9 de fevereiro de 2021

Cinco curiosidades de “Todas as Mulheres do Mundo”.


A série Todas as Mulheres do Mundo estreiou na quinta-feira (23) no Globoplay para fazer uma homenagem à obra de Domingos Oliveira. A série, que terá seu primeiro episódio exibido na Rede plim-plim, é baseada em seis textos do dramaturgo e cineasta. Acompanha a vida do apaixonado Paulo (Emílio Dantas), que, em cada um dos 12 episódios, se relaciona com mulheres diferentes, de forma amorosa, amigável e até maternal.

A adaptação para TV, escrita por Jorge Furtado e Janaína Fischer e com direção artística de Patrícia Pedrosa, foi pensada nos detalhes: há particularidades nos diálogos, na cenografia, na trilha sonora e até no figurino dos personagens. A escolha do elenco também foi diferenciada. Confira cinco curiosidades sobre a série e saiba mais sobre o trabalho do dramaturgo:

1 – A escolha dos atores

A maioria do elenco trabalhou com Domingos Oliveira ou conviveu com ele. A filha do dramaturgo, Maria Mariana, e sua viúva, Priscilla Rozenbaum, fazem participação especial em Todas as Mulheres do Mundo. E escolha foi proposital, como contou a diretora artística Patrícia Pedrosa, em entrevista a GaúchaZH: 

— Como eu não havia conhecido o Domingos, achei que era importante ter esses relatos dessas pessoas que já passaram pela vida dele. Foi muito produtivo, porque elas vinham com referências novas, novos olhares para a série.
Priscilla Rozenbaum, viúva de Domingos Oliveira, é Glorinha na série

Fernanda Torres, que participou da adaptação de Todas as Mulheres do Mundo para o Caso Especial, exibido pela Globo em 1990, também foi convidada a participar da série, interpretando Estela.

Saiba quem são as personagens que dão nome a cada episódio, em ordem: Maria Alice (Sophie Charlotte), Adriana (Samya Pascotto), Elisa (Marina Provenzzano), Laura (Martha Nowill), Martinha (Veronica Debom), Dionara (Lilia Cabral), Renata (Maria Ribeiro) e Pâmela (Sara Antunes), Gilda (Mariana Sena), Sara (Maeve Jinkings), Natália (Natasha Jascalevich), Maria Alice (Sophie Charlotte) e Pink (Naruna Costa).

2 – Fotografia opaca

Quem assistir à série vai notar uma paleta de cores mais opaca. De acordo com a diretora Patrícia Pedrosa, a intenção inicial era fazer a produção em preto e branco, mas a escolha poderia não agradar o público. Com isso, o mínimo de cor possível foi usado na fotografia. 


Trecho do trailer de "Todas as Mulheres do Mundo" mostra fotografia com poucas cores

— Os planos têm pouquíssimas cores para ter o efeito do preto e branco com cor — explicou Patrícia, afirmando que usou apenas duas cores para compor a fotografia, do cenário ao figurino dos personagens.

3 – Figurino e referências a diferentes épocas 

O figurino casa com a personalidade dos personagens, com cores e estilos diferentes. Para o protagonista Paulo, por exemplo, foram adotados os tons de cinza e verde. 

— Pensamos em um jovem arquiteto dos dias de hoje que não está nem aí para roupa. É um personagem que repete muita roupa — disse Natália Duran, que assina o figurino da série com Cao Albuquerque.

Cada personagem homenageia uma época ou estilo, fazendo uma viagem em todas as décadas em que Domingos Oliveira viveu. 


Sophie Charlotte é Maria Alice, uma das protagonistas

_ A Maria Alice é a mais clássica e atemporal de todas. A Fernanda Torres, que interpreta Estela, mas que já foi Maria Alice na década de 90, homenageia esta época, com os cabelos levemente repicados. Já Dionara (Lilia Cabral) foi inspirada na atriz britânica Tilda Swinton nos anos 2000 — citou Anna Van Steen, responsável pela caracterização da série.

