30 de agosto de 2021

Tde TAG: TAG DA QUARENTENA


Nas Terças-Feiras, aconteciam o T de TAG que consiste em colocar aqui, as tag´s em que eu era desafiada a responder. Em tempos de Quarentena mundial" e para mudar um pouco de assunto... Essa TAG foi criada por Raphael, do Tem que ter livro no nome?.
As categorias da Tag são:

1- Só depois do carnaval: uma obra descompromissada


Nu, de botas do Antonio Prata é um livro de cronicas que trás as memórias de infância do autor. Eu acredito que um livro de crõnicas é sempre uma boa escolha para uma leitura mais descompromissada. Por exemplo, uma ressaca literária. Isso sempre funciona comigo.




2- Isso é muito mais uma fantasia: uma obra do gênero maravilhoso


Eu não lembro exatamente quando eu adiquiri o livro Luna Clara & Apolo Onze... O livro trata de histórias de amor, de amizade, de família. Trata de encontros e desencontros, do destino, de escolhas e alegrias. Tudo isso narrado com muita magia e encanto. Mesmo sendo uma leitura voltada para o publico infanto-juvenil, não é um livro de leitura fácil para qualquer público, e requer um pouco de atenção maior ao ‘plot’ para não se perder no meio de tanta confusão. Mas, vale muito a pena a leitura, devo acrescentar. Aliás, o livro traz outro ‘plus’ positivo que é o fato de possuir ilustrações muito legais nos capítulos. Elas são bem simples e até mesmo um pouco vagas, mas dizem tanto sobre aquilo que se está lendo.

3- Coronga chegou, mas só vai dar quinze dias! Logo acaba: uma obra para consumir rápido.

A Bruxa não vai para a fogueira... É um livro curtinho e é aquele livro que da vontade de marca-lo inteiro de tantas frases boas que ele tem e você enche de post it. São essas frases que te fazem parar, refletir e às vezes até mudar seus conceitos.


4- Vamos precisar de uma quarentena maior: Uma obra com ironia dramática


Uma obra com ironia dramática... Eu relutei bastante em ler esse livro por ser uma obra biografica que inspirou o Jonh Greem a escrever Culpa das Estrelas por saber que eu iria derramar lágrimas de rir/chorar por causa da ironia da vida.






5- Corrida pelo papel higiênico: uma obra ridícula 

Sinceramente, eu deixei de assinar um box literário por causa desse livro... O livro Filha das Trevas (Saga da Conquistadora #1). Infelizmente, a leitura não atendeu as minhas expectativas... Um dos motivos é que esse livro NÃO É DE FANTASIA! e isso não fica claro na sinopse. Esse livro é um reconto histórico sobre os filhos do Vlad da Transilvânia e o Império Otomano. Na minha opinião, misturar fatos históricos com licença poética nada mais é, que fazer um "samba do "crioulo doido" na história. Outro ponto negativo, é a narrativa desse livro que é cansativa por ser muito lenta...

6- Já se passaram dois meses!: uma obra cansativa, mas necessária 

 O ódio que você semeia... É um tipo de leitura que te causa impacto nas primeiras páginas... Não é um livro fácil, não é uma história simples. É a realidade sem maquiagens. É a ficção descrevendo cada detalhe sobre o mundo em que vivemos, expondo os muitos lados dele - e um desses lados é corroído pelo ódio, pela discriminação, pelo preconceito. É impossivel não se indentificar com Starr independente da cor da pele as suas açoes e o seu comportamento são julgados pela cor da sua pele. Starr vive a mesma realidade que muitos outros jovens. Khalil foi assassinado pela mesma realidade que a de muitos outras vítimas. 


7- La Traviata na varanda: uma obra para compartilhar



ECOS,é um lançamento da DarkSide Books, é a primeira Editora do Brasil dedicada ao terror e à fantasia A editora criou uma coleção Darklove com histórias sobre a força feminina na literatura. É uma História dividida em 3 contos que tem um fechamento fantastico dessas três histórias no ultimo capitulo.





