13 de setembro de 2017

AS LEITURAS DE 2017 (ATÉ AGORA...)

ou TAG 50%

A metade do ano de 2017 ja se foi e eu achei maravilhoso o ano estar passando tão rápido. Estamos em setembro e ja estou atrasada para responder a TAG dos 50%que basicamente de trata de fazer um balanço dos livros lidos nesses últimos 6 meses. A TAG foi criada pela Chami do ReadLikeWildfire e traduzida pelo Victor do Geek Freak. No final do ano, eu escrevo a Retrospectiva Literária que tagarelo sobre as minhas leituras dos dois semestres.Mas está aí a TAG, e claro, aproveita e me conta como foram as sua leituras desse ano até agora 😊

1. O melhor livro que você leu até agora, em 2017. 

A Guerra Que Salvou a Minha Vida Kimberly Brubaker Bradley Essa história é maravilhosamente marcante! É a minha leitura preferida desse ano. Um ponto que me tocou bastante, é que em várias partes a autora deixa claro que os dois irmãos não sabem ler ou não sabem o nome de atividades simples do dia a dia, e era necessário um adulto e Susan se tornou aos poucos uma mãe ideal para aquelas crianças... Ada me arrancou lagrimas e risos durante a sua trajetória em vê-la perceber que é capaz de muitas coisas, algumas até que ela nem imaginava. Senti cada emoção junto com os personagens.

2. A melhor continuação que você leu até agora. 

A trilogia O Lar da Srta. Peregrine Para Criança Peculiares da Riggs, Ransom pode ser considerada a primeira trilogia que eu li Comecei a ler a segundo livro da trilogia no mês passado mais ainda não terminei.


3. Algum lançamento do primeiro semestre que você ainda não leu, mas quer muito. 

Tartarugas Até Lá Embaixo John Green. Depois de seis anos, milhões de livros vendidos, dois filmes de sucesso e uma legião de fãs apaixonados ao redor do mundo, John Green, autor do inesquecível A culpa é das estrelas, lança o mais pessoal de todos os seus romances.


4. O livro mais aguardado do segundo semestre. 

A LONGA VIAGEM A UM PEQUENO PLANETA HOSTIL da autora Carl Sagan e Star Treké o primeiro livro de ficção científica da linha DarkLove. Livros escritos por autoras com grandes histórias para contar, prontas para desbravar novos mundos.

5. O livro que mais te decepcionou esse ano. 

O livro Passarinho Crystal Chan foi lançado em 2014 e desde então eu fiquei com vontade de ler esse livro. Porém, quando enfim comprei esse livro em liquidação e ao folhear as 100 primeiras páginas a leitura empacou...  

6. O livro que mais te surpreendeu esse ano. 


O livro ECOS, Escrito pela autora Pam Muñoz Ryan, foi o livro que mais me surpreendeu nesse primeiro semestre de 2017. Esse é o terceiro livro da Darkside - coleção Darklove que leio. Diferente dos outros livros a autora quebra seu coração em pedacinhos três vezes e te deixa com um ponto de interrogação (?) até o final das três histórias a própria autora falou sobre a dificuldade de tecer ambas. Geralmente eu leio nas madrugadas e ficava aflita a cada final de capitulo. A autora consegue se redimir no ultimo capitulo tecendo um grande final para os personagens.

7. Novo autor favorito (que lançou seu primeiro livro nesse semestre, ou que você conheceu recentemente).

Clare Vanderpool é uma das autoras que eu conheci recentemente. Porém, já é a minha nova autora favorita.


8. A sua quedinha por personagem fictício mais recente. 


Eu tive um "quedinha" pelo personagem Early Auden, uma criança prodígio que decifra casas decimais do número Pi como se lesse uma odisseia. Mas, por trás de sua genialidade, há uma enorme dificuldade de se relacionar com o mundo e de lidar com seus sentimentos e com as pessoas ao seu redor.

