18 de março de 2017

BookTag: Frases De Criança

Olá!Tudo bem?

Já faz um tempo que não respondo uma TAG, e como eu adoro responde-la vamos fazer isso hoje. A primeira TAG de ano!

Essa TAG foi criada Taty do blog Coleções Literárias e pelo Marcio do blog Um Baixinho nos Livros.

Regras...
Mencionar e Linkar os blogueiros que criaram a tag Taty Salazar - Coleções Literárias e Marcio Silva - Um Baixinho nos Livros;
Indicar no minimo 5 blogs para responder a tag (Não esqueça de avisar que você os tagueou);
Postar a IMAGEM oficial da tag em sua postagem "caso for responder escrito".OPCIONAL: Usar a hastag #BookTagFrasesDeCriança no facebook e/ou no Instagram.
  

1.Meu nome é... (Um personagem Infantil favorito).


Auggie do livro Extraordinário. August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso, ele nunca havia frequentado uma escola de verdade... até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.





2.Quantos anos eu tenho? (Quantos livros você tem?)

96 livros

3.Eu já sei ler. (Primeiro livro que leu) 


Pretinha eu? Uma menina negra ganhou uma bolsa de estudos em um colégio onde nunca havia entrado um aluno negro. Desencadeou-se uma história de discriminação, preconceito e muitas descobertas.






Comecei a tomar gosto pela leitura ainda no ensino fundamental, lembro que tínhamos aulas de leitura na biblioteca e eu realmente gostava de ficar lendo. Às vezes, eu até me esquecia de prestar atenção nos papos animados das minhas amiguinhas na biblioteca... Mas, o livro que mais me marcou veio em 1999 (um ano antes do que relatei acima...). O tal livro é Pretinha, eu do autor Júlio Emílio Braz esse livro foi indicação de uma professora de português para a aula de leitura.
“Eu tinha 13 anos nessa época e tinha recém mudado de escola 
por motivos de saúde, pois eu tinha recém operado a coluna 
e eu estava usando um gesso que ia a uns cinco dedos abaixo do pescoço 
até abaixo da barriga…”

No meio de uma aula de leitura a professora disse que eu me parecia muito com a Pretinha da história, não pelo meu tom de pele, pois eu sempre fui branquinha hehehe, mas por ser a mais velha de uma turma que todos tinham onze anos e pelo meu “mau jeito” (no começo) de me enquadrar, em uma escola com métodos tão rigorosos quanto o Harm… Ops! Colégio T. Sofri Bullying todos os dias do ano que estudei no colégio T. Sofria todos os tipos de agressões; intencionais, verbais e psicológicas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas.No meu caso, por exemplo, a crueldade veio também por parte dos adultos professores da época “Ela parece à pretinha da história...” reforçando apelidos e motivos de chacota se eu já não tivesse motivos e não sofresse o suficiente.


4."Diz Papai" Mamãe. (Um livro que você imaginava uma coisa e acabou sendo outra)


Tudo começa com uma tarefa para a escola: escrever uma carta para alguém que já morreu. Logo o caderno de Laurel está repleto de mensagens para Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Heath Ledger, Judy Garland, Elizabeth Bishop… apesar de ela jamais entregá-las à professora. Nessas cartas, ela analisa a história de cada uma dessas personalidades e tenta desvendar os mistérios que envolvem suas mortes. Ao mesmo tempo, conta sobre sua própria vida, como as amizades no novo colégio e seu primeiro amor: um garoto misterioso chamado Sky




A leitura é bastante intensa. O que era uma lição, acabou virando um verdadeiro diário com desabafos "Alguns segredos só conseguimos contar aos nossos maiores ídolos" se transformando em uma maneira de Laurel lidar com seu primeiro ano em uma escola nova e com a família despedaçada depois da morte de sua irmã.

5.Mãe tô com fome. (Um livro que você devorou.) 

Hazel foi diagnosticada com câncer aos treze anos e agora, aos dezesseis, sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões. Ela sabe que sua doença é terminal e passa os dias vendo tevê e lendo Uma aflição imperial, livro cujo autor deixou muitas perguntas sem resposta. Essa era sua rotina até ela conhecer Augustus Waters, um jovem de dezessete anos que perdeu uma perna devido a um osteosarcoma, em um Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Como Hazel, Gus é inteligente, tem senso de humor e gosta de ironizar os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Com a ajuda de uma instituição que se dedica a realizar o último desejo de crianças doentes, eles embarcam para Amsterdã para procurar Peter Van Houten, o autor de Uma aflição imperial, em busca das respostas que desejam. 

Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.


