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16 de outubro de 2018

Ao mestre com carinho...


Na época da minha  graduação em Psicologia, os melhores bate-papos aconteciam na cantina da faculdade.  

Em um desses bate-papos com um amigo conversávamos sobre as pessoas que começam a fazer parte do nosso dia-a-dia com o intuito de repassar o seu conhecimento acadêmico e acabam nos ensinando verdadeiras lições para aplicarmos na vida! Surgiu uma frase nesse momento, que dependendo do contexto que se esta inserida pode parecer grosseira, mas não deixa de ser a pura verdade. A frase foi mais ou menos essa:


“_Na vida podemos ter muitos professores, mas poucos que pode ser considerados mestres...”

Nos meus tempos de escola (contando os anos de jardim, pré I e pré II) tenho boas lembranças das tias e tios dessa época, uma “tia” desses tempos eu tenho contato até hoje deve ser engraçado tu conhecer uma criança de 4 anos magrela e cabeluda e décadas mais tarde tu encontrar a mesma guriazinha com 20 poucos anos.... Um mulherão!

Com os professores do fundamental... Sempre tive uma relação bacana com os meus primeiros professores. A minha professora da 1° série era uma senhora muito doce. Porém, cobrava bastante dos alunos a escrita e uma boa leitura. Foi a primeira pessoa a me ensinar a ter gosto pela arte de escrever e ler. Na época, quando as crianças não liam direito o texto na aula a professora mandava chamar uma criança do pré para ler o mesmo texto. Eu morria de vergonha dessa situação... Eu lia exatamente TUDO que colocavam na minha frente: Gibis da turma da mônica, revistas e livros. Quando tinha exercício de leitura oral em sala de aula eu sempre era elogiada e ganhava estrelinhas de excelente.

Essa professora também foi a primeira a me apresentar os números e os cálculos, mas poucos professores obtiveram sucesso em colocar algo de calculo na minha cabeça, lembro das contas com o palito de fósforo (passou um filme agora... que coisa mais horrível contar cada um daqueles palitos).

Na 5° série, Operei a coluna e rodei na 5° série em 1999 estava com 13 anos. Eu estava em uma fase bastante rebelde eu estava usando um gesso enorme em volta da barriga e estava HIPER mimada foi a época do Pretinha eu? Recém operada, o que eu menos queria era ser tratada como uma criança que não tivesse dodói... Sofri bulling dos alunos da minha turma e também dos professores e vivia na sala da coordenação... Não tenho lembranças boas desses profissionais. Infelizmente.

Na 6° e 7° Série eu tive um professora de português que tinhamos 1x na semana uma aula na biblioteca da escola e tinhamos que escolher um livro (Não gibi) para fazer fichamento que valia nota! A maioria dos livros que li na infância foram dessas aulas (Ainda escreverei um post sobre esses livros...). Essa professora era conhecida como carrasca pelos alunos mas, era um doce quando faziamos os enúmeros trabalhos em sua casa ninguém sai sem o café da tarde... 

Como uma boa aluna de humanas que sou as minhas matérias preferidas eram:  Português, História e Geografia

Aos professores do ensino médio... Apesar dos anos terem sido conturbados tenho boas lembranças... Em uma aula de Português a professora colocou a musica “Segundo Sol” cantarolado pelo Nando Reis para a turma ouvir e fazer uma redação, eu não me lembro uma linha do que escrevi... mais essa musica ficou na memória. E uma pessoa que eu não posso deixar de lembrar e ainda hoje ver nos corredores do cruz e Souza/CESUSC e dar um mega abraço é o professor de Química mais querido que eu já tive Marco Dell’antonio ou somente Della mestre dos mestres disparado!

No ensino superior, o aprendizado foi todo focado para a minha formação que é Psicóloga.

Nesses 5 anos de faculdade tive os diversos tipos de professores; dos mais queridões, verdadeiros mestres ou como já diria um amigo meu: BAITA PROFISSIONAL! E outros tão profissionais (?) que esquece que simpatia também é exigida no currículo... Mas enfim, a gente lembra é dos verdadeiros mestres que de um jeito ou de outro nos motivam a cada nota, a cada trabalho, levantam a nossa moral para sempre darmos o nosso melhor.

Desses mestres eu  tenho Muitas saudades ... até da uma pequena vontade de re-ver essas aulas ministradas por esses professores de novo incluindo os estágios e o TCC. Mas como diz o Della, (o mestre citado acima)


__Em frente sempre! Você ainda vai conhecer vários grandes profissionais... TU MERECES!





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3 de julho de 2018

Semana 21: Meus piores defeitos.

