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27 de dezembro de 2017

Retrospectiva 2017: Músicas do ano


Ano passado, a minha retrospectiva foi a amiga aqui tagarelando bastante sobre os livros, filmes, séries e músicas que eu ouvi durante o ano. Funcionou tanto que eu gostaria de tagarelar mais sobre esse ano de 2017.

No começo do ano, eu  fui ao meu primeiro show banda gaucha Cartolas que fez o seu primeiro show aqui em Florianópolis/SC. A casa de show era bastante escrota mas, os meninos da banda foram um show a parte...Ouvi Cartolas praticamente todos os dias do mês de janeiro. No #Canção de segunda teve musica do gênero infantil que grudou como chiclete me fazendo cantarolar direto e uma "playlist da vergonha" com musicas vergonhosas para se ouvir em público.

No mês de fevereiro, eu ouvi muito as musicas do album Baiano e os Novos Caetanos é o nome de um trio musical e humorístico composto pelos humoristas Chico Anysio, Arnaud Rodrigues e Renato Piau satirizando no título o conjunto Novos Baianos e o cantor Caetano Veloso.
 Indo para o cursinho eu coloco musicas para ouvir no modo "aleatório" e estou ouvindo bastante rock nacional, indie e MPB. Nada muito especifico...

No mês de junho, estou ouvindo muito as musicas da trilha sonora da série Os dias eram assim... Eu também ouvi bastante músicas para escrever o #cançãodesegunda, as playlists que eu ouvi para andar de bicicleta e as musicas que eu ouvi para montar a tag Minha vida em uma playlist. Adoro pesquisar a história por trás da canção. Com o coração partido pela separação de um casal de amigos, Milton Nascimento, em sua primeira parceria com Caetano Veloso, cantou no verso da música Paula e Bebeto, “mas no meu canto estarão sempre juntos”. O casal de amigos era Paula que conheceu com 15 anos e Bebeto de 17 anos.

No mês de agosto: Eu ouvi bastante músicas para escrever o #cançãodesegunda, escrevi sobre a Coletânea “Dois Lados” com os sucessos do Skank são cantados por novos artistas brasileiros, como: francisco, el hombre, A Banda Mais Bonita da Cidade, Fernando Anitelli, Anavitória, Cobra Coral, Garotas Suecas, dentre outros. Eles imprimem sua personalidade ao cantar as músicas dos mineiros, e o resultado ficou bem interessante. O projeto gerou um álbum duplo com 15 faixas cada, ou seja, são 30 músicas cantadas por diversos artistas. Chico Buarque divulgou nesta sexta-feira, 28, a música Tua cantiga, uma das faixas de seu novo disco de estúdio, Caravanas, que tem previsão de lançamento para a segunda quinzena de agosto. O single está disponível em todas as plataformas digitais e ganhou também um videoclipe. A letra é assinada por Chico e a melodia é do pianista Cristóvão Bastos, com quem Chico já costuma trabalhar.

No mês de outubro, ouvi muito Pato Fu é uma banda brasileira de rock alternativo formada em 1992 da banda Sustados por 1 Gesto, na cidade de Belo Horizonte.  O album Música de Brinquedo, em 2010, um disco tocado somente com instrumentos de brinquedo, com o qual conquistou o Disco de Ouro, em 2011, por seu selo independente Rotomusic, vencedor do Grammy 2011 (The Latin Recording Academy) de melhor álbum de música latina para crianças. Como o próprio nome já revela, o disco foi gravado usando somente instrumentos de brinquedo e miniaturas. A filha de Fernanda e John, Nina Takai, empresta sua voz em algumas faixas do disco que, apesar de não ser propriamente para crianças, brinca bastante com a sonoridade infantil. É composto por 12 regravações de músicas famosas nacionais e internacionais e ganhou grande receptividade do público. 

No mês de novembro, Quem já me conhece a mais tempo (ou não) sabe que eu adoro e ouço Rock Gaúcho desde a minha adolescência. Apesar de adorar rock gaúcho eu nunca tive a oportunidade de ir a um show da banda Comunidade Nin-Jitsu. A sensação de assistir um show pela primeira vez é mágico! Eu conheci o Nando da CNJ em 2009, quando ele e os meninos do Acústicos fizeram um show para tocar somente clássicos do Rock... Eu conheço 3ou9 musicas da Comunidade por causa da tal "memória afetiva" de ouvir musicas gaúchas na madrugada.

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23 de março de 2020

Canção de Segunda: Nenhúm de Nós




Nenhum de Nós é uma banda de rock brasileira do estado do Rio Grande do Sul fundada em 1986.

O Início

Sady Homrich e Carlos Stein se conheceram nos tempos da primeira série escolar, mais tarde, na quinta série, conhecem Thedy Corrêa. Tudo isso no colégio lasallista Nossa Senhora das Dores, na rua Riachuelo em Porto Alegre. Ali, bem perto do Theatro São Pedro, onde os garotos nem imaginavam, viveriam momentos importantes da futura carreira.

Thedy ganhou um violão aos quatorze anos, foi aluno de violão clássico do professor Afrânio. Carlos, com quinze anos, comprou sua primeira guitarra , juntamente com seu irmão, Thedy e outro amigo em comum formam um grupo folk batizado de Quarteto Jererê. 