Foi a minha primeira leitura do John Green. A vontade de ler A Culpa é das Estrelas começou no evento da Intrínseca depois de ouvir falarem muito bem do livro. Eu comecei a ler as dez primeiras páginas ainda na livraria antes de realmente comprar e terminar de ler em casa chorando copiosamente nos últimos parágrafos... Okay!

6.Pai!Conta uma história para mim dormir? (O livro que você está lendo) 


Diagnosticada com câncer da tireoide aos doze anos, Esther Grace Earl era uma adolescente talentosa e cheia de vida. Fazendo jus ao nome, que em persa significa 'estrela', ela marcou todos em seu caminho com sua generosidade, esperança e altruísmo enquanto enfrentava com graciosidade o desgaste físico e mental causado pela doença. Filha, irmã e amiga divertida, alto-astral e inspiradora, Esther faleceu em 2010, logo após completar dezesseis anos, mas não sem antes servir de inspiração para milhares de pessoas por meio de seu vlog e dos diversos grupos on-line de que fazia parte. 'A estrela que nunca vai se apagar' é uma biografia única, que reúne trechos de diários, textos de ficção, cartas e desenhos de Esther. Fotografias e relatos da família e de amigos ajudam a contar a história dessa menina inteligente, astuta e encantadora cujo carisma e força inspiraram o aclamado autor John Green a dedicar a ela sua obra best-seller A culpa é das estrelas.

7.Pai!Cadê a mãe? (Um personagem secundário que se destacou mais que o protagonista.) 


Logo no inicio da leitura acompanhamos Kate recebendo a devastadora noticia sobre a morte de sua filha, logo no inicio suspeita-se que Amélia havia cometido suicídio. 

Kate é a mãe solteira e sempre fez o que estava em seu alcance para conciliar a vida de mãe com a vida de profissional ela é uma advogada de sucesso em Nova Iorque e para compensar a ausência de um pai na vida de Amélia. Ela nunca contou a verdade para a filha sobre o pai e também só vamos descobrindo sobre ele no decorrer da história. 



Os capítulos do livro são alternados entre diferentes personagens. Temos capítulos atuais sobre Kate, narrados em primeira pessoa, a partir do dia da morte da Amelia, trechos de seu diário quando ela descobriu que estava grávida, conversas de celular de Amelia, postagens no facebook, e alguns capítulos contados pela própria Amelia, algumas semanas antes de sua morte. Também há postagens de um blog de fofocas da escola, chamado GrAcIoSaMENTE.

Ao decorrer da leitura, vamos reconstruindo Amélia através de vários acontecimentos e fragmentos com alternâncias de pontos de vista. E descobrindo quem ela realmente era, sem ser somente uma descrição vazia "aluna e atleta exemplar". Através de suas "memórias" ficamos sabendo quando ela recebeu um convite para entrar em um clube da escola, uma espécie de fraternidade, que supostamente deveria ser proibido. A partir desse convite, sua vida começa a tomar novos rumos e a própria Amélia passa por várias descobertas sobre si mesma. A descoberta da própria sexualidade e o amor inconsequente por Dylan.

8.Olha Pai. (Tire uma foto de sua estante.) 






9. Já sei o que vou querer de presente do dia das crianças! (O livro que você está cobiçando.) 



10.Pai ta chegando? e agora? e agora? (Continuação de uma série que você ama e está aguardando muito.) 


Não tenho. Estou com a coleção do Muchileiro das Galaxias que ainda não li...



11. Mãe fulano me bateu. (Um personagem que merecia uma surra?) 

Eu batendo na Anna


Anna Oliphant não está nada entusiasmada com a ideia de se mudar para Paris. Porém, seu pai, um famoso escritor norte-americano, decidiu enviá-la para um colégio interno na Cidade Luz. Anna prefere ficar em Atlanta, onde tem um bom emprego, sua fiel melhor amiga e um namoro prestes a acontecer. Mas, ao chegar a Paris, ela conhece Étienne St. Clair, um rapaz inteligente, charmoso e bonito, que além de muitas qualidades, tem uma namorada...




Anna Oliphant. Foi a personagem adolescente que eu mais odiei ao decorrer da leitura... Uma menina mimada, que na maioria das vezes fazia ceninha quando estava com o seu pai. Faz o leitor querer dar uns belos tapas nessa garota...





12.Maaaae eu cai. (Um personagem desastrado.) 



As Aventuras de Alice no País das Maravilhas, frequentemente abreviado para Alice in Wonderland é a obra infantil mais conhecida de Charles Lutwidge Dodgson, publicada a 4 de julho de 1865 sob o pseudônimo de Lewis Carroll.