Na escolha das roupas, a equipe do seriado apostou em profissionais que trabalham com sustentabilidade e tingimentos orgânicos. Peças de brechó também foram utilizadas

 Música

A música que faz parte da abertura de Todas as Mulheres do Mundo é a mesma: Carinhoso, de Pixinguinha e João de Barro. A diferença é que, em cada episódio, uma cantora diferente dará voz à canção. Algumas artistas foram convidadas a gravar a música, como Céu e Alcione. De outras, foi aproveitada gravações já existentes, caso de Elis Regina e Marisa Monte, que aparece na abertura do primeiro episódio.



4 – Sem bandeiras


Além de as mulheres serem a maioria no elenco, a equipe que fica atrás das câmeras também é majoritariamente feminina – e a escolha foi proposital. De acordo com a diretora artística Patrícia Pedrosa, a ideia foi contar a história pelo lado mais feminino possível. Porém, não houve a intenção de transformar a série em uma narrativa feminista:

— Não precisamos disso. Falamos sobre pessoas, sobre amor, sobre afeto, sobre mulheres diferentes, sobre paixão. Não queremos pegar um assunto e transformar essa série em política. Estamos só falando de amor, esse é o ponto da série — falou Patrícia.

5 – A obra de Domingos Oliveira

Autor de mais de 120 obras no teatro, cinema e TV, Domingos Oliveira fez parte da equipe de autores de séries de sucesso nos anos 1970 na Globo. Foi também ator de novelas. Entre os trabalhos que fez na emissora, estão Show da Noite, Ciranda Cirandinha, Amizade Colorida, As Noivas de Copacabana, Contos de Verão e a minissérie JK, seu último trabalho na televisão, em 2006. 

Quem conhece o trabalho de Domingos, vai identificar diversas referências em Todas as Mulheres do Mundo. Várias cenas do filme de 1966, que deu o nome para a série, estão espalhadas no seriado. Nos diálogos, aparecem diversas frases escritas por Domingos, faladas de forma poética e literal pelos personagens. 

Em Todas as Mulheres do Mundo, há também a representação dos alter egos de Domingos: o protagonista Paulo é o lado intenso e apaixonado do autor. Já seus dois amigos, Cabral (Matheus Nachtergaele) e Laura (Martha Nowill), representam a faceta feminina e o lado mais sábio e subjetivo do dramaturgo. Domingos é lembrado até no mascote da série e fiel companheiro de Paulo e Cabral: o cão recebeu o nome de Oliveira.
Victor Pollak / GloboLaura (Martha Nowill), Paulo (Emílio Dantas), Maria Alice (Sophie Charlotte) e Cabral (Matheus Nachtergaele), junto com o mascote Oliveira (Flint)




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Canção de Segunda: JUNTO A MIM Acústicos & Valvulados ft. Rafa Machado

Junto a Mim é o novo single dos Acústicos & Valvulados, e tem a participação especial do vocalista da Chimarruts, Rafa Machado. A canção tem um clima acústico e intimista, e é conduzida basicamente pelos violões folk e pelas percussões de Vicente Guedes.

O vocalista Rafael Malenotti celebra a parceria com o amigo (e xará) Rafa Machado. "Mais uma vez, esbanjou simpatia e alto astral, que são características marcantes da sua trajetória artística, registrando a canção de forma magistral e em total sintonia com a proposta da banda."

 


A composição é assinada por Alexandre Móica, e foi originalmente criada para o álbum solo do guitarrista. Posteriormente, entrou no repertório do show Acústico, Ao Vivo e a Cores, lançado em CD e DVD (2007). Agora, nesta nova versão, Móica faz o solo da música com uma Cigar Box Guitar, instrumento de quatro cordas feito com caixas semelhantes às de charutos.