Na faculdade, Carlão foi um dos fundadores do grupo Engenheiros do Hawaii. Depois de dois shows, saiu para formar uma banda com os amigos Thedy e Sady, sendo que este tinha na faculdade um grupo de samba-de-raiz chamado "Grupo do Fadinho". Após decidirem formar a banda, Sady começou a ter aulas de bateria com o professor Thabba. O "bat-local" do ensaio era a garagem da namorada de Thedy e contava com: uma bateria improvisada, uma caixa emprestada, um violão convertido fazendo a vez de contra-baixo e uma guitarra (sim, a guitarra era de verdade, o que não evitava as pedras jogadas pelos vizinhos). Depois de algum tempo, ensaiavam quase todas as tardes no bar Bangalô, onde Sady trabalhava como músico.


Nome da Banda

O espetáculo de lançamento do trio com o nome Nenhum de Nós foi no mesmo bar com um público de umas 80 pessoas entre amigos e parentes. Precisavam de um nome para a apresentação. Eles buscavam um nome que provocasse curiosidade e que denotasse algo em comum entre os três: Nenhum de Nós enxerga direito; Nenhum de Nós rodou na escola; Nenhum de Nós foi para o quartel" etc. De tanto se repetir ficou este o nome: NENHUM DE NÓS.


Curiosidades

Já animando alguns bailezinhos de carnaval por aí, se preparavam para abrir um espetáculo do DeFalla na Sociedade de Amigos da Praia do Imbé (SAPI) e, devido a um imprevisto, se atrasaram. Isto fez com que o DeFalla iniciasse seu show e os meninos do Nenhum tocassem depois. O produtor e a banda, que acabou tocando antes, foram obrigados a esperar o show do Nenhum acabar pois eles utilizariam o mesmo equipamento de som. Antônio Meira, o produtor, gostou da música dos jovens e pediu uma "fitinha" demo, que enviou às gravadoras. E, com a imensa bagagem de uns seis shows, foram para a cidade de São Paulo para gravar seu primeiro disco, em junho de 1987.



Integrantes:

Thedy Corrêa: casado e tem uma filha, Stella. O vocalista tem projetos paralelos ao Nenhum de Nós. Exemplos disso são o CD solo Loopcinio, onde faz uma homenagem ao cantor gaúcho, Lupicínio Rodrigues e o livro Bruto que acaba de lançar.

Veco Marques: formado em Publicidade e Propaganda pela Unisinos. Toca violão e, para o Nenhum de Nós Acústico 2, mandou trazer uma sitar da Índia.
Carlos Stein: costumam dizer que Carlão é "o cara", pois além de tocar em uma das grandes bandas do rock brasileiro, ajudou a fundar os Engenheiros do Hawaii.

Sady Homrich: este "abominável homem da bateria" já nasceu com as baquetas na mão. Formado em Engenharia Química pela PUCRS, diz que na estante não faltam livros de química e de metafísica. Sady usa baterias e peles RMV, baquetas Pro-Star e pratos Orion.

João Vicenti: o mais novo integrante da banda nasceu em 11 de agosto de 1965. Foi o último músico a se juntar ao Nenhum de Nós. Cursou faculdade de Educação Física, na FUNBA.




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10 de maio de 2018

Projeto Fotografico - Palco


 O tema  para o mês de abril foi "Livre" então todas tivemos uma enorme liberdade para decidir o que fotografar. Decidi colocar fotografias de palco dos shows que eu ja fui.

Sempre começa pela música. Pelo assunto, e não pela técnica. Fotografar música é conhecer o som, prestar atenção nos músicos, entender como eles estão interagindo em cima do palco e, depois de entender o que está acontecendo ali, fazer um clique. Ou dois, sempre calmos e certeiros. Na hora que a música pediu. 

Dani Gurgel







1e2 - Esse foi o meu primeiro show que fui da banda, do segundo show da mesma na minha cidade¬¬ dessa vez não me liguei muito no set-listdo show, mas só não entraram no set duas musicas que serão lançados no novo álbum. 

A musica “Oração” foi à primeira musica a fazer sucesso por causa da internet, mas, a banda não corre mais o risco de ser conhecidos como A banda de uma musica só tendo outras musicas da banda que valem a pena ouvir: Mercadorama, #mimimi (vai entrar no segundo álbum…), Solitária, Boa pessoa,Nunca, Meu príncipe (vai entrar no segundo álbum…) e Aos garotos de aluguel.

3-Na penúltima musica do show o Mano Changes pede para as mulheres subirem no palco. O Nando (esse da fotografia) na mesma hora olhou para mim berrando -Vem, sobe!!!- quando eu vi, eu tinha entregado a minha cerveja para o segurança e tava no palco junto com outras meninas e interagindo e tirando selfie com o pessoal da banda. 

4e5-Em 2008 tive á chance de conhecer os guris da banda Acústicos e Valvulados que cantava a música "Fim de Tarde" e "Quintal" que eu ouvia incansavelmente naquelas madrugadas no meu rádio de pilha...

Entre show's e chalaças... Fiz uma conta rápida e eu Debutei no Rock Mendigo no show da semana passada... Tem coisas que não mudam nunca (que bom!) o “tremilique” é o mesmo do primeiro show de 2008... A saudade são devidamente sanados, os momentos, as lembranças e as histórias "... são coisas que não cabem em um encarte de CD..." como cantava um outro cantor lá do Sul.