8- Uhhh, finalmente vai ficar tudo bem!: uma obra esperançosa


A narrativa se passa durante a Segunda Guerra Mundial, onde os irmãos Ada e James vivem com a mãe em Londres. Nós conhecemos a protagonista da trama logo no início, quando somos apresentados a uma menina de dez anos que sofre agressões físicas e psicológicas de sua mãe porque ela tem ”pé torto”. Enquanto seu irmão James – ao qual ela é muito apegada e serve de motivação para que ela siga em frente – pode sair e descobrir o mundo brincando com as outras crianças, ela precisa ficar isolada em seu apartamento, pois sua mãe a considerada uma vergonha e acredita que ela não é merecedora de ser feliz pela deficiência que tem. Ao longo da história A Guerra que Salvou a minha vida torna-se uma obra esperançosa pois, a a Segunda Guerra Mundial dá uma oprtunidade para Ada a viver uma nova realidade.


9- OH NÃO! ELES EVOLUÍRAM!!!: uma obra de terror 

O livro Confissões do Crematório: "Uma menina nunca esquece seu primeiro cadáver." – Caitlin Doughty Um livro para quem planeja morrer um dia. Morrer é a única certeza da vida. Então, por que evitamos tanto falar sobre ela? A morte é inevitável, sentimos muito. Mas pelo menos, como descobriu Caitlin Doughty, ficar a sete palmos do chão ainda é uma opção. ''Confissões do Crematório'' reúne histórias reais do dia a dia de uma casa funerária, inúmeras curiosidades e fatos históricos, mitológicos e filosóficos. Tudo, é claro, com uma boa dose de humor. Enquanto varre as cinzas das máquinas de incineração ou explica com o que um crânio em chamas se parece, Caitlin Doughty desmistifica a morte para si e para seus leitores.

10- Plague Inc.: uma obra apocalíptica

O livro Silo se passa em uma paisagem destruída e hostil, num futuro ao qual poucos tiveram o azar de sobreviver, uma comunidade resiste confinada em um gigantesco silo subterrneo. Lá dentro, mulheres e homens vivem enclausurados, sob regulamentos estritos, cercados por segredos e mentiras.

Para continuar ali, eles precisam seguir as regras, mas há quem se recuse a fazer isso. Essas pessoas são as que ousam sonhar e ter esperança, e que contagiam os outros com seu otimismo. Um crime cuja punição é simples e mortal. Elas são levadas para o lado de fora. Juliette é uma dessas pessoas. E talvez seja a última.



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29 de agosto de 2021

Novela: Verdades Secretas

A novela  Verdades Secretas escrita por Walcyr Carrasco e Maria Elisa Berredo estreou pela primeira vez na Globo no horário das 23h no dia 8 de junho a 25 de setembro de 2015 com exatamente 64 capítulos.



Na época, essa foi uma das melhores novelas que eu assisti nesse horário. Inicialmente, a novela me pareceu pouco coerente "o homem que se casa com uma mulher apenas para ser amante da filha dela." é um enredo que não da muito certo para um público de noveleiros tão conservador...

O autor, Walcyr Carrasco, um bom criador de histórias, fez de Verdades Secretas uma novela que não teve medo de mostrar cenas "delicadas". Desta forma, quase tudo foi mostrado, como raras vezes mostrou-se antes em uma novela: drogas, homossexualidade e prostituição (tudo junto ou separado), com boa carga erótica e muita nudez. Este recheio, muitas vezes, soou gratuito, mas deu um tempero especial à produção e garantiu boa repercussão.

Walcyr Carrasco além de um bom contador de histórias ele gosta de abordar temas sociais. Em Verdades Secretas ele mostrou o submundo da moda serviu como pano de fundo. A novela discutiu drogas e prostituição de luxo – o chamado “book rosa”. Sem medo de mostrar assuntos delicados sem nenhum tipo de tipo esteriótipo . Mas a vida real de que paga o preço muito alto por suas escolhas...


Sinopse: Arlete (Camila Queiroz), uma jovem do interior de São Paulo, chega à capital com um sonho: ser modelo. Ela conhece Visky (Rainer Cadete), um booker que se encanta por ela e a convida para o casting da agência comandada por Fanny Richard (Marieta Severo). O novo trabalho vem a calhar: Arlete e a mãe, Carolina (Drica Moraes), vão morar com a avó, Hilda (Ana Lúcia Torre), mas as coisas não andam nada bem.

Arlete até consegue uma bolsa para estudar em um colégio caro, mas falta dinheiro para coisas básicas, como a conta de condomínio. Ela só pensa em ajudar em casa. Justamente por isso, Carolina aceita que a filha modele. Essa ideia nunca foi muito bem recebida por ela, uma mulher simples e dedicada à família. Carolina abriu mão dos estudos muito cedo e nunca teve uma carreira. Futuro que não planeja para Arlete.