 

Este é o quinto single da coletânea Diamantes Verdadeiros Vol. II, álbum que será oficialmente lançado em julho de 2021 para comemorar os 30 anos da banda. A proposta é resgatar, com novos arranjos, músicas que se destacaram nessa trajetória. Cada uma das 10 faixas conta com a participação de um vocalista convidado – Serginho Moah, Beto Bruno, Duda Calvin, Rafa Machado, Carlinhos Carneiro, Fabrício Beck, Frank Jorge, Jacques Maciel, Luciano Albo, e Alemão Ronaldo. Além disso, os arranjos ganharam o reforço de grandes músicos, como Henrique Portugal (Skank), Luciano Leães e Vicente Guedes.

 

“Diamantes Verdadeiros Vol. II” foi gravado, mixado e masterizado no Estúdio Tabuleiro, em Porto Alegre, com produção de Felipe Magrinelli e Diego Lopes.

 




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1 de fevereiro de 2021

07 anos!



Hoje, dia 1° de fevereiro de 2021 o blog Lado Milla completa 07 anos! Ultimamente eu tenho refletindo bastante sobre ser "Alguém que escreve na Blogosfera..." Mas escrever sobre os meus delirios é a unica coisa que sei fazer para não enlouquecer... Parodiando aquela marca famosa de shampoo: "O layout continua o mesmo, mas as cores, quanta diferença...". Encontrei esse TEMA-BASE na blogosfera a um tempo atrás e fiquei encantada com a possibilidade mexer nas cores diretamente na configuração do Blogger já que sou um zero a esquerda em HTML e tem um formato mais clean na qual, eu curto bastante.

Desde a primeira vez que visitei a plataforma Blogger.com e cliquei para criar um Novo blog e escrevi as primeiras linhas da 50° postagem. Eu acabei percebendo que escrever na Blogosfera ainda é essencial e contar o meu lado da história. Isso é necessário para registrar& organizar a lyfe.

Escrever no blog é uma das minhas terapias. Incluindo em sair por ai para fotograr... E lêr um bom livro. Preciso seguir alguns "rituais" para que a minha escrita consiga transmitir o que eu estou sentindo naquele momento. Escrevi resenhas e fotografei os livros que eu estou lendo... 

Escrevi sobre os últimos semestres da faculdade de Psicologia e sobre os estágios obrigatórios de Psicologia Infantil. Escrevi sobre o estágio especifico que era um projeto de pesquisa que virou um campo de estágio na Pastoral do Imigrante e transformou-se no meu TCC sobre Problemas Psicológicos na Migração com os Haitianos na cidade de Florianópolis/SC. Escrevi então sobre as ultimas matérias que faltavam e finalmente sobre a minha formatura.

Escrevi exaustivamente todos os dias do mês de agosto para o Blog Every Day August mais crazy da Blogosfera. E mesmo lembrando o quanto foi gratificante naquele ano, eu acabei desistindo de escrever nos anos seguintes.... Todo final do ano, tem a Blogagem Especial do Final do Ano e descobri que adoro escrever nessa época. Adoro escrever sobre o espírito natalino e sobre os filmes/série que contenham episódios com essa temática... E sobre a expectativa para os próximos dias do ano novo.

Ano passado, eu comemorei de uma forma diferente deixar as palavras de lado e prestar um pouco de atenção aos números... E a seguir então, os números dos 07 anos do Lado meio Milla:

Foram 2.557 dias e desde então o blog foi vizualizado 386734 vezes... Escrevi 856 Postagens. Todos esses posts receberam ao todo 3110 Comentários, que é uma parte em que eu nunca tinha pensado antes de começar a escrever. É muito bom saber que as pessoas param para ler o que eu escrevo, e que às vezes ainda tem um tempinho para deixar um alô.
Escrever continua sendo uma atividade solitária... Ainda é estranho esse exposição gratuita na internet. Mas, eu não saberia viver sem ter esse espaço na Blogosfera.
  




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© Lado Milla
Maira Gall