31 de dezembro de 2017

Retrospectiva 2017: O ano que durou 365 dias...




Eu lembro exatamente onde estava, e como eu estava me sentindo nas ultimas horas de 2016... Eu estava sentada na beira do mar, um pouco longe dos familiares festivos e esperando ansiosamente a contagem regressiva para 2017, sem tantos pedidos, metas, planos... Eu estava chorando compulsivamente e agradecendo que aquele ano finalmente tinha acabado.

E, 2017 acabou né?

Pra escrever esse post, eu me inspirei no ultimo post da Isadora. Eu pesquisei o feed do Instagram até o comecinho do ano. Pra ver o que eu fiz, o que eu documentei durante o ano de 2017.

E, antes que venham me  questionar “mas você vai se pautar pelas fotos de uma rede social?” eu já respondo: Vou sim.  Sou da geração dos anos 90 que tínhamos milhares de álbuns de fotografia quando queríamos documentar os grandes acontecimentos: viagens, nascimentos, festinhas...No inicio do ano 2000, o FOTOLOG ensinou a documentar esses momentos  na internet...  Foi assim que eu aprendi a documentar os grandes acontecimentos mas também os pequenos.
O ano de 2017 mostrou que: tudo bem ser tudo igual, tudo bem ser normal, tudo bem não estar em milhões de lugares e com milhões de pessoas diferentes. Talvez o que a gente precise seja mesmo de pouco, de poucos. Talvez o que a gente precise a gente já tenha, também.
No final do ano, as redes sociais mostram aos seus usúarios as suas próprias retrospectivas daquele ano. O Instagram criou a hastags #2017BestNine para montar uma imagem com nove momentos para fazer a sua retrospectiva de 2017 no Instagram.

2017 foi um ano bastante generoso para mim fechei ciclos importantes na minha vida... Teve viagem em familia nas férias de verão... Com céu azul e piscina todos os dias; Teve a minha formatura de psicologia e teve festinha de formatura com as amigas;Ganhei um cachorinho pentelho; Eu li livros maravilhosos esse ano; Coloquei a palheta dos acusticosevalvulados no cordão...Fui em quatro shows de bandas gauchas esse ano ; Passei momentos maravilhosos com o Fernandão o meu cachorro pentelho e comprei um par de melissas e o cheirinho é nostalgico. #2017bestnine


Foi dificil escolher apenas nove fotos dos melhores momentos desse ano para montar a imagem para o #bestnine esfregando na minha cara que teve outros bons momentos que foram registrados e que acabai desvalorizando por ter virado rotina... No inicio do ano, entrei na academia e estou me exercitando 3x na semana, Além dos meus cachorros de estimação um Lhasa Apso macho de 10 anos Teddy  e uma cadela da raça pincher com 8 anos chamada Mallu  eu ganhei o Fernandão um Pinsher de 5 meses que o tamanho é uma palma da mão aberta...Ele apronta muito! para um serzinho tão pequen,  praticamente todo o dia ele apronta: Teve um dia que ele subiu na mesa e comeu o pão que a mãe tinha preparado para o meu café da manhã.... Na semana passada, ele comeu um pote de musse de frutas... Na semana retrasada, ele fez um buraco no terreno da casa da minha vó e encontrou o cano da agua calmaria para que né? Eu comecei a assinar o Turista Literário as caixinhas promovem uma verdadeira imersão sensorial na historia e todos os meses o conteúdo é surpresa, a única certeza é de que o livro será um Young Adult recém lançado. E adorei ler as viagens literárias nesse ano. Teve shows memoráveis de amigos de estrada que vejo com frequencia como os guris dos Acústicos e Valvulados e outros amigos  como o Nando da CNJ que eu vão via fazia um tempão! Teve desencontros também... Choros... Risadas.... Sonos vespertinos e insonia que aproveitei maratonando séries.

Registrando os ultimos momentos de 2017

Eu estava precisando de um ano leve... Sobrevivi esses 365 dias sem prorrogações ou semestres e isso foi intenso! O meu sentimento por essse ano é de gratidão!



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30 de dezembro de 2017

O ano e o ano que vem


Acho que foi em 2016 que tudo começou. De repente, da noite pro dia, só se falava em 2018. "E 2018, hein? O que é que vai rolar?" A coisa, claro, foi piorando ao longo de 2017. "E 2018, hein? Vocês tão pensando no que eu to pensando?" Hoje, já não se fala sobre o tempo quando falta assunto. No primeiro silêncio constrangedor, alguém vai perguntar. "Mas e 2018, hein? Qual o chute?"