9. Seu personagem favorito mais recente. 


A narrativa de A Guerra que Salvou a Minha Vida se passa durante a Segunda Guerra Mundial, onde os irmãos Ada e James vivem com a mãe em Londres. Nós conhecemos a protagonista da trama logo no início, quando somos apresentados a uma menina de dez anos que sofre agressões físicas e psicológicas de sua mãe porque ela tem ”pé torto”. Enquanto seu irmão James – ao qual ela é muito apegada e serve de motivação para que ela siga em frente – pode sair e descobrir o mundo brincando com as outras crianças, ela precisa ficar isolada em seu apartamento, pois sua mãe a considerada uma vergonha e acredita que ela não é merecedora de ser feliz pela deficiência que tem.

10. Um livro que te fez chorar nesse primeiro semestre. 


A Estrela Que Nunca Vai Se Apagar conta a história de Esther Grace Earl, diagnosticada com câncer da tireoide aos 12 anos. A obra é uma espécie de diário da jovem, com ilustrações, fotos de seu arquivo pessoal, textos publicados na internet, bate-papos com os inúmeros amigos que fez on-line e reproduções de cartas escritas em datas comemorativas como aniversários. Ester Grace foi a inspiração para o livro A culpa é das estrelas.

11. Um livro que te deixou feliz nesse primeiro semestre. 

Apenas 01 livro? No primeiro semestre de 2017 eu conheci os livros da editora Darkside da coleção Darklove e foi uma leitura que me deixou feliz e com o coração quentinho.


12. Melhor adaptação cinematográfica de um livro que você assistiu até agora

Eu estou com grandes expectativas para a adaptação cinematográfica do livro Extraordinário que será lançado ainda esse ano.

13. Sua resenha favorita desse primeiro semestre (escrita ou em vídeo).

A minha resenha favorita é do livro Em Algum lugar nas estrelas foi a minha primeira viagem sensorial com Blues e principalmente Bilie Holiday.


14. O livro mais bonito que você comprou ou ganhou esse ano.

O livro Ecos, da autora Pam Muñoz Ryan que veio na minha primeira malinha do Turista Literário (julho) que antes de finalmente ler eu fiquei admirando o livro.

15. Quais livros você precisa ou quer muito ler até o final do ano?

Eu preciso MUITO ler os livros que estão na parte da estante dos "livros ñ lidos" até o final do ano.


11 de setembro de 2017

Quando só a musica não basta...

Ouço um programa de rádio na madrugada e quando dá 00h:00min em ponto o radialista lê frases, poemas e textos... e sempre te faz pensar sobre as várias temáticas...  


A ânsia

Tão simples seria, se tivéssemos a mesma interpretação das palavras, e não somente delas, mas também dos gestos. 

Se hoje habitam, aproximadamente, sete bilhões de pessoas na Terra, quantos mais por aqui passaram e deixaram seu tempo um pouco diferente do agora!

O fato é que a complexidade, a perfeição do homem é tamanha que faz dela própria (a perfeição) sua maior imperfeição, sem que ele mesmo se dê conta disso. 

Que coisa louca!

Não existe nada mais completo e possível do que a natureza humana com todas as suas riquezas possíveis e imagináveis e, é claro, o contrário dessas, as quais só o tempo haverá de mostrar o quanto ali já habitam.

Cada comparativo que seja feito, de um para com o outro, pode mostrar inúmeras verdades que ali se estabelecem. Mas, ao mesmo tempo, faz destas mesmas verdades, uma possível mentira, criada a partir do que ele tenha somente como vontade e não por fato.

A distância que move a verdade (até que essa se torne fato) faz, através do tempo, uma possibilidade de variações na interpretação de uma mesma coisa. 

Se esse tempo fosse único para todos, é bem provável que estaríamos à mercê do acaso que o próprio acaso seria capaz de fazer. Mesmo assim, poderia não ser o acaso o acaso dele mesmo, mas sim, o feito da verdade de todos.