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28 de janeiro de 2016

FOTOLOG - Memórias & Nostalgias...



O FOTOLOG surgiu em 2003 e mesmo sendo um site bastante limitado (1 foto por dia e número de comentários limitados) fez bastante sucesso entre os adolescentes da época: A revista Capricho tinha uma conta no Fotolog e a Marimoon (VJ da MTV) foi descoberta pela MTV por causa do seu FOTOLOG que já era super famoso.

Nessa época, eu estava no 1º ano do ensino médio. Minhas amigas da época e eu tínhamos o genérico (Flogão) colocávamos as nossas fotos nos nossos respectivos sites e comentávamos no site das amigas.

Fiz a minha conta no FOTOLOG (/camylialessandra) em 2008 no inicio só tinha fotos aleatórias de flores e coisas da natureza... No inicio, eu seguia poucas pessoas pois, a maioria eram "fakes" doas artistas que eu gostava e não havia muita interação...


No mês de Novembro daquele (até então...) pacato ano. Aconteceu um show da banda Acústicos & Valvulados falei um pouco mais nessa postagem

Eu tinha uma vaga lembrança do Rafael Malenotti (vocalista) quando ele participava do Pijama Show (um programa de rádio famoso do sul). Algumas semanas antes, fui no site da banda, afim de, escutar as músicas e lembrar se alguma já tocou na programação do Pijama Show. A minha grande surpresa é que eu curtia bastante ouvir a música "Fim de Tarde" na madrugada... Que era uma das musicas mais lindas da banda.

No dia do show levei a minha Máquina Digital meio capenga. Afim de, fotografar o show da banda e tirar algumas fotos com os integrantes que até então, eu não conhecia. Na segunda música, a minha M.D resolveu pifar... Fiquei refém de uma garota que tinha uma câmera descente. Só consegui ter uma única foto desse show com o Rafael Malenotti. 


Quando eu recebi a foto logo, tratei de colocar no FOTOLOG e ficava admirando... Pois, tenho o péssimo costume de acreditar que os eventos bacanas que eu fui pela 1º vez nunca irão se repetir. Por exemplo: Esse show dos Acústicos e Valvulados. Felizmente, teve um show Pocket um mês depois e outros 17 shows na bagagem, sendo que, quatro desses shows foram na estrada (Porto Alegre/RS e Joaçaba/SC) 

O FOTOLOG se tornou o site queridinho dos músicos (depois do myspace...) conheci varias bandas nessa época... Os músicos faziam questão de comentar/seguir as páginas das pessoas que comentavam o FOTOLOG da banda. O fotolog da banda Acústicos &Valvulados (/acústicosnaestrada) quem comandava era o Malenotti e ele fazia uma interação super bacana.

As minhas melhores lembranças do FOTOLOG não era somente a fotografia do dia que pulavam no inicio da página, cada vez que, algum dos seus seguidores atualizavam as suas respectivos FOTOLOG´S. Os comentários eram mais sinceros tanto dos musicos da bandas que eu curtia na época quanto das pessoas normais que curtiam aquele som. Muito diferente do curte/comente e compartilhe de hoje em dia...
Eu  usava All Star e ouvia Beirut

As legendas das fotografias iam de: pequenos trechos de músicas, frases e pequenos diálogos e "devezemquando" eu arranhava escrevendo [microcontos] e até indiretas que iam no alvo certinho...

No dia 8 de janeiro, fecharam o FOTOLOG sem aviso prévio. Sem direito a despedidas... Mesmo o FOTOLOG tendo perdido a popularidade com as outras redes sociais atuais... Esse site guarda fotografias, legendas e comentários de uma adolescência (meio que tardia...) recheados de nostalgia de uma época maravilhosa!


* Estimados membros, os informamos que Fotolog estará inacessível de forma permanente nas próximas semanas. O objetivo desta comunicação é que possas recuperar suas fotos e informações até o dia 20 de fevereiro de 2016. (FOTOLOG)

20 de maio de 2014

Entre shows e chalaças ( Debutando no Rock Mendigo).



É bom buscar sentidos para a própria vida. Não é  um show é um momento bacana da sua trajetória... Busque repetir os momentos felizes     e revivê-los. Lembra-se de algo bom que você fez no passado? Viagens, shows, passeios... Retorne a esses lugares.

Sou de uma geração que ouvia muita musica BOA nas rádios. Na minha adolescência, por exemplo, eu comecei a ouvir muita radio de madrugada e tinha um programa chamado Pijama Show que usava a definição de rock-gaúcho para falar das musicas que as bandas do estado do Rio Grande do Sul faz.



Moro em Florianópolis/SC desde que me conheço por gente. A distância de Florianópolis/SC e Porto Alegre/RS são de 376,16 km (obrigado Google!). É louco pensar que, o que me aproxima eu de SC, com as musicas do RS “é a propagação de uma frente de compressão de onda mecânica, que se propaga de forma circuncêntrica, apenas em meios materiais” que é o som (segundo a física) dos vários rádios de pilha que eu já tive ao longo desses anos...


As pessoas mais sensíveis dirão que; "A música é uma forma de arte que se constitui basicamente em combinar sons e ritmo seguindo uma pré-organização ao longo do tempo"

A música para ser considerada boa, tem que despertar os “sentidos”.  Sorriso bobo no canto do rosto, lembranças, momentos, lágrimas (?) mas que não te deixe apático com a melodia ao ponto de não cantarolar o "verso estrofe e refrão"...

