18 de maio de 2020

Cinco curiosidades de “Todas as Mulheres do Mundo”.



A série Todas as Mulheres do Mundo estreiou na quinta-feira (23) no Globoplay para fazer uma homenagem à obra de Domingos Oliveira. A série, que terá seu primeiro episódio exibido na Rede plim-plim, é baseada em seis textos do dramaturgo e cineasta. Acompanha a vida do apaixonado Paulo (Emílio Dantas), que, em cada um dos 12 episódios, se relaciona com mulheres diferentes, de forma amorosa, amigável e até maternal.

A adaptação para TV, escrita por Jorge Furtado e Janaína Fischer e com direção artística de Patrícia Pedrosa, foi pensada nos detalhes: há particularidades nos diálogos, na cenografia, na trilha sonora e até no figurino dos personagens. A escolha do elenco também foi diferenciada. Confira cinco curiosidades sobre a série e saiba mais sobre o trabalho do dramaturgo:

1 – A escolha dos atores

A maioria do elenco trabalhou com Domingos Oliveira ou conviveu com ele. A filha do dramaturgo, Maria Mariana, e sua viúva, Priscilla Rozenbaum, fazem participação especial em Todas as Mulheres do Mundo. E escolha foi proposital, como contou a diretora artística Patrícia Pedrosa, em entrevista a GaúchaZH: 
— Como eu não havia conhecido o Domingos, achei que era importante ter esses relatos dessas pessoas que já passaram pela vida dele. Foi muito produtivo, porque elas vinham com referências novas, novos olhares para a série.
Priscilla Rozenbaum, viúva de Domingos Oliveira, é Glorinha na série

Fernanda Torres, que participou da adaptação de Todas as Mulheres do Mundo para o Caso Especial, exibido pela Globo em 1990, também foi convidada a participar da série, interpretando Estela.

Saiba quem são as personagens que dão nome a cada episódio, em ordem: Maria Alice (Sophie Charlotte), Adriana (Samya Pascotto), Elisa (Marina Provenzzano), Laura (Martha Nowill), Martinha (Veronica Debom), Dionara (Lilia Cabral), Renata (Maria Ribeiro) e Pâmela (Sara Antunes), Gilda (Mariana Sena), Sara (Maeve Jinkings), Natália (Natasha Jascalevich), Maria Alice (Sophie Charlotte) e Pink (Naruna Costa).

2 – Fotografia opaca



Quem assistir à série vai notar uma paleta de cores mais opaca. De acordo com a diretora Patrícia Pedrosa, a intenção inicial era fazer a produção em preto e branco, mas a escolha poderia não agradar o público. Com isso, o mínimo de cor possível foi usado na fotografia. 


Trecho do trailer de "Todas as Mulheres do Mundo" mostra fotografia com poucas cores
— Os planos têm pouquíssimas cores para ter o efeito do preto e branco com cor — explicou Patrícia, afirmando que usou apenas duas cores para compor a fotografia, do cenário ao figurino dos personagens.

3 – Figurino e referências a diferentes épocas 

O figurino casa com a personalidade dos personagens, com cores e estilos diferentes. Para o protagonista Paulo, por exemplo, foram adotados os tons de cinza e verde. 

— Pensamos em um jovem arquiteto dos dias de hoje que não está nem aí para roupa. É um personagem que repete muita roupa — disse Natália Duran, que assina o figurino da série com Cao Albuquerque.

Cada personagem homenageia uma época ou estilo, fazendo uma viagem em todas as décadas em que Domingos Oliveira viveu. 


Sophie Charlotte é Maria Alice, uma das protagonistas

_ A Maria Alice é a mais clássica e atemporal de todas. A Fernanda Torres, que interpreta Estela, mas que já foi Maria Alice na década de 90, homenageia esta época, com os cabelos levemente repicados. Já Dionara (Lilia Cabral) foi inspirada na atriz britânica Tilda Swinton nos anos 2000 — citou Anna Van Steen, responsável pela caracterização da série.

Na escolha das roupas, a equipe do seriado apostou em profissionais que trabalham com sustentabilidade e tingimentos orgânicos. Peças de brechó também foram utilizadas

 Música

A música que faz parte da abertura de Todas as Mulheres do Mundo é a mesma: Carinhoso, de Pixinguinha e João de Barro. A diferença é que, em cada episódio, uma cantora diferente dará voz à canção. Algumas artistas foram convidadas a gravar a música, como Céu e Alcione. De outras, foi aproveitada gravações já existentes, caso de Elis Regina e Marisa Monte, que aparece na abertura do primeiro episódio.



4 – Sem bandeiras


Além de as mulheres serem a maioria no elenco, a equipe que fica atrás das câmeras também é majoritariamente feminina – e a escolha foi proposital. De acordo com a diretora artística Patrícia Pedrosa, a ideia foi contar a história pelo lado mais feminino possível. Porém, não houve a intenção de transformar a série em uma narrativa feminista:

— Não precisamos disso. Falamos sobre pessoas, sobre amor, sobre afeto, sobre mulheres diferentes, sobre paixão. Não queremos pegar um assunto e transformar essa série em política. Estamos só falando de amor, esse é o ponto da série — falou Patrícia.

5 – A obra de Domingos Oliveira

Autor de mais de 120 obras no teatro, cinema e TV, Domingos Oliveira fez parte da equipe de autores de séries de sucesso nos anos 1970 na Globo. Foi também ator de novelas. Entre os trabalhos que fez na emissora, estão Show da Noite, Ciranda Cirandinha, Amizade Colorida, As Noivas de Copacabana, Contos de Verão e a minissérie JK, seu último trabalho na televisão, em 2006. 