 Projeto 52X5 . Explico melhor o projeto nesse post aqui.


Encontrei um projeto bem bacana no blog “devaneios e metamorfoses” Este projeto consiste em citar 5 respostas para cada uma das 52 perguntas abaixo, fazendo assim, um Top 5 por semana. É o projeto mais longo que eu já participei... Mas, parece ser divertido!!! 

Obs: As questões 01 á 37 ja estã repondidas e serão liberadas todos os domingos, terças e quintas-feiras de cada mês... Apartir da semana 38 postarei somente as Quintas-Feiras

1. Não saber dizer não

Eu não sei dizer não! E quando eu digo "não" parece que fico em falta com as pessoas... e sempre acabo me metendo em confusão por isso.

2. Antissocial

Já fui muito "social" apesar da minha dificuldade de dar "Oi"e cumprimentar mas, ultimamente criei um asco de alguns tipos de pessoas que até o contato físico está difícil de lidar.

3. Mal-humorada

Meu humor muda com uma frequência impressionante. Não sou uma pessoa "rabugenta" rio de piadas idiotas e me divirto com muito pouco. Meu senso de humor só será afetado pela famosa TPM de todos os meses... Quando as pessoas são extremamente grosseiras costumo ficar com péssimo humor.

4. Teimosa

Sou teimosa, a ponto de não discutir com as pessoas que pensam ao contrário... Se eu estiver certa/errada ninguém precisa (nem quero...) que gastem saliva tentando provar o contrário.

5. Ansiedade

o primeiro é o que mais me afeta, embora seja de fases, em algumas épocas estou muito ansiosa com tudo e outra nem tanto…


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11 de dezembro de 2016

Conselhos para o meu "eu" de 2016.

ou,
O Pior Ano da Minha Vida, Outra Vez! 


Nas minhas pesquisas mais interessantes recentes nos catálogo de séries do Netflix. Lembrei-me dos primeiros seriados que eu assisti no canal do Disney Channel para um publico infanto-juvenil.

O The Worst Year of My Life Again! é um típico seriado para o publico infanto-juvenil, o seriado acompanha a vida de um viajante no tempo. Alex King é um garoto que passou por um péssimo ano, e deseja em seu aniversário que o próximo seja melhor, só que as coisas não acontecem bem como se esperava. Ele volta ao início do ano passado e terá a chance de evitar os desastres que passou se repitam... Mas, não é sobre isso que eu vim falar.

Eu resolvi escrever uma carta com conselhos que eu daria para o meu "eu" de 2016: Esse ano de 2016 tem sido o meu "The Worst Year of My Life". As expectativas para esse ano, continuariam sendo as mesmas dos dois últimos anos "... surpreenda-me que eu te surpreendo.”
Os anos anteriores, foram anos de muitos projetos e conquistas: estágios, Getep´s e TCC. Esse ano de 2016, eu estava mais tranqüila sem muitas perspectivas... Anos pares, costumavam me deixar mais tranqüilas.

As ultimas sete matérias da faculdade de Psicologia após o TCC foram desgastantes. Além, do necessário. Uma matéria "mais do mesmo" sobre RH? Como assim... Como desenvolver um projeto acadêmico? Os meus trabalhos já tinham sido todos concluídos... As matérias optativas: Hospitalar (N3 e as minhas crises de ansiedade...), a matéria de Direitos Humanos e os debates eternos... Psicopatologia II foi uma das matérias que mais me surpreendeu no semestre passado: O trabalho dentro do CAPSI foi fantástico! Não poderia me formar em Psicologia sem ao menos ter conhecido os usuários e a estrutura daquele lugar. Psicologia da Família com os mesmos textos dos semestres anteriores, a mesma estrutura de passar o conteúdo e a mesma N3. Nesse trabalho eu e minha dupla tiramos 10! mesmo tirando a nota máxima, eu fiquei frustrada com esse trabalho... Será que me tornei aquelas pessoas exigentes demais consigo mesma?

Falando em frustrações... Eu nunca pensei em ter o meu próprio negócio. Antes mesmo de me formar em Psicologia eu escolhi a ênfase B (Institucional) para os estágios obrigatórios na faculdade. Pois, a idéia de ter uma clinica sempre me assustou... 