Todo o mundo tem uma teoria. Alguns apostam que Lula ganha, outros que ele vai ser preso, e tem os que acham que ele vai ganhar e depois ser preso, ou ser preso e ganhar de dentro da prisão. Tem os apocalípticos: se ele ganha o país entra em colapso, mas se ele vai preso o país também entra em colapso. O colapso parece inevitável. As razões prováveis tem dividido os especialistas.

Independente do diagnóstico, todo o mundo concorda que o ano já começou -a não ser aqueles que acreditam que o ano não vai começar. "To achando que não vai ter 2018", vaticinam os mais pessimistas. Entre eles tem os que já estão procurando na árvore genealógica algum tataravô gringo pra dar entrada num passaporte.

Cada ano tem sua sina, como mostram os livros e filmes que tem ano no título. Se 1968 foi o ano que não terminou, 1969 foi o ano que mudou nossas vidas, 1970 foi o ano em que meus pais saíram de férias e 1974 foi o ano que começou em Abril, 2017 tem a sina mais estranha de todos os anos. 2017 é o ano em que só se falou do ano seguinte.

A gente podia se distrair com o futebol, mas a Copa é só no ano que vem. A gente só vai descobrir em 2018 se o 7 a 1 foi um lapso passageiro da nossa história gloriosa ou se a goleada marcou o início de uma nova era de vexames da seleção canarinho. Alguma coisa se quebrou ali, resta saber se foi pra sempre.

Se 2015 foi uma grande ressaca, 2017, coitado, tá sendo uma grande véspera. Mas não é tipo véspera de Natal quando você é criança e você quer que chegue logo pra ganhar presente e comer rabanada e encontrar a família. É véspera de Natal só que você é adulto e você tem que comprar presente e produzir a rabanada e... encontrar a família.

2017, coitado, talvez fique conhecido como "o ano em que só se falou do ano seguinte mas não porque todo o mundo queria que chegasse logo mas porque tudo indicava que seria terrível". Que ano estranho.

Chega de falar de 2017. E 2018, hein? O que vocês tão achando?

29 de dezembro de 2017

Retrospectiiva 2017: Filmes&séries do ano



Ano passado, a minha retrospectiva foi a amiga aqui tagarelando bastante sobre os livros, filmes, séries e músicas que eu ouvi durante o ano. Funcionou tanto que eu gostaria de tagarelar mais sobre esse ano de 2017.

Desde a primeira vez que vi o filme "A Filha do Pastor" no catalogo da Netflix fiquei encantada com a sinopse: A filha de um pastor decide trocar sua vida de cantora de coral de igreja pelo sonho de se tornar uma estrela no mundo musical, mas esse caminho lhe reserva bastante surpresas. Esse filme é a releitura com um pouco mais de violência da fabula da bíblia "o filho pródigo". O enredo e a trilha sonora desse filme são impecáveis.


Qualquer gato vira lata 2: Tati (Cléo Pires) e Conrado (Malvino Salvador), que terminam juntos o primeiro filme, viajam a Cancún, onde ele participa de uma conferência para o lançamento de seu livro. Lá, ela aproveita a ocasião para pedi-lo em casamento, com transmissão via internet para todos os amigos no Brasil. Esse filme é maravilhoso! é uma mistura de drama/comédia na medida certa e é cinema nacional né? Devemos valorizar...



Depois que eu terminei a maratona de Gossip Girl eu gosto de ver os filmes que os atores da série participaram. O que me fez assistir A garota do Chalé foi o ator Ed Westwick (Chuck Bass - gossip girl) que faz um personagem muito querido diferente da série e por estar disponível no Netflix.


O enredo do filme A garota do Chalé já é contado "nos créditos iniciais" que faz o telespectador ficar um pouco confuso com a história que esta sendo contada. A trama começa com a A Kim (Felicity Jones – A Teoria de Tudo) trabalhando em uma lanchonete uma ex- campeã de skate que perder a mãe se sente culpada e desiste de tudo,ajuda seu pai, mas o dinheiro que ganha na lanchonete é pouco. (resenha) 
Avaliação: ★★★★☆


Em contraste com isso, a personagem Luna (Bruna Linzmeyer) parece ter saído de uma produção do diretor Wes Anderson. Olhos grandes, visual “comportadinho”, com sonhos de viver entre as estrelas espaciais e de cinema (em contraponto com a irmã mais velha a personagem de Bruna Arantes que se arruma bastante e participa de concursos de beleza). Em uma das falas do filme, A Luna (Bruna Linzmeyer) diz que enquanto a irmã estava viajando foi como o tempo tivesse parado... isso explica a infantilidade dos seus primeiros monólogos no inicio do filme. A irmã mais velha tinha um papel tão importante para Luna quanto da figura paterna para o personagem principal Tony Terranova. (resenha)Avaliação:★★★★  

Até o ano de 2015, eu era aquela guria que na rodinha dos amigos eu chingava MUITO quando o assunto era série  e o ultimo lançamento da Netflix ... No ano passado, eu resolvi assinar mensalmente a  Netflix para ver somente filmes cof,cof...  Eu comecei a maratona das 7 temporadas de Gilmore Girls (foram dois meses intensos!). Lembro de assistir Gilmore Girls quando era adolescente, no canal Warner Channel (canal a cabo), eu cheguei a ver alguns episódios aleatórios na época e algumas reprises da série em horários alternativos no mesmo canal.