Os olhos de Fanny brilham ao conhecer Arlete. Experiente e ambiciosa, ela vê na menina um caminho promissor. Angel, como ela é batizada artisticamente pela empresária, tem beleza e juventude. Mais do que estar nas passarelas e em campanhas publicitárias, Angel tem para ela outra serventia. Disfarçada de oportunidade, Fanny a convida para integrar outro tipo de catálogo, o “book rosa”.


Angel só entende do que se trata quando as regras do jogo ficam claras: book rosa é prostituição de luxo. A princípio, Arlete fica receosa, mas logo ela entende que este pode ser o meio mais rápido para multiplicar seus cachês e desafogar as finanças em sua casa. E é como prostituta que Arlete/Angel acaba vivendo uma intensa paixão com o rico empresário Alexandre Ticiano, o Alex (Rodrigo Lombardi).

Extasiado pelo sentimento que nutre por Angel, Alex se envolve com a mãe dela, Carolina, para ficar perto da garota e tê-la a seu bel-prazer quando e como quiser, em um jogo de amor e desejo arriscado que tem tudo para um final trágico.

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Estarei tagarelando por lá também (principalmente no Snap!!):

27 de agosto de 2021

#TBT: 2015 FOI O ANO QUE APRESENTEI O TCC...

 

Ainda no ensino médio,  nasceu a vontade de fazer faculdade de Psicologia e que eu passaria 5 anos (?), estudando só as matérias que eu gosto! Principalmente, nunca mais veria matemática na minha vida!
Meu primeiro dia de aula na faculdade foi assustador! Eu, recém saída do ensino médio com uma turma de alunos já na sua 3° e 4° graduação... Me senti "pequena" diante dos assuntos e opiniões MEGA elaborados e eu ficava quieta com medo de falar alguma besteira. Segui com essa turma até a 5° fase, tive que refazer algumas matérias e acabei diminuindo a quantidade de matérias do semestre. Dessa turma se formaram poucos alunos (menos de 10 alunos) alguns foram desistindo durante os semestres... Mas, não é sobre isso que eu vim falar.

As turmas do curso de Psicologia que "Migrei" durante esses semestres tinha uma característica em comum: Desunião (mal de humanas?). Tínhamos uma nota a N3 "trabalhos em grupo" quando eu não tinha a opção de fazer individualmente sempre foi um "parto" de achar um grupo decente. Minhas piores crises de gastrite se devem a esses momentos de maior stress durante esses dez semestres da graduação.

Cheguei a trancar a faculdade 2x: Há primeira vez, eu não tava vendo mais sentido no curso que escolhi,.. Depois de ter feito um estágio não obrigatório desses que pagam mal e não tinha nada haver com Psicologia.... Fui fazer Administração, foi a fase que eu mais me diverti! Era uma turma de jovens animados toda sexta-feira tinha encontro da turma e balada TODO final de semana... No final do semestre eu decidi voltar para o curso de Psicologia. Há segunda vez, eu tirei umas férias de um semestre. Me desentendi com a supervisora de estágio na época, quando voltei no segundo semestre e soube que eu não fui a única a "profissional" se desentendeu com outras alunas também e acabou sendo demitida. Prossigamos, porque ainda não é disso que vim falar.

Vim falar sobre o TCC. Na semana passada, eu apresentei o meu Trabalho de Conclusão de Curso naqueles longos e intermináveis 30 minutos entre a minha apresentação #tremia e mais trinta minutos da pontuação dos avaliadores e o recebimento da nota. Em momento algum, pensei na nota... Queria passar TODO o meu conhecimento do projeto em si, e que toda a minha trajetória até ali não foi em vão teve crescimento em todas as etapas principalmente dos estágios (Básico e Específico). No dia seguinte, minha supervisora me mandou um e-mail, parabenizando-me pela apresentação e informando que a  minha nota foi 9,5. Fiquei Feliz!

Em 2005, achei que esse momento nunca chegaria e em 2010 achei que não iria me formar em Psicologia... Agora, estou aqui, sentada escrevendo sobre toda a minha trajetória e confirmando aquela velha história que diz  que: A vida " não é sobre o quão rápido chegarei lá/não é sobre o que está me esperando do outro lado. É a escalada...".




Feliz dia da Psicóloga para mim!!!


© Lado Milla
Maira Gall