1 de julho de 2019

[30 antes dos 30] - Começar a fazer Psicoterapia.


Ok, esse item nem estava na lista do projeto [30 antes dos 30] mas, desde a época que eu comecei a malhar 2x na semana na academia eu pensava em fazer um tratamento Psicológico. 

Na verdade, a minha primeira tentativa em fazer um tratamento Psicológico foi em 2009. No inicio daquele ano, eu estava cursando a 4° fase de Psicologia e tinha conseguido o meu primeiro estágio de Psicologia (não obrigatório) em uma secretaria do estado de SC. O estágio não tinha nada haver com Psicologia era mais um projeto dentre tantos outros projetos feitos no estado para não darem certo... Nessa época, os professores falavam sobre a importância de fazer terapia para a nossa futura profissão. 

Eu conheci o Instituto de Psicologia Clínica Gestáltica e a Psicóloga que trabalhava lá por indicação da minha colega de serviço na época. A experiência foi bastante desastrosa! Os meus problemas era bastantes pontuais: Semestre da faculdade/estagio não obrigatório que era uma porcaria... Lembro-me que mal comecei a falar o meu nome e as mazelas de uma estudante universitária... 

               
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A psicóloga me interrompeu e perguntou "Quantos eu poderia pagar?" What the Fuck! Visivelmente incomodada eu perguntei se isso não era resolvido na recepção e bastante sarcástica ela respondeu "Não, é resolvido aqui mesmo..." notando o meu silêncio ela emendou com "um valor simbólico...". Não passou da 3° sessão de terapia... Eu tinha bastante conteúdos para tratar em uma sessão terapêutica que não eram o sobre o "valor simbólico..." que eu nem lembro quanto$$$ eu paguei na época. Mas eu lembro o quanto eu fiquei decepcionada com a profissional/profissão. 

E desde então...

Retornar a um tratamento Psicológico em 2019, depois de passar por semestres desastrosos e maravilhosos, de realizar um dos meus sonhos quando eu comecei a minha graduação de Psicologia que era trabalhar com crianças... O meu 2° estagio na graduação inicialmente, seria um projeto de pesquisa sobre O Grande fluxo de Migração na cidade de Florianópolis que transformou-se em um GETEP e logo mais um campo de estágio na Pastoral do Imigrante que me deu uma experiência além do embasamento teórico para escrever o meu TCC que foi um projeto de pesquisa sobre Problemas Psicológicos na Migração com os Haitianos na cidade de Florianópolis/SC. Depois de 1 ano formada, eu comecei a fazer uma pós graduação em Arte-terapia acabei me decepcionando com algumas coisas no processo... 

                     
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Algumas muitas crises de ansiedade, ver o Brasil perder na Copa, ver o Brasil "perder" nas eleições. Ir em show´s maravilhosos: Acústicos e Valvulados, Alemão Ronaldo, Comunidade Nin-Jitsu, Teatro Mágico... Que renderam boas fotografias de palco que é o meu estilo de fotografia preferido e relatos de como foi o show intitulado de "Diário de Chalaça". Arrumar protestos para não começar um tratamento psicológico, me sentir muito mal, depois muito bem, depois mal, e depois bem de novo... Parece estranho.

Depois de chorar praticamente o mês inteiro e o meu transtorno de ansiedade ter chegado em um ponto bastante elevado... Eu percebi que, era necessário fazer um tratamento Psicológico sem tantas "resistências" dessa vez e desapegada a abordagens... Vou escrever com mais frequência sobre as minhas sessões de terapia por aqui. 

Ter um blog pessoal em 2019 ainda é estranho "Querer privacidade e criar um Blog Pessoal..." ainda é bastante irônico. Porém, eu preciso continuar exercitando a despretensiosidade de escrever, compartilhar, registrar just because.

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24 de junho de 2019

[Blogagem Coletiva] Relato de uma fã de Rock Gaúcho...


O Revival é um evento "anual" no Together, no qual fica liberado participar de qualquer blogagem já sugerida no projeto. O tema escolhido para a Blogagem coletiva Coração de Fã. A proposta dessa postagem é falar da experiência com um fandom, ou sendo fã de algo em geral - valendo todo tipo de fandom, desde que não estivessem inclusos nenhum tema ofensivo ou que ferisse à integridade de alguém de alguma forma. 

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Quando eu nem tinha planos em criar um "Diário de Chalaça´s" para escrever sobre os shows que vou com uma certa frequência... Eu escrevi um relato emocionante sobre A Noite do Rei - Em que Rafael Malenotti & Banda fazem uma re-leitura das musicas do Roberto Carlos. No blog anterior, eu escrevi um relato emocionante na época, e graças ao Archive eu consegui salvar o relato e  escrever aqui no Blog Lado Milla.


Como descrever momentos maravilhosos? Escrever um texto aonde cada palavra e frases escritas não virem um bombardeio de clichês? Como falar de “emoções” sem confundir um turbilhão de sentimentos e descrevê-los de uma forma que todos entendam?