E foi na mesma época, que eu descobri a minha dificuldade em assistir séries (indisciplina & ansiedade...). Quando terminei a 1° temporada fiquei em estase! 1)por ser a 1° temporada completa que eu assistia de alguma série; 2) Terminei a 1° temporada de Gilmore Girls com a certeza que aquela era a série da minha vida! A cada episódio, eu me identificava mais com as histórias e com os diálogos rápidos e inteligentes. Terminei de assistir os últimos episódios da 7° temporada e ainda fiquei "saboreando" cada episódio...

Logo em seguida eu comecei a assistir a série OC - Um estranho no paraíso um pouco mais devagar... Porém, curtindo a série que relata a história de um grupo de adolescentes e das suas famílias que vivem em Newport Beach, do Condado Orange (Orange County, daí o O.C.), localizado na Califórnia. É uma série que tenta aliar comédia e drama com uma trilha sonora juvenil, sem ter nomes sonantes da música comercial mas sendo, ao mesmo tempo, muito atual. Terminei a séri no inicio do ano de 2017


O primeiro episódio já nos deixa completamente fascinados pela expectativa do que Ryan ia provocar naquela sociedade tão “perfeitinha”. Os preconceitos acerca de todos os personagens foram sendo discutidos e superados, passo a passo. Todos, absolutamente todos os personagens, não sabiam nada uns sobre os outros. Até a chegada de Ryan, Sandy achava que nenhum membro do clã Newport Beach valia a pena de se ter uma conversa. O terremoto que o garoto provocou quando chegou, aproximou Sandy de Jimmy. Antes de Atwood, Kirsten não sabia nada sobre o filho, nada sobre a própria capacidade de superar sua origem cristalizada. Essa flexibilidade lhe permitiu se aproximar de Julie. Marissa e Summer nem mesmo eram amigas de verdade, porque foi só com a chegada de Ryan que elas precisaram fortalecer esses laços.


A série How I Met Your Mother é conhecido por sua estrutura única e humor excêntrico, recebeu críticas positivas na maior parte de suas nove temporadas e ganhou status cult ao longo dos anos, com milhões de fãs. O seriado foi indicado para 24 prêmios Emmy. 


Eu realmente não lembro exatamente quando comecei assistir a série How I Met Your Mother . Porém, foi de uma maneira extremamente despretensiosa... a primeira ameaça que a série poderia sair do catálogo da Netflix eu estava na 3° temporada. Não "maratonar" proporcionou deliciar-me em cada episódio. 

É um seriado de comédia com sintuações da vida real. Esse foi um dos motivos do HIMYM ser a minha série de comédia preferida! No decorrer dos episódios aprendemos muito com os conselhos do Ted do futuro, a relação do Marshall e da Lily (como não amar?), As sintuações Legendárias que o Barney passava com os amigos e até o beijo de Barney e Robin me fez torcer até o final para que o casal enfim se acertasse.


Pensando nisso, o site IGN escolheu 19 conselhos que recebemos sobre a vida com Ted Mosby, Lily Aldrin, Marshall Eriksen, Robin Scherbatsky e, claro, nosso lendário Barney Stinson.19 LIÇÕES DE VIDA QUE APRENDEMOS COM HOW I MET YOUR MOTHER.

O seriado Gossip Girls é baseada na série literária homônima da escritora Cecily von Ziegesar, não representa originalidade bruta, mas representa originalidade derivada. Apoiando-se numa premissa básica de organização social. O autor Josh Schwartz e Stephanie Savage (dos mesmos criadores de OC- um estranho no paraíso), continuam apostando alto para marcar o seu nome história como ícone pop e como referência cultural.


O cenário é o cotidiano, mostrando os personagens o seu núcleo social vivendo a sua rotina. Toda ficção começa com a chegada de alguém... 

Nesse caso, O retorno.


A primeira temporada foca no retorno de Serena ao Upper East Side, no mistério sobre o que a fizera partir e por que está tentando mudar de garota rebelde para uma boa garota. Os acontecimentos e histórias de cada personagem são narrados em um site por uma blogueira anônima que atende pelo pseudônimo "Gossip Girl".