O salão de beleza foi um "negócio familiar" que já estava em funcionamento... Com funcionários e uma estrutura montada. Com alguns erros administrativos e com uma equipe resistente a mudanças... Pessoas ruins se tornam profissionais ruins. Nesse período tive crises de bulimia nervosa e o meu estômago ficou em carne viva nesses meses... Eu e a minha família ainda não nos recuperamos completamente; tanto financeiramente quanto o "psicológico" que ainda está bastante abalado.

Se na passagem do ano novo eu acordasse no dia 1° de janeiro de 2016 e tivesse que re-viver esse ano como o personagem Alex King do seriado "The Worst Year of My Life Again!": Eu viveria esse ano de 2016 com mais calma. Controlando a minha ansiedade... Além de me empenhar nas ultimas provas e trabalhos... Eu curtiria mais os últimos momentos da faculdade; Eu não conseguiria fazer a minha mãe mudar a idéia de comprar o salão de beleza... Mas, poderia não ter entrado nessa "furada..." podia ter usado esse tempo para estudar na biblioteca da faculdade ou no CAPSI... Quanto menos tempo eu passasse ali naquele ambiente hostil eu ficaria melhor e não teria a metade dos problemas que eu tive...

Na noite 31 de dezembro de 2016 vou olhar para o céu e lembrar de tudo que vivi nesse ano: as mágoas, os sorrisos, as lágrimas... Na contagem regressiva, eu estarei implorando para que os 365 dias de 2017 venham logo!


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3 de dezembro de 2016

Sobre os 182 dias que restaram...

No inicio do ano, minha mãe comprou um salão de beleza (funcionando...). E me chamou para trabalhar na parte financeira. A equipe de funcionarias nos recebeu com bastante resistência e entramos em um processo longo de adaptação... Eu não consegui "curtir" o fato de estar trabalhando em um negócio próprio sem pensar no stress que é cada pequena mudança. Depois de muito stress resolvemos fechar três meses depois... Estar trabalhando/ estudando andou consumindo a maior parte do meu tempo e energia que eu reservaria para escrever no Blog. Eu escrevo/fotografo como válvulas de escape, para descarregar todos os meus "demônios interiores" e com isso me sentir aliviada das minhas mazelas e mimimi´s diários. No mês de maio verifiquei que escrevi apenas uma postagem sobre uma TAG literária com fotos antigas... Então, assumi o Hiátus com o texto Ensaio Sobre a Canseira  

O segundo semestre desse ano atípico foi bem tranqüilo...

Para me redimir com a Blogosfera.... No mês de agosto eu resolvi participar novamente do BEDA e na primeira semana me juntei a um grupo de meninas para #BEDARJUNTAS o bacana da blogosfera é quando encontramos pessoas que agregam sem diminuir e nem dividir... A blogosfera costuma "quebrar" nesse mês com a quantidade de conteúdo pulando nos Feed´s e as interações funcionam como um incentivo... Os meus leitores do "Lado Milla..." tiveram uma paciência de Jó nesses 31 dias de postagens intensas. #obrigado



Os meus últimos dois semestres (pós TCC) na faculdade foi assim:




PSICOLOGIA DA FAMILIA: Essa foi uma das matérias mais "maçantes" do semestre... A professora não tem uma dinâmica em passar o conteúdo: é o mesmo filme, os mesmos tipos de provas e um genograma que ninguém teve o domínio de fazer...

DIAGNÓSTICO E PROJETOS DE INTERVENÇÃO: Conheço a professora que ministrou essa matéria de outras matérias que fiz ao longo do curso... Essa matéria re resumiu aos meus relatórios de estágio que já estavam prontos.

PSICOPATOLOGIA II: Conheço o professor que ministrou essa matéria de outras matérias que fiz ao longo do curso... A grande surpresa desse semestre foi fazer um trabalho de intervenção com os usuários do CAPSI da minha cidade. A turma inteira se mobilizou e dentro desses vários projetos de intervenção participamos da festa junina.

Os meus planos:
  1. Psicologia 100%
  2. Trabalhar
  3.  + leitura 
  4. + livros
  5. Organização
  6. - ansiedade
  7. - Stress
  8. Fotografar
  9. Dormir cedo
Enfim, férias... A única programação para esses dias é descansar muito! Atualizar as minhas séries favoritas no Netflix e ler os livros que recentemente eu comprei e as outras leituras que acabei atrasando ao longo desse semestre.