Coisas que não cabem em um encarte de CD... 

Em 2008 tive á chance de conhecer os guris da banda Acústicos e Valvulados que cantava a música "Fim de Tarde" e "Quintal" que eu ouvia incansavelmente naquelas madrugadas no meu rádio de pilha...



A lembrança que eu tenho desse show é a emoção que eu senti ouvindo pela 1° vez a musica “Fim de Tarde com você” ao vivo... E a sensação de sentir que os guris se divertem como se tivessem em uma “Chalaça entre amigos...” tratando todos que vão trocar umas 3ou9 palavras com eles com toda a atenção e carinho do mundo parecendo que te conhece há séculos... Nem isso, fez diminuir os meus “tremiliques” de nervosismo (o cara que faz parte da minha trilha musical ali na minha frente não teve como não tremer na base...). 


Começaram as chalaças no dia de semana (quarta-feira) e a frase preferida do P.James “os Deuses do Rock exigem sacrifícios constantes.”  


Show em teatro (Que afudê...) três dias antes, fui comprar o ingresso no local e levei um tombo de velhinha que o meu traseiro ficou todo roxo ainda bem, que o show era todo mundo sentadinho rs teve banda de abertura (já falei que eu odeio?) mas foi o show com o clima mais clean que eu já fui da banda.


Primeira viagem a Porto Alegre/RS... Primeiro Show dos Acústicos e Valvulados em POA que eu vou... As musicas da banda começaram a fazer um sentido diferente na medida em que eu ia ouvindo:

“... E falou que já não mais sabia o que podia ser dito ou não
E muito menos eu que espero a música tocar

Suspenso no espaço
Eu que vou tão longe por guardar
Um beijo na memória...”.

Tentei tirar uma foto com a banda toda ¬¬ faltou o Dani e o Paulinho...
Começou a saga do “chame a família...” para o show dos Acústicos... o show em Joaçaba coincidiu com uma viagem de família para ver os parentes ( na verdade iriamos viajar uma semana antes mas, viajamos um dia antes do show.).



 O show mais PHODA disparado dos guris dos Acústicos... em Floripa! Os motivos dessa afirmação tem uma grande probabilidade de ser SAUDADE sério, algum dos gurizes “quebraram a perna” quando me deram um abraço apertado e  falaram; “que saudade!” queridos...


Debú no rock mendigo!

Entre show's e chalaças... Fiz uma conta rápida e eu Debutei no Rock Mendigo no show da semana passada... Tem coisas que não mudam nunca (que bom!) o “tremilique” é o mesmo do primeiro show de 2008... A saudade são devidamente sanados, os momentos, as lembranças e as histórias "... são coisas que não cabem em um encarte de CD..." como cantava um outro cantor lá do Sul.

Ps: Obviamente não coloquei quinze fotos aqui no Blog para não deixar o post CHEIO de imagens e ficar cansativo (coloquei as melhores¬¬)

14 de agosto de 2017

ENTREVISTA COM A AUTORA: Pam Muñoz Ryan


Em sua história épica Ecos, Pam Muñoz Ryan tece três histórias de jovens que vivem um período tumultuado no século 20: Friedrich Schmidt, de 12 anos, em 1933, Alemanha, quando o Partido Nazista ganha força; Mike Phannery, de 11 anos, órfão, em 1935, Filadélfia durante a Depressão; E Ivy Maria Lopez morando no sul da Califórnia em 1942 quando a Segunda Guerra Mundial toma conta. Suas histórias giram em torno de uma única harmônica Hohner Marine Band e são enquadradas por um conto de um menino perdido, três irmãs e uma maldição de bruxa.

Aqui Ryan discute as origens da história, como ela cresceu e as reviravoltas inesperadas que tomou.


Esta é uma grande mudança para você, não é? O que a levou à essas três histórias?

​PMR: É uma grande mudança. Eu não planejei assim no começo. Eu estava pesquisando o que eu pensava ser o meu próximo livro: um caso judicial pouco conhecido, Roberto Alvarez vs O Conselho de Curadores do Distrito Escolar Lemon Grove, a primeira decisão bem sucedida do tribunal de segregação escolar da nação.

​Como a temática de seu livro mudou de forma tão dramática?

PMR: Eu fui para Lemon Grove, no East San Diego County. Olhando através de anuários escolares, encontrei uma foto de uma aula; Metade dos alunos estavam com os pés descalços e cada criança estava segurando uma gaita. A bibliotecária havia frequentado a mesma escola, e seu irmão estava naquela foto. Então eu descobri a banda Philadelphia Harmônica Band, de Albert Hoxie, uma banda de 60 membros. Quando comecei a pesquisar esse grupo, notei que, nas fotografias, os membros da banda estavam todos segurando gaitas Hohner Marine Band.

Isso me levou ao caminho da harmônica Hohner. As situações [que eu estava explorando] levaram a uma menina que poderia ter tocado a harmônica [e o caso Lemon Grove inspirou muitas das circunstâncias de Ivy] e a outra criança - um menino - que poderia ter participado da banda de Hoxie, que tinha muitos órfãos nela [como meu personagem Mike]. Até que eu fui à fábrica de Hohner, e aprendi que eles tinham aprendizes infantis [como Friedrich]. O que eu pensava ser um pequeno conto, acabou sendo esse livro gigantesco.