Alice é uma garota atrapalhada! Na confusão, ela vai se encontrando... descobrindo-se... Esse livro é muito fofinho.





13. Por quê? Para quê?( Um livro confuso.) 



Eu deveria estar de luto, não me apaixonando. Às vezes é preciso perder tudo, para encontrar a si mesmo... Lennie Walker, obcecada por livros e música, tocava clarinete e vivia de forma segura e feliz, à sombra de sua brilhante irmã mais velha, Bailey. Mas quando Bailey morre de forma abrupta, Lennie é lançada ao centro de sua própria vida, e, apesar de não ter nenhum histórico com rapazes, ela se vê, subitamente, lutando para encontrar o equilíbrio entre dois: um deles a tira da tristeza, o outro a consola. O romance é uma celebração do amor, também um retrato da perda. A luta de Lennie, para encontrar sua própria melodia em meio ao ruído que a circunda, é sempre honesta, porém hilária e, sobretudo, inesquecível.





Eu t
enho esse livro há mais ou menos 5 anos. Porém, eu não lembrava de já ter lido ou abandonado á leitura... 

Por isso coloquei nessa categoria. Uma das grandes lições desse livro é que aprendemos cedo ou tarde que as pessoas que amamos se vão e simplesmente temos que virar protagonistas da nossa própria história. A leitura do livro é simples e bela, juntamente com a história da nossa John Lennon - apelido carinho dado por Joe -. Você se envolve de uma forma surpreendente com Lennie e torce para a sua felicidade. Na maioria do início dos capítulos, há poemas ou mensagens escritos por Lennie. Adorei a ideia.



14.Psora posso ir no banheiro? (Um livro nojinho.) 


Mariam tem 33 anos. Sua mãe morreu quando ela tinha 15 anos e Jalil, o homem que deveria ser seu pai, a deu em casamento a Rashid, um sapateiro de 45 anos. Ela sempre soube que seu destino era servir seu marido e dar-lhe muitos filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos. Laila tem 14 anos. É filha de um professor que sempre lhe diz: "Você pode ser tudo o que quiser." Ela vai à escola todos os dias, é considerada uma das melhores alunas do colégio e sempre soube que seu destino era muito maior do que casar e ter filhos. Mas as pessoas não controlam seus destinos. Confrontadas pela história, o que parecia impossível acontece: Mariam e Laila se encontram, absolutamente sós. E a partir desse momento, embora a história continue a decidir os destinos, uma outra história começa a ser contada, aquela que ensina que todos nós fazemos parte do "todo humano", somos iguais na diferença, com nossos pensamentos, sentimentos e mistérios.




Na época que eu li esse livro eu estava muito mal (no trabalho, na faculdade, em casa...) e essa leitura me deixou muito mal se tornando uma leitura ruim naquele ano.


15.Pai de onde vem os bebês? (Uma personagem grávida.) 


Após o desaparecimento repentino de seu pai, Gabriella Mondini enfrenta uma crise: sem o seu aconselhamento, ela não pode mais praticar a medicina. Então, junto de seus dois fiéis servos, Olmina e Lorenzo, ela explora toda a Europa para descobrir para onde — e por que — ele se foi. 

Seguindo pistas das ocasionais e enigmáticas cartas do pai, ela vasculha as capitais europeias expandindo os horizontes de seu mundo e acrescentando conhecimentos ao imenso livro das curas que está escrevendo.





Gabriella Mondini, conhecerá apenas os limites físicos do continente, mas, também, os mistérios do amor (e fica gravida), da perda e da mortalidade. Mistérios que estão no coração de cada alma viajante, especialmente na alma de seu pai.





16.Olha mãe, aprendi a contar: 1, 2, 4, 6. 
Indique 05 amigos para responder essa tag.

Bem,não conheço muitas pessoas nesse mundo literário que queira responder essa tag. Então, deixarei ela em aberto, podem responder essa tag quem quiser e compartilhar com seus amiguinhos.

Estava com muitas saudades responder TAGs, espero que esse ano traga muitas tags para poder compartilhar com vocês.

Beijos e abraços

Milla ❤


13 de março de 2017

Canção de Segunda:"The Joshua Tree" - U2


 Adivinha qual é a música mais ouvida do U2 até hoje? "With or Without You" (http://spoti.fi/2mqauem), com 134 milhões de streams. Fazendo as contas aqui, isso equivale a 1260 anos de "With or Without You" tocando, sem parar. O Bono escreveu a letra dessa música sozinho, à noite, na primeira vez que esteve na Riviera Francesa. Rolava uma crise na cabeça dele sobre como equilibrar o papel de rockstar, viajando o mundo pra fazer shows, e o papel de marido. (Ele casou com a Alison, ativista e empresária irlandesa, em 1982.) E ele estava num momento MUITO rockstar.