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18 de outubro de 2015

Organizando a minha estante.

Tenho uma estante de livros desde o ano passado. E sempre tive duvidas na hora de organizar os meus livros com outros objetos. Leia-se, miniaturas do Mac-Donalds, caixas, CDs, aparadores de livros... Desde então, procuro dicas na internet para manter uma estante organizada.
_ Milla, eu nem tenho tantos livros assim...
Perfeito! essa postagem não é de "ostentação de livros" quanto menos livros na estante mais bonito fica a decoração.
_ Milla eu tenho MUITOS livros!
Perfeito! talvez não vá precisar colocar tantas miniaturas e caixas. Lembra-se: O foco não está na quantidade mas, sim na decoração desses livros.
Nessas navegadas na internet, encontrei o Blog da Ana Medeiros com algumas dicas universais e bons exemplos de decoração que resolvi experimentar e fotografar passo á passo da arrumação da minha estante:

1) Agrupe os livros por cor: Essa é uma modinha bem modinha do mundo decorativo e que resulta num efeito bem legal.

2) Tenha uma caixa de couro ou outro material (que combine com seu estilo) para guardar pequenos objetos, evitando deixá-los espalhados. Ela também cria um bom volume na composição.


3) Use apoiadores de livros, eles são bem úteis e existe uma variedade enorme de tipos, uns mais chiques, outros mais divertidos e por ai vai…


   
4) Intercale livros na horizontal e vertical, quebrando a monotonia.

5) Procure um equilíbrio no uso de vasos, arranjos e porta-retratos. Veja que não temos aqui nada que não “converse” entre si, e nada ficou amontoado, alguns objetos em cima de livros, outros mais recuados…



14 de agosto de 2015

BEDA #14 - Segunda semana do projeto.






Essa semana foi de TAG,s (que já estavam programadas). Além do cronograma normal do "Lado Milla": (Canção de Segunda, projeto 52 semanas e Fotografando Domingos). Os textos que eu tinha para essas semana, ficaram no rascunho por não passarem de uma 1 ou 2 frases soltas...

Quase isso....

LINK´S DA SEMANA


No 08° dia do projeto: A Maira Volpato, do blog Dama Turquesa sugeriu que usássemos o Mês a mês para postar fotos relacionadas a esse mundo de bloggar. Eu escrevi uma vez aqui mesmo que não tem receita para escrev.... - Projeto Mês a Mês
No 09° dia do projeto: Coloquei o texto DNA, Martha Medeiros. Em homenagem ao dia dos pais.
No 10° dia do projeto: Músicas que aprendi a ouvir com meu pai... No auge dos meus 3 /4 anos na fase de ouvir Xuxa... Meu pai, querendo mudar o meu gosto musical e poupar os ouvidos dele. Colocava na vitrola para tocar o disco do Raul Seixas...
No 11° dia do projeto: TAG Essa com certeza não seria eu! A Analu inventou um Meme ao som de Capitão Gancho, da Clarice Falcão. Essa ser que voz escreve quaaaaaaaaaaase não é metida, resolveu fazer também e pioooooooor tentei rimar
No 12° dia do projeto: O Projeto 52X5 faz parte do cronograma do blog SEMANA 18 - Sinto saudades...

3 de agosto de 2015

BEDA#3 - Canção de Segunda: Músicas da novela Cumplices de um Resgate




Minha infância dos anos 90 teve muitas novelas Mexicanas/Argentinas para o publico infantil no canal do SBT. A novela Chiquititas estreou em 1997 baseada na versão original da Argentina de mesmo nome criada e produzida por Cris Morena era um verdadeiro fenômeno na época! 

Chiquititas, foi uma das telenovelas mais longas da teledramaturgia brasileira, com seus 807 capítulos e 5 temporadas, seria considerada a telenovela brasileira com mais capítulos exceto pelo fato do SBT interromper a telenovela a partir do final da 2ª temporada em 1998. Neste período de férias de Chiquititas em 1999 e 2000, o SBT apresentava uma produção da Televisa. Nessa época, assisti as novelas mexicanas protagonizadas pela atriz Belinda Shull: Amigos x Siempre, Aventuras En El Tiempo e Cómplices Al Rescate.