Como existem infinitos tempos para infinitas existências pessoais, ficamos tentando determinar o momento em que faremos da “nossa verdade” o “fato” para o maior número possível de pessoas, transformando, dessa forma, o tempo de cada uma num único que cubra nosso pensamento e existência, com a mesma interpretação desejada no sim da verdade.
 
Enquanto nada disso acontece, ou, pelo menos, boa parte não aparece, vamos somando instantes, momentos, tempos em tempos de ânsias, supostamente chamados de “felicidade”. 

Cada vez que a ânsia aparece, parece que o tempo acelera e passa lento tal qual a felicidade que nunca chega.

De todas as vezes que a felicidade não chega, na maior parte delas, quem fecha a porta (e nem sequer uma fresta deixa) é ela que ali está, a ânsia, com seu tempo (que se diz ser infinito, mas finito é) e seu jeito egoisticamente pretensiosa de mostrar ao mundo o que não deveria, mas que o faz sem saber.

No tempo da ânsia, não existe felicidade. Quando existe felicidade, a ânsia simplesmente dá lugar à vida. Isso, se todos nós tivéssemos a mesma interpretação das palavras, bem como dos gestos.



Por Éverton Cunha, o Mr. Pi
Pijama Místico – Pijama Show – 01/04/2009

4 de setembro de 2017

Canção de Segunda: 5 músicas para você ouvir enquanto lê

vocês gostam de ouvir música enquanto estão lendo um livro? Eu usava essa técnica para estudar em casa a musica me ajudava na concentração... Ultimamente, eu faço as minhas leituras ouvindo música (Obrigada Darkside!). Isso me ajuda a me desligar do mundo lá fora e entrar no universo do livro. No #cançãodesegunda vou compartilhar aqui com vocês as 5 músicas que eu mais escuto enquanto estou lendo:

5 músicas para você ouvir enquanto lê 


01. Edson Zampronha - Sonora

Edson Zampronha é brasileiro, compositor de música clássica contemporânea tem atraído a atenção de um público amplo, como resultado de seu arduo trabalho na música. Sua sonoridade e suavidade tem atraído ouvidos de todas as partes do mundo, atualmente, faz imenso sucesso na Itália.



02. Mozart - Sinfonia de Nº 20


Johannes Chrysitimus Wolfgangus Theophilus Mozart foi um compositor prolífico e influente compositor austríaco que viveu durante a transição do Classicismo para o Romantismo (Século XIX). Desde sempre Mozart se mostrou um forte concorrente na música clássica, chegando a apreender violino e teclado aos sete anos de idade, e compondo sua primeira sinfonia aos cinco. Sua composição mais conhecida é sem sombra de dúvida a sua composição de número vinte. Ouça:




o3. Billie Holiday - All of me

Eleanora Fagan Gough (Filadélfia, 7 de abril de 1915 — Nova Iorque, 17 de julho de 1959), conhecida pelo nome artístico Billie Holiday ou Lady Day, foi uma cantora e compositora estadunidense de jazz. Ela é considerada a maior de todas as cantoras do jazz.



04. Louis Armstrong - La Vie En Rose

Louis Daniel Armstrong (Nova Orleans, 4 de agosto de 1901 — Nova Iorque, 6 de julho de 1971) foi um cantor (tenor) e instrumentista (trompetista, cornetista, saxofonista), que foi considerado "a personificação do jazz".[1] Louis Armstrong é famoso tanto como cantor quanto como solista, com seu trompete.





05. Jack Johnson - Upside Down 
eu lembro dessa musica por causa do macaquinho no clipe.

Jack Hody Johnson (Honolulu, 18 de maio de 1975) é um cantor, compositor e surfista americano. Cresceu na Baía Norte de Oahu, no Havaí, e atualmente vive em Haleiwa. Antes de lançar o seu primeiro álbum de estúdio, Jack Johnson fazia filmes de surfe. Por ser um surfista e músico, seu estilo é erroneamente classificado como surf music, um subgênero rock surgido nos anos 60




Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais.
Estarei tagarelando por lá também (principalmente no Snap!!):



© Lado Milla
Maira Gall