​A Segunda Guerra Mundial definitivamente molda sua sombra sobre a vida dessas três crianças.

PMR: A princípio eu não queria escrever um livro que se passasse na guerra. Quando comecei a pesquisar a fábrica de harmônicas Hohner na Alemanha, naquele período eu tropecei com uma lei sobre crianças que tinham doenças hereditárias. Parte do que fez a história de Friedrich interessante é que não ouvimos sobre o que aconteceu com as pessoas que não pareciam "perfeitas", incluindo alemães. [Friedrich, o aprendiz da fábrica de gaitas tinha uma marca de nascença facial grande e de cor vinho].

​Como você fez para não se perder nas as três histórias, seus temas e as questões em cada uma?

​PMR: Com um quadro gigante de dois metros! Eu tinha que conseguir um para o meu escritório, para manter tudo em uma linha, registrando os meses do calendário e os temas que atravessam cada história. Um tema em todo o livro foi o armazenamento de [pessoas]; Mulheres no conto de fadas e na história de Friedrich, qualquer um que se opôs a Hitler e, claro, mais tarde, os judeus. Na história de Mike, são crianças [nos orfanatos], e na história de Ivy, japoneses americanos. Eu tive que manter esses temas recorrentes numa só linha, e lembrar de amarrar os tópicos enquanto eu movia cada história.

​Uma das citações mais bonitas na história de Friedrich é quando ele antecipa sua audição para o conservatório: "Como ele poderia querer algo e temê-lo tanto ao mesmo tempo?".

​PMR: A história de Friedrich é tanto sobre a desilusão dos sonhos. Em sua mente, ele pensou que ele poderia ter ido para o conservatório, mas ele ainda teria ficado lá em sua cidade. Sua maior preocupação foi a audição, mas há algo maior [Hitler] que põe em risco toda a sua existência.

Na história de Mike, [a mãe adotiva] é quem está completamente desiludida pelas circunstâncias de sua própria vida - há outro tema sutil sobre as mulheres sendo reprimidas. Muitas questões societárias [foram abordadas no livro], e eu tive que apresentá-las com naturalidade.

Há a maravilhosa citação na história de Mike, quando o menino passa pela loja de música que se conecta com a jornada da harmônica: "Não é maravilhoso! A música está apenas esperando para escapar de todos esses instrumentos ".

PMR: Essa era a ideia, tanto quanto meu livro The Dreamer, sobre Pablo Neruda. Sua premissa era que sua essência tangível viaja com suas ferramentas, com qualquer coisa que você usou com suas mãos. Adoro a ideia de que a harmônica carregou algo positivo e auto-afirmativo com ela de pessoa para pessoa ... essa sensação de bem-estar eufórico. Parecia tão bonito. Eu queria essa levar essa ideia através do livro.

​Conte-nos sobre o conto de fadas como uma forma de unir as três histórias.

PMR: Desde o momento em que os leitores conhecem o Otto, as três irmãs e a maldição da bruxa, queria que os leitores suspendessem a descrença. Ao combinar as três histórias dentro de um conto de fadas tradicional, eu estava dizendo aos leitores: "Venha comigo e acredite ... há coisas assustadoras e difíceis. O livro é uma floresta escura, mas chegaremos ao fim ... ".






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13 de novembro de 2017

Show: Comunidade Nin-Jitsu


Faz um tempinho que eu não vou a um show tão bacana. Desde o mês de abril, depois de um dejavú um tanto que, agonizante no show dos Acústicos e Valvulados ou seria Velhas da chalaça ou chalaça... Que nem escrevi sobre o show. Acho que perdi o jeito de escrever "diário de chalaça" e já pesso desculpas antecipadamente por alguns erros que eu possa escrever nesse relato.


Quinta-Feira 10 de novembro de 2017. Em Florianópolis/SC. Florianópolis é uma cidade "complicadinha" quando se trata de cultura & entretenimento... Porém, naquela madrugada, recebeu a banda gaúcha Comunidade Nin-Jitsu.

O John Bull Floripa se consolidou como uma das mais prestigiadas casas noturnas da capital catarinense. Com mais de 2700 apresentações de renomados artistas nacionais e internacionais e localizada na Lagoa da Conceição, um dos principais pontos turísticos da cidade, a casa é referência na cena local e palco de noites memoráveis. A programação é inteiramente dedicada ao melhor do Rock e todas as suas vertentes, além do Blues, Reggae e da boa música, em um ambiente dinâmico e requintado.


Quem já me conhece a mais tempo (ou não) sabe que eu adoro e ouço Rock Gaúcho desde a minha adolescência. Apesar de adorar rock gaúcho eu nunca tive a oportunidade de ir a um show da banda Comunidade Nin-Jitsu.

A sensação de assistir um show pela primeira vez é mágico! 
Eu conheci o Nando da CNJ em 2009, quando ele e os meninos do Acústicos fizeram um show para tocar somente clássicos do Rock... Eu conheço 3ou9 musicas da Comunidade por causa da tal "memória afetiva" de ouvir musicas gaúchas na madrugada.


O Jonh Bull não estava lotado. Por ser Quinta-feira, os reles mortais trabalham no dia seguinte... O publico eram realmente os "de fé" dispostos a ignorar o horário e a distância do centro até o local.