Cómplices Al Rescate, inicialmente teriam somente 100 capítulos contando a história original que já estava prevista e escrita por Rosy Ocampo. No entanto a trama foi esticada e contou com mais 32 capítulos, assim, mudando toda a história. O contrato de Belinda era bem mais curto, e ela só podia gravar a trama até determinado capítulo, que no caso, 100. Em meio a tantas mudanças, Rosy e os pais da atriz mirim brigaram, fazendo ela deixar a trama antes do previsto. Quando aconteceu a troca de Daniela Luhan por Belinda lembro-me que, na época eu acabei deixando de assistir a novela. Pois, lembro que a historia ficou muito chata e confuso a cada capítulo, e pipocavam nos sites da época inúmeras comparações entre as duas atrizes....

Hoje estreia a novela Cúmplices de um Resgate produzida pelo SBT com a expectativa inicial de 250 capítulos. Escrita por Íris Abravanel e dirigida por Reynaldo Boury, é adaptada "remake" da telenovela mexicana Cómplices al rescate.


  


1 - Cúmplices de um Resgate - Larissa Manoela, João Guilherme Ávila e Coro C1R
2 - Superstar - Larissa Manoela, Giovanna Chaves e Coro Cúmplices de um Resgate
3 - Juntos - Giovanna Chaves e Coro Cúmplices de um Resgate
4 - Oi, Psiu - Larissa Manoela
5 - Na Hora H - Larissa Manoela
6 - Coisas Boas da Vida - Larissa Manoela
7 - Alcançar a Liberdade - Larissa Manoela e Coro Cúmplices de um Resgate
8 - Contigo Sempre - Juliana Baroni e Larissa Manoela


5 de julho de 2015

life's a climb...♪

Sobre o tal do trabalho de conclusão de curso

Sempre fui uma pessoa quieta e isso era confundido como ser calma. Porém, quem me conhece a mais tempo percebe que a calmaria passou longe... Tenho gastrite, a psicanálise explica que "Quando a boca não fala o corpo responde." mesmo eu sendo quieta, a resposta dos eventos estressores vem com uma dor no estômago infernal. Hoje eu sei, que alguns desses "momentos estressores" estão ai para serem superados sempre! e que esses momentos mesmo sendo ruins, óbvio, também é uma parte boa, e que os próximos momentos que vierem também virá recheados de lições e ensinamentos. Enfim, não foi disso que eu vim falar. 

Sempre lembro do sentimento de "frio na barriga" nos primeiros dias de aula do ensino fundamental/médio e como era confortável encontrar um colega que sentasse próximo para dividir essa ansiedade. 

Meus 3 anos de colegial foram entre trancos e barrancos. O primeiro ano do ensino médio foi bacana: tinha amigos, recreios cheio rolos e papos, trabalhos que duravam um dia inteiro na casa das amigos... Esses mesmos amigos mudaram de cidade e de escola e eu permaneci, cursando o segundo ano : / No ano seguinte, fui para o Terceirão e acabei não acompanhando o ritmo louco "vestibular!" e acabei voltando para a escola anterior... Nessa época, nasceu a vontade de fazer faculdade de Psicologia e que eu passaria 5 anos, estudando só as matérias que eu gosto! Principalmente, nunca mais veria matemática na minha vida!

Meu primeiro dia de aula na faculdade foi assustador! Eu, recém saída do ensino médio com uma turma de alunos já na sua 3° e 4° graduação... Me senti "pequena" diante dos assuntos e opiniões MEGA elaborados e eu ficava quieta com medo de falar alguma besteira. Segui com essa turma até a 5° fase, tive que refazer algumas matérias e acabei diminuindo a quantidade de matérias do semestre. Dessa turma se formaram poucos alunos (menos de 10 alunos) alguns foram desistindo durante os semestres... Mas, não é sobre isso que eu vim falar.

As turmas do curso de Psicologia que "Migrei" durante esses semestres tinha uma característica em comum: Desunião (mal de humanas?). Tínhamos uma nota a N3 "trabalhos em grupo" quando eu não tinha a opção de fazer individualmente sempre foi um "parto" de achar um grupo decente. Minhas piores crises de gastrite se devem a esses momentos de maior stress durante esses dez semestres da graduação.

Cheguei a trancar a faculdade 2x: Há primeira vez, eu não tava vendo mais sentido no curso que escolhi,.. Depois de ter feito um estágio não obrigatório desses que pagam mal e não tinha nada haver com Psicologia.... Fui fazer Administração, foi a fase que eu mais me diverti! Era uma turma de jovens animados toda sexta-feira tinha encontro da turma e balada TODO final de semana... No final do semestre eu decidi voltar para o curso de Psicologia. Há segunda vez, eu tirei umas férias de um semestre. Me desentendi com a supervisora de estágio na época, quando voltei no segundo semestre e soube que eu não fui a única a "profissional" se desentendeu com outras alunas também e acabou sendo demitida. Prossigamos, porque ainda não é disso que vim falar.