Momentos inesquecíveis são aqueles que temos a oportunidade de revivê-los assim foram os vários momentos meus já descritos aqui e aqui com os amigos da banda Acústicos e Valvulados e o dia 16 de dezembro de 2011 será mais um dia desses, dignos a ser guardado na memória, um pouco mais especial porque não é todo dia que se tem a oportunidade de ver seus amigos em uma “Jornada Dupla”.
Assim que cheguei a Porto Alegre fui direto para o Teatro São Pedro, onde iria acontecer “a noite do Rei” onde, o Rafael Malenotti faria as releituras das musicas do Roberto Carlos que ele já mostrou em outras oportunidades que é fã declarado de suas musicas. O show foi realmente um “espetáculo de emoções” com direito até a um pedido de casamento no meio de uma musica... Não sou tão fã declarada das musicas do Rei quanto o Rafael, mas tem varias musicas que trazem lembranças e realmente emocionam de verdade.
A segunda etapa foi na Live pub, onde teve o ultimo show do ano em Porto Alegre. Quase que me deu um treco com a possibilidade de não ir por causa dos rolos do hotel... Mas a “jornada de emoções” era somente para os fortes, os deuses do Rock estavam do meu lado e acabou dando tudo certo para eu ir nesse ultimo show. Na entrada da Live eu encontro nada mais nada menos que o Mestre Everton Cunha o eterno MR. PI dificultou a “tremedeira” da criança que me fez ser confundida com um liquidificador elétrico ambulante, lembro que falei poucas coisas com ele, mas ele se lembrou de mim do encontro e da balada do pretinho em Floripa #ganheianoite!

O bombardeio de clichês começa no momento que escolho as palavras mais (...) para formar frases um tanto exageradas, para os outros olhares a não ser que esta vivenciando aquilo ou já vivenciou...

Na finaleira do(s) show(s) é sempre uma emoção represada, e depois da 11° chalaça vejo que esses momentos nunca irão mudar ou ser um milímetro diferente perderia toda a essência do momento que á pesar de ser represada é única! Uma baita sacanagem desse show é que roubaram a minha frase que eu digo quando eu vou de encontro a cada um deles “Bah, que saudade que eu tava de vocês...” cheguei para falar com o Rafael Malenotti antes, lá no teatro a primeira coisa que ele fala depois do abraço é “Ow Myla, que saudaaaades...!” fiquei sem palavras e só consegui responder com a voz um tanto abafada “eu também, eu também...”
Poderia ficar aqui escrevendo durante horas sobre a minha emoção de ir ao show deles aqui em SC ou sempre que possível viajar para POA/RS para ouvir mais uma vez “ao vivo e a cores”“o nome dessa rua”“fim de tarde”“céu da noite”... Poderia também rotular e deduzir sentimentos, mas fico com a frase do Rei;

"Não tem dinheiro que pague..."





Esta postagem faz parte da Blogagem Coletiva do Together, um projeto para unir a blogosfera! Para saber mais, clique aqui.

18 de junho de 2019

Resenha: A fantástica viagem do Pequeno Cidadão


Sinopse: O Pequeno Cidadão nasceu em 2009, num CD gravado por Arnaldo Antunes, Edgard Scandurra, Taciana Barros e Antônio Pinto, quatro pais corujas e seus filhos queridos, só com músicas para crianças. Inspirada pelas letras das músicas, Januária Alves criou o Pequeno Cidadão – um menino muito esperto, inteligente e curioso. Já nasceu com 7 anos e saiu direto de dentro de um CD cheio de músicas divertidas para as páginas deste livro que você vai ler. Acompanhado de seus amigos, o pássaro uirapuru Tangará, o sapo-boi Coach, a boneca Susi, entre outros, ele vai partir do seu Planeta X e viajar por muitos outros planetas, aprendendo que poder escolher o que queremos fazer na vida é “O grande X da questão” !


♫...Se a lua não te quer, tudo bem
Você é lindo cara, e seu brilho vai muito mais além!
Um dia você vai encontrar alguém
Que com certeza vai te amar também...♫


A ultima vez que escrevi sobre as minhas leituras foi  as  minhas  METAS DE LEITURA DE 2018(OU NÃO). Desde então, fiz algumas tentativas de conciliar as minhas leituras da pós-graduação com as leituras dos livros que leio por hobby...

Essa semana, eu li A Fantástica Viagem do Pequeno Cidadão Esse livro conta sobre um menino, que mora no planeta X e decide viajar e conhecer outros planetas, ele monta no seu pássaro Uirapuru (que aqui na terra é um pássaro pequeno. Porém no planeta X ele é imenso e voa alto, inclusive perto das estrelas maiores como o sol) viaja por muitos planetas, conhece e descobre sobre várias coisas 


Eu era uma "menininha ramelenta" mo incio dos anos 90. E uma das coisas que eu adorava ver na TV eram as novelinhas infantis daquela época: Carrossel, Chiquititas e novelas mexicanas infantis que passavam no SBT. Na época, que o  SBT fez os remakes eu já era bem grandinha... Porém, eu  assisti alguns episódios dessas novelas de uma maneira um tanto quannto nostalgica e a trilha sonora me chamou bastante atenção foi assim que conheci o projeto Pequeno Cidadão.

O livro tem citações das músicas, Pequeno Cidadão é um projeto de: Arnaldo Antunes, Taciana Barros, Antonio Pinto e Edgard Scandurra. Tudo começou quando esses músicos decidiram gravar com os seus filhos e começaram a dar visões de uma criança em algumas músicas. O som mescla de rock a  MPB e chega até um leve pop.

As músicas como eu disse, são voltadas pra visão de um garotinho, descobrindo o mundo. Ele está descobrindo que é errando que se acerta, que é chorando que se levanta, que tem que fazer bagunça mesmo, brincar e se divertir; que ele precisa ser criança o quanto puder e claramente dá pra perceber que o intuito de tudo é levar uma percepção poética sobre o mundo, de um jeito inocente e encantador pras pessoas




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© Lado Milla
Maira Gall