrei o desenho e ela imprimiu em 3 tamanhos. Um pequeno, um médio e um grande. O pequeno era muito pequeno, o grande muito grande, e como queria que minha primeira tatuagem realmente aparecesse, fui no médio, no pulso. O lugar já era certo. 


Foi super rápido e nem doeu muito... Na verdade, eu preciso resignificar o que é dor no universo feminino: Fazer a sobrancelha e a depilação tanto na virilha quanto na perna dói mais do que fazer uma tatoo.

Quando eu cheguei em casa, eu mostrei o resultado da tatuagem pronta para a minha mãe que adorou o resultado embora morra de medo de fazer uma...  O Sr.Fernandão apenas se aninhou no meu colo e puxou um soninho vespertino ajudando no resultado da fotografia.

Nem ai para a câmera...

NÃO FICOU PERFEITA????


Conheçam o trabalho do Rodrigo Zimmermann Tattoo (Rodrigo Zimmermann)



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21 de novembro de 2018

Raça: Pinscher


Um dos cães mais populares e difundidos no Brasil, a raça Pinscher se tornou um ícone do cachorro de companhia. Sempre próximo do dono, animado e pronto para protegê-lo com seus latidos, o Pinscher Miniatura (como também é chamado) tem classificações relativamente informais eincorretas por seu tamanho através de número. Dessa forma, há os Pinschers 00, 0, 1 e 2. Apesar de seu grande número, a CBKC, que é o órgão que regula a criação de raças no Brasil, nunca o colocou nas posições mais altas do ranking. Entretanto, é visível que seus números são impressionantes. Isso ocorre porque praticamente todos que têm um em casa conhecem outro, e acabam por cruzar seu cão informalmente, o que não entra nos números oficiais.

Os Pinschers caíram nas graças do brasileiro por uma variedade de características. As principais são o seu tamanho diminuto, permitindo sua criação em apartamentos e casas sem muito espaço, e seu baixo custo com alimentação e estética. Não há registros claros sobre a vinda da raça para o Brasil. Um dos principais diferenciais responsáveis pela popularização do Pinscher provém da sua pelagem. Ao escolher uma raça de apartamento, muitas pessoas não desejam um cão que precise de tosas e escovações regulares, como a maioria dos cães desse tipo são (Yorkshire, Poodle, Lhasa Apso etc.).

Sua criação remonta à Alemanha do século XIX. Lá, ele era ideal para a caça de pragas ao redor das casas, incluindo roedores e insetos. Devido ao seu tamanho diminuto, era fácil para entrar embaixo da casa e em espaços pequenos onde tais animais se escondiam. Além disso, é um cachorro bastante ágil, capturando animais indesejados sem grande dificuldade.

Em algum período entre o final do século XIX e início do século XX, iniciaram movimentos onde a raça era criada como cão de competição e companhia. Dessa forma, explorando a característica de seu tamanho diminuto, criadores buscavam cada vez tamanhos menores. Neste processo, acabaram por se produzir muitos cães adoentados e com físicos terrivelmente desproporcionais. Felizmente, após algum tempo, tal prática caiu em desuso.

Há grandes divergências sobre a origem do Pinscher quanto a sua origem, ou seja, as raças que participaram da oficialização desta raça. Algumas fontes falam de Dachshund (linguiça) e o Greyhound (Galgo Inglês). Outras, levantam a possibilidade de Terriers. O que é certo, entretanto, qualquer uma das raças que podem ter participado de sua criação são destemidas, assim como o Pinscher. Um dos ícones do cão de guarda, o Doberman, foi desenvolvido a partir desta raça, tamanha a sua coragem. Para tanto, o Doberman é comumente referenciado como Doberman Pinscher como nome completo.

Há uma fala que se popularizou em alguns círculos da Internet há tempos atrás: Pinschers são constituídos por 50% de fúria e 50% de tremor. Efetivamente, alguns cães desta raça tremem, mas sua fúria é absolutamente relativa. O pinscher é visto como um cão em miniatura por alguns, que se aproximam abruptamente. A fama da fúria vem porque os cachorros da raça geralmente são reservados com estranhos, e essa aproximação acaba levando a acidentes, como mordidas, por exemplo.

Muito ativo, Pinschers estão sempre prontos para brincar e correr, realizando quaisquer atividades que gastem seu estoque infindável de energia. Tem traços bastante territorialistas e protetores, e está sempre pronto para atacar ao achar que o dono está sendo ameaçado. Além disso, é muito corajoso, e não se intimida por outros cachorros ou pessoas.

Muitos falam que o Pinscher é um polarizador de sentimentos: ou se ama, ou odeia. Isso se dá porque os cães dessa raça geralmente têm personalidade bastante forte, o que por si só já suscita emoções bastante divergentes. Além disso, caso em sua criação não sejam tomados alguns cuidados, irá latir até que canse (e lembre-se que seu estoque de energia parece não terminar). O que acontece é que o Pinscher tem raízes bastante ligadas à função de guarda. Dessa forma, late ao pressentir o perigo. Caso não seja educado quanto ao que é ou não perigo, realmente irá latir em demasiado.

Muito de sua personalidade provém de uma série de características físicas. Cães menores usualmente têm metabolismo rápido, provendo-o de bastante energia. A partir daí explica-se seu comportamento ativo e brincalhão, bem como os traços agressivos. Outro traço comportamental que provém, em parte, de uma característica física é sua propensão à morder. Por ser pequeno, não é exatamente difícil machucá-lo. Quando acidentes desse tipo ocorrem, o Pinscher irá revidar.

Fonte: Só Filhotes
© Lado Milla
Maira Gall