Vim falar sobre o TCC. Na semana passada, eu apresentei o meu Trabalho de Conclusão de Curso naqueles longos e intermináveis 30 minutos entre a minha apresentação #tremia e mais trinta minutos da pontuação dos avaliadores e o recebimento da nota. Em momento algum, pensei na nota... Queria passar TODO o meu conhecimento do projeto em si, e que toda a minha trajetória até ali não foi em vão teve crescimento em todas as etapas principalmente dos estágios (Básico e Específico). No dia seguinte, minha supervisora me mandou um e-mail, parabenizando-me pela apresentação e informando que a  minha nota foi 9,5. Fiquei Feliz!



Em 2005, achei que esse momento nunca chegaria e em 2010 achei que não iria me formar em Psicologia... Agora, estou aqui, sentada escrevendo sobre toda a minha trajetória e confirmando aquela velha história que diz  que: A vida " não é sobre o quão rápido chegarei lá/não é sobre o que está me esperando do outro lado. É a escalada...".



3 de julho de 2015

[Micro-Contos]: Ponto final.



Sabe qual é o problema Moreno? 

Eu sempre aposto todas as fichas e "gasto" todas as possibilidades possíveis (e impossíveis) para estar ao seu lado. Mesmo quando eu dizia ser "a ultima vez..." no dia seguinte eu sempre voltava atrás.... 

A amizade poderia ter prevalecido. Porém, depois de tantas idas e vindas nem mesmo sei se eu te conheço... Ouço seu nome, porém as lembranças que eu tenho de você sempre são confusas, com um gosto amargo de ingratidão... Éramos amigos, e de uma hora para outra sua companhia se transformou em um "vácuo existencial" até virar um NADA.

3 de junho de 2015

Diálogo nas Entrelinhas...

— E aí, Sumida?

(Pô, boy, não ferra. Não vê o caos que essa pequena palavra me causa? Eu tava indo bem, sabe? Bebendo minha rotina como se ela fosse um sonífero de qualidade ruim, tentando escapar de qualquer jeito das memórias que cutucam meu corpo cansado. Eu tô cansada de tanto pensar em você. Você não faz ideia, boy, mas tomo overdose tua todas as noites, quando deito a cabeça no travesseiro. Não preciso nem dormir, porque você me vem em sonho de olhos abertos, enquanto fico patética encarando o teto do quarto, imaginando qual teto que te cobre...) 
— E aí, tudo bem?

(Ah, morena, mesmo não movendo nenhuma vírgula para te encontrar precisava te encarar e perguntar o porquê que você saiu tão apática daquela festa... Eu esperava que você ao menos gritasse e esperneasse. Queria saber o que você estava sentindo me vendo com outra... Ops, agora é minha namorada..)
— Tudo certo, senti sua falta. 

(Cínico. Cínico, escroto, idiota, imbecil. Tenho tanta raiva tua, que poderia lançar esse celular na parede. Como assim, cara? Vem me chamar de sumida e dizer que sente minha falta? Se sente minha falta, por que não veio me procurar? Ai como eu sou burra!!! Eu deveria estar rindo de você por sentir minha falta, ao invés de ficar feliz por essas mensagens minimalistas que dizem pouco, mas dizem demais. Odeio você. Isso. Exatamente isso que vou te responder. O-d-e-i-o-v-o-c-ê...)
— Senti tua falta também.

(Ah, morena, nós estávamos nos vendo com certa frequência que confesso já estava me sentindo “sufocado”, mas, depois percebi que a sua presença me faz falta... A culpa é sua! Por ser tão 8 ou 80 e “mimadinha”). 
— E aí, saindo muito?

(Queria te dizer que ando saindo demais, mas a verdade é que ando me escondendo do mundo. Sei lá, boy, estava com medo de esbarrar no teu sorriso e quebrar meu coração de novo... Deu um trabalhão danado colar pedaço por pedaço. Agora meu coração pulsa levemente descoordenado. Meio manco, talvez. Então, sendo bem sincera, eu não ando saindo. Nada. Só vou à padaria, comprar um pedaço de sonho, para tentar adoçar do lado de dentro...)
— Sim, muito. E você?