O U2 vinha de um disco superexperimental ("The Unforgettable Fire", de 1984) feito com um produtor supervisionário (Brian Eno, o inglês que não só produziu discos clássicos como "Low", "Heroes" e "Lodger", do David Bowie, como praticamente inventou um novo gênero musical, o ambient). A banda tinha participado de um show histórico, o Live Aid, que foi assistido por milhões de pessoas ao redor do globo em 1985. Mais do que isso, aqueles 4 jovens irlandeses tinham viajado o mundo inteiro e descoberto diferentes realidades que mudariam completamente as vidas deles. Foi esse o cenário pra criação de "The Joshua Tree" (http://spoti.fi/2lIpYMh), o disco que fez o U2 virar uma das maiores bandas do mundo. Ele foi lançado em 9 de março de 1987, há exatamente 30 anos.

"With or Without You" foi o primeiro single do disco. Outras duas dele aparecem entre as 10 mais ouvidas do U2 no Spotify: "I Still Haven't Found What I'm Looking For" (http://spoti.fi/2njQqrP) e "Where the Streets Have No Name" (http://spoti.fi/2mql7hu).

"The Joshua Tree" nasceu como um álbum sobre as andanças do U2 por diversos países — mas especificamente pelos EUA. Eles tinham passado até 5 meses por ano por lá durante a primeira metade dos anos 80, fazendo tours. "Comecei a enxergar dois países diferentes: os EUA míticos, idealizados, e os EUA de verdade", diz o Bono. (Daí um dos títulos provisórios do disco durante as gravações: "The Two Americas"/"As Duas Américas". "The Desert Songs"/"As Músicas do Deserto" também chegou a ser considerado.)

O sentimento do disco era esse. Então, eles resolveram que a capa seria feita nos EUA (algo inédito pro U2, que tinha feito as capas de todos os discos até então em Dublin mesmo). Aí o fotógrafo Anton Corbijn (que também dirigiu vários clipes da banda, incluindo "One") saiu à procura de locações. Foi ele quem contou pro Bono a história da "árvore de Josué". Segundo a lenda, a árvore da espécie Yucca brevifolia ganhou esse nome quando um grupo de mórmons, ao chegar no Deserto de Mojave (curiosamente, onde os Red Hot Chili Peppers gravaram o clipe de "Give It Away"; a Madonna o de "Frozen" e as Spice Girls o de "Say You'll Be There"), viu a forma peculiar daquela árvore e lembrou da história bíblica de Josué erguendo as mãos pro céu e pedindo ajuda a Deus. O Bono amou a simbologia disso. Pronto: estava decidido que o nome do disco seria "The Joshua Tree". Naquele dia, eles saíram pelo Mojave procurando uma "joshua tree" perfeita, até acharem uma ali, sozinha, toda poética. Pararam e fotografaram por uns 20 minutos. "Foi bem espontâneo", lembra o Edge. "Estava um frio danado e a gente teve que tirar os casacos pra pelo menos parecer que era um deserto. Esse é um dos motivos pelos quais estamos tão sombrios na foto", completa o Bono.

Mas outras viagens pelo mundo também influenciaram o disco. Em 1985, o Bono esteve na Etiópia pela primeira vez, e voltou chocado tanto com a pobreza do país quanto com o espírito forte dos etíopes. Durante as gravações de "The Joshua Tree", o assistente pessoal dele, Greg, morreu em um acidente de moto. O funeral foi na Nova Zelândia — e inspirou a música "One Tree Hill" (http://spoti.fi/2naSBPg). Depois, Bono e Ali viajaram pra Nicarágua e pra El Salvador, e lá se depararam com um monte de conflitos políticos e militares, inclusive envolvendo os EUA. Nisso, nasceram "Bullet the Blue Sky" (http://spoti.fi/2mqtPfL) e "Mothers of the Disappeared" (http://spoti.fi/2m7pnQr).