Assisti algumas séries atuais; 13 Reasons Why A série gira em torno de Clay Jensen, um estudante tímido do ensino médio que encontra na porta de sua casa uma caixa com 13 fitas cassete gravadas por Hannah Baker, uma colega que cometeu suicídio recentemente. Cada um dos lados das fitas relata um motivo – e uma pessoa – que motivou Hannah ao suicídio. E ainda abordando sobre o mesmo assunto, escrevi sobre o filme em formato de documentário que assisti ainda no ano passado A Girl Like Hear.

A Girl Like Her é um longa metragem americano em formato de documentário dirigido por Amy S. Weber. As estrelas de filme Lexi Ainsworth como Jessica Burns, um estudante de escola secundária bullied de 16 anos que tenta o suicídio. O filme foi originalmente intitulado "The Bully Chronicles", mas o título foi posteriormente alterado.


O filme começa com Jessica (Lexi Ainsworth) em seu quarto, chorando e andando. Ela caminha para seu banheiro e toma um punhado de comprimidos de seu armário de remédios. É revelado que a escola secundária em que ela estuda, ganhou uma chance para um documentário para ser uma escola pública que colocou como uma das dez melhores escolas em todo o país.


À medida que o filme avança e os alunos continuam a lidar com o que está acontecendo, a equipe da câmera conversa com o melhor amigo de Jessica, Brian (Jimmy Bennett). Brian convida a tripulação para sua casa. Ele diz à tripulação que o bullying tem acontecido por cerca de 6 meses e que eles começaram a filmar o bullying com uma câmera escondida disfarçada como um pino libélula, bem como com a câmera de Brian. Ele mostra-lhes imagens de Avery intimidando Jessica, confirmando o que outros tinham afirmado sobre a relação entre as duas meninas. Também nas filmagens estão as cenas de Jessica chorando e dizendo que ela não pode agüentar mais.


É uma série que conseguiu me prender do começo ao fim, pelo simples fato de querer saber o papel de cada personagem com o suicídio de Hannah e mais pelo fato da participação de Clay nisso. Você acaba se apegando de uma forma estranha a Hannah (pelo fato de Hanna estar morta) Talvez, você já sentiu na pele as coisas que a Hanna Backer passou e se imagina fazendo coisas boas para ela, para que ela se sentisse melhor... Talvez, na adolescência passamos por alguns momentos em que nós tornamos um dos 13 motivos para alguém.


Eu comecei a assistir a série Pretty Little Liars de uma maneira despretensiosa. O grande mistério da série se dá pelo suposta morte de Alison, a “abelha-rainha” de seu grupo de melhores amigas, que desapareceu misteriosamente, sem deixar rastros. As meninas Spencer Hastings, Aria Montgomery, Hanna Marin e Emily Fields, se encontram na Missa de 1 ano de desaparecimento de Alison. A partir desse dia, quando todas estão “juntas” novamente, as meninas começam a receber mensagens de “-A”, contendo coisas que apenas Alison sabia, o que as faz pensar que a ex-melhor amiga ainda estaria viva, além de várias ofensas às garotas. Mas não poderia ser Alison, poderia? Com o decorrer da série, são apresentados vários suspeitos. Quem quer que seja, ele(a) parece saber todos os segredos das meninas e está observando cada um de seus movimentos. As meninas são amigas novamente, e elas estarão uma com a outra quando os seus segredos vierem à tona.


June decide se mudar para Nova York para ir atrás da carreira de seus sonhos, em uma hipotecária, que já vem com um apartamento incluído. No entanto, ela tem pouca sorte e a companhia é fechada logo no seu primeiro dia, e o apartamento é retirado dela. June passa a morar com Chloe, que é um pouco vigarista e muito festeira. De início, elas não se dão bem. Mas quando as tentativas de Chloe de enganar June dão errado, elas acabam tornando-se amigas.


Comecei a assistir esta série depois de ficar orfã de How I Met Your Mother e depois por causa da atriz Krysten Ritter, que interpreta a Chloe, a série me conquistou no piloto.


A série é super divertida! É claro que o tema da série é bem clichê “a garota do interior que vai para cidade grande sozinha e encontra a garota má que passa a infernizar sua vida” mas eles conseguiram arrasar mesmo assim.

A série conta a história de June, uma jovem que vai para Nova York atrás da carreira dos seus sonhos, mas tudo começa a dar errado e ela passa a morar com Chloe, a vadia do apartamento 23. Chloe é uma golpista festeira, bela e sem pudor que vive aproveitando o brilho de celebridades, sendo totalmente o oposto de June que é meiga, batalhadora, estudiosa e tímida. Sem querer decepcionar seus pais June insiste e permanece no apartamento 23 conquistando a amizade de Chloe , Mark, Eli e James Van Der Beek.



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© Lado Milla
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