(Mais ou menos. Tenho feito aqueles mesmos "programinhas de casal". No começo foi gostoso... Ela não sorriu pelo fato do meu quarto ser da cor "azul calcinha" e confessou logo depois que não achou graça... Ah, morena, como você me faz falta: seu sorriso meio torto, sua gargalhada escandalosa e sua forma estranha de falar sobre os seus sentimentos).
— Sim, bastante também.

(Good for you. Deve ser bom ter uma namorada parceira, não é? Como fui besta de acreditar que eu e você naquele quarto era suficiente. A gente tinha um céu só nosso e o mundo poderia acabar com a gente ali dentro que, para mim, tudo estaria bem. Fui inocente em crer que éramos suficientes por sermos só. Mas tudo bem. Vida que segue, não é? Mesmo doendo demais aqui dentro — e que eu não transpareça essa dorzinha miúda — quero que você seja feliz. Enormemente feliz. É isso...)
— Foi bom conversar contigo... Mas preciso ir. 

(Te encontrei passando de carro próximo ao meu bairro. Será que você me viu? Foi rápido, mas, percebi que a sua expressão estava apática... Ah, morena, confesso que" sua ausência em mim fez morada..." li isso em algum lugar.)
— Hei, espera... Tens vindo muito para o "Sul da ilha"?

(Devo confessar? Mudei a rota da minha vida, só para tentar esbarrar na tua. Contei não? Sou levemente masoquista e tento me torturar com memórias que o estômago já enjoou de remoer. Vou sempre para o Sul da Ilha, porque tem muito de nós dois perdido naquelas esquinas e seria insanidade demais permitir que a memória te esqueça...)
— Não... Bem pouco. 

(Quero te encontrar! Quero muito te encontrar. Quero você de novo).
— Ok, a gente se encontra por ai...


#plural é um projeto do blog Palavras e silêncio da M° Fernanda Probst

25 de março de 2015

Template: tá faltando peça no quebra-cabeça...♪


No inicio do mês de março, eu ando ouvindo exageradamente o ultimo álbum do HG intitulado de "Insular". Escrevi esse post, na primeira semana sobre uma das músicas que o trecho "Recarregar, reiniciar, reinventar e reabastecer... " acabou virando um dos meus mantras para esse ano. 

Na semana passada, inspirada em alguns blogs que estão entre os "meus favoritos" todos esses blogs tem uma imagem que identifica. Por exemplo: O blog da MF tem um lindo dente de leão, a Bárbara é aqueles hexágonos de colmeias de abelhas e a tem uma ilustração dela com um gatinho... Foi pensando nisso, que procurei uma imagem que desse "identidade" ao meu blog e que fizesse os leitores identificarem/relacionassem a figura ao meu blog. 

Uma imagem que tenho me identificado muito essa semana é de uma peça do quebra cabeça e o HG (de novo ele!) tem uma música intitulada de quebra cabeça que um trecho diz assim:



Há primeira vez que eu usei o termo "Quebra cabeça" aqui no blog, foi em um post como esse para inaugurar o layout novo, já que a tradição pede assim. Naquele post, eu dizia que, mesmo com a minha analfabetização com programação e afins... eu gosto da sensação de estar "montando um quebra cabeça" e de deixar o template do jeitinho que eu quero. 

O logotipo tem peças de quebra cabeça com as cores; cinza (escuro e claro), vermelho e laranja"sombreando" as fotografias das coisas que eu mais gosto e me sinto a vontade de escrever aqui sobre : Músicas, livros, fotografias e escrever sobre o cotidiano e a minha vida.



O plano de fundo eu prefiro os mais "clean" queria um plano de fundo com somente uma cor. Mas, encontrei esse com peças de quebra cabeça e "colori" com as cores cinza, vermelho e laranja e acabei gostando do resultado mesmo tendo ficado colorido não deixou de ser "clean" e assim, não fugindo da idéia inicial.

Acho que é isso... 

A vida ta corrida! Minha mãe fez cirurgia na semana passada e ta no processo pós cirúrgico... Minha casa, estava em obras desde a semana retrasada. É, a vida está corrida e bagunçada. Porém, escrevo mais sobre isso nas próximas postagens desse genuíno Blog.

