12 de maio de 2020

T de TAG: De Blogueira para Blogueira.


Por que resolveu a criar o blog? 

Escrever é uma atividade solitária... Eu gosto de escrever sobre os meus traumas, manias, defeitos e sonhos. Outras vezes escrevo sobre as musicas que eu estou ouvindo, resenho os livros que leio e ultimamente estou escrevendo as séries que vejo no Netflix. Ter um blog pessoal é uma oportunidade de escrever qualquer tipo de assunto que eu me dispuser a escrever no Blog. 

De onde se inspirou para ter este nome? 

Então, o blog se chamaria "Um lado meio Milla..." por ser um blog pessoal nada mais justo ter meu apelido de infância no nome do blog. Quando completei a 50° postagem vi que, estava dando certo e que vinha cumprindo o papel de blog pessoal com, textos pessoais no estilo "my dear diary..." 

Qual é o seu maior medo diante da blogosfera? 

A nossa língua portuguesa é linda mas pode ferir quando é mal interpretada... Ser mal interpretada, esse é um dos meus piores medos na blogosfera . Escrevi uma vez, sobre o termo "mais amor na blogosfera" e um grupo específico se ofendeu e acabou excluindo-me da "panelinha" que aquele grupo de divulgação se tornou. 

Já passou por algum momento ruim com blog? Se sim, o que fez para contornar a situação? 

Não foi com o blog mas refletiu nele. Ano passado, a vida off-line andou um tanto bagunçada obrigando-me a colocar o blog em "Hiatus" por três meses. Contornando com o BEDA no mês de agosto. 

O que te faz manter com o blog mesmo diante de tantos problemas da blogosfera? 

Escrever é uma atividade solitária... O que me faz manter um blog nos dias atuais é somente a vontade de escrever e fotografar. É um grito no escuro... que devezenquando tocam alguém na blogosfera. 

Qual é seu maior sonho em relação ao blog? 

Quero ser reconhecida por algo que escrevi...

Caso tenha um sonho com o blog, o que tem feito para conseguir alcançar ele? 

A única coisa que faço no momento é divulgar. Estou escrevendo e fotografando também...

Você acredita que seu blog pode servir de inspiração para outras pessoas? Por que?
  
Acho que sim... Escrever é a melhor forma de desabafar e colocar para fora tudo que incomoda quando fica trancado dentro da gente.

Você já conseguiu alguma parceria para o blog? Se sim, como e com quem foi? 

Não.

Caso não tenha conseguido nenhuma parceria, com que tipo de empresa você gostaria de trabalhar?

Eu gostaria de trabalhar com editoras de livros. Pos escrevo resenhas dos livros que eu estou frequentemente lendo.

O que pretende fazer quando chegar aos $100,00 dólares do Google Adsense? 

Não sei. 

Você já investiu financeiramente em algo para o blog? Se sim, qual o valor do investimento e em que foi aplicado? 


Sim. Tenho uma Maquina Fotográfica que uso para registrar as fotografias das postagens.




Ah, não deixe de me acompanhar nas Redes Sociais. 

10 de maio de 2020

Mãe é quem fica...


Mãe é quem fica. Depois que todos vão. Depois que a luz apaga. Depois que todos dormem. Mãe fica.
Às vezes não fica em presença física. Mas mãe sempre fica. Uma vez que você tenha um filho, nunca mais seu coração estará inteiramente onde você estiver. Uma parte sempre fica.
Fica neles. Se eles comeram. Se dormiram na hora certa. Se brincaram como deveriam. Se a professora da escola é gentil. Se o amiguinho parou de bater. Se o pai lembrou de dar o remédio.
Mãe fica. Fica entalada no escorregador do espaço kids, pra brincar com a cria. Fica espremida no canto da cama de madrugada pra se certificar que a tosse melhorou. Fica com o resto da comida do filho, pra não perder mais tempo cozinhando.
É quando a gente fica que nasce a mãe. Na presença inteira. No olhar atento. Nos braços que embalam. No colo que acolhe.



Mãe é quem fica. Quando o chão some sob os pés. Quando todo mundo vai embora. Quando as certezas se desfazem. Mãe fica.
Mãe é a teimosia do amor, que insiste em permanecer e ocupar todos os cantos. É caminho de cura. Nada jamais será mais transformador do que amar um filho. E nada jamais será mais fortalecedor que ser amado por uma mãe.



É porque a mãe fica, que o filho vai. E no filho que vai, sempre fica um pouco da mãe: em um jeito peculiar de dobrar as roupas. Na mania de empilhar a louça só do lado esquerdo da pia. No hábito de sempre avisar que está entrando no banho. Na compaixão pelos outros. No olhar sensível. Na força pra lutar.

No coração do filho, mãe fica.

por Daniela Fanti

8 de maio de 2020

Vida Diet.

Não vai ser diferente(...)Se eu me for de repente(...)
Se o céu cai sobre o mundo(...)E o mar se abrir(...)
Em um inferno profundo.

Vida Diet-Pato Fu



Depois de um certo tempo todo mundo se adapta de algum jeito...
Eu me adaptei aos dia frios de inverno e a solidão da noite em meu quarto;

Ela já se acostumou a chorar sozinha no seu canto;
Ele se adaptou a não se apegar tanto as coisas, os momentos e as pessoas (principalmente as pessoas);
Ela se acostumou a não mais esperar;
Eu me adaptei a não tentar encontrar tantos sentidos para as coisas mesmo sempre sendo convencida que tudo tem um sentido de ser;

Ela se acostumou a sorrir mesmo se sentido triste; e mesmo quando tudo não vai bem  acostumou-se a chorar o choro que antes era escondido;

Eu me acostumei a não me sentir tão pressionada pelos outros e me sentir feliz do mesmo jeito; me adaptei em muitas vezes por minhas vontades em segundo plano para não ser chamada de egoísta.


É, os dias frios de inverno e a solidão faz sentido as vezes. Manter o riso estampado na cara e o choro na alma também.

Pensar mais nos outro do que você.
Chorar o choro escondido. 
Calar a dor. 
Sonhar. 
Amar. 


Custa mas se habitua...
© Lado Milla
Maira Gall