Musicalmente, também era a hora de explorar mais. Quando o Bono participou de uma reunião de músicos contra o apartheid na África do Sul, em 1985, passou um tempo hanging out com o Keith Richards e com o Mick Jagger Foram os dois que despertaram o interesse dele pelo blues (http://spoti.fi/2n4vmJH). Até então, as maiores influências do U2 vinham do punk rock dos anos 70, e eles nunca tinham ido muito além disso. Inspirado pela tradição do blues, o Bono escreveu "Silver and Gold" (http://spoti.fi/2n4sIUz) (que está na edição deluxe do "The Joshua Tree"). No próximo disco, "Rattle and Hum" (http://spoti.fi/2mnO7EX), iria ainda mais longe e traria o BB King pra colaborar. No meio disso, novas amizades com o Bob Dylan e com o Van Morrison (Official) também encorajaram a banda a mergulhar mais nos clássicos, descobrindo a música irlandesa tradicional, misturando tudo ao folk americano, e investindo mais nas composições. "Antes eu achava que escrever letras era meio antiquado, então rascunhava tudo ao microfone mesmo. Senti que era hora de escrever letras que realmente significassem algo", diz o Bono.

Deu certo. O U2 já tinha alguns grande hits, tipo "New Year's Day" (http://spoti.fi/2mqnm4x) e "Pride (In the Name of Love)" (http://spoti.fi/2njZEnM). Mas foi com os singles de "The Joshua Tree" que eles viraram a mega banda que são até hoje.

Na época, esse disco foi o que vendeu mais e mais rápido na história do Reino Unido. Foram mais de 300 mil cópias em 2 dias. Passou 9 semanas consecutivas em #1 nos EUA. E, 30 anos depois, é um dos maiores clássicos do rock — ainda que o Bono tenha se referido ao "Achtung Baby" (http://spoti.fi/2n4vEQU), que veio em 1991, como "o som de quatro homens derrubando a Joshua Tree". A história ainda teria muitas curvas...



Fonte: Spotify

12 de março de 2017

Tagarelando sobre o mês... de fevereiro.


Eu voltei... ♫ mais, diferente da canção do RC o meu cãozinho pulou em mim indignado... Voltei com o projeto 52 semanas (atrasado). Já estamos indo para a segunda semana do mês de março! Porém, ainda falta tagarelar sobre o mês de Fevereiro...   

No dia 1° de Fevereiro de 2017 o Lado Milla fez 03 anos! O blog tava bixado e não consegui entrar no CANVAS nem montar uma imagem direito, então preferi re-escrever o texto  “Porque você tem um blog?”  e colocar uma imagem antiga mesmo¬¬ Teve, projeto 52 Semanas resolvi aproveitar as postagens desse projeto... Minhas preferências não mudaram tanto assim.

Teve o pior Inferno Astral da história! Além do mau humor, o meu notebook teve que ir para a manutenção atrasando algumas postagens já programadas: canção de segunda; Projeto 52 semanas; Teve show dos meninos dos Acústicos e Valvulados que renderia um "diário de chalaça" no mínimo interessante... Na postagem canção de segunda,Talvez.

Os meus tios notaram a minha BAD e resolveram comemorar o meu aniversário (comigo) em uma Pizzaria teve parabéns e ganhei uma pizza broto de chocolate!


O povo aqui de casa resolveu fugir os 4 dias de  carnaval... Teve carnaval light no hotel. Teve duas crianças maravilhosas que viraram minhas BFF´s que quase esmaguei de TANTA fofura!

 O QUE EU ASSISTI ESTE MÊS


How I Met Your Mother (no Brasil, How I Met Your Mother ou Como Eu Conheci Sua Mãe) foi uma premiada sitcom estadunidense da CBS criada por Carter Bays e Craig Thomas. Estreou no dia 19 de setembro de 2005. A temporada 2013-14, sua nona edição, é a última, encerrando-se em 31 de março de 2014, após 208 episódios. A série mostra Ted Mosby em 2030 narrando aos seus filhos a história de como conheceu a mãe deles.


 O QUE EU LI ESTE MÊS


No inicio do mês de Fevereiro eu comecei a ler Por Lugares Incriveis da Jennifer Niven e emendei com o livro de crônicas Depois do fim do Daniel Bovolento. Os temas desses dois livros giram em torno de: Morte, fim, adolescencia... e suicidio. Não tenho costume ficar impressionada e adoro ememdar esses temas em várias leituras... Porém, nessas ultimas semanas soube que parentes de algumas pessoas proximas suicidaram-se  e fiquei um tanto "sensivel" com esse tema. 


 O QUE EU OUVI ESTE MÊS


No inicio do mês,  teve show dos Acústicos e Valvulados e no finalzinho do mês teve o show do Rafael Malenotti e as velhas da chalaça... Tenho ouvido "bem pouquinho" Acústicos e rock gaucho né? hehehe

Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais.
Estarei tagarelando por lá também (principalmente no Snap!!):
Snapchat: Lmilla5
© Lado Milla
Maira Gall