A banda não enrolou muito pra subir ao palco (obrigada por isso!), "A espera" foi na medida certa. Como já citei ali em cima, eu conheço apenas 3ou9 musicas da Comunidade por causa da tal "memória afetiva". Não me liguei muito na sequência das musicas, acabei me surpreendendo com algumas musicas cláááássicas que eu já conhecia. 


A energia dos integrantes da banda no palco é contagiante! O publico não ficou parado um segundo e cantavam TODAS as musicas. Eu sabia somente a metade das musicas do setlist 0o. 


Na penúltima musica do show o Mano Changes pede para as mulheres subirem no palco. O Nando na mesma hora olhou para mim berrando -Vem, sobe!!!- quando eu vi, eu tinha entregado a minha cerveja para o segurança e tava no palco junto com outras meninas e interagindo e tirando selfie com o pessoal da banda. 


Eu estava precisando dessa vibe que somente um show ao vivo e a cores te proporciona.Para dar uma revigorada nas minhas energias... 

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13 de março de 2017

Canção de Segunda:"The Joshua Tree" - U2


 Adivinha qual é a música mais ouvida do U2 até hoje? "With or Without You" (http://spoti.fi/2mqauem), com 134 milhões de streams. Fazendo as contas aqui, isso equivale a 1260 anos de "With or Without You" tocando, sem parar. O Bono escreveu a letra dessa música sozinho, à noite, na primeira vez que esteve na Riviera Francesa. Rolava uma crise na cabeça dele sobre como equilibrar o papel de rockstar, viajando o mundo pra fazer shows, e o papel de marido. (Ele casou com a Alison, ativista e empresária irlandesa, em 1982.) E ele estava num momento MUITO rockstar.

O U2 vinha de um disco superexperimental ("The Unforgettable Fire", de 1984) feito com um produtor supervisionário (Brian Eno, o inglês que não só produziu discos clássicos como "Low", "Heroes" e "Lodger", do David Bowie, como praticamente inventou um novo gênero musical, o ambient). A banda tinha participado de um show histórico, o Live Aid, que foi assistido por milhões de pessoas ao redor do globo em 1985. Mais do que isso, aqueles 4 jovens irlandeses tinham viajado o mundo inteiro e descoberto diferentes realidades que mudariam completamente as vidas deles. Foi esse o cenário pra criação de "The Joshua Tree" (http://spoti.fi/2lIpYMh), o disco que fez o U2 virar uma das maiores bandas do mundo. Ele foi lançado em 9 de março de 1987, há exatamente 30 anos.

"With or Without You" foi o primeiro single do disco. Outras duas dele aparecem entre as 10 mais ouvidas do U2 no Spotify: "I Still Haven't Found What I'm Looking For" (http://spoti.fi/2njQqrP) e "Where the Streets Have No Name" (http://spoti.fi/2mql7hu).

"The Joshua Tree" nasceu como um álbum sobre as andanças do U2 por diversos países — mas especificamente pelos EUA. Eles tinham passado até 5 meses por ano por lá durante a primeira metade dos anos 80, fazendo tours. "Comecei a enxergar dois países diferentes: os EUA míticos, idealizados, e os EUA de verdade", diz o Bono. (Daí um dos títulos provisórios do disco durante as gravações: "The Two Americas"/"As Duas Américas". "The Desert Songs"/"As Músicas do Deserto" também chegou a ser considerado.)

O sentimento do disco era esse. Então, eles resolveram que a capa seria feita nos EUA (algo inédito pro U2, que tinha feito as capas de todos os discos até então em Dublin mesmo). Aí o fotógrafo Anton Corbijn (que também dirigiu vários clipes da banda, incluindo "One") saiu à procura de locações. Foi ele quem contou pro Bono a história da "árvore de Josué". Segundo a lenda, a árvore da espécie Yucca brevifolia ganhou esse nome quando um grupo de mórmons, ao chegar no Deserto de Mojave (curiosamente, onde os Red Hot Chili Peppers gravaram o clipe de "Give It Away"; a Madonna o de "Frozen" e as Spice Girls o de "Say You'll Be There"), viu a forma peculiar daquela árvore e lembrou da história bíblica de Josué erguendo as mãos pro céu e pedindo ajuda a Deus. O Bono amou a simbologia disso. Pronto: estava decidido que o nome do disco seria "The Joshua Tree". Naquele dia, eles saíram pelo Mojave procurando uma "joshua tree" perfeita, até acharem uma ali, sozinha, toda poética. Pararam e fotografaram por uns 20 minutos. "Foi bem espontâneo", lembra o Edge. "Estava um frio danado e a gente teve que tirar os casacos pra pelo menos parecer que era um deserto. Esse é um dos motivos pelos quais estamos tão sombrios na foto", completa o Bono.

Mas outras viagens pelo mundo também influenciaram o disco. Em 1985, o Bono esteve na Etiópia pela primeira vez, e voltou chocado tanto com a pobreza do país quanto com o espírito forte dos etíopes. Durante as gravações de "The Joshua Tree", o assistente pessoal dele, Greg, morreu em um acidente de moto. O funeral foi na Nova Zelândia — e inspirou a música "One Tree Hill" (http://spoti.fi/2naSBPg). Depois, Bono e Ali viajaram pra Nicarágua e pra El Salvador, e lá se depararam com um monte de conflitos políticos e militares, inclusive envolvendo os EUA. Nisso, nasceram "Bullet the Blue Sky" (http://spoti.fi/2mqtPfL) e "Mothers of the Disappeared" (http://spoti.fi/2m7pnQr).

Musicalmente, também era a hora de explorar mais. Quando o Bono participou de uma reunião de músicos contra o apartheid na África do Sul, em 1985, passou um tempo hanging out com o Keith Richards e com o Mick Jagger Foram os dois que despertaram o interesse dele pelo blues (http://spoti.fi/2n4vmJH). Até então, as maiores influências do U2 vinham do punk rock dos anos 70, e eles nunca tinham ido muito além disso. Inspirado pela tradição do blues, o Bono escreveu "Silver and Gold" (http://spoti.fi/2n4sIUz) (que está na edição deluxe do "The Joshua Tree"). No próximo disco, "Rattle and Hum" (http://spoti.fi/2mnO7EX), iria ainda mais longe e traria o BB King pra colaborar. No meio disso, novas amizades com o Bob Dylan e com o Van Morrison (Official) também encorajaram a banda a mergulhar mais nos clássicos, descobrindo a música irlandesa tradicional, misturando tudo ao folk americano, e investindo mais nas composições. "Antes eu achava que escrever letras era meio antiquado, então rascunhava tudo ao microfone mesmo. Senti que era hora de escrever letras que realmente significassem algo", diz o Bono.

Deu certo. O U2 já tinha alguns grande hits, tipo "New Year's Day" (http://spoti.fi/2mqnm4x) e "Pride (In the Name of Love)" (http://spoti.fi/2njZEnM). Mas foi com os singles de "The Joshua Tree" que eles viraram a mega banda que são até hoje.

Na época, esse disco foi o que vendeu mais e mais rápido na história do Reino Unido. Foram mais de 300 mil cópias em 2 dias. Passou 9 semanas consecutivas em #1 nos EUA. E, 30 anos depois, é um dos maiores clássicos do rock — ainda que o Bono tenha se referido ao "Achtung Baby" (http://spoti.fi/2n4vEQU), que veio em 1991, como "o som de quatro homens derrubando a Joshua Tree". A história ainda teria muitas curvas...



Fonte: Spotify

28 de dezembro de 2018

LADO MILLA AWARDS:. Musicas que eu ouvi em 2018


No LADO MILLA AWARDS 2018. escreverei sobre as musicas que eu ouvi de acordo com a minha Playlist de 2018 do Spotify. O que é bastante irônico. Pois, a ironia começa no título desse texto "Discografia de 2018". Ouvir musicas no modo aleatório no Spotify ainda me parece algo muito moderno para uma pessoa da geração 80-90, que colecionavam CDs dos musicos e das bandas preferidas e colocava para tocar no Disckman (lembram?).   

... Eu não quero mais conversa com quem não tem amor/ gente certa é gente aberta, se o amor chamar eu vou... 


Carlos, Erasmo é um álbum do cantor e compositor Erasmo Carlos, lançado em 1971. O disco é visto como um dos melhores trabalhos de Erasmo Carlos, pois apresenta uma boa gravação e bons arranjos feitos por Chiquinho de Moraes. O LP foi eleito em uma lista da versão brasileira da revista Rolling Stone como o 31º melhor disco brasileiro de todos os tempos. O cantor deixou um pouco o rock de lado e decidiu investir mais no soul e na MPB. Exemplos disso são as canções como Gente Aberta, Mundo Deserto e Ciça Cecilia, todas escritas em parceria com Roberto Carlos. Também está presente a música De Noite na Cama, de Caetano Veloso. As únicas músicas de rock que o disco possui são a chuckberriana É Preciso Dar Um Jeito Meu Amigo, também em parceria com Roberto, e a pesada Agora Ninguém Chora Mais, de Jorge Ben. O disco também tem a participação do baterista Dinho Leme e do baixista Liminha, ambos da banda Os Mutantes.


Há um bocado de gente na mesma situação/Todo mundo gosta dela na mesma doce ilusão/A vizinha quando passa e não liga pra ninguém/ Todo mundo fica louco e o seu vizinho também.

Braseiro é o álbum de estreia da cantora Roberta Sá. Foi lançado em 2005 e conta com participações especiais de Ney Matogrosso, MPB4 e Pedro Luís e a Parede, bem como com canções de compositores já consagrados do samba, como Chico Buarque, e novos nomes da música brasileira, como Rodrigo Maranhão (da banda Bangalafumenga), Marcelo Camelo (ex-integrante da banda Los Hermanos), Teresa Cristina, Pedro Luís.


Há primeira vez que ouvi a Roberta Sá foi em um desses programas musicais que passa na TV... Na época, eu baixei o álbum completo no computador e passei as musicas para o meu celular que ouvi praticamente a semana inteira! Esses dias eu estava ouvindo no spotify...


Se navegar chegou, deixa navegar/Chegou deixa chegar/Se navegar chegou, deixa navegar/Chegou deixa chegar...


“Afinar as rezas”, primeiro álbum do Dazaranha sem a participação de Gazu, o novo trabalho é superior ao “Daza”, de 2014 – ainda que com ressalvas. Gravado no Rio de Janeiro, novamente com produção do renomado Carlos Trilha, o disco traz 11 músicas e uma vinheta, totalizando 40 minutos, e foi financiado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Florianópolis, com patrocínio da Fundação Franklin Cascaes.


Apesar dessa melhora em relação ao trabalho anterior, o Dazaranha virou refém da sua obra. Musicalmente falando, a banda construiu um legado tão rico e próprio nestes 25 anos de carreira que os fãs esperam ouvir o “velho Daza” a cada novo lançamento. Em “Afinar as rezas”, o grupo busca novos caminhos, com uma sonoridade mais moderna e pop, mas sem perder a identidade. A faixa título abre o álbum com Moriel nos vocais. É preciso reconhecer: a presença de Gazu ocultava esse talento de Muruca, que nasceu para ser protagonista. Chico Martins, no entanto, é quem mais canta no novo disco. O guitarrista, que assina duas composições, assume o microfone em sete das 11 músicas.


... Vou reerguer o meu castelo/Ferro e martelo/Reconquistar o que eu perdi/Eu sei que vão tentar me destruir/Mas vou me reconstruir/Voltar mais forte que antes ...



Sem dúvida alguma a cantora IZA foi um dos grandes nomes do pop brasileiro em 2018 e Dona de Mim, seu disco de estreia, veio repleto de grandes hits e participações especiais que acrescentaram bastante a uma artista que tem luz própria. Ivete Sangalo, Marcelo Falcão, Thiaguinho e Rincon Sapiência abrilhantaram um trabalho que deixou claro: IZA será uma das maiores nos próximos anos.


... Quem caminha pelo vento sabe o bem que ele traz Só quero amor, só quero paz Pura eletricidade vem da força que ele faz Só quero amor, só quero paz ...


Segundo os arquivos desse querido Blog, a primeira vez que eu ouvi Moinhos foi em 2014. Em um programa de uma rádio online do Rio de Janeiro/RJ chamada MPB fm (chuchu até no nome **) além de tocar musicas brasileiras de qualidade, no horário das 18 h:00s tem o programa MPBmusical com cantores conhecidos da grande mídia e outros nem tão conhecidos assim... Quando eu vi que finalmente tinham lançado um albúm eu fiquei durante dias ouvindo com a mesma vibe que eu ouvi pela primeira vez...


Os integrantes que fazem parte desse “Power Trio” são: Emanuelle comandou os vocais da Banda Eva durante alguns carnavais; Lan Lan tocou com Cássia Eller, Nando Reis & Os Infernais e com os Tresloucados - um projeto de Preta Gil e Davi Moraes -, além de ter liderado Lan Lan & Os Elaines; Toni, por sua vez, já acompanhou os principais baianos ainda na ativa, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Moraes Moreira, Gal Costa, além de artistas como Luiz Melodia, Elba Ramalho, Nelson Gonçalves, Sérgio Sampaio e Adriana Calcanhotto. Para as bandas Paralamas do Sucesso e Herva Doce, Toni ainda fez alguns arranjos.  


Vagabundo vai correr, vai brincar/ Vai chover, vai sujar/Deixa o menino jogar, que é Sexta-feira/Pra proteger é que existe a rezadeira/A rezadeira vai rezar (rezadeira) vai rezar(Rezadeira)…


Foco, Força e Fé é o primeiro álbum de estúdio do rapper e compositor brasileiro Projota, lançado em novembro de 2014 pela Universal Music, primeiro lançamento assinado por uma gravadora. O álbum possui 15 faixas, e possui participações de Marcelo D2, Negra Li, Dado Villa-Lobos, J Balvin e Marlos Vinícius


Acho que esse CD também entrou na retrospectiva de 2017. Eu ainda não consegui superar Upside Down eu lembro dessa musica por causa do macaquinho no clipe.


Jack Hody Johnson (Honolulu, 18 de maio de 1975) é um cantor, compositor e surfista americano. Cresceu na Baía Norte de Oahu, no Havaí, e atualmente vive em Haleiwa. Antes de lançar o seu primeiro álbum de estúdio, Jack Johnson fazia filmes de surfe. Por ser um surfista e músico, seu estilo é erroneamente classificado como surf music, um subgênero rock surgido nos anos 60.

Esse é o album preferido da minha familia quando vamos viajar... Eu consegui viciar os meus pais a ouvir rock gaucho de alguma maneira.


o Rock de Galpão – grupo que resgata o cancioneiro gaúcho, criando versões contemporâneas para clássicos da música regionalista – O Rock de Galpão é formado por Tiago Ferraz (voz e guitarra), Rafa Schuler (guitarra e vocais), Guilherme Gul (bateria), Mestre Kó (teclados e vocais), Paulinho Cardoso (acordeon) e Gustavo Viegas (contrabaixo), além do artista convidado Diablo Jr. (percussão e boleadeiras).


Roberto Carlos é o trigésimo sexto álbum de estúdio do cantor e compositor Roberto Carlos, lançado em 1993 pela gravadora CBS. Eu acho esse CD realmente maravilhoso! Todas as faixas: O Velho Caminhoneiro, Coisa Bonita, Hoje é Domingo, Obsessão,Nossa Senhora,Tanta Solidão, Se Você Pensa, Parabéns, Mis Amores. Fazem esse o meu CD preferido do Roberto Carlos.

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