6 de fevereiro de 2015

Somebody.... ♫

Fui sozinha naquele show.... Isso nunca foi problema, eu sentava em uma mesa próxima ao palco e ficava arrumando os últimos ajustes da máquina fotográfica para registrar um dos meus tipos de fotografia favoritos palco.

Fui um show típico, com: Banda animada, Setlist bacana com músicas que já eram velhas conhecidas do grande público e esse mesmo público cantarolavam felizes com o refrão "...Hey-hey- hey / Ela masca bubblegum.". A banda no palco rendeu vários "Click´s" bacanas e consegui algumas fotografias em PB... A bateria da câmera estava com menos da metade carregada mas, já tinha fotografado bastante aquela noite. Quando desliguei a Maquina e finalmente guardei na bolsa foi que eu senti algo estranho... 

No final do show, eu notei que estava sozinha no meio da multidão... Os casais foram se formando no decorrer daqueles versos & refrões das músicas daquele show. E antes mesmo de apagarem as ultimas luzes da casa noturna, todas aquelas pessoas já sabiam com quem iriam passar o restante daquela noite. Sai da casa noturna, tão sozinha quanto voltei... e atravessei a rua sentando no banco mais próximo, observei aquele céu estrelado daquele inicio da madrugada, colocando alguma música aleatória no meu celular. 

Derrepente, senti uma presença de alguém sentado ao meu lado. Um garoto alto, com um par de lindos olhos azuis e barba serrada com a idade de no máximo 30 anos. Falou algo sobre o show, que tinha recém terminado e para puxar mais assunto, falou sobre a lua cheia e as estrelas do céu... Perguntou o que eu estava ouvindo, e antes mesmo de ouvir a resposta pegou o meu fone e colocou em sua orelha, de um jeito que "forçou" os nossos rostos ficarem próximos.

Começou a cantar desafinado de propósito. Mas, seu inglês era impecável de garoto de ensino médio... Quis saber qual era a banda que cantava essa musica e achou engraçado, quando eu falei que, se tratava de uma banda que cantava a trilha sonora de um filme da Disney e cantarolou o refrão perfeitamente: 
Somebody somebody yeah somehow someday someway... ♫
Me perguntou se, eu sabia a tradução dessa musica e cantei um pouco envergonhada Alguém alguém yeah de alguma forma algum dia alguma maneira...♫ e lhe disse que o filme era sobre superação, vontade de ser alguém e se destacar sem ser tão sozinha...

23 de janeiro de 2015

O melhor lugar do mundo...



Não havia motivos para voltar atrás. 
Há não ser, Aquele abraço... Ali, entre seus braços. Foi aonde sempre desejei estar desde a primeira vez que te vi.

2 de dezembro de 2014

Sobre um dia triste...


Mas vou chorar/Por ser parte daquilo

Que não entendo /vou chorar 



Essa semana os dias foram tristes... A natureza segue seu rumo, levando pessoas que de alguma maneira fizeram parte da sua vida. Morre também uma parte muito importante do outro que se dedicou os seus preciosos segundos para ouvir/ver oque aquele cara que está em cima do palco tem a dizer... 

Essa semana morreu um pouco da minha adolescência com a morte do Luciano Leindecker irmão do Duca Leindecker ambos da banda Cidadão Quem que estava previsto uma turnê ainda esse ano para comemorar os 20 anos da banda e uma possível volta... E, hoje (sexta-feira) morreu a maior parte da minha infância... Com a morte do Roberto Gómez Bolaños, criador de Chaves e Chapolin. Depois de receber essa noticia coloquei em uma das minhas redes sociais a seguinte frase;

"Talvez a parte mais difícil de crescer é ir perdendo aqueles que um dia já foram nossas referências..."

Morre a pessoa mas a sua arte é eterna... ou como já diria a canção "Mas vou lembrar/ Que não se morre/ Quando se deixa vivo Seu olhar dentro de nós ..." chorei por eles com suas musicas e personagens fazerem parte de mim "mesmo á km de distancia...".  Chorei pelo Luciano Leindecker e pelo seu irmão Duca pela saudade que vai sentir do irmão pois, não é lindo ver o Amigo/irmão partir sem rumo... como ele cantava naquela canção. Chorei pelo Roberto Gómez Bolaños por não entender porque os bons morrem cedo demais... 

Os próximos dias, semanas, meses... serão um pouquinho tristes para as pessoas que continuam vivendo mesmo mutiladas pela saudades daqueles que foram...
© Lado Milla
Maira Gall