Quem conhece o trabalho de Domingos, vai identificar diversas referências em Todas as Mulheres do Mundo. Várias cenas do filme de 1966, que deu o nome para a série, estão espalhadas no seriado. Nos diálogos, aparecem diversas frases escritas por Domingos, faladas de forma poética e literal pelos personagens. 

Em Todas as Mulheres do Mundo, há também a representação dos alter egos de Domingos: o protagonista Paulo é o lado intenso e apaixonado do autor. Já seus dois amigos, Cabral (Matheus Nachtergaele) e Laura (Martha Nowill), representam a faceta feminina e o lado mais sábio e subjetivo do dramaturgo. Domingos é lembrado até no mascote da série e fiel companheiro de Paulo e Cabral: o cão recebeu o nome de Oliveira.



Victor Pollak / Globo
Laura (Martha Nowill), Paulo (Emílio Dantas), Maria Alice (Sophie Charlotte) e Cabral (Matheus Nachtergaele), junto com o mascote Oliveira (Flint)




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13 de maio de 2020

Semana 7: Eu sempre...



Encontrei o projeto 52 semanas bem bacana na Blogosfera que consiste em citar 5 respostas para cada uma das 52 perguntas abaixo, fazendo assim, um Top 5 por semana. É o projeto mais longo que eu já participei... Mas, parece ser divertido !!! Pretendo responder ao projeto todas as Quartas-Feiras. 

Gostei de ler.

Quando eu estava na 1° série a professora tomava a nossa leitura e tinha que ler direitinho para não gaguejar e passar vergonha... Então desde essa época, peguei o gosto da leitura.

Estou ouvindo música.

Demorei para ganhar o meu primeiro CD, acho que foi por isso que quando as músicas evoluíram para o formato de MP3 eu relutei tanto para dispensar os meus CDs e comprei um rádio com toca CD e MP3 e hoje em dia eu não largo mão de ouvir meus CDs quando eu estou em casa e quando estou na fora de casa eu não largo o meu celular e fone de ouvido.

Gostei de cachorro.

Eu sempre gostei de todos os bichos de estimação já tive gato (que foi morar na casa da minha prima...) já tive peixe beta (são os animais mais sem graça para serem de estimação) Os meus preferidos são os cachorros, eles são meus preferidos pela lealdade, amizade e o dom de mudar o humor dos dias mais mal humorados só fazendo cara de pidão ou uma carinha de ???? (Ô cara de bunda, sai dessa Bad e vem brincar comigo!)

Estou desenhando/rabiscando.

Sempre tem um bloco e lápis próximo a mim e sempre estou rabiscando/desenhando mesmo sem ter nenhum dom para isso.

Estou fotografando.

Uma das minhas sessões de terapia é sair para fotografar... ADORO!





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12 de maio de 2020

T de TAG: De Blogueira para Blogueira.


Por que resolveu a criar o blog? 

Escrever é uma atividade solitária... Eu gosto de escrever sobre os meus traumas, manias, defeitos e sonhos. Outras vezes escrevo sobre as musicas que eu estou ouvindo, resenho os livros que leio e ultimamente estou escrevendo as séries que vejo no Netflix. Ter um blog pessoal é uma oportunidade de escrever qualquer tipo de assunto que eu me dispuser a escrever no Blog. 

De onde se inspirou para ter este nome? 

Então, o blog se chamaria "Um lado meio Milla..." por ser um blog pessoal nada mais justo ter meu apelido de infância no nome do blog. Quando completei a 50° postagem vi que, estava dando certo e que vinha cumprindo o papel de blog pessoal com, textos pessoais no estilo "my dear diary..." 

Qual é o seu maior medo diante da blogosfera? 

A nossa língua portuguesa é linda mas pode ferir quando é mal interpretada... Ser mal interpretada, esse é um dos meus piores medos na blogosfera . Escrevi uma vez, sobre o termo "mais amor na blogosfera" e um grupo específico se ofendeu e acabou excluindo-me da "panelinha" que aquele grupo de divulgação se tornou. 

Já passou por algum momento ruim com blog? Se sim, o que fez para contornar a situação? 

Não foi com o blog mas refletiu nele. Ano passado, a vida off-line andou um tanto bagunçada obrigando-me a colocar o blog em "Hiatus" por três meses. Contornando com o BEDA no mês de agosto. 

O que te faz manter com o blog mesmo diante de tantos problemas da blogosfera? 

Escrever é uma atividade solitária... O que me faz manter um blog nos dias atuais é somente a vontade de escrever e fotografar. É um grito no escuro... que devezenquando tocam alguém na blogosfera. 

Qual é seu maior sonho em relação ao blog? 

Quero ser reconhecida por algo que escrevi...

Caso tenha um sonho com o blog, o que tem feito para conseguir alcançar ele? 

A única coisa que faço no momento é divulgar. Estou escrevendo e fotografando também...

Você acredita que seu blog pode servir de inspiração para outras pessoas? Por que?
  
Acho que sim... Escrever é a melhor forma de desabafar e colocar para fora tudo que incomoda quando fica trancado dentro da gente.

Você já conseguiu alguma parceria para o blog? Se sim, como e com quem foi? 

Não.

Caso não tenha conseguido nenhuma parceria, com que tipo de empresa você gostaria de trabalhar?

Eu gostaria de trabalhar com editoras de livros. Pos escrevo resenhas dos livros que eu estou frequentemente lendo.

O que pretende fazer quando chegar aos $100,00 dólares do Google Adsense? 

Não sei. 

Você já investiu financeiramente em algo para o blog? Se sim, qual o valor do investimento e em que foi aplicado? 


Sim. Tenho uma Maquina Fotográfica que uso para registrar as fotografias das postagens.




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© Lado Milla
Maira Gall