30 de abril de 2014

Resumo do mês de abril /2014 - POP, ACABOU ABRIL!




 Sério, estou assustada quando olhei o meu celular para desligar o despertador e vi que hoje é 30 de abril de 2014 acabou abril e eu não comi o único chocolate que eu ganhei... Não fotografei meu ovo de páscoa... E nem comi a quantidade de chocolate aceitável no “mês do chocolate” #mimimi


 Atrasei o Rotaroots do mês passado acabei escrevendo no 1° dia do mês de abril uma carta para mim mesma a 10 anos atrás (para os meus 18 anos...) http://ladomilla.blogspot.com.br/2014/04/continuamos-viver-com-10-anos-atras.html 





Uma das  minhas descobertas musicais esse mês foi a banda Moinhos  ouvi  a entrevista em uma radio na internet no programa Mpbmusiccal a entrevista com a banda e Lanlan é uma das integrantes da banda falando animadamente sobre a musica de trabalho trabalho “Éolo” com parceria do também cantor Carlinhos Brown. A historia da canção tem haver com vento e Éolo é o Deus do vento...
http://ladomilla.blogspot.com.br/2014/04/banda-moinhos-quem-caminha-pelo-vento.html 



o projeto 6 on 6. Quem não conhece, é um projeto de fotografia onde todo mês no dia 6, 6 blogueiras postam 6 fotos sobre um tema, e o tema desse mês é: Cotidiano http://ladomilla.blogspot.com.br/2014/04/6on6-de-abril-cotidiano-blues.html


Aproveitando que ganhei a M. Eugenia e comprei dois livros acabei fotografando também os brindes da intrínseca que ganhei no mês anterior 


Chegou um livro muito bacana pelos correios falei um pouquinho nesse post http://ladomilla.blogspot.com.br/2014/04/correios-01-chegou-pelo-correio.html


Enfim, comprei uma estante! Para colocar os meus livros e alguns cacarecos fiz um post só para mostrar a primeira arrumação da estante.  


Para não perder o costume de postar "em cima do laço" a postagem de Rotarrots quase que me sai em maio quaaaaaaaaaaaaaase. http://ladomilla.blogspot.com.br/2014/04/rotaroots-os-discos-que-marcaram-minha.html




Os discos que marcaram a minha vida.


“... Eu quero uma casa no campo
Do tamanho ideal, pau-a-pique e sapé
Onde eu possa plantar meus amigos
Meus discos e livros e nada mais...”.




Sou da geração dos anos 80 (no finalzinho...) peguei BEM o processo que os LP’s estavam sendo trocados pelos CD’s e tive as minhas coleções de “disco de vinil” e na época da escola, ostentação era ter CD, disco de vinil e fita k7!


Alguém ai, lembra?



Toda a criança dos anos 80 teve a Xuxa como grande referencia de musica infantil.      Eu não poderia fugir da regra... Minha primeira “coleção de vinis” foi todos os discos da Xuxa que eu ouvi incansavelmente por toda a minha infância.


Em 1997 lembro-me de ter ouvido um musica “romântica” da dupla Sandy&Junior já tinha tido a oportunidade de ter ouvido a dupla antes e  ter rebolado com a musica “vai ter que rebolar” single da dupla a dois anos atrás e pentelhei minha mãe para me dar o CD mas era um pouco mais caro e a única coisa que consegui foi a fita K7 que lembro de ter ouvido bastante na viajem de volta para casa... Até o dia que o meu tio pegou emprestado a minha fita e nunca mais me devolveu... Anos mais tarde, encontrei esse CD no sebo por uma merreca e comprei (até hoje me emociono com as musicas desse CD).

Tenho outros CDs da dupla:


Fase "Legionária"


Comecei a ouvir Legião Urbana com15-16 anos. Acho que essa é a fase do “rebelde sem causa” da maioria dos adolescentes... Lembro que no ensino médio eu e algumas meninas da sala ficávamos cantando Legião na hora dos intervalos e lembro que eu usava uma blusa preta da Legião e na saída da aula uma senhora olhou meio torto para mim exclamando assim: “-Ai, Esses Rockeiros...” hauhauahauahauha

Meus tios maternos casaram e deixaram as suas devidas coleções de “discos de vinis” na casa dos meus avós. Em uma tarde dessas, lá na casa dos meus avós fui bisbilhotar se tinha algum LP que me agradava... 


Encontrei o ultimo disco do CAZUZA “Burguesia” esse é um disco duplo mais comovente da carreira do músico. Suas letras demonstram uma urgência de falar por uma vida que estava indo embora... Claro, que tratei de levar para casa e de vez em quando eu ouço; Burguesia, Cobaias de Deus, Filho Único, Perto do fogo

A musica em formato de MP3 não me agrada. Com as modernidades, claro que eu tenho varias musicas no celular, mas gosto de ouvir não só o single, mas o conjunto de musicas que fazem parte do álbum. Gosto de ter o CD físico em mãos das bandas que gosto (e se possível “escrivinhado” autografado! rs) tenho algum CDs aqui comigo de algumas bandas gaúchas que sempre que é possível vou nos shows que acontecem na minha cidade... Mas, isso já é assunto para um próximo post.

Obs: as imagens são do sr.Google mas tenho todos os CD'S  e LP'S citados nesse post.

28 de abril de 2014

Mais do mesmo


Eu não gosto quando me colocam em certos “
papéis” na vida...  E na maioria das vezes parece que o mundo é das pessoas que “quebram barreiras” não se poupam e não poupam os outros das suas maldades... Enfim, me auto-proibi de escrever sobre... Encontrei esse texto nas andanças pelo facebook e negritei as partes que eu me identifiquei.   


“Minha amiga disse que eu sou muito folgada, quero que o mundo se adapte a mim. E que esse é o meu problema, eu já começo colocando barreiras, vou morrer sozinha. Não gosto quando praguejam que eu vou morrer sozinha, como se eu estivesse fazendo por merecer esse grande final. E não gosto, principalmente, porque isso não seria um castigo e sim uma escolha. Juro que prefiro solidão a um do que a dois. Ou, no auge do egoísmo, parar com um desses carinhas que a gente sabe que são incríveis, mas não rola, não flui. Eles merecem ser amados e eu não tenho o direito de privá-los disso. Acredito que folgada seja quem se espalha nessa comodidade. Não crio barreiras. Elas se criaram sozinhas quando eu me posicionei pro mundo. E acho que se for pra ser, se for mesmo pra ser, o cara quebra as barreiras. Se não for, elas me poupam. E tem me poupado! De todos os tantos anos que me virei do avesso pra me adaptar aos outros, só ganhei cicatrizes. Parei. Se é a melhor postura, não sei, mas hoje eu ando sem dor. Minha amiga derruba barreiras, escancara as portas e tá aí, sem amor. Sentimento não é um favor. Prefiro ser minha a viver disposta a ser de quem for.”

Marcella Fernanda
© Lado Milla